Archive for the 'Tom Araya' Category

14
maio
17

Com clássicos, faixas mais recentes e muito peso, Slayer reina soberano no Maximus Festival

Slayer em SP - Foto: Roque Reverso/Flavio Leonel

O Slayer passou pela cidade de São Paulo e foi uma das atrações principais do Maximus Festival 2017, realizado no dia 13 de maio no Autódromo de Interlagos. Com uma performance recheada de clássicos da carreira, faixas do disco mais recente e, sobretudo, muito peso, a veterana banda norte-americana de thrash metal reinou soberana no evento repleto de nomes que iam do hardcore e o punk a vertentes distintas do heavy metal.

A apresentação do Slayer ganha ainda mais em importância, se for levada em conta a sucessão de obstáculos que o grupo foi obrigado a enfrentar nos últimos anos.

Após a morte do guitarrista Jeff Hanneman e da saída do baterista Dave Lombardo, ambas em 2013, houve quem apostasse num provável fim da banda com o decorrer dos anos, mas, quem esteve em Interlagos, conseguiu observar que os veteranos do thrash ainda têm muito gás e qualidade para proporcionar.

CONTINUE LENDO AQUI!!!

Anúncios
07
out
16

30 anos do clássico álbum ‘Reign in Blood’, a indispensável tempestade sonora do Slayer

"Reign in Blood" - Reprodução da capaO dia 7 de outubro de 2016 marca o aniversário de 30 anos do disco “Reign in Blood”, o terceiro do Slayer e considerado como uma verdadeira obra-prima do thrash metal. Para quem deseja entender o que é a vertente rápida e agressiva do heavy metal, o álbum é indispensável.

“Reign in Blood” capta o Slayer em sua melhor forma. Traz o quarteto formado por Tom Araya (baixo e vocal), Jeff Hanneman (guitarra), Dave Lombardo (bateria) e Kerry King (guitarra) com um som brutal, intenso e incrivelmente rápido, além de manter a banda com sua tradição histórica de querer chocar tudo e todos.

O disco disputa com outro clássico, “Master of Puppets”, do Metallica, lançado no mesmo ano de 1986, o posto de maior disco da história do thrash metal.

Para qualquer pessoa que tenha acesso a “Reign in Blood” pela primeira vez, a percepção inicial é de algo impactante. Não há como passar pela experiência de audição sem algum tipo de reação importante.

O álbum mostra o Slayer migrando aos poucos da postura com várias letras satanistas dos dois primeiros discos para um conteúdo que aborda desde a morte até críticas à religião, passando por citações à violência, desgraças humanas e vários outros elementos que afligem a humanidade.

CONTINUE LENDO AQUI!!!

13
out
15

Divulgado o trailer do filme ‘Gutterdämmerung’, que terá Lemmy, Araya, Iggy Pop e Slash no elenco

Gutterdämmerung - Reprodução de Cartaz de DivulgaçãoJá pode ser visto no YouTube o trailer do filme “Gutterdämmerung”, previsto para ser lançado no início de 2016. Autoproclamada como “O Filme Mudo mais Barulhento da Terra”, a película conta com uma verdadeira constelação de grandes nomes do rock no elenco.

Estão lá Lemmy Kilmister, Tom Araya, Iggy Pop, Slash, Josh Homme, Nina Hagen, Henry Rollins, Mark Lanegan e Grace Jones, entre outras estrelas da música.

O filme é baseado nos clássicos do cinema mudo dos Anos 20. O conceito e direção da película é do artista visual belga Björn Tagemose.

Henry Rollins também ajudou a escrever o roteiro, que traz uma história na qual existe uma “guitarra do mal” que é capaz de concentrar todos os pecados da humanidade.

Com todo este poder, a trama traz uma corrida pela recuperação do instrumento musical.

A ideia dos produtores é que as exibições do filme sejam acompanhadas por um show de determinada banda de rock e de um narrador da história.

Quem gosta de música clássica e pensou que o nome “Gutterdämmerung” era familiar vai se lembrar de “Götterdämmerung”,  ópera do lendário compositor alemão Richard Wagner que ficou conhecida em português como “O Crepúsculo dos Deuses” e que é a quarta parte das quatro que compõem a tetralogia “Der Ring des Nibelungen” (“O Anel do Nibelungo”).

Veja abaixo o trailer bacana do filme “Gutterdämmerung”:

07
out
13

Em grande show no Rock in Rio, Slayer traz ‘rolo compressor’ ao festival

Redação RЯ 

O Slayer finalmente participou de um Rock in Rio. Depois de os organizadores corrigirem, em 2011, a aberração de nunca ter convidado o Metallica e o Motörhead, foi a vez de, em 2013, chamarem a banda de thrash metal de Tom Araya & Cia.

O grupo norte-americano participou do dia 22 de setembro, o último do festival realizado na capital fluminense e o segundo do evento dedicado ao heavy metal.

Se o Bon Jovi, com baixas de última hora, demonstrou grande força de superação no festival, o Slayer, completamente destroçado e se recuperando do baque recente relacionado à morte do guitarrista Jeff Hanneman, mostrou a todos que ainda tem forças para continuar sua longa história no thrash metal.

Somada à morte de Hanneman, a saída de Dave Lombardo do grupo, depois de desentendimentos com o guitarrista Kerry King, deixou muito fã do Slayer profundamente chateado e descrente com o futuro da banda.

Contudo, o que se viu no Rock in Rio, foi o rolo compressor tradicional do grupo. Com um set list matador executado numa tacada só, o Slayer deixou os fãs de carteirinha eufóricos e quem não conhecia a banda de boca aberta.

Na bateria, Paul Bostaph voltou ao grupo e mostrou que, se não tem a mesma qualidade do inigualável Lombardo, consegue segurar o show ao vivo dignamente. No lugar de Hanneman, que foi homenageado durante o show, Gary Holt, que já havia passado pelo Brasil com o Slayer em 2011, mostrou mais uma vez que é o cara certo para o posto.

Araya e King são o que sobrou da formação original. Enquanto o vocalista continua mandando muito bem, o guitarrista, apesar de ser uma pessoas difícil, também traz toda a energia característica do Slayer para o palco.

Entre as músicas executadas, clássicos de sempre, como “Mandatory Suicide”, “Seasons in the Abyss”, “South of Heaven”, “Raining Blood” e “Angel of Death”. Uma boa surpresa foi a execução de “At Dawn They Sleep”, que pouco foi tocada em turnês recentes do grupo.

Para relembrar o show do Slayer do Rock in Rio, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Mandatory Suicide”. Depois, veja uma dobradinha com “South of Heaven” e “Raining Blood”, além de “Angel of Death”. Se quiser assistir à apresentação na íntegra, clique aqui, enquanto não retiraram do ar.

Set list

World Painted Blood
Disciple
War Ensemble
At Dawn They Sleep
Mandatory Suicide
Hallowed Point
Die by the Sword
Dead Skin Mask
Hate Worldwide
Seasons in the Abyss
South of Heaven
Raining Blood
Angel of Death

14
jun
11

Slayer faz um dos shows mais pesados vistos em SP, mesmo desfalcado de Jeff Hanneman

Slayer em SP - Foto: Divulgação/MidioramaUm dos shows mais pesados de todos os tempos na cidade de São Paulo. É o mínimo que podemos dizer da apresentação feita pelo Slayer na quinta-feira, dia 9 de junho, no Via Funchal, lotado por mais de 5 mil pessoas. Mesmo com o importante desfalque do guitarrista fundador Jeff Hanneman (substituído brilhantemente neste show pelo ótimo Gary Holt, do Exodus) e com todos os problemas de saúde passados recentemente pelo vocalista Tom Araya, a banda norte-americana de thrash metal provou, mais uma vez, que é um dos maiores nomes do metal em toda a história.

Com um set list extenso e mesclado de clássicos e músicas boas recentes, o grupo que completa 30 anos em 2011 não deixou o público descansar em quase duas horas de show.

Na chegada ao Via Funchal, podiam ser vistas filas imensas de gente que ainda pretendia comprar ingressos para o show em cima da hora. Num momento em que o thrash metal vive um forte revival, com turnês grandiosas  no exterior, como a do Big Four (Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax), e com o Brasil recebendo desde o ano passado vários grupos responsáveis pela consolidação do estilo, a vinda do Slayer para a capital paulista, pela quarta vez, era muito esperada pelos fãs.

Havia, entretanto, algumas dúvidas sobre as condições dos membros da banda e se a verdadeira “zica” que tem afetado o grupo não traria um Slayer menos “matador” do que de costume. Tom Araya passou por uma cirurgia nas costas  em 2010 e, em 2011, chegou a fazer a banda cancelar uma apresentação em Sydney por ter passado mal antes de um show. Jeff Hanneman foi outra vítima da “zica” neste ano, já que passou por uma intervenção cirúrgica no braço por conta de uma doença rara provocada por uma picada de aranha.

Após o show dos sempre ótimos brasileiros do Korzus, as dúvidas foram caindo por terra a cada música apresentada pelo Slayer. Tom Araya, apesar da proibição médica de bater cabeça, continua cantando muito bem e mantém sua tradicional simpatia. Gary Holt substituiu de maneira elogiável Hanneman, apesar de, em algumas músicas, a falta do formador da banda ser sentida. Kerry King, talvez para compensar a ausência do grande companheiro, parecia tocar com ainda mais garra que de costume. E Dave Lombardo foi, de longe, a figura do show, com uma das maiores aulas de bateria vistas em São Paulo, superando a que ele deu em 2006 no mesmo local.

O show de 2011 fez parte da turnê de divulgação do álbum “World Painted Blood”, lançado no ano retrasado. E foi com a faixa título do disco que o Slayer iniciou a apresentação, pontualmente às 22 horas. Com todo o gás e com uma iluminação bastante bem feita, que sempre realçava o enorme pano de fundo com o nome da banda, Tom Araya & Cia entraram com toda energia possível. O som não estava inicialmente perfeito, um pouco baixo, com a guitarra de Gary Holt dando umas pequenas falhadas.

Um dos pontos positivos em relação a 2006 foi que os telões passaram o show na íntegra, de maneira diferente daquele ano, quando o Via Funchal justificou que a própria banda havia pedido para que o show não fosse mostrado nas telas. A segunda música, ainda com um som que não estava totalmente ideal foi “Hate Worldwide”, também do álbum novo. Nessa hora, o que chamava bastante a atenção era a energia de Kerry King, empolgado com a reação do público.

Clássicos eram esperados e foi com um dos maiores do grupo que o Slayer deu sequência ao show. Após ouvir a galera gritar forte o nome da banda, Tom Araya agradeceu a presença de todos, perguntou se o público estava pronto e soltou seu tradicional grito, chamando “War Ensemble” e levando a plateia ao delírio.

Tudo estava indo bem quando, na parte final da música,  um problema nos PAs fez com que o som para o público simplesmente sumisse. Inicialmente, foi até engraçado ver os músicos continuando a tocar no maior agito, sem um pingo de som para quem estava do outro lado. O som não voltou, a banda continuou tocando e o público deu um show a parte, já que segurou no gogó o restante da música, quase se esgoelando, numa espécie de “versão à capela” de uma das canções mais pesadas do Slayer! Sensacional!

Araya aplaudiu a reação da galera e a banda deixou o palco para tentar corrigir o problema. Durante a demora de cerca de 5 minutos, o público não poupou a casa de shows e soltou um sonoro “Via Funchal, vai tomar no cú!”. Mais tarde, depois do término do show, os telões da casa informaram que o problema havia sido causado pela equipe contratada pela banda para coordenar a parte de som.

Com o problema resolvido, o Slayer voltou ao palco, Araya pediu desculpas pelo ocorrido e o grupo iniciou a sempre presente música “Postmortem”, do clássico álbum “Reign in Blood”. Por incrível que possa parecer, os músicos voltaram ainda mais envolvidos com o show e o som ficou mais alto e nítido para o público.

Dando sequência a um set list parecido com o dos outros shows pela América do Sul, o Slayer trouxe ao Via Funchal a música “Temptation”, que nunca havia sido tocada por aqui. Para quem é fã do álbum “Seasons in The Abyss”, os shows da banda pelo Brasil estão sendo um prato cheio, já que a cada vinda para cá algo diferente deste grande disco é tocado.

Depois desse presente, foi a vez de a banda emendar uma sequência de músicas de álbuns da época em que Dave Lombardo ficou fora do grupo. “Dittohead”, do disco “Divine Intervention”; “Stain of Mind”, do “Diabolus in Musica”; e “Disciple” e “Bloodline”, do disco “God Hate Us All”, mostraram a superioridade do baterista em relação ao seu então competente substituto (Paul Bostaph) e agradaram especialmente os fãs mais novos do grupo.

O Slayer nunca foi uma banda de conversinha e gracinha com a plateia. Os caras sabem que seus fãs querem ver a performance mais pesada possível e ponto final. Mais do que corresponder aos anseios do público, a banda sabe que é boa pacas, que é quase imbatível em termos de velocidade no metal e adora se exibir com isso.

É como se mandassem o recado: “Somos os melhores e podemos nos superar a cada show; estamos velhos, mas essa molecada nova do rock tem que comer muito arroz e feijão para nos ultrapasar.” Era essa a impressão deste blogueiro em mais um show do Slayer. E quem aqui vai reclamar disso, não é mesmo?

Passado o conjunto de músicas recentes e com a plateia gritando “Olê, olê, olê, Slayer, Slayer”, Araya perguntou se todos estavam se divertindo e brincou, dizendo que rolaria uma canção sobre amor. Foi então que o grupo tocou o clássico “Dead Skin Mask”, que está longe de ser uma música sobre o tema. O público cantou a música do começo ao fim e foi presenteado com a música seguinte no mesmo álbum “Seasons in the Abyss”, a pesadíssima “Hallowed Point”, outra grande novidade da noite.

Numa mistura de passado distante, presente e passado recente, o grupo tocou em seguida três músicas bem distintas: a eterna “The Antichrist”, do primeiro álbum “Show no Mercy”; “Americon”, do disco mais recente; e “Payback”, do “God Hate Us All”.

Sem dar espaço para o público respirar, um grande momento do show aconteceu com a trinca “Mandatory Suicide”, “Chemical Warfare” e “Ghosts of War”. É impressionante como as duas primeiras estão entre as melhores da banda ao vivo. Presente em praticamente todos os shows da banda, “Mandatory Suicide”, do álbum “South of  Heaven”, é quase imbatível, com toda a banda em sintonia perfeita, batidas e acordes muito claros. “Chemical Warfare”, do lendário EP “Hauting the Chapel”, parece o início do fim do mundo e mostra tradicionalmente a banda muito entrosada. “Ghosts of War”, antes inédita por aqui, passou meio que batida pelos ouvidos dos mais novos do Via Funchal, mas era possível ver muita gente das antigas cantando essa música do “South of  Heaven” na íntegra!

Se, nas três passagens anteriores do Slayer, este blogueiro assistiu aos shows em plena muvuca, ora na grade ora nas rodas de mosh, no show de 2011, ficou num lugar um pouco menos tumultuado da pista. Como o Via Funchal tem a vantagem de uma pista em diferentes níveis, foi possível, além de ver o palco de maneira perfeita, assistir a diversas cenas legais de um show de metal: havia espaço para a galera que queria simplesmente ver a apresentação numa boa em seu canto; o grupo dos headbangers praticantes do tradicional bate-cabeça e, claro, as brutais rodinhas, que contavam com gente alucinada de todo o tipo.

Antes de fechar a primeira parte do show com a música “Snuf”, do álbum mais recente, o Slayer tocou a sempre belíssima “Seasons in the Abyss”. Foi então que sentimos de maneira significativa a falta de Jeff Hanneman. Gary Holt é ótimo e há quem aposte que ele é até melhor tecnicamente do que Hanneman, mas, na hora do solo de guitarra desta música, o do guitarrista original é algo que já se tornou um dos grandes momentos do metal. Holt fez, no mínimo, um solo tímido, se comparado ao originalmente gravado por Hanneman.

Depois de uma breve pausa para o descanso da banda e do público, o maior momento do show estava por vir. Diga para mim, leitor, o que você pode esperar de uma sequência formada por “South of Heaven”, “Raining Blood”, “Black Magic” e “Angel of Death”? É simplesmente algo que faz qualquer morto levantar do caixão!

Dos acordes inicias de “South of Heaven”, passando pela introdução matadora de “Raining Blood”, com a até então dobradinha inédita no Brasil feita com a mais do que clássica “Black Magic” e fechando com a sensacional “Angel of Death”, não havia como não se manisfestar; nas rodas, batendo cabeça ou tocando guitarras e baterias imaginárias. Neste momento do show, Dave Lombardo parecia um polvo, já que parecia tocar com mais de dois braços, deixando a plateia pasma com sua qualidade e com sua rapidez incrível.

Terminado o show, ficou a sensação geral de que um furacão sonoro havia passado pelo Via Funchal. Fica difícil, no entanto, avaliar se este foi o melhor show do Slayer em São Paulo. Tudo porque todas as apresentações na capital paulista foram incrivelmente diferentes uma das outras.

Em 1994, no primeiro Monsters of Rock, o que marcou foi o fato do Slayer matar a vontade dos fãs depois de nunca ter vindo ao Brasil. Os pontos negativos foram a ausência de Lombardo e o set list relativamente mais curto do que um show normal, já que o grupo dividia o festival com o Suicidal Tendencies, Black Sabbath e o Kiss, que era atração principal, entre as bandas internacionais.

Em 1998, no segundo Monsters, realizado na pista de atletismo do Ibirapuera, o Slayer foi a atração principal e trouxe relíquias como “Evil Has No Boundaries”, do álbum de estreia “Show no Mercy”. O ponto negativo foi o excesso de músicas do álbum daquela época (“Diabolus in Musica”) e novamente a ausência de Lombardo.

Em 2006, a banda fez dois shows em SP, um no Rio e outro em Belo Horizonte. Para muitos foi a melhor passagem da banda, que tocou relíquias como “Blood Red”, na primeira noite do Via Funchal, e outros clássicos do passado nas noites seguintes, para paulistanos, cariocas e mineiros. Se, por um lado, era a primeira vez que o baterista original tocava no Brasil, problemas de som e até um desvio no transporte da bateria para um local errado em São Paulo geraram algumas reclamações.

O show de 2011 ganha pela vibração da banda, pelo set list enorme com 23 músicas e pelo sensacional momento de Dave Lombardo. Os pontos negativos ficam com as ausências do clássico “Hell Awaits” e, claro, de Hanneman, presente em grande parte das composições clássicas do Slayer e guitarrista mais talentoso do grupo.

Não há, porém, sombra de dúvida de que a apresentação da semana passada ficará para sempre na mente dos que estavam presentes na casa de shows paulistana. Para comemorar e relembrar tal momento, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Note que, diferente de outros shows, o do Slayer traz uma imensa dificuldade de filmagem, já que o mais difícil para os fãs é manter a câmera focada, sem tomar algum empurrão.

No meio do texto, você tem a opção de ver o vídeo da abertura do show com “World Painted Blood”. Há também o momento da falha do som em “War Ensemble”, com direito a hora em que o público continuou cantando e ajudando a banda, e o vídeo de “Dead Skin Mask”. Abaixo, selecionamos um vídeo com três músicas: “Mandatory Suicide”, “Chemical Warfare” e “Ghosts of War”. Na sequência, temos um com “South of Heaven” e outro com a dobradinha histórica de “Raining Blood” e “Black Magic”. Fucking great!!!

Set list

World Painted Blood
Hate Worldwide
War Ensemble
Postmortem
Temptation
Dittohead
Stain of Mind
Disciple
Bloodline
Dead Skin Mask
Hallowed Point
The Antichrist
Americon
Payback
Mandatory Suicide
Chemical Warfare
Ghosts of War
Season in the Abyss
Snuff

South of Heaven
Raining Blood
Black Magic
Angel of Death

08
abr
11

Slayer confirma shows em SP e Curitiba em junho!!!

Mais um motivo para festa dos fãs do thrash metal!!! O Slayer, que é uma das 4 grandes bandas do gênero, confirmou que volta ao Brasil em junho para dois shows. A primeira apresentação será no dia 8, no Master Hall, em Curitiba. Depois, no dia 9, a banda norte-americana tocará no Via Funchal, em São Paulo. Os valores dos ingressos ainda não foram divulgados, mas as vendas estão programadas para começar no dia 15 de abril.

Será a quarta passagem do Slayer pelo Brasil. As duas primeiras foram nas edições de 1994 e de 1998 do saudoso Monsters of Rock, no Estádio do Pacaembu e na pista de atletismo do Ibirapuera, respectivamente. A terceira foi em 2006, quando o grupo veio pela primeira vez com o mago da batera Dave Lombardo ao País e contou com a formação original em dois shows históricos em São Paulo, além de apresentações no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.

A passagem de 2011 pelo Brasil ainda faz parte da turnê de divulgação do álbum World Painted Blood“, lançado em 2009. Desde então, a banda rodou o planeta e ainda teve tempo de se juntar ao Metallica, ao Anthrax e ao Megadeth para a histórica reunião do Big Four em 2010, que rendeu até um DVD, que é simplesmente espetacular!

O ano de 2011, no entanto, não tem sido de sorte para o Slayer, já que problemas de saúde não faltaram para membros da banda. Logo de cara, o ótimo guitarrista Jeff Hanneman passou por uma intervenção cirúrgica no braço por conta de uma doença rara provocada por uma picada de aranha.

Para cumprir os compromissos que havia fechado para os primeiros meses do ano, a banda recrutou o guitarrista do Exodus, Gary Holt, para o lugar de Hanneman, enquanto este se recupera do problema de saúde. Foi Holt que salvou a banda na passagem pela Europa, Austrália e novamente a Europa.

Outro que chegou a ter problemas de saúde foi o boa praça vocalista Tom Araya, que, desde o ano passado tem passado por poucas e boas. Se. em 2010, ele passou por uma cirurgia nas costas e obrigou o Slayer a cancelar várias datas de sua turnê, em março deste ano, obrigou novamente a cancelar uma apresentação em Sydney por ter passado mal antes de um show.

Além do Brasil, a banda tem shows marcados em junho por outros países da América Latina, como o México, o Chile, Colômbia, Peru e Costa Rica. Recentemente, Gary Holt voltou ao Exodus para shows e deixou o posto de substituto de Hanneman para o guitarrista Pat O’Brien, do Canibal Corpse. Fica a imensa torcida para que Hanneman se recupere até os shows do Brasil para que a formação clássica do Slayer passe por aqui novamente.

Este blogueiro tem o Slayer como sua segunda banda preferida, perdendo apenas para o Metallica. Não por acaso, foi a todos os shows que o grupo fez por aqui, sempre ficou nas primeiras fileiras e nunca se arrependeu.

Para comemorar o retorno do grande Slayer, o Roque Reverso traz três vídeos. O primeiro é da apresentação da banda no primeiro Monsters of Rock, no Pacaembu, com a música “Postmortem”, do clássico álbum “Reign in Blood”. O segundo, traz o grupo no segundo Monsters, no Ibirapuera, com a ótima música “South of Heaven”, do álbum de mesmo nome. Para fechar, é claro que traríamos o belíssimo clipe de “Seasons in The Abyss”, obra-prima do heavy metal. Dá-lhe, Slayer!!!!!

01
mar
11

Slayer tem nova baixa por problemas de saúde; depois de Hanneman, Araya vai para o hospital

O ano começou complicado para o Slayer. Depois de, no mês retrasado, o guitarrista Jeff Hanneman passar por uma intervenção cirúrgica no braço por conta de uma doença rara; no sábado, foi a vez do vocalista e baixista do grupo, Tom Araya, ser hospitalizado bem no meio da turnê que a banda está fazendo na Austrália. Araya passsou mal, seguiu para o hospital e o grupo norte-americano de thrash metal foi obrigado a cancelar o show que faria no domingo em Sydney. Não foram revelados os motivos da internação, mas a esposa do vocalista afastou os rumores que circularam, de que o músico estaria com uma infecção no ouvido.

Ontem mesmo, ela disse no Facebook que Araya já estava se sentindo melhor. Os organizadores do Melbourne Soundwave Festival dão como certa a participação do Slayer no evento que acontecerá no próximo dia 4 na cidade australiana, com o baixista nos vocais.  Depois desta data, a banda tem mais duas apresentações no país até o dia 7. A partir do dia 13, os norte-americanos passarão pela Ucrânia, Rússia, Finlândia, Noruega e outros países da Europa.

Vale lembrar que, em 2010, uma cirurgia nas costas de Araya obrigou o Slayer a cancelar várias datas de sua turnê. Foi justamente para evitar isso que a banda chegou a recrutar para este início de 2011 o guitarrista do Exodus, Gary Holt, para o lugar de Hanneman, enquanto este se recupera do problema de saúde.

Segundo a imprensa internacional, a doença rara do guitarrista original do Slayer teria sido provocada por uma picada de aranha. Conhecida como Fasciite Necrosante ou fasciite necrótica, a doença também é chamada de “bactéria comedora de carne”, sendo uma infecção das camadas mais fundas da pele e tecidos subcutâneos.

Para quem ficou curioso para ver a performance do ótimo Gary Holt no Slayer, o Roque Reverso descolou um vídeo no YouTube com duas músicas tocadas em um show da turnê australiana: “South of Heaven” e “Raining Blood”, com um pedaço de “Black Magic”. A câmera dá várias balançadas em alguns momentos, mas dá para acompanhar e ver que a banda fica meio “estranha” sem Hanneman.




Se você tem interesse na divulgação da sua empresa, seu trabalho ou banda, o Roque Reverso é um veículo que possui um respeitável número de leitores. Entre em contato conosco para conhecer nossos diversos planos:  roquereverso@hotmail.com

Siga o Roque Reverso no Instagram!!!

Anthrax em São Paulo em novembro de 2017
#roquereverso  #tombrasil  #anthrax #scottian Accept em São Paulo em novembro de 2017
#roquereverso  #tombrasil  #accept Accept em São Paulo em novembro de 2017
#roquereverso  #tombrasil  #accept Accept em São Paulo em novembro de 2017
#roquereverso  #tombrasil  #accept Accept em São Paulo em novembro de 2017
#roquereverso  #tombrasil  #accept Anthrax em São Paulo em novembro de 2017
#roquereverso  #tombrasil  #anthrax #charbenante

Preencha abaixo para receber atualizações do nosso blog em primeira mão e gratuitamente pelo seu e-mail! Não se esqueça de confirmar o recebimento do e-mail depois.

Junte-se a 89 outros seguidores

novembro 2017
D S T Q Q S S
« out    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Arquivos

Roque Reverso no Twitter

Categorias

O Roque Reverso está no ar!!!

Seja bem-vindo ao blog do rock and roll! Clique para acessar o post de abertura do blog!

Post inicial

SOBRE VÍDEOS COMPARTILHADOS DO YOUTUBE

SOBRE OS VÍDEOS COMPARTILHADOS DO YOUTUBE