Archive for the 'Alabama Shakes' Category

18
mar
16

Alabama Shakes foi destaque do Lollapalooza e entregou aos fãs show ainda melhor no Audio Club

Alabama Shakes em SP - Foto: Divulgação Audio ClubO Alabama Shakes foi um dos grandes destaques do Lollapalooza 2016 em São Paulo. Não bastasse ter feito um dos melhores shows no festival realizado no Autódromo de Interlagos, o grupo norte-americano liderado pela sensacional vocalista e guitarrista Brittany Howard entregou aos fãs uma apresentação ainda melhor no Audio Club, pequena casa de shows da capital paulista, que ficou com a lotação completamente esgotada de 3 mil pessoas.

Premiadíssima pelo ótimo álbum “Sound & Color”, de 2015, com direito à conquista de 4 prêmios Grammy na cerimônia realizada em fevereiro de 2016, o Alabama gerou uma oportunidade rara ao público paulistano: de assistir a um show num local amplo e aberto para um público gigante e de ver uma apresentação intimista e com um repertório bem maior num local pequeno e fechado.

O detalhe é que isso aconteceu em um intervalo de dois dias, já que o grupo se apresentou no Lollapalooza, no dia 13 de março, um domingo à tarde, e no Audio, na segunda-feira, dia 14, à noite, quando o show fez parte da série Lolla Parties.

Dadas as circunstâncias naturais de um festival, o grupo tocou menos músicas no Lolla, um total de 13 faixas, contra nada menos que 20 no Audio Club. O tempo de duração também foi menor, com 1 hora em Interlagos e pouco mais de 1h30 no Audio Club.

No Lollapalooza, o Alabama era uma das atrações mais esperadas do festival. Escalada para tocar no Palco Onix, a banda começou o show às 16h45, dentro do previsto. O próprio relevo do local montado para o palco, uma espécie de vale, favoreceu uma aglomeração bem distribuída do grande público. Havia aqueles que preferiram ficar no fundo e no topo, com uma boa visão do grupo tocando no vale. Havia o público tentando se aproximar do palco também, mas tudo numa situação bem tranquila, com direito até a pais que levaram filhos pequenos para acompanhar a apresentação.

A performance do Alabama começou com uma fina garoa e com vento, mas, aos poucos, o céu foi limpando e até um sol apareceu durante o show. Aliás, as viradas do tempo foram uma marca no Lollapalooza, com diversas situações climáticas durante várias apresentações do festival. Pelo menos a chuva forte que chegou a ser imaginada com nuvens bastante carregadas acima do autódromo não chegou a ser confirmada em nenhum momento do evento durante os dois dias.

Falando em tempestade, a vocalista e guitarrista Brittany Howard é um verdadeiro furacão sonoro. Com um poder vocal de dar inveja, ela não parece ser deste planeta, propiciando momentos que fazem qualquer fã ficar de boca aberta com sua capacidade.

Tudo isso contando com uma apoio fenomenal dos demais músicos do Alabama. Heath Fogg (guitarra), Zac Cockrell (baixo), Steve Johnson (bateria), Ben Tanner (teclados) e Paul Horton (teclados), além dos cantores de apoio, são excepcionais.

Dentre as 13 músicas tocadas, alguns dos destaques da apresentação no Lollapalooza foram os hits “Hold On” e “Don’t Wanna Fight”, esta a vencedora de melhor música de rock da premiação realizada neste ano pelo Grammy nos Estados Unidos.

O show no Lolla foi relativamente curto para a importância atual do Alabama, mas, além de colocar a banda entre os destaques da edição de 2016, ratificou a admiração de jornalistas e fãs que já haviam considerado o grupo com a revelação do mesmo festival em 2013, quando a edição foi realizada no Jockey Club de São Paulo.

Alabama Shakes no Lollapalooza - Foto: Divulgação Lollapalooza/I Hate FlashAlabama Shakes no Lollapalooza - Foto: Divulgação Lollapalooza/I Hate FlashAlabama Shakes no Lollapalooza - Foto: Divulgação Lollapalooza/I Hate FlashAlabama Shakes no Lollapalooza - Foto: Divulgação Lollapalooza/I Hate Flash

O memorável show no Audio Club

Quem havia achado o show do Alabama bom no Lollapalooza multiplique, por favor, por 10, para ter uma noção do que foi a apresentação no Audio Club.

Casa completamente lotada e uma apresentação que, se levada em conta a qualidade técnica musical, está entre as melhores (se não for a melhor) vista por este jornalista em 26 anos de histórico de shows acompanhados ao vivo.

A apresentação do Alabama estava sendo aguardada para as 23h30, logo depois do show do grupo Cold War Kids, outra atração gringa que tocou no festival e que subiu ao palco do Audio uma hora antes com uma performance competente, mas que ficou pequena perto da atração principal.

Desde a abertura da pequena casa de shows, era possível notar certa ansiedade do público para ver o Alabama. Além disso, o clima entre as pessoas era muito bacana. Na pista, era possível encontrar muitos jornalistas musicais das antigas, como Roberto Maia, da 89FM, um dos primeiros a mostrar a banda ao público brasileiro.

Nos camarotes, muitos atores, cantores e diversos representantes da cena cultural estavam presentes para ver o talento de Brittany Howard. Tudo isso em pleno fim de noite de segunda-feira, reforçando a imagem de que São Paulo é definitivamente uma cidade inigualável em matéria de diversão noturna.

O Alabama subiu ao palco do Audio por volta de 23h40, com a mesma estratégia do Lolla, apresentando músicas dos dois álbuns da carreira: os ótimos “Boys & Girls”, de 2012, e o premiadíssimo “Sound & Color”, de 2015.

Durante o show, chamou a atenção para o fato de o público ficar tão vidrado no que estava sendo mostrado que a tradicional chuva de celulares que vem virando uma marca das apresentações musicais não foi vista com a mesma intensidade. A plateia não se contentava em gritar ou aplaudir. Ela praticamente “urrava” a cada fim de música comandada por Brittany, tendo a plena consciência que estava vendo uma banda de alto quilate no seu auge.

Essa mulher, caros leitores, não merece todos os elogios feitos só porque canta demais, mas também porque toca muito guitarra e em vários estilos, do blues a momentos mais pesados do rock. Na música “Gemini”, por exemplo, que foi a última antes do Bis, ela chegou a fazer um solo de guitarra que lembrou os timbres de Steve Vai, num dos grandes momentos do show.

Antes desta canção, durante toda a apresentação, desfilou uma qualidade impecável, levando aos críticos musicais a duas constatações possíveis: ou ela nasceu com este dom e é um ser abençoado por Deus; ou passou a vida inteira se dedicando exaustivamente para chegar a este nível impressionante.

Alabama Shakes em SP - Foto: Divulgação Audio ClubAlabama Shakes em SP - Foto: Divulgação Audio ClubAlabama Shakes em SP - Foto: Divulgação Audio ClubAlabama Shakes em SP - Foto: Divulgação Audio Club

 

“O Lollapalooza foi divertido, mas eu estava muito animada pra fazer isso hoje”, disse ao público, numa das poucas vezes que saiu de sua timidez tradicional, levando todos no Audio Club a uma vibração incrível e com a sensação de que aquele era um momento para ser guardado para sempre na mente.

A sequência de músicas com “The Greatest”, “Shoegaze”, “Hold On” e “Joe”, tocada na metade da apresentação, é quase uma síntese do show do Alabama na casa de shows paulistana. Foi possível ver o grupo na velocidade e vigor da primeira canção, na cadência cativante das duas seguintes e na levada mais lenta da última, que foi, na verdade um grande presente para o público, já que é uma faixa bônus (ouça aqui) da edição japonesa do disco “Sound & Color”.

Para quem não havia ouvido “Joe” ou para quem já conhecia, aquele momento vai ficar marcado para sempre. Deixando a guitarra de lado, Brittany Howard circulou pelo palco com o microfone em mãos e chegou a fazer pessoas chorarem com a belíssima interpretação. Não, não era uma reação de fãs no estilo tietes. Era uma reação a algo que só a performance espetacular de boas músicas é capaz de proporcionar.

Vale também destacar grandes momentos (acima da média já elevada) em “Dunes”, “Hang Loose” e “Heartbreaker”, esta última também capaz de causar reações emocionantes no mais frio dos seres humanos.

Em “Don’t Wanna Fight”, mais uma vez a mais aguardada, a banda mostrou-se afiadíssima, como se o público estivesse ouvindo a música na sala de estar de casa, tamanha a qualidade sonora. Ao fim da canção, os músicos foram aplaudidos por cerca de 3 minutos sem parar, numa atitude rara das plateias de shows de rock e que fez até o Alabama Shakes se surpreender.

Sem a menor dúvida, foi uma das melhores apresentações vistas na cidade de São Paulo em muito tempo. Felizardos aqueles que tiveram a oportunidade de presenciar aquilo e guardar para sempre na mente e no coração o que foi proporcionado por Brittany Howard.

Em tempos nos quais o ódio na política vem, infelizmente, dominando a vida de muitos brasileiros, o Alabama Shakes serviu para compensar este triste momento de um país tradicionalmente feliz com algo capaz de lavar a alma de quem aprecia a boa música. Vida longa ao Alabama Shakes e, principalmente, a esta espetacular vocalista e guitarrista!

Para relembrar os grandes momentos da banda em São Paulo, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube dos shows no Lollapalooza e no Audio Club. Fique com os vídeos de “Hang Loose”, “Hold On”, “Shoegaze”, “Don’t Wanna Fight” e “Over My Head”.

Set list Lollapalooza

Future People
Dunes
Rise to the Sun
Hang Loose
Shoegaze
Miss You
Be Mine
The Greatest
Hold On
You Ain’t Alone
Over My Head
Don’t Wanna Fight
Gimme All Your Love

 

Set list Audio Club

Future People
Dunes
Hang Loose
Rise to the Sun
Heartbreaker
Guess Who
Miss You
The Greatest
Shoegaze
Hold On
Joe
On Your Way
I Ain’t the Same
Be Mine
Don’t Wanna Fight
Gimme All Your Love
Gemini

Sound & Color
You Ain’t Alone
Over My Head

 

13
mar
16

Rock recupera no Lollapalooza 2016 parte do espaço perdido na edição de 2015

Montagem com fotos do Lolla: Alabama Shakes e Noel Gallagher (Divulgação/I Hate Flash), Tame Impala (Divulgação/Time For Fun/MRossi) e Florence and The Machine (Divulgação/I Hate Flash)O rock n’ roll pode ainda estar longe do seu merecido espaço no Lollapalooza, mas, na edição de 2016, já conseguiu recuperar parte do espaço perdido no festival de 2015, quando atrações pop e eletrônicas deixaram o estilo musical para escanteio e com poucos representantes de peso ou destaque.

Em 2016, boas apresentações de grupos ou artistas do rock que estão em evidência no mundo inteiro ou as simples manifestações que são características do bom e velho  segmento musical ajudaram demais a não deixar o Autódromo de Interlagos virar uma rave gigantesca, como chegou a ser visto no ano anterior em vários momentos.

Do lado dos shows de destaque de gente grande e importante, os melhores e mais marcantes foram, não necessariamente nessa ordem, os do Tame Impala, do Bad Religion, Noel Gallagher’s High Flying Birds, Florence and The Machine e do Alabama Shakes.

O veterano Bad Religion foi o primeiro grande show de rock do festival, no sábado, dia 12 de março, com os músicos trazendo uma penca de hits do punk rock. Na sequência, o Tama Impala, com um show repleto de imagens e músicas psicodélicas, fez o público viajar e se apresentou para um contingente de pessoas bem maior do que aquele número tradicional vinculado à banda no cenário alternativo.

No dia seguinte, o domingo, 13 de março, mais rock que o anterior, três atrações de peso deram contentaram públicos diferentes, mas foram importantes para demarcar o território do estilo. Primeiro, o premiadíssimo Alabama Shakes voltou ao Lollapalooza como protagonista, diferente do papel de coadjuvante de 2013, quando foi considerada a grande revelação do evento.

Na sequência, Noel Gallagher fez uma apresentação interessante com sua banda e provou para alguns que não precisa do Oasis para mandar seu recado. Por fim, o badalado Florence and The Machine fechou com chave de ouro o festival, encantando o público com a doçura de sua bela e competente vocalista.

Os gringos Mumford and Sons, Of Monsters and Men e Eagles of Death Metal e os brasileiros Matanza e Planet Hemp também merecem elogios, mas não chegaram perto das apresentações das bandas maiores citadas. O Mumford and Sons carregou uma impressionante legião de fãs no sábado, mas, na opinião do Roque Reverso, fez um show que ficou um pouco cansativo, apesar da inquestionável qualidade dos músicos e da comovente devoção dos fãs.

O fato é que, comparando com 2015, o Lollapalooza de 2016 foi, de fato, mais generoso com o rock. No ano passado, de nomes grandes do rock, havia Robert Plant, Jack White e Smashing Pumpkins, com Kasabian, Foster The People e Interpol como coadjuvantes do estilo. Para complicar a situação, nomes pops, como o de Pharrell Williams, e um número relevante de atrações eletrônicas deixaram o rock de escanteio, assustando até quem estava acostumado com um festival que sempre foi pautado pelo estilo.

Em 2016, houve, é verdade, a participação do rapper Eminem, que, por sinal, arrastou o maior número de fãs no sábado, mas a quantidade de atrações do rock compensou e fama enorme do competente branquelo do rap.

No restante do festival, muito mais acertos do que erros. A organização funcionou sem maiores problemas, com destaque para a facilidade, via trem, para chegar ao festival.

Se fôssemos eleger um problema que precisa ser melhorado, o indicado seria o vazamento de som que chegava especialmente ao Palco Skol, já que ao lado dele, havia o Palco Trident at Perry’s, com a música eletrônica. Talvez, uma mudança de horários impediria que, no meio de alguns shows, como o de Noel Gallagher, fosse possível escutar aquela batidas características da música dançante.

Vale destacar a boa experiência da alimentação no Lolla. Os Food Trucks e o espaço reservado para chefs de cozinha bombaram e chegaram a ser bastante disputados em momentos críticos de fome dos fãs. Talvez, uma outra área grande alimentação ao lado do Palco Skol possibilitaria o fim de filas.

O Roque Reverso esteve nos dois dias do Lollapalooza 2016 e trará nos dias seguintes a este texto algumas resenhas de shows, além de set list, fotos e vídeos de algumas apresentações específicas. Fiquem ligados!

12
mar
16

Lollapalooza 2016 vai rolar! Confira dicas e detalhes do festival em SP

Lollapalooza - Foto da edição de 2015 - Crédito: DivulgaçãoTudo pronto para o Lollapalooza 2016! A edição deste ano volta a trazer uma escalação um pouco menos badalada que a de outros anos e flertar com outros estilos, além do rock n’ roll. A despeito deste detalhe, a expectativa é de um festival repleto de fãs neste sábado, dia 12 de março, e no domingo, dia 13, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Ainda há ingressos, mas é bom correr, pois a expectativa dos organizadores é de cerca de 70 mil pessoas por dia.

E é bem provável que as atrações que não estão ligadas ao rock, como o rapper Eminem, atraiam mais público ou despertem mais atenção do que a do estilo que é a razão de existência deste Roque Reverso.

Serão 5 palcos, sendo 3 deles os principais (Skol, Onix e Axe) e 2 deles mais alternativos
(Kidzapalooza, para crianças, e Trident at Perry’s).

As principais atrações do rock do primeiro dia de festival serão os headliners Tame Impala, Mumford & Sons e Of Monsters and Men, além do veterano Bad Religion, o Eagles of Death Metal e o brasileiro Matanza.

Quanto ao segundo dia, os destaques do rock são os headliners Florence + The Machine, Noel Gallagher’s High Flying Birds e o premiadíssimo Alabama Shakes.

Vale lembrar que, entre os desfalques importantes de última hora, o Lollapalooza informou recentemente que, por imprevistos de ordem pessoal, a apresentação do rapper, compositor, produtor musical e ator Snoop Dogg foi cancelada e será substituída pela banda brasileira Planet Hemp, o que é uma boa para o público do rock.

Além destes nomes citados, num total de 40 atrações, completam a escalação do Lollapalooza os seguintes grupos e artistas musicais: Kaskade, Die Antwoord (headliners), Marina and the Diamonds, Cold War Kids, Flosstradamus, RL Grime, Halsey, A-Trak, The Joy Formidable, Vintage Trouble, Supercombo, Matthew Koma, Dônica, Groove Delight, Zerb, Ego Kill Talent e The Baggios, todos no primeiro dia; Jack Ü,  além de Odesza, Zeds Dead, Emicida, Duke Dumont, Walk the Moon, Twenty One Pilots, , Jungle, Marrero, Seeed, Albert Hammond Jr., Gramatik, Maglore, Jack Novak, Versalle, Karol Conka, Funky Fat e Dingo Bells, todos no segundo dia.

O Lolla Pass, ingresso que é válido para os dois dias do evento, tem os valores salgadíssimos de R$ 800,00 (inteira) e R$ 400,00 (meia). O Lolla Day, que é válido para um único dia custa R$ 450,00 (inteira) e R$ 225,00 (meia). Tal qual a do Lolla Pass, a compra do Lolla Day poderá ser parcelada em até 3 vezes.

As vendas foram feitas no site http://www.ticketsforfun.com.br e em todos os pontos de venda do País. Ingressos para sábado foram vendidos pela internet apenas até às 16 horas de sexta-feira. Ingressos para domingo serão vendidos pela internet apenas até meio-dia de sábado.

Nos dias 11, 12 e 13 de março, a venda dos ingressos sem taxa de conveniência será feita no próprio Autódromo de Interlagos, localizado na Avenida Senador Teotonio Vilela, 261. As bilheterias funcionam das 10 horas às 20 horas.

Dicas e detalhes

Vale ressaltar que a previsão do tempo para os dois dias do festival traz um cenário de chuvas, com maior ou menor intensidade, a partir do meio da tarde tarde. Quem já viu o que aconteceu no show que o Iron Maiden em 2009, também num mês de março, lembra muito bem da lama inacreditável que se formou perto os palcos. Portanto, é bom se preparar com capas de chuva e até sapatos ou tênis capazes de suportar a água e a lama.

Mais um detalhe sempre importante para destacar é a distância entre os palcos. Para que o som de um show não atrapalhe o outro, ela grande para percorrer no extenso autódromo. Portanto, se não quiser perder o horário de alguns shows, é sempre bom se programar e sair antes, já que a muvuca formada em alguns momentos atrapalha a caminhada de um palco para o outro.

Pelo segundo ano consecutivo será utilizado o Lolla Mango, a moeda oficial do evento. A ideia implantada na última edição, foi uma das inovações que obtiveram melhor resultado. Inclusive, para facilitar a conversão, este ano, o Lolla Mango valerá R$ 1,00.

Entre as facilidades de 2016, o Lollapalooza terá o Sempre Livre Lolla Lounge, área restrita a 2.500 pessoas. Segundo os organizadores, é uma estrutura de concreto armado com dois andares e área total de 4.000 m² que está situada estrategicamente entre os cinco palcos, proporcionando vista panorâmica de todo o Autódromo.

Os fãs que adquiriram ingresso para esta área têm direito a diversos serviços exclusivos, restaurante, bar, áreas de descanso, banheiros privativos, guarda-volumes, transmissão dos shows em telões, chill out com DJs após o último show, além do Lolla Transfer a qualquer hora do dia.

O Sempre Livre Lolla Lounge Pass (válido para os 2 dias de festival) custa R$ 900,00 e o Sempre Livre Lolla Lounge Day (válido para 1 dia de festival) custa R$ 450,00

O Lolla Transfer é o traslado especial de ida e volta do festival, saindo do Sheraton WTC com direção ao Autódromo de Interlagos por meio de ônibus, micro-ônibus ou vans. O serviço de ida será prestado das 11 horas às 19h30 (com 30 min de intervalo entre cada partida) e o serviço de volta será realizado a partir das 21h30, no sábado, e 20h30, no domingo. O acesso ao público para utilizar este serviço será por meio da entrada do hotel Sheraton WTC, na Sala WTC Club, localizado na Av. das Nações Unidas, 12559 – Brooklin Novo.

O festival de 2016 contará com as tradicionais áreas de descanso e grandes opções de alimentação, além do Kidzapalooza, espaço dedicado às crianças com line-up exclusivo e atrações especiais. Food Trucks, que fizeram sucesso em 2015, e bares estarão espalhados pelo Autódromo.

Hotel Urbano

Transporte

Da mesma maneira que em edições anteriores no local, a opção de transporte recomendada é o transporte público, apesar de haver estacionamento no local. Para quem vai de trem (disparada a melhor opção), é só pegar a Linha 9 – Esmeralda e desembarcar na estação Autódromo, que fica aberta até 1 hora da manhã do domingo e até a zero hora do último dia do festival. O portão mais próximo para entrada é o 9.

Se o fã preferir ir de ônibus, a SPTrans possui diversas linhas para o Autódromo de Interlagos, que estarão sinalizadas. Verifique no site http://www.sptrans.com.br. Na hora de ir embora, haverá uma linha especial de ônibus com destino ao Terminal Santo Amaro com dois pontos de embarque: Avenida Senador Teotônio Vilela (Portões D, M, 7 ou 8) e Avenida Jacinto Julio (Portão 9). Funcionará no sábado, das 21 horas às 2 horas do dia seguinte, e no domingo, das 20 horas até a 1 da manhã da segunda-feira.

Para quem vai de carro, o estacionamento no Autódromo de Interlagos vale somente para quem adquiriu este serviço no site da Tickets For Fun. A entrada de carros para quem tem o ticket de estacionamento será pelo Portão G.

Quinta edição consecutiva

A edição de 2016 será a quinta consecutiva do Lollapalooza na cidade de São Paulo e a terceira seguida
no Autódromo de Interlagos.

O primeiro Lollapalooza no Brasil aconteceu em 2012, quando a grande atração foi o ótimo show do Foo Fighters. Em 2013, o festival contou com apresentações memoráveis do Queens of The Stone Age e do Pearl Jam. Em 2014, também ficaram marcadas apresentações como as do Soundgarden, New Order e do Arcade Fire.

Em 2015, para quem gosta de rock n’ roll, o festival teve uma menor oferta do estilo que em anos anteriores. Com um grande avanço de atrações dançantes e mais pops, alguns dos melhores shows do rock foram os do lendário Robert Plant e do Smashing Pumpkins.

Cobertura de TV e do Roque Reverso

Quem está em casa e não conseguiu ingresso, tem a opção de ver os shows pelos canais fechados Multishow e BIS, que também transmitem pela internet com acesso livre. A TV Globo (aquela de sempre) prometeu fazer uma “cobertura especial” do Lolla, mas ela só acontecerá nas madrugadas dos dias seguintes aos shows.

Aqui no Roque Reverso, a cobertura dos shows de rock não passará batida. O site estará no Autódromo de Interlagos e leitor poderá acompanhar detalhes do festival também no nosso Twitter e no nosso canal do Facebook. Set list, atrasos e novidades importantes poderão ser vistas com maior rapidez nesses locais.

Confira abaixo os horários da edição de 2016:

12 de março – Sábado

Palco Skol
12h05 – 12h50 – The Baggios
14 horas – 15 horas – Matanza
16h10 – 17h10 – Bad Religion
18h35 – 19h50 – Tame Impala
21h30 – 23 horas – Eminem

Palco Onix
12h55 – 13h55 – Dônica
15h05 – 16h05 – Eagles of Death Metal
17h15 – 18h30 – Of Monsters and Men
19h55 – 21h25 – Mumford and Sons

Palco Axe
12 horas – 12h30 – Ego Kill Talent
12h45 – 13h30 – Supercombo
14 horas – 15 horas – Vintage Trouble
15h30 – 16h30 – The Joy Formidable
17h15 – 18h15 – Cold War Kids
18h45 – 19h45 – Halsey
20h15 – 21h15 – Die Antwoord
21h45 – 23h – Marina and the Diamonds

Kidzapalooza
12h55 – 13h55 – School of Rock
15h05 – 16h05 – Zerb
17h15 – 18h15 – Future Class

Trident at Perry’s
13h – 13h45 -Zerb
14 horas – 14h45 – Groove Delight
15 horas – 16 horas – Matthew Koma
16h15 – 17h15 – A-Trak
17h30 – 18h30 – RL Grime
18h45 – 20 horas – Flosstradamus
20h15 – 21h15 – Alok
21h30 – 22h45 – Kaskade

13 de março – Domingo

Palco Skol
12h – 12h50 – Dingo Bells
13h45 – 14h30 – Marrero
15h40 – 16h40  – Twenty One Pilots
17h50 – 19h05 – Noel Gallagher’s High Flying Birds
20h30 – 22 horas – Florence + the Machine

Palco Onix
12h55 – 13h40 – Maglore
14h35 – 15h35 – Walk the Moon
16h45 – 17h45 – Alabama Shakes
19h10 – 20h25 – Jack Ü

Palco Axe
13 horas – 14 horas – Versalle
14h30 – 15h30 – Seed
16 horas – 17 horas – Albert Hammond Jr.
17h30 – 18h30 – Odesza
19 horas – 20 horas – Jungle
20h45 – 22 horas – Planet Hemp

Kidzpalooza
12h55 – 13h40 – School of Rock
14h35 – 15h35 – Mike Tompkins
16h45 – 17h45 – Lazy Bear

Trident at Perry’s
12h30 – 13h15 – Funky Fat
13h30 – 14h15 – Karol Conka
14h30 – 15h15 – Jack Novak
15h30 – 16h30 – Gramatik
16h45 – 17h45 – Duke Dumont
18 horas – 19h15 – Zeds Dead
19h35 – 20h35 – Emicida
20h45 – 22 horas – Zedd

05
mar
16

Lollapalooza divulga os horários das atrações da edição de 2016

Lollapalooza Brasil - LogoOs organizadores do Lollapalooza anunciaram na sexta-feira, 4 de março, os horários das atrações que vão participar da edição de 2016. O festival, que acontecerá nos dias 12 e 13 de março no Autódromo de Interlagos, ainda há ingressos à venda e a expectativa é de bom público, já que as entradas estão no terceiro lote.

Serão 5 palcos, sendo 3 deles os principais (Skol, Onix e Axe) e 2 deles mais alternativos (Kidzapalooza, para crianças, e Trident at Perry’s).

As principais atrações do rock do primeiro dia de festival serão os headliners Tame Impala, Mumford & Sons e Of Monsters and Men, além do veterano Bad Religion, o Eagles of Death Metal e o brasileiro Matanza.

Quanto ao segundo dia, os destaques do rock são os headliners Florence + The Machine, Noel Gallagher’s High Flying Birds e Alabama Shakes.

O Lollapalooza também informou que, por imprevistos de ordem pessoal, a apresentação do rapper, compositor, produtor musical e ator Snoop Dogg foi cancelada e será substituída pela banda brasileira Planet Hemp. Além da performance na segunda noite do festival, o norte-americano também não faz mais parte da programação das tradicionais Lolla Parties.

A outra novidade é a banda paulista Ego Kill Talent. Formado por nomes do cenário da música pesada nacional como Jean Dolabella (bateria/guitarra/baixo | ex-Sepultura), Raphael Miranda (bateria/baixo | ex-Sayowa), Estevam Romera (guitarra/baixo | Desalmado), Theo van der Loo (guitarra/baixo | ex-Sayowa) e Jonathan Correa (vocal | Reação em Cadeia), o grupo ficará responsável pela abertura do Palco Axe, no sábado, dia 12 de março.

Além destes nomes citados, num total de 40 atrações, completam a escalação do Lollapalooza os seguintes grupos e artistas musicais: Eminem, Kaskade, Die Antwoord (headliners), Marina and the Diamonds, Cold War Kids, Flosstradamus, RL Grime, Halsey, A-Trak, The Joy Formidable, Vintage Trouble, Supercombo, Matthew Koma, Dônica, Groove Delight, Zerb e The Baggios, todos no primeiro dia; Jack Ü,  além de Odesza, Zeds Dead, Emicida, Duke Dumont, Walk the Moon, Twenty One Pilots, , Jungle, Marrero, Seeed, Albert Hammond Jr., Gramatik, Maglore, Jack Novak, Versalle, Karol Conka, Funky Fat e Dingo Bells, todos no segundo dia.

A edição de 2016 será a quinta consecutiva do Lollapalooza na cidade de São Paulo e a terceira seguida
no Autódromo de Interlagos.

O Lolla Pass, ingresso que é válido para os dois dias do evento, tem os valores salgadíssimos de R$ 800,00 (inteira) e R$ 400,00 (meia). O Lolla Day, que é válido para um único dia custa R$ 450,00 (inteira) e R$ 225,00 (meia). Tal qual a do Lolla Pass, a compra do Lolla Day poderá ser parcelada em até 3X.

As vendas estão sendo feitas no site http://www.ticketsforfun.com.br e em todos os pontos de venda do País. A bilheteria oficial do evento é o Citibank Hall, único local onde a taxa de conveniência não é cobrada.

O primeiro Lollapalooza no Brasil aconteceu em 2012, quando a grande atração foi o ótimo show do Foo Fighters. Em 2013, o festival contou com apresentações memoráveis do Queens of The Stone Age e do Pearl Jam. Em 2014, também ficaram marcadas apresentações como as do Soundgarden, New Order e do Arcade Fire.

Em 2015, para quem gosta de rock n’ roll, o festival teve uma menor oferta do estilo que em anos anteriores. Com um grande avanço de atrações dançantes e mais pops, alguns dos melhores shows do rock foram os do lendário Robert Plant e do Smashing Pumpkins.

Confira abaixo os horários da edição de 2016:

12 de março – Sábado

Palco Skol
12h05 – 12h50 – The Baggios
14 horas – 15 horas – Matanza
16h10 – 17h10 – Bad Religion
18h35 – 19h50 – Tame Impala
21h30 – 23 horas – Eminem

Palco Onix
12h55 – 13h55 – Dônica
15h05 – 16h05 – Eagles of Death Metal
17h15 – 18h30 – Of Monsters and Men
19h55 – 21h25 – Mumford and Sons

Palco Axe
12 horas – 12h30 – Ego Kill Talent
12h45 – 13h30 – Supercombo
14 horas – 15 horas – Vintage Trouble
15h30 – 16h30 – The Joy Formidable
17h15 – 18h15 – Cold War Kids
18h45 – 19h45 – Halsey
20h15 – 21h15 – Die Antwoord
21h45 – 23h – Marina and the Diamonds

Kidzapalooza
12h55 – 13h55 – School of Rock
15h05 – 16h05 – Zerb
17h15 – 18h15 – Future Class

Trident at Perry’s
13h – 13h45 -Zerb
14 horas – 14h45 – Groove Delight
15 horas – 16 horas – Matthew Koma
16h15 – 17h15 – A-Trak
17h30 – 18h30 – RL Grime
18h45 – 20 horas – Flosstradamus
20h15 – 21h15 – Alok
21h30 – 22h45 – Kaskade

13 de março – Domingo

Palco Skol
12h – 12h50 – Dingo Bells
13h45 – 14h30 – Marrero
15h40 – 16h40  – Twenty One Pilots
17h50 – 19h05 – Noel Gallagher’s High Flying Birds
20h30 – 22 horas – Florence + the Machine

Palco Onix
12h55 – 13h40 – Maglore
14h35 – 15h35 – Walk the Moon
16h45 – 17h45 – Alabama Shakes
19h10 – 20h25 – Jack Ü

Palco Axe
13 horas – 14 horas – Versalle
14h30 – 15h30 – Seed
16 horas – 17 horas – Albert Hammond Jr.
17h30 – 18h30 – Odesza
19 horas – 20 horas – Jungle
20h45 – 22 horas – Planet Hemp

Kidzpalooza
12h55 – 13h40 – School of Rock
14h35 – 15h35 – Mike Tompkins
16h45 – 17h45 – Lazy Bear

Trident at Perry’s
12h30 – 13h15 – Funky Fat
13h30 – 14h15 – Karol Conka
14h30 – 15h15 – Jack Novak
15h30 – 16h30 – Gramatik
16h45 – 17h45 – Duke Dumont
18 horas – 19h15 – Zeds Dead
19h35 – 20h35 – Emicida
20h45 – 22 horas – Zedd

16
fev
16

4 prêmios Grammy para o Alabama Shakes fazem bem para boa música

Alabama ShakesQuando o disco “Sound & Color” foi lançado em 2015, a impressão imediata na primeira audição foi a de que o álbum tinha qualidade e dificilmente seria superado no ano. Quando a música “Don’t Wanna Fight” foi ouvida pela primeira vez, não havia dúvida de que ela era fácil candidata a hit do ano. Na 58ª edição do Grammy, que aconteceu na segunda-feira, 15 de fevereiro, em Los Angeles, os quatro prêmios dados à excelente banda norte-americana foram não apenas um justo reconhecimento a um grande trabalho, mas algo que faz bem para a música em geral.

Nós do Roque Reverso sempre tivemos um pé atrás com o Grammy desde que o Jethro Tull ganhou o prêmio de melhor artista de hard rock/metal do Metallica em 1989. E sempre lembramos isso. Gafes históricas à parte, reconhecer algo de qualidade é o mínimo que a premiação norte-americana pode fazer e, quando faz algo correto, também merece elogios.

O Alabama Shakes venceu o Grammy nas categorias de Melhor Álbum Alternativo, Melhor Música de Rock e Melhor Performance de Rock, além de conquistar um prêmio técnico como a melhor engenharia de som de disco não-clássico. Concorreu também ao prêmio de Melhor Álbum do Ano, mas, apesar de merecer, perdeu para a cantora pop Taylor Swift.

De quebra, a banda fez uma perfeita apresentação ao vivo que só ratificou a percepção de que está num momento extremamente positivo da carreira. Ao receber um dos prêmios, a guitarrista e vocalista ultra talentosa Brittany Howard não escondeu a grande emoção.

Ainda no mundo do rock, o Grammy escolheu o disco do Muse, “Drones”, como o Melhor Álbum de Rock. Na categoria Melhor Performance de Metal, o grande vencedor foi o grupo mascarado Ghost, pela música “Cirice”, do disco “Meliora”.

Entre os shows da noite, além da ótima apresentação do Alabama Shakes, houve uma série de homenagens a nomes de astros da música que morreram recentemente. David Bowie, Lemmy Kilmister, B.B. King e Glenn Frey, do Eagles, foram os merecedores das homenagens.

No caso de David Bowie, a cantora Lady Gaga fez uma excelente apresentação, lembrando vários sucessos do camaleão do rock. No caso de Lemmy, o grupo Hollywood Vampires teve uma performance digna, apesar do jeito meio bagunçado na apresentação do clássico “Ace of Spades”.

27
jan
16

Alabama Shakes, Eagles of Death Metal, Bad Religion e Florence + the Machine tocarão nas Lolla Parties

Alabama Shakes no Audio Club - Cartaz de DivulgaçãoBoa notícia para quem prefere shows em casas menores em vez de festivais. Nesta quarta-feira, 27 de janeiro, a organização do Lollapalooza Brasil informou que algumas das bandas importantes que tocarão no festival de 2016 em São Paulo também vão se apresentar nas Lolla Parties, eventos menores em casas de shows e que contam com performances mais intimistas das atrações para os fãs. Entre os grupos de rock, estão, por exemplo, Alabama Shakes, Eagles of Death Metal, Bad Religion e Florence + Machine.

Além do detalhe de poder ver o artista preferido mais de perto e numa muvuca menor, o fã dos grupos terá preços bem menores de ingressos do que os que estão sendo cobrados para o festival. As Lolla Parties deste ano vão acontecer em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Curitiba.

Ingressos para todas as Lolla Parties estão disponíveis desde este dia 27 de janeiro, na bilheteria oficial no Citibank Hall São Paulo, localizado na Avenida das Nações Unidas, 17.955; pela internet (www.lollapaloozabr.com/tickets); e também nos pontos de vendas espalhados pelo país.

Entre as atrações participantes das Lolla Parties, o Alabama Shakes é um dos principais destaques, especialmente por estar passando por um momento de aceitação de crítica e público após o lançamento recente do novo e ótimo álbum “Sound & Color”, em abril de 2015.

Pelo projeto Lolla Parties, o Alabama Shakes tocará em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na capital paulista, na mesma noite do dia 14 de março que contará com apresentação da banda Cold War Kids, o grupo norte-americano vai se apresentar no Audio Club. No Rio, o Alabama fará show sozinho no Circo Voador no dia 15.

Para o show do Audio Club, onde são esperadas 3 mil pessoas, os ingressos inteiros saem por R$ 220,00 (Pista) e R$ 300,00 (Mezanino Vip). A bilheteria oficial, sem taxa de conveniência é a do Citibank Hall, mas, no dia da apresentação, as entradas poderão ser compradas na própria casa da zona oeste paulistana. Pela internet, com taxa, há o site www.ticketsforfun.com.br, além de outros pontos de venda específicos.

Quanto ao show o Circo Voador, onde são aguardadas 2.500 pessoas, os ingressos inteiros para o show do Alabama custam R$ 240,00 (Lote 1), R$ 280,00 (Lote 2) e R$ 320,00 (Lote 3). A bilheteria sem taxa de conveniência fica na própria casa. Pela internet, com taxa, o fã tem a opção do site www.ingresso.com.

Outra banda esperada é o Eagles of Death Metal, famoso, infelizmente, por ser a banda que estava tocando no Bataclan na noite dos atentados terroristas em Paris em 2015. O grupo tocará em São Paulo no Cine Joia, no dia 15 de março, e terá a abertura do Vintage Trouble.

Os ingressos inteiros para Pista saem por R$ 200,00 na casa que tem público esperado de 1.400 pessoas. A bilheteria oficial, sem taxa de conveniência é a do Citibank Hall, mas, no dia da apresentação, as entradas poderão ser compradas na própria casa da zona central paulistana. Pela internet, com taxa, os endereços são os mesmos do show do Alabama Shakes.

O veterano Bad Religion tocará apenas em Curitiba. Será no dia 15 de março no Spazio Van. Os ingressos estão à venda em www.diskingressos.com.br. Na casa onde são esperadas 4.153 pessoas, as entradas inteiras para a Pista Premium custam R$ 300,00 (Lote 1), R$ 360,00 (Lote 2) e R$ 440,00 (Lote 3). Para a Pista Comum, saem por R$ 200,00 (Lote 1), R$ 250,00 (Lote 2) e R$ 300,00 (Lote 3). Para o Camarote, custam R$ 200,00; para a Mesa Ouro, R$ 200,00; para a Mesa Prata, R$ 175,00; e, para a Mesa Bronze, R$ 150,00.

Há valores promocionais ligados ao cartão de fidelidade da Disk Ingressos e também uma série de pontos físicos espalhados para a venda, como a Loja Disk Ingressos Shopping Palladium e o Teatro Positivo, entre outros.

O Rio de Janeiro também receberá pelo projeto Lolla Parties o grupo Florence + the Machine, que terá a companhia do Mumford & Sons, no palco do Metropolitan, no dia 14 de março. Na casa, que conta com a capacidade para 8.433 pessoas, os ingressos inteiros para a Pista Premium custam R$ 450,00 (Lote 1), R$ 480,00 (Lote 2) e R$ 510,00 (Lote 3). Para a Pista Comum, saem por R$ 250,00 (Lote 1), R$ 280,00 (Lote 2) e R$ 320,00 (Lote 3). Para o Camarote, custam R$ 550,00. Para a Poltrona, saem por R$ 280,00.

A bilheteria oficial, sem taxa de conveniência, fica no próprio Metropolitan. Pela internet, com taxa, há o site www.ticketsforfun.com.br, além de outros pontos de venda específicos.

Além das quatro bandas grandes citadas, as Lolla Parties ainda contarão com shows do Monsters and Men e do The Joy Formidable, no dia 13 de março, no Circo Voador, no Rio; Twenty One Pilots e Walk The Moon, no dia 16 de março, no Sacadura 154, também na capital fluminense; Marina and the Diamonds, no dia 11 de março, no Audio Club, em São Paulo; e Snoop Dogg com o projeto DJ Snoopadelic, no dia 13 de março, também na mesma casa paulistana.

O festival Lollapalooza 2016 será realizado nos dias 12 e 13 de março no Autódromo de Interlagos. A edição será a quinta consecutiva na cidade de São Paulo e a terceira seguida no autódromo.

Em 2012, no primeiro de Lollapalooza, a grande atração foi o ótimo show do Foo Fighters. Em 2013, o festival contou com apresentações memoráveis do Queens of The Stone Age e do Pearl Jam. Em 2014, também ficaram marcadas apresentações como as do Soundgarden, New Order e do Arcade Fire.

Em 2015, para quem gosta de rock n’ roll, o festival teve uma menor oferta do estilo que em anos anteriores. Com um grande avanço de atrações dançantes e mais pops, alguns dos melhores shows do rock foram os do lendário Robert Plant e do Smashing Pumpkins.

03
nov
15

Lollapalooza anuncia atrações por dia e início da venda de ingresso Lolla Day para edição de 2016

Lollapalooza - Cartaz de divulgação da edição de 2016A organização do Lollapalooza anunciou nesta terça-feira, 3 de novembro, as atrações divididas por dia para a edição de 2016 que acontecerá nos dias 12 e 13 de março no Autódromo de Interlagos. De quebra, também informou o início da venda do primeiro lote do ingresso Lolla Day, que é válido para um dia do festival.

Como pode ser observado no cartaz ao lado, as principais atrações do rock do primeiro dia de festival serão os headliners Tame Impala, Mumford & Sons e Of Monsters and Men, além do veterano Bad Religion, o Eagles of Death Metal e o brasileiro Matanza.

Quanto ao segundo dia, os destaques do rock são os headliners Florence + The Machine, Noel Gallagher’s High Flying Birds e Alabama Shakes.

A edição de 2016 será a quinta consecutiva do Lollapalooza na cidade de São Paulo e a terceira seguida
no Autódromo de Interlagos.

Além destes nomes citados, num total de 40 atrações, completam a escalação do Lollapalooza os seguintes grupos e artistas musicais: Eminem, Kaskade, Die Antwoord (headliners), Marina and the Diamonds, Cold War Kids, Flosstradamus, RL Grime, Halsey, A-Trak, The Joy Formidable, Vintage Trouble, Supercombo, Matthew Koma, Dônica, Groove Delight, Zerb e The Baggios, todos no primeiro dia; Jack Ü,  Snoop Dog , além de Odesza, Zeds Dead, Emicida, Duke Dumont, Walk the Moon, Twenty One Pilots, , Jungle, Marrero, Seeed, Albert Hammond Jr., Gramatik, Maglore, Jack Novak, Versalle, Karol Conka, Funky Fat e Dingo Bells, todos no segundo dia.

O período de comercialização das entradas começou no dia 2 de setembro de 2015, antes mesmo das atrações serem conhecidas. Até então, não havia a opção do Lolla Day, apenas o Lolla Pass, que é válido para os dois dias do evento e que já está no terceiro lote, com os valores salgadíssimos de R$ 800,00 (inteira) e R$ 400,00 (meia).

O Lolla Day começou a ser vendido exatamente no dia 3 de novembro. Os ingressos do primeiro lote custam R$ 380,00 (inteira) e R$ 190 (meia-entrada). Quanto ao segundo lote, saem por R$ 380,00 (inteira) e R$ 190 (meia-entrada). O terceiro lote custará R$ 450,00 (inteira) e R$ 225,00 (meia).

Tal qual a do Lolla Pass, a compra do Lolla Day poderá ser parcelada em até 3X.

As vendas estão sendo feitas no site http://www.ticketsforfun.com.br e em todos os pontos de venda do País. A bilheteria oficial do evento é o Citibank Hall, único local onde a taxa de conveniência não é cobrada.

Em 2012, no primeiro de Lollapalooza, a grande atração foi o ótimo show do Foo Fighters. Em 2013, o festival contou com apresentações memoráveis do Queens of The Stone Age e do Pearl Jam. Em 2014, também ficaram marcadas apresentações como as do Soundgarden, New Order e do Arcade Fire.

Em 2015, para quem gosta de rock n’ roll, o festival teve uma menor oferta do estilo que em anos anteriores. Com um grande avanço de atrações dançantes e mais pops, alguns dos melhores shows do rock foram os do lendário Robert Plant e do Smashing Pumpkins.




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