Archive for the 'Lemmy Kilmister' Category

13
ago
17

Veja o clipe do Motörhead para a música ‘Heroes’, que estará em disco de covers previsto para setembro

Motörhead - Foto: DivulgaçãoO clipe do Motörhead para a música “Heroes”, de David Bowie, foi liberado nas redes sociais da banda no início de agosto, mais precisamente no dia 7 no YouTube.

O vídeo combina imagens de shows, bastidores e, sobretudo, aproveita para fazer uma homenagem ao saudoso Lemmy Kilmister, que deixou o rock n’ roll órfão em dezembro de 2015.

A música “Heroes” é mais uma amostra do álbum de covers do Motörhead que será lançado em setembro.

“Under Cöver” trará covers executados pela banda britânica ao longo do tempo de grupos do agrado de Lemmy & Cia.

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16
fev
16

4 prêmios Grammy para o Alabama Shakes fazem bem para boa música

Alabama ShakesQuando o disco “Sound & Color” foi lançado em 2015, a impressão imediata na primeira audição foi a de que o álbum tinha qualidade e dificilmente seria superado no ano. Quando a música “Don’t Wanna Fight” foi ouvida pela primeira vez, não havia dúvida de que ela era fácil candidata a hit do ano. Na 58ª edição do Grammy, que aconteceu na segunda-feira, 15 de fevereiro, em Los Angeles, os quatro prêmios dados à excelente banda norte-americana foram não apenas um justo reconhecimento a um grande trabalho, mas algo que faz bem para a música em geral.

Nós do Roque Reverso sempre tivemos um pé atrás com o Grammy desde que o Jethro Tull ganhou o prêmio de melhor artista de hard rock/metal do Metallica em 1989. E sempre lembramos isso. Gafes históricas à parte, reconhecer algo de qualidade é o mínimo que a premiação norte-americana pode fazer e, quando faz algo correto, também merece elogios.

O Alabama Shakes venceu o Grammy nas categorias de Melhor Álbum Alternativo, Melhor Música de Rock e Melhor Performance de Rock, além de conquistar um prêmio técnico como a melhor engenharia de som de disco não-clássico. Concorreu também ao prêmio de Melhor Álbum do Ano, mas, apesar de merecer, perdeu para a cantora pop Taylor Swift.

De quebra, a banda fez uma perfeita apresentação ao vivo que só ratificou a percepção de que está num momento extremamente positivo da carreira. Ao receber um dos prêmios, a guitarrista e vocalista ultra talentosa Brittany Howard não escondeu a grande emoção.

Ainda no mundo do rock, o Grammy escolheu o disco do Muse, “Drones”, como o Melhor Álbum de Rock. Na categoria Melhor Performance de Metal, o grande vencedor foi o grupo mascarado Ghost, pela música “Cirice”, do disco “Meliora”.

Entre os shows da noite, além da ótima apresentação do Alabama Shakes, houve uma série de homenagens a nomes de astros da música que morreram recentemente. David Bowie, Lemmy Kilmister, B.B. King e Glenn Frey, do Eagles, foram os merecedores das homenagens.

No caso de David Bowie, a cantora Lady Gaga fez uma excelente apresentação, lembrando vários sucessos do camaleão do rock. No caso de Lemmy, o grupo Hollywood Vampires teve uma performance digna, apesar do jeito meio bagunçado na apresentação do clássico “Ace of Spades”.

28
dez
15

Lemmy morreu – e infelizmente é verdade

lemmyPor muitos considerado um ser imortal, Lemmy Kilmister se foi. E desta vez, infelizmente, é verdade – motivo pelo qual o Roque Reverso vem com este breve e fúnebre boletim de fim de ano.

O frontman do Motörhead faleceu nesta segunda-feira, 28 de dezembro, apenas quatro dias depois de completar 70 anos, segundo publicação do jornalista norte-americano Eddie Trunk no microblog Twitter.

Pouco depois do anúncio de Eddie Trunk, o Motörhead confirmou a morte de Lemmy por meio de seu perfil oficial no Facebook. Segundo a nota, o vocalista e baixista da banda ficou sabendo apenas no sábado, dia 26 de dezembro, que lutava contra um câncer muito agressivo. Recentemente, o noticiário sobre a banda já indicava que Lemmy estava com problemas graves de saúde.

Conterrâneo do guitarrista Slash, o inglês Lemmy atendia por Ian Fraiser Kilmister antes de tornar-se uma lenda do roquenrow.

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13
out
15

Divulgado o trailer do filme ‘Gutterdämmerung’, que terá Lemmy, Araya, Iggy Pop e Slash no elenco

Gutterdämmerung - Reprodução de Cartaz de DivulgaçãoJá pode ser visto no YouTube o trailer do filme “Gutterdämmerung”, previsto para ser lançado no início de 2016. Autoproclamada como “O Filme Mudo mais Barulhento da Terra”, a película conta com uma verdadeira constelação de grandes nomes do rock no elenco.

Estão lá Lemmy Kilmister, Tom Araya, Iggy Pop, Slash, Josh Homme, Nina Hagen, Henry Rollins, Mark Lanegan e Grace Jones, entre outras estrelas da música.

O filme é baseado nos clássicos do cinema mudo dos Anos 20. O conceito e direção da película é do artista visual belga Björn Tagemose.

Henry Rollins também ajudou a escrever o roteiro, que traz uma história na qual existe uma “guitarra do mal” que é capaz de concentrar todos os pecados da humanidade.

Com todo este poder, a trama traz uma corrida pela recuperação do instrumento musical.

A ideia dos produtores é que as exibições do filme sejam acompanhadas por um show de determinada banda de rock e de um narrador da história.

Quem gosta de música clássica e pensou que o nome “Gutterdämmerung” era familiar vai se lembrar de “Götterdämmerung”,  ópera do lendário compositor alemão Richard Wagner que ficou conhecida em português como “O Crepúsculo dos Deuses” e que é a quarta parte das quatro que compõem a tetralogia “Der Ring des Nibelungen” (“O Anel do Nibelungo”).

Veja abaixo o trailer bacana do filme “Gutterdämmerung”:

27
abr
15

Monsters teve cancelamento do Motörhead, festa de Ozzy, Judas Priest matador e KISS apoteótico

Montagem MonstersA edição de 2015 do Monsters of Rock chegou ao fim no domingo, dia 26 de abril, e deve ter deixado a maioria dos fãs que estiveram na Arena Anhembi satisfeitos, a despeito de contratempos relacionados à organização, segurança e detalhes que sempre podem ser ajustados nos próximos eventos. Entre os momentos que serão lembrados no futuro, destaque para o cancelamento surpreendente do Motörhead, a festa do rock pesado promovida por Ozzy Osbourne, dois shows matadores em dois dias consecutivos do Judas Priest e a apresentação apoteótica do KISS.

Além destes eventos proporcionados pelos maiores medalhões do festival, outros bons shows chamaram a atenção do público, como os do Accept, do Unisonic, do Primal Fear, sem contar outros momentos marcantes gerados pelo Manowar e até pelo Steel Panther, cuja apresentação foi marcada pelo topless de algumas fãs.

De longe, o maior ponto negativo do festival foi a ausência de transmissão pela TV ou pela internet. Como já dissemos anteriormente aqui neste Roque Reverso, quem perdeu com esta mancada foram o rock e aquele fã que não conseguiu estar em São Paulo para prestigiar o grande festival. Nas redes sociais, a reclamação sobre este problema foi uma das que mais apareceu, ainda mais com os preços salgados que sobraram para quem não conseguiu comprar os primeiros lotes de ingressos.

Em relação à organização, as reclamações maiores se concentraram principalmente no primeiro dia de festival. Com uma única entrada para o público, filas enormes se formaram em volta do Anhembi. Houve casos de pessoas que demoraram duas horas esperando para entrar e que perderam os shows que desejavam assistir. No segundo dia, este problema não ficou escancarado e, perto do horário das apresentações mais importantes, à noite, foi possível chegar com certa rapidez no local.

Furtos também foram observados na Arena Anhembi, especialmente de celulares. Outro ponto que mereceu reclamação foi o preço de alimentação e bebida. Cerveja a R$ 10,00, a latinha, é um desrespeito.

De volta à parte que interessa, os headliners fizeram bons shows. A despeito da idade que bate à porta de Ozzy e do KISS, ambas as atrações acabaram justificando a condição de nomes principais do evento. O eterno vocalista do Black Sabbath mantém um carisma que continua arrastando uma legião de fãs para os shows. Enquanto isso, o KISS sabe como poucos transformar os shows em experiências sensacionais que permanecerão para sempre nas mentes dos participantes.

Outra escolha bem sacada foi colocar o Judas Priest para tocar nos dois dias. A banda de Rob Halford & Cia repetiu a tradição de grandes shows no Brasil e, musicalmente, foi a melhor do festival. Falando em música, o som do Monsters também merece elogios, pois estava nítido e num volume ideal em vários dos pontos da lotada pista.

A decepção do Monsters entre as bandas foi o cancelamento do Motörhead. Com o líder Lemmy Kilmister apresentando um sério distúrbio gástrico, seguido de uma forte desidratação, a alternativa foi a desistência da banda. Os demais integrantes do grupo chegaram a fazer um show improvisado com membros do Sepultura, mas a insatisfação e tristeza foi geral no Anhembi. O pior de tudo é que, com a saúde cada vez mais fraca de Lemmy, nada indica que o Motörhead retornará ao Brasil no curto prazo.

O fã do Judas Priest que foi no sábado acabou ganhando, com o problema de Lemmy, um repertório mais extenso. Assim foi possível ver a banda de Rob Halford num show maior do que os que geralmente são observados em festivais.

O evento de 2015 não superou as edições históricas que foram realizadas na década de 90 no Estádio do Pacaembu, tampouco o festival de 1998 na pista de atletismo do Ibirapuera. Em relação ao Monsters de 2013, contudo, o de 2015 parece ter ficado mais encorpado, com os dois dias bem distribuídos e com uma quantidade de público que, sem a menor dúvida superou a capacidade oficial do Anhembi, de cerca de 35 mil pessoas

Nos próximos dias, o Roque Reverso trará resenhas de alguns dos shows do Monsters of Rock. Além dos textos, serão descolados vídeos legais no YouTube e fotos oficiais. Fiquem ligados!

Como aperitivo dos shows do Monsters, o Roque Reverso trouxe alguns vídeos do YouTube. Fique inicialmente com Ozzy e banda executando “War Pigs”, do Black Sabbath. Depois, veja o Judas Priest tocando “Electric Eyes”. Veja ainda o KISS com “Rock and Roll All Nite” e o Accept com “Balls To The Wall”.

11
out
11

Motörhead fez show básico e honrou tradição no Rock in Rio

O Motörhead foi uma das grandes atrações da Noite do Metal do Rock in Rio e honrou a tradição do festival. A banda liderada pelo lendário Lemmy Kilmister ajudou a fazer com que o dia 25 de setembro se consolidasse como o mais interessante da versão de 2011 do Rock in Rio, bastante criticado pelo grande número de atrações sem nenhuma ligação com o verdadeiro rock and roll.

Inicialmente, os rockeiros mais velhos e tradicionais criticaram o fato de o Motörhead tocar antes do Slipknot, dada a importância e os anos de estrada do grupo de Lemmy em relação à banda de mascarados.

No final da noite, no entanto, depois apresentação insana do Slipknot, ficou a sensação de que a organização do festival agiu certo na escalação dos últimos 4 nomes do line-up do Palco Mundo, que contava também com o Coheed and Cambria e com o Metallica.

Figura já carimbada no território nacional, o Motörhead não trouxe grande surpresa à apresentação no Rock in Rio. Com um set list com vários de seus clássicos, fez um show em linha com o apresentado em São Paulo, no Via Funchal, em abril, quando promoveu o álbum “The World is Yours”, lançado recentemente no Brasil. O set list do festival foi, no entanto, um pouco mais curto que o da apresentação na capital paulista.

A abertura do show ficou com a ultraclássica “Iron Fist”. “Nós somos o Motörhead e tocamos rock n’ roll”, disse Lemmy, antes dos primeiros acordes. Simples assim e sem frescura!

Direto ao ponto, com as porradas na bateria de Mikkey Dee, com a guitarra rápida de Phil Campbell e com o baixo turbinado de seu eterno líder, o grupo desfilou uma série de boas músicas em pouco mais de uma hora de apresentação. Marca deste Rock in Rio, o som que chegava ao público da pista era simplesmente sensacional e era impossível manter a cabeça parada neste autêntico show de heavy metal com um dos seus principais expoentes.

Após tocar “Stay Clean”, do álbum “Overkill”, o Motörhead trouxe “Get Back in Line”, uma das poucas músicas da noite do álbum mais recente “The World is Yours”. Depois isso, com exceção de “I Know How to Die”, foi só coisa antiga e da boa: “Metropolis”, “Over the Top”, “One Night Stand”, “Chase is Better Than the Catch” e “In the Name of  Tragedy”.

Esta última, do álbum “Inferno”, de 2004, contou com show particular de Mikkey Dee. Enquanto Lemmy e Campbell saíram para uma rápida descansada, o músico fez um solo de 4 minutos, reforçando cada vez mais que é um dos maiores bateristas do metal.

Na volta de Lemmy e Campbell, o grupo deu sequência a “In the Name of  Tragedy”. Interessante que Campbell voltou para o palco com a camisa do Atlético Mineiro, clube brasileiro que conta com uma imensa torcida e que tem uma organizada específica famosa por ser formada pela galera que curte um som mais pesado: a Galo Metal. Muito legal!

Na sequência, Lemmy disse que a próxima música era uma homenagem ao público presente: “Going to Brazil”, que foi muito bem recebida pela galera. Depois, tocou “Killed by Death”.

A parte final do show foi reservada para dois dos maiores clássicos do Motörhead. Primeiro, foi a vez do maior deles, “Ace of Spades”, que mostrou a banda afiadíssima e deixou todos da plateia vidrados com a performance destruidora do trio. Muitas rodinhas de mosh se abriram no meio do público e elas aumentariam na música seguinte, que encerraria a  apresentação.

Inicialmente, Lemmy apresentou a banda. Depois, Campbell apresentou Lemmy e chamou o guitarrista Andreas Kisser, do Sepultura, ao palco, num momento mais do especial para o brasileiro, que já tinha tocado com o Anthrax este ano, substituindo Scott Ian numa parte da turnê da banda norte-americana.

“Somos o Motörhead e tocamos rock n’ roll”, disse novamente Lemmy, para, logo em seguida, Mikkey Dee, começar as primeiras batidas de “Overkill”. O público curtiu demais este momento, com novas rodas de mosh se formando em vários locais da Cidade do Rock, dando uma pinta no que se transformaria aquele lugar nos shows seguintes, do Slipknot e do Metallica.

O resumo que se pode fazer é que o Motörhead fez um show dentro do esperado. Rock pesado e sem frescuras. Lemmy está claramente com uma voz mais cansada, mas não podemos esquecer que ele já está com 65 anos e, mesmo assim, continua mandando muito bem. Phil Campbell fez sua costumeira boa apresentação e Mikkey Dee foi o grande destaque da banda no show, já que parece estar sempre ligado nos 220 volts, com uma energia impressionante transportada para sua bateria.

Para relembrar o bom show do Motörhead no Rock in Rio, o Roque Reverso descolou alguns vídeos no YouTube. Para começar, um com uma trinca: “Iron Fist”, “Stay Clean” e “Get Back in Line”. Depois, vejam os vídeos das megaclássicas “Ace of Spades” e “Overkill”.

Set List

Iron Fist
Stay Clean
Get Back in Line
Metropolis
Over the Top
One Night Stand
I Know How to Die
Chase is Better Than the Catch
In the Name of  Tragedy
Going to Brazil
Killed by Death
Ace of Spades
Overkill

24
abr
11

Set list do show do Motörhead no Via Funchal no dia 16 de abril

O Motörhead passou por São Paulo no dia 16 de abril para mais um show. Desta vez, a banda se apresentou no Via Funchal, promovendo o novo álbum “The World is Yours”, que foi lançado recentemente no Brasil. Para variar, a banda de Lemmy Kilmister não deixou pedra sobre pedra, com mais uma apresentação elogiada pela maioria do público presente.

O Roque Reverso não esteve presente ao show, já que estava na Virada Cultural acompanhando os shows de rock daquela noite e iria, no dia seguinte, assistir à esperada volta do D.R.I. a São Paulo, no Carioca Club. Além disso, este blogueiro já tem reservado o ingresso para a apresentação que o Motörhead fará ao lado do Metallica no Rock in Rio em setembro.

Não por isso, deixaremos de resgatar aos fãs da banda de Lemmy pelo menos o set list do show do Via Funchal e alguns vídeos. Não ficaram de fora os clássicos “Iron Fist”, “Ace of Spades” e “Overkill”, para delírio do público que lotou a casa de shows paulistana. Fique abaixo com a lista de música dos shows e com os vídeos descolados no YouTube das duas últimas músicas citadas.

Set List

Iron Fist 
Stay Clean
Get Back In Line
Metropolis
Over the Top
One Night Stand
Rock Out
Guitar Solo  (Phil Campbell)
The Thousand Names of God
I Got Mine
I Know How to Die
The Chase Is Better Than the Catch
In the Name of Tragedy 
Just ‘Cos You Got the Power
Going to Brazil
Killed by Death
Ace of Spades 

Overkill




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