Archive for the 'The Doors' Category

05
jan
17

Com álbum clássico de estreia, The Doors escancarava há 50 anos as portas da psicodelia

The Doors - Reprodução da capa do disco de estreiaO álbum “The Doors” completa na primeira semana de 2017 nada menos que 50 anos desde seu lançamento, em 1967, e cada audição parece uma nova viagem. O primeiro LP do quarteto formado por Jim Morrison, Robby Krieger, Ray Manzarek e John Densmore é, sem dúvida, um dos melhores álbuns de estreia de uma banda de rock em todos os tempos. É preciso desenhar que se trata do The Doors? Acredito que não.

O lirismo de Jim Morrison acabou por situar o Doors como uma das primeiras bandas a experimentarem sucesso comercial juntando rock e boas letras. Bob Dylan já vinha fazendo o mesmo – e com mais competência – antes do Doors, mas a psicodelia do quarteto californiano daria o tom de um dos períodos mais importantes da história do rock.

Antes de Jim Morrison e Bob Dylan, raras letras escapavam à farofa. Não que boas letras tenham deixado de ser exceção, mas falemos de “The Doors”.

Sobram poesia, referências literárias e irreverência no disco de estreia da banda californiana, lançado em 4 de janeiro de 1967 pela Elektra depois de a Columbia não ter honrado seu contrato de produção com o quarteto.

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20
maio
13

Ray Manzarek, tecladista do The Doors, morre aos 74 anos

Ray Manzarek - Foto: WikipédiaO tecladista Ray Manzarek, membro fundador da lendária banda norte-americana de rock The Doors, morreu na Alemanha aos 74 anos. A notícia foi divulgada nesta segunda-feira, dia 20 de maio, pela empresária de Manzarek, Heidi Robinson-Fitzgerald.

Ela informou, por meio de nota, que o artista faleceu na cidade alemã de Rosenheim.  Manzarek padecia de um câncer na vesícula biliar. No momento de sua morte, estava acompanhado de sua família.

Manzarek fundou o The Doors depois de conhecer o então poeta Jim Morrison na Califórnia na década de 1960.

Em pouco tempo, a banda alcançou o estrelato e sua música continuou a repercutir entre seus fãs décadas depois de sua dissolução, ocorrida após a morte de Morrison no início da década de 1970.

Para homenagear o tecladista, o Roque Reverso descolou vídeos do Doors. Fique inicialmente com “Light My Fire”. Depois, veja “Riders on the Storm” e “The End”. R.I.P. Ray Manzarek!

08
dez
11

À queima roupa

Rock’n’roll e situações extremas caminham de mãos dadas, mas poucos dias são tão marcantes para o mundo do rock quanto o 8 de dezembro. Foi nessa data, em 1980, que o eterno John Lennon foi assassinado em Nova York. Também nessa data, mas em 2004, Diamond “Dimebag” Darrell acabou também assassinado em Ohio.

Lennon dispensa apresentações para o público em geral. Darrell, ex-Pantera, foi, sem sombra de dúvida, um dos guitarristas mais completos e versáteis da história do heavy metal, identificável sempre a partir dos primeiros acordes, façanha de que só os grandes músicos são capazes.

Como nem tudo na vida é morte (só o final, ou seria o princípio?), também num 8 de dezembro, mas em 1943, nascia Jim Morrison. Para os mais ecléticos, também é aniversário da irlandesa Sinead O’Connor, ainda viva ao que me consta.

Para marcar a data, vídeos descolados no YouTube pelo Roque Reverso. Começamos com “Instant Karma”, de John Lennon. Depois, fiquem com “Cowboys From Hell”, do Pantera, ao vivo no Monsters of Rock de 1991, em Moscou. Na sequência, descolamos um vídeo com a música “The End”, do Doors, com direito a cenas do filme “Apocalypse Now”, de Francis Ford Coppola. Para fechar,  Sinead O’Connor em “Mandinka”.

03
jul
11

40 anos sem Jim Morrison

Há exatos 40 anos, o rock e a música pop perdiam um dos seus grandes símbolos. No dia 3 de julho de 1971, James Douglas Morrison, ou simplesmente Jim Morrison, foi encontrado morto na banheira de sua residência em Paris. Considerado um grande poeta do rock na época, o lendário vocalista e letrista do The Doors deixou, aos 27 anos de idade, uma legião de fãs e ainda hoje suas músicas são um sucesso em qualquer lugar que tenha o rock and roll como combustível.

Independentemente do gosto musical, quem com alguma ligação ao rock nunca cantou na vida alguma música do Doors em alguma balada? “Light My Fire”, “Touch Me”, “Hello I Love You” , “L.A. Woman”, “Love Me Two Times”, “Break on Through (To the Other Side)”…São só algumas das músicas que entraram para a história da música pop. Outras com um lado menos ligado a festas, como “The End” ou “Riders on the Storm”, são daquelas que sempre fizeram a galera “viajar” nas letras e na melodia.

O relatório oficial diz que Morrison morreu de “ataque de coração”, mas, para variar, a causa da sua morte está cercada de mistérios. Muitos fãs e biógrafos já criaram inúmeras versões sobre o ocorrido, que vão desde uma suposta morte por overdose de heroína (há quem diga que ele nunca usou a droga) até a de um assassinato planejado por autoridades do governo norte-americano com intuito de eliminar figuras da contracultura.

Morrison foi listado como o nº 4 a morrer misteriosamente, depois das mortes de Jimi Hendrix, Janis Joplin e Brian Jones, guitarrista dos Rollings Stones. Coincidentemente, todos morreram com 27 anos e em situações que deixaram algumas dúvidas até os dias de hoje.

Se há dúvidas sobre a morte do vocalista do Doors, não se questiona a importância dele para a história do rock. Para homenagear o mito, o Roque Reverso descolou três vídeos no YouTube. A primeira música é “Break on Through (To the Other Side)”. Depois, fique com “Riders on the Storm” e “The End”, que fez parte da trilha sonora do clássico filme “Apocalypse Now”, de Francis Ford Coppola.

18
maio
11

The Cult faz grande show em SP, inclui cover histórico do The Doors e deixa público com sensação de ‘quero mais’

O The Cult passou por São Paulo e fez um grande show de rock no sábado, dia 14, no HSBC Brasil. Para quem achava que a banda britânica já se aproximava do final de carreira, foi novamente ratificada a velha máxima de que não importa a idade dos músicos, se ainda existe qualidade musical e, principalmente, desejo de continuar se apresentando aos fãs.

Com um set list repleto de clássicos, o grupo do vocalista Ian Astbury e do guitarrista Billy Duffy conseguiu fazer um show mais empolgante e de melhor qualidade do que o realizado em 2008 no Credicard Hall e deixou o público até com aquele gosto de “quero mais”…

Se, em 2008, o mau humor de Astbury foi claramente o grande motivo para a banda tocar sem aquele tesão necessário para levantar o público, em 2011, o vocalista estava menos mala do que o normal e o clima legal no HSBC parece ter ajudado o grupo. Como já era esperado, a casa estava cheia e o público era formado em sua maioria por fãs de longa data, muitos deles acompanhados por filhos adolescentes, que dão alguma esperança sobre o futuro do rock no Brasil, mesmo com a onda recente daquelas bandinhas emo/coloridas que nada acrescentam para a música.

O show começou com meia hora de atraso, talvez pelas longas filas que se formaram na entrada do HSBC pelo público que decidiu ir ao espetáculo em cima da hora ou que teve que suar para encontrar algum local para estacionar o carro. Além de Astbury e Duffy, o Cult não mudou em relação à apresentação anterior na capital paulista. Também estavam no palco o baixista Chris Wyse, o baterista John Tempesta e o guitarrista Mike Dimkich.

Quando a banda subiu ao palco para interpretar a música “Everyman and Woman Is A Star”, foi impossível não tomar um susto com o visual de Ian Astbury. Aquele que, na década de 80, era símbolo sexual da mulherada roqueira se transformou ironicamente em algo parecido com aquele típico veterano de guerra do Vietnã, com cabelo comprido e zoado, barba, lencinho na cabeça e óculos escuros. Para alguns, o vocalista lembrou o lendário Jim Morrison, do The Doors, na fase final da banda norte-americana. Nada surpreendente, já que Astbury sempre foi fã declarado do falecido Jim e do Doors.

Como clássico do rock é o que não falta ao The Cult, a banda emendou logo de cara um deles e ganhou o público com “Rain”. Depois de “Electric Ocean”, foi a vez da preferida deste blogueiro, “Sweet Soul Sister”, que mais uma vez deixou o público empolgado.

Com a banda bastante entrosada e um show à parte de Billy Duffy e do baterista John Tempesta, o Cult mesclava músicas ligeiramente menos badaladas com hits empolgantes. “White”, “The Phoenix”, “Saints Are Down” e a ótima “Lil’ Devil” foram tocadas de maneira praticamente perfeita. Vale destacar que o som da casa também foi um ponto importante, já que rock é para se ouvir alto mesmo!

O ponto fraco foi o show não ter sido passado nos telões. Mesmo assim, o fato de a casa ser pequena em relação ao Via Funchal e ao Credicard Hall fez com que a maioria do público conseguisse ver bem a apresentação, mesmo com a repetição da introdução da famigerada pista Vip.

Os telões só passaram alguma coisa na metade do show, quando um filme curto e chato produzido por Astbury foi transmitido, enquanto a banda dava uma descansada. Na volta, foram executadas as músicas  “Embers”, “Spiritwalker”, “Dirty Little Rockstar” e “Rise”.

Os maiores clássicos estavam sendo esperados com ansiedade pelo público e a banda emendou uma trinca deles para delírio dos fãs. “Wild Flower”, “She Sells Sanctuary”  e “Love Removal Machine” foram tocadas com maestria e fizeram a galera vibrar, interagir com a banda e até surpreender os músicos, já que não foram poucos os momentos em que a união de vozes do público chegou a superar o som do microfone de Astbury. Antes de “Love Removal Machine”, o vocalista chegou até a ganhar de presente uma canção de “Parabéns a Você” da plateia, pois comemorou seu aniversário justamente no dia 14 de maio.

Se a trinca de hits já havia animado o público, o bis reservado pelo The Cult coroaria aquela bela noite de rock and roll no HSBC. Na volta ao palco, a banda tocou “Fire Woman” de maneira perfeita, fez a galera cantar junto e acompanhar a música com palmas, em mais um momento especial que só os grandes grupos conseguem proporcionar.

Para fechar a noite, uma grande e histórica surpresa em palcos brasileiros. Do nada, o baixo de Chris Wyse trouxe os acordes da mais do que clássica “Break On Through (to the Other Side)”, do The Doors e deixou muita gente boquiaberta, já que não é sempre que podemos ver um grande grupo tocando um hit histórico como aquele.

Era o que faltava para fazer aquele show já entrar para a lista dos melhores de 2011 em São Paulo, mesmo com a banda ousando deixar de fora da lista clássicos como “Revolution” e “Eddie (Ciao Baby)”, algo impensável para alguns fãs mais dedicados. Quem foi ao HSBC saiu com aquela sensação de “quero mais”, tamanha a qualidade da apresentação do Cult. Fica a torcida para eles não demorarem a voltar para São Paulo, onde eles sempre terão um bom público garantido, independente da fase boa ou ruim.

Para quem deseja relembrar o grande show ou para quem não teve a oportunidade de comparecer, o Roque Reverso descolou vídeos de ótima qualidade no YouTube com músicas do show. Para começar, “Sweet Soul Sister”. Depois fique com “Wild Flower”, “She Sells Sanctuary”, “Love Removal Machine”, “Fire Woman” e o momento histórico com “Break On Through (to the Other Side)”. O rock and roll agradece!!!!

Set list:

Everyman and Woman Is A Star
Rain
Electric Ocean
Sweet Soul Sister
White
The Phoenix
Saints Are Down
Lil’ Devil
Embers
Spiritwalker
Dirty Little Rockstar
Rise
Wild Flower
She Sells Sanctuary
Love Removal Machine

Fire Woman
Break On Through (to the Other Side)




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