Archive for the 'Monsters of Rock' Category

01
maio
15

Matador, Judas Priest fez os shows com maior qualidade musical do Monsters of Rock

Judas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Monsters of Rock/Ale FrataO Judas Priest voltou a São Paulo e, mais uma vez, deu uma aula de heavy metal aos fãs que estiveram na Arena Anhembi nos dias 25 e 26 de abril para acompanhar o Monsters of Rock 2015. Se o KISS trouxe o maior espetáculo do festival e Ozzy Osbourne promoveu uma verdadeira festa com sua apresentação, a banda britânica captaneada pelo lendário vocalista Rob Halford ficou com a marca de ter trazido os shows com a maior qualidade musical do evento na capital paulista.

O grupo não foi o headliner, como KISS e Ozzy, mas foi a única atração a tocar nos dois dias do evento, como uma espécie de convidado especial do festival. Os repertórios do sábado e do domingo foram quase idênticos, mas quem foi no primeiro dia ganhou cerca de 20 minutos a mais de show porque foi uma forma de os organizadores tentarem compensar o cancelamento da apresentação que o Motörhead faria.

Outra constatação de quem foi aos dois shows é de que, no primeiro dia, o Judas Priest estava melhor postado e um pouco mais animado no palco. Não é que o segundo dia tenha sido ruim, mas houve mais vibração da banda no primeiro. A qualidade sonora de ambos os dias, porém, esteve intacta e mereceu elogios.

Falando nisso, é difícil apontar algum show que o Judas Priest tenha feito em São Paulo e que tenha desagradado. Até mesmo quando o grupo veio sem Rob Halford em 2001, mas contou com o excelente vocalista Tim “Ripper” Owens, o grupo deixou a plateia satisfeita. Em 2011, por exemplo, a banda fez um ótimo show na Arena Anhembi, na primeira vinda do guitarrista Richie Faulkner, substituindo o lendário K.K. Downing, que deixou o grupo.

No Monsters de 2015, Faulkner, ao lado de Halford, foi o grande destaque dos shows do Judas. O jovem músico provou mais uma vez que tem competência para dar conta dos clássicos de uma banda tão importante do heavy metal e ganhou respeito do público.

A passagem do Judas pelo Brasil coincide com a turnê de divulgação do disco “Redeemer of Souls”, lançado em 2014. Foi com uma das músicas do álbum, “Dragonaut”, que as apresentações no Monsters começaram.

Como festival tem que ter clássicos e hits, o Judas Priest não perdeu tempo e mandou “Metal Gods”, do disco “British Steel” (1980) logo como a segunda música dos shows. Importante destacar já nessa canção a condição de voz de Halford.

De maneira diferente de muitos de seus colegas de metal que já passaram dos 60 anos e vem apresentando nítida perda de potência de voz, Halford, com 63, impressionou o público presente com agudos de dar inveja. É certo que, em várias oportunidades, ele usou efeitos sonoros que, muitas vezes, ampliavam o alcance da voz, mas ficou claro que ele continua com uma qualidade incrível nas músicas mais difíceis.

Judas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Joshua BryanJudas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Joshua BryanJudas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsJudas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsJudas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsJudas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda/Agnews

Depois de “Devil”s Child”, do disco “Screaming for Vengeance”, de 1982, foi a vez de o Judas Priest trazer nada menos que a música “Victim Of Changes”. Tal qual em outras passagens da banda pelo Brasil, a longa canção do ótimo álbum “Sad Wings of Destiny”, de 1976, fez o público ficar hipnotizado não somente com os agudos do vocalista, mas também com os solos marcantes de Glenn Tipton e Richie Faulkner.

Se é possível uma crítica negativa aos shows do Judas, teria sido ainda melhor do que foi, se o grupo tivesse usado o imenso telão central para mostrar a apresentação, como fez integralmente Ozzy Osbourne e parcialmente o KISS. Em vez disso, Halford & Cia preferiram usar o telão para a reprodução de vários efeitos visuais, até interessantes, assim como mostrar as várias capas de álbuns da carreira da banda.

“Halls of Valhalla”, também do disco novo, agradou bastante e findou a sequência das cinco primeiras músicas idênticas usadas nas duas apresentações do Monsters. Depois disso, o dia 25 contou com a quadra formada por “Love Bites”, a contagiante “Turbo Lover”, a nova “Redeemer of Souls” e “Jawbreaker”, do “Defenders of the Faith”, de 1984. O dia 26, por sua vez, contou com “March of the Damned”, também do novo disco, “Turbo Lover”, “Redeemer of Souls” e  “Jawbreaker”.

As duas últimas da primeira parte de ambos os dias foram simplesmente “Breaking the Law” e “Hell Bent for Leather”, dois grandes hits que valem o ingresso de qualquer show do Judas Priest. Na primeira, o público cantou junto do começo ao fim um dos maiores clássicos da história não só do heavy metal, mas também de todo o rock. Na segunda, foi a vez de Halford manter a tradição de ingressar no palco com sua belíssima moto, para delírio dos fãs presentes.

No bis do primeiro dia, mais clássicos poderosos, inicialmente com a dobradinha “The Hellion/Electric Eye”, além de “You”ve Got Another Thing Comin”” e a poderosíssima “Painkiller”. No bis do segundo dia, “You”ve Got Another Thing Comin””, que teve 10 minutos de duração no primeiro dia e contou com solo extenso de Faulkner, não foi tocada, sobrando apenas as outras duas.

“Painkiller” foi melhor executada no primeiro dia. No segundo, a banda esteve bem, mas Halford pareceu sofrer para cantá-la, a ponto de participar da parte final da música quase deitado no palco, tentando alcançar as notas mais exigentes.

A dobradinha “The Hellion/Electric Eye” forma um hino obrigatório em qualquer show da banda. Vale lembrar as sempre importantes participações do baixista fundador Ian Hill e do excelente baterista Scott Travis, cujas batidas marcadas dos bumbos geravam um impacto marcante por toda a Arena Anhembi.

Para fechar ambas as apresentações, o Judas Priest trouxe a tradicional “Living After Midnight”, que deu o tom de fim de festa dos shows. Mais uma vez, o público cantou junto e o sentimento final foi de ter presenciado um grande concerto de rock de uma grande lenda do heavy metal.

Ao longo das décadas, o estilo sempre foi motivo de preconceito, piadas e ridicularização por parte de gente de nariz empinado da música ou fora dela que sempre enxergou, de uma maneira errada e hipócrita, o metal como um gênero de adolescentes ou de jovens rebeldes radicais e retardados. Grande expoente do heavy metal, o Judas Priest é uma das maiores provas de que o estilo é capaz de trazer bandas extremamente profissionais, com grande qualidade técnica musical e com conteúdo para apresentar. Vida longa a Rob Halford & Cia e ao bom e velho metal!

Para relembrar os ótimos shows do Judas Priest no Monsters of Rock 2015, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Victim of Changes”. Depois, veja “Breaking the Law”, “Hell Bent for Leather” e a dobradinha “The Hellion/Electric Eye”. Para fechar, fique com “You”ve Got Another Thing Comin””.

Set list do dia 25                                                                                               

Dragonaut
Metal Gods
Devil”s Child
Victim of Changes
Halls of Valhalla
Love Bites
Turbo Lover
Redeemer of Souls
Jawbreaker
Breaking the Law
Hell Bent for Leather

The Hellion/Electric Eye
You”ve Got Another Thing Comin”
Painkiller

Living After Midnight

Set list do dia 26

Dragonaut
Metal Gods
Devil”s Child
Victim of Changes
Halls of Valhalla
March of the Damned
Turbo Lover
Redeemer of Souls
Jawbreaker
Breaking the Law
Hell Bent for Leather

The Hellion/Electric Eye
Painkiller
Living After Midnight

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30
abr
15

Accept mostra no Monsters que é possível se manter em forma após mudanças e anos de estrada

Accept no Monsters of Rock - Foto: DivulgaçãoPor Carlos Pupo*

Como descrever uma banda que fez seu peito virar uma caixa de ressonância durante a apresentação?  Brutal, agressiva ou mesmo pesada? Nenhum destes termos faz jus ao show do Accept no domingo, 26 de abril, no Monsters of Rock de 2015.

Escalados para uma apresentação ao cair da noite, naquele horário intermediário, em que as luzes de palco não causam o mesmo efeito no início do show, o mesmo não se pode dizer do efeito sonoro causado pela banda alemã.

Com o som mais “power” e “speed” desta edição do festival, o grupo conseguiu cair nas graças do público. Tanto os mais jovens, quanto os mais velhos saudosos de Udo Dirkschneider e companhia.

Aliás, vale a pena destacar o desempenho do vocalista Mark Tornillo, nascido nos Estados Unidos e que se juntou à banda em 2010. Com a voz firme e absolutamente integrada à sonoridade do grupo, mostrou vigor impressionante.

Os clássicos mais cantados obviamente foram “Balls to the Wall” e “London Leatherboys”, de 1983, mas “Teutonic Terror”, de 2010, demonstrou estar na boca do público também.

Do álbum “Blind Rage”, lançado ano passado, “Stampede”, “Final Journey” e “The Curse” tiveram sua vez.

Com um set list bem equilibrado entre o novo e o mais antigo, o grupo demonstrou que é possível manter-se em forma depois de tantos anos na estrada e mudanças em sua formação.

Para relembrar o show do Accept no Monsters of Rock de 2015, o Roque Reverso descolou três vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “London Leatherboys”. Depois, veja a banda tocando “Restless and Wild”. Para fechar, fique com o clássico “Balls to the Wall”.

Set list

Stampede
Stalingrad
London Leatherboys
Restless and Wild
Final Journey
Princess of the Dawn
Pandemic
Fast as a Shark
Metal Heart
Teutonic Terror
Balls to the Wall

*Carlos Pupo é jornalista da Agência Estado e amante do bom e velho rock n’ roll
29
abr
15

Apoteótico, KISS fez o maior espetáculo do Monsters of Rock 2015

KISS no Monsters of Rock 2015 - Foto: Divulgação KISS/M.RossiHeadliner do segundo e último dia do Monsters of Rock, o KISS justificou a tradição de banda mestre em shows de rock para diversão e realizou o maior espetáculo do festival que aconteceu na Arena Anhembi, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. Apoteótico, o grupo liderado por Gene Simmons (vocal e baixo) e Paul Stanley (vocal e guitarra) trouxe tudo aquilo que a multidão de fãs presentes desejava ver: uma chuva de clássicos do rock, efeitos pirotécnicos e visuais, além de performances específicas de cada integrante nos vários hits apresentados.

Com mais de 40 anos de estrada, a banda já mostra algumas limitações ligadas à idade dos componentes, especialmente em relação à voz de Paul Stanley, que tem 63 anos e só perde em experiência para Gene Simmons, de 65 anos. Dado este obrigatório desconto a algo tão óbvio, o show do dia 26 de abril de 2015 foi um momento inesquecível para quem foi ao Anhembi.

Se, por um lado, é uma grande ilusão querer ver o mesmo desempenho do auge da carreira do grupo nos tempos atuais, por outro, a experiência em espetáculos só cresce e, com isso, os integrantes tiram de letra um script que encanta há décadas seus seguidores.

Originalmente agendado para as 22h30, o show começou com cerca de 40 minutos de atraso. Logo após uma extensa sequência de testes no som e nas luzes que iriam ser usadas, o KISS subiu ao palco com nada menos que “Detroit Rock City”.

Logo após o imenso pano suspenso que escondia o palco cair, uma série de efeitos deu o tom de que o público seria bem servido naquele banquete de rock n’ roll. Para começar, a bateria de Eric Singer apareceu descendo vagarosamente até o solo, enquanto breves estouros eram gerados por fogos de artifício e vários pontos de raio laser propiciavam efeitos de luzes bastante interessantes.

Não bastasse a abertura com um de seus maiores hits, o grupo emendou uma sequência de clássicos de dar inveja. O que dizer de um show que traz uma trinca com “Creatures of the Night”, “Psycho Circus” e “I Love It Loud”? No fundo do palco, o imenso telão com imagens nítidas era alternado com o logo gigante do KISS e com mais efeitos visuais bem sacados.

Em “War Machine”, Gene Simmons manteve a tradição de cuspir fogo na primeira performance emblemática da noite, deixando o público vidrado. Em “Do You Love Me”, o telão trouxe várias fotos e cenas da carreira do KISS e foi possível relembrar os vários integrantes que passaram pela banda.

Vale destacar que Paul Stanley continua extremamente simpático com seu público. O vocalista não cansou de elogiar a plateia paulistana, enaltecendo desde a quantidade imensa de pessoas presentes no Anhembi até a bunda das brasileiras, eterno patrimônio nacional.

KISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SPKISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SPKISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SPKISS no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda e Joshua Bryan /AGNews-SP

Com a ótima “Deuce” e a mais recente “Hell or Hallelujah”, Stanley disse inicialmente que, com a primeira, resgataria uma clássica do passado. Para a segunda, brincou que ela poderia ser uma clássico no futuro.

A apresentação continuou quente com “Calling Dr. Love” e “Lick It Up”. Esta última, por sinal, tem o poder de fazer uma parcela maior do público cantar junto e nunca decepciona.

Uma nova participação decisiva de Simmons veio com “God of Thunder”. Com um solo de baixo que combinou imagens desesperadoras no telão e o músico simulando cuspir sangue, a plateia foi presenteada com o mais uma performance teatral daquelas que moldaram a imagem do KISS.

Não bastasse toda a encenação que prendeu a atenção do público, Simmons foi puxado para cima por um fio que o levou para um mini palco próximo do teto. Lá de cima, ele também brincou com a plateia, também elogiando a “bunda linda” das brasileiras.

Depois de “God of Thunder”, o KISS trouxe “Parasite”, que foi a grande novidade do show em São Paulo em relação aos demais que o grupo realizou em outras capitais do Brasil. Cheia de efeitos gerados por laser, a música foi menos comemorada do que deveria pelo público, que já mostrava sinais de cansaço, dado o horário naquele momento, já caminhando para a madrugada da segunda-feira.

Um dos pontos altos do show veio na sequência, quando Paulo Stanley, em “Love Gun”, viajou sobre o público por meio de um cabo especial, do palco principal até o topo da torre de som que ficava no meio da pista no Anhembi. Mesmo com a voz do guitarrista dando claros sinais de desgaste, a plateia curtiu muito aquele momento, que foi seguido pela execução de “Black Diamond”, cantada pelo baterista Eric Singer.

A volta para o Bis começou com “Shout It Out Loud”, seguida por “I Was Made for Lovin’ You”. Após as duas músicas, o KISS trouxe o grande clássico “Rock and Roll All Nite”, que levou todos no Anhembi ao êxtase, com uma imensa chuva de papel picado, a elevação de Gene Simmons e do guitarrista Tommy Thayer em duas plataformas que ficaram sobre o público e o grande final de Paul Stanley quebrando sua guitarra.

Descrever um show do KISS rico em efeitos e atrações diversas nunca é fácil, pois, por mais que o leitor tente imaginar o que foi o show lendo o texto, jamais sentirá a verdadeira emoção de estar presente no espetáculo. Em 1994, ainda no primeiro Monsters of Rock brasileiro, a banda veio sem máscaras e com bem menos efeitos, mas trouxe mais qualidade musical. Em 2015, o espetáculo predominou e nem de longe foi motivo de desagrado por parte do público.

Ao fim da apresentação, este jornalista presenciou, enquanto caminhava até a saída da arena, no mínimo, uns dez fãs chorando copiosamente após o término do show. Exageros de devoção à parte, uma banda qualquer não é capaz de causar tal repercussão. E o KISS, definitivamente, em todos estes anos de carreira, prova a cada dia que é um dos mestres do entretenimento musical. Grande apresentação e grandes momentos, que fecharam com chave de ouro o Monsters of Rock de 2015.

Para relembrar o espetáculo do KISS no festival, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a abertura do show e “Detroit Rock City”. Depois, veja a banda tocando “Deuce” e “Love Gun”. Para fechar, fique com “Rock and Roll All Nite”.

Set list

Detroit Rock City
Creatures of the Night
Psycho Circus
I Love It Loud
War Machine
Do You Love Me
Deuce
Hell or Hallelujah
Calling Dr. Love
Lick It Up
Bass Solo
God of Thunder
Parasite
Love Gun
Black Diamond

Shout It Out Loud
I Was Made for Lovin’ You
Rock and Roll All Nite

28
abr
15

Festa de Ozzy no Monsters of Rock lavou a alma da multidão no Anhembi

Ozzy Osbourne no Monsters - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsQuis o destino que o então “comedor de morcegos” e “figura ameaçadora” da sociedade Ozzy Osbourne se transformasse, anos depois, em figura querida e tida como “engraçada” pelas famílias. Surfando nessa onda já há um bom tempo e amparado num repertório consolidado e clássico, o eterno vocalista do Black Sabbath continua arrastando multidões por onde passa. Em São Paulo, no Monsters of Rock, não foi diferente e o público que lotou a Arena Anhembi no dia 25 de abril saiu da festa regida pelo “Príncipe das Trevas” com a alma lavada por puro heavy metal.

O festival tinha atrações de peso e capazes de captar grande quantidades de fãs, como o Motörhead e o Judas Priest, mas era visível o apelo maior exercido por Ozzy na arena paulistana. Com essa atmosfera favorável, o vocalista já entrou com o jogo ganho desde a primeira música e só administrou com simpatia e brincadeiras o bom show que fechou a primeira noite do Monsters de 2015.

O clássico “Bark at the Moon” deu início à apresentação e, logo de cara, levou o público ao delírio. Com a boa qualidade do som que ecoava pelas caixas da arena, o heavy metal estava bem representado e o fãs se entregavam ao máximo.

“Mr. Crowley” é uma obra-prima do rock e tradicionalmente arrepia o mais frio dos mortais a cada apresentação de Ozzy Osbourne. Tente assistir a um show do vocalista com essa música e ficar sem a belíssima melodia na cabeça nos sete dias seguintes!

O guitarrista atual de Ozzy, Gus G, não é nenhum Zakk Wylde e muito menos um Randy Rhoads, mas está muito longe de comprometer as apresentações. Seguindo o caminho trilhado pelos músicos antecessores, G tirou de seu instrumento as notas mágicas da música e fez, junto com a voz inconfundível de Ozzy, muito marmanjo encher os olhos d’água, com direito a mãozinha coreografada para o ar no ritmo da canção.

Água, por sinal, é o que não faltou na apresentação do Mr. Madman. Se, no Estado de São Paulo, o momento é da maior crise hídrica da história e milhões enfrentam um racionamento negado de maneira bizarra e inacreditável pelo Governo do Estado, no Anhembi, Ozzy deixou o politicamente correto de lado e gastou água até não poder mais por meio de mangueiras que encharcavam fotógrafos e o público mais próximo do palco.

“I Don’t Know” foi a terceira da noite e deu sequência ao repertório parecido com o adotado por Ozzy nas recentes passagens em São Paulo no mesmo Anhembi, em 2011, e no antigo estádio do Palmeiras, em 2008. Na sequência “Fairies Wear Boots”, do Black Sabbath, trouxe a banda atual do vocalista muito bem entrosada, com destaque para o baterista Tommy Clufetos, que já tinha surpreendido muita gente em 2013 na histórica apresentação que o grupo original do “Príncipe das Trevas” (com Tony Iommi e Geezer Butler) realizou no Campo de Marte, também na capital paulista.

Show do Ozzy no Monsters - Gus G - Foto: Divulgações Monsters/Camila CaraShow do Ozzy no Monsters - Foto: Divulgações Monsters/Camila CaraShow do Ozzy no Monsters - Foto: Divulgações Monsters/Camila CaraShow do Ozzy no Monsters - Tommy Clufetos - Foto: Divulgações Monsters/Camila Cara

Após “Suicide Solution” e “Road to Nowhere”, foi a vez de “War Pigs” trazer mais um momento de Black Sabbath ao show. Um dos vocalistas mais marcantes do rock, Ozzy claramente não possui a mesma voz com seus 66 anos de idade. Desafinadas perdoáveis à parte, a execução da música foi bem recebida e não deixou a desejar.

Logo em seguida, “Shot in the Dark”, da carreira solo do vocalista, talvez tenha sido a mais pop da noite. Em contrapartida, a canção seguida “Rat Salad”, veio no caminho contrário do instrumental e fez Gus G e Tommy Clufetos darem um show à parte, enquanto Ozzy descansava um pouco.

Em “Iron Man”, a voz do Mr, Madman voltou a dar uma rateada no começo, mas Ozzy se recuperou na sequência. “I Don’t Want to Change the World” foi a penúltima da primeira parte do show e abriu caminho para a sempre ótima “Crazy Train”, que também faz parte das canções que grudam na cabeça durante dias.

Pausa para o descanso rápida e o retorno de Ozzy ao palco foi seguido da execução da obrigatória “Paranoid”, do Sabbath. Com o público rindo à toa e vibrando muito com a boa apresentação, o vocalista, mais uma vez, fez valer o (caro) ingresso pago para o quem quisesse assistir ao show.

Para relembrar mais uma boa apresentação de Ozzy Osbourne em São Paulo, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a indispensável “Mr. Crowley”. Depois veja “Fairies Wear Boots” e “Iron Man”, ambas filmadas por nós. Para fechar, fique com “Crazy Train”.

Set list

Bark at the Moon
Mr. Crowley
I Don’t Know
Fairies Wear Boots
Suicide Solution
Road to Nowhere
War Pigs
Shot in the Dark
Rat Salad
Iron Man
I Don’t Want to Change the World
Crazy Train

Paranoid

27
abr
15

Monsters teve cancelamento do Motörhead, festa de Ozzy, Judas Priest matador e KISS apoteótico

Montagem MonstersA edição de 2015 do Monsters of Rock chegou ao fim no domingo, dia 26 de abril, e deve ter deixado a maioria dos fãs que estiveram na Arena Anhembi satisfeitos, a despeito de contratempos relacionados à organização, segurança e detalhes que sempre podem ser ajustados nos próximos eventos. Entre os momentos que serão lembrados no futuro, destaque para o cancelamento surpreendente do Motörhead, a festa do rock pesado promovida por Ozzy Osbourne, dois shows matadores em dois dias consecutivos do Judas Priest e a apresentação apoteótica do KISS.

Além destes eventos proporcionados pelos maiores medalhões do festival, outros bons shows chamaram a atenção do público, como os do Accept, do Unisonic, do Primal Fear, sem contar outros momentos marcantes gerados pelo Manowar e até pelo Steel Panther, cuja apresentação foi marcada pelo topless de algumas fãs.

De longe, o maior ponto negativo do festival foi a ausência de transmissão pela TV ou pela internet. Como já dissemos anteriormente aqui neste Roque Reverso, quem perdeu com esta mancada foram o rock e aquele fã que não conseguiu estar em São Paulo para prestigiar o grande festival. Nas redes sociais, a reclamação sobre este problema foi uma das que mais apareceu, ainda mais com os preços salgados que sobraram para quem não conseguiu comprar os primeiros lotes de ingressos.

Em relação à organização, as reclamações maiores se concentraram principalmente no primeiro dia de festival. Com uma única entrada para o público, filas enormes se formaram em volta do Anhembi. Houve casos de pessoas que demoraram duas horas esperando para entrar e que perderam os shows que desejavam assistir. No segundo dia, este problema não ficou escancarado e, perto do horário das apresentações mais importantes, à noite, foi possível chegar com certa rapidez no local.

Furtos também foram observados na Arena Anhembi, especialmente de celulares. Outro ponto que mereceu reclamação foi o preço de alimentação e bebida. Cerveja a R$ 10,00, a latinha, é um desrespeito.

De volta à parte que interessa, os headliners fizeram bons shows. A despeito da idade que bate à porta de Ozzy e do KISS, ambas as atrações acabaram justificando a condição de nomes principais do evento. O eterno vocalista do Black Sabbath mantém um carisma que continua arrastando uma legião de fãs para os shows. Enquanto isso, o KISS sabe como poucos transformar os shows em experiências sensacionais que permanecerão para sempre nas mentes dos participantes.

Outra escolha bem sacada foi colocar o Judas Priest para tocar nos dois dias. A banda de Rob Halford & Cia repetiu a tradição de grandes shows no Brasil e, musicalmente, foi a melhor do festival. Falando em música, o som do Monsters também merece elogios, pois estava nítido e num volume ideal em vários dos pontos da lotada pista.

A decepção do Monsters entre as bandas foi o cancelamento do Motörhead. Com o líder Lemmy Kilmister apresentando um sério distúrbio gástrico, seguido de uma forte desidratação, a alternativa foi a desistência da banda. Os demais integrantes do grupo chegaram a fazer um show improvisado com membros do Sepultura, mas a insatisfação e tristeza foi geral no Anhembi. O pior de tudo é que, com a saúde cada vez mais fraca de Lemmy, nada indica que o Motörhead retornará ao Brasil no curto prazo.

O fã do Judas Priest que foi no sábado acabou ganhando, com o problema de Lemmy, um repertório mais extenso. Assim foi possível ver a banda de Rob Halford num show maior do que os que geralmente são observados em festivais.

O evento de 2015 não superou as edições históricas que foram realizadas na década de 90 no Estádio do Pacaembu, tampouco o festival de 1998 na pista de atletismo do Ibirapuera. Em relação ao Monsters de 2013, contudo, o de 2015 parece ter ficado mais encorpado, com os dois dias bem distribuídos e com uma quantidade de público que, sem a menor dúvida superou a capacidade oficial do Anhembi, de cerca de 35 mil pessoas

Nos próximos dias, o Roque Reverso trará resenhas de alguns dos shows do Monsters of Rock. Além dos textos, serão descolados vídeos legais no YouTube e fotos oficiais. Fiquem ligados!

Como aperitivo dos shows do Monsters, o Roque Reverso trouxe alguns vídeos do YouTube. Fique inicialmente com Ozzy e banda executando “War Pigs”, do Black Sabbath. Depois, veja o Judas Priest tocando “Electric Eyes”. Veja ainda o KISS com “Rock and Roll All Nite” e o Accept com “Balls To The Wall”.

25
abr
15

Sem TV, Monsters of Rock 2015 vem aí! Veja horários e detalhes do festival

Monsters of Rock de 2013 na Arena Anhembi - Foto: Divulgação/MRossiVai começar a edição de 2015 do Monsters of Rock! Com uma escalação que não deve nada a grandes festivais de heavy metal do planeta, o evento brasileiro tem início neste sábado, dia 25 de abril, e termina amanhã, dia 26, na cidade de São Paulo, na sempre questionada Arena Anhembi.

Diferente da edição de 2013, que contou com transmissão ao vivo por canais fechados de TV, o Monsters de 2015 não passará em nenhuma emissora. Pelo menos é esta a informação oficial dos produtores até o fechamento deste texto.

Canais que tradicionalmente mostram shows ao vivo, como o BIS e o Multishow, desta vez, vão ignorar um evento que terá como headliners simplesmente Ozzy Osbourne (25) e o KISS (26), sem contar atrações do calibre de um Judas Priest (que tocará nos dois dias!) e de um Motörhead, só para citar os mais badalados.

Quem perde é somente o rock e aquele fã que não poderá estar em São Paulo para prestigiar o grande festival. Num momento no qual o estilo sofre com o pequeno número de novidades interessantes e marcantes, esta ausência na TV só atrapalha ainda mais. Há promessas de fãs que tentarão fazer transmissão por celulares por redes sociais, mas nunca será a mesma coisa.

O Roque Reverso estará nos dois dias do festival e tentará trazer informações rápidas via Twitter ou pelo Facebook. Nos dias seguintes ao festival, o leitor deste veículo terá algumas resenhas dos shows e outros detalhes, como o set list das apresentações, além de fotos e vídeos.

Para quem ainda pretende ir ao Monsters of Rock 2015, ainda há ingressos, mas é bom preparar o bolso, pois as entradas restantes são daquelas de terceiro lote já bem salgadas. Os preços atuais da entrada inteira são de R$ 700,00 (Monsters Pass válido para 2 dias) e de R$ 400,00 (ingresso para único dia). A bilheteria oficial funciona nos dias 25 e 26 de abril, no Portão 21, das 9 horas às 21 horas.

Edições anteriores

As três primeiras edições do Monsters of Rock no Brasil aconteceram em 1994, 1995 e 1996 no Estádio do Pacaembu. Em 1998, o festival foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera. Em 2013, na Arena Anhembi.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

Detalhes de 2015

No Monsters de 2015, haverá Food Trucks, lanchonetes e bares dentro do local do show, onde serão vendidos sanduíches, pastéis, crepes, batatas e outros alimentos e bebidas como refrigerante, água e cerveja. Todos poderão ser comprados com cartões de débito e crédito.

Lojas com temas relacionados ao rock também marcarão presença no festival. Entre elas, estará a lendária Woodstock, além da Black Rock.

Em relação ao transporte público, a estação de Metrô mais próxima da Arena Anhembi é Portuguesa-Tietê, cerca de 1,5 Km do local. Para manter uma tradição “sensacional” do governo do Estado, não haverá esquema especial voltado ao festival.

Muito pelo contrário: para “ajudar”, no domingo, as estações Luz e República, da Linha 4-Amarela, permanecerão fechadas durante todo o dia para a execução de obras na estação Higienópolis-Mackenzie. A dica para quem estiver saindo da Arena Anhembi é correr assim que os últimos shows terminarem.

Quanto aos ônibus, há várias linhas no horário normal:

– 278A Ceasa/Penha – Funcionamento até à 01h00
– 106/10 Metrô Santana/Itaim Bibi – Funcionamento até à 01h00
– 107p/10 Mandaqui/Pinheiros – Funcionamento até à 01h00
– 1301/10 Terminal Casa Verde/Praça do Correio – Funcionamento até 01h00
– 9717/10 Jardim Almanara/Santana – Funcionamento até a 01h00
– 138Y Metrô Barra Funda /Casa Verde Alta – Funcionamento até à 01h00
– 148P Lapa/Jardim Per – Funcionamento até 00h15
– 1732 Metrô Santa Cecília/Vila Sabrina – Funcionamento até 00h20
– 175P Ana Rosa/Edu Chaves – Funcionamento até 00h50
– 177H Butantã USP/Metrô Santana – Funcionamento até 00h55
– 177Y Pinheiros/Casa Verde – Funcionamento até às 23h50
– 178L Hospital das Clínicas/Lauzane Paulista – Funcionamento até 00h55
– 967A Pinheiros/Imirim – Funcionamento até 00h20
– 8538 Praça do Correio/Freguesia do Ó – Funcionamento até 01h00
– 9166 Praça do Correio/Jardim Santa Cruz – Funcionamento até 00h55
– 9301 Paissandu/Terminal Casa Verde – Funcionamento até 00h40
– 9352 Terminal Correio/Pedra Branca – Funcionamento até 00h15
– 175T/10 Metrô Santana/Metrô Jabaquara – Funcionamento até à 01h00
– 178/10 Imirim/Lapa – Funcionamento até à 01h00
– 701U/10 Jaçanã/Butantã-USP – Funcionamento até à 01h00
– 9717/10 Jardim Almanara/Santana – Funcionamento até à 01h00
– 1177/10 Terminal A.E. Carvalho/Est. da Luz – Funcionamento. até à 01h00
– 138Y/10 Casa Verde/Metrô Barra Funda – Funcionamento até à 01h00
– 175p/10 Edu Chaves/Metrô Ana Rosa – Funcionamento até à 01h00
– 177H/10 Metrô Santana/Butantã – Funcionamento até à 01h00
– 177Y/10 Casa Verde/Pinheiros – Funcionamento até à 01h00
– 9166/10 Jardim Santa Cruz/Praça do Correio – Funcionamento até à 01h00
– 9354/10 Nsa. Sra. De Fátima/Term. Correio – Funcionamento até à 01h00

Após a 1 hora da manhã, há as seguintes linhas:

– 1721/51 – Vila Ede/Praça do Correio
– 1728/51 – Jardim Brasil/Praça do Correio
– 174/51 – Vila Dionísia/Terminal Amaral Gurgel
– 1767/51 – Edu Chaves/Praça do Correio
– 1778/51 – Jaçanã/Praça do Correio
– 1783/52 – Cachoeira/Praça do Correio
– 971X/51 – Terminal Cachoeirinha/Terminal Amaral Gurgel

Em relação aos táxis, estão credenciados mais de 2.000 veículos. Eles estarão estacionados no bolsão ao longo da Avenida Olavo Fontoura. Mas fique atento aos preços, pois tem sempre aquele cara que aproveita o caos para levar vantagem.

Horários dos shows

25/4/2015 – Sábado

12h00 – De La Tierra
13h05 – Primal Fear
14h20 – Coal Chamber
15h50 – Rival Sons
17h20 – Black Veil Brides
18h50 – Motörhead
20h40 – Judas Priest
22h30 – Ozzy Osbourne

26/0/2015 – Domingo

12h15 – Dr Phoebes
13h05 – Steel Panther
14h20 – Yngwie Malmsteen
15h50 – Unisonic
17h20 – Accept
18h50 – Manowar
20h40 – Judas Priest
22h30 – Kiss

12
abr
15

Veja os horários de cada atração do Monsters of Rock 2015

Monsters of Rock - Cartaz de DivulgaçãoA sexta edição do Monsters of Rock brasileiro será realizada nos dias 25 e 26 de abril na cidade de São Paulo e os horários de cada atração já são conhecidos. Segundo os organizadores do festival, o evento que será realizado na Arena Anhembi tem os shows dos headliners Ozzy Osbourne (25) e KISS (26) agendados para as 22h30.

O Judas Priest, que é a banda convidada especial para os dois dias de festival, tocará às 20h40. No dia 25, a antepenúltima atração, o Motörhead, começará o show às 18h50, mesmo horário do início da apresentação do Manowar no dia seguinte.

O horário das 17h20 está reservado no dia 25 para o Black Veil Brides e, no dia 26, para o Accept.

A partir das 15h50, tocam o Rival Sons no primeiro dia e Unisonic no domingo. O horário das 14h20 terá o Coal Chamber no sábado e Yngwie Malmsteen no dia seguinte.

Às 13h50, é a vez do Primal Fear no dia 25, que terá De La Tierra às 12 horas. O Steel Panther toca no dia 26 às 13h05. Antes, no mesmo dia, toca o Dr. Pheabes.

Os ingressos já estão no terceiro lote, tanto o Monsters Pass, que é válido para os dois dias do festival, como a entrada para um único dia. Podem ser comprados no site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

Os preços atuais da entrada inteira são de R$ 700,00 (Monsters Pass) e de R$ 400,00 (ingresso para único dia).

Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip! Desde o dia 11 de janeiro, as compras podem ser feitas em 3 vezes sem juros.

As três primeiras edições do Monsters of Rock no Brasil aconteceram em 1994, 1995 e 1996 no Estádio do Pacaembu. Em 1998, o festival foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera. Em 2013, na Arena Anhembi.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.




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