Archive for the 'Josh Homme' Category

10
dez
17

Josh Homme chuta fotógrafa durante show nos EUA e gera revolta nas redes; assista ao vídeo

O líder, vocalista e guitarrista do Queens of The Stone Age, Josh Homme, se envolveu numa tremenda polêmica no dia 9 de dezembro, depois de ter sido flagrado dando um chute numa fotógrafa. A banda tocava na cidade norte-americana de Los Angeles quando o músico atingiu a profissional Chelsea Lauren, que chegou a cair no chão com o golpe.

A fotógrafa estava a serviço da agência Shutterstock, que presta serviços a vários veículos de imprensa, como a revista norte-americana Variety.

O show do QoTSA era só mais um de outros tantos que faziam parte de um festival da rádio KROQ. Outras bandas que tocaram foram o Thirty Seconds to Mars e o Muse

A cena do chute foi gravada em um vídeo de uma outra pessoa, mas Chelsea Lauren compartilhou em sua conta do Instagram, gerando revolta dos fãs contra Homme. A fotógrafa ainda precisou passar a noite num hospital local para tratar dos ferimentos que a pancada em sua câmera provocou em seu rosto.

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25
ago
17

Queens of The Stone Age lança novo álbum, que já pode ser ouvido gratuitamente

Queens of The Stone Age - Reprodução da capa do disco "Villains"O Queens of The Stone Age lançou oficialmente seu mais novo álbum. “Villains” chegou aos fãs nesta sexta-feira, 25 de agosto, e está disponível, além da compra por meios físicos e virtuais, para ser ouvido gratuitamente em plataformas de internet, como o Spotify, Apple Music e o Deezer.

É o primeiro disco do Queens Of The Stone Age desde 2013, quando a banda trouxe o elogiado “…Like Clockwork”.

Produzido por Mark Ronson, co-produzido por Mark Rankin e mixado por Alan Moulder, “Villains” vem diferente dos trabalhos anteriores do QoTSA e deve despertar reações distintas.

É mais dançante e foge um pouco da tradição mais stoner rock do grupo, apesar de algumas faixas com alguns elementos claros que marcaram o QoTSA.

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22
jan
16

Iggy Pop divulga faixa de álbum feito em parceria com Josh Homme, do QoTSA

"Post Pop Depression" - Reprodução da capaEm meio a notícias tristes recentes que desfalcaram profundamente o estilo, como as mortes de Lemmy Kilmister e David Bowie, o rock ganhou um bom presente vindo do lendário Iggy Pop e do competente Josh Homme, do Queens of The Stone Age. Nesta sexta-feira, 22 de janeiro, eles divulgaram para o mundo a música “Gardenia”.

A canção é a primeira do disco novo de Iggy Pop feito em conjunto com Homme.

“Post Pop Depression” é o nome do álbum que representa o projeto e será lançado oficialmente no dia 18 de março.

Serão 9 faixas no disco, que tem a produção do vocalista, guitarrista e líder do QoTSA.

Além da divulgação de “Gardenia”, foram divulgadas a capa e a lista de músicas do novo trabalho.

Além de Iggy Pop e Josh Homme, o projeto que ampara o álbum “Post Pop Depression” conta com o Matt Helders, do Arctic Monkeys, na bateria, e Dean Fertita, também integrante do Queens of The Stone Age, no teclado e na guitarra.

Ouça abaixo a faixa “Gardenia” e veja a lista de músicas do álbum de Iggy Pop com Josh Homme.

Lista de faixas:

1. Break Into Your Heart
2. Gardenia
3. American Valhalla
4. In the Lobby
5. Sunday
6. Vulture
7. German Days
8. Chocolate Drops
9. Paraguay

13
out
15

Divulgado o trailer do filme ‘Gutterdämmerung’, que terá Lemmy, Araya, Iggy Pop e Slash no elenco

Gutterdämmerung - Reprodução de Cartaz de DivulgaçãoJá pode ser visto no YouTube o trailer do filme “Gutterdämmerung”, previsto para ser lançado no início de 2016. Autoproclamada como “O Filme Mudo mais Barulhento da Terra”, a película conta com uma verdadeira constelação de grandes nomes do rock no elenco.

Estão lá Lemmy Kilmister, Tom Araya, Iggy Pop, Slash, Josh Homme, Nina Hagen, Henry Rollins, Mark Lanegan e Grace Jones, entre outras estrelas da música.

O filme é baseado nos clássicos do cinema mudo dos Anos 20. O conceito e direção da película é do artista visual belga Björn Tagemose.

Henry Rollins também ajudou a escrever o roteiro, que traz uma história na qual existe uma “guitarra do mal” que é capaz de concentrar todos os pecados da humanidade.

Com todo este poder, a trama traz uma corrida pela recuperação do instrumento musical.

A ideia dos produtores é que as exibições do filme sejam acompanhadas por um show de determinada banda de rock e de um narrador da história.

Quem gosta de música clássica e pensou que o nome “Gutterdämmerung” era familiar vai se lembrar de “Götterdämmerung”,  ópera do lendário compositor alemão Richard Wagner que ficou conhecida em português como “O Crepúsculo dos Deuses” e que é a quarta parte das quatro que compõem a tetralogia “Der Ring des Nibelungen” (“O Anel do Nibelungo”).

Veja abaixo o trailer bacana do filme “Gutterdämmerung”:

17
abr
13

Queens of The Stone Age repetiu eficiência do SWU e teve performance memorável no Lollapalooza 2013

Era quase uma obviedade e já havíamos cantado a bola antes aqui neste Roque Reverso: o Queens of The Stone Age era uma das maiores atrações do Lollapalooza e candidato sério à realização de um dos melhores shows do festival.

Dito e feito! Apesar de erroneamente não ter sido escalado como headliner da segunda noite do evento, o grupo liderado pelo vocalista e guitarrista Josh Homme repetiu a marcante eficiência do SWU de 2010 e fez uma apresentação tão superior à dos demais que sobrou e foi considerado por boa parte da crítica e do público como o de melhor performance musical da edição de 2013 no evento realizado no Jockey Club de São Paulo.

Havia grande expectativa pela volta do QoTSA aos palcos. Tudo porque o grupo está concentrado há um tempo já bem razoável na gravação de um aguardadíssimo álbum novo e não se apresentava para grandes públicos há quase 2 anos.

Para boa parte das 55 mil pessoas que estiveram no segundo dia do festival, aquele era o show da noite, já que a banda tem a tradição de tocar sem frescuras, aproveitando boa parte de seu tempo.

Com o horário do show agendado para as 18h45, o QoTSA subiu ao palco sem atrasos e já causou vibração da plateia quando Josh Homme apareceu logo de cara envolvido em um bandeira brasileira com um logo do fã clube local do grupo.

Outra novidade veio na bateria, já que, depois da saída do animalesco Joey Castillo estava sendo cogitada até a participação de Dave Grohl em São Paulo, em função da participação deste na gravação do disco novo com as baquetas. Apesar dos rumores, ele não apareceu, mas o posto foi preenchido por Jon Theodore, ex-Mars Volta, que mandou muito bem durante todo o show, deixando quase nada a desejar em relação a Castillo.

Quanto ao restante do grupo, nenhuma novidade, com o guitarrista Troy Van Leeuwen, o baixista Michael Shuman e o tecladista e guitarrista Dean Fertita gerando, juntamente com Homme e Theodore, toda a massa sonora que é característica do respeitado grupo norte-americano. Destaque também para a qualidade do som durante o show do QoTSA, o que deixou a apresentação ainda melhor e parecendo uma continuação da vista no SWU.

A primeira música da noite foi “The Lost Art of Keeping a Secret”, do bom álbum “Rated R”, de 2000. Não bastasse a abertura ter agradado logo de cara, a banda emendou de uma vez nada menos que “No One Knows”, pertencente ao grande disco “Songs for The Deaf”, de 2002, e um dos maiores hits da carreira do QoTSA.

A vibração foi generalizada, com o público cantando não somente a música, mas também o riff (“Tan-Tan-Ran-Ro0m”) em vários momentos, para alegria de Josh Homme. “Vocês são fudidamente maravilhosos!”, declarou o músico, para delírio de todos, que já estavam curtindo demais todo aquele grande momento, numa noite linda no Jockey Club, que ainda tinha a visão dos prédios modernos da Marginal Pinheiros ao lado.

Para quem foi ao SWU e sentiu falta de “First It Giveth”, também do “Songs for The Deaf”, a música veio de presente. Vale destacar que, apesar do petardo sonoro, Josh Homme mostrou um pouco de dificuldade para cantar a parte mais aguda, pouco recomendada para shows ao ar livre. No final, agradeceu em português e acrescentou, em inglês, que era um prazer tocar ali, “dançando, bebendo e zoando, o suficiente para ficar doente”.

Era a deixa para tocar “Sick, Sick, Sick”, do disco “Era Vulgaris”, de 2007. O som era ensurdecedor, mas era daqueles que você não quer parar de ouvir. Com uma série de efeitos pesados no teclado, guitarras enfurecidas e bateria a 100 km/h, o Queens of The Stone Age ia simplesmente provando que era a melhor banda da noite.

Na sequência, sempre com um retorno incrível do público, o grupo trouxe “Burn the Witch”, do disco “Lullabies to Paralyze”, de 2005;  “Monsters in the Parasol”, do  “Rated R”; e “Hangin’ Tree”, do “Songs for The Deaf”, que não havia sido tocada também no SWU.

Passada esta trinca, foi a vez de a banda tocar uma lenta e mais calminha. “Essa é uma música de amor, conheça alguém e se apaixone hoje”, disse Homme, muito mais comunicativo do que nas outras passagens pelo Brasil. Foi então que “Make It Wit Chu”, do “Era Vulgaris”, foi executada, matando a fome daqueles que sentiram a falta dela no festival de Itu em 2010.

Depois da música bem apropriada para dar aquela descansada básica, Josh Homme pediu permissão para tocar uma música nova! E São Paulo ganhou de presente a primeira execução ao vivo na história de “My God Is the Sun”, que estará no novo álbum do grupo. Foi um grande momento, já que a primeira vez da canção bombou depois nas redes sociais do mundo inteiro, com os fãs recebendo muito bem esta nova composição, que é forte candidata a hit.

Empolgado com a recepção do público, o vocalista começou a falar sem parar, levando a plateia novamente ao delírio. “Obrigado por ter deixado tocar essa. Serve pra mexer com tudo e para a gente se divertir, se soltar. Vamos ficar bêbados?!!”, convidou Homme, provocando risos por todo o Jockey Club.

Na sequência, ele ofereceu um brinde ao público, voltou a elogiar o comportamento dos brasileiros no show e apresentou os músicos da banda. “Essa é para todas as irmãzinhas do mundo”, disse, já numa deixa para tocar “Little Sister”, do “Lullabies to Paralyze”, que mostrou o grupo em grande forma.

Depois de um período mais morno com a música “Better Living Through Chemistry”, do “Rated R”, os músicos emendaram a boa “Do It Again”, que sempre traz a banda dando uma aula de entrosamento. “Estão se divertindo”, perguntou duas vezes Josh Homme, com o público vibrando, para depois ele mesmo responder: “Então estamos tendo um momento maravilhoso!!!”

O show se aproximava do fim e, para fechar com chave de ouro, o grupo norte-americano trouxe mais duas do ótimo “Songs for The Deaf”: a sempre viajante “Go With the Flow” e a ótima e intensa “A Song for the Dead”, que chegou a gerar a abertura de rodinhas de mosh em vários pontos da pista, lembrando que ali havia um show de rock pesado.

Depois da curta apresentação, de cerca de 1 hora, ficou a sensação de “quero mais”, justamente porque o público havia assistido a um grande momento no Lollapalooza. Mais uma vez, pelo segundo show seguido da banda por aqui, a música não tocada que fez mais falta foi “You Think I Ain’t Worth A Dollar, But I Feel Like A Millionaire”, do “Rated R”, que foi executada dias depois na versão chilena do festival. Outro hit que não deu as caras foi “Feel Good Hit of the Summer”, que havia sido tocada em Itu em 2010 logo na abertura.

Para muitos, o show do QoTSA no Lollapalooza não superou a apresentação do SWU, mas outro contingente nada desprezível de pessoas estava vendo o grupo pela primeira vez. E considerou o espetáculo em São Paulo memorável, ainda mais porque o público foi presenteado com uma música nova que não havia sido tocada em nenhum lugar do planeta ao vivo. O fato é que, quem participou do evento, curtiu demais!

Mantendo a tradição, o Roque Reverso descolou no YouTube alguns vídeos do show. Fique com as músicas “No One Knows”, a nova “My God Is the Sun”, “Go With the Flow” e “A Song for the Dead”. Se quiser assistir à apresentação na íntegra, veja aqui neste link, enquanto não tiram do ar.

Set list

The Lost Art of Keeping a Secret
No One Knows
First It Giveth
Sick, Sick, Sick
Burn the Witch
Monsters in the Parasol
Hangin’ Tree
Make It Wit Chu
My God Is the Sun
Little Sister
Better Living Through Chemistry
Do It Again
Go With the Flow
A Song for the Dead

20
out
10

Sem frescuras, Queens of The Stone Age trouxe rock da maior qualidade ao SWU

As expectativas se confirmaram e o Queens of The Stone Age fez, sem a menor dúvida, um dos melhores shows do SWU Festival, evento que foi realizado em Itu entre os dias 9 e 11 de outubro. Com um rock bastante básico, sem frescuras e com bastante peso, a banda liderada pelo guitarrista e vocalista Josh Homme mostrou que não é preciso trazer para o palco um mundo de parafernálias para alegrar a galera com boa música. Os caras subiram ao palco, tocaram um excelente rock and roll, falaram o necessário com o público e foram embora. E a maioria das pessoas que estiveram na Arena Maeda no terceiro dia do festival para ver o grupo ficou com a sensação de ter assistido a uma apresentação de qualidade.

Para sermos justos, o show do Queens of The Stone Age não teve a vibração fora do comum que a apresentação do Rage Against The Machine provocou no sábado. Mas também não contou com a quantidade de empecilhos que o grupo liderado por Zack de la Rocha e o público foram obrigados a enfrentar no primeiro dia do SWU.

Músicos de qualidades que são, Josh Homme e seus companheiros executaram um set list que contemplou a maioria dos álbuns da banda de stoner rock.  De maneira diferente da catarse histórica provocada pelo RATM, o que se viu no show do QotSA foi uma espécie de hipnotismo, com a galera vibrando de uma forma um pouco mais moderada, mas vidrada nos acordes perfeitos de Josh Homme e nas batidas animalescas do batera Joey Castillo, grande destaque da segunda-feira. Fãs da banda ou simplesmente marinheiros de primeira viagem não vão esquecer tão cedo daquela noite.

Importante lembrar que tudo isso teve um preço: o maior atraso de todos os shows do SWU. Por conta de problemas de som, a banda demorou 1 hora para subir ao palco, o que deixou muitos presentes irritados. Para este blogueiro, o atraso foi providencial, já que, depois de sair de São Paulo às 19h30 e recuperar o tempo perdido na Marginal Tietê na ótima Rodovia Castelo Branco, a realização do sonho de ver o QotSA quase se desfez por causa da péssima sinalização das placas com informação sobre os bolsões de estacionamento do festival em Itu.

Depois dos problemas resolvidos, o Queens of The Stone Age já entrou quebrando tudo, com a execução da famosa “Feel Good Hit of the Summer”, do álbum “Rated R”, de 2000. Josh Homme começou dizendo que havia esperado um longo tempo por aquele momento (no Brasil), mandou ver e a galera foi ao delírio. Sem muita frescura, já emendou “The Lost Art of Keeping a Secret”, do mesmo álbum, e “3’s & 7’s”, do mais recente “Era Vulgaris”, de 2007.

Para algumas pessoas que ficaram em diferentes pontos do local do show, o som chegou a dar algumas falhadas, mas, no local em que este blogueiro estava, o som era de alta qualidade e era impossível não agitar. Completando a dobradinha do “Era Vulgaris”, o QotSA trouxe “Sick, Sick, Sick”, que não deixou o público ficar parado. Na sequência, o grupo tocou “Monsters in the Parasol”, também do “Rated R”.

Ainda faltava rolar alguma coisa do álbum “Lullabies to Paralyze”, de 2005. Foi quando a banda emendou quatro músicas deste disco: “Burn the Witch”, hit que fez a galera cantar junto; “Long Slow Goodbye”, mais calminha e viajante; “In My Head”, baita canção em que pudemos ver as qualidades do outro guitarrista da banda, Troy Van Leeuwen, e do baixista, Michael Shuman; e “Little Sister”, mais um hit que voltou a levantar o público, com direito a cigarrinho cult de Josh Homme preso à guitarra.

Foi quando o líder do QotSA perguntou para a galera se ela estava se divertindo…A resposta foi que sim e ele entrou na fase final do show, que ainda iria atingir seu auge, justamente quando a banda começou a executar as músicas de seu melhor e mais famoso álbum: “Songs for The Deaf”, de 2002. A primeira delas foi “Do it Again”, com batidas quebradas que só os grandes grupos conseguem fazer.

Depois de trazer mais uma do “Rated R” (“I Think I Lost My Headache”), o Queens of The Stone Age tocou seus dois maiores hits: “Go With the Flow”, no qual Josh Homme disse que aquela era uma “noite mágica” e “No One Knows”, que fez a alegria do povo presente. Para fechar, “A Song for The Dead”, que foi nada menos que a música melhor apresentada na noite, com o batera Joey Castillo parecendo uma máquina e a banda sendo bastante aplaudida.

No final da apresentação, alguns sentiram falta da música “Misfit Love”, do “Era Vulgaris”, que foi retirada do set list original por conta do atraso gerado com os problemas do som. Este blogueiro acredita, porém, que a ausência de “You Think I Ain’t Worth A Dollar, But I Feel Like A Millionaire” foi o único motivo para não dar uma nota máxima para o show do Queens of The Stone Age, já que é uma das músicas mais pesadas da banda.

Mesmo com estes detalhes, o show foi bárbaro e marcou o festival com chave de ouro. Não por acaso, o Roque Reverso descolou vários vídeos do YouTube de almas boas que conseguiram copiar a apresentação inteirinha da TV paga. Se você perdeu o show, dá para assistir a todas as músicas da apresentação em Itu lá no YouTube.

O primeiro vídeo selecionado pelo blog tem a música inicial do show: “Feel Good Hit of the Summer”. Na sequência, você poderá assistir aos vídeos de “Burn the Witch”, “In My Head”, “Little Sister”, “Do It Again”, “Go With the Flow”, “No One Knows” e “A Song For the Dead”. Fucking Great!

Set list: 

Feel Good Hit of the Summer
The Lost Art of Keeping a Secret
3’s & 7’s
Sick, Sick, Sick
Monsters in the Parasol
Burn the Witch
Long Slow Goodbye
In My Head
Little Sister
Do it Again
I Think I Lost My Headache
Go With the Flow
No One Knows
A Song For the Dead

 

26
ago
10

Queens of the Stone Age é confirmado para o dia 11/10 no SWU Festival!!!

Depois de muitos boatos e de grande expectativa da galera que é fã da banda, o organização do Festival SWU Music and Arts confirmou a vinda do grande Queens of the Stone Age para o evento que será realizado entre os dias 9 e 11 de outubro na fazenda Maeda, em Itu, no interior de São Paulo!!! De acordo com a organização do festival, o show da banda norte-americana formada na Califórnia acontecerá no dia 11, quando também vão se apresentar o Pixies, o Cavalera Conspiracy, o Linkin Park, o Avenged Sevenfold e o Yo La Tengo,  entre outros. 

Liderado pelo vocalista e guitarrista Josh Homme, o QOSTA tem ao todo cinco álbuns de estúdio, sendo “Songs for the Deaf”, de 2002, o mais famoso. O álbum confirmou o grupo no mainstream, especialmente por conta dos hits “No One Knows” e “Go with the Flow”, além de mostrar músicas muito bem tocadas, com um som pesado que bebe na fonte do Stoner Rock. O álbum, por sinal, teve Dave Growl, líder do Foo Fighters, como baterista convidado e mereceu elogios da crítica especializada, que já havia recebido muito bem o disco “Rated R”, de 2000. 

Além destes dois trabalhos, o QOSTA já havia iniciado com o álbum “Queens of The Stone Age”, de 1998. Depois do “Songs for the Deaf”, foram lançados os bons ““Lullabies To Paralyze”, de 2005, e “Era Vulgaris”, de 2007. 

Na única passagem da banda pelo Brasil, no Rock in Rio III, houve uma baita confusão com o ex-baixista Nick Oliveri, já que ele se apresentou no palco completamente nu, e foi preso. Na época, ele justificou a atitude “após ter visto cenas do Carnaval na TV”. 

Os ingressos para o evento , que também terá shows do Rage Against the Machine, do Kings of Leon, do Mars Volta, do Dave Matthews Band e do Incubus nos dias 9 e 10, estão à venda pelo site http://www.ingressorapido.com.br e nos pontos de venda do festival. A entrada para um único dia custa R$ 190 (pista comum) e R$ 560 (pista vip). O passaporte para os três dias, tem o valor de R$ 570 (pista comum) e R$ 1.680 (pista vip). 

Para comemorar a vinda desta ótima banda, o Roque Reverso, para variar, descolou três vídeos no YouTube. Para começar, nada menos que “No One Knows” e “Go with the Flow”. Para terminar, “3’s & 7’s”, do mais recente álbum “Era Vulgaris”. Se alguém ainda não tinha motivo para ir ao festival, a vinda do Queens of The Stone Age tende a derrubar qualquer argumento. Imperdível!




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