Archive for the 'KISS' Category

30
mar
20

Pandemia faz KISS adiar turnê que passaria em maio pelo Brasil para novembro

Mais um adiamento de peso entre as turnês que passariam pelo Brasil em virtude da pandemia do novo coronavírus. A bola da vez é o KISS, que jogou de maio para novembro a passagem pelo Brasil que faz parte da turnê pela América Latina pertencente à “End Of The Road World Tour”.

Segundo a produtora Mercury Concerts, as cidades que receberão os shows são as mesmas no Brasil: São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Uberlândia e Ribeirão Preto.

Houve, no entanto, alterações na ordem dos shows e também há uma indefinição para a apresentação em Porto Alegre.

A nova programação definiu Brasília como a primeira cidade a receber o show no Brasil.

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14
nov
19

Turnê final do KISS passará por SP, Porto Alegre, Curitiba, Uberlândia, Ribeirão Preto e Brasília

A produtora Mercury Concerts divulgou nesta quinta-feira, 14 de novembro, todos os detalhes da turnê de despedida do KISS que passará pelo Brasil em 2020. Inicialmente com data confirmada em São Paulo desde setembro, quando, em pleno Rockfest, os telões do festival confirmaram uma apresentação no Allianz Parque, nesta quinta-feira, foi a vez do detalhamento dos shows que serão realizados em maio em mais cinco cidades: Porto Alegre, Curitiba, Uberlândia, Ribeirão Preto e Brasília.

A chamada “End Of The Road Tour” começará no Brasil no dia 12 de maio, no Anfiteatro Arena do Grêmio, em Porto Alegre. Depois seguirá no dia 14 de maio para a Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba.

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23
set
19

Produtora confirma volta do KISS a SP para maio de 2020

Quem esteve no Rockfest no sábado, 21 de setembro, no Allianz Parque, teve uma grata surpresa com a confirmação de mais um grande show de uma banda gigante no Brasil. Tudo porque a produtora Mercury Concerts aproveitou o ótimo ambiente do festival na capital paulista para anunciar o retorno do KISS ao Brasil em 2020.

Segundo os organizadores, o lendário grupo norte-americano tocará em São Paulo em maio do ano que vem.

O anúncio foi feito por meio de um vídeo nos telões do Allianz Parque, entre os shows do Helloween e do Whitesnake no Rockfest.

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19
set
18

KISS anuncia oficialmente turnê de despedida

KISS - Cartaz de Divulgação da turnê de despedidaMais uma banda gigante do rock n’ roll anunciou turnê de despedida. Nesta quarta-feira, 19 de setembro, foi a vez do lendário KISS confirmar sua última tour mundial, após 45 anos de estrada e mais de 100 milhões de discos vendidos.

O anúncio foi feito após apresentação do grupo na final da 13ª temporada do “America’s Got Talent”, programa de talentos da emissora de TV norte-americana NBC.

“Tudo o que construímos e tudo o que conquistamos nas últimas quatro décadas nunca poderia ter acontecido sem os milhões de pessoas em todo o mundo que encheram clubes, arenas e estádios ao longo desses anos”, escreveu o KISS em seu site. “Esta será a celebração final para aqueles que nos viram e uma última chance para aqueles que não o fizeram”, acrescentou o grupo.

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17
dez
17

Gene Simmons é processado por assédio sexual por jornalista nos EUA

Gene Simmons - Foto: Divulgação FacebookGene Simmons está sendo processado por assédio sexual por uma jornalista norte-americana.

O vocalista, baixista e fundador do KISS é alvo da acusação que tem como base um acontecimento em Los Angeles, onde Simmons concedeu entrevista à profissional.

Conforme o site norte-americano TMZ, o processo foi aberto em anonimato.

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29
abr
15

Apoteótico, KISS fez o maior espetáculo do Monsters of Rock 2015

KISS no Monsters of Rock 2015 - Foto: Divulgação KISS/M.RossiHeadliner do segundo e último dia do Monsters of Rock, o KISS justificou a tradição de banda mestre em shows de rock para diversão e realizou o maior espetáculo do festival que aconteceu na Arena Anhembi, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. Apoteótico, o grupo liderado por Gene Simmons (vocal e baixo) e Paul Stanley (vocal e guitarra) trouxe tudo aquilo que a multidão de fãs presentes desejava ver: uma chuva de clássicos do rock, efeitos pirotécnicos e visuais, além de performances específicas de cada integrante nos vários hits apresentados.

Com mais de 40 anos de estrada, a banda já mostra algumas limitações ligadas à idade dos componentes, especialmente em relação à voz de Paul Stanley, que tem 63 anos e só perde em experiência para Gene Simmons, de 65 anos. Dado este obrigatório desconto a algo tão óbvio, o show do dia 26 de abril de 2015 foi um momento inesquecível para quem foi ao Anhembi.

Se, por um lado, é uma grande ilusão querer ver o mesmo desempenho do auge da carreira do grupo nos tempos atuais, por outro, a experiência em espetáculos só cresce e, com isso, os integrantes tiram de letra um script que encanta há décadas seus seguidores.

Originalmente agendado para as 22h30, o show começou com cerca de 40 minutos de atraso. Logo após uma extensa sequência de testes no som e nas luzes que iriam ser usadas, o KISS subiu ao palco com nada menos que “Detroit Rock City”.

Logo após o imenso pano suspenso que escondia o palco cair, uma série de efeitos deu o tom de que o público seria bem servido naquele banquete de rock n’ roll. Para começar, a bateria de Eric Singer apareceu descendo vagarosamente até o solo, enquanto breves estouros eram gerados por fogos de artifício e vários pontos de raio laser propiciavam efeitos de luzes bastante interessantes.

Não bastasse a abertura com um de seus maiores hits, o grupo emendou uma sequência de clássicos de dar inveja. O que dizer de um show que traz uma trinca com “Creatures of the Night”, “Psycho Circus” e “I Love It Loud”? No fundo do palco, o imenso telão com imagens nítidas era alternado com o logo gigante do KISS e com mais efeitos visuais bem sacados.

Em “War Machine”, Gene Simmons manteve a tradição de cuspir fogo na primeira performance emblemática da noite, deixando o público vidrado. Em “Do You Love Me”, o telão trouxe várias fotos e cenas da carreira do KISS e foi possível relembrar os vários integrantes que passaram pela banda.

Vale destacar que Paul Stanley continua extremamente simpático com seu público. O vocalista não cansou de elogiar a plateia paulistana, enaltecendo desde a quantidade imensa de pessoas presentes no Anhembi até a bunda das brasileiras, eterno patrimônio nacional.

KISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SPKISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SPKISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SPKISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SP

Com a ótima “Deuce” e a mais recente “Hell or Hallelujah”, Stanley disse inicialmente que, com a primeira, resgataria uma clássica do passado. Para a segunda, brincou que ela poderia ser uma clássico no futuro.

A apresentação continuou quente com “Calling Dr. Love” e “Lick It Up”. Esta última, por sinal, tem o poder de fazer uma parcela maior do público cantar junto e nunca decepciona.

Uma nova participação decisiva de Simmons veio com “God of Thunder”. Com um solo de baixo que combinou imagens desesperadoras no telão e o músico simulando cuspir sangue, a plateia foi presenteada com o mais uma performance teatral daquelas que moldaram a imagem do KISS.

Não bastasse toda a encenação que prendeu a atenção do público, Simmons foi puxado para cima por um fio que o levou para um mini palco próximo do teto. Lá de cima, ele também brincou com a plateia, também elogiando a “bunda linda” das brasileiras.

Depois de “God of Thunder”, o KISS trouxe “Parasite”, que foi a grande novidade do show em São Paulo em relação aos demais que o grupo realizou em outras capitais do Brasil. Cheia de efeitos gerados por laser, a música foi menos comemorada do que deveria pelo público, que já mostrava sinais de cansaço, dado o horário naquele momento, já caminhando para a madrugada da segunda-feira.

Um dos pontos altos do show veio na sequência, quando Paulo Stanley, em “Love Gun”, viajou sobre o público por meio de um cabo especial, do palco principal até o topo da torre de som que ficava no meio da pista no Anhembi. Mesmo com a voz do guitarrista dando claros sinais de desgaste, a plateia curtiu muito aquele momento, que foi seguido pela execução de “Black Diamond”, cantada pelo baterista Eric Singer.

A volta para o Bis começou com “Shout It Out Loud”, seguida por “I Was Made for Lovin’ You”. Após as duas músicas, o KISS trouxe o grande clássico “Rock and Roll All Nite”, que levou todos no Anhembi ao êxtase, com uma imensa chuva de papel picado, a elevação de Gene Simmons e do guitarrista Tommy Thayer em duas plataformas que ficaram sobre o público e o grande final de Paul Stanley quebrando sua guitarra.

Descrever um show do KISS rico em efeitos e atrações diversas nunca é fácil, pois, por mais que o leitor tente imaginar o que foi o show lendo o texto, jamais sentirá a verdadeira emoção de estar presente no espetáculo. Em 1994, ainda no primeiro Monsters of Rock brasileiro, a banda veio sem máscaras e com bem menos efeitos, mas trouxe mais qualidade musical. Em 2015, o espetáculo predominou e nem de longe foi motivo de desagrado por parte do público.

Ao fim da apresentação, este jornalista presenciou, enquanto caminhava até a saída da arena, no mínimo, uns dez fãs chorando copiosamente após o término do show. Exageros de devoção à parte, uma banda qualquer não é capaz de causar tal repercussão. E o KISS, definitivamente, em todos estes anos de carreira, prova a cada dia que é um dos mestres do entretenimento musical. Grande apresentação e grandes momentos, que fecharam com chave de ouro o Monsters of Rock de 2015.

Para relembrar o espetáculo do KISS no festival, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a abertura do show e “Detroit Rock City”. Depois, veja a banda tocando “Deuce” e “Love Gun”. Para fechar, fique com “Rock and Roll All Nite”.

Set list

Detroit Rock City
Creatures of the Night
Psycho Circus
I Love It Loud
War Machine
Do You Love Me
Deuce
Hell or Hallelujah
Calling Dr. Love
Lick It Up
Bass Solo
God of Thunder
Parasite
Love Gun
Black Diamond

Shout It Out Loud
I Was Made for Lovin’ You
Rock and Roll All Nite

27
abr
15

Monsters teve cancelamento do Motörhead, festa de Ozzy, Judas Priest matador e KISS apoteótico

Montagem MonstersA edição de 2015 do Monsters of Rock chegou ao fim no domingo, dia 26 de abril, e deve ter deixado a maioria dos fãs que estiveram na Arena Anhembi satisfeitos, a despeito de contratempos relacionados à organização, segurança e detalhes que sempre podem ser ajustados nos próximos eventos. Entre os momentos que serão lembrados no futuro, destaque para o cancelamento surpreendente do Motörhead, a festa do rock pesado promovida por Ozzy Osbourne, dois shows matadores em dois dias consecutivos do Judas Priest e a apresentação apoteótica do KISS.

Além destes eventos proporcionados pelos maiores medalhões do festival, outros bons shows chamaram a atenção do público, como os do Accept, do Unisonic, do Primal Fear, sem contar outros momentos marcantes gerados pelo Manowar e até pelo Steel Panther, cuja apresentação foi marcada pelo topless de algumas fãs.

De longe, o maior ponto negativo do festival foi a ausência de transmissão pela TV ou pela internet. Como já dissemos anteriormente aqui neste Roque Reverso, quem perdeu com esta mancada foram o rock e aquele fã que não conseguiu estar em São Paulo para prestigiar o grande festival. Nas redes sociais, a reclamação sobre este problema foi uma das que mais apareceu, ainda mais com os preços salgados que sobraram para quem não conseguiu comprar os primeiros lotes de ingressos.

Em relação à organização, as reclamações maiores se concentraram principalmente no primeiro dia de festival. Com uma única entrada para o público, filas enormes se formaram em volta do Anhembi. Houve casos de pessoas que demoraram duas horas esperando para entrar e que perderam os shows que desejavam assistir. No segundo dia, este problema não ficou escancarado e, perto do horário das apresentações mais importantes, à noite, foi possível chegar com certa rapidez no local.

Furtos também foram observados na Arena Anhembi, especialmente de celulares. Outro ponto que mereceu reclamação foi o preço de alimentação e bebida. Cerveja a R$ 10,00, a latinha, é um desrespeito.

De volta à parte que interessa, os headliners fizeram bons shows. A despeito da idade que bate à porta de Ozzy e do KISS, ambas as atrações acabaram justificando a condição de nomes principais do evento. O eterno vocalista do Black Sabbath mantém um carisma que continua arrastando uma legião de fãs para os shows. Enquanto isso, o KISS sabe como poucos transformar os shows em experiências sensacionais que permanecerão para sempre nas mentes dos participantes.

Outra escolha bem sacada foi colocar o Judas Priest para tocar nos dois dias. A banda de Rob Halford & Cia repetiu a tradição de grandes shows no Brasil e, musicalmente, foi a melhor do festival. Falando em música, o som do Monsters também merece elogios, pois estava nítido e num volume ideal em vários dos pontos da lotada pista.

A decepção do Monsters entre as bandas foi o cancelamento do Motörhead. Com o líder Lemmy Kilmister apresentando um sério distúrbio gástrico, seguido de uma forte desidratação, a alternativa foi a desistência da banda. Os demais integrantes do grupo chegaram a fazer um show improvisado com membros do Sepultura, mas a insatisfação e tristeza foi geral no Anhembi. O pior de tudo é que, com a saúde cada vez mais fraca de Lemmy, nada indica que o Motörhead retornará ao Brasil no curto prazo.

O fã do Judas Priest que foi no sábado acabou ganhando, com o problema de Lemmy, um repertório mais extenso. Assim foi possível ver a banda de Rob Halford num show maior do que os que geralmente são observados em festivais.

O evento de 2015 não superou as edições históricas que foram realizadas na década de 90 no Estádio do Pacaembu, tampouco o festival de 1998 na pista de atletismo do Ibirapuera. Em relação ao Monsters de 2013, contudo, o de 2015 parece ter ficado mais encorpado, com os dois dias bem distribuídos e com uma quantidade de público que, sem a menor dúvida superou a capacidade oficial do Anhembi, de cerca de 35 mil pessoas

Nos próximos dias, o Roque Reverso trará resenhas de alguns dos shows do Monsters of Rock. Além dos textos, serão descolados vídeos legais no YouTube e fotos oficiais. Fiquem ligados!

Como aperitivo dos shows do Monsters, o Roque Reverso trouxe alguns vídeos do YouTube. Fique inicialmente com Ozzy e banda executando “War Pigs”, do Black Sabbath. Depois, veja o Judas Priest tocando “Electric Eyes”. Veja ainda o KISS com “Rock and Roll All Nite” e o Accept com “Balls To The Wall”.




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