Archive for the 'Britpop' Category

13
jan
16

Suede libera clipe da música ‘Pale Snow’, presente no novo álbum que será lançado em janeiro

Suede - Reprodução da capa do álbum "Night Thoughts"O Suede está prestes a lançar disco novo e aproveitou a proximidade para liberar o clipe da música “Pale Snow” aos fãs. A faixa faz parte do álbum “Night Thoughts”, que chegará ao público no dia 22 de janeiro.

O clipe já é o terceiro relacionado ao disco. Antes, a banda britânica já havia liberado os vídeos das faixas “Outsiders”, em setembro,  e  “Like Kids”, em dezembro.

O novo álbum virá acompanhado de um filme, também denominado “Night Thoughts”, que contou com a direção de Roger Sargent.

O disco “Night Thoughts” será o sétimo do Suede. Sucederá “Bloodsports”, de 2013, e conta com a produção de Ed Buller.

São 12 faixas no novo trabalho. Todas elas tem na criação a participação do vocalista Brett Anderson, algumas em conjunto com o guitarrista Richard Oakes e outras com o tecladista Neil Codling.

Confira abaixo o clipe da música “Pale Snow”:

09
set
15

Blur reúne vídeos encaminhados por fãs em clipe da música ‘I Broadcast’

Blur - Foto: DivulgaçãoO Blur liberou na terça-feira, dia 8 de setembro, no YouTube, o clipe da faixa “I Broadcast”. É mais uma música do álbum “The Magic Whip”, que chegou para os fãs oficialmente em abril. O clipe reúne vídeos com cenas encaminhadas por fãs para a banda britânica.

Em junho, o grupo já havia lançado um clipe bem bacana da faixa “Ong Ong”, com lembrança de personagens de videogames antigos e com integrantes do Blur fantasiados.

“The Magic Whip” é o primeiro disco de estúdio da banda em 12 anos e sucedeu “Think tank”, de 2003.

Também o primeiro disco com o guitarrista Graham Coxon desde “13”, de 1999. Ele havia saído meses antes de o Blur compor “Think Tank”, por conta de desentendimentos com o vocalista Damon Albarn.

Em fevereiro, quando confirmou o lançamento do disco, o grupo divulgou a música “Go Out”, presente em “The Magic Whip”, para ser ouvida no YouTube.

O Blur chegou a ficar inativado entre 2003 e 2009. Em 2013, a banda veio ao Brasil como atração principal do Planeta Terra Festival e fez um grande show na cidade de São Paulo.

Em 2015, o grupo anunciou turnê por países da América do Sul, com shows em Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina) e até Córdoba, também no país-vizinho.

Veja abaixo o clipe de “I Broadcast”:

05
jun
15

Blur relembra videogames antigos em clipe da música ‘Ong Ong’

Blur no novo clipe - Foto: Reprodução YouTubeO Blur lançou no dia 3 de junho o clipe da faixa “Ong Ong”, presente no álbum “The Magic Whip”, que chegou para os fãs oficialmente em abril. O clipe relembra videogames antigos e traz os integrantes da banda fantasiados.

A direção do vídeo é de Tony Hung, que contou também com os diretores de animação Layla Atkinson e Pete Mellor.

“The Magic Whip” é o primeiro disco de estúdio do Blur em 12 anos e sucedeu “Think tank”, de 2003.

Também o primeiro disco com o guitarrista Graham Coxon desde “13”, de 1999. Ele havia saído meses antes de a banda compor “Think Tank”, por conta de desentendimentos com o vocalista Damon Albarn.

Em fevereiro, quando confirmou o lançamento do disco, a banda britânica divulgou a música “Go Out”, presente em “The Magic Whip”, para ser ouvida no YouTube.

O Blur chegou a ficar inativado entre 2003 e 2009. Em 2013, a banda veio ao Brasil como atração principal do Planeta Terra Festival e fez um grande show na cidade de São Paulo.

Veja abaixo o clipe de “Ong Ong”:

22
abr
15

Blur libera íntegra de novo álbum para audição

Blur - Reprodução da Capa do novo álbumO Blur liberou a íntegra do novo álbum para audição nesta quarta-feira, dia 22 de abril. “The Magic Whip” será lançado oficialmente no dia 27 de abril, mas poderá ser ouvido em sua totalidade nesta semana no iTunes.

Para o fã conseguir escutar, é necessário ter o programa da Apple instalado no computador.

O link para conseguir é este aqui.

“The Magic Whip” é o primeiro disco de estúdio do Blur em 12 anos.  O novo trabalho sucederá “Think tank”, de 2003.

É  também o primeiro disco com o guitarrista Graham Coxon desde “13”, de 1999. Ele havia saído meses antes de a banda compor “Think Tank”, por conta de desentendimentos com o vocalista Damon Albarn.

A produção do álbum novo será de Stephen Street. Gravado em um estúdio de Hong Kong, o novo trabalho contará com 12 faixas.

Em fevereiro, quando confirmou o disco, a banda britânica lançou a música “Go Out”, presente em “The Magic Whip”, para ser ouvida no YouTube.

O Blur chegou a ficar inativado entre 2003 e 2009. Em 2013, a banda veio ao Brasil como atração principal do Planeta Terra Festival e fez um grande show na cidade de São Paulo.

04
abr
15

Manic Street Preachers – O lado subversivo do britpop

Manic Street Preachers - Foto: DivulgaçãoPor Caio de Mello Martins*

Uma das bandas mais hypadas e polêmicas no cenário musical britânico dos Anos 90, aqui no Brasil, os Manic Street Preachers, se muito, encaixam uma ou duas músicas entre os clássicos de Britpop mais celebrados. É comum notar que mesmo fãs mais ardorosos do estilo, que costumam contar a história da própria vida por meio de versos de Oasis, Blur e Pulp, não conhecem a fundo a obra da banda.

Conta bastante para isso o fato de que os Manics (como são apelidados) são a ovelha negra do Britpop. A começar pela origem – a banda nasceu no País de Gales e se infiltrou no circuito londrino e cosmopolita do gênero. E, enquanto os grupos mais conhecidos bebiam do inventário musical inglês acumulado ao longo de 30 anos de tradição, os Manics tinham – ao menos no início – uma sonoridade decididamente americana.

Pode-se dizer que eles percorreram o caminho contrário da linha evolutiva do rock – uma banda punk a princípio, gritando palavras de ordem contra uma engessada parede de quatro acordes e se apresentando com trajes de guerrilha adornados com slogans em stencil, a banda posteriormente firmou suas raízes estéticas no glam rock, um dos pais do punk.

A mudança foi operada no final dos Anos 80, quando seus integrantes piraram o cabeção com “Appettite for Destruction”, do Guns N’ Roses, e outras bandas hair metal mais dadas a escândalos, como o Hanoi Rocks. A partir daí, o compositor principal e guitarra solo James Dean Bradfield se converteu numa máquina incontrolável de riffs de hard rock, temperados com solos memoráveis (daqueles que você canta nota por nota) cheios de licks espertos. Enquanto isso, seus companheiros Richey Edwards (guitarra base), Nicky Wire (baixo) e, em menor medida, Sean Moore (batera) trocaram o look Clash 77’ por batons, delineadores, peles e muito glamour, meu bem.

Riffeira de hard rock e visual andrógino formam uma receita pra lá de manjada desde os Stones, e que produziu uma profusão de bandas-clones na época. James Dean Bradfield podia ser (e é) um ótimo compositor, mas o que diferenciava mesmo o grupo era Richey Edwards, uma das figuras mais enigmáticas do rock.

Debaixo de toda a frivolidade juvenil de seu visual, jazia um devorador de livros calcado na mais niilista, amarga e inquietante filosofia política do pós guerra. Aderindo à estratégia de sabotagem cultural extraída de pensadores situacionistas como Raoul Vaneigem e Guy Debord, Richie sabia que a crítica ao sistema só poderia alcançar as massas se feita dentro da lógica da sociedade do espetáculo.

Sua diversão era montar uma espécie de “oxímoro hard rock”: contrapostas à viril e vibrante sonoridade, estavam imagens de holocausto, bombas atômicas, anorexia, suicídio e outros sintomas de barbárie presentes no inconsciente da frágil civilização ocidental, montada em cima de anos de guerra, violência e exploração de desigualdade social. Os batons e o olhar cheio de fatigue dos seus membros ganhavam contornos subversivos, quando usados para cantar a banalidade cotidiana de uma sociedade que só se realiza por meio do consumo e, estéril do ponto de vista da práxis, depende de figuras públicas fabricadas pelo marketing politico e pela indústria cultural para se ver representada. Sacou?

Claro que nada disso era expressado de modo muito explícito. Como porta voz da banda, Richey gostava de manipular a imprensa musical (que naquela época ainda era “O” grande filtro cultural e comportamental para jovens britânicos) com declarações jocosas e escândalos que geravam polarização do publico — a favor ou contra, o importante era ter exposição. Hoje isso seria impensável, mas em 1991 Richey resolveu mutilar seu braço com um canivete para escrever a frase “4REAL”, em resposta a um crítico da NME que questionou sua sinceridade. Sobre a nostalgia da psicodelia na Inglaterra, revivida graças ao sucesso das bandas Shoegazecomo Verves e Slowdive, Richey declarou que “sempre odiaremos mais o Slowdive que Hitler”. Em típica bravata, a banda anunciou que iria ultrapassar o début dos Guns N’ Roses em vendas e fazer a maior turnê mundial de todos os tempos (uma volta ao mundo sobre palcos apelidada de “from Bangkok to Saigon”) para, “heroicamente”, decretar o fim de sua existência, tão fugaz quanto a vida útil de uma Coca-Cola.

Não foi exatamente o que aconteceu. “Generation Terrorists”, o primeiro álbum da banda lançado pela EMI em 1992, rendeu a banda um disco de ouro na Grã Bretanha e um nada impressionável 17o lugar para o principal single, “Motorcycle Emptyness”. Tampouco foi o canto de cisne da banda, que no ano seguinte já estava lançando a sequência, “Gold Against The Soul”. Não obstante, é um raro caso de vida intelectual ativa no hard rock. As letras de Richey, uma tortura auto-expiativa, revelam sua implacável (e paranóica) compreensão do mundo contemporâneo, apresentando-o como uma pantomima infame que anula qualquer possibilidade de autenticidade e autonomia critica. James, por sua vez, é dono de uma privilegiada musicalidade, capaz de transformar letras intrincadas em grandes melodias pop.

Como guitarrista, sua criatividade em encaixar riffs infalíveis de puro hard rock oitentista fica patente em faixas como “Condemned to Rock ‘n’Roll”, “Slash N’ Burn” e “So Dead”. Apesar de irregular em sua consistência, o álbum impressiona pela ambição artística: citações de Camus, Rimbaud, Nietzsche e George Orwell acompanham as faixas no encarte.

Pensado como um grande “Happening” para chacoalhar a indústria cultural em suas entranhas, Generation Terrorists nao alcançou seu objetivo inicial e, com isso, restou a banda a (cínica) luta para honrar seu contrato com a EMI e manter-se relevante no mercado. Em seu segundo álbum, a banda tentou atualizar seu som com ogroove que assolava as paradas mundiais graças a lançamentos inescapáveis como “Screamadelica” e “Achtung Baby”. Fora a diluição do som, o que estava fazendo a banda ruir eram os terríveis surtos de depressão de seu problemático mentor.

Em suas crises, Richey sofria de anorexia, praticava automutilação e se afundava no alcoolismo. Dúvidas pairam sobre a contribuição musical de Richey para a banda – em mais de uma vez, foi flagrado em shows com sua guitarra desplugada – entretanto seu total estado de embriaguez obrigou a banda a cancelar alguns shows em 1993. Muito embora já tivesse escrito material o bastante para garantir ao menos 80% das letras do próximo álbum, Richey vivia entrando e saindo de clinicas e, afora tenha assinado a concepção artística da futura obra, esteve em grande parte afastado de seu processo criativo.

Nessas reviravoltas que fazem do rock algo tão apaixonante – e reviravoltas não faltam para os Manics – a banda lancou em 1994 o que ficou conhecido como sua obra-prima. “The Holy Bible” possui letras que revelam uma fragilidade tão intima quanto desconcertante, opiniões e imagens tão genuínas quanto abomináveis – e por conta deste fluxo continuo de verdades tão sinceras quanto poéticas, arrebatam o ouvinte por sua humanidade. Sonoricamente, é um animal bem diferente dos Manics ao qual o público inglês havia se familiarizado.

Pode-se considerar “The Holy Bible” o primeiro álbum de Britpop, reconectando-os  ao panteão do rock inglês — um pop desconstruído, é verdade, ainda que James Bradfield não tenha perdido em absoluto sem grande dom por solos melodiosos (antes de dizer que estou babando ovo, ouça “Archives of Pain”). Ecos de Joy Division, Gang of Four, Simple Minds (os primeiros álbuns) e Siouxsie And The Banshees se revelam a cada ritmo fraturado, a cada textura abrasiva, e também na ambiência fantasmagórica criada como contexto para as assombrosas e gráficas confissões de Richey: anorexia, violência institucionalizada e misantropia aparecem sem recalques nem auto-comiseração. Fãs de Nirvana podem notar um macabro paralelo entre “The Holy Bible” e a ultimo gesto criativo de Kurt Cobain, “In Utero”.

A ênfase no macabro explica-se: seria o ultimo álbum antes que Richey desaparecesse sem deixar rastros e antes que o trio se reinventasse como uma instituição do Britpop, ressurgindo com hinos açucarados do estilo que nem de longe lembra o som agressivo e a pose atrevida de outrora.

Richey foi dado como morto pela família em 2008, após treze anos de sumiço. Investigações dão conta que em 1995, quando tinha 27 anos, o artista sacou diariamente 200 libras durante as duas semanas anteriores a seu desaparecimento. Em 1o de fevereiro, mesmo dia em que deveria embarcar com James para a turnê norte-americana, Richey fechou a conta do hotel onde estava em Londres e dirigiu para Cardiff, capital do País de Gales. Há ainda a declaração de um taxista que, uma semana depois, o teria pegado como passageiro em Newport, País de Gales, e o deixado perto da ponte Severn, local nas proximidades da cidade inglesa de Aust e um conhecido ponto de suicidas. Seu carro, encontrado perto da ponte, foi dado como abandonado no dia 14. Fãs alimentam a lenda clamando terem visto Richey em lugares tao dispares quanto Goa e as Ilhas Canarias, mas nenhuma dessas alegações foi confirmada.

Um posfácio apócrifo para essa formação dos Manics, que tanto se arriscou em termos de criatividade e brilhou com talento e coragem. Merece, certamente, a atenção de qualquer pessoa minimamente interessada em entender a passagem dos anos 80 para os 90 e em conhecer os voos roqueiros sobre a metalinguagem da arte.

Para relembrar o Manic Street Preachers, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com os das músicas “Born To End” e “Archives of Pain”. Para fechar, uma matéria na TV inglesa sobre o desaparecimento de Richey James, onze meses após o fato.

*Caio de Mello Martins é amante do bom e velho rock n’ roll, jornalista e precisa do estilo para manter a sanidade mental
20
fev
15

Blur anuncia lançamento para abril do primeiro álbum em 12 anos e divulga nova música

Blur - Reprodução da capa do disco "The Magic Whip"Depois de 12 anos sem gravar um álbum de estúdio, o Blur anunciou que romperá o hiato em 2015. “The Magic Whip” é o nome do disco novo, que tem data de lançamento prevista para o dia 27 de abril.

O grupo britânico também aproveitou para lançar a faixa “Go Out”, que já pode ser ouvida no YouTube e que já pode ser adquirida no iTunes, onde a pré-venda do novo álbum também já está sendo realizada.

“The Magic Whip” sucederá “Think tank”, de 2003.

A produção do disco novo será de Stephen Street. Gravado em um estúdio de Hong Kong, o novo trabalho contará com 12 faixas.

Detalhe interessante é que o álbum será o primeiro com o guitarrista Graham Coxon desde “13”, de 1999.

Ele havia saído meses antes de a banda compor “Think Tank”, por conta de desentendimentos com o vocalista Damon Albarn.

Além das novidades de estúdio, o Blur anunciou que fará uma apresentação em junho no Hyde Park, em Londres.

Considerada uma das bandas mais importantes do britpop, o Blur chegou a ficar inativado entre 2003 e 2009. Em 2013, a banda veio ao Brasil como atração principal do Planeta Terra Festival e fez um grande show na cidade de São Paulo.

Escute abaixo a nova música “Go Out”, por meio do lyric video disponibilizado no YouTube:

24
nov
14

5 anos de Roque Reverso!!!

Sim, queridos leitores!!! O Roque Reverso faz aniversário neste dia 24 de novembro de 2014. Desta vez, chegamos a 5 anos de existência, apesar de toda essa coisa parecer que começou ontem. Inicialmente criado apenas como uma curtição por dois jornalistas fãs de rock n’ roll, este veículo continua conquistando cada vez mais espaço entre os fãs do estilo musical e nosso desejo é de que ele permaneça rompendo fronteiras e trazendo ainda mais gente para acompanhar nosso trabalho.

Mesmo mais velhos, tudo aqui continua como sempre ou segue melhorando! Você pode acompanhar os mais recentes lançamentos de diversas vertentes do rock; ver algumas curiosidades de alguns dos astros do estilo musical; além de ter acesso à cobertura dos grandes shows que passam pelo País ou daquelas apresentações que os veículos mais badalados pouco prestigiam, especialmente as do rock mais pesado.

Além da página tradicional na internet, o Roque Reverso também está no Facebook e no Twitter,  locais onde, muitas vezes, a comunicação é feita de uma maneira mais rápida, por meio do espaço Curtas do Roque Reverso.

No Facebook, temos uma galeria de fotos de shows que acompanhamos. A maioria dessas fotos são fornecidas pelas organizadoras das apresentações e mostra excelentes trabalhos de grandes profissionais. Há um álbum específico para cada show e as atualizações sempre estão acontecendo!

Como sempre fazemos, gostaríamos de agradecer a você, leitor, por escolher o Roque Reverso como uma fonte de informação. Também não podemos deixar de lembrar da força que os parceiros de longa data, o renomado site Whiplash! e o prestigiado Combate Rock, costumam dar, quando aproveitam nosso material!!

Voltamos a agradecer também aos amigos que sempre nos incentivaram; aos outros novos amigos que sempre conhecemos em shows de rock e arriscaram entrar aqui para conhecer nossos textos; e ao grupo de amigos online que nunca vimos pessoalmente, mas que participa das nossas discussões deste espaço ativamente, seja na página da internet, no Facebook ou no Twitter.

Para comemorar os 5 anos do Roque Reverso, decidimos dar 4 presentes descolados no YouTube com shows legais e longos de bandas realizados em 2014.

Fique inicialmente com a apresentação que o Queens of The Stone Age realizou no festival alemão Rock Am Ring. Depois, veja o show surpresa que o Foo Fighters realizou em Chicago. Na sequência, assista a uma apresentação do Arctic Monkeys no Lollapalooza de Chicago. Para fechar, veja um show do Black Sabbath no Hyde Park, em Londres.




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