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18
maio
17

Rock chora a morte de Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e do Audioslave

Chris Cornell - Foto: Divulgação FacebookEnquanto o Brasil amanhecia passivo, em choque com provas gravíssimas em relação à conduta do presidente da República, Michel Temer, e a caminho de uma situação de vazio de poder com riscos reais de descambar para uma solução mais autoritária que de costume, o mundo do rock acordou com mais um duro golpe da vida contra suas fileiras: a morte súbita de Chris Cornell.

O fundador do Soundgarden e do Audioslave faleceu no fim da noite de ontem, 17 de maio, aos 52 anos, momentos depois de um show em Detroit. Ainda não há informações sobre a causa da prematura morte de um dos maiores nomes do roquenrow dos últimos vinte e poucos anos.

Brian Bunbery, identificado como representante de Cornell pela BBC, disse que o cantor, guitarrista e compositor morreu “repentina e inesperadamente”.

Comentou ainda que o corpo de Cornell passará por necrópsia para determinar a causa da morte* e que a família pede privacidade.

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27
dez
16

Em meio à perplexidade e à degradação, biografia do Alice in Chains revela doçura do sonho

"Alice in Chains - A história não revelada" - Reprodução da CapaPor Caio de Mello Martins*

A trajetória do Alice In Chains é indissociável da tragédia pessoal de Layne Staley. Nascida das cinzas de um projeto metal farofa iniciado por Staley com amigos de adolescência, aos poucos a banda foi se despindo dos grooves e da jovialidade de suas influências hard rock (Aerosmith, Guns, Van Halen) para se tornar naquilo que ouvimos claramente nos dois últimos álbuns gravados com Staley nos vocais (“Dirt” e “Alice In Chains”, o disco do cão perneta) — um poço de negatividade, lentamente se rastejando ao som das assombrosas melodias de Staley, do lamento de tempero sulista de Jerry Cantrell e das sempre punitivas e graves marcações de Sean Kinney.

A escalada de drogas, tensão interna e aversão ao estrelato reverberaria na produção criativa da banda. Também seria decisiva na gradual paralisação das atividades do Alice In Chains como banda.

Após terem alcançado por duas vezes o topo da Billboard com o EP “Jar Of Flies” e o álbum homônimo, o grupo aos poucos ganhava ares de dinossauros do rock. Gravaram o inevitável acústico para a MTV em 1996, enquanto pelos próximos seis anos o nome da banda só apareceria no noticiário por conta de coletâneas, ou pior ainda, por tabela, com esparsos projetos paralelos e rumores sobre o estado de saúde do vocalista. O fim parecia apenas questão de tempo.

O mesmo pode ser dito sobre a vida de Layne Staley. Um homem que escolheu a morte. É o que se pode dizer de alguém que consumiu heroína e crack continuamente por dez anos.

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24
set
16

25 anos do clássico álbum ‘Nevermind’, divisor de águas do Nirvana e do rock alternativo

"Nevermind", reprodução da capaPor Demétrius Carvalho*

24 de setembro de 1991 é lançado o disco “Nevermind”, do Nirvana, talvez o último grande de uma banda de rock. Álbum esse que é um dos mais emblemáticos do gênero de todos os tempos e por vários aspectos. O disco, que completa 25 anos em 2016, pode se encontrar na prateleira de rock, punk, embora seja bem diferente dos outros encontrados e, obviamente, na de grunge, onde eles se tornaram um dos pais do gênero.

Esse é o segundo álbum da banda de Kurt Cobain e do baixista Krist Novoselic e o primeiro com o baterista Dave Grohl. O disco não inspirava grandes expectativas de venda, mas apenas 14 dias antes, “Smells Like Teen Spirit” era lançada como single e causou um estrondo que apenas começava para o trio.

Novoselic disse certa vez que a entrada no novo baterista parece ter colocado as coisas no lugar. Somado a isso, o momento contou com os improváveis caminhos harmônicos e melódicos de Kurt e a produção de Butch Vig, que disse ter pensado em uma mixagem para a nova música digital que surgia e não de forma analógica como feita até então.

Kurt não tinha estudo musical e chegou e declarar que a teoria era uma besteira. Grohl disse que o vocalista pensava primeiro nas melodias para depois pensar na letra.

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14
set
16

Nirvana reage com sarcasmo a factoide sobre Kurt Cobain ‘vivo’

Nirvana - Foto: DivulgaçãoTudo tem limite, reza a lenda. Menos a estupidez humana. O Facebook oficial do tragicamente extinto Nirvana precisou vir a público no dia 12 de setembro para negar que Kurt Cobain estivesse vivo.

A bobagem começou a circular – pela internet, claro – junto com um vídeo no qual um jovem artista peruano chamado Ramiro Saavedra aparece cantando “Come As You Are”. Sugestivo até.

Aparentemente, ao ressuscitar do próprio suicídio, os genes de Kurt Cobain misturaram-se aos do pagapau-mor de Eduardo Cunha, Kim Kataguiri, resultando em algo que pra bonito não serve.

Mais impressionante ainda seria o fato de o canhoto Kurt Cobain ter voltado à vida com alguma espécie de mudança nas conexões cerebrais que o transformaram em uma pessoa destra.

O fato é que a “notícia” foi parar no site do Daily Mail, um jornal sensacionalista inglês que aparentemente não perdeu o tino para o negócio, algo raro na mídia moderna.

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04
ago
16

Trio brasileiro Jazza Roll homenageia 25 anos do ‘Nevermind’ tocando Nirvana de um jeito diferente

Jazza Roll - Foto: DivulgaçãoJá imaginou ouvir Nirvana de um jeito diferente, mais precisamente numa roupagem que não abandona completamente o rock, mas que traz uma pitada considerável de jazz? Essa é a ideia do trio brasileiro Jazza Roll, que aproveita o aniversário de 25 anos do álbum clássico “Nevermind” em 2016 para trazer ao público shows com a execução do disco com um som que não deixará de gerar avaliações das mais diversas.

Formado em São Paulo e estreando nos palcos justamente no ano de 2016 por causa do “Nevermind”, o Jazza Roll se apresenta como um trio de músicos que tem como objetivo trabalhar arranjos de clássicos do rock de forma instrumental. Segundo o grupo, a intenção é se apropriar de estilos “além do rock”, como o jazz e suas bifurcações, passando também pelo conceito de groove e até pela bossa nova.

Felipe Mancini é o responsável pela guitarra. Demétrius Carvalho está no baixo acústico. Ivan Silva está na bateria.

O estipulado pelo grupo é tocar o “Nevermind” na íntegra, na ordem exata. Segundo a banda, o baixo acústico e a guitarra são completados por uma bateria em uma sonoridade “jazzy lisérgica”.

O incensado álbum “Nevermind” gerou uma verdadeira reviravolta no rock no começo dos Anos 90, ajudando a implodir de vez a barreira que separava o mainstream do alternativo. Lançado em setembro de 1991, o disco (e suas músicas) já foi interpretado de diversas maneiras por várias outras bandas, além do seu grupo mentor de Seattle.

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20
jul
16

Supergrupo Temple Of The Dog anuncia reunião para turnê inédita

Temple Of The Dog nos Anos 90 - Foto: DivulgaçãoOs fans das bandas de Seattle tiveram uma grande notícia nesta quarta-feira, 20 de julho. Tudo porque o cultuado supergrupo Temple Of The Dog anunciou uma reunião para inédita turnê.

De quebra, a banda, que nos Anos 90 contava com membros do Soundgarden e do Pearl Jam, informou que vai relançar o primeiro e único disco do projeto, de 1991.

Em comunicado oficial via vídeo e texto, Chris Cornell, do Soundgarden, Stone Gossard, Jeff Ament e Mike McCready (do Pearl Jam) e Matt Cameron (das duas bandas), vieram com a informação de algumas datas de shows.

Todos os compromissos divulgados são, até o momento, nos Estados Unidos: 4 de novembro na Filadélfia; 7 de novembro em Nova York; 11 de novembro em San Francisco; 14 de novembro em Los Angeles; e 20 de novembro em Seattle.

Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, dividiu os vocais com Cornell no clássico “Hunger Strike” nos Anos 90 e chegou a fazer backing em outras faixas do primeiro disco do Temple Of The Dog. No comunicado deste dia 20 de julho, não há nenhuma menção a Vedder.

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16
nov
15

Um dia após terror em Paris, Pearl Jam toca ‘Imagine’ para 65 mil em SP em show que merecia DVD

Pearl Jam em SP - Eddie Vedder - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiQuis o destino que o Pearl Jam tivesse uma apresentação na cidade de São Paulo exatamente um dia após os sangrentos ataques terroristas em Paris. Quis o destino que o grupo norte-americano de Seattle fizesse no sábado, 14 de novembro, um show memorável para os paulistanos, englobando de uma só vez suas músicas e letras capazes de emocionar 65 mil presentes no Estádio do Morumbi, sem deixar de passar uma mensagem importantíssima de paz e resistência ao terror.

Com direito a uma mais do que oportuna execução da música “Imagine”, do lendário John Lennon, a banda fez um apresentação de pouco mais de 3 horas, digna de registro em DVD.

A passagem do Pearl Jam por São Paulo parecia ter sido escolhida por um dedo divino após o massacre em Paris. Na triste Sexta-feira 13 da capital francesa, um dia antes, cerca de 130 pessoas foram mortas em ataques de terroristas que tiveram como local com número maior de assassinados (cerca de 100) a casa de shows Bataclan, justamente quando uma outra banda de rock, o Eagles of Death Metal, iniciava uma apresentação para pessoas que simplesmente queriam se divertir e curtir música.

Após o massacre de Paris, não será novidade se shows de rock, partidas importantes de futebol ou tênis e outros grandes eventos começarem a sofrer restrições em determinados locais na Europa ou passarem a contar com um nível de segurança acima do normal. Shows como o da capital paulista, com 65 mil pessoas, serão palco perfeito para exigências maiores.

Justamente pelo que aconteceu ou pelo que está por vir, um evento lotado em São Paulo funcionou como um foco de resistência vindo também de uma banda de rock, igual ao são e salvo Eagles of Death Metal, que conseguiu escapar do Bataclan antes do massacre. Fazer os povos se intimidarem com o terrorismo é exatamente o objetivo destes grupos radicais. Seguir com a vida normalmente é uma das formas de enfrentá-los.

Bastante conhecido e respeitado pelo forte engajamento em causas nobres, o Pearl Jam era o grupo que estava no sábado no Morumbi. O vocalista Eddie Vedder, um dos símbolos maiores do rock atual, sintetizava o sentimento geral da banda e já expôs ao público o que sentia logo na terceira música do show.

A apresentação começou com cerca de 20 minutos de atraso com as músicas “Long Road” e “Of the Girl”. O palco do Pearl Jam tinha temas simples, mas interessantes, como um arranjo que ficava sobre o grupo no teto e luminárias penduradas em volta que mudavam de cor no decorrer do show. Os telões também eram simples e bem menores, por exemplo, do que os trazidos pelo Metallica ao mesmo Morumbi no ano passado.

Pouco antes de “Love Boat Captain”, Eddie Vedder decidiu fazer um dos seus vários discursos da noite à plateia. Por meio da leitura de um texto inicial de três páginas em português, o vocalista passou uma mensagem emocionada sobre o momento pós-Paris.

“Sentimos que precisamos estar com pessoas. E estamos felizes por estarmos com vocês em São Paulo. Nosso amor vai para todos em Paris”, disse Vedder, com certa dificuldade em razão da emoção, enquanto o telão mostrava a imagem da bateria de Matt Cameron com um desenho da Torre Eiffel. “Temos ainda muito a superar juntos”, acrescentou, tendo uma recepção positiva enorme do público.

Após “Love Boat Captain”, foi a vez de “Do The Evolution”, cuja letra, infelizmente, nunca fica datada e que também se encaixa ao momento atual. “I can kill ‘cause in God I trust, yeah” (“Eu posso matar porque em Deus eu confio, yeah”). Algo familiar?

A turnê do Pearl Jam pelo Brasil em 2015 ainda divulga o bom álbum “Lightning Bolt”, de 2013. Obviamente, além das várias canções criadas pela banda desde 1990, algumas músicas do disco mais recente também foram apresentadas em São Paulo.

“Getaway” e a rápida “Mind Your Manners” foram bons exemplos do “Lightning Bolt”, que teria a faixa-título também executada. Antes dela, porém, o público chegou a pular bastante no hit “Corduroy”, do disco “Vitalogy”, de 1994.

Já disseram por aí que São Pedro não gosta muito de show de rock, principalmente em algumas grandes apresentações recentes na cidade que se chama São Paulo. Rivalidade? O certo é que, desde a encharcada apresentação do Metallica no começo de 2014 até o protótipo de dilúvio do show de Paul McCartney no Allianz Parque no fim do ano passado, foram vários os exemplos na capital paulista de chuvas intensas que molharam diversas plateias.

Pearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossi

No show do Pearl Jam não foi diferente. Inicialmente, o tempo parecia que contribuiria. O dia foi bastante quente em São Paulo, mas o céu não estava fechado no começo da apresentação. Com as sequências das músicas, porém, uma ventania forte começou a atingir o Morumbi e não deu outra: o tempo fechou.

Para o leitor ter uma ideia do problema, os arranjos de palco, as luminárias e até os telões começaram a balançar além do normal. Se a Sexta-feira 13 já havia sido inesquecível do ponto de vista negativo, o sábado não poderia continuar com algum acidente gerado pelo vento ou chuva.

Extramente responsável e aconselhado pela equipe técnica, o grupo já antecipou ao público que, assim que começasse a chover, pararia a apresentação por cerca de 10 minutos para que ajustes pudessem ser feitos no palco e nos equipamentos.

A banda deixou o palco, mas, enquanto os técnicos começavam a olhar os equipamentos, Vedder pegou o violão e emendou nada menos que “Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town” sozinho. Foi um grande momento de emoção dos vários daquela noite, com o público cantando a bela canção do início ao fim. Vale dizer que a canção nem estava no set list original e que acabou sendo o primeiro dos presentes não programados.

Os 10 minutos de paralisação não chegaram a acontecer inicialmente, já que os técnicos deram um “ok”. Com isso, a banda emendou uma sequência de clássicos. Um dos maiores deles, “Even Flow” inflamou a plateia e fez o guitarrista Mike McCready tocar no meio da galera.

Antes do começo de “Come Back”, Eddie Vedder fez nova referência ao tempo, explicando que o vento observado no Morumbi justificava os cuidados que o grupo estava tendo. Ainda assim, o Pearl Jam tocou “Swallowed Whole”, “Given to Fly” (que contou no telão com imagens aéreas gravadas da região do Morumbi antes do show) e a contagiante “Jeremy”, que teve um coro mais do que especial do público.

Pearl Jam em SP - Foto: Divulgação Pearl JamDurante a execução de “Better Man” não teve jeito: a chuva começou a despencar. A banda ainda tocou a ótima “Rearviewmirror” e fez a tal pausa de 10 minutos prometida, enquanto a tempestade caía sobre o Morumbi e todos buscavam uma capa de chuva.

Na volta para o bis, a água continuava forte, mas o Pearl Jam veio num esquema estilo acústico, com os músicos sentados na cadeira. A primeira música desta parte foi “Footsteps”, que contou com Eddie Vedder e sua gaita bem tocada.

Na sequência, veio o grande e icônico momento do show, com “Imagine”, de John Lennon. Antes, mais uma vez, Vedder pegou suas folhas de papel para ler mais um texto com referência a Paris em português: “Quando crianças, somos incentivados a seguir e lutar por nossos sonhos. Eu esperaria com todo o meu coração que esses sonhos não significassem machucar ou tirar a vida de outro ser humano. Este é um planeta incrível e a vida é frágil e pode ser linda, desde que algumas pessoas possam mudar seus sonhos.”

O vocalista continuou lendo, mas dessa vez fez uma introdução da música, dizendo que começaram a tocá-la há um mês em homenagem a Lennon, que faria 75 anos em 2015, se estivesse vivo. Vedder chegou a fazer uma pequena confusão de datas, dizendo que o eterno Beatle completaria os 75 anos no dia 5 de dezembro, quando, na verdade, a data de aniversário é o dia 9 de outubro e, em dezembro, no dia 8, serão lembrados os 35 anos da morte do ícone musical. “Vamos tocar sua música porque as palavras deles precisam ser ouvidas”, destacou, pedindo que a plateia ajudasse, cantando alto “para o mundo” e com os celulares iluminando o estádio.

Prontamente atendido, Eddie & banda viram o Morumbi se transformar em algo lindíssimo. O estádio já havia vivido momento parecido em janeiro, no momento que o Foo Fighters tocou a música “Monkey Wrench” também num grande show.

A diferença é que a música de Lennon, eternamente poderosa, foi tocada num dos momentos mais importantes desde que foi criada, após um massacre histórico. Qualquer um canta “Imagine” em qualquer apresentação de churrascaria, mas, no sábado, dia 14 de novembro de 2015, o grande Pearl Jam era a banda mais indicada para tocá-la, com um mar de celulares em volta.

Com mais de 25 anos de shows nas costas, este jornalista poucas vezes sentiu o baque daquele momento. Não era apenas a interpretação de uma canção, era todo um contexto vivido pelo planeta, de regressão, que precisa ser, no mínimo, discutido. Terroristas, nazistas, fascistas e golpistas têm todos uma forma parecida de pensar, o que muda é a graduação da loucura, do egoísmo e da falta de respeito pelo próximo.

Só por aquele momento, o show já merecia um capítulo à parte na história das grandes apresentações internacionais pelo Brasil. Na íntegra, o mais indicado seria a gravação de um DVD, para mostrar para o mundo que o rock também é capaz de resistir, apesar de um tanto em baixa em matéria de criatividade atualmente.

Passado o momento grandioso, haveria outros até o fim do show de mais de 3 horas no Morumbi. Após “Imagine”, o Pearl Jam emendou a belíssima “Sirens”, do disco mais recente. Depois, ainda viriam “Whipping”, “I Am Mine”, “Blood” e “Porch”.

Mais uma pausa e o retorno do grupo ao palco trouxe “Comatose” e “State of Love and Trust”. Depois delas, mais momentos emocionantes num maior nível no Morumbi: “Black” e “Alive” foram as obrigatória do primeiro álbum que fez a imensa felicidade dos fãs.

E tinha mais, pois o Pearl Jam tocou ainda “Rockin’ in the Free World”, de Neil Young, e a sempre bela “Yellow Ledbetter”, que deveria fechar a apresentação. O grupo agradeceu ao público, chegou a se despedir e saiu do palco, mas, de repente, mais uma surpresa: a execução de nada menos que “All Along the Watchtower”.

A música de Bob Dylan, imortalizada na gravação de Jimi Hendrix, ganhou uma roupagem mais acelerada e até demorou a ser reconhecida por alguns, mas fechou com chave de ouro o grande evento em São Paulo. Na saída do estádio, os comentários gerais eram de que aquele havia sido um grande show, mas, na verdade, com já dissemos, foi muito mais do que isso.

Para relembrar o show do Pearl Jam em São Paulo, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town”. Depois, veja a banda tocando “Imagine”, “Sirens”, “Black” e “Alive”.

Buscapé

Set list

Long Road
Of the Girl
Love Boat Captain
Do the Evolution
Hail Hail
Why Go
Getaway
Mind Your Manners
Deep
Corduroy
Lightning Bolt
Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town
Even Flow
Come Back
Swallowed Whole
Given to Fly
Jeremy
Better Man
Rearviewmirror

Footsteps
Imagine
Sirens
Whipping
I Am Mine
Blood
Porch

Comatose
State of Love and Trust
Black
Alive
Rockin’ in the Free World
Yellow Ledbetter

All Along the Watchtower




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