Archive for the 'Pantera' Category

28
ago
18

Revelada a causa da morte de Vinnie Paul, baterista do Pantera e do Hellyeah

Vinnie Paul - Foto: Divulgação PanteraRevelada na segunda-feira, 27 de agosto, a causa da morte de Vinnie Paul, baterista formador do grupo Pantera. Segundo relatório oficial apresentado pelo escritório legista do Condado de Clark (Nevada), o músico faleceu de “causas naturais, especificamente, cardiomiopatia dilatada”.

Vinnie Paul morreu na sexta-feira, 22 de junho, nos Estados Unidos. Com o Pantera extinto, ele era membro atual do grupo Hellyeah, que tocou no Brasil no Maximus Festival, em São Paulo, em 2016.

De acordo com o comunicado do escritório legista, a doença coronariana grave foi identificada como “uma condição significativa para a causa da morte”.

A página do extinto Pantera no Facebook postou o comunicado oficial e, de quebra, informou que nenhuma declaração adicional será emitida.

“Nós pedimos que você por favor continue a respeitar a privacidade da família e amigos de Vinnie Paul”, destacou a página do Pantera.

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07
jul
18

Phil Anselmo virá ao Brasil em janeiro de 2019 para shows em 5 capitais

virá promover seu último lançamento “Choosing Mental Illness Is A Virtue”, segundo álbum de uma carreia solo iniciada em 2011 e que vem recebendo boas críticas mundo afora. Além de músicas próprias do Phillip H. Anselmo & The Illegals, os fãs podem esperar ouvir clássicos das bandas pelas quais Anselmo já passou, como Pantera, Down e Superjoint.Phil Anselmo, que marcou época no comando dos vocais do grande Pantera, virá ao Brasil em janeiro de 2019 para shows em 5 capitais: Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

Com sua banda solo, a Philip H. Anselmo & The Illegals, ele tocará no dia 25 de janeiro na capital mineira no Mister Rock.

Na capital paulista, vai se apresentar no dia 26 no Tropical Butantã. Na capital federal, vai tocar no dia 27 na Toinha Brasil show.

O vocalista também terá show em Porto Alegre no dia 29 de janeiro no Bar Opinião. Na capital fluminense, ele tocará no dia 31 de janeiro no Circo Voador.

Os ingressos já estão à venda. Pelo menos na maioria dos locais das apresentações.

Para o show da capital mineira, o site para a compra é o do Clube do Ingresso. O valor em primeiro lote para a entrada inteira de Pista é de R$ 200,00, mas há a opção de meia-entrada e de ingresso promocional.

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23
jun
18

Vinnie Paul, baterista do Pantera e do Hellyeah, morre aos 54 anos

Vinnie Paul - Foto: Divulgação PanteraO baterista Vinnie Paul, que entrou para a história do heavy metal por ser formador do grupo Pantera, morreu na sexta-feira, 22 de junho. A informação foi confirmada pela página oficial da já extinta banda no Facebook na madrugada do sábado, 23 de junho (pelo horário de Brasília).

Atualmente, Vinnie Paul era membro do grupo Hellyeah, que tocou no Brasil no Maximus Festival, em São Paulo, em 2016.

O comunicado da página do Pantera no Facebook não deu maiores informações sobre a causa da morte do baterista. O texto divulgado foi bastante sucinto e apenas pediu a compreensão dos fãs e o respeito em relação à privacidade da família.

“Não há mais detalhes disponíveis no momento”, diz um trecho da nota divulgada no Facebook. “A família solicita que você, por favor, respeite sua privacidade durante esse período.”

A morte de Vinnie Paul acontece 17 anos depois do falecimento de seu irmão, o guitarrista Dimebag Darrell, também membro histórico do Pantera e considerado um excelente músico.

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20
ago
16

Dimebag Darrell faria 50 anos neste dia 20 de agosto se não houvesse imbecilidade no mundo

Dimebag Darrell - Foto: DivulgaçãoO guitarrista Dimebag Darrell completaria 50 anos de idade neste sábado, dia 20 de agosto de 2016, se um sujeito de nome Nathan Gale não o tivesse assassinado em 8 de dezembro de 2004 no meio de um show do Damageplan na cidade norte-americana de Columbus.

Nascido Darrell Lance Abbott, filho de um compositor de música country do Texas, Dimebag Darrell fez história como guitarrista do Pantera. Ele tinha de sobra algo que falta a muitos instrumentistas: personalidade.

Seus riffs eram ao mesmo tempo viscerais, elaborados e exatos. As guitarras de Dimebag Darrell eram inconfundíveis, reconhecíveis logo de cara, o que o elevava à categoria de monstros sagrados das seis cordas, como Slash, Eddie Van Halen e Tony Iommi, isso para não ir longe demais nas citações metaleiras.

Gravou todos os discos do Pantera até “Reinventing The Steel”, no ano 2000. Há relatos de que a saída de Darrell da banda teria sido motivada por desentendimentos com o vocalista Phil Anselmo – e de que o fim do Pantera teria motivado a ação de Nathan Gale contra o guitarrista.

O assassino, no entanto, não sobreviveu ao atentado para dar sua versão. Depois de matar o guitarrista e um rapaz que assistia ao show, também chamado Nathan, e de ferir mais de uma dúzia de pessoas, Gale foi morto por um policial.

Assassinado aos 38 anos, Dimebag Darrell foi sepultado em um caixão do Kiss junto com uma guitarra doada por Eddie Van Halen.

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04
fev
16

Verborragia racista de Phil Anselmo não pode – nem deve – ser ignorada

Philip Anselmo - Foto: DivulgaçãoPor Marcelo Moreira, do Blog Combate Rock

O racismo é uma das últimas cordas às quais se agarram os canalhas, os infames, os ignorantes e os incompetentes, demonstrando um nível elevadíssimo de canalhice e covardia.

Quando nos deparamos com a sordidez racista nos meios culturais e de entretenimento, ambientes que deviam estar livres há muito e muito desta doença, nenhum nível de indignação é suficiente para demonstrar o quão nojenta é tal atitude.

É por isso que a repercussão a respeito das declarações de Phil Anselmo no palco, em pleno festival Dimebash, nos Estados Unidos, foi imensa e ainda choca pela falta de inteligência e pela intolerância.

Anselmo, que é o líder do Down e foi o vocalista dafantástica banda Pantera, ainda é um nome muito importante da música, por mais que nos últimos anos venha erodindo sistematicamente sua reputação, inclusive com os mais variados repertórios de declarações polêmicas.

Ao final de uma apresentação no festival criado para homenagear o guitarrista Dimebag Darrell, ex-Pantera e assassinado no palco em 2004, Anselmo gritou “White Power!” e fez a famigerada saudação nazista com o braço esticado. O gesto e o grito foram gravados por fã, que postou a nojeira na internet. O estrago foi imenso.

Na segunda-feira, 1º de fevereiro, diante da repercussão negativa, e cinco dias depois do ocorrido, Anselmo usou as redes sociais para se desculpar e dizer que estava apenas brincando, já que estaria bêbado.

Não colou. O músico tem histórico de manifestar publicamente sua simpatia pela cultura white power, ou seja, de apoiar grupos que são assumidamente racistas e que veneram a ideologia nazista, pregando a supremacia branca nos Estados Unidos e no mundo.

Houve duas reações contundentes que destruíram Anselmo de forma inapelável. A primeira foi o editorial da revista inglesa Metal Hammer publicado no site da publicação.

“Por que a explosão de poder branco de Phil Anselmo não pode ser ignorada” é o título do texto que chuta muitas canelas e demole qualquer tentativa de justificativa de defesa do cantor e de quem pensa como ele. E vai além ao nocautear aqueles que pregam a indiferença – que usam de forma abjeta a frase “quem se importa?”

A segunda pancada surgiu por meio de um vídeo ainda mais contundente publicado na internet. Robb Flynn, vocalista do Machine Head e que também participou do Dimebash 2016, reduziu Phil Anselmo a nada sem precisar singar ou desqualificar. Deu uma aula de civilidade, de história e de cidadania em dez minutos de argumentos sólidos e precisos.

08
dez
13

20 anos da estreia avassaladora do Pantera em palcos brasileiros

Dezembro de 2013 marca o aniversário de 20 anos da estreia avassaladora do Pantera nos palcos brasileiros. A banda fez dois shows no saudoso Olympia em São Paulo, nos dias 7 e 8 de dezembro de 1993. Foram duas apresentações que entraram para a história da cena paulistana do heavy metal.

A apresentação do dia 7 foi coberta pela imprensa, como pode ser visto neste arquivo do jornal Folha de S. Paulo. O show do dia 8 teve a presença deste jornalista que vos escreve, na época um jovem fã.

Vale lembrar que havia outra data (6 de dezembro) agendada para capital paulista, mas não foi realizada apresentação neste dia por questões de logística, já que o grupo estava passando ainda pela Argentina.

O Pantera trazia para a América do Sul a turnê do excelente, brutal e perturbador álbum “Vulgar Display of Power”, que havia sido lançado em 1992. O disco sucedia o não menos ótimo disco “Cowboys from Hell”, de 1990.

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29
abr
13

Show do Down em SP confirmou Phil Anselmo em forma e entrosamento invejável da banda

Se há um show que você, fã de rock pesado, deveria ter visto em abril de 2013, esse show foi o do Down no Carioca Club em São Paulo. Daquelas apresentações para entrar na lista das mais memoráveis, a performance da grande banda norte-americana de Phil Anselmo mostrou que o ex-vocalista do Pantera continua em forma e entre os maiores frontmen de sua geração.

Mais do que isso, o show do dia 10 de abril confirmou o que todos já haviam visto no SWU de 2011: que o grupo mantém um entrosamento invejável entre músicos de ponta que, definitivamente, levaram o Down para uma condição de banda capaz de peitar as maiores do heavy metal no cenário atual. E isso está longe de ser um exagero.

Não por acaso, o Carioca Club estava lotado na hora do início do show. Mesmo a horrorosa Pista Vip que inventaram para a apresentação estava cheia. Na Pista Comum e no Camarote também havia uma verdadeira multidão, em plena quarta-feira.

Se no SWU de 2011 quem conseguiu ir teve o privilégio de ver a banda executando o álbum “NOLA” na íntegra, na apresentação do Carioca Club, o Down aproveitou sua primeira passagem na capital paulista para mesclar um pouco o repertório. Importante lembrar que o show também promovia o lançamento do “Down IV Part 1 – The Purple EP”, mais recente trabalho da banda que foi lançado em setembro de 2012.

Logo de cara, o grupo trouxe “Lysergic Funeral Procession”, do álbum “Down II: A Bustle in Your Hedgerow” e já mostrou que a apresentação ia ser quente. Acompanhando Phil Anselmo, uma formação do mais alto calibre do heavy metal: Pepper Keenan (guitarra), Jimmy Bower (bateria), Kirk Windstein (guitarra) e Pat Bruders (baixo).

“NOLA” é o melhor disco da banda e, claro, teria o maior número de músicas tocadas da noite. “Pillars of Eternity” foi a primeira delas e levou a plateia ao delírio. Da Pista Vip aos Camarotes, passando pela Pista Comum, o cenário era um mar de pessoas batendo cabeça e agitando, como se fosse impossível resistir ao som poderoso do grupo e à ótima intepretação de Anselmo.

Há quase um consenso entre os fãs de metal que o Carioca Club não é das casas mais indicadas para os tantos shows do estilo que vêm sendo realizados ali nos últimos anos. Mas também vale destacar que as apresentações nesta casa proporcionam a experiência rara de ver as bandas muito de perto.

Para muitos ali, ficar próximo de Phil Anselmo, um ícone do metal dos anos 90, era um momento histórico. Para quem viu o Pantera se apresentar no saudoso Olympia em 1993 e 1995, o momento também era de nostalgia daqueles bons tempos, quando foi possível ver aquele grupo no auge da carreira nas turnês de seus melhores álbuns.

E foi para o mais saudoso integrante do Pantera que Anselmo e a banda dedicaram a música seguinte. Também do “NOLA”, “Lifer” lembrou Dimebag Darrell, assassinado a tiros em pleno palco em 2004, em Columbus, Ohio, nos Estados Unidos. Depois da plateia gritar a plenos pulmões o nome do eterno guitarrista, foi a vez do Carioca Club inteiro cantar e rodas de mosh se abrirem automaticamente na Pista Comum.

Anselmo agradeceu bastante a energia do público, que começou a gritar o nome dele. Em seguida, pegou um gorro preto dado por um fã, colocou na cabeça e anunciou “Witchtripper”, primeiro single do novo EP e que fez sucesso com um videoclipe. Talvez por este detalhe, os fãs já estavam bem acostumados com a música e a cantaram do início ao fim.

Empolgado com a receptividade, o vocalista do Down emendou mais uma do novo EP, “Misfortune Teller”, que ficou bem interessante ao vivo, mostrando a banda entrosada. Destaque para as guitarras de Pepper Keenan e Kirk Windstein. Este último, empunhando uma guitarra branca com design idêntico à famosa ESP de James Hetfield, do Metallica, tem, por sinal, um jeito diferente de segurar o instrumento, mas que nada compromete sua eficiência.

De volta às músicas do “NOLA”, foi a vez de o Down executar a ótima “Temptation’s Wings”. Antes, porém, o público começou a jogar presentes para a banda ao palco: desenhos pintados, bandeiras e até um sutiã, que acabou sendo vestido pelo sempre bem-humorado baterista Jimmy Bower.

Chamou a atenção a presença de um fã que tinha uma tatuagem com a palavra “Pantera” no peito e que já havia feito sucesso no SWU. Portando uma bandeira do Brasil com a palavra “Down” escrita, ele foi saudado por Anselmo e pelos demais componentes da banda, que mostraram a bandeira para todo o Carioca Club admirar.

Depois de “Temptation’s Wings”, foi a vez de “Ghosts Along the Mississippi”, também do “Down II: A Bustle in Your Hedgerow”. Na sequência, “Losing All”, do “NOLA”, que também levantou o público.

No final da música, Phil Anselmo anunciou a presença de convidados mais do que ilustres no camarote do Carioca Club: Andreas Kisser, Paulo Júnior e Eloy Casagrande. Foi então que o público soltou o tradicional grito de “SE-PUL-TU-RA!”, que foi acompanhado por Anselmo e pelos bumbos de Jimmy Bower, abrindo caminho para a execução da lenta e pesada “New Orleans is a Dying Whore”, do segundo álbum.

O set list ainda contaria com a nova “Open Coffins”, do EP, dedicada a mais uma figura ilustre presente: o cineasta Zé do Caixão, que foi saudado também pelo Carioca Club inteiro com muito respeito. Para fechar a primeira parte do show, o grupo trouxe a ótima “Eyes of the South”, que elevou novamente a temperatura ambiente.

Após mais este petardo, Anselmo deu a senha para o bis: “Se vocês querem ouvir mais Down, já sabem o que fazer.” Foi então que o público passou a gritar o nome da banda até que ela voltasse para o palco.

No retorno, ele perguntou para a plateia o que ela gostaria de ouvir e os gritos de “Pantera” dominaram o Carioca Club. Tal qual a apresentação no SWU, a banda iniciou os acordes de “Walk” e o conhecido refrão foi cantado por todos da casa de shows, com uma verdadeira catarse coletiva no local.

Na sequência do bis, três do “NOLA”: “Hail the Leaf”, “Stone the Crow” e “Bury me in Smoke”. Se, na primeira, o peso tomou conta dos riffs da banda, “Stone the Crow” fez com que um enorme coro fosse formado, com o público cantando a plenos pulmões até os acordes do maior hit do grupo.

Em “Bury me in Smoke”, o final apoteótico que contou com convidados mais do que especiais no palco. Tradicionalmente, nos acordes finais da música, é a vez dos roadies assumirem os instrumentos, enquanto a banda se despede e cumprimenta o público. No Carioca Club, nada menos que os três integrantes do Sepultura, mais o filho de Andreas, Yohan Kisser, na outra guitarra, tomaram conta do palco, levando a plateia pela última vez ao delírio.

O saldo final da apresentação do Down foi de mais um grande momento na história dos shows internacionais na capital paulista. Depois de ver a banda num grande festival em 2011, foi a vez de avaliar como ela se portaria num lugar pequeno. Se, no SWU, o grupo realizou o show mais pesado daquela edição, no Carioca Club, sem sombra de dúvida, já entrou na lista das melhores apresentações de 2013, deixando a missão de superá-los para outros nomes grandes que ainda passarão por São Paulo neste ano, como o Anthrax, o Testament, o Slayer e o Megadeth.

Para relembrar grandes momentos do show do Down, o Roque Reverso descolou cinco vídeos no YouTube. Fique com “Pillars of Eternity”, “Temptation’s Wings”, “Eyes of the South”, “Stone the Crow” e “Bury me in Smoke”. \m/

Set List

Lysergic Funeral Procession
Pillars of Eternity
Lifer
Witchtripper
Misfortune Teller
Temptation’s Wings
Ghosts Along the Mississippi
Losing All
New Orleans is a Dying Whore
Open Coffins
Eyes of the South

Hail the Leaf
Stone the Crow
Bury me in Smoke




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