Posts Tagged ‘-> Álbuns Clássicos

26
jun
18

50 anos do disco de estreia do grupo Os Mutantes

"Os Mutantes" - Reprodução da Capa do disco de estreiaUm mito de música mundial completa meio século sem que se dê a ele a devida atenção. “Os Mutantes”, disco de estreia da banda homônima formada por Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias, foi lançado em junho de 1968 para deflagrar uma revolução musical que extrapolou as fronteiras brasileiras.

Tropicalismo, roquenrow e psicodelia vêm sob medida para colocar a produção cultural brasileira do período na vanguarda mundial, desbancando ao menos momentaneamente os estereótipos vigentes, e dando início a uma trajetória sólida cujas influências se fariam presentes tanto na cena nacional quanto na internacional ao longo das décadas seguintes.

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06
maio
18

30 anos do ‘Vivid’, o grande álbum de estreia do Living Colour

A primeira semana de maio de 2018 marca"Vivid" - Reprodução da capa os 30 anos do álbum “Vivid”, do Living Colour. Disco de estreia da banda norte-americana, ele foi lançado oficialmente no dia 3 de maio de 1988.

Numa época na qual o hard rock dos Estados Unidos ainda era comandado quase que em sua totalidade por uma legião de loiros branquelos e farofas, a negritude do Living Colour chegou para arrombar as portas de uma vertente do rock que era pouco ou quase nada aberta a músicos negros.

Sem usar deste fato para propagandas ou campanhas e repleto de músicos competentes, o Living Colour trouxe com “Vivid” um cartão de visitas poderoso e com alguns hits que já ficariam marcados na história do rock n’ roll.

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14
mar
18

30 anos do disco ‘Viva Hate’, o primeiro trabalho solo de Morrissey

"Viva Hate" - Reprodução da capaO dia 14 de março de 2018 marca o aniversário de 30 anos do álbum “Viva Hate”, o primeiro trabalho solo de Morrissey. Lançado seis meses depois do último disco dos Smiths (“Strangeways, Here We Come”), “Viva Hate” marca uma divisão de águas na carreira musical do cantor britânico.

Produzido por Stephen Street, o álbum de estreia de Morrissey na carreira solo era repleto de expectativas. Tanto o público como os críticos tinham dúvidas se o ex-vocalista dos Smiths conseguiria repetir sozinho o sucesso da banda, que foi uma das mais importantes dos Anos 80.

A dúvida era motivada principalmente por uma constatação óbvia para quem entende o mínimo de Smiths: enquanto Morrissey sempre foi o pensador e exímio letrista da banda, o guitarrista Johnny Marr trazia a melodia característica do grupo.

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29
out
17

40 anos do ‘Never Mind the Bollocks’, o primeiro e único disco de estúdio dos Sex Pistols

"Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols" - Reprodução da capaO término do mês de outubro de 2017 marca os 40 anos de um dos álbuns mais importantes da música pop. No dia 28 de outubro de 1977, os Sex Pistols lançavam o disco “Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols”, seu primeiro e único trabalho de estúdio.

O álbum tem imensa importância histórica, pois é um símbolo do movimento punk do fim dos Anos 70.

Os Sex Pistols podem não ter inventado a música punk, já que existiam os Ramones e outras bandas norte-americanas, do outro lado do Oceano Atlântico, para desmentir. A banda britânica, contudo, pode ser considerada como a catalisadora de um movimento e responsável por popularizá-lo de uma maneira assustadora para aquele momento.

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30
maio
17

50 anos do disco ‘Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band’, um dos maiores da história e símbolo de uma geração

Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band - Reprodução da capaPor Roberto Carlos dos Santos* 

Alguns álbuns são tão icônicos que se tornam retratos do trabalho dos seus autores. Pode-se dizer que “Dark Side of the Moon” é a grande representação do Pink Floyd – ok, alguns dirão que é “The Wall”. “Thriller” marcou para sempre a obra de Michael Jackson. Poderíamos fazer aqui uma longa lista de discos absolutamente marcantes, históricos. Mas quantos discos, ou até mesmo algumas obras artísticas,  representam uma geração? Poucos. “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles, que está completando 50 anos, está nesta categoria.

A oitava obra do quarteto de Liverpool foi lançada no dia 26 de maio de 1967 na Inglaterra e no dia 2 de junho do mesmo ano nos Estados Unidos.

Inovador desde a concepção gráfica da sua capa até sua produção e composições, o disco ficou no topo das paradas inglesas por 27 semanas e ganhou 4 prêmios Grammy em 1968, incluindo o título de “Álbum do Ano”. Segundo alguns críticos, elevou a música pop ao nível de arte.

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22
mar
17

30 anos do ‘Among the Living’, o grande álbum clássico do Anthrax

"Among the Living" - Anthrax - Reprodução de CapaO dia 22 de março de 2017 marca o aniversário de 30 anos do álbum “Among the Living”. Lançado num período efervescente do thrash metal, o disco representa o grande trabalho de estúdio do Anthrax e capaz de colocar a banda norte-americana definitivamente entre as maiores do estilo, ao lado de Metallica, Slayer e Megadeth, formando assim o hoje denominado Big Four.

Faltava ao Anthrax um álbum que marcasse pra sempre a carreira da banda e o thrash metal. Metallica e Slayer já haviam dado de presente para a história da música nada menos que o “Master of Puppets” e o “Reign in Blood”, respectivamente, considerados pela maioria dos fãs do estilo os dois grandes discos do thrash. O Megadeth, por sua vez, daria, em 1990, sua contribuição definitiva com o “Rust in Peace”.

O Anthrax já havia lançado dois bons discos. Contudo, tanto o álbum de estreia “Fistful of Metal”, de 1984, como o “Spreading the Disease”, de 1985, ainda não poderiam ser considerados trabalhos completos, daqueles que o fã escute da primeira a última faixa com dificuldade de saber qual  é a melhor.

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21
mar
17

Que se faça o roquenrow! Os 40 anos do álbum ‘Let There Be Rock’, do AC/DC

Há exatos 40 anos era lançado “Let There Be Rock”. O quarto álbum de estúdio do AC/DC já nasceu clássico no dia 21 de março de 1977. Primoroso pela qualidade musical, “Let There Be Rock” é o que poderíamos chamar de show de roquenrow perfeito.

Sem arrego, o disco é uma pancada do início ao fim. Os vocais de Bon Scott e as guitarras de Angus Young viajam magistralmente pelas bases coesas da cozinha rítmica de Malcolm Young, Phil Rudd e Mark Evans. Foi, a propósito, a última gravação do baixista com a banda australiana.

Como era comum nos discos do AC/DC, especialmente nos anos de Bon Scott, a versão australiana antecede a versão lançada no resto do mundo e contém diferenças no repertório.

O Lado A é idêntico nas duas versões. O disco abre com “Go Down”, passa por “Dog Eat Dog” e a faixa-título “Let There Be Rock” antes de fechar com “Bad Boy Boogie”.

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