Archive for the 'Pearl Jam' Category

21
out
17

Lollapalooza 2018 terá Red Hot na sexta, Pearl Jam no sábado e The Killers no domingo

Lollapalooza 2018 - Reprodução do cartaz de divulgaçãoA produção do Lollapalooza anunciou no dia 18 de outubro a divisão por data das atrações dos festival que será realizado em 2018 em São Paulo. No mesmo dia, os organizadores informaram que estava liberada a venda do Lolla Day, que é o ingresso diário do evento para quem não quer adquirir o pacote para todos os dias.

Diferente das edições anteriores, que tiveram dois dias, o Lollapalooza 2018 ter acontecerá numa sexta, sábado e domingo, respectivamente nos dias 23, 24 e 25 de março do ano que vem. O local será o mesmo das edições recentes: o Autódromo de Interlagos.

Red Hot Chili Peppers e LCD Soundsystem são os headliners do dia 23 de março. Pearl Jam e Imagine Dragons são os do dia 24. The Killers e Lana Del Rey, são os headliners do dia 25 de março.

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01
out
17

Pearl Jam, Red Hot, The Killers, Imagine Dragons, Lana Del Rey e LCD Soudsystem serão headliners do Lollapalooza 2018

Os organizadores do Lollapalooza anunciaram no dia 27 de setembro a lista completa de atrações para a edição de 2018 em São Paulo. Pearl Jam, Red Hot Chili Peppers, The Killers, Imagine Dragons, Lana Del Rey e LCD Soundsystem são os headliners.

Outros nomes de destaque do rock são David Byrne, Liam Gallagher, Volbeat e o Royal Blood.

No restante da extensa lista, numa mistureba de estilos, estão Chance The Rapper, Wiz Khalifa, Dj Snake, The National, Alok, Hardwell, Khalid, Galantis, Mano Brown, Yellow Claw, Dvbbs, Dillon Francis, Mallu Magalhães, Milky Chance, Tropkillaz, Mac Miller, Anderson .Paak & The Free Nationals, Tyler, The Creator, The Neighbourhood, Spoon, Vanguart, Volbeat, Metronomy,  Tiê, Mac Demarco, Zara Larsson, O Terno, Kyle Watson, Cat Dealers, Alan Walker, Ftampa, Jetlag, Alison Wonderland, Sofi Tukker, Deorro e Ego Kill Talent.

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20
jul
16

Supergrupo Temple Of The Dog anuncia reunião para turnê inédita

Temple Of The Dog nos Anos 90 - Foto: DivulgaçãoOs fans das bandas de Seattle tiveram uma grande notícia nesta quarta-feira, 20 de julho. Tudo porque o cultuado supergrupo Temple Of The Dog anunciou uma reunião para inédita turnê.

De quebra, a banda, que nos Anos 90 contava com membros do Soundgarden e do Pearl Jam, informou que vai relançar o primeiro e único disco do projeto, de 1991.

Em comunicado oficial via vídeo e texto, Chris Cornell, do Soundgarden, Stone Gossard, Jeff Ament e Mike McCready (do Pearl Jam) e Matt Cameron (das duas bandas), vieram com a informação de algumas datas de shows.

Todos os compromissos divulgados são, até o momento, nos Estados Unidos: 4 de novembro na Filadélfia; 7 de novembro em Nova York; 11 de novembro em San Francisco; 14 de novembro em Los Angeles; e 20 de novembro em Seattle.

Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, dividiu os vocais com Cornell no clássico “Hunger Strike” nos Anos 90 e chegou a fazer backing em outras faixas do primeiro disco do Temple Of The Dog. No comunicado deste dia 20 de julho, não há nenhuma menção a Vedder.

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31
maio
16

Enquete para Rock in Rio 2017 tem AC/DC, Sabbath, Rush, The Who e outros grandes do rock

Rock in Rio - Reprodução do LogoOs fãs do Rock in Rio cadastrados na lista de e-mails do tradicional festival receberam nesta terça-feira, 31 de maio, uma mensagem com uma enquete sobre as atrações da edição brasileira de 2017. A pergunta, simples e direta, foi a seguinte: “Quem você quer ver no Rock in Rio em 2017?”

No total de 24 alternativas internacionais disponíveis, o fã poderia escolher até 7 nomes, sendo que, 16 deles são representantes do rock ou têm alguma ligação com o estilo musical.

A lista tem os seguintes nomes: AC/DC com Axl Rose, Aerosmith, Black Sabbath, Bon Jovi, Coldplay, David Gilmour, Depeche Mode, Foo Fighters, Iron Maiden, Muse, Pearl Jam, Phil Collins, Red Hot Chili Peppers, Roger Waters, Rush e The Who.

Fora do rock, completam a lista de 24 alternativas os nomes badalados de Beyoncé, Black Eye Peas, Bruno Mars, Justin Bieber, Justin Timberlake, Maroon 5, Rihanna e Taylor Swift.

De acordo com a organização do festival, os nomes são para o Palco Mundo, o principal do Rock in Rio. Os produtores deixam claro que a escolha de bandas para o line-up do festival passa por inúmeras frentes de informação e que a enquete é mais uma delas.

“Por isso, não garantimos que as atrações acima estarão no palco em 2017, mas a gente promete que vai fazer o possível”, destacaram os organizadores. “Estaremos bem atentos aos pedidos de vocês, como sempre estivemos”, acrescentaram.

Se havia ou não dúvidas se a edição de 2017 seria forte, a simples divulgação da enquete já gerou uma ansiedade enorme das redes sociais. Dando uma olhada nos nomes da lista, há alternativas difíceis para uma confirmação, como o Rush, que não costuma tocar em festivais, Roger Waters, que tem uma estrutura de espetáculo que pode encarecer todo o restante do festival ou o Black Sabbath, que dificilmente estenderia os shows da turnê de despedida para 2017, ainda mais poucos meses depois de ter passado pelo Brasil numa tour própria e badalada.

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16
nov
15

Um dia após terror em Paris, Pearl Jam toca ‘Imagine’ para 65 mil em SP em show que merecia DVD

Pearl Jam em SP - Eddie Vedder - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiQuis o destino que o Pearl Jam tivesse uma apresentação na cidade de São Paulo exatamente um dia após os sangrentos ataques terroristas em Paris. Quis o destino que o grupo norte-americano de Seattle fizesse no sábado, 14 de novembro, um show memorável para os paulistanos, englobando de uma só vez suas músicas e letras capazes de emocionar 65 mil presentes no Estádio do Morumbi, sem deixar de passar uma mensagem importantíssima de paz e resistência ao terror.

Com direito a uma mais do que oportuna execução da música “Imagine”, do lendário John Lennon, a banda fez uma apresentação de pouco mais de 3 horas, digna de registro em DVD.

A passagem do Pearl Jam por São Paulo parecia ter sido escolhida por um dedo divino após o massacre em Paris. Na triste Sexta-feira 13 da capital francesa, um dia antes, cerca de 130 pessoas foram mortas em ataques de terroristas que tiveram como local com número maior de assassinados (cerca de 100) a casa de shows Bataclan, justamente quando uma outra banda de rock, o Eagles of Death Metal, iniciava uma apresentação para pessoas que simplesmente queriam se divertir e curtir música.

Após o massacre de Paris, não será novidade se shows de rock, partidas importantes de futebol ou tênis e outros grandes eventos começarem a sofrer restrições em determinados locais na Europa ou passarem a contar com um nível de segurança acima do normal. Shows como o da capital paulista, com 65 mil pessoas, serão palco perfeito para exigências maiores.

Justamente pelo que aconteceu ou pelo que está por vir, um evento lotado em São Paulo funcionou como um foco de resistência vindo também de uma banda de rock, igual ao são e salvo Eagles of Death Metal, que conseguiu escapar do Bataclan antes do massacre. Fazer os povos se intimidarem com o terrorismo é exatamente o objetivo destes grupos radicais. Seguir com a vida normalmente é uma das formas de enfrentá-los.

Bastante conhecido e respeitado pelo forte engajamento em causas nobres, o Pearl Jam era o grupo que estava no sábado no Morumbi. O vocalista Eddie Vedder, um dos símbolos maiores do rock atual, sintetizava o sentimento geral da banda e já expôs ao público o que sentia logo na terceira música do show.

A apresentação começou com cerca de 20 minutos de atraso com as músicas “Long Road” e “Of the Girl”. O palco do Pearl Jam tinha temas simples, mas interessantes, como um arranjo que ficava sobre o grupo no teto e luminárias penduradas em volta que mudavam de cor no decorrer do show. Os telões também eram simples e bem menores, por exemplo, do que os trazidos pelo Metallica ao mesmo Morumbi no ano passado.

Pouco antes de “Love Boat Captain”, Eddie Vedder decidiu fazer um dos seus vários discursos da noite à plateia. Por meio da leitura de um texto inicial de três páginas em português, o vocalista passou uma mensagem emocionada sobre o momento pós-Paris.

“Sentimos que precisamos estar com pessoas. E estamos felizes por estarmos com vocês em São Paulo. Nosso amor vai para todos em Paris”, disse Vedder, com certa dificuldade em razão da emoção, enquanto o telão mostrava a imagem da bateria de Matt Cameron com um desenho da Torre Eiffel. “Temos ainda muito a superar juntos”, acrescentou, tendo uma recepção positiva enorme do público.

Após “Love Boat Captain”, foi a vez de “Do The Evolution”, cuja letra, infelizmente, nunca fica datada e que também se encaixa ao momento atual. “I can kill ‘cause in God I trust, yeah” (“Eu posso matar porque em Deus eu confio, yeah”). Algo familiar?

A turnê do Pearl Jam pelo Brasil em 2015 ainda divulga o bom álbum “Lightning Bolt”, de 2013. Obviamente, além das várias canções criadas pela banda desde 1990, algumas músicas do disco mais recente também foram apresentadas em São Paulo.

“Getaway” e a rápida “Mind Your Manners” foram bons exemplos do “Lightning Bolt”, que teria a faixa-título também executada. Antes dela, porém, o público chegou a pular bastante no hit “Corduroy”, do disco “Vitalogy”, de 1994.

Já disseram por aí que São Pedro não gosta muito de show de rock, principalmente em algumas grandes apresentações recentes na cidade que se chama São Paulo. Rivalidade? O certo é que, desde a encharcada apresentação do Metallica no começo de 2014 até o protótipo de dilúvio do show de Paul McCartney no Allianz Parque no fim do ano passado, foram vários os exemplos na capital paulista de chuvas intensas que molharam diversas plateias.

Pearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossi

No show do Pearl Jam não foi diferente. Inicialmente, o tempo parecia que contribuiria. O dia foi bastante quente em São Paulo, mas o céu não estava fechado no começo da apresentação. Com as sequências das músicas, porém, uma ventania forte começou a atingir o Morumbi e não deu outra: o tempo fechou.

Para o leitor ter uma ideia do problema, os arranjos de palco, as luminárias e até os telões começaram a balançar além do normal. Se a Sexta-feira 13 já havia sido inesquecível do ponto de vista negativo, o sábado não poderia continuar com algum acidente gerado pelo vento ou chuva.

Extramente responsável e aconselhado pela equipe técnica, o grupo já antecipou ao público que, assim que começasse a chover, pararia a apresentação por cerca de 10 minutos para que ajustes pudessem ser feitos no palco e nos equipamentos.

A banda deixou o palco, mas, enquanto os técnicos começavam a olhar os equipamentos, Vedder pegou o violão e emendou nada menos que “Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town” sozinho. Foi um grande momento de emoção dos vários daquela noite, com o público cantando a bela canção do início ao fim. Vale dizer que a canção nem estava no set list original e que acabou sendo o primeiro dos presentes não programados.

Os 10 minutos de paralisação não chegaram a acontecer inicialmente, já que os técnicos deram um “ok”. Com isso, a banda emendou uma sequência de clássicos. Um dos maiores deles, “Even Flow” inflamou a plateia e fez o guitarrista Mike McCready tocar no meio da galera.

Antes do começo de “Come Back”, Eddie Vedder fez nova referência ao tempo, explicando que o vento observado no Morumbi justificava os cuidados que o grupo estava tendo. Ainda assim, o Pearl Jam tocou “Swallowed Whole”, “Given to Fly” (que contou no telão com imagens aéreas gravadas da região do Morumbi antes do show) e a contagiante “Jeremy”, que teve um coro mais do que especial do público.

Pearl Jam em SP - Foto: Divulgação Pearl JamDurante a execução de “Better Man” não teve jeito: a chuva começou a despencar. A banda ainda tocou a ótima “Rearviewmirror” e fez a tal pausa de 10 minutos prometida, enquanto a tempestade caía sobre o Morumbi e todos buscavam uma capa de chuva.

Na volta para o bis, a água continuava forte, mas o Pearl Jam veio num esquema estilo acústico, com os músicos sentados na cadeira. A primeira música desta parte foi “Footsteps”, que contou com Eddie Vedder e sua gaita bem tocada.

Na sequência, veio o grande e icônico momento do show, com “Imagine”, de John Lennon. Antes, mais uma vez, Vedder pegou suas folhas de papel para ler mais um texto com referência a Paris em português: “Quando crianças, somos incentivados a seguir e lutar por nossos sonhos. Eu esperaria com todo o meu coração que esses sonhos não significassem machucar ou tirar a vida de outro ser humano. Este é um planeta incrível e a vida é frágil e pode ser linda, desde que algumas pessoas possam mudar seus sonhos.”

O vocalista continuou lendo, mas dessa vez fez uma introdução da música, dizendo que começaram a tocá-la há um mês em homenagem a Lennon, que faria 75 anos em 2015, se estivesse vivo. Vedder chegou a fazer uma pequena confusão de datas, dizendo que o eterno Beatle completaria os 75 anos no dia 5 de dezembro, quando, na verdade, a data de aniversário é o dia 9 de outubro e, em dezembro, no dia 8, serão lembrados os 35 anos da morte do ícone musical. “Vamos tocar sua música porque as palavras deles precisam ser ouvidas”, destacou, pedindo que a plateia ajudasse, cantando alto “para o mundo” e com os celulares iluminando o estádio.

Prontamente atendido, Eddie & banda viram o Morumbi se transformar em algo lindíssimo. O estádio já havia vivido momento parecido em janeiro, no momento que o Foo Fighters tocou a música “Monkey Wrench” também num grande show.

A diferença é que a música de Lennon, eternamente poderosa, foi tocada num dos momentos mais importantes desde que foi criada, após um massacre histórico. Qualquer um canta “Imagine” em qualquer apresentação de churrascaria, mas, no sábado, dia 14 de novembro de 2015, o grande Pearl Jam era a banda mais indicada para tocá-la, com um mar de celulares em volta.

Com mais de 25 anos de shows nas costas, este jornalista poucas vezes sentiu o baque daquele momento. Não era apenas a interpretação de uma canção, era todo um contexto vivido pelo planeta, de regressão, que precisa ser, no mínimo, discutido. Terroristas, nazistas, fascistas e golpistas têm todos uma forma parecida de pensar, o que muda é a graduação da loucura, do egoísmo e da falta de respeito pelo próximo.

Só por aquele momento, o show já merecia um capítulo à parte na história das grandes apresentações internacionais pelo Brasil. Na íntegra, o mais indicado seria a gravação de um DVD, para mostrar para o mundo que o rock também é capaz de resistir, apesar de um tanto em baixa em matéria de criatividade atualmente.

Passado o momento grandioso, haveria outros até o fim do show de mais de 3 horas no Morumbi. Após “Imagine”, o Pearl Jam emendou a belíssima “Sirens”, do disco mais recente. Depois, ainda viriam “Whipping”, “I Am Mine”, “Blood” e “Porch”.

Mais uma pausa e o retorno do grupo ao palco trouxe “Comatose” e “State of Love and Trust”. Depois delas, mais momentos emocionantes num maior nível no Morumbi: “Black” e “Alive” foram as obrigatória do primeiro álbum que fez a imensa felicidade dos fãs.

E tinha mais, pois o Pearl Jam tocou ainda “Rockin’ in the Free World”, de Neil Young, e a sempre bela “Yellow Ledbetter”, que deveria fechar a apresentação. O grupo agradeceu ao público, chegou a se despedir e saiu do palco, mas, de repente, mais uma surpresa: a execução de nada menos que “All Along the Watchtower”.

A música de Bob Dylan, imortalizada na gravação de Jimi Hendrix, ganhou uma roupagem mais acelerada e até demorou a ser reconhecida por alguns, mas fechou com chave de ouro o grande evento em São Paulo. Na saída do estádio, os comentários gerais eram de que aquele havia sido um grande show, mas, na verdade, com já dissemos, foi muito mais do que isso.

Para relembrar o show do Pearl Jam em São Paulo, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town”. Depois, veja a banda tocando “Imagine”, “Sirens”, “Black” e “Alive”.

 

Set list

Long Road
Of the Girl
Love Boat Captain
Do the Evolution
Hail Hail
Why Go
Getaway
Mind Your Manners
Deep
Corduroy
Lightning Bolt
Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town
Even Flow
Come Back
Swallowed Whole
Given to Fly
Jeremy
Better Man
Rearviewmirror

Footsteps
Imagine
Sirens
Whipping
I Am Mine
Blood
Porch

Comatose
State of Love and Trust
Black
Alive
Rockin’ in the Free World
Yellow Ledbetter

All Along the Watchtower

13
maio
15

Divulgados os preços dos ingressos dos shows que o Pearl Jam fará no Brasil em novembro

Pearl Jam - Foto: DivulgaçãoA produtora Time For Fun divulgou os preços dos ingressos dos shows que o Pearl Jam fará em novembro no Brasil. A banda norte-americana se apresentará em cinco capitais: Porto Alegre, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Na capital gaúcha, a apresentação será no dia 11 de novembro, na Arena do Grêmio. No dia 14, é a vez de São Paulo ver a banda no Estádio do Morumbi. Em Brasília, a banda tocará no dia 17 no Estádio Nacional Mané Garrincha). Em BH, o Pearl Jam tocará no dia 20 Estádio do Mineirão. A passagem pelo Brasil termina no dia 22, no Rio, no Estádio do Maracanã.

De acordo com a Time For Fun, haverá uma pré-venda exclusiva para membros do fã-clube das 10 horas do dia 18 de maio até as 10 horas de 20 de maio no site da Tickets For Fun.

O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 25 de maio. A venda será realizada a partir da 0h01 pela Internet (www.ticketsforfun.com.br), e a partir das 10 horas nas bilheterias oficiais (São Paulo e Rio de Janeiro – Citibank Hall; Porto Alegre – Multisom; Brasília – Central de Ingressos; Belo Horizonte – Chevrolet Hall) e nos demais pontos de venda do País.

Para o show de Porto Alegre, os ingressos para a Cadeira Gramado Oeste (Nível 1) saem por R$ 300,00 (inteira), por R$ 240,00 (20% de desconto – estudante) e por R$ 150,00 (½ entrada – idoso). Para a Cadeira Gramado Sul  (Nível 1), os valores são R$ 260,00 (inteira), de R$ 208,00 (20% de desconto – estudante) e de R$ 130,00 (½ entrada – idoso). Para Cadeira Gramado Leste (Nível 1), custam R$ 300 (inteira), R$ 240 (20% de desconto – estudante) e R$ 150,00 (½ entrada – idoso). Para Cadeira Gold (Nível 2), saem por R$ 320,00 (inteira), R$ 256,00 (20% de desconto – estudante) e R$ 160,00 (½ entrada – idoso). Para Cadeira Superior Oeste (Nível 4), saem por R$ 180,00 (inteira), R$ 144,00 (20% de desconto – estudante) e R$ 90,00 (½ entrada – idoso). Para Cadeira Superior Sul (Nível 4), custam R$ 160,00 (inteira), R$ 128,00 (20% de desconto – estudante) e R$ 80,00 (½ entrada – idoso). Para Cadeira Superior Leste (Nível 4), saem por R$ 180,00 (inteira), R$ 144,00 (20% de desconto – estudante) e R$ 90,00 (½ entrada – idoso). Para a Pista Premium, custam R$ 460,00 (inteira), R$ 368,00 (20% de desconto – estudante) e R$ 230,00 (½ entrada – idoso). Para a Pista, saem por R$ 240,00 (inteira), R$ 192,00 (20% de desconto – estudante) e R$ 120,00 (½ entrada – idoso).

Quanto ao show de São Paulo, os ingressos para a Pista Comum custam R$ 340,00 (inteira) e R$ 170,00 (½ entrada). Para a Pista Premium, saem por R$ 680,00 (inteira) e R$ 340,00 (½ entrada). Para Arquibancada 1, 3 e 4 , os valores são de R$ 250,00 (inteira) e R$ 125,00 (½ entrada). Para a Arquibancada 2, custam R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (½ entrada). Para Cadeira Superior 1 e 2, saem por R$ 450,00 (inteira) e R$ 225,00 (½ entrada) e, para Cadeira Superior 3 (cativa), por R$ 400,00 (inteira) e R$ 200,00 (½ entrada). Para Cadeira Inferior A e B, saem por R$ 420,00 (inteira) e R$ 210,00 (½ entrada).

Em relação ao show de Brasília, os ingressos de Pista Comum custam R$ 400,00 (inteira) e R$ 200,00 (½ entrada). Para a Pista Premium, saem por R$ 650,00 (inteira) e R$ 325,00 (½ entrada). Para Cadeira Inferior (Nível 1), custam R$ 450,00 (inteira) e R$ 225,00 (½ entrada) e, para Cadeira Superior (Nível 4), por R$ 250,00 (inteira) e R$ 125,00 (½ entrada). Para Cadeira Intermediária (Nível 2), saem por R$ 380,00 (inteira) e R$ 190,00 (½ entrada).

Quanto à apresentação de Belo Horizonte, os ingressos de Pista Comum custam R$ 300,00 (inteira) e R$ 150,00 (½ entrada). Para a Prista Premium, saem por R$ 600,00 (inteira) e R$ 300,00 (½ entrada). Para a Cadeira Inferior (Leste), custam R$ 350,00 (inteira) e R$ 175,00 (½ entrada); para Cadeira Inferior (Oeste – lounge), R$ 500,00 (inteira) e r$ 250 (½ entrada); para Cadeira Inferior (Sul), por R$ 300,00 (inteira) e R$ 150,00 (½ entrada); e, para Cadeira Superior, por R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (½ entrada).

Finalmente, em relação ao show no Rio de Janeiro, os ingressos de Pista Comum custam R$ 360,00 (inteira) e R$ 180,00 (½ entrada). Para a Pista Premium, saem por R$ 680,00 (inteira) e R$ 340,00 (½ entrada). Para a Cadeira Maracanã, custam R$ 560,00 (inteira) e R$ 280,00 (½ entrada). Para a Cadeira Maracanã Mais (Leste Lounge), saem por R$ 520,00 (inteira) e R$ 260,00 (½ entrada); para a Cadeira Inferior Leste, por R$ 450,00 (inteira) e R$ 225,00 (½ entrada); para a Cadeira Inferior Oeste, por R$ 450,00 (inteira) e R$ 225,00 (½ entrada); e, para a Cadeira Superior Leste, por R$ 320,00 (inteira) e R$ 160,00 (½ entrada). Para a Cadeira Inferior Sul, custam R$ 260,00 (inteira) e por R$ 130,00 (½ entrada); para a Cadeira Superior 2 (Sul), por R$ 240,00 (inteira) e R$ 120,00 (½ entrada); e, para Cadeira Superior (Nível 5), por R$ 240,00 (inteira) e R$ 120,00 (½ entrada).

A última passagem do Pearl Jam pelo País foi em 2013, quando o grupo fez mais de seus shows históricos em São Paulo, desta vez no festival Lollapalooza. Antes, a banda havia passado pelo Brasil em turnês próprias realizadas em 2011 e 2005.

A volta do grupo tem um ingrediente importante. Tudo porque o Pearl Jam lançou em 2013 o álbum “Lightning Bolt”, mais recente trabalho da banda e que pode ter músicas tocadas por aqui.

13
mar
15

Pearl Jam volta ao Brasil em novembro para shows em 5 capitais

Pearl Jam - Foto: DivulgaçãoO Pearl Jam voltará ao Brasil em novembro. Após uma série de rumores que circularam na internet durante meses, a produtora Time For Fun confirmou nesta sexta-feira, dia 13 de março, o retorno do grupo norte-americano para shows que serão realizados em cinco capitais do País: Porto Alegre, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Na capital gaúcha, a apresentação será no dia 11 de novembro, na Arena do Grêmio. No dia 14, é a vez de São Paulo ver a banda no Estádio do Morumbi. Em Brasília, a banda tocará no dia 17 no Estádio Nacional Mané Garrincha).

Em Belo Horizonte, o Pearl Jam tocará no dia 20 Estádio do Mineirão. A passagem pelo Brasil termina no dia 22, no Rio de Janeiro, no Estádio do Maracanã.

Informações sobre venda de ingressos e serviço dos shows serão divulgadas em breve, conforme destacou a Time For Fun.

A última passagem do Pearl Jam pelo País foi em 2013, quando o grupo fez mais de seus shows históricos em São Paulo, desta vez no festival Lollapalooza. Antes, a banda havia passado pelo Brasil em turnês próprias realizadas em 2011 e 2005.

A volta do grupo tem um ingrediente importante. Tudo porque o Pearl Jam lançou em 2013 o álbum “Lightning Bolt”, mais recente trabalho da banda e que pode ter músicas tocadas por aqui.

Para comemorar a volta do Pearl Jam, o Roque Reverso descolou 2 clipes no YouTube. Fique com os de “Even Flow” e de “I Am Mine”.




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