Archive for the 'Robert Trujillo' Category

16
nov
19

Festival com Infectious Grooves que havia sido cancelado acontece no domingo, 17 de novembro, em SP

Para quem havia perdido a esperança de ver o Infectious Grooves no Brasil, a boa notícia é que o festival, que tinha a banda como atração principal em São Paulo e havia sido cancelado, vai acontecer no domingo, 17 de novembro, na capital paulista.

O Infectious Grooves será o headliner do 1ª Sick Bastard Social Fest. O festival, que anteriormente seria realizado no dia 17 de novembro, no Espaço das Américas, acontecerá na mesma data, mas no Parque da Juventude.

A boa notícia não termina aí, já que, agora, diferente de anteriormente, o evento será gratuito, desde que o fã doe 1 quilo de alimento não perecível e reserve o ingresso no site da Eventim.

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09
abr
17

Filho de 12 anos do baixista do Metallica substituirá membro do Korn em turnê sul-americana

Tye Trujillo - Foto: Chloe TrujilloO Korn divulgou comunicado aos fãs com a informação de que o baixista Reginald “Fieldy” Arvizu, por causa de “circunstâncias imprevistas”, não poderá acompanhar o grupo na turnê sul-americana que será realizada neste mês de abril. Para o lugar de “Fieldy”, a banda norte-americana anunciou ninguém menos que Tye Trujillo, garoto de 12 anos que é filho de Robert Trujillo, baixista do Metallica.

Para muitos, a notícia poderia ser recebida como uma brincadeira, mas, para quem já viu o menino tocar, é bom preparar o queixo para ele não cair rápido demais. Praticamente uma miniatura do pai, Tye Trujillo é daqueles meninos-prodígio que parecem ter todo um futuro muito claro de sucesso.

O garoto já toca numa banda de meninos, a The Helmets. Em vídeos facilmente encontrados no YouTube, dá para conferir que a molecada enche de esperança que gosta do bom e velho rock n’ roll, em um momento no qual o estilo vem passando por uma período crítico de renovação e com poucas bandas novas capazes de criar algo marcante.

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26
mar
17

Em show excelente em SP, Metallica lota autódromo e mescla boas músicas do novo álbum com clássicos da carreira

Metallica em SP no Autódromo de Interlagos - Foto: Divulgação MetallicaO Metallica se apresentou no sábado, dia 25 de março, em São Paulo, no Autódromo de Interlagos, e proporcionou um excelente show aos devotados fãs. Mesclando as boas músicas do ótimo novo álbum “Hardwired… to Self-Destruct” com clássicos da carreira, a banda norte-americana de thrash metal levou ao êxtase a plateia que lotou e quebrou recorde de público no festival realizado na capital paulista que nunca havia tido uma banda ligada ao heavy metal como headliner.

Cerca de 100 mil pessoas estiveram no sábado no evento, público jamais visto numa única noite naquele festival. Seguramente, de 70 mil a 80 mil pessoas estavam em volta do palco onde o Metallica fez seu ótimo show. Foi uma invasão histórica dos fãs da banda. Eles tingiram de preto o festival dos descolados de camisas coloridas e roupas modernas e mostraram, pela enésima vez, como os seguidores do heavy metal são fiéis.

Foi a primeira vez que o Metallica tocou num festival em São Paulo. Antes disso, a banda havia se apresentando na capital paulista apenas em turnês próprias: em 1989, 1993, 1999, 2010 e 2014. Fora de São Paulo, o grupo já havia se apresentado no Rock in Rio em três oportunidades: em 2011, 2013 e 2015.

O show de 2017 em Interlagos foi seguramente o melhor da banda desde a histórica apresentação no Rock in Rio em 2011. Depois de superar problemas com a chuva em 2014 em São Paulo e de superar problemas técnicos de som no festival da capital fluminense em 2015, o Metallica fez um show coeso, seguro e de acordo com o histórico matador da banda em apresentações ao vivo.

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22
set
15

Metallica supera problemas de som, toca ‘The Frayed Ends of Sanity’ e faz show digno no Rock in Rio

James Hetfield, do Metallica, no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash O Metallica fechou a primeira das três noites do Rock in Rio 2015 dedicadas ao rock pesado com a competência de sempre ao vivo. Bastante prejudicado por problemas de som vergonhosos e inadmissíveis do enorme festival realizado na capital fluminense, o grupo norte-americano de thrash metal superou as adversidades e, no saldo final, entregou aos fãs uma apresentação digna e de qualidade, mantendo uma tradição já vista no mesmo festival em 2013 e no inesquecível ano de 2011.

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18
jan
15

Metallica divulga foto no Instagram e alimenta especulação sobre gravação de novo álbum

Robert Trujillo, do Metallica - Foto: DivulgaçãoBastou a divulgação de uma foto no Instagram para que o Metallica provocasse uma enxurrada de especulações sobre a gravação de seu tão aguardado novo álbum. A foto liberada traz o baixista Robert Trujillo tocando em frente a uma mesa de som num estúdio.

Atrás dele, uma pessoa (seria o baterista Lars Ulrich ou o guitarrista e vocalista James Hetfield?) faz o símbolo clássico do heavy metal.

Note que não houve comunicado do grupo na página oficial tampouco no Facebook ou no Twitter. Apenas, a liberação da foto.

A expectativa dos fãs do Metallica é muito grande por um novo disco. Tudo porque o último álbum de inéditas exclusivo da banda norte-americana de thrash metal foi “Death Magnetic”, de 2008.

Depois de “Death Magnetic”, o Metallica chegou a lançar o disco “Lulu”, em outubro de 2011.

“Lulu”, na verdade, foi anunciado como um projeto e trazia o grupo com nada menos que Lou Reed, que morreu praticamente dois anos depois, em 2013.

Além de “Lulu”, a banda lançou o bom EP “Beyond Magnetic”, que trouxe sobras do próprio “Death Magnetic”.

Quem acompanha o Metallica sabe que o grupo não ficou parado neste tempo. Além de “Lulu” e “Beyond Magnetic”, a banda lançou o filme em 3D “Metallica Through the Never”, veio no Rock in Rio brasileiro duas vezes (em 2011 e 2013), fez shows históricos com Slayer, Megadeth e Anthrax no que foi chamado de Big Four, tocou na Antártida e entrou para o Livro dos Recordes, lançou a própria gravadora e fez shows especiais de 30 anos de carreira com convidados históricos, só para citar uma parte das tarefas executadas.

Em 2014, pouco antes de fazer mais um show em São Paulo na turnê especial “By Request”, o Metallica lançou a música inédita “Lords of Summer” no começo da perna sul-americana da turnê e a faixa agradou a maioria dos fãs.

Por enquanto, não há informação alguma sobre datas do provável novo álbum. Tampouco a confirmação oficial de que ele está sendo gravado. A ver…

26
mar
14

Metallica supera chuva insistente e traz show de alta qualidade para 65 mil em SP

O Metallica voltou depois de quatro anos a São Paulo e realizou um grande show no dia 22 de março no Estádio do Morumbi. Para um púbico de 65 mil pessoas, a banda norte-americana de thrash metal superou com peso, técnica e qualidade uma chuva fina e insistente que caiu durante praticamente toda a apresentação, marcada também pela ausência dos tradicionais efeitos pirotécnicos que costumam ser vistos nas performances do grupo.

Como havia prometido, o Metallica trouxe para a capital paulista o show inovador que é marcado por um novo conceito, no qual o fã escolhe o set list executado. Foram 17 músicas eleitas pelo público, além da canção nova “Lords of Summer”.

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29
set
13

Metallica manteve o domínio de 2011 e fez um dos melhores shows do Rock in Rio 2013

Redação RЯ 

Dizer que o Metallica é quase imbatível no palco é praticamente “chover no molhado” e, no Rock in Rio 2013, a banda norte-americana de thrash metal voltou a mostrar o motivo pelo qual é considerada a maior do heavy metal na atualidade e uma das mais badaladas de todo o rock. Mantendo a receita de 2011, quando fez um show histórico e inesquecível para 100 mil felizardos, o grupo fez uma grande apresentação para os 85 mil fãs presentes na capital fluminense em plena quinta-feira, dia 19 de setembro.

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30
set
11

Metallica fez show empolgante, trouxe set list impecável e escreveu de vez seu nome na história do Rock in Rio

Atração mais esperada do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2011, o Metallica correspondeu às expectativas e conseguiu realizar no domingo, dia 25 de setembro, um show extremamente empolgante na capital fluminense, onde não tocava desde 1999. A banda norte-americana de thrash metal trouxe um set list impecável recheado de clássicos para mais de 100 mil pessoas, mostrou energia digna dos velhos tempos e escreveu definitivamente seu nome com letras gigantes na história do festival.

Sem a menor sombra de dúvida, foi um dos maiores shows já vistos em solo brasileiro, ao lado de outras apresentações espetaculares observadas em edições anteriores do próprio Rock in Rio, como as do AC/DC, do Iron Maiden e do Queen, todas no longínquo ano de 1985.

O Roque Reverso presenciou mais uma vez ao vivo a apresentação do Metallica, que há anos sonhava em participar de uma edição do Rock in Rio em seu lugar original. Desde os primeiros acordes, a emoção dos músicos da banda era evidente e eles pareciam querer dizer: “Este festival de 2011 é nosso e ninguém vai nos superar.”

Numa noite que teve o grande Motörhead como uma das bandas de abertura no Palco Principal, a ameaça maior ao império do Metallica veio da sensacional e brutal apresentação feita pelo Slipknot, que conseguiu hipnotizar a plateia como poucos grupos haviam conseguido no Brasil em festivais. Após o show do grupo mascarado, pipocaram perguntas na plateia que colocavam em dúvida o poder do Metallica para fazer uma apresentação ainda mais marcante.
O primeiro sinal já veio durante os testes de intrumentos, quando, na primeira pancada da bateria, o público tomou um grande susto com a altura daquilo, que mais parecia uma explosão de uma pequena bomba.

Resenha RIRTestes encerrados, as luzes se apagaram e começou a tradicional introdução de “The Ecstasy of Gold”, de Ennio Moricone, acompanhada de imagens no telão do filme “Três Homens em Conflito”, de Sérgio Leone.

Foi quando as primeiras batidas de “Creeping Death” enlouqueceram o público que começou a cantar já na introdução da ótima música do álbum “Ride the Lightning”.

Se o som do Rock in Rio já surpreendia pela qualidade, atingiu níveis impressionantes a partir daquele momento, num volume bem maior do que o observado nos shows anteriores. Para deixar tudo ainda melhor, James Hetfield (vocal e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo) vieram ao palco com a faca nos dentes, para mostrar que quem mandava no pedaço era o Metallica. O público, por sua vez, fazia o seu papel e cantava a plenos pulmões, dando também um espetáculo à parte.

Sem deixar a plateia respirar, Trujillo tirou de seu baixo os primeiros acordes distorcidos de “For Whom The Bell Tolls”, do mesmo álbum clássico da banda. Figura que trouxe um espírito de renovação ao grupo, o baixista mostrou que continua estraçalhando em seu instrumento, enquanto James, Lars e Kirk davam continuidade ao ótimo show, que teria na sequência a música “Fuel”, do álbum “Reload”, acompanhada de labaredas imensas que esquentaram toda a região próxima ao palco.

James Hetfield parecia uma criança e não fazia questão alguma de esconder o sentimento de satisfação por estar diante de 100 mil pessoas no maior festival do planeta. Ao término de “Fuel”, ele aproveitou para iniciar sua primeira conversa mais longa com o público presente. “Vocês estão se sentindo bem?”, perguntou, enquanto trocava sua lendária guitarra branca por uma preta. “Eu estou me sentindo melhor”, disse, para, na sequência, o grupo iniciar a música  “Ride the Lightning”, que fez todos delirarem.

A próxima música foi a eternamente bela “Fade to Black”, que representou o quarto sucesso do dia do mesmo álbum “Ride the Lightning”, para alegria de todos os fãs mais antigos. Foi no final desta canção que James cometeu um erro incrivelmente pouco comum, já que esqueceu de ativar a distorção para a guitarra, deixando o instrumento momentâneamente com um som sem impacto.

Aquele não seria o único erro do vocalista e guitarrista durante o show e isso surpreendeu muita gente, pois James Hetfield, considerado um dos maiores ícones da história do metal, sempre teve desempenho impecável nas apresentações. Ele tomou um susto e retomou rapidamente com as condições normais de peso para, depois, tirar humildemente sarro de si próprio, provando que até os perfeccionistas,como ele, também cometem suas gafes.

Na sequência, James disse impressionado que o público estava cantando as músicas num volume muito alto, mas que, para ele, tudo estava ok, já que quanto mais alto, melhor. Acrescentou que aquela era a melhor noite do festival por causa das boas bandas presentes e que se sentia honrado em tocar com elas, especialmente com o padrinho do heavy metal Lemmy, do Motörhead. Nem é preciso dizer que o público veio abaixo com tamanha simpatia e humildade do líder do Metallica, nada menos que o headliner da noite.

A passagem do Metallica pelo Rio ainda fazia parte da turnê de divulgação do álbum “Death Magnetic”. E, para este detalhe importante não ficar de fora, o grupo trouxe uma dobradinha com duas boas músicas do disco: “Cyanide”, que contou com ótima participação do público, e “All Nightmare Long”, a mais pesada do disco, que não deixou a energia do show cair e abriu caminho para um grande hit do grupo: “Sad But True”, do clássico “Black Album”, que foi cantada do início ao fim pela plateia.

Voltando um pouco no tempo, o Metallica trouxe ao show duas músicas do excelente álbum “Master of Puppets”. A primeira foi a sempre emocionante “Welcome Home (Sanitarium)”, que, como poucas, consegue intercalar perfeitamente o peso e a característica melodiosa do grupo. A segunda foi um dos grandes momentos da apresentação, nada menos que a instrumental “Orion”, tão pouco tocada em shows durante toda a carreira da banda.

Hipnotizado, o público viu James apresentar a banda, Lars Ulrich iniciar a música e Robert Trujillo dar uma aula em seu baixo, lembrando os acordes históricos construídos pelo falecido e saudoso baixista Cliff Burton, que jamais saiu da mente dos fãs mais antigos do Metallica e que é um dos responsáveis por toda a técnica marcante que o grupo consolidou em 30 anos de carreira. Quem estava na Cidade do Rock, com certeza, jamais esquecerá aquele momento, um verdadeiro sonho realizado por este que vos escreve.

Após James Hetfield dedicar a música a Cliff Burton e receber a aprovação imediata da plateia, o Metallica saiu brevemente do palco, que ficou completamente na escuridão. Foi quando o barulho de helicópteros e bombas começou a dominar o local, acompanhado por explosões e fogos. Era a megaclássica “One”, executada com maestria pelo grupo, que emendou logo em seguida outra que não pode ficar de fora do set list: “Master of Puppets”, música que trouxe a banda afiadíssima, especialmente na dobradinha de guitarras de James e Kirk.

A sequência do show ainda abriria espaço para mais uma música do ótimo álbum “…And Justice for All”. James trocou sua guitarra e trouxe novamente a clássica de cor branca para tocar nada menos que a sensacional “Blackened”, que contou com mais uma aula de thrash metal da banda e labaredas enormes que fizeram aumentar a temperatura de toda a área próxima ao palco.

Com o jogo mais do que ganho, o Metallica trouxe em seguida dois de seus maiores hits, ambos do “Black Album”. O primeiro, depois de uma introdução solo de Kirk Hammett, foi “Nothing Else Matters”. Foi a música mais leve de todo o show, mas fez 1oo mil headbangers cantarem uma balada numa única voz.

Depois, foi a vez de “Enter Sandman”, que manteve a tradição recente de ser a música cantada com mais empolgação pela plateia nos shows do Metallica. Você pode até questionar se ela foi o ponto de partida para a banda tomar um rumo mais comercial, mas jamais poderá questionar a qualidade do riff marcante criado por Kirk Hammett.

A banda encerrou o show, foi aplaudida por todos e deixou o palco. É claro que todos sabíamos que faltava mais coisa para tocar. O público, por sua vez, só gritava sem parar as três simples palavras: “Seek and Destroy, Seek an Destroy, Seek and Destroy.”

Mas era o momento do show reservado para covers. O sonho de grande parte dos presentes era ver o Metallica tocando uma música do Motörhead, na companhia de Lemmy. Este sonho não se concretizou, mas a banda presenteou os fãs com simplesmente “Am I Evil?”, do Diamond Head, que também não era tocada no Brasil há muito tempo, desde a primeira passagem do grupo por aqui, em 1989!

Não bastasse o grande presente com a grande música, o Metallica tirou do baú outro megaclássico que surpreendeu muitos fãs: “Whiplash”, do primeiro álbum “Kill ‘ Em All”, que não era tocada no Brasil desde que a banda veio a São Paulo em 1993, pela turnê do “Black Album”.

Terminada a paulada sonora, James brincou com a plateia, fazendo um gesto de que era hora de dormir e ir embora. Para aumentar ainda mais a ansiedade, ele fingiu que daria a guitarra ao rodie e deixaria o palco, mas seguiu os apelos da galera e anunciou “Seek & Destroy”. Foi quando grandes bolas de plástico pretas foram jogadas para o público e o Metallica executou seu clássico eterno com perfeição, com direito a todas as luzes da Cidade do Rock acesas, a pedido de James.

Hotel Urbano

Com esta música chegava ao fim mais uma grande apresentação do Metallica no Brasil. A banda ainda demorou um bom tempo para deixar o palco, já que fez questão de agradecer o carinho do público brasileiro e ainda distribuiu palhetas e baquetas para quem estava mais próximo, na fila do gargarejo. De presente, a banda ganhou de um grupo de fãs uma enorme bandeira branca que tinha um desenho em homenagem a Cliff Burton, cuja data de morte faz 25 anos em 2011.

Foi, sem a menor dúvida, o melhor show do Rock in Rio e, ao lado das demais apresentações da Noite do Metal, conseguiu honrar o nome do festival, tão criticado pelo número reduzido de atrações ligadas ao rock. Tecnicamente, a apresentação ainda ficou ligeiramente atrás da realizada em São Paulo, no ano passado, no dia 30 de janeiro. Mas, quando o assunto é set list, vibração e espetáculo, o show na capital fluminense não ficou devendo nada e, para muitos, foi o melhor do Metallica em solo brasileiro em toda a história.

Com o passar dos dias, as imagens daquela noite ainda não saíram totalmente da mente deste que vos escreve. Não há como cravar com certeza absoluta que esta foi a melhor performance do Metallica por aqui, mas, sem a menor dúvida, é possível dizer que a apresentação no Rock in Rio jamais será esquecida por quem esteve lá ou por quem assistiu ao show pela TV. Definitivamente, o grupo de thrash metal de James, Lars, Kirk e Rob escreveu seu nome na história do festival e se juntou a outros grandes nomes que passaram por ali.

Para reviver o grande show do Metallica no Rock in Rio, o Roque Reverso descolou uma série de vídeos no YouTube. Abaixo, você pode ver a abertura, com “The Ecstasy of Gold” e “Creeping Death” e outros vídeos, como os de “For Whom the Bell Tolls” e “Ride the Lightning”, além de um vídeo que traz o momento mágico com “Orion”. Também temos o bis do show, cortado pela Rede Globo: um vídeo com “Am I Evil?” e “Whiplash” e outro com o final apoteótico de “Seek & Destroy”. Se você deseja ver as mais de duas horas de show na íntegra, há no mesmo YouTube esta opção neste link ou no último vídeo deste post. Simplesmente inesquecível! Mega Fucking Great!

Set list

Creeping Death
For Whom the Bell Tolls
Fuel
Ride the Lightning
Fade to Black
Cyanide
All Nightmare Long
Sad But True
Welcome Home (Sanitarium)
Orion
One
Master of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman

Am I Evil?
Whiplash
Seek & Destroy




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