Posts Tagged ‘SWU Festival

17
abr
13

Queens of The Stone Age repetiu eficiência do SWU e teve performance memorável no Lollapalooza 2013

Era quase uma obviedade e já havíamos cantado a bola antes aqui neste Roque Reverso: o Queens of The Stone Age era uma das maiores atrações do Lollapalooza e candidato sério à realização de um dos melhores shows do festival.

Dito e feito! Apesar de erroneamente não ter sido escalado como headliner da segunda noite do evento, o grupo liderado pelo vocalista e guitarrista Josh Homme repetiu a marcante eficiência do SWU de 2010 e fez uma apresentação tão superior à dos demais que sobrou e foi considerado por boa parte da crítica e do público como o de melhor performance musical da edição de 2013 no evento realizado no Jockey Club de São Paulo.

Havia grande expectativa pela volta do QoTSA aos palcos. Tudo porque o grupo está concentrado há um tempo já bem razoável na gravação de um aguardadíssimo álbum novo e não se apresentava para grandes públicos há quase 2 anos.

Para boa parte das 55 mil pessoas que estiveram no segundo dia do festival, aquele era o show da noite, já que a banda tem a tradição de tocar sem frescuras, aproveitando boa parte de seu tempo.

Com o horário do show agendado para as 18h45, o QoTSA subiu ao palco sem atrasos e já causou vibração da plateia quando Josh Homme apareceu logo de cara envolvido em um bandeira brasileira com um logo do fã clube local do grupo.

Outra novidade veio na bateria, já que, depois da saída do animalesco Joey Castillo estava sendo cogitada até a participação de Dave Grohl em São Paulo, em função da participação deste na gravação do disco novo com as baquetas. Apesar dos rumores, ele não apareceu, mas o posto foi preenchido por Jon Theodore, ex-Mars Volta, que mandou muito bem durante todo o show, deixando quase nada a desejar em relação a Castillo.

Quanto ao restante do grupo, nenhuma novidade, com o guitarrista Troy Van Leeuwen, o baixista Michael Shuman e o tecladista e guitarrista Dean Fertita gerando, juntamente com Homme e Theodore, toda a massa sonora que é característica do respeitado grupo norte-americano. Destaque também para a qualidade do som durante o show do QoTSA, o que deixou a apresentação ainda melhor e parecendo uma continuação da vista no SWU.

A primeira música da noite foi “The Lost Art of Keeping a Secret”, do bom álbum “Rated R”, de 2000. Não bastasse a abertura ter agradado logo de cara, a banda emendou de uma vez nada menos que “No One Knows”, pertencente ao grande disco “Songs for The Deaf”, de 2002, e um dos maiores hits da carreira do QoTSA.

A vibração foi generalizada, com o público cantando não somente a música, mas também o riff (“Tan-Tan-Ran-Ro0m”) em vários momentos, para alegria de Josh Homme. “Vocês são fudidamente maravilhosos!”, declarou o músico, para delírio de todos, que já estavam curtindo demais todo aquele grande momento, numa noite linda no Jockey Club, que ainda tinha a visão dos prédios modernos da Marginal Pinheiros ao lado.

Para quem foi ao SWU e sentiu falta de “First It Giveth”, também do “Songs for The Deaf”, a música veio de presente. Vale destacar que, apesar do petardo sonoro, Josh Homme mostrou um pouco de dificuldade para cantar a parte mais aguda, pouco recomendada para shows ao ar livre. No final, agradeceu em português e acrescentou, em inglês, que era um prazer tocar ali, “dançando, bebendo e zoando, o suficiente para ficar doente”.

Era a deixa para tocar “Sick, Sick, Sick”, do disco “Era Vulgaris”, de 2007. O som era ensurdecedor, mas era daqueles que você não quer parar de ouvir. Com uma série de efeitos pesados no teclado, guitarras enfurecidas e bateria a 100 km/h, o Queens of The Stone Age ia simplesmente provando que era a melhor banda da noite.

Na sequência, sempre com um retorno incrível do público, o grupo trouxe “Burn the Witch”, do disco “Lullabies to Paralyze”, de 2005;  “Monsters in the Parasol”, do  “Rated R”; e “Hangin’ Tree”, do “Songs for The Deaf”, que não havia sido tocada também no SWU.

Passada esta trinca, foi a vez de a banda tocar uma lenta e mais calminha. “Essa é uma música de amor, conheça alguém e se apaixone hoje”, disse Homme, muito mais comunicativo do que nas outras passagens pelo Brasil. Foi então que “Make It Wit Chu”, do “Era Vulgaris”, foi executada, matando a fome daqueles que sentiram a falta dela no festival de Itu em 2010.

Depois da música bem apropriada para dar aquela descansada básica, Josh Homme pediu permissão para tocar uma música nova! E São Paulo ganhou de presente a primeira execução ao vivo na história de “My God Is the Sun”, que estará no novo álbum do grupo. Foi um grande momento, já que a primeira vez da canção bombou depois nas redes sociais do mundo inteiro, com os fãs recebendo muito bem esta nova composição, que é forte candidata a hit.

Empolgado com a recepção do público, o vocalista começou a falar sem parar, levando a plateia novamente ao delírio. “Obrigado por ter deixado tocar essa. Serve pra mexer com tudo e para a gente se divertir, se soltar. Vamos ficar bêbados?!!”, convidou Homme, provocando risos por todo o Jockey Club.

Na sequência, ele ofereceu um brinde ao público, voltou a elogiar o comportamento dos brasileiros no show e apresentou os músicos da banda. “Essa é para todas as irmãzinhas do mundo”, disse, já numa deixa para tocar “Little Sister”, do “Lullabies to Paralyze”, que mostrou o grupo em grande forma.

Depois de um período mais morno com a música “Better Living Through Chemistry”, do “Rated R”, os músicos emendaram a boa “Do It Again”, que sempre traz a banda dando uma aula de entrosamento. “Estão se divertindo”, perguntou duas vezes Josh Homme, com o público vibrando, para depois ele mesmo responder: “Então estamos tendo um momento maravilhoso!!!”

O show se aproximava do fim e, para fechar com chave de ouro, o grupo norte-americano trouxe mais duas do ótimo “Songs for The Deaf”: a sempre viajante “Go With the Flow” e a ótima e intensa “A Song for the Dead”, que chegou a gerar a abertura de rodinhas de mosh em vários pontos da pista, lembrando que ali havia um show de rock pesado.

Depois da curta apresentação, de cerca de 1 hora, ficou a sensação de “quero mais”, justamente porque o público havia assistido a um grande momento no Lollapalooza. Mais uma vez, pelo segundo show seguido da banda por aqui, a música não tocada que fez mais falta foi “You Think I Ain’t Worth A Dollar, But I Feel Like A Millionaire”, do “Rated R”, que foi executada dias depois na versão chilena do festival. Outro hit que não deu as caras foi “Feel Good Hit of the Summer”, que havia sido tocada em Itu em 2010 logo na abertura.

Para muitos, o show do QoTSA no Lollapalooza não superou a apresentação do SWU, mas outro contingente nada desprezível de pessoas estava vendo o grupo pela primeira vez. E considerou o espetáculo em São Paulo memorável, ainda mais porque o público foi presenteado com uma música nova que não havia sido tocada em nenhum lugar do planeta ao vivo. O fato é que, quem participou do evento, curtiu demais!

Mantendo a tradição, o Roque Reverso descolou no YouTube alguns vídeos do show. Fique com as músicas “No One Knows”, a nova “My God Is the Sun”, “Go With the Flow” e “A Song for the Dead”. Se quiser assistir à apresentação na íntegra, veja aqui neste link, enquanto não tiram do ar.

Set list

The Lost Art of Keeping a Secret
No One Knows
First It Giveth
Sick, Sick, Sick
Burn the Witch
Monsters in the Parasol
Hangin’ Tree
Make It Wit Chu
My God Is the Sun
Little Sister
Better Living Through Chemistry
Do It Again
Go With the Flow
A Song for the Dead

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14
nov
12

Alterado o local do show que o Cavalera Conspiracy fará em SP no dia 17 de novembro

O local do show que o Cavalera Conspiracy fará em São Paulo no dia 17 de novembro foi alterado. Segundo assessoria de imprensa do evento, a apresentação, que seria realizada no Espaço das Américas, será feita agora no Via Marquês, casa de shows localizada na mesma região da capital paulista, na zona oeste***. Para quem já havia adquirido o ingresso para o Espaço das Américas, a informação disponivel é de que eles serão válidos normalmente para o acesso ao evento nos setores indicados.

No site da Ingresso Rápido, há outra informação importante para quem adquiriu ingresso e optou pela devolução: deve comparecer ao local onde foi efetuada a compra. Quem fez a aquisição pelo callcenter e site da empresa, deve entrar em contato por meio do telefone 4003-1212, opção 5.

Os valores das entradas continuam os mesmos:  R$ 120,00 (Pista) e R$ 360,00 (Camarote). A bilheteria oficial, que não cobra taxa de conveniência é a do Teatro TUCA, ao lado da PUC-SP, no bairro de Perdizes.

Uma boa novidade em relação à última informação divulgada pelo Roque Reverso sobre o show é que não apenas o Korzus será a banda convidada para São Paulo, mas também o Ratos de Porão e o Krisiun. Ou seja, pauleira pura com grandes bandas!

Como anunciado aqui anteriormente, o Cavalera Conspiracy tocará também em outras capitais brasileiras. As apresentações acontecerão no dia 15, no Rio de Janeiro (Circo Voador); no dia 16, em Belo Horizonte (BH Music Hall); e, no dia 18, em Curitiba (Master Hall).

É a primeira vez que a banda excursiona pelo Brasil, mas é a terceira vez que o grupo dos irmãos Max e Igor passa por terras paulistas. Desta vez, pelo menos, os fãs devem ter um show maior e em condições melhores que as anteriores.

Em 2010, no SWU Festival, o show do grupo foi colocado num horário que impediu quem trabalhou no dia de ver a banda pela primeira vez no Brasil. Era uma segunda-feira, véspera de feriado, e o horário agendado ficou para antes das 19 horas, algo impensável para quem trabalhava em São Paulo e precisava pegar a Marginal Tietê para chegar a Itu.

No ano passado, o grupo de Max e Igor foi uma grata surpresa na abertura da apresentação do Iron Maiden no Morumbi. O show foi ótimo, mas o fã de thrash foi obrigado a chegar muito cedo ao Estádio e viu, com certeza, bem menos músicas do que assistiria, se apresentação principal fosse só do Cavalera.

Como alertou várias vezes o Roque Reverso, a apresentação de 2012 acontece, infelizmente, no mesmo dia da show que o KISS fará na Arena Anhembi. Sim, os grupos tem sons diferentes, mas ambas as bandas tem uma legião de seguidores do heavy metal e, claro, seria muito mais inteligente colocar os eventos em dias diferentes.

Quanto aos rumores sobre as vindas do Slayer e do Mastodon a São Paulo, não será desta vez que estes nomes serão vistos no sonhado festival com o Cavalera Conspiracy. Pelo menos por aqui, nada foi confirmado e está ficando cada vez mais difícil estes grupos passarem por aqui em 2012.

Segundo a assessoria de imprensa que faz a divulgação do evento no Via Marques, o horário de abertura da casa é às 19 horas, como até pode ser visto no cartaz de divulgação. [Nota do Editor: Informação atualizada no dia 16-11-2012 –>) O horário para o início dos shows das bandas são os seguintes: Ratos de Porão (19h20); Korzus (20h45); Krisiun (21h25) e Cavalera Conspiracy (23 horas).

***O show foi cancelado; veja neste link

31
out
12

Divulgados os preços para os shows do Cavalera Conspiracy no Rio, SP, BH e Curitiba

Depois de o Cavalera Conspiracy anunciar shows no Brasil para novembro e de deixar os fãs aflitos com a falta de informação sobre os ingressos, as dúvidas chegaram ao fim. Os amantes do thrash metal que estão ansiosos para ver novamente os irmãos Max e Igor Cavalera em terras tupiniquins já podem comprar as entradas para as apresentações que acontecerão no dia 15, no Rio de Janeiro (Circo Voador); no dia 16, em Belo Horizonte (BH Music Hall); no dia 17, em São Paulo (Espaço das Américas); e, no dia 18, em Curitiba (Master Hall).

Para o show da capital fluminense, que havia sido inicialmente informado pela banda para a Fundição Progresso, passou para o Circo Voador e terá a abertura do Krisiun, o ingresso custa R$ 140,00 para a pista no primeiro lote. Há a meia-entrada para quem tem carteirinha de estudante, menores de 21 anos, idosos e para quem levar 1 Kg de alimento ou flyer do evento. As entradas podem ser adquiridas, por exemplo, no site www.ingresso.com.br e nas bilheterias da casa.

Quanto ao show de Belo Horizonte, o valor dos ingressos de primeiro lote para a Pista era de R$ 100,00, mas eles já esgotaram. No segundo lote, o preço é de R$ 120,00. Podem ser comprados a https://ticketbrasil.com.br/show/cavaleraconspiracy-mg/. Mais informações podem ser obtidas na página da apresentação no Facebook.

Para o show de São Paulo, que terá abertura do Korzus, os ingressos de primeiro lote custam R$ 120,00 (Pista) e R$ 360,00 (Camarote). A bilheteria oficial, que não cobra taxa de conveniência é a do Teatro TUCA, ao lado da PUC-SP, no bairro de Perdizes. Outro ponto de venda, com cobrança da taxa, é o site www.ingressorapido.com.br.

Vale destacar que o evento em São Paulo, como alertou o Roque Reverso, acontece, infelizmente, no mesmo dia da apresentação que o KISS fará na Arena Anhembi. É claro que estamos falando de grupos com sons diferentes, mas ambas as bandas tem uma legião de seguidores do heavy metal e, claro, seria muito mais inteligente colocar os eventos em dias diferentes.

Em relação aos rumores sobre as participações do Slayer e do Mastodon em São Paulo, nada confirmado e cada vez fica mais difícil a vinda de ambos os grupos para a cidade em 2012, apesar das turnês que eles farão em Buenos Aires (Argentina) e em Santiago (Chile) também em novembro.

Quanto ao show de Curitiba, o valor de primeiro lote para a Pista custa R$ 125,00 e pode ser comprado no site www.diskingressos.com.br.

Veja abaixo o vídeo gravado por Max Cavalera, saudando a galera brasileira e convidado os fãs para as apresentações no Brasil:

18
out
12

Cavalera Conspiracy anuncia 4 shows para novembro no Brasil; o de SP é no mesmo dia do show do KISS

O site do Cavalera Conspiracy trouxe recentemente 4 datas de shows para capitais do País em novembro. Segundo a banda dos irmãos Max e Igor, as apresentações serão realizadas no dia 15, no Rio de Janeiro (Fundição Progresso); no dia 16, em Belo Horizonte (BH Music Hall); no dia 17, em São Paulo (Espaço das Américas); e, no dia 18, em Curitiba (Master Hall).

Por enquanto, não há informações de preços e, até este dia 18 de outubro, os links do site do Cavalera Conspiracy, que serviriam para direcionar os fãs para a compra das entradas, levam os usuários de internet para serviços de compra de ingressos online que não apresentam ainda o show do grupo em suas extensas listas.

Outros detalhe importante particularmente para o fã de cidade de São Paulo é que o show da banda agendado para o dia 17 de novembro cairia no mesmo dia da apresentação que o KISS fará na Arena Anhembi. Sim, é claro que estamos falando de grupos com sons diferentes, mas ambas as bandas tem uma legião de seguidores do heavy metal e, claro, seria muito mais inteligente colocar os eventos em dias diferentes.

O Cavalera Conspiracy, por sinal, parece meio que perseguido por turnês que poderiam ter sido melhor planejadas aqui no Brasil…

Em 2010, no SWU Festival, o show do grupo foi colocado num horário que impediu quem trabalhou no dia de ver a banda pela primeira vez no Brasil. Era uma segunda-feira, véspera de feriado, e o horário agendado ficou para antes das 19 horas, algo impensável para quem trabalhava em São Paulo e precisava pegar a Marginal Tietê para chegar a Itu.

No ano passado, o grupo de Max e Igor foi uma grata surpresa na abertura do show do Iron Maiden no Morumbi. O show foi ótimo, mas o fã de thrash foi obrigado a chegar muito cedo ao Estádio e viu, com certeza, bem menos músicas do que assistiria, se apresentação principal fosse dos Cavalera.

Agora, em 2012, as informações preliminares que foram vistas no Facebook de pessoas ligadas à banda, como a esposa de Max, Glória Cavalera, são de que o evento no Espaço das Américas contará com outras bandas de alto quilate no rock pesado: nada menos que Slayer, Mastodon e Korzus.

Enquanto um anúncio não é divulgado pela casa de shows e também, por exemplo, pelo Slayer e pelo Mastodon, fica a expectativa entre os fãs. O Roque Reverso ficará monitorando diariamente os sites e não deixará de trazer qualquer tipo de novidade para seus leitores.

01
jan
12

2012 começou e a expectativa é das melhores para os shows de rock no Brasil

Já estamos em 2012. E, quando o assunto é show de rock, as previsões continuam sendo das mais favoráveis para o Brasil, mantendo um cenário que foi visto em 2010 e ampliado em 2011. A despeito da cena roqueira nacional continuar fraca em revelações de qualidade, resta ao fã do gênero musical se deliciar com a imensa quantidade de atrações que passam pelo País desde que ele foi descoberto tardiamente como destino lucrativo pelas bandas, astros de rock e organizadores de festivais.

2011 foi, sem a menor dúvida, o ano em que mais atrações internacionais se apresentaram no Brasil. De Paul McCartney a Eric Clapton. De U2 a Ozzy Osbourne. De Slash a Slayer, além de festivais com grandes nomes, como o Rock in Rio e o SWU, tudo ajudou os fãs a se esbaldarem com momentos que dificilmente serão esquecidos.

Para 2012 já existem nomes confirmados, além de festivais de peso, como os inéditos Lollapalooza e Metal Open Air e o já tradicional SWU. De Roger Waters a Anthrax. De Misfits a Exodus. Tudo caminha para a manutenção do que se viu nos anos anteriores.

Também não custa sonhar com apresentações históricas do Black Sabbath, dos Beach Boys e do Van Halen por aqui. No passado, a vinda destes grupos ao Brasil poderia ser algo impensável, mas, com a crise na Europa e com a economia dos EUA patinando, a palavra “impossível” está descartada.

Resta pedir aos organizadores de shows no Brasil para eles maneirarem nos preços dos ingressos. Os primeiros anúncios de 2012 já trazem valores mais salgados que muitos dos praticados em 2011.

Outra boa ideia seria abolir, de vez, a odiada Pista Vip. O Rock in Rio, o SWU e o show do Pearl Jam foram grandes exemplos de que grandes eventos podem ser feitos sem este local que só serve para esfriar o público e privilegiar os mais abastados.

O Roque Reverso deseja a todos um excelente 2012 com muito rock and roll!!!

17
dez
11

Sob o comando do insano Mike Patton, Faith No More fez simplesmente o melhor show do SWU

Quando o Faith No More foi confirmado para fechar o  SWU, havia duas certezas entre os fãs do bom e velho rock ‘n’ roll: que a ida ao show era obrigatória para quem gosta de uma apresentação que costuma unir qualidade e vibração; e que o vocalista Mike Patton, insano como sempre, reservaria mais algum momento histórico dos shows no Brasil para o evento de Paulínia, no interior paulista. O que se viu no dia 14 de novembro de 2011 foi exatamente isso: a banda norte-americana fez simplesmente o melhor show do festival e o vocalista continua sendo uma figura fora de série, ratificando sua fama de ser um dos melhores frontmen da história do rock.

Depois de uma penca de shows vistos no dia e de uma chuva chata que se intensificou nas apresentações do Stone Temple Pilots e do Alice in Chains, o público do festival estava no seu limite do cansaço. Isso poderia ser uma ameaça ao show do Faith No More, mas o experiente Mike Patton conseguiu colocar fogo na galera, impedindo que a apresentação ficasse morna mesmo em músicas menos conhecidas do público.

Quem já tinha visto as apresentações recentes do FNM por aqui sabia há tempos que o convencional passa longe do grupo. Se a expectativa era uma reedição do show de hits históricos do Rock in Rio de 1991, você estava no local errado. Se você aguardava algo mais nos moldes do que foi a excelente e histórica apresentação no Maquinaria Festival de 2009, acertou em cheio.

Desde a saída de Jim Martin e da manutenção de Jon Hudson nas guitarras, o Faith No More vem procurando mesclar sucessos de toda a carreira, e não da fase mais badalada pela crítica pop, depois do clássico álbum “The Real Thing”. Nem por isso, o show do SWU foi menos empolgante, já que a insanidade é o lema de Patton, sempre muito bem acompanhado por Billy Gould (baixo), Roddy Bottum (teclados) e o ótimo baterista Mike Bordin.

Logo de cara, o palco e o figurino da banda, inspirados no candomblé, causaram surpresa e curiosidade. Isso sem falar da participação do poeta e educador pernambucano Cacau Gomes, que foi quem apresentou o FNM ao público no início da grande festa, além de fazer uma bela defesa da importância da cultura e da leitura para o povo.

A primeira música da noite foi uma decisão corajosa do grupo, já que não é todo dia que vemos um show de rock começar com um faixa instrumental. Sim, era “Woodpecker From Mars”, do “The Real Thing”, que contou com um trecho de “Delilah”, de Tom Jones, cantado por Patton, que entrou no palco bem depois do restante da banda, mas mostrou que a voz está cada vez melhor. Nos teclados, Roddy Bottum sofria um pouco, já que o instrumento enfrentava problemas, o que fez com que um dos roadies fosse chamado às pressas para resolver a pane, que continuou por algumas músicas.

Na sequência, o primeiro hit da noite. Do mesmo álbum clássico, veio “From Out Of Nowhere”, que fez o público agitar bastante e começar a esquecer da chuva, já fina, que insistia em cair em Paulínia. Em português, Patton deu “boa noite” para o público e o FNM iniciou “Last Cup Of Sorrow”, do “Album of the Year”, seguida por “Caffeine”, do disco “Angel Dust”.

O vocalista do Faith No More há tempos tem uma ligação com o Brasil e “Evidence”, do álbum “King for a Day… Fool for a Lifetime”, é a maior prova de simpatia do grupo com o País, já que vem sendo cantada no nosso idioma há tempos por aqui nas recentes turnês da banda. Foi desta maneira que ela foi executada novamente, causando surpresa naqueles que nunca haviam visto um show do FNM.

Clássicos também fazem bem a qualquer apresentação. E isso nunca faltou ao Faith No More, que deu de presente ao público o sucesso “Midlife Crisis”, do “Angel Dust”. Em dado momento, no refrão da música, Patton deixou que a plateia cantasse. Vendo o enorme coro que se formou, ele olhou com cara de espantado e, de maneira proposital, babou na frente das câmeras!

Antes de iniciar “Cuckoo For Caca”, do “King for a Day…”, o vocalista perguntou se o público estava bem e a resposta foi positiva. “Com este tempo de merda…”, comentou Patton, para risos da plateia.

A música trouxe um vocalista alucinado, acompanhado pelo restante do grupo detonando nos instrumentos, com destaque para o sempre competente Billy Gould no baixo. Depois de muita gritaria e porrada sonora, era o momento para algo mais calmo. E foi com a balada “Easy”, que a banda deu sequência aos show.

Mas a calmaria não durou muito já que “Surprise! You’re Dead!”, a canção mais pesada do “The Real Thing”, foi executada, fazendo a galera do metal botar a cabeça para bater. Após o petardo, Billy Gould gritou o nome de São Paulo, como vários outros artistas haviam feito durante os shows do SWU e Patton corrigiu o amigo: “Não é São Paulo, é Paulínia.” “Obrigado por estar aqui”, emendou Gould, num português meio danificado, mas com nova demonstração de grande simpatia.

Mais emoção viria em seguida. E foi com “Ashes to Ashes”, do “Album of the Year”, que o FNM levou o público ao delírio. Na opinião deste jornalista que vos escreve, esta foi a melhor música executada na noite, repetindo o feito do Maquinaria Festival de 2009. É impressionante como ela cai bem ao vivo e traz toda a banda bastante entrosada, sempre capitaneada pelo vocal de alta qualidade de Patton.

Era um grande momento do show e o Faith No More não deu tempo para a galera respirar. “The Gentle Art Of Making Enemies”, do “King for a Day…” foi a próxima e trouxe o período de maior loucura do show. Patton fez de tudo, desde enfiar o microfone dentro da boca até tomar a câmera de um dos cinegrafistas presentes. Enquanto cantava e gritava, filmou a banda, o público e até caiu do carrinho sobre trilhos que levava o aparelho.

Não satisfeito, correu para o meio do público e a catarse coletiva se instalou definitivamente. O vocalista tomou banho de cerveja e cantou com a galera no meio de um mar de gente, sempre acompanhado pelos seguranças e equipe de apoio que pareciam não acreditar na loucura do sujeito. Ao término da música, simulou que estava voltando para o palco algemado, provocando novos risos do povo presente. Sensacional!

Você pensa que o momento de loucura acabou? Ledo engano. Tal qual o momento de maior catarse visto no Maquinaria de 2009, era a vez de Patton fazer o público cantar “Porra, caralho”. Com a música “King For A Day”, ele conseguiu fazer com que cerca de 70 mil pessoas gritassem as duas palavras como se fossem um refrão da canção.

Cacau Gomes ainda voltaria ao palco para, com Mike Patton, citar frases de mudanças. Ao final, ganhou um abraço do vocalista, claramente encantado com a cultura nacional.

Foi quando os primeiros acordes de “Epic” foram executados, para novo delírio do público, que, claro, cantou a música do começo ao fim. Mike Bordin e Jon Hudson, por sinal, deram um show à parte neste momento, mostrando que o grupo tem ainda muito a oferecer aos fãs.

O momento seguinte seria o mais bonito da noite. Para interpretar “Just a Man”, também do sempre privilegiado “King For A Day…”, a banda convidou o Coral de Heliópolis, só com meninas, que não fizeram feio e deixaram o FNM e o público presente emocionados com a beleza de suas vozes.

Depois da pausa para um breve descanso, o Faith No More voltou ao palco para mais três músicas: uma inédita e sem nome divulgado; “Digging the Grave”; além de “This Guy’s in Love With You”, de Burt Bacharach.

“Muito obrigado, São Paulo, Paulínia, Campinas, todo o Brasil! Do caralho!”, disse Patton. “E o Palmeiras também”, completou o baixista Billy Gould, seguido de palmas de Patton, em mais uma demonstração de que Igor e Max Cavalera ensinaram a galera do FNM a torcer, fazendo os norte-americanos fiéis eternos ao glorioso time de futebol paulista.

Ainda restaria uma certa esperança de que haveria um segundo bis, já que os roadies voltaram para ajeitar os instrumentos. Mas, apesar de o set list divulgado trazer “Stripsearch” e “We Care a Lot” como as duas últimas músicas da noite, o grupo não voltou e foi iniciada uma queima de fogos para marcar o final do SWU.

Já passava das 3 da manhã e a chuva já era coisa do passado. Depois da penca de shows do dia e de todos estarem totalmente cansados, Mike Patton & Cia. conseguiram o que poucas bandas conseguiriam. Mais do que trazer a alegria dos fãs, o Faith No More escreveu novamente um trecho de sua rica história nos festivais brasileiros.

Para relembrar os grandes momentos da apresentação do FNM no SWU, o Roque Reverso descolou vídeos de qualidade no YouTube. Para começar, fique com o grande momento de “Ashes to Ashes”. Depois, fique com a loucura de Patton em “The Gentle Art Of Making Enemies” e com o momento “Porra, caralho” de “King For A Day”. Na sequência, veja “Epic”. Se preferir ver o show na íntegra, assista ao último vídeo, que traz qualidade de HD. “Porra, caralho!”

Set list

Woodpecker From Mars/Delilah
From Out Of Nowhere
Last Cup Of Sorrow
Caffeine
Evidence (em Português)
Midlife Crisis
Cuckoo For Caca
Easy
Surprise! You’re Dead!
Ashes to Ashes
The Gentle Art Of Making Enemies
King For A Day
Epic
Just A Man

Unknown Title (New Song)
Digging The Grave
This Guy’s in Love with You

10
dez
11

Sob chuva, Alice in Chains emocionou fãs em show de peso e qualidade no SWU

Era um dos momentos mais esperados no SWU 2011 e o resultado final foi dos mais animadores. Depois de quase 20 anos, o Alice in Chains voltou ao Brasil para se apresentar no festival de Paulínia e realizou simplesmente um dos maiores shows do ano no País. Sob o comando do excelente guitarrista, Jerry Cantrell, e do vocalista atual, William DuVall, o grupo de Seattle emocionou fãs da antiga numa apresentação de peso e qualidade, recheada de grandes sucessos que fincaram o nome da banda entre as maiores dos anos 90.

Personagem irritante do SWU em 2011, a chuva não deu trégua ao show do Alice in Chains. Talvez, ao lado da apresentação do Stone Temple Pilots, foi o momento em que o público mais sofreu com a água, que insistia em cair na cidade do interior paulista. Para a banda, entretanto, nada mais familiar, já que Seattle tem a fama de ser uma das cidades mais chuvosas dos Estados Unidos.

Além da própria ansiedade em relação ao retorno do Alice in Chains ao País, havia muita expectativa em torno da performance de William DuVall. A despeito das críticas positivas vindas da imprensa internacional, o público brasileiro queria ver a prova de que ele seria capaz de, ao vivo, substituir à altura o talentoso Layne Staley, morto em 2002. Com um timbre de voz não idêntico, mas até parecido em algumas passagens com o de Staley, DuVall recebeu aprovação dos brasileiros, que puderam ver novamente os vocais dobrados (com Cantrell), uma das marcas mais valiosas  da banda norte-americana.

O grupo começou arrepiando com um dos seus maiores sucessos, “Them Bones”, seguida por “Dam That River” e “Rain When I Die”, ambas também, assim como a primeira música tocada, pertencentes ao álbum “Dirt”, de 1992. Vidrado no show, o público era um delírio só e não foram poucas as pessoas que se emocionaram demais de ver a banda novamente. De meninas a marmanjos barbados, não foi uma, mas várias vezes que este jornalista presenciou gente chorando de alegria.

Aos gritos do público de “Alice in Chains”, DuVall cumprimentou os fãs em simpático português. “Tudo bem?”, disse, para depois complementar: “Estamos muito felizes de estar aqui! Finalmente!”

A plateia delirou e, na sequência, pulou demais quando a banda começou a tocar “Again”, do álbum “Alice in Chains”, de 1995. Com um riff pesado e um som forte, a música chegava com imensa qualidade aos ouvidos de quem estava na pista. Importante ressaltar que, além de DuVall e Cantrell, os outros membros do grupo, Mike Inez (baixo) e Sean Kinney (bateria), garantiam, sem reparações, o bom show.

Os vocais dobrados de DuVall e Cantrell eram um show à parte. Depois de quatro músicas antigas, era a vez da fase mais recente, que marca o novo vocalista como titular. E nada melhor que o maior hit dela para animar a festa. Com DuVall agora também na guitarra, o grupo trouxe, com perfeição, “Check My Brain”, do álbum “Black Gives Way to Blue”, de 2009.

Com a plateia ganha, o Alice in Chains emendou “It Ain’t Like That” do primeiro álbum “Facelift”, de 1990. Aí foi a vez deste jornalista que vos escreve vibrar muito e realizar um sonho, pois foi com esta música que ele conheceu o grupo, na era pré-internet, nos tempos de “Som Pop”, da TV Cultura, quando o grande Kid Vinil trazia as novidades de fora para a galera assistir e ouvir.

Ao final do grande som, Jerry Cantrell foi ao microfone, agradeceu ao público pela presença e apresentou os integrantes da banda. O público aplaudiu em todas as vezes, mas, quando o guitarrista se apresentou, teve uma recepção muito mais calorosa, numa demonstração de que os fãs reconhecem sua importância para a história do Alice in Chains e os percalços que ele foi obrigado a enfrentar para o grupo estar ainda na ativa.

O mesmo Cantrell continuou no comando do microfone com a lenta “Your Decision”, do álbum mais recente da banda. Depois, emendou outra mais tranquila: “Got me Wrong”, do EP “Sap”, de 1992. DuVall, por sua vez, fazia não somente um backing vocal de primeira como também dava até maior peso às músicas com a sua guitarra. Vale destacar os ótimos efeitos do telão que ficava atrás da banda, que, nesta música, trazia imagens de nuvens no céu em ritmo acelerado.

O público ameaçou dar uma esfriada neste momento do show, mas o Alice in Chains tinha um antídoto para isso: mais hits. E foi com seu primeiro clássico que continuou a apresentação. Com DuVall agora somente nos vocais, a banda trouxe “We Die Young”, do álbum de estreia, que fez a galera novamente pular.

Depois de executar “Last of My Kind”, também do álbum mais recente, foi a vez do grupo emocionar de vez os fãs. Agora com DuVall no violão, a triste “Down in a Hole”, do “Dirt”, fez muita gente chorar e lembrar muito de Layne Staley.

Não bastasse toda emoção e os gritos de “Alice in Chains”, Cantrell começou os primeiros acordes da música seguinte dizendo que “aquele era um novo dia”, mas que não se esqueceriam de onde vieram. “Esta é para o Layne e para o Mike”, disse, apresentando “Nutshell”, do EP “Jar of Flies”, de 1994, e lembrando, além do antigo vocalista, do baixista original do grupo Mike Starr, morto em 2011. Após um grande solo, o guitarrista afirmou ao final da canção que o grupo voltaria muito em breve para o Brasil!

Após a sequência de momentos emocionantes, a banda trouxe mais uma do álbum recente “Black Gives Way to Blue”. “Acid Bubble”, na verdade, serviu para o público se preparar para o que viria logo em seguida: uma avalanche de grandes hits dos anos 90.

A lista começou com a ótima “Angry Chair”, do “Dirt”. Depois de DuVall perguntar se o público estava cansado e, claro, receber a resposta negativa, o grupo executou a música com maestria. E um dos destaques, mais uma vez, foi o efeito bem bacana do telão.

Nem bem terminou “Angry Chair” e o Alice in Chains aproveitou as batidas finais da música para emendar seu maior sucesso: “Man in The Box”, do “Facelift”. Foi então que o SWU presenciou um dos maiores envolvimentos do público dentre todos os shows apresentados. A galera presente cantou letra por letra da canção, pulou e se emocionou mais uma vez por estar assistindo a um grande momento do rock aqui no Brasil.

Visivelmente empolgado, DuVall interagiu com a plateia e, novamente em português, disse: “Alice in Chains ama o Brasil.”

Na sequência, o grupo trouxe “Rooster”, do “Dirt”, com mais efeitos no telão, letra forte sobre as experiências vividas pelo pai de Cantrell na Guerra do Vietnã e a palavra “Paz”, em inglês, ao fundo do palco.

O guitarrista disse que havia mais músicas para tocar e emendou “No Excuses”, do “Jar of Flies”. Depois, após DuVall agradecer o público por ficar na chuva, o grupo fechou o show com nada menos que “Would?”, novamente do “Dirt”, que foi o álbum mais prestigiado da noite. Com show particular da cozinha formada por Mike Inez e Sean Kinney, os fãs ficaram novamente muito empolgados e satisfeitos com grande apresentação dos norte-americanos.

Após 1h30 de show, o público tinha uma certeza: que havia valido cada gota d’ água da chuva tomada naquele show para assistir ao Alice in Chains. É espantoso que o grupo não tenha sido convidado para vir ao Brasil antes em outras oportunidades após sua retomada.

Resta agora a torcida para que as empresas promotoras se toquem que é bastante viável a realização de mais apresentações da banda por aqui. Seria muito interessante ver o Alice in Chains tocando, por exemplo, numa casa de shows de São Paulo. Com o baita som que foi visto ao ar livre no SWU, dificilmente o grupo não faria uma apresentação memorável num local fechado.

Para relembrar os grandes momentos do Alice in Chains, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Começamos com “Again”. Depois temos um vídeo que junta “Angry Chair” e “Man in The Box”. Na sequência, há outro com a música “Would?”. Se preferir ver o show na íntegra e sem cortes, siga para o último vídeo selecionado.

Set list

Them Bones
Dam That River
Rain When I Die
Again
Check My Brain
It Ain’t Like That
Your Decision
Got me Wrong
We Die Young
Last of my Kind
Down in a Hole
Nutshell
Acid Bubble
Angry Chair
Man in the Box 
Rooster
No Excuses
Would?



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