Posts Tagged ‘Robert Trujillo

15
set
19

Infectious Grooves virá ao Brasil em novembro como headliner de festival em SP

O supergrupo Infectious Grooves virá ao Brasil em novembro para ser a atração principal do 1ª Sick Bastard Social Fest. O festival será realizado na cidade de São Paulo no dia 17 de novembro no Espaço das Américas.

Numa parceira com a festa de aniversário da 89FM, o evento terá outros importantes nomes do cenário nacional e internacional e contará com 10 horas de atividades ininterruptas.

Para quem não se lembra do Infectious Grooves, o supergrupo conta com nomes importantes do rock pesado, como Mike Muir (vocalista do Suicidal Tendencies), Robert Trujillo (ex-Suicidal e agora baixista do Metallica), Dean Pleasants (guitarrista do Suicidal), Jim Martin (ex-guitarrista do Faith No More) e Brook Wackerman (baterista do Avenged Sevenfold e ex-Bad Religion).

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05
abr
17

Metallica libera vídeos de bastidores e músicas tocadas em SP e disponibiliza áudio do show completo para compra

Metallica em SP - Foto: Divulgação MetallicaO Metallica liberou para os fãs algumas preciosidades do excelente show que realizou em São Paulo, no Autódromo de Interlagos, no dia 25 de março. Mantendo uma tradição de alguns anos em seus canais oficiais, o grupo norte-americano de thrash metal disponibilizou vídeos de alta qualidade e ótimo som de algumas músicas da apresentação na capital paulista, alem de filmagens de bastidores da passagem por SP.

Além dos vídeos, o Metallica deixou à disposição dos fãs o áudio do show completo no Autódromo de Interlagos para compra.

Como costuma fazer no seu site oficial de downloads, a banda estipulou um preço para quem quiser ter o show de recordação. Há opção de download, assim como a versão completa do show em CD na versão física.

Entre os vídeos, o grupo escolheu os das faixas “Halo On Fire” e “The Memory Remains”, este último com o destaque da participação intensa do público que muitas vezes não é possível de observar com clareza nas transmissões do canal Multishow.

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26
mar
17

Em show excelente em SP, Metallica lota autódromo e mescla boas músicas do novo álbum com clássicos da carreira

Metallica em SP no Autódromo de Interlagos - Foto: Divulgação MetallicaO Metallica se apresentou no sábado, dia 25 de março, em São Paulo, no Autódromo de Interlagos, e proporcionou um excelente show aos devotados fãs. Mesclando as boas músicas do ótimo novo álbum “Hardwired… to Self-Destruct” com clássicos da carreira, a banda norte-americana de thrash metal levou ao êxtase a plateia que lotou e quebrou recorde de público no festival realizado na capital paulista que nunca havia tido uma banda ligada ao heavy metal como headliner.

Cerca de 100 mil pessoas estiveram no sábado no evento, público jamais visto numa única noite naquele festival. Seguramente, de 70 mil a 80 mil pessoas estavam em volta do palco onde o Metallica fez seu ótimo show. Foi uma invasão histórica dos fãs da banda. Eles tingiram de preto o festival dos descolados de camisas coloridas e roupas modernas e mostraram, pela enésima vez, como os seguidores do heavy metal são fiéis.

Foi a primeira vez que o Metallica tocou num festival em São Paulo. Antes disso, a banda havia se apresentando na capital paulista apenas em turnês próprias: em 1989, 1993, 1999, 2010 e 2014. Fora de São Paulo, o grupo já havia se apresentado no Rock in Rio em três oportunidades: em 2011, 2013 e 2015.

O show de 2017 em Interlagos foi seguramente o melhor da banda desde a histórica apresentação no Rock in Rio em 2011. Depois de superar problemas com a chuva em 2014 em São Paulo e de superar problemas técnicos de som no festival da capital fluminense em 2015, o Metallica fez um show coeso, seguro e de acordo com o histórico matador da banda em apresentações ao vivo.

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21
out
15

Metallica libera vídeo da música ‘King Nothing’ no Rock in Rio e audio do show completo para compra

Metallica - Reprodução da Capa do CD do show no Rock in RioO Metallica liberou no seu canal oficial do YouTube um vídeo com uma música tocada pela banda durante o show de setembro no Rock in Rio 2015 realizado na capital fluminense. Na filmagem, feita do palco, o grupo norte-americano de thrash metal toca a faixa “King Nothing”, a quarta da apresentação no festival brasileiro.

Além do vídeo, o Metallica deixou à disposição dos fãs o audio do show completo no Rock in Rio. Como costuma fazer no seu site oficial de downloads, a banda estipulou um preço por música para quem quiser tê-la de recordação.

Quem desejar comprar as faixas executadas no Rock in Rio 2015 poderá adquiri-las neste link.

A banda cobra US$ 0,99 por música no formato MP3.

Há também outros formatos com qualidade ainda melhor, como o FLAC. Se quiser o CD completo com o show, o fã vai desembolsar US$ 19,81.

No vídeo do YouTube, além da faixa “King Nothing” executada no palco do Rock in Rio, é possível ver o Metallica no tradicional aquecimento que o grupo costuma fazer num espaço à parte e isolado. Na filmagem, a banda ensaia as músicas “The Frayed Ends of Sanity”, “Cyanide” e “One”, todas tocadas durante o show.

Na apresentação no festival brasileiro, o headliner Metallica enfrentou problemas de som, mas superou o desafio entregando ao público um show digno, mantendo uma tradição já vista no mesmo festival em 2013 e no inesquecível ano de 2011.

Além da apresentação digna, o público brasileiro teve o prazer de ouvir pela primeira vez a execução da aguardadíssima faixa “The Frayed Ends of Sanity”.

A complexa música, de quase 8 minutos, do álbum “…And Justice for All”, de 1988, sempre foi pouquíssimas vezes tocada durante toda a carreira do Metallica, que só começou a executá-la completa em shows em maio de 2014, em Helsinke, na Finlândia.

Em toda a história de mais de 30 anos de carreira, a banda havia incluído a faixa em apenas 11 apresentações antes da performance no Rio de Janeiro.

Veja abaixo o vídeo oficial do Metallica durante o show no Rock in Rio 2015:

 

22
set
15

Metallica supera problemas de som, toca ‘The Frayed Ends of Sanity’ e faz show digno no Rock in Rio

James Hetfield, do Metallica, no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash O Metallica fechou a primeira das três noites do Rock in Rio 2015 dedicadas ao rock pesado com a competência de sempre ao vivo. Bastante prejudicado por problemas de som vergonhosos e inadmissíveis do enorme festival realizado na capital fluminense, o grupo norte-americano de thrash metal superou as adversidades e, no saldo final, entregou aos fãs uma apresentação digna e de qualidade, mantendo uma tradição já vista no mesmo festival em 2013 e no inesquecível ano de 2011.

Além do show digno, o público brasileiro ouviu pela primeira vez a execução da aguardadíssima faixa “The Frayed Ends of Sanity”.

A complexa música, de quase 8 minutos, do álbum “…And Justice for All”, de 1988, sempre foi pouquíssimas vezes tocada durante toda a carreira do Metallica, que só começou a executá-la completa em shows em maio de 2014, em Helsinke, na Finlândia.

Em toda a história de mais de 30 anos de carreira, a banda havia incluído a faixa em apenas 11 apresentações antes da performance no Rio de Janeiro. Mais um presente visto no Brasil só no Rock in Rio, tal qual em 2011, quando o grupo tocou pela primeira vez no País a excelente e igualmente pouco tocada instrumental “Orion”. Justamente por isso, quem esteve na Cidade do Rock em 2015 pode se considerar um privilegiado por ter presenciado um momento histórico do Metallica em terras tupiniquins.

O show

Depois de um atraso de cerca de 40 minutos para desmontar o palco caprichado do Mötley Crüe, o Metallica entrou em cena já na madrugada do domingo, dia 20 de setembro. O horário oficial do show era à meia-noite do dia 19 de setembro, mas todo o processo de troca de estrutura e teste de instrumentos impediu a pontualidade, enquanto o tempo abafado começava a dar lugar a uma brisa mais fresca, em sintonia com as nuvens que começavam a pairar sobre a Cidade do Rock.

O grupo iniciou o show com “Fuel”, do álbum “ReLoad”, de 1997. Vibrante, com um som alto e claro e capaz de sacudir o público logo de cara, a música fez a Pista explodir em um movimento de empurra-empurra que não havia sido visto nas apresentações do Mötley Crüe e do Royal Blood. Este jornalista, que estava muito próximo à grade, chegou a lembrar do começo do insano show do Slipknot em 2011 no mesmo Rock in Rio, já que a missão nas três primeiras músicas do Metallica em 2015 era simplesmente se manter em pé, tamanha a energia da plateia alucinada para ver os norte-americanos precursores do thrash metal.

No palco, duas novidades para o público brasileiro em relação a turnês anteriores no País, mas que já vinham sendo observadas este ano em vários países visitados pelo Metallica. Primeiro, um espaço reservado atrás da banda para que fãs pudessem ficar. Outro detalhe foi a utilização do imenso telão central, dos três existentes, para a exibição de efeitos super elaborados durante várias das músicas.

Quem se lembra da passagem do Metallica em 2014 pelo Brasil, quando tocou em São Paulo na turnê “By Request”, lembra que os três telões eram usados em praticamente todas as faixas para mostrar a banda. Para grandes públicos, este terceiro telão central imenso sempre foi uma excelente solução para quem estava mais distante do palco, mas, especificamente no Rock in Rio, os telões laterais, também enormes, deram conta do recado e possibilitaram os efeitos no central.

Metallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação MetallicaMetallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação MetallicaMetallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação MetallicaMetallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação MetallicaMetallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação MetallicaMetallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação Metallica

Após “Fuel”, a banda emendou a sempre clássica “For Whom the Bell Tolls”, que deu mais peso ao show e trouxe os músicos bem entrosados, com destaque para o baixo matador de Robert Trujillo. Na sequência, a rápida e igualmente pesada “Battery” fez o povo próximo a grade ter ainda mais dificuldade para permanecer em pé, já que, além do empurra-empurra tradicional, rodas de mosh foram criadas imediatamente.

Naquele momento, uma música mais cadenciada era necessária para o público respirar um pouco. E foi com “King Nothing”, do álbum “Load”, que o Metallica deu uma pequena amenizada na loucura que havia se transformado a Pista. Vale lembrar que esta faixa não era executada em solo brasileiro desde 1999, quando o grupo inseriu a música nos três shows da turnê daquele ano: em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.

Passado o refresco com “King Nothing”, o Metallica voltou a apavorar com mais um clássico: a ótima “Ride the Lightning”, que tem um dos riffs mais bem feitos da história da banda. A música manteve o público empolgado, mas, quando menos se esperava, em pleno ano de 2015 e com o grupo consolidado atualmente como o maior do heavy metal da atualidade, o som começou a falhar, primeiro durante um solo do guitarrista Kirk Hammett e, depois, no fim da música.

Vale destacar que, já em “Battery”, o som já havia dado uma rateada para o público, enquanto a banda tocava o fim da música naturalmente. O fato lembrou o Slayer tocando no Via Funchal em São Paulo em 2011, quando deu desespero de ver o grupo tocar, mas o som não chegar apenas ao público.

Após o problema do Metallica, foi imediata a reação do vocalista e guitarrista James Hetfield. Conhecido pelo perfeccionismo musical, ele fez uma cara de poucos amigos para o pessoal de apoio do grupo e chegou a reclamar, mas sem rodar a baiana como outros vocalistas do próprio heavy metal costumam fazer com mais frequência.

Depois da falha, o Kirk Hammett ainda tentou um solo, mas o Metallica saiu do palco e ficou fora de lá durante aproximadamente 5 minutos. O público, até então empolgadíssimo, pareceu tomar um banho de água fria e não poupou o idealizador do Rock in Rio, o empresário Roberto Medina, mandando ele tomar “naquele lugar”.

Após xingar Medina, alguns tentaram emplacar, sem grande sucesso, o mesmo insulto à presidente da República, Dilma Rousseff (estranhamente, pela TV, foi o que deu para ouvir melhor, conforme os vídeos veiculados no YouTube) e, mais adiante, sobrou o mesmo xingamento até para os fãs que estava na parte de trás do palco. “Ei, coral, vai tomar no cú”, gritou a plateia da Pista, já num clima de zoeira tradicional dos shows de rock.

Em nota distribuída à imprensa, a organização do Rock in Rio disse que a parada do som no show da banda ocorreu “pela desconexão da linha de saída de som entre a mesa da banda e a do festival”.

Resolvido o problema, o Metallica voltou e James Hetfield, bastante sério, iniciou os acordes da bela “The Unforgiven”. Na sequência, já brincando com a plateia, trouxe a mais recente “Cyanide”, do disco “Death Magnetic”, de 2008, além de “Wherever I May Roam” e “Sad But True”. Estas duas últimas, juntamente com “The Unforgiven”, totalizaram 3 faixas do “Black Album”, disco mais vendido pela banda e que teria ainda mais outras duas músicas executadas no show.

Antes de “Sad But True”, Hetfield fez uma brincadeira com a plateia. Perguntou em inglês se todos “estavam juntos”, se estavam gostando do show e se o som estava bom. De imediato, respondeu, apontando para baixo do braço, dizendo que o cheiro é que não estava muito bom. “Eu acho que sou eu”, afirmou, arrancando risos de todos os presentes.

Depois de “Sad But True”, rolou um curto solo de baixo de Robert Trujillo e o quarteto trouxe na sequência uma outra música que nunca havia sido tocada no Brasil. “Turn the Page”, originalmente de Bob Seger, mas que o Metallica gravou para o disco de covers “Garage Inc.”, de 1998. Nesta faixa, o grupo deixou rolar uma microfonia que chegou a incomodar, mas, no todo, a faixa executada foi muito bem recebida pelo público.

Metallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação MetallicaMetallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação MetallicaMetallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação MetallicaMetallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação MetallicaMetallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação MetallicaMetallica no Rock in Rio 2015 - Foto: Divulgação Metallica

Na sequência, foi a vez da já citada “The Frayed Ends of Sanity”, que começou com uma falha da própria equipe de apoio do Metallica, já que os roadies entregaram uma guitarra errada para James Hetfield iniciar a música. Desafinado, o instrumento foi devolvido de imediato pelo vocalista, que pegou sua tradicional ESP branca para tocar os acordes da faixa do “…And Justice For All”.

Importante destacar que, a despeito da música ser bastante aguardada, uma quantidade relevante de fãs que estavam perto deste jornalista não cantou a letra. A dúvida era se isso aconteceu porque admiravam a execução desta faixa ou se simplesmente eles não sabiam a letra. O fato é que o público presente era bastante jovem e, se bobear, tinha acabado de nascer quando o Metallica gravou o “Justice”.

Chamou a atenção também a dificuldade de Lars Ulrich para tocar esta faixa na bateria. Há tempos que ele vem mostrando certa decadência no instrumento no qual um dia foi rei, mas o sofrimento do baterista foi mais claro nesta música. Não é possível esquecer que Lars já passou dos 50 anos de idade e que tocar várias músicas tradicionais do Metallica no thrash/speed metal dos Anos 80 é algo inimaginável.

Passada a fase dos presentes inéditos para os brasileiros, a banda trouxe quatro clássicos de uma vez para só para incendiar novamente a plateia: “One”, “Master of Puppets”, “Fade to Black” e “Seek & Destroy”.

Na primeira, chamou a atenção a substituição dos tradicionais fogos de artifício simulando as bombas por distribuição espetacular de raio laser que deixou simplesmente belíssimo o palco do Rock in Rio. No telão central, as imagens eram de um desenho que trazia tropas se dirigindo à guerra e que, mais tarde, voltavam da batalha com os soldados em forma de caveira.

Em “Master of Puppets”, as rodas de mosh se intensificaram e a plateia foi presenteada pela tradicional disputa de guitarras entre Hetfield e Hammett.

Em “Fade to Black” e “Seek & Destroy”, o Metallica fez o público voltar no tempo e vibrar demais. Na segunda faixa, este jornalista não aguentou e entrou na roda de mosh localizada próxima ao palco. O raciocínio foi simples: apesar do aumento recente dos shows da banda no Brasil, não há garantia que eles voltarão muito em breve e, se é para se arriscar numa roda insana de mosh, que seja num dos maiores clássicos de quem difundiu o thrash metal.

Após a breve pausa para o bis, o grupo voltou ameaçando tocar a música “The More I See”, da banda Discharge, mas ficou só nos primeiros acordes. Se tocasse a faixa cover gravada no disco “Garage Inc.”, seria mais uma inédita em palcos brasileiros. Ficou, no entanto, apenas o gosto de “quero mais” da galera presente.

A cover da vez no bis foi “Whiskey in the Jar”, do Thin Lizzy, tocada no ano passado no show de São Paulo e também do “Garage Inc.”. Foi um momento de maior descontração do show, tanto para a plateia como para a própria banda, claramente cansada das longas e seguidas turnês.

As duas últimas da noite foram a balada “Nothing Else Matters” e a ultrapopular “Enter Sandman”. Enquanto a primeira manteve o público vidrado na belíssima melodia, a segunda levou todos ao delírio com o riff matador de sempre, com direito às já tradicionais bolas pretas de plástico que o grupo costuma jogar para a plateia no fim de cada show. No agradecimento, a banda ainda presenteou os fãs com uma chuva de palhetas, que eram caçadas pelo público como se fossem diamantes.

A despeito dos contratempos relacionados ao som, o Metallica foi profissional e entregou um show decente para o público, que, em sua maioria, saiu satisfeito da Cidade do Rock. O grupo avisou que aquele seria a última apresentação da turnê atual e que, agora, iria se dedicar à gravação do disco sucessor de “Death Magnetic”.

Na sua terceira passagem consecutiva pelo Rock in Rio brasileiro, o Metallica provou para os críticos que continua matador ao vivo. Com um vasto acervo de músicas boas em toda a carreira, o grupo acerta em variar o set list e trazer algumas músicas pouco tocadas ao repertório. No Brasil, a execução de “The Frayed Ends of Sanity” já foi um fato histórico para os fãs mais fieis que viram o conjunto crescer assustadoramente no meio musical. Agora, resta esperar a próxima vinda da banda norte-americana ao País.

Para relembrar mais um grande show do Metallica no Rock in Rio, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a abertura e “Fuel”. Depois, veja “Turn the Page”, que também foi filmada por nós direto da Pista e pode ser conferida aqui. Na sequência, veja a histórica execução de “The Frayed Ends of Sanity”, além da banda tocando “One” e “Enter Sandman”. Se quiser ver o show todo, basta ir para o último vídeo da lista (se não tirarem do ar).

Set list

Fuel
For Whom the Bell Tolls
Battery
King Nothing
Ride the Lightning
The Unforgiven
Cyanide
Wherever I May Roam
Sad But True
Turn the Page
The Frayed Ends of Sanity
One
Master of Puppets
Fade to Black
Seek and Destroy

Whiskey in the Jar
Nothing Else Matters
Enter Sandman

18
jan
15

Metallica divulga foto no Instagram e alimenta especulação sobre gravação de novo álbum

Robert Trujillo, do Metallica - Foto: DivulgaçãoBastou a divulgação de uma foto no Instagram para que o Metallica provocasse uma enxurrada de especulações sobre a gravação de seu tão aguardado novo álbum. A foto liberada traz o baixista Robert Trujillo tocando em frente a uma mesa de som num estúdio.

Atrás dele, uma pessoa (seria o baterista Lars Ulrich ou o guitarrista e vocalista James Hetfield?) faz o símbolo clássico do heavy metal.

Note que não houve comunicado do grupo na página oficial tampouco no Facebook ou no Twitter. Apenas, a liberação da foto.

A expectativa dos fãs do Metallica é muito grande por um novo disco. Tudo porque o último álbum de inéditas exclusivo da banda norte-americana de thrash metal foi “Death Magnetic”, de 2008.

Depois de “Death Magnetic”, o Metallica chegou a lançar o disco “Lulu”, em outubro de 2011.

“Lulu”, na verdade, foi anunciado como um projeto e trazia o grupo com nada menos que Lou Reed, que morreu praticamente dois anos depois, em 2013.

Além de “Lulu”, a banda lançou o bom EP “Beyond Magnetic”, que trouxe sobras do próprio “Death Magnetic”.

Quem acompanha o Metallica sabe que o grupo não ficou parado neste tempo. Além de “Lulu” e “Beyond Magnetic”, a banda lançou o filme em 3D “Metallica Through the Never”, veio no Rock in Rio brasileiro duas vezes (em 2011 e 2013), fez shows históricos com Slayer, Megadeth e Anthrax no que foi chamado de Big Four, tocou na Antártida e entrou para o Livro dos Recordes, lançou a própria gravadora e fez shows especiais de 30 anos de carreira com convidados históricos, só para citar uma parte das tarefas executadas.

Em 2014, pouco antes de fazer mais um show em São Paulo na turnê especial “By Request”, o Metallica lançou a música inédita “Lords of Summer” no começo da perna sul-americana da turnê e a faixa agradou a maioria dos fãs.

Por enquanto, não há informação alguma sobre datas do provável novo álbum. Tampouco a confirmação oficial de que ele está sendo gravado. A ver…

29
ago
14

Suicidal Tendencies anuncia a morte do baixista Tim “Rawbiz” Williams

Tim "Rawbiz" Williams - Foto: DivulgaçãoO Suicidal Tendencies anunciou na quarta-feira, dia 27 de agosto, o falecimento do baixista da banda, Tim “Rawbiz” Williams. A causa da morte não foi divulgada tampouco maiores detalhes sobre o enterro.

Williams participou das gravações e da turnê de divulgação do álbum “13″, lançado no ano passado. Ele esteve com a banda nos shows que o Suicidal realizou no País em 2013 e 2014.

Na apresentação realizada no Clash Club no ano passado, ele foi um dos destaques.

Em nota, o Suicidal Tendencies destacou que Williams era um “monstro no baixo” e que se dedicava ao máximo, mesmo quando seu corpo não estava no melhor estado.

O Suicidal tem uma grande tradição com grandes baixista. Antes de Williams, por exemplo, Steve Brunner chegou a ser também uma das principais figuras do show que o grupo fez no mesmo Clash Club em 2012.

Vale lembrar que Robert Trujillo, excelente baixista atual do Metallica, também fez parte da formação clássica do Suicidal e chegou a tocar com a banda no Monsters of Rock de 1994 no Estádio do Pacaembu.




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