Archive for the 'Keith Richards' Category

23
abr
21

Há 50 anos, com o clássico ‘Sticky Fingers’, os Rolling Stones davam seu grande salto adiante

A longevidade dos Rolling Stones hoje é pública e notória. Mas nem sempre foi assim. Durante décadas, a fama, as turnês extensas e as crises de convivência entre os membros alimentaram fofocas e mais fofocas sobre um iminente fim da banda de rock britânica.

Meio século atrás, entretanto, esse risco talvez nunca tenha sido tão real. No decorrer dos anos 1960, os rumos criativos da banda eram ditados mais pelo multi-instrumentista Brian Jones do que pela dobradinha Mick Jagger/Keith Richards.

A psicodelia inaugurada pelos Beatles estava em seu ápice e os Rolling Stones acompanhavam essa tendência – com muito gosto e esmero, diga-se.

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25
out
20

Veja o clipe lançado por Keith Richards para a música ‘Hate It When You Leave’

O eterno guitarrista dos Rolling Stones Keith Richards lançou no dia 21 de outubro o clipe da música “Hate It When You Leave”, sucesso de seu segundo álbum solo “Main Offender”, de 1992. O vídeo contou com a direção de Jacques Naudé.

O clipe serviu de comemoração e estratégia para o lançamento exclusivo do single em forma de vinil no tradicional Record Store Day, no dia 24 de outubro.

O vinil, cuja capa acompanha este texto, é de 7 polegadas e vermelho.

O disco ainda contém a rara faixa de Keith Richards “Key To The Highway”. Ela foi lançada apenas na versão japonesa do álbum Main Offender, junto com “Hate It When You Leave”.

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26
fev
16

Efeitos da idade ficam nítidos, Stones dosam show em SP, mas festa do rock prevalece e emociona

The Rolling Stones em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcos de Paula/Staff ImagesOs Rolling Stones finalmente retornaram a São Paulo e fizeram uma grande apresentação no Estádio do Morumbi para 65 mil pessoas na quarta-feira, 24 de fevereiro. Após 18 anos sem tocar em solo paulistano, os efeitos da idade avançada dos membros da banda ficaram nítidos, bem como a dosagem na primeira metade do show para algo mais leve que as passagens anteriores de 1995 e de 1998, com o intuito de preservar o gás para o final.

Nem por isso, a festa do rock n’ roll deixou de
prevalecer, emocionar e representar mais
um momento histórico para os fãs.

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18
dez
13

Keith Richards chega aos 70 anos; quem diria?

Mal acordei hoje e já me deparei com as duas grandes notícias do dia: Ronald Biggs morreu e Keith Richards completou 70 anos.

Para quem não sabe ou não tem idade para lembrar, Ronald Biggs foi um dos protagonistas do lendário Assalto ao Trem Pagador, considerado por muitos o “Roubo do Século”, quando o século ainda era o 20.

Ganhou fama não apenas pela participação no engenhoso crime, mas também pela fuga espetacular de uma prisão britânica. Fanfarrão, veio parar no Brasil e chegou a gravar uma música com os Sex Pistols.

Depois de mais de três décadas, cansou de fugir e entregou-se à justiça de sua terra natal. A morte viria um dia, inescapável. Chegou aos 84 anos.

Bem mais marcante, porém, é Keith Richards, um dos primeiros guitar heroes da história, ter chegado aos 70 anos. Mais que marcante, é surpreedente.

Único guitarrista presente em todos os discos do Rolling Stones, ele é, de longe, o sobrevivente mais improvável dos tempos em que meus heróis morriam de overdose. Viu-se obrigado a trocar o sangue de todo o corpo em diversas ocasiões para se recuperar de abuso sobre abuso de drogas.

Nesse intervalo brindou os ouvidos dos amantes do roquenrow com riffs inesquecíveis em dezenas e mais de dezenas de composições em parceria com Mick Jagger. E o melhor de tudo: sem perder a forma nem o espírito com o passar dos tempos. 

Valeu, Keith!

Para celebrar mais este momento marcante do rock, o Roque Reverso descolou três vídeos clássicos dos Stones no YouTube. Fique abaixo com grandes execuções ao vivo de “Gimme Shelter”, “Paint it Black” e “Jumpin’ Jack Flash”.

26
maio
12

50 anos de Rolling Stones

Que amante do bom e velho rock n’ roll pode questionar a importância dos Rolling Stones para a existência deste gênero musical? A semana que se encerra marca o aniversário de 50 anos do grupo inglês, que colecionou uma verdadeira legião de fãs em todo o mundo neste meio século de existência. Reza a lenda que, no dia 25 de maio de 1962, a banda fez seu primeiro ensaio em Londres.

Na ocasião, o grupo ainda escolhia um nome. Era formado por Mick Jagger, Keith Richards e Brian Jones, além de um pianista, Ian Stewart, que tocou com os Stones por anos, mas nunca foi um membro oficial.

O primeiro show da banda só iria ser realizado em 12 de julho de 1962, já com o nome que todos conhecemos. De lá para cá, uma história rica de grandes sucessos, grandes acontecimentos, grandes polêmicas e momentos que quase se confundem com o próprio rock n´roll. Tal qual o estilo musical, o grupo se mantém e surpreende pela logevidade.

Apesar de completarem os 50 anos em 2012, o Stones só farão uma turnê comemorativa em 2013. Enquanto a aguardada tour não começa, as festas devem ficar concentradas no lançamento de um documentário e de uma biografia oficial.

O documentário deve ser lançado em setembro deste ano. É dirigido por por Brett Morgen, produzido por Victoria Pearman e co-produzido por Morgan Neville. A promessa é de horas de material inédito sobre a banda, retirado direto dos acervos pessoais dos músicos, que também trazem depoimentos ao filme.

Antes do documentário, o livro com a biografia oficial deve ser publicado em julho. Editado pela Thames & Hudson, terá fotos e também depoimentos de Mick Jagger, Keith Richards & Cia.

Para comemorar os 50 anos dos Stones, o Roque Reverso descolou três vídeos de três grandes hits do grupo. Fique com “It’s Only Rock’n Roll (But I Like It)”, “Gimme Shelter” e, claro, “(I Can’t Get No) Satisfaction”. 

16
jun
10

Meus heróis morriam de overdose

O rock brasuca consolidava-se no cenário musical quando entrei na adolescência. Cazuza, já doente, num surto de lucidez em território de loucos, pedia aos berros uma ideologia alternativa à bipolaridade dos tempos de Guerra Fria: “Meus heróis morreram de overdose/Meus inimigos estão no poder”.

Não demoraria muito para Cazuza tornar-se, em julho de 1990, um dos últimos heróis vitimados por alguma espécie de overdose. Menos de um ano antes havia sido a vez de Raul Seixas.

Nas duas décadas que antecederam a partida destes dois ícones do rock brasuca, overdoses das mais variadas levaram da face da Terra, para tertúlias extradimensionais, heróis de outras nacionalidades, mas todos enrolados na mesma bandeira: a do rock’n’roll.

Jim Morrison, Jimi Hendrix, John Bonham, Keith Moon, Sid Vicious e tantos outros foram levados por excessos que em pouco tempo passariam a ser aproveitados pelos setores mais conservadores para demonizar a expressão de cultura popular que revolucionou o mundo na segunda metade do século passado.

“Cambará macho não morre na cama”, diria um certo Capitão Rodrigo, imortalizado na saga “O Tempo e o Vento”, de Erico Veríssimo. Adaptada à fração de realidade convertida em rótulo seria possível dizer que, naqueles tempos, “roqueiro de verdade só morria de overdose”.

No entanto, muitos heróis da nação roqueira conseguiriam enganar a morte (mesmo que temporariamente), contrariar o bom senso e as probabilidades e viver o suficiente para brindar novas gerações com sua genialidade.

Keith Richards, Ozzy Osbourne, Eric Clapton e Steven Tyler são apenas alguns exemplos de sobreviventes de viagens pra lá de sombrias pelo mundo das drogas, mas conseguiram o bilhete de volta, sabe-se lá como.

Com o passar dos anos, porém, os heróis da minha geração pararam de morrer de overdose e passaram a morrer, como diria minha avó, de “morte morrida”. Alguns por mera sorte, outros porque começaram a adotar estilos de vida menos agitados.

Outros, ainda, morreriam por causa de doenças crônicas. Foi o caso de Ronnie James Dio, cuja morte, causada por um câncer no estômago, completa hoje (16 de junho) um mês.

Dono de uma voz poderosa e de uma imponente presença de palco, apesar da baixa estatura, Dio não enganou a morte nem pecou pelo exagero. Morreu na cama. Mas nem por isso deixou de imortalizar seu nome no panteão dos deuses do Heavy Metal.




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