Archive for the 'KISS' Category

29
abr
15

Apoteótico, KISS fez o maior espetáculo do Monsters of Rock 2015

KISS no Monsters of Rock 2015 - Foto: Divulgação KISS/M.RossiHeadliner do segundo e último dia do Monsters of Rock, o KISS justificou a tradição de banda mestre em shows de rock para diversão e realizou o maior espetáculo do festival que aconteceu na Arena Anhembi, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. Apoteótico, o grupo liderado por Gene Simmons (vocal e baixo) e Paul Stanley (vocal e guitarra) trouxe tudo aquilo que a multidão de fãs presentes desejava ver: uma chuva de clássicos do rock, efeitos pirotécnicos e visuais, além de performances específicas de cada integrante nos vários hits apresentados.

Com mais de 40 anos de estrada, a banda já mostra algumas limitações ligadas à idade dos componentes, especialmente em relação à voz de Paul Stanley, que tem 63 anos e só perde em experiência para Gene Simmons, de 65 anos. Dado este obrigatório desconto a algo tão óbvio, o show do dia 26 de abril de 2015 foi um momento inesquecível para quem foi ao Anhembi.

Se, por um lado, é uma grande ilusão querer ver o mesmo desempenho do auge da carreira do grupo nos tempos atuais, por outro, a experiência em espetáculos só cresce e, com isso, os integrantes tiram de letra um script que encanta há décadas seus seguidores.

Originalmente agendado para as 22h30, o show começou com cerca de 40 minutos de atraso. Logo após uma extensa sequência de testes no som e nas luzes que iriam ser usadas, o KISS subiu ao palco com nada menos que “Detroit Rock City”.

Logo após o imenso pano suspenso que escondia o palco cair, uma série de efeitos deu o tom de que o público seria bem servido naquele banquete de rock n’ roll. Para começar, a bateria de Eric Singer apareceu descendo vagarosamente até o solo, enquanto breves estouros eram gerados por fogos de artifício e vários pontos de raio laser propiciavam efeitos de luzes bastante interessantes.

Não bastasse a abertura com um de seus maiores hits, o grupo emendou uma sequência de clássicos de dar inveja. O que dizer de um show que traz uma trinca com “Creatures of the Night”, “Psycho Circus” e “I Love It Loud”? No fundo do palco, o imenso telão com imagens nítidas era alternado com o logo gigante do KISS e com mais efeitos visuais bem sacados.

Em “War Machine”, Gene Simmons manteve a tradição de cuspir fogo na primeira performance emblemática da noite, deixando o público vidrado. Em “Do You Love Me”, o telão trouxe várias fotos e cenas da carreira do KISS e foi possível relembrar os vários integrantes que passaram pela banda.

Vale destacar que Paul Stanley continua extremamente simpático com seu público. O vocalista não cansou de elogiar a plateia paulistana, enaltecendo desde a quantidade imensa de pessoas presentes no Anhembi até a bunda das brasileiras, eterno patrimônio nacional.

KISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SPKISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SPKISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SPKISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SP

Com a ótima “Deuce” e a mais recente “Hell or Hallelujah”, Stanley disse inicialmente que, com a primeira, resgataria uma clássica do passado. Para a segunda, brincou que ela poderia ser uma clássico no futuro.

A apresentação continuou quente com “Calling Dr. Love” e “Lick It Up”. Esta última, por sinal, tem o poder de fazer uma parcela maior do público cantar junto e nunca decepciona.

Uma nova participação decisiva de Simmons veio com “God of Thunder”. Com um solo de baixo que combinou imagens desesperadoras no telão e o músico simulando cuspir sangue, a plateia foi presenteada com o mais uma performance teatral daquelas que moldaram a imagem do KISS.

Não bastasse toda a encenação que prendeu a atenção do público, Simmons foi puxado para cima por um fio que o levou para um mini palco próximo do teto. Lá de cima, ele também brincou com a plateia, também elogiando a “bunda linda” das brasileiras.

Depois de “God of Thunder”, o KISS trouxe “Parasite”, que foi a grande novidade do show em São Paulo em relação aos demais que o grupo realizou em outras capitais do Brasil. Cheia de efeitos gerados por laser, a música foi menos comemorada do que deveria pelo público, que já mostrava sinais de cansaço, dado o horário naquele momento, já caminhando para a madrugada da segunda-feira.

Um dos pontos altos do show veio na sequência, quando Paulo Stanley, em “Love Gun”, viajou sobre o público por meio de um cabo especial, do palco principal até o topo da torre de som que ficava no meio da pista no Anhembi. Mesmo com a voz do guitarrista dando claros sinais de desgaste, a plateia curtiu muito aquele momento, que foi seguido pela execução de “Black Diamond”, cantada pelo baterista Eric Singer.

A volta para o Bis começou com “Shout It Out Loud”, seguida por “I Was Made for Lovin’ You”. Após as duas músicas, o KISS trouxe o grande clássico “Rock and Roll All Nite”, que levou todos no Anhembi ao êxtase, com uma imensa chuva de papel picado, a elevação de Gene Simmons e do guitarrista Tommy Thayer em duas plataformas que ficaram sobre o público e o grande final de Paul Stanley quebrando sua guitarra.

Descrever um show do KISS rico em efeitos e atrações diversas nunca é fácil, pois, por mais que o leitor tente imaginar o que foi o show lendo o texto, jamais sentirá a verdadeira emoção de estar presente no espetáculo. Em 1994, ainda no primeiro Monsters of Rock brasileiro, a banda veio sem máscaras e com bem menos efeitos, mas trouxe mais qualidade musical. Em 2015, o espetáculo predominou e nem de longe foi motivo de desagrado por parte do público.

Ao fim da apresentação, este jornalista presenciou, enquanto caminhava até a saída da arena, no mínimo, uns dez fãs chorando copiosamente após o término do show. Exageros de devoção à parte, uma banda qualquer não é capaz de causar tal repercussão. E o KISS, definitivamente, em todos estes anos de carreira, prova a cada dia que é um dos mestres do entretenimento musical. Grande apresentação e grandes momentos, que fecharam com chave de ouro o Monsters of Rock de 2015.

Para relembrar o espetáculo do KISS no festival, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a abertura do show e “Detroit Rock City”. Depois, veja a banda tocando “Deuce” e “Love Gun”. Para fechar, fique com “Rock and Roll All Nite”.

Set list

Detroit Rock City
Creatures of the Night
Psycho Circus
I Love It Loud
War Machine
Do You Love Me
Deuce
Hell or Hallelujah
Calling Dr. Love
Lick It Up
Bass Solo
God of Thunder
Parasite
Love Gun
Black Diamond

Shout It Out Loud
I Was Made for Lovin’ You
Rock and Roll All Nite

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27
abr
15

Monsters teve cancelamento do Motörhead, festa de Ozzy, Judas Priest matador e KISS apoteótico

Montagem MonstersA edição de 2015 do Monsters of Rock chegou ao fim no domingo, dia 26 de abril, e deve ter deixado a maioria dos fãs que estiveram na Arena Anhembi satisfeitos, a despeito de contratempos relacionados à organização, segurança e detalhes que sempre podem ser ajustados nos próximos eventos. Entre os momentos que serão lembrados no futuro, destaque para o cancelamento surpreendente do Motörhead, a festa do rock pesado promovida por Ozzy Osbourne, dois shows matadores em dois dias consecutivos do Judas Priest e a apresentação apoteótica do KISS.

Além destes eventos proporcionados pelos maiores medalhões do festival, outros bons shows chamaram a atenção do público, como os do Accept, do Unisonic, do Primal Fear, sem contar outros momentos marcantes gerados pelo Manowar e até pelo Steel Panther, cuja apresentação foi marcada pelo topless de algumas fãs.

De longe, o maior ponto negativo do festival foi a ausência de transmissão pela TV ou pela internet. Como já dissemos anteriormente aqui neste Roque Reverso, quem perdeu com esta mancada foram o rock e aquele fã que não conseguiu estar em São Paulo para prestigiar o grande festival. Nas redes sociais, a reclamação sobre este problema foi uma das que mais apareceu, ainda mais com os preços salgados que sobraram para quem não conseguiu comprar os primeiros lotes de ingressos.

Em relação à organização, as reclamações maiores se concentraram principalmente no primeiro dia de festival. Com uma única entrada para o público, filas enormes se formaram em volta do Anhembi. Houve casos de pessoas que demoraram duas horas esperando para entrar e que perderam os shows que desejavam assistir. No segundo dia, este problema não ficou escancarado e, perto do horário das apresentações mais importantes, à noite, foi possível chegar com certa rapidez no local.

Furtos também foram observados na Arena Anhembi, especialmente de celulares. Outro ponto que mereceu reclamação foi o preço de alimentação e bebida. Cerveja a R$ 10,00, a latinha, é um desrespeito.

De volta à parte que interessa, os headliners fizeram bons shows. A despeito da idade que bate à porta de Ozzy e do KISS, ambas as atrações acabaram justificando a condição de nomes principais do evento. O eterno vocalista do Black Sabbath mantém um carisma que continua arrastando uma legião de fãs para os shows. Enquanto isso, o KISS sabe como poucos transformar os shows em experiências sensacionais que permanecerão para sempre nas mentes dos participantes.

Outra escolha bem sacada foi colocar o Judas Priest para tocar nos dois dias. A banda de Rob Halford & Cia repetiu a tradição de grandes shows no Brasil e, musicalmente, foi a melhor do festival. Falando em música, o som do Monsters também merece elogios, pois estava nítido e num volume ideal em vários dos pontos da lotada pista.

A decepção do Monsters entre as bandas foi o cancelamento do Motörhead. Com o líder Lemmy Kilmister apresentando um sério distúrbio gástrico, seguido de uma forte desidratação, a alternativa foi a desistência da banda. Os demais integrantes do grupo chegaram a fazer um show improvisado com membros do Sepultura, mas a insatisfação e tristeza foi geral no Anhembi. O pior de tudo é que, com a saúde cada vez mais fraca de Lemmy, nada indica que o Motörhead retornará ao Brasil no curto prazo.

O fã do Judas Priest que foi no sábado acabou ganhando, com o problema de Lemmy, um repertório mais extenso. Assim foi possível ver a banda de Rob Halford num show maior do que os que geralmente são observados em festivais.

O evento de 2015 não superou as edições históricas que foram realizadas na década de 90 no Estádio do Pacaembu, tampouco o festival de 1998 na pista de atletismo do Ibirapuera. Em relação ao Monsters de 2013, contudo, o de 2015 parece ter ficado mais encorpado, com os dois dias bem distribuídos e com uma quantidade de público que, sem a menor dúvida superou a capacidade oficial do Anhembi, de cerca de 35 mil pessoas

Nos próximos dias, o Roque Reverso trará resenhas de alguns dos shows do Monsters of Rock. Além dos textos, serão descolados vídeos legais no YouTube e fotos oficiais. Fiquem ligados!

Como aperitivo dos shows do Monsters, o Roque Reverso trouxe alguns vídeos do YouTube. Fique inicialmente com Ozzy e banda executando “War Pigs”, do Black Sabbath. Depois, veja o Judas Priest tocando “Electric Eyes”. Veja ainda o KISS com “Rock and Roll All Nite” e o Accept com “Balls To The Wall”.

25
abr
15

Sem TV, Monsters of Rock 2015 vem aí! Veja horários e detalhes do festival

Monsters of Rock de 2013 na Arena Anhembi - Foto: Divulgação/MRossiVai começar a edição de 2015 do Monsters of Rock! Com uma escalação que não deve nada a grandes festivais de heavy metal do planeta, o evento brasileiro tem início neste sábado, dia 25 de abril, e termina amanhã, dia 26, na cidade de São Paulo, na sempre questionada Arena Anhembi.

Diferente da edição de 2013, que contou com transmissão ao vivo por canais fechados de TV, o Monsters de 2015 não passará em nenhuma emissora. Pelo menos é esta a informação oficial dos produtores até o fechamento deste texto.

Canais que tradicionalmente mostram shows ao vivo, como o BIS e o Multishow, desta vez, vão ignorar um evento que terá como headliners simplesmente Ozzy Osbourne (25) e o KISS (26), sem contar atrações do calibre de um Judas Priest (que tocará nos dois dias!) e de um Motörhead, só para citar os mais badalados.

Quem perde é somente o rock e aquele fã que não poderá estar em São Paulo para prestigiar o grande festival. Num momento no qual o estilo sofre com o pequeno número de novidades interessantes e marcantes, esta ausência na TV só atrapalha ainda mais. Há promessas de fãs que tentarão fazer transmissão por celulares por redes sociais, mas nunca será a mesma coisa.

O Roque Reverso estará nos dois dias do festival e tentará trazer informações rápidas via Twitter ou pelo Facebook. Nos dias seguintes ao festival, o leitor deste veículo terá algumas resenhas dos shows e outros detalhes, como o set list das apresentações, além de fotos e vídeos.

Para quem ainda pretende ir ao Monsters of Rock 2015, ainda há ingressos, mas é bom preparar o bolso, pois as entradas restantes são daquelas de terceiro lote já bem salgadas. Os preços atuais da entrada inteira são de R$ 700,00 (Monsters Pass válido para 2 dias) e de R$ 400,00 (ingresso para único dia). A bilheteria oficial funciona nos dias 25 e 26 de abril, no Portão 21, das 9 horas às 21 horas.

Edições anteriores

As três primeiras edições do Monsters of Rock no Brasil aconteceram em 1994, 1995 e 1996 no Estádio do Pacaembu. Em 1998, o festival foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera. Em 2013, na Arena Anhembi.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

Detalhes de 2015

No Monsters de 2015, haverá Food Trucks, lanchonetes e bares dentro do local do show, onde serão vendidos sanduíches, pastéis, crepes, batatas e outros alimentos e bebidas como refrigerante, água e cerveja. Todos poderão ser comprados com cartões de débito e crédito.

Lojas com temas relacionados ao rock também marcarão presença no festival. Entre elas, estará a lendária Woodstock, além da Black Rock.

Em relação ao transporte público, a estação de Metrô mais próxima da Arena Anhembi é Portuguesa-Tietê, cerca de 1,5 Km do local. Para manter uma tradição “sensacional” do governo do Estado, não haverá esquema especial voltado ao festival.

Muito pelo contrário: para “ajudar”, no domingo, as estações Luz e República, da Linha 4-Amarela, permanecerão fechadas durante todo o dia para a execução de obras na estação Higienópolis-Mackenzie. A dica para quem estiver saindo da Arena Anhembi é correr assim que os últimos shows terminarem.

Quanto aos ônibus, há várias linhas no horário normal:

– 278A Ceasa/Penha – Funcionamento até à 01h00
– 106/10 Metrô Santana/Itaim Bibi – Funcionamento até à 01h00
– 107p/10 Mandaqui/Pinheiros – Funcionamento até à 01h00
– 1301/10 Terminal Casa Verde/Praça do Correio – Funcionamento até 01h00
– 9717/10 Jardim Almanara/Santana – Funcionamento até a 01h00
– 138Y Metrô Barra Funda /Casa Verde Alta – Funcionamento até à 01h00
– 148P Lapa/Jardim Per – Funcionamento até 00h15
– 1732 Metrô Santa Cecília/Vila Sabrina – Funcionamento até 00h20
– 175P Ana Rosa/Edu Chaves – Funcionamento até 00h50
– 177H Butantã USP/Metrô Santana – Funcionamento até 00h55
– 177Y Pinheiros/Casa Verde – Funcionamento até às 23h50
– 178L Hospital das Clínicas/Lauzane Paulista – Funcionamento até 00h55
– 967A Pinheiros/Imirim – Funcionamento até 00h20
– 8538 Praça do Correio/Freguesia do Ó – Funcionamento até 01h00
– 9166 Praça do Correio/Jardim Santa Cruz – Funcionamento até 00h55
– 9301 Paissandu/Terminal Casa Verde – Funcionamento até 00h40
– 9352 Terminal Correio/Pedra Branca – Funcionamento até 00h15
– 175T/10 Metrô Santana/Metrô Jabaquara – Funcionamento até à 01h00
– 178/10 Imirim/Lapa – Funcionamento até à 01h00
– 701U/10 Jaçanã/Butantã-USP – Funcionamento até à 01h00
– 9717/10 Jardim Almanara/Santana – Funcionamento até à 01h00
– 1177/10 Terminal A.E. Carvalho/Est. da Luz – Funcionamento. até à 01h00
– 138Y/10 Casa Verde/Metrô Barra Funda – Funcionamento até à 01h00
– 175p/10 Edu Chaves/Metrô Ana Rosa – Funcionamento até à 01h00
– 177H/10 Metrô Santana/Butantã – Funcionamento até à 01h00
– 177Y/10 Casa Verde/Pinheiros – Funcionamento até à 01h00
– 9166/10 Jardim Santa Cruz/Praça do Correio – Funcionamento até à 01h00
– 9354/10 Nsa. Sra. De Fátima/Term. Correio – Funcionamento até à 01h00

Após a 1 hora da manhã, há as seguintes linhas:

– 1721/51 – Vila Ede/Praça do Correio
– 1728/51 – Jardim Brasil/Praça do Correio
– 174/51 – Vila Dionísia/Terminal Amaral Gurgel
– 1767/51 – Edu Chaves/Praça do Correio
– 1778/51 – Jaçanã/Praça do Correio
– 1783/52 – Cachoeira/Praça do Correio
– 971X/51 – Terminal Cachoeirinha/Terminal Amaral Gurgel

Em relação aos táxis, estão credenciados mais de 2.000 veículos. Eles estarão estacionados no bolsão ao longo da Avenida Olavo Fontoura. Mas fique atento aos preços, pois tem sempre aquele cara que aproveita o caos para levar vantagem.

Horários dos shows

25/4/2015 – Sábado

12h00 – De La Tierra
13h05 – Primal Fear
14h20 – Coal Chamber
15h50 – Rival Sons
17h20 – Black Veil Brides
18h50 – Motörhead
20h40 – Judas Priest
22h30 – Ozzy Osbourne

26/0/2015 – Domingo

12h15 – Dr Phoebes
13h05 – Steel Panther
14h20 – Yngwie Malmsteen
15h50 – Unisonic
17h20 – Accept
18h50 – Manowar
20h40 – Judas Priest
22h30 – Kiss

12
abr
15

Veja os horários de cada atração do Monsters of Rock 2015

Monsters of Rock - Cartaz de DivulgaçãoA sexta edição do Monsters of Rock brasileiro será realizada nos dias 25 e 26 de abril na cidade de São Paulo e os horários de cada atração já são conhecidos. Segundo os organizadores do festival, o evento que será realizado na Arena Anhembi tem os shows dos headliners Ozzy Osbourne (25) e KISS (26) agendados para as 22h30.

O Judas Priest, que é a banda convidada especial para os dois dias de festival, tocará às 20h40. No dia 25, a antepenúltima atração, o Motörhead, começará o show às 18h50, mesmo horário do início da apresentação do Manowar no dia seguinte.

O horário das 17h20 está reservado no dia 25 para o Black Veil Brides e, no dia 26, para o Accept.

A partir das 15h50, tocam o Rival Sons no primeiro dia e Unisonic no domingo. O horário das 14h20 terá o Coal Chamber no sábado e Yngwie Malmsteen no dia seguinte.

Às 13h50, é a vez do Primal Fear no dia 25, que terá De La Tierra às 12 horas. O Steel Panther toca no dia 26 às 13h05. Antes, no mesmo dia, toca o Dr. Pheabes.

Os ingressos já estão no terceiro lote, tanto o Monsters Pass, que é válido para os dois dias do festival, como a entrada para um único dia. Podem ser comprados no site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

Os preços atuais da entrada inteira são de R$ 700,00 (Monsters Pass) e de R$ 400,00 (ingresso para único dia).

Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip! Desde o dia 11 de janeiro, as compras podem ser feitas em 3 vezes sem juros.

As três primeiras edições do Monsters of Rock no Brasil aconteceram em 1994, 1995 e 1996 no Estádio do Pacaembu. Em 1998, o festival foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera. Em 2013, na Arena Anhembi.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

28
fev
15

Monsters of Rock tem mais duas atrações confirmadas: De La Tierra e Dr. Pheabes

Dr. Pheabes e De La Tierra - Foto:DivulgaçãoO Monsters of Rock ganhou mais duas atrações confirmadas para a edição de 2015: os grupos De La Tierra e Dr. Pheabes. As bandas se juntam à constelação de rock pesado que passará pela cidade de São Paulo nos dias 25 e 26 de abril, na Arena Anhembi.

O De La Tierra é o outro grupo do guitarrista Andreas Kisser, do Sepultura, e já foi devidamente apresentado aqui no Roque Reverso. O Dr. Pheabes é uma banda brasileira que já participou da edição de 2013 do Monsters of Rock.

Segundo os organizadores do festival de 2015, o grupo de metal latino de Kisser tocará no dia 25 de abril. O Dr. Pheabes, por sua vez, vai se apresentar no dia seguinte.

Com a inclusão de ambos os conjuntos musicais, a divisão por dia do Monsters of Rock de 2015 ficou da seguinte forma: no dia 25, a escalação trará Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear, Coal Chamber e De La Tierra; no dia 26, o line-up terá KISS, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen, Steel Panther e Dr. Pheabes.

Os ingressos do primeiro lote e o passaporte válido para os dois dias do festival (Monsters Pass) estão disponíveis desde o dia 19 de dezembro de 2014, pelo site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

A entrada inteira para cada dia do festival, já no segundo lote, custa R$ 380,00. O valor inteiro para o Monsters Pass, já no terceiro lote, é de R$ 700,00. Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip! Desde o dia 11 de janeiro, as compras podem ser feitas em 3 vezes sem juros.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série tiveram mais dinossauros do que revelações. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

19
dez
14

Monsters of Rock: confirmação do Coal Chamber e esclarecimento sobre problemas com ingressos

Monsters of Rock - Cartaz Atualizado de DivulgaçãoDois fatos novos relacionados ao Monsters of Rock de 2015: o primeiro é a confirmação de mais uma atração internacional, da banda norte-americana Coal Chamber; o segundo é o esclarecimento dos organizadores do festival sobre problemas que os fãs tiveram para comprar ingressos logo no primeiro dia de vendas das entradas.

Depois do bombástico anúncio do line-up no dia 17 de dezembro, a produção acrescentou o Coal Chamber. O grupo tocará na Arena Anhembi no sábado, dia 25 de abril, mesmo dia que terá Ozzy Osbourne como headliner.

No domingo, dia 26, nada mudou, com o KISS fechando a data.

Quanto ao esclarecimento sobre os problemas com os ingressos, após o grande número de reclamações dos fãs nas redes sociais, a produção do festival explicou em nota que, devido ao “sucesso absoluto e à forte demanda”, a partir do período da manhã, o site da Ingresso Rápido apresentou “momentos de instabilidade” já solucionados.

Com a inclusão do Coal Chamber, a divisão por dia do Monsters of Rock de 2015 ficou da seguinte forma: no dia 25, a escalação trará Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear e Coal Chamber; no dia 26, o line-up terá KISS, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen e Steel Panther.

Os ingressos do primeiro lote e o passaporte válido para os dois dias do festival (Monsters Pass) são limitados e estão disponíveis desde o dia 19 de dezembro de 2014, à zero hora, pelo site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

A entrada inteira para cada dia do festival custa R$ 350,00 no primeiro lote. O valor inteiro para o Monsters Pass é de R$ 620,00 nessa primeira leva. Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip!

Compras até o dia 10 de janeiro podem ser feitas em 4 vezes sem juros. A partir do dia 11 de janeiro, poderão ser feitas em 3 vezes sem juros, em todas as formas de compra de ingressos.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série tiveram mais dinossauros do que revelações. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

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Monsters of Rock de 2015 terá Ozzy, KISS, Judas Priest, Motörhead, Accept, Malmsteen, Manowar e mais

Monsters of Rock - Cartaz de DivulgaçãoApós confirmar no dia 10 de dezembro a edição do Monsters of Rock de 2015, a produtora Mercury Concerts divulgou nesta quarta-feira, dia 17, o line-up do festival que acontecerá nos dias 25 e 26 de abril na Arena Anhembi. Ratificando vários dos rumores que já circulavam pela internet, foram anunciados os nomes de Ozzy Osbourne e do KISS como headliners do evento, com eterno vocalista do Black Sabbath fechando o primeiro dia e o grupo norte-americano encerrando o segundo dia.

Espécie de convidado especial do Monsters, o Judas Priest tocará nos dois dias do festival e se apresentará pouco antes de Ozzy e KISS.

As atrações não param por aí. Além dos três dinossauros do rock, o Monsters contará com outros veteranos, como o Motörhead, o Manowar, o Accept e o guitarrista Yngwie Malmsteen.

Também estão escalados o Black Veil Brides, o Rival Sons, o Primal Fear, o Unisonic e o Steel Panther.

A divisão por dia ficará da seguinte forma: no dia 25, a escalação trará Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear; no dia 26, o line-up terá KISS, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen e Steel Panther (veja atualização aqui).

Os ingressos do primeiro lote e o passaporte válido para os dois dias do festival (Monsters Pass) são limitados e estarão disponíveis a partir de 19 de dezembro de 2014, à zero hora, pelo site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

A entrada inteira para cada dia do festival custará R$ 350,00 no primeiro lote. O valor inteiro para o Monsters Pass é de R$ 620,00 nessa primeira leva. Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip!

Compras até o dia 10 de janeiro podem ser feitas em 4 vezes sem juros. A partir do dia 11 de janeiro, poderão ser feitas em 3 vezes sem juros, em todas as formas de compra de ingressos.

Entre os fãs do heavy metal, houve quem reclamasse do festival ter escolhido muito medalhão. Mas a proposta do Monsters sempre foi essa, pelo menos em território nacional.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série tiveram mais dinossauros do que revelações. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

Falem o que quiser, mas o Monsters of Rock de 2015, por enquanto, é o melhor festival do ano que vem. Enquanto o Lollapalooza divulgou atrações menos bombásticas e o Rock in Rio vem anunciando nomes a conta-gotas, o evento com DNA mais rock do País já tem uma escalação de peso e respeitável para quem gosta do estilo mais pesado.

Para comemorar o line-up do Monsters, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube das vindas anteriores de alguns grupos que virão na edição de 2015. Para começar, fique com Ozzy Osbourne, em 1995, cantando “Bark at the Moon”. Depois, veja o KISS com “Deuce”, em 1994; e o Motörhead, com “The Chase Is Better Than The Catch”, em 1996; .




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