Posts Tagged ‘-> Álbuns Clássicos

29
out
17

40 anos do ‘Never Mind the Bollocks’, o primeiro e único disco de estúdio dos Sex Pistols

"Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols" - Reprodução da capaO término do mês de outubro de 2017 marca os 40 anos de um dos álbuns mais importantes da música pop. No dia 28 de outubro de 1977, os Sex Pistols lançavam o disco “Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols”, seu primeiro e único trabalho de estúdio.

O álbum tem imensa importância histórica, pois é um símbolo do movimento punk do fim dos Anos 70.

Os Sex Pistols podem não ter inventado a música punk, já que existiam os Ramones e outras bandas norte-americanas, do outro lado do Oceano Atlântico, para desmentir. A banda britânica, contudo, pode ser considerada como a catalisadora de um movimento e responsável por popularizá-lo de uma maneira assustadora para aquele momento.

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30
maio
17

50 anos do disco ‘Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band’, um dos maiores da história e símbolo de uma geração

Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band - Reprodução da capaPor Roberto Carlos dos Santos* 

Alguns álbuns são tão icônicos que se tornam retratos do trabalho dos seus autores. Pode-se dizer que “Dark Side of the Moon” é a grande representação do Pink Floyd – ok, alguns dirão que é “The Wall”. “Thriller” marcou para sempre a obra de Michael Jackson. Poderíamos fazer aqui uma longa lista de discos absolutamente marcantes, históricos. Mas quantos discos, ou até mesmo algumas obras artísticas,  representam uma geração? Poucos. “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles, que está completando 50 anos, está nesta categoria.

A oitava obra do quarteto de Liverpool foi lançada no dia 26 de maio de 1967 na Inglaterra e no dia 2 de junho do mesmo ano nos Estados Unidos.

Inovador desde a concepção gráfica da sua capa até sua produção e composições, o disco ficou no topo das paradas inglesas por 27 semanas e ganhou 4 prêmios Grammy em 1968, incluindo o título de “Álbum do Ano”. Segundo alguns críticos, elevou a música pop ao nível de arte.

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22
mar
17

30 anos do ‘Among the Living’, o grande álbum clássico do Anthrax

"Among the Living" - Anthrax - Reprodução de CapaO dia 22 de março de 2017 marca o aniversário de 30 anos do álbum “Among the Living”. Lançado num período efervescente do thrash metal, o disco representa o grande trabalho de estúdio do Anthrax e capaz de colocar a banda norte-americana definitivamente entre as maiores do estilo, ao lado de Metallica, Slayer e Megadeth, formando assim o hoje denominado Big Four.

Faltava ao Anthrax um álbum que marcasse pra sempre a carreira da banda e o thrash metal. Metallica e Slayer já haviam dado de presente para a história da música nada menos que o “Master of Puppets” e o “Reign in Blood”, respectivamente, considerados pela maioria dos fãs do estilo os dois grandes discos do thrash. O Megadeth, por sua vez, daria, em 1990, sua contribuição definitiva com o “Rust in Peace”.

O Anthrax já havia lançado dois bons discos. Contudo, tanto o álbum de estreia “Fistful of Metal”, de 1984, como o “Spreading the Disease”, de 1985, ainda não poderiam ser considerados trabalhos completos, daqueles que o fã escute da primeira a última faixa com dificuldade de saber qual  é a melhor.

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21
mar
17

Que se faça o roquenrow! Os 40 anos do álbum ‘Let There Be Rock’, do AC/DC

Há exatos 40 anos era lançado “Let There Be Rock”. O quarto álbum de estúdio do AC/DC já nasceu clássico no dia 21 de março de 1977. Primoroso pela qualidade musical, “Let There Be Rock” é o que poderíamos chamar de show de roquenrow perfeito.

Sem arrego, o disco é uma pancada do início ao fim. Os vocais de Bon Scott e as guitarras de Angus Young viajam magistralmente pelas bases coesas da cozinha rítmica de Malcolm Young, Phil Rudd e Mark Evans. Foi, a propósito, a última gravação do baixista com a banda australiana.

Como era comum nos discos do AC/DC, especialmente nos anos de Bon Scott, a versão australiana antecede a versão lançada no resto do mundo e contém diferenças no repertório.

O Lado A é idêntico nas duas versões. O disco abre com “Go Down”, passa por “Dog Eat Dog” e a faixa-título “Let There Be Rock” antes de fechar com “Bad Boy Boogie”.

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18
mar
17

Os 40 anos de ‘The Idiot’, o seminal álbum de estreia da carreira solo de Iggy Pop

Iggy Pop - 'The Idiot' - Reprodução da capa“The Idiot”, o seminal álbum de estreia da carreira solo de Iggy Pop, completa neste dia 18 de março de 2017 seu quadragésimo aniversário de lançamento. Se você viveu ou ouviu falar de música pop nos Anos 80, dificilmente ela teria acontecido da maneira como aconteceu sem este disco.

Produzido por David Bowie às vésperas do início de sua “Trilogia de Berlim”, “The Idiot” traça as linhas gerais que seriam exploradas nos anos seguintes por artistas e bandas que seguiram pelos trilhos do pós-punk, do gótico e até do rock industrial.

Iggy Pop tinha acabado de sair do Stooges e deixou-se conduzir por Bowie.

As guitarras pesadas foram substituídas por timbres até então pouco explorados por artistas de rock, resultando num álbum até introspectivo, mas com lampejos dançantes e recheado de experiências sonoras corajosas que apenas uma parceria entre Iggy Pop e David Bowie seria capaz de proporcionar naquele momento específico.

Gravado em estúdios na França e na Alemanha, “The Idiot” abre com maestria a série de referências literárias que Iggy Pop vincularia a sua música ao longo da carreira. O título refere-se a “O Idiota”, obra-prima do russo Fiódor Dostoiévski.

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12
mar
17

50 anos do icônico e clássico álbum de estreia do Velvet Underground

O dia 12 de março de 2017 marca os 50 anos do álbum “The Velvet Underground and Nico”. Clássico e icônico, o disco de estreia do grupo norte-americano The Velvet Underground foi inicialmente um fracasso comercial e mereceu atração não tão grande da crítica especializada, mas, anos depois, foi considerado um dos trabalhos fonográficos mais importantes do Século XX, já que influenciou diversos artistas e bandas.

Não é preciso dizer que a década de 60 é um dos períodos mais produtivos da história do rock e da própria música. Com Beatles, Stones, The Who, Beach Boys e outros tantos nomes do mais elevado quilate, o mundo vivia em constante ebulição criativa em vários campos da arte.

O primeiro disco do Velvet Underground foi uma reunião de músicas experimentais para a época e capazes de influenciar diversas gerações. Para alguns, várias vertentes do rock, como o punk, o som gótico e o próprio rock alternativo seriam diferentes sem este álbum.

Com o novaiorquino Lou Reed sedento e inspiradíssimo em letras perturbadoras para os mais conservadores, o disco não traz um som comercial ou fácil de ser absorvido. Várias audições podem ser necessárias para os gostos mais populares sacarem as inovações do compositor, vocalista e guitarrista.

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09
mar
17

Maior e mais influente álbum do U2, ‘The Joshua Tree’ completa 30 anos de forma gloriosa

Por Rafael Franco*

Um marco histórico e fundamental da carreira do U2, o álbum “The Joshua Tree”completa 30 anos de seu lançamento nesta quinta-feira, dia 9 de março, de forma gloriosa. Maior sucesso comercial da história da banda, com mais de 25 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, o disco é um verdadeiro divisor de águas na história do grupo irlandês.

Embora naquele momento estivessem lançando já o seu quinto álbum de estúdio, após os também bem-sucedidos “Boy”(1980), “October” (1981), “War” (1983) e “The Unforgettable Fire” (1984), Bono Vox (vocal), The Edge (guitarra), Adam Clayton (baixo) e Larry Muller Jr (bateria) estavam dando ali um passo muito maior para se transformarem
no que depois vieram a se tornar: umas das maiores bandas da história.

Isso desde o ponto de vista de importância musical até o que diz respeito às cifras astronômicas e popularidade que passaram a ter. A elevação de status proporcionada pelo inspirado disco culminou com a abertura da era dos megashows que viriam a promover desde então e que tiveram seu ápice na década de 1980 com a turnê do álbum “Rattle and Hum”, de 1988, que também geraria um dos documentários mais bem produzidos da história do rock, com direito a exibição nas salas de cinema do planeta.

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