Archive for the 'Corey Taylor' Category

01
out
15

Slipknot repete em SP script do Rock in Rio, rasga elogios ao público e faz Pista Vip se ajoelhar

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsDois dias depois de se apresentar e honrar o posto de headliner do Rock in Rio, o Slipknot tocou em São Paulo no domingo, 27 de setembro, na Arena Anhembi. Para um público que deu show de participação e ganhou elogios do vocalista Corey Taylor, o grupo norte-americano seguiu rigorosamente o script do festival realizado na capital fluminense e proporcionou, mais uma vez, uma apresentação intensa e vibrante, a ponto de conseguir a proeza de fazer a plateia que ocupava a eternamente criticada Pista Vip se ajoelhar durante a execução da música “Spit It Out”, no momento maior do show.

Os mascarados de Iowa não tocavam em São Paulo desde o Monsters of Rock de 2013, quando também foram atração principal numa das noites e fizeram uma ótima apresentação. Em 2015, havia atrativos adicionais ao show do Slipknot. Tudo porque a banda veio à capital paulista no ano seguinte ao lançamento recente do novo álbum da banda.

O disco “.5: The Gray Chapter” é o primeiro desde a morte do baixista Paul Gray e da saída do baterista Joey Jordison. Também é o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008.

A banda de abertura do show em São Paulo foi o Mastodon, que também havia tocado dias antes no Rock in Rio. O grupo não conseguiu, porém, tocar todo o repertório planejado, em virtude de um forte temporal que caiu sobre a região do Anhembi. Com a forte chuva, a apresentação da banda de abertura durou cerca de 30 minutos.

Após o temporal, para sorte dos fãs dos Slipknot, a chuva parou de repente e não caiu uma gota sequer durante toda a apresentação dos mascarados. Tal qual o cenário visto no Rock in Rio, o palco fazia referência ao novo álbum. O set list foi idêntico ao do festival carioca e a entrega dos integrantes foi a mesma de sempre: total.

A banda fez a preparação para a entrada ao som da música “XIX” e começou tocando com “Sarcastrophe”. As duas são do novo álbum e foram recebidas por muitos gritos e vibração da plateia.

Note que este jornalista mencionou a existência da Pista Vip no primeiro parágrafo do texto e destacou que até o povo de lá se rendeu às peripécias do Slipknot. Se, em qualquer show, este Roque Reverso costuma criticar a Pista Vip, imagine numa apresentação de um grupo que causa um imenso frenesi do público.

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move Concerts

No caso do Slipknot, é um verdadeiro pecado a existência da Pista Vip. O Roque Reverso acompanhou o show de lá de maneira tranquila e tem até elogios à estrutura da chamada “Bud Zone”, que contava com uma ampla oferta de lanchonetes e bom atendimento ao público. Mas Slipknot é sinônimo de agitação, roda de mosh, energia, apocalipse…

Com uma grade separando o público, as rodas próximas ao palco eram bem menos expressivas do que se viu em apresentações anteriores, como a do Rock in Rio de 2015 e a do Monsters de 2013. Comparar então com o antológico show dos mascarados no inesquecível Rock in Rio de 2011 é uma covardia.

Seguindo o script do show de dias antes na capital fluminense, o Slipknot trouxe ao público as músicas “The Heretic Anthem” e “Psychosocial”. Depois disso, mesclou canções do disco novo, com destaque novamente para a boa “The Devil in I”, com outros clássicos.

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move Concerts

Interessante notar que o vocalista Corey Taylor se surpreendeu com a reação positiva da plateia paulistana. Em dado momento do show, ele disse que o show do Anhembi (apesar de não contar nem com a metade dos 85 mil presentes do Rock in Rio 2015) tinha um público muito mais barulhento.

A declaração de Taylor levou os fãs à loucura e fez com que o público soltasse um “Chupa, Rock in Rio! Chupa, Rock in Rio”. Taylor disse que não fazia a “mínima ideia” do que aquilo significava, mas que concordava.

Com o público na mão, Corey e o Slipknot continuaram o desfile apocalíptico no Anhembi. Os hits “Before I Forget” e “Duality” foram, como sempre, momentos altíssimos do show e foram cantados do começo ao fim pela plateia emocionada.

Com a Pista Vip, a imensa roda que se costuma formar em “Duality” não se repetiu com a mesma magnitude nas proximidades do palco. Havia uma galera que até tentou algo mais expressivo, mas havia um povo que estava mais preocupado em curtir, pular e vibrar, sem um cenário de caos. Muitas meninas presentes também chamaram a atenção pela quantidade, o que também foi bastante bacana, pois show com muito marmanjo feio (pleonasmo) é um porre.

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“Spit It Out” foi sem dúvida o maior momento da apresentação no Anhembi. Como sempre faz na metade da música, Corey Taylor comandou o momento em que faz com que todo o público fique agachado (ou de joelhos, como já dissemos), para, depois, pular junto quando é dito a palavra “jumpdafuckup”.

Foi simplesmente impressionante novamente ver o poder que a banda possui quando todos os presentes ficaram agachados. Mesmo os fãs mais velhos, mais gordos ou mais tímidos entraram na brincadeira e, quando o sinal de “jumpdafuckup” foi dado, aí sim, praticamente o Anhembi inteiro pulou.

No bis, as mesmas faixas matadoras do Rock in Rio 2015. Primeiro, a aterrorizante introdução de “742617000027”. Na sequência, o Slipknot mandou ver com “(sic)”, “People = Shit” e “Surfacing”.

Do mesmo jeito que dissemos na resenha do show do Rock in Rio, chamou a atenção a performance do novo baterista Jay Weinberg. Não houve a bateria giratória dos tempos de Joey Jordison, mas ele mostrou a todos que tem competência para assumir o importante posto no Slipknot.

Durante o show, não bastasse Corey Taylor dizer que a apresentação de São Paulo tinha sido a mais barulhenta que a do festival carioca, o sujeito afirmou que o evento em terras paulistas estava no Top 3 do Slipknot na turnê. O público, claro, pirou.

O saldo final da apresentação foi extremamente positivo. Mais uma vez, o grupo provou que continua no momento entre os principais expoentes do heavy metal mundial e que tem ainda muito a proporcionar para os fãs.

Para relembrar o show do Slipknot na Arena Anhembi, o Roque Reverso descolou alguns vídeos amadores no YouTube. Fique inicialmente com “Duality”. Depois, veja um trecho de “Spit It Out” com a galera ficando agachada e entrando na brincadeira da banda. Na sequência, assista um vídeo com “(sic)”. Para fechar uma gravação especial feita pelo baterista do Worst, Fernando Schaefer, que traz nada menos que exclusivamente o baterista Jay Weinberg, detonando nas músicas “People=Shit” e “Surfacing” bem na hora do bis!

Set list

XIX/Sarcastrophe
The Heretic Anthem
Psychosocial
The Devil in I
AOV
Vermilion
Wait and Bleed
Killpop
Before I Forget
Sulfur
Duality
Disasterpiece
Spit It Out
Custer

742617000027/(sic)
People = Shit
Surfacing

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26
set
15

Agora headliner, Slipknot fez o show mais intenso, vibrante e insano do Rock in Rio 2015

Slipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel Martini

Redação RЯ 

Depois de entrar para a história do Rock in Rio em 2011, quando fez um show antológico, o Slipknot voltou em 2015 merecidamente como headliner e honrou a condição de atração principal do dia 25 de setembro na capital fluminense. Com uma apresentação que também não será esquecida pelos fãs, o grupo norte-americano de Iowa fez o show mais intenso, vibrante e insano do evento.

Desde já, o Roque Reverso avisa que não há comparação com aquela noite de 2011.

Naquela apresentação, o público era maior (100 mil pessoas contra 85 mil de 2015), a banda voltava a um evento imenso um ano e meio depois da morte do baixista Paul Gray e contava com o baterista Joey Jordison, um dos melhores do heavy metal.

Além disso, todo o frenesi que tomou conta da Cidade do Rock superou os limites do mundo metálico e virou assunto no dia seguinte até entre os que não gostam de música pesada. Ajudou para a discussão o fato de a famigerada Rede Globo (que compra os direitos dos eventos e não dá a cobertura correta) transmitir o show na íntegra para todo o Brasil em TV aberta. Desta vez, passou a maioria do show em VT porque estava transmitindo final de novela e restou aos fãs o canal fechado Multishow ou a internet.

Em 2015, o grande atrativo adicional ao show do Slipknot no Rock in Rio foi o lançamento recente do novo álbum da banda. O disco “.5: The Gray Chapter”, de 2014, é o primeiro desde a morte de Paul Gray e da saída de Joey Jordison. Também é o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008.

O Roque Reverso, infelizmente, não esteve presente em carne e osso na Cidade do Rock (estará na Arena Anhembi em SP no dia 27 de setembro), mas acompanhou todos os detalhes do grande show dos mascarados pelos diversos meios possíveis.

Mudanças interessantes em relação a 2011 foram vistas: além das máscaras diferentes e dos novos membros (Alessandro Venturella no baixo e Jay Weinberg na bateria), o palco bem elaborado e com uma série de efeitos também chamou demais a atenção.

Slipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Fernando SchlaepfeSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel Martini

Depois de grande ansiedade da plateia, o Slipknot fez a preparação para a entrada ao som da música “XIX” e começou tocando com “Sarcastrophe”. Ambas são do novo álbum e, automaticamente, geraram na Pista do Rock in Rio aquele tradicional efeito de abertura de rodas e mais rodas de mosh.

Para manter o delírio do público, a banda trouxe as já clássicas “The Heretic Anthem” e “Psychosocial”. Daí em diante, mesclou faixas do novo álbum, como a boa “The Devil in I”, com outros sucessos mais conhecidos.

Em diversos momentos da apresentação, o ótimo vocalista Corey Taylor conversou com a plateia. Chamou o público de “família” e tratou todos com o devido respeito que um grande frontman deve fazer. Antes de cantar o hit “Before I Forget”, por exemplo, ele discursou sobre o preconceito idiota que a sociedade historicamente possui em relação ao heavy metal.

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Após “Sulfur”, Taylor pediu para o público cantar um “Parabéns a Você” para o percussionista (que usa a máscara de palhaço) Shawn Crahan, que fez aniversário recentemente. No clássico “Duality”, o Slipknot fez o estardalhaço de sempre e até soltou papel picado sobre o público, mas, diferente de 2011, quando deu nada menos que dois stage divings matadores, o DJ Sid Wilson ficou um pouco mais comportado.

Mantendo a tradição, o Slipknot tocou “Spit It Out”, e, na metade da música, Corey Taylor comandou o momento em que faz com que todo o público fique agachado, para, depois, pular junto quando é dito a palavra “jumpdafuckup”.

No Bis, três faixas matadoras. Depois da introdução de “742617000027”, a banda tocou “(sic)”. No fim, o público se esgoelou com “People = Shit” e “Surfacing”, que, diferente de 2011, não teve a bateria giratória.

Vale destacar que, a despeito de toda a qualidade e importância do ex-baterista Joey Jordison, o novo ocupante do posto, Jay Weinberg, foi um dos pontos altos do show. Impressionou pela pegada e não ficou devendo em nenhuma oportunidade durante a apresentação.

Para relembrar os grandes momentos do ótimo show do Slipknot no Rock in Rio, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Para começar, fique com “Psychosocial”. Depois, veja “Before I Forget”, “Duality” e “(sic)”. Se quiser ver o show na íntegra, há este link imperdível ou vá no último vídeo deste post!!!

Set list

XIX/Sarcastrophe
The Heretic Anthem
Psychosocial
The Devil in I
AOV
Vermilion
Wait and Bleed
Killpop
Before I Forget
Sulfur
Duality
Disasterpiece
Spit It Out
Custer

742617000027/(sic)
People = Shit
Surfacing

24
ago
14

Slipknot libera mais uma música do novo álbum

Slipknot - Foto: DivulgaçãoO Slipknot liberou mais uma música de seu novo álbum, que ainda não tem nome tampouco data de lançamento. “The Devil In I” traz o grupo norte-americano de Iowa de uma maneira um pouco menos pesada que “The Negative One”, a primeira música liberada do disco.

No início, a faixa nova traz uma levada que empolga bastante e ameaça ser algo arrebatador. Na sequência, porém, os vocais de Corey Taylor são mais limpos do que a maioria das faixas do Slipknot.

Muitos dos fãs mais exigentes acabaram lembrando, com a sequência da música, o outro grupo do vocalista, o Stone Sour, que tem uma proposta menos pesada.

Quem já havia escutado “The Negative One”, uma verdadeira paulada na cabeça, imaginava que o disco novo do Slipknot seria assim do começo ao fim, mas, agora, dá para perceber que nem tudo será ultrapesado.

“The Negative One” e “The Devil In I” são os primeiros sons oficiais do Slipknot desde a morte do baixista e compositor Paul Gray, em 2010, e da saída do excelente baterista Joey Jordison, em dezembro de 2013.

O provável novo disco também será o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008. Neste período, os brasileiros, por exemplo, foram privilegiados, pois testemunharam excelentes shows da banda no Rock in Rio de 2011 e no Monsters of Rock de 2013.

Nos últimos meses, o vocalista da banda, Corey Taylor, vem dando pistas sobre o lançamento do disco. Em julho, chegou a afirmar à imprensa que o álbum já estava “98% pronto” e que os fãs ganhariam algo realmente marcante.

Escute abaixo mais uma música do Slipknot:

28
mar
14

Divulgada a gravação de Corey Taylor, do Slipknot, da música ‘Rainbow In The Dark’

Corey TaylorComeçaram a ser divulgadas as músicas do álbum “This Is Your Life”, que terá grandes nomes do rock pesado tocando clássicos do grande Ronnie James Dio. Uma das primeiras foi a faixa “Rainbow In The Dark”, gravada pelo vocalista Corey Taylor, do Slipknot e do Stone Sour.

Na música, que deverá agradar a maioria dos fãs de Dio, Taylor está acompanhado do guitarrista Christian Martucci e do baterista Roy Mayorga, ambos do Stone Sour, além do guitarrista Satchel (do Steel Panther) e do baixista Jason Christopher.

Conforme mostrou o Roque Reverso no início de fevereiro, o álbum terá 13 músicas.

Estará disponível ao público no dia 1º de abril pela gravadora Rhino. Metallica, Motörhead, Anthrax, Scorpions, Rob Halford e Glenn Hughes são outros nomes de peso que participarão do tributo ao vocalista morto em 2010.

“This Is Your Life” conta com a produção da esposa Wendy Dio e ainda arrecadará fundos para o Ronnie James Dio Stand Up And Shout Cancer Fund, que ajuda pessoas com a mesma doença que matou o vocalista.

Escute abaixo a faixa “Rainbow In The Dark”, com Corey Taylor:

 

07
fev
14

Tributo a Dio reúne Metallica, Motörhead, Anthrax, Scorpions, Rob Halford & Cia


Ronnie James Dio é um nome que jamais será esquecido no heavy metal e, justamente, por isso, não há surpresa com os diversos tributos que tendem a ser feitos ao vocalista morto em 2010. No mais novo deles, uma verdadeira seleção de grandes nomes do lado mais pesado do rock estará presente.

Metallica, Motörhead, Anthrax, Scorpions, Rob Halford e Glenn Hughes são só alguns deles. E geram toda uma expectativa de que algo de qualidade foi feito.

Denominado “This Is Your Life”, o álbum terá 13 músicas. Estará disponível no dia 1º de abril pela gravadora Rhino. Uma versão digital também será disponibilizada ao público.

O disco, que conta com a produção da esposa Wendy Dio ainda arrecadará fundos para o Ronnie James Dio Stand Up And Shout Cancer Fund, que ajuda pessoas com a mesma doença que matou o vocalista.

As músicas do disco cobrem as diversas fases da carreira de Dio, como as passagens pelo Black Sabbath, pelo Rainbow e pela própria banda Dio. Rob Halford, por exemplo, juntou-se a parceiros frequentes de Dio, como Vinny Appice, para participar em “Man On The Silver Mountain”.

Há coisas megaespeciais também, como a música “Ronnie Rising Medley”, que tem 9 minutos de Metallica destacando a fase Rainbow, com a combinação das músicas “A Light In The Black”, “Tarot Woman”, “Stargazer” e “Kill The King”.

O Scorpions fez também uma versão de “Temple Of The King”. O Motörhead, por sua vez, juntou-se ao vocalista Biff Byford do Saxon em “Starstruck”.

O Anthrax vem com a fase de Dio no Black Sabbath, com uma versão de “Neon Knights”. O próprio Dio encerra o tributo com “This Is Your Life”, originalmente lançada no álbum “Angry Machines” (1996), da banda Dio.

O fã de heavy metal, portanto, tem tudo para se deliciar com tal tributo. Veja abaixo a lista de faixas e todos os participantes do álbum:

1- “Neon Knights” –  Anthrax *
2- “The Last In Line” – Tenacious D*
3- “The Mob Rules” – Adrenaline Mob
4- “Rainbow In The Dark” – Corey Taylor, Roy Mayorga, Satchel, Christian Martucci, Jason Christopher*
5- “Straight Through The Heart” – Halestorm*
6- “Starstruck” – Motörhead com Biff Byfford*
7- “Temple Of The King” – Scorpions*
8- “Egypt (The Chains Are On)” – Doro
9- “Holy Diver” – Killswitch Engage
10- “Catch The Rainbow” – Glenn Hughes, Simon Wright, Craig Goldy, Rudy Sarzo, Scott Warren*
11- “I” – Oni Logan, Jimmy Bain, Rowan Robertson, Brian Tichy*
12- “Man On The Silver Mountain” – Rob Halford, Vinny Appice, Doug Aldrich, Jeff Pilson, Scott Warren*
13- “Ronnie Rising Medley” (com “A Light In The Black”, “Tarot Woman”, “Stargazer”, “Kill The King”) – Metallica*
14- “This Is Your Life” – Dio

* Faixa nunca lançada antes

31
out
13

Slipknot trouxe show viciante e de impacto ao Monsters of Rock e prometeu voltar a SP

Quem já conseguiu ver algum show do Slipknot na vida, provavelmente, concordará que passou por uma situação intrigante: ficou viciado na apresentação do grupo. Foi por causa deste detalhe que o Roque Reverso, depois de ter assistido à performance brutal dos famosos mascarados no Rock in Rio de 2011, acompanhou a banda no Monsters of Rock de 2013. Headliner do dia 19 de outubro do festival paulistano, o grupo despertou grande interesse e levou uma legião de fãs à Arena Anhembi. O saldo final foi mais um show de impacto e a promessa de uma volta à capital paulista, segundo as palavras do ótimo vocalista Corey Taylor.

Após as boas apresentações do Limp Bizkit e do Korn, a preparação do palco do Slipknot deixou o público ainda mais ansioso. Para a curiosidade aumentar, um enorme pano foi colocado para esconder os detalhes. E este pano caindo ao chão marcou o início de mais uma avassaladora performance dos mascarados no Brasil.

Um fator interessante para quem já tinha visto o grupo no Rock in Rio é que a apresentação no Monsters não era uma mera cópia da verificada na capital fluminense em 2011. A começar pelas roupas dos integrantes: brancas, em vez do uniforme vermelho. Outro detalhe foi a própria música que abriu o show: “Disasterpiace”, do álbum “Iowa”, de 2001, em vez de “(sic)”, do álbum “Slipknot”, de 1999. Para completar, uma quantidade bem maior de músicas em São Paulo, já que a banda era a atração principal do dia.

Se, no Rock in Rio, a impressão das 100 mil pessoas presentes foi a de que o mundo acabaria naquele momento, no Monsters, a sensação foi a de que o Slipknot estava guiando uma locomotiva sem freio sobre os 30 mil da Arena Anhembi. Outra comparação interessante é que, enquanto no Rio, as pessoas se comportavam como se aquele show fosse o último de suas vidas e geravam ondas de empurra-empurra que exigiam cuidado redobrado para evitar uma queda, em São Paulo, esse cenário até existia, mas era possível descolar locais onde a plateia parecia estar hipnotizada e um pouco menos agitada, acompanhando todos os detalhes da apresentação.

Depois de executar, a música “Liberate”, do primeiro álbum “Slipknot”, o grupo emendou uma série de pancadas sonoras que levou o público ao delírio, com a abertura de várias rodas de mosh espalhadas pelo Anhembi. “Wait and Bleed”, “Get This”, “Before I Forget”, “Eyeless” e “The Blister Exists” trouxeram tudo aquilo que faz o show do Slipknot ser considerado um dos maiores da atualidade.

Enquanto os guitarristas Mick Thomson e James Root usam o instrumento como se fosse uma serra elétrica sonora intermitente, o excelente baterista Joey Jordison traz batidas demolidoras, sem perder a técnica impressionante que possui no domínios dos bumbos. Para completar, o vocalista Corey Taylor tem o domínio completo da plateia, enquanto os demais membros, como o percussionista Shawn Crahan, com sua tradicional máscara de palhaço, dá o tom dos backing vocals e ainda faz malabarismos com seus tambores voadores e giratórios.

Taylor, por sinal, estava menos falante que no show do Rock in Rio, mas deixou bem clara a sua satisfação de estar no Monsters of Rock e de volta a São Paulo. Disse que era uma “honra e uma privilégio” tocar no evento e, claro, foi bastante aplaudido pelo público.

O show continuou com duas do álbum “All Hope is Gone”, de 2008: “Dead Memories” e “Sulfur”. Depois, o Slipknot trouxe mais quatro do disco “Iowa” (“Left Behind”, “Gently”, “Everything Ends” e “The Heretic Anthem”), que tiveram entre elas a música “Pulse of the Maggots”, do “Vol. 3: (The Subliminal Verses)”, de 2004. Tudo num massacre sonoro com entrosamento impecável.

As canções eram executadas numa tacada só e a apresentação esquentava a cada novo petardo. Após o grupo tocar a ótima “Psychosocial”, trouxe ao público o seu maior hit: nada menos que “Duality”, que, para variar, fez a Arena Anhembi inteira cantar a plenos pulmões.

Vale destacar que, a partir de “Duality”, o pano de fundo do palco ficou com um enorme número “2” estampado. Uma homenagem ao eterno baixista da banda, Paul Gray, morto em 2010. Depois de a plateia gritar o nome de Gray, o vocalista Corey Taylor prometeu que o Slipknot voltaria a São Paulo, levando todos os presentes ao delírio.

O jogo já estava ganho há muito tempo, mas os mascarados norte-americanos tinham ainda várias cartas na manga para seduzir o público na Arena Anhembi. E foi com a sempre envolvente “Spit It Out”, que o Slipknot provou mais uma vez que consegue fazer o que quiser com seus fãs.

Na metade da música, Corey Taylor deu inicio ao tradicional momento em que faz com que todos os presentes se agachem, para depois pularem juntos quando é dito a palavra “jumpdafuckup”. Após o sinal de Taylor, o mar de pessoas criou uma verdadeira onda na pista, infelizmente não retratada com perfeição pelas câmeras de TV.

Após um breve descanso, a banda voltou ao palco para iniciar o bis com a música que havia começado a apresentação do Rock in Rio: “(sic)”, que manteve o plateia alucinada e preparada para a execução da não menos ótima “People = Shit”.

Para fechar o show com chave de ouro, o Slipknot trouxe a apoteótica “Surfacing”. Mantendo a tradição, a bateria de Joey Jordison começou a subir e girar, deixando, mais um a vez, quem estava no festival paulistano de boca aberta e olho arregalado, em mais um momento daqueles que não saem da cabeça tão cedo dos fãs.

Fim da apresentação e a constatação de que ver um show do Slipknot é perigoso não por causa do volume alto ou da agitação da pista, mas porque a adrenalina gerada e a performance inquietante do grupo é viciante. Com isso, o resultado são os momentos irem e voltarem à mente das pessoas presentes durante semanas e os reflexos seguintes são o desejo de ver novos shows deste grande grupo.

Para lembrar mais uma grande apresentação do Slipknot no Brasil, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a abertura e a locomotiva “Disasterpiece”. Depois, veja as execuções de “Duality”, de “Spit It Out” e de “Surfacing”. Se preferir, vá até o último vídeo, que tem o show na íntegra e com as músicas separadas por minuto!

Set list

Disasterpiece
Liberate
Wait and Bleed
Get This
Before I Forget
Eyeless
The Blister Exists
Dead Memories
Sulfur
Left Behind
Gently
Pulse of the Maggots
Everything Ends
The Heretic Anthem
Psychosocial
Duality
Spit It Out

(sic)
People = Shit
Surfacing

09
out
11

Slipknot fez o show mais brutal, insano e perturbador do Rock in Rio

O Slipknot entrou para a história do Rock in Rio no dia 25 de setembro, depois de realizar um dos shows mais incríveis de todas as edições do festival. Brutal, insano e perturbador são alguns dos adjetivos que podem ser aplicados à apresentação que a banda norte-americana de metal pesado fez naquele domingo, saciando a vontade dos fãs, que foram presenteados por grandes shows na Noite do Metal, a que mais honrou o nome do festival, tão criticado pelo line-up tão distante do rock and roll.

Para quem estava na Cidade do Rock havia três sentimentos relacionados ao show do Slipknot antes da banda pisar no palco: que o grupo deveria tocar antes do Motörhead por uma questão de respeito à história ao grupo de Lemmy; que seria um momento histórico para a banda, tocando para 100 mil pessoas, quase um ano e meio depois da morte do baixista Paul Gray; e que o show seria uma verdadeira prova de resistência física, tamanha a energia que ele costuma despertar.

Terminado o bom show dos veteranos do Motörhead, começou a crescer a ansiedade para o show do Slipknot. Os fãs da banda, em sua maioria bem mais novos que os que esperavam pela apresentação do Metallica, começavam a tomar seu postos e o sentimento predominante era de que não restaria pedra sobre pedra na Cidade do Rock após a apresentação do grupo mascarado. Para quem, como este editor, estava conquistando território para chegar o mais perto possível do Metallica, não havia como voltar atrás; e o negócio era mesmo suportar a muvuca que começava a se formar.

Resenha RIRApós cerca de 30 minutos para os acertos dos instrumentos e do palco, o Slipknot subiu ao palco com um cenário de fundo que lembrava o fim do mundo. Ao som da introdução que juntou os temas “Iowa” e “742617000027”, um a um dos integrantes era focalizado pelas câmeras.

Aquele som agudo e a imagem de cada músico mascarado e vestido com macacões vermelhos anunciavam que o negócio ia complicar para quem estava na pista.

Logo de cara, o DJ Sid Wilson (o mascarado de número 0), tentou pular sobre o público que estava mais perto do palco. O guitarrista Mick Thomsom (membro de número 7) andava com seu instrumento de um lado para o outro, mostrando que estava impaciente. O vocalista Corey Taylor (membro de número oito) olhava fixamente para a plateia, como se quisesse encarar todos para uma briga. O baterista Joey Jordison (membro de número 1), dava pancadas rápidas na bateria que aumentavam a angústia do público…

Na pista, começavam a pipocar ondas de empurra-empurra que se intensificariam com o começo da primeira música da noite: “(sic)”, do álbum “Slipknot”, de 1999. A partir daquele momento, um “salve-se quem puder” se instalou na pista e o melhor que cada um poderia fazer era tomar o máximo de cuidado para não errar o passo durante o empurra-empurra, caso contrário um pisoteamento seria inevitável.

“Eyeless”, “Wait and Bleed”, “The Blister Exists”, “Liberate”, “Before I Forget”, “Pulse Of The Maggots”, “Disasterpiece”, “Psychosocial” e “The Heretic Anthem”. Todos os petardos foram executados com a mais pura animosidade e quase não havia tempo para um descanso, para um respiro…

Este que vos escreve já tem anos de show nas costas, frequentando apresentações das mais pesadas desde o final dos Anos 80. Na memória, há shows brutais e pesadíssimos que jamais saíram da cabeça, como os do Ramones, do Sepultura, do Pantera, do Napalm Death e do Slayer, entre outros…Em todos eles, o instinto de sobrevivência foi necessário, mas a diferença destes shows para o do Slipknot estava nas dimensões, já que as apresentações insanas das bandas citadas aconteceram em lugares para, no máximo 7 mil pessoas. No caso do Rock in Rio, eram “só” 100 mil pessoas.

Quem assistiu ao show pela TV ficou impressionado (para o bem) com o Slipknot e com a brutalidade do show. Este sentimento foi gerado até mesmo em algumas pessoas que não gostam de metal e a banda dos mascarados foi tema das diversas discussões depois do fim de semana. Mas só um detalhe: a apresentação pela TV não captou 10% do que foi visto ao vivo na Cidade do Rock.

Além da brutalidade, a hipnose gerada pela banda saltou aos olhos. O vocalista Corey Taylor tem uma capacidade de persuasão assustadora e tinha todas as ordens atendidas pelo público como se as pessoas fossem simples marionetes. Se ele pedisse para que todos quebrassem a Cidade do Rock, seria atendido. E quem estivesse assistindo ao show pela TV era capaz de quebrar a sala…

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Um certo cansaço gerado pela necessidade de se equilibrar e pular ao mesmo tempo já começava a subir pelo corpo, mas o show ainda entraria em seu momento apoteótico. O começo deste momento foi visto no hit “Duality”, quando o DJ Sid Wilson atravessou a parte central da pista que ligava o palco à torre de som. Ele simplesmente escalou o house mix (lugar reservado para a equipe técnica) e deu um histório stage diving de uma altura de 4 metros para delírio da Cidade do Rock.

Não bastasse o trabalho que já estava dando aos seguranças, o DJ subiu de novo para o house mix e pulou de novo, novamente de costas!

Corey Taylor deixava claro que estava impressionado com a energia do público, mas disse que, para entrar na história, a plateia ainda tinha que fazer algo. Interessante que a cada frase terminada do vocalista, o baterista Joey Jordison agitava os bumbos, num complemento àquela verdadeira aula de hipnose.

O grupo iniciou outro hit, “Spit It Out”, e, na metade da música, Taylor deu inicio ao tradicional momento em que faz com que todos os presentes se agachem, para depois pularem juntos quando é dito a palavra “jumpdafuckup”. Ele foi seguido por boa parte do público e, quando houve o pulo geral, a Cidade do Rock virou uma insanidade com várias rodas de mosh gigantes que se transformavam num movimento quase único, fazendo com que todos se sentissem num caos generalizado, que seria impulsionado pela execução da pesadíssima música “People = Shit”.

Na sequência, Taylor agradeceu ao público e disse que nunca iria esquecer aquela noite. Foi quando a banda iniciou a última música da noite: “Surfacing”.

A porradaria comeu solta e, quando todos pensavam que já haviam visto todas as loucuras possíveis, eis que a bateria de Joey Jordison começou a subir e girar.

Mais do que isso, ela começou a ser virada para baixo, num momento histórico do Rock in Rio que jamais será esquecido, com Jordison ficando praticamente de cabeça para baixo e tocando ao mesmo tempo!!!

Ao final do show, o sentimento generalizado era de que todos haviam presenciado um show antológico e que o Metallica teria até problemas para superá-lo, tamanha a repercussão entre todos os presentes. O próprio Slipknot tinha noção do que havia realizado e os membros da banda se abraçaram felizes no palco, para depois distribuírem palhetas e baquetas à plateia.

Para relembrar este show histórico do Slipknot, o Roque Reverso descolou alguns vídeos do YouTube. Inicialmente, fique com a abertura e a música “(sic)”. Depois, reviva os momentos apoteóticos com “Duality”, além de “Spit It Out” e “Surfacing”. Se quiser ver o show na íntegra, há este link imperdível ou vá no último vídeo deste post!!!

Buscapé

Set list

(sic)
Eyeless
Wait and Bleed
The Blister Exists
Liberate
Before I Forget
Pulse Of The Maggots
Disasterpiece
Psychosocial
The Heretic Anthem
Duality
Spit It Out
People = Shit
Surfacing




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