Archive for the 'Kerry King' Category

14
maio
17

Com clássicos, faixas mais recentes e muito peso, Slayer reina soberano no Maximus Festival

Slayer em SP - Foto: Roque Reverso/Flavio Leonel

O Slayer passou pela cidade de São Paulo e foi uma das atrações principais do Maximus Festival 2017, realizado no dia 13 de maio no Autódromo de Interlagos. Com uma performance recheada de clássicos da carreira, faixas do disco mais recente e, sobretudo, muito peso, a veterana banda norte-americana de thrash metal reinou soberana no evento repleto de nomes que iam do hardcore e o punk a vertentes distintas do heavy metal.

A apresentação do Slayer ganha ainda mais em importância, se for levada em conta a sucessão de obstáculos que o grupo foi obrigado a enfrentar nos últimos anos.

Após a morte do guitarrista Jeff Hanneman e da saída do baterista Dave Lombardo, ambas em 2013, houve quem apostasse num provável fim da banda com o decorrer dos anos, mas, quem esteve em Interlagos, conseguiu observar que os veteranos do thrash ainda têm muito gás e qualidade para proporcionar.

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07
out
16

30 anos do clássico álbum ‘Reign in Blood’, a indispensável tempestade sonora do Slayer

"Reign in Blood" - Reprodução da capaO dia 7 de outubro de 2016 marca o aniversário de 30 anos do disco “Reign in Blood”, o terceiro do Slayer e considerado como uma verdadeira obra-prima do thrash metal. Para quem deseja entender o que é a vertente rápida e agressiva do heavy metal, o álbum é indispensável.

“Reign in Blood” capta o Slayer em sua melhor forma. Traz o quarteto formado por Tom Araya (baixo e vocal), Jeff Hanneman (guitarra), Dave Lombardo (bateria) e Kerry King (guitarra) com um som brutal, intenso e incrivelmente rápido, além de manter a banda com sua tradição histórica de querer chocar tudo e todos.

O disco disputa com outro clássico, “Master of Puppets”, do Metallica, lançado no mesmo ano de 1986, o posto de maior disco da história do thrash metal.

Para qualquer pessoa que tenha acesso a “Reign in Blood” pela primeira vez, a percepção inicial é de algo impactante. Não há como passar pela experiência de audição sem algum tipo de reação importante.

O álbum mostra o Slayer migrando aos poucos da postura com várias letras satanistas dos dois primeiros discos para um conteúdo que aborda desde a morte até críticas à religião, passando por citações à violência, desgraças humanas e vários outros elementos que afligem a humanidade.

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21
fev
13

Dave Lombardo discorda de valores pagos e será substituído por Jon Dette na bateria do Slayer

Dave Lombardo - Foto: DivulgaçãoUma verdadeira bomba abalou o mundo do heavy metal neste dia 21 de fevereiro, depois que o baterista Dave Lombardo, do Slayer, publicou um comentário no Facebook, dizendo que não participará da turnê que a banda norte-americana de thrash metal fará na Austrália a partir do dia 23 de fevereiro. Segundo Lombardo, ele recebeu um comunicado de dispensa do grupo depois de questionar a maneira como os negócios do Slayer são geridos.

Após consultar os dados financeiros da banda, o baterista constatou que apenas 10% de todo o valor que o Slayer arrecadou durante as turnês que realizou em 2012 chegaram aos bolsos dos músicos. De acordo com Lombardo, ao propor um novo modelo mais justo, encontrou resistência do guitarrista Kerry King, que deixou claro ao baterista que, se quissesse discutir o assunto, encontraria outra pessoa no comando dos bumbos da banda.

“Para que todos saibam a verdade, a partir do final do contrato que temos entre nós, que venceu em 14 de fevereiro, fui informado de que não seria o baterista para a turnê na Austrália. Estou triste, e para ser honesto, chocado com a situação”, escreveu Dave Lombardo.

Mais tarde, em nota à imprensa, o grupo rebateu o texto de Lombardo e anunciou Jon Dette, que passou pela banda na década de 90, para a bateria na turnê australiana. “Sobre o que foi citado no post de Dave Lombardo no Facebook, o  Slayer não concorda com o que  foi dito pelo Sr. Lombardo ou com a sequência dos eventos  apresentada por ele, exceto com o fato de que o Sr. Lombardo, menos de uma  semana antes da partida já marcada para a Austrália, apresentou um novo conjunto  de exigências, que eram contrárias ao que havia sido previamente acertado”, destacaram os músicos.

No texto que postou no Facebook, Lombardo ainda deixou em aberto alguma possibilidade de retorno à banda, mas, conhecendo o temperamento de Kerry King, são pequenas as chances de uma volta amigável. “Eu continuo esperançoso de que possamos resolver nossas diferenças. Mas, mais  uma vez, peço desculpar sinceras a nossos fãs na Austrália que gastaram seu  dinheiro esperando ver os 3 membros originais do Slayer. Espero vê-los no futuro”, afirmou.

Quem conhece um pouquinho de heavy metal ou thrash metal sabe o tamanho da perda gerada pela saída de Dave Lombardo ao Slayer. Considerado um dos maiores bateristas do gênero, poucos apresentaram tamanha técnica e rapidez no instrumento como este cubano.

Não é a primeira vez que Lombardo deixa as baquetas do Slayer. Ele já havia abandonado o grupo em 1986 e retornado em 1987 numa primeira oportunidade e repetido a dose em 1992, quando ficou dez anos longe do grupo, retornando somente ao posto em 2002.

O público brasileiro tende a ser um dos prejudicados neste novo embate interno do Slayer. Tudo porque o grupo vem tocar pela primeira vez no Rock in Rio, em setembro, na capital fluminense. Os fãs já estavam se acostumando a ver a banda sem o grande Jeff Hanneman na guitarra, por causa de uma picada tosca de aranha no braço. Agora, com mais esta turbulência, resta a dúvida se o Slayer conseguirá resistir como o grande grupo que é durante muito tempo. A ver…

14
jun
11

Slayer faz um dos shows mais pesados vistos em SP, mesmo desfalcado de Jeff Hanneman

Slayer em SP - Foto: Divulgação/MidioramaUm dos shows mais pesados de todos os tempos na cidade de São Paulo. É o mínimo que podemos dizer da apresentação feita pelo Slayer na quinta-feira, dia 9 de junho, no Via Funchal, lotado por mais de 5 mil pessoas. Mesmo com o importante desfalque do guitarrista fundador Jeff Hanneman (substituído brilhantemente neste show pelo ótimo Gary Holt, do Exodus) e com todos os problemas de saúde passados recentemente pelo vocalista Tom Araya, a banda norte-americana de thrash metal provou, mais uma vez, que é um dos maiores nomes do metal em toda a história.

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