Archive for the 'AC/DC' Category

21
mar
17

Que se faça o roquenrow! Os 40 anos do álbum ‘Let There Be Rock’, do AC/DC

Há exatos 40 anos era lançado “Let There Be Rock”. O quarto álbum de estúdio do AC/DC já nasceu clássico no dia 21 de março de 1977. Primoroso pela qualidade musical, “Let There Be Rock” é o que poderíamos chamar de show de roquenrow perfeito.

Sem arrego, o disco é uma pancada do início ao fim. Os vocais de Bon Scott e as guitarras de Angus Young viajam magistralmente pelas bases coesas da cozinha rítmica de Malcolm Young, Phil Rudd e Mark Evans. Foi, a propósito, a última gravação do baixista com a banda australiana.

Como era comum nos discos do AC/DC, especialmente nos anos de Bon Scott, a versão australiana antecede a versão lançada no resto do mundo e contém diferenças no repertório.

O Lado A é idêntico nas duas versões. O disco abre com “Go Down”, passa por “Dog Eat Dog” e a faixa-título “Let There Be Rock” antes de fechar com “Bad Boy Boogie”.

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20
set
16

Por meio de vídeo, Cliff Williams se despede do AC/DC, que conta agora só com Angus das formações clássicas

Cliff Williams - Foto: DivulgaçãoO baixista Cliff Williams se despediu nesta terça-feira, 20 de setembro, do AC/DC. Por meio de um vídeo aos fãs, ele trouxe sua mensagem de adeus. Conforme já adiantado em julho, o músico se aposentaria ao fim da turnê de divulgação do álbum “Rock or Bust”.

Agora, das formações clássicas do AC/DC, restou apenas o já lendário guitarrista Angus Young, a verdadeira alma do grupo, que, apesar dos inúmeros percalços enfrentados recentemente, não parece dar o braço a torcer e ter a intenção de acabar com o clássico conjunto musical.

No vídeo, Williams agradeceu aos fãs e disse que chegou a hora de dar um tempo, para passar a partir de agora ao lado de sua família.

O baixista ingressou no AC/DC em 1977, durante a turnê de “Let There Be Rock”. Seu primeiro álbum de estúdio com a banda foi “Powerage”, de 1978.

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08
jul
16

Cliff Williams, do AC/DC, anuncia aposentadoria

Cliff Williams - Foto: DivulgaçãoO AC/DC caminha a passos largos rumo a um melancólico fim. O baixista da banda australiana, Cliff Williams, anunciou que se aposentará ao término da turnê Rock or Bust.

Poderíamos esperar que essa informação tivesse como fonte algum ilustre jornalista especializado, mas a revelação foi feita em entrevista concedida pelo músico à Gulfshore Life, uma revista norte-americana de circulação local sobre estilo de vida e que acaba de ganhar seus 15 minutos de fama internacional.

O discreto Cliff Williams concedeu a entrevista na condição de morador ilustre de Fort Myers, na Flórida, e acabou proporcionando esse inesperado furo à revista, algo inusitado como um jornal de bairro anunciar a volta dos Mutantes com Rita Lee ou algo que o valha.

O AC/DC não havia se pronunciado oficialmente sobre o assunto até a publicação deste texto.

Cliff Williams ingressou no AC/DC em 1977, durante a turnê de “Let There Be Rock”. Seu primeiro álbum de estúdio com a banda foi “Powerage”, de 1978. Tornou-se conhecido por linhas de baixo simples e eficientíssimas para que as guitarras de Angus e Malcolm Young brilhassem.

Nesses quase 40 anos, a partir de “Powerage”, Williams esteve presente em todos os discos seguintes da lendária banda australiana, que nos anos 1980 alcançou a consagração mundial. Nos palcos, Williams ausentou-se do AC/DC apenas durante alguns meses, em 1991, para tratar de um problema renal.

Os álbuns de estúdio tornaram-se mais escassos depois da entrada do século 21, mas nem por isso deixando a dever aos trabalhos de seus anos de glória.

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31
maio
16

Enquete para Rock in Rio 2017 tem AC/DC, Sabbath, Rush, The Who e outros grandes do rock

Rock in Rio - Reprodução do LogoOs fãs do Rock in Rio cadastrados na lista de e-mails do tradicional festival receberam nesta terça-feira, 31 de maio, uma mensagem com uma enquete sobre as atrações da edição brasileira de 2017. A pergunta, simples e direta, foi a seguinte: “Quem você quer ver no Rock in Rio em 2017?”

No total de 24 alternativas internacionais disponíveis, o fã poderia escolher até 7 nomes, sendo que, 16 deles são representantes do rock ou têm alguma ligação com o estilo musical.

A lista tem os seguintes nomes: AC/DC com Axl Rose, Aerosmith, Black Sabbath, Bon Jovi, Coldplay, David Gilmour, Depeche Mode, Foo Fighters, Iron Maiden, Muse, Pearl Jam, Phil Collins, Red Hot Chili Peppers, Roger Waters, Rush e The Who.

Fora do rock, completam a lista de 24 alternativas os nomes badalados de Beyoncé, Black Eye Peas, Bruno Mars, Justin Bieber, Justin Timberlake, Maroon 5, Rihanna e Taylor Swift.

De acordo com a organização do festival, os nomes são para o Palco Mundo, o principal do Rock in Rio. Os produtores deixam claro que a escolha de bandas para o line-up do festival passa por inúmeras frentes de informação e que a enquete é mais uma delas.

“Por isso, não garantimos que as atrações acima estarão no palco em 2017, mas a gente promete que vai fazer o possível”, destacaram os organizadores. “Estaremos bem atentos aos pedidos de vocês, como sempre estivemos”, acrescentaram.

Se havia ou não dúvidas se a edição de 2017 seria forte, a simples divulgação da enquete já gerou uma ansiedade enorme das redes sociais. Dando uma olhada nos nomes da lista, há alternativas difíceis para uma confirmação, como o Rush, que não costuma tocar em festivais, Roger Waters, que tem uma estrutura de espetáculo que pode encarecer todo o restante do festival ou o Black Sabbath, que dificilmente estenderia os shows da turnê de despedida para 2017, ainda mais poucos meses depois de ter passado pelo Brasil numa tour própria e badalada.

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17
abr
16

AC/DC confirma conclusão de turnê com Axl Rose nos vocais

Guns N' Roses no Rock in Rio - Axl Rose - Foto: Divulgação/RiRAlgumas semanas atrás, o jornalista Marcelo Moreira, do Combate Rock, defendeu em texto irretocável a busca por um fim digno para o AC/DC. Desde o adoecimento do guitarrista Malcolm Young, que administrava a banda australiana com discrição, competência e mão de ferro, o AC/DC começou a se enfiar numa roubada atrás da outra e o melhor seria aposentar-se com dignidade.

A banda e seus integrantes ao longo da história não têm nada mais a provar a ninguém.

O ciclo completo do roquenrow já foi percorrido em todas as direções possíveis pelo AC/DC. Essas letrinhas são presença obrigatória em qualquer shortlist de maiores bandas de todos os tempos.

Sucesso, fama, reconhecimento, riqueza e glória. Todos esses marcos foram alcançados e acompanharam o AC/DC ao longo das décadas, assim como as drogas, o álcool, as ruínas, as ressurreições e as confusões.

Na última delas, uma história esquisita segundo a qual o vocalista Brian Johnson foi afastado por um suposto risco de “perda total da audição” caso seguisse nos palcos, o AC/DC saiu atrás de um frontman à altura de substituir o lendário sucessor de Bon Scott para cumprir a agenda de shows já contratados da turnê “Rock Or Bust”. Dizem por aí que foi coisa do Angus Young, que como gerente de RH é um grande guitarrista.

Semanas atrás, um fotógrafo flagrou Axl Rose saindo do estúdio onde o AC/DC vinha ensaiando, alguém juntou A com B e lá estava o vocalista do Guns N’ Roses no centro da segunda notícia mais importante do ano no mundo do rock (a principal até agora é a reunião do próprio Axl com Slash pela primeira vez em 20 anos).

Os rumores mostraram-se verdadeiros e Axl Rose foi confirmado oficialmente no sábado, dia 16 de abril, como a voz à frente do AC/DC nos 12 shows restantes da turnê europeia da banda australiana. Pelo que foi noticiado, Axl Rose então se engajará na turnê de reunião do Guns N’ Roses e depois acompanhará o AC/DC pela América do Norte nos dez shows adiados após o afastamento de Brian Johnson.

“Os membros da banda gostariam de agradecer Brian Johnson por sua contribuição e dedicação à banda ao longo desses anos. Desejamos a ele tudo de melhor com seus problemas auditivos e projetos futuros. Queremos que esta turnê termine como começou, entendemos, respeitamos e apoiamos a decisão de Brian de interromper a turnê e poupar a sua audição”, escreveu o AC/DC, em nota oficial. “Estamos empenhados a cumprir o resto de nossos compromissos de turnê para todos que nos apoiaram ao longo dos anos e tivemos sorte que Axl Rose gentilmente ofereceu seu apoio para nos ajudar a cumpri-los”, complementou a banda.

O AC/DC começa em Lisboa (Portugal), no dia 7 de maio, uma nova etapa da turnê de divulgação do disco “Rock or Bust” na Europa. Serão 12 shows. Quanto às datas canceladas dos EUA que haviam sido canceladas, o grupo informou que elas serão remarcadas em breve.

A associação entre AC/DC e Axl Rose me fez lembrar de uma fita K-7 pirata que eu tinha na adolescência com uns sons ao vivo dos primórdios do Guns N’ Roses. Entre as músicas havia um registro matador do Guns debulhando em um cover acelerado de “Whole Lotta Rosie”, com a pegada agressiva que consagraria a banda em “Appetite For Destruction”.

Fico a imaginar uma união como esta lá pra meados da década de 1990, quando Axl Rose ainda tinha voz e o AC/DC vivia sua maturidade musical. Certamente não haveria dinheiro no mundo que pagasse pelo ingresso de um show dessa magnitude.

Em 2016, minha única esperança como grande apreciador dessas bandas é que essa iniciativa não se transforme em um grande fiasco.

Veja e ouça abaixo dois momentos de Axl Rose cantando a música “Whole Lotta Rosie”. O primeiro registro descolado no YouTube é apenas um áudio, de um show da banda em 1987. O segundo, mais recente, é um vídeo de uma apresentação de 2011.

07
mar
16

Problemas de saúde de Brian Johnson fazem AC/DC adiar shows nos EUA e cogitar vocalista convidado

Brian Johnson - Foto: DivulgaçãoO AC/DC soltou uma nota oficial nesta segunda-feira, dia 7 de março, que preocupou mais uma vez os fãs. Segundo a banda, 10 shows agendados para os Estados Unidos entre março e abril foram adiados. Tudo em virtude de um grave problema de saúde de Brian Johnson.

De acordo com a nota do grupo, ele foi informado pelos seus médicos que poderia ficar completamente surdo se continuasse com os shows.

No comunicado, o AC/DC informou que as datas nos Estados Unidos foram adiadas para o final do ano e, possivelmente, com um vocalista convidado.

A banda não deu maiores informações sobre a saúde de Brian Johnson, mas o simples fato de falar em “vocalista convidado” já mostra que o negócio não é coisa pequena.

O AC/DC vinha promovendo seu disco mais recente “Rock or Bust”, que chegou aos fãs no fim de 2014.

Foi o primeiro álbum, em 41 anos de AC/DC, sem o guitarrista Malcolm Young, irmão de Angus e fundador da lendária banda.

Malcolm, também com problemas sérios de saúde relacionados à demência, foi substituído pelo sobrinho, Stevie Young.

Outra baixa na banda foi o afastamento do baterista Phil Rudd. Ele foi condenado a 8 meses de prisão domiciliar por conta de acusações de ameça de morte e porte de maconha e metanfetamina. No lugar de Rudd, ficou o batera Chris Slade, que já passou pelo grupo entre 1989 e 1994 e gravou com o grupo o bom disco “The Razors Edge”, de 1990.

09
jul
15

Baterista Phil Rudd é condenado a 8 meses de prisão domiciliar

Phil Rudd - Foto: DivulgaçãoO baterista Phil Rudd finalmente foi julgado e o resultado da decisão da Justiça da Nova Zelândia tende a complicar ainda mais um eventual retorno do músico ao AC/DC. Na quarta-feira, dia 8 de julho, a Corte Distrital da cidade de Tauranga decidiu condenar Rudd a 8 meses de prisão domiciliar.

O integrante da formação clássica do AC/DC se declarou culpado pelas acusações de ameça de morte e porte de maconha e metanfetamina que complicaram sua permanência na banda.

Este é o desfecho do caso conturbado do baterista iniciado em novembro do ano passado, quando a prisão de Rudd chocou a legião de fãs da banda australiana.

Segundo o juiz responsável pelo caso, o músico será monitorado durante 24 horas por dia.

Caso viole as determinações legais, que incluem a recomendação de não consumir álcool ou drogas, Rudd  será levado em custódia.

O baterista está afastado do AC/DC desde que sua prisão foi anunciada. No seu lugar, continua no grupo o veterano  Chris Slade, que já passou pela banda entre 1989 e 1994 e gravou com o grupo o bom disco “The Razors Edge”, de 1990.

Com a prisão domiciliar, Rudd continua com seu futuro incerto no AC/DC. A banda, por sinal, permanece lotando os shows da turnê de divulgação do álbum “Rock or Bust”, lançado em 2014.




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