Posts Tagged ‘Pantera

22
out
18

Dr. Sin volta com novo guitarrista e lança o single ‘Lost in Space’

Dr. Sin - Foto: Divulgação/Eduardo FirmoO grupo brasileiro Dr. Sin está de volta. A banda brasileira retomou as atividades dois anos após um surpreendente encerramento.

O retorno do grupo traz como novidade a troca de guitarrista e o lançamento de uma nova música.

Para o lugar do ótimo Eduardo Ardanuy, a banda escolheu o guitarrista Thiago Melo.

Ele caminha agora caminha ao lado dos irmãos Ivan (bateria) e Andria Busic (baixo e vocal).

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28
ago
18

Revelada a causa da morte de Vinnie Paul, baterista do Pantera e do Hellyeah

Vinnie Paul - Foto: Divulgação PanteraRevelada na segunda-feira, 27 de agosto, a causa da morte de Vinnie Paul, baterista formador do grupo Pantera. Segundo relatório oficial apresentado pelo escritório legista do Condado de Clark (Nevada), o músico faleceu de “causas naturais, especificamente, cardiomiopatia dilatada”.

Vinnie Paul morreu na sexta-feira, 22 de junho, nos Estados Unidos. Com o Pantera extinto, ele era membro atual do grupo Hellyeah, que tocou no Brasil no Maximus Festival, em São Paulo, em 2016.

De acordo com o comunicado do escritório legista, a doença coronariana grave foi identificada como “uma condição significativa para a causa da morte”.

A página do extinto Pantera no Facebook postou o comunicado oficial e, de quebra, informou que nenhuma declaração adicional será emitida.

“Nós pedimos que você por favor continue a respeitar a privacidade da família e amigos de Vinnie Paul”, destacou a página do Pantera.

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07
jul
18

Phil Anselmo virá ao Brasil em janeiro de 2019 para shows em 5 capitais

virá promover seu último lançamento “Choosing Mental Illness Is A Virtue”, segundo álbum de uma carreia solo iniciada em 2011 e que vem recebendo boas críticas mundo afora. Além de músicas próprias do Phillip H. Anselmo & The Illegals, os fãs podem esperar ouvir clássicos das bandas pelas quais Anselmo já passou, como Pantera, Down e Superjoint.Phil Anselmo, que marcou época no comando dos vocais do grande Pantera, virá ao Brasil em janeiro de 2019 para shows em 5 capitais: Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

Com sua banda solo, a Philip H. Anselmo & The Illegals, ele tocará no dia 25 de janeiro na capital mineira no Mister Rock.

Na capital paulista, vai se apresentar no dia 26 no Tropical Butantã. Na capital federal, vai tocar no dia 27 na Toinha Brasil show.

O vocalista também terá show em Porto Alegre no dia 29 de janeiro no Bar Opinião. Na capital fluminense, ele tocará no dia 31 de janeiro no Circo Voador.

Os ingressos já estão à venda. Pelo menos na maioria dos locais das apresentações.

Para o show da capital mineira, o site para a compra é o do Clube do Ingresso. O valor em primeiro lote para a entrada inteira de Pista é de R$ 200,00, mas há a opção de meia-entrada e de ingresso promocional.

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23
jun
18

Vinnie Paul, baterista do Pantera e do Hellyeah, morre aos 54 anos

Vinnie Paul - Foto: Divulgação PanteraO baterista Vinnie Paul, que entrou para a história do heavy metal por ser formador do grupo Pantera, morreu na sexta-feira, 22 de junho. A informação foi confirmada pela página oficial da já extinta banda no Facebook na madrugada do sábado, 23 de junho (pelo horário de Brasília).

Atualmente, Vinnie Paul era membro do grupo Hellyeah, que tocou no Brasil no Maximus Festival, em São Paulo, em 2016.

O comunicado da página do Pantera no Facebook não deu maiores informações sobre a causa da morte do baterista. O texto divulgado foi bastante sucinto e apenas pediu a compreensão dos fãs e o respeito em relação à privacidade da família.

“Não há mais detalhes disponíveis no momento”, diz um trecho da nota divulgada no Facebook. “A família solicita que você, por favor, respeite sua privacidade durante esse período.”

A morte de Vinnie Paul acontece 17 anos depois do falecimento de seu irmão, o guitarrista Dimebag Darrell, também membro histórico do Pantera e considerado um excelente músico.

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07
set
16

Com Rammstein e Marilyn Manson, Maximus Festival acontece neste 7 de setembro em SP; veja informações

Maximus Festival - Cartaz de DivulgaçãoAcontece nesta quarta-feira, 7 de setembro, o primeiro Maximus Festival. O evento, que será realizado no Autódromo de Interlagos, tem uma proposta de trazer atrações do rock pesado mais recentes do que as que costumam aparecer no tradicional Monsters of Rock.

Na edição de 2016, há no line up nada menos que 16 bandas, com destaque para o headliner Rammstein e para o badalado e polêmico Marilyn Manson.

Além destas duas atrações, há outras bandas de alto e médio calibre, como o Disturbed, o Halestorm, o Bullet For My Valentine e o Hellyeah, esta última do ex-baterista do Pantera Vinnie Paul.

Completam a escalação os grupos Black Stone Cherry, Shinedown, RavenEye, Hollywood Undead e Steve ‘n’ Seagulls, além dos brasileiros Dr. Pheabes, Project 46, Far From Alaska, Woslom e Ego Kill Talent.

Engana-se que acredita que, por ter atrações menos badaladas que em outros festivais mais tradicionais, o Maximus Festival pode não fazer o sucesso desejado.

Informações de bastidores são de que as vendas das entradas foram boas e que a tendência é de um evento cheio.

Ainda há ingressos disponíveis, mas o conselho dos organizadores é correr, se o fã ainda está pensando em ir. O Festival terá uma bilheteria no Portal 7 do Autódromo de Interlagos onde os clientes poderão comprar ingressos, se ainda disponíveis.

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20
ago
16

Dimebag Darrell faria 50 anos neste dia 20 de agosto se não houvesse imbecilidade no mundo

Dimebag Darrell - Foto: DivulgaçãoO guitarrista Dimebag Darrell completaria 50 anos de idade neste sábado, dia 20 de agosto de 2016, se um sujeito de nome Nathan Gale não o tivesse assassinado em 8 de dezembro de 2004 no meio de um show do Damageplan na cidade norte-americana de Columbus.

Nascido Darrell Lance Abbott, filho de um compositor de música country do Texas, Dimebag Darrell fez história como guitarrista do Pantera. Ele tinha de sobra algo que falta a muitos instrumentistas: personalidade.

Seus riffs eram ao mesmo tempo viscerais, elaborados e exatos. As guitarras de Dimebag Darrell eram inconfundíveis, reconhecíveis logo de cara, o que o elevava à categoria de monstros sagrados das seis cordas, como Slash, Eddie Van Halen e Tony Iommi, isso para não ir longe demais nas citações metaleiras.

Gravou todos os discos do Pantera até “Reinventing The Steel”, no ano 2000. Há relatos de que a saída de Darrell da banda teria sido motivada por desentendimentos com o vocalista Phil Anselmo – e de que o fim do Pantera teria motivado a ação de Nathan Gale contra o guitarrista.

O assassino, no entanto, não sobreviveu ao atentado para dar sua versão. Depois de matar o guitarrista e um rapaz que assistia ao show, também chamado Nathan, e de ferir mais de uma dúzia de pessoas, Gale foi morto por um policial.

Assassinado aos 38 anos, Dimebag Darrell foi sepultado em um caixão do Kiss junto com uma guitarra doada por Eddie Van Halen.

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02
jun
16

Divulgados os preços dos ingressos do Maximus Festival, que terá Rammstein e Marilyn Manson em SP

Maximus Festival - Cartaz de DivulgaçãoA produtora Move Concerts divulgou nesta quinta-feira, 2 de maio, os preços dos ingressos para o Maximus Festival, que será realizado em São Paulo em setembro. Além dos valores, os organizadores também trouxeram outros detalhes interessantes sobre o evento.

O Maximus Festival tem no line up nada menos que 16 bandas, com destaque para o headliner Rammstein e para o badalado e polêmico Marilyn Manson. O evento acontecerá no Autódromo de Interlagos no feriado de 7 de setembro, que, em 2016, acontecerá numa quarta-feira.

O início das vendas de ingresso será no dia 23 de junho pelo site Livepass. Serão duas categorias: Pista e Maximus Lounge, que terá open bar de cerveja, água, refrigerante, finger food e estacionamento incluídos no valor do ingresso.

O valor da entrada inteira para Pista, em primeiro lote, sai por R$ 420,00. Para Maximus Lounge, o ingresso custará nada menos que R$ 800,00. Os valores poderão ser parcelados em 3 vezes sem juros nos cartões.

Além do Rammstein e de Marilyn Manson, outras bandas de alto calibre estarão presentes, como o Disturbed, o Halestorm, o Bullet For My Valentine e o Hellyeah, esta última do ex-baterista do Pantera Vinnie Paul.

Completam a escalação os grupos Black Stone Cherry, Shinedown, RavenEye, Hollywood Undead e Steve ‘n’ Seagulls, além dos brasileiros Dr. Pheabes, Project 46, Far From Alaska, Woslom e Ego Kill Talent.

Serão mais de 12 horas de festival, com os grupos se revezando nos três palcos montados para o evento, além de opções de entretenimento, gastronomia e diversão. Os Palcos Maximus e Rockatansky ficarão lado a lado, enquanto o Thunder Dome ficará um pouco mais distante.

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20
maio
16

Com Rammstein, Marilyn Manson e mais 14 atrações, Maximus Festival será realizado em setembro em SP

Maximus Festival - Cartaz de DivulgaçãoMais um festival de música pesada deverá atrair um grande número de pessoas a São Paulo. O novo Maximus Festival tem no line up nada menos que 16 bandas, com destaque para o headliner Rammstein e para o badalado e polêmico Marilyn Manson, conforme confirmação realizada nesta sexta-feira, 20 de maio, pela produtora Move Concerts.

O festival será realizado no paulistano Autódromo de Interlagos no feriado de 7 de setembro, que, em 2016, acontecerá numa quarta-feira.

Além do Rammstein e de Marilyn Manson, outras bandas de alto calibre estarão presentes, como o Disturbed, o Halestorm, o Bullet For My Valentine e o Hellyeah, esta última do ex-baterista do Pantera Vinnie Paul.

Completam a escalação os grupos Black Stone Cherry, Shinedown, RavenEye, Hollywood Undead e Steve ‘n’ Seagulls, além dos brasileiros Dr. Pheabes, Project 46, Far From Alaska, Woslom e Ego Kill Talent.

Além de São Paulo, o festival está também programado para acontecer em Buenos Aires, na Argentina, no dia 10 de setembro. Lá, as bandas gringas que virão a São Paulo terão a companhia dos grupos Asspera, Bloodparade, Solar e Arsenica.

O festival do Autódromo de Interlagos ainda não tem informações sobre ingressos. Os produtores, contudo, já adiantaram que os preços serão anunciados no dia 27 de maio.

04
fev
16

Verborragia racista de Phil Anselmo não pode – nem deve – ser ignorada

Philip Anselmo - Foto: DivulgaçãoPor Marcelo Moreira, do Blog Combate Rock

O racismo é uma das últimas cordas às quais se agarram os canalhas, os infames, os ignorantes e os incompetentes, demonstrando um nível elevadíssimo de canalhice e covardia.

Quando nos deparamos com a sordidez racista nos meios culturais e de entretenimento, ambientes que deviam estar livres há muito e muito desta doença, nenhum nível de indignação é suficiente para demonstrar o quão nojenta é tal atitude.

É por isso que a repercussão a respeito das declarações de Phil Anselmo no palco, em pleno festival Dimebash, nos Estados Unidos, foi imensa e ainda choca pela falta de inteligência e pela intolerância.

Anselmo, que é o líder do Down e foi o vocalista dafantástica banda Pantera, ainda é um nome muito importante da música, por mais que nos últimos anos venha erodindo sistematicamente sua reputação, inclusive com os mais variados repertórios de declarações polêmicas.

Ao final de uma apresentação no festival criado para homenagear o guitarrista Dimebag Darrell, ex-Pantera e assassinado no palco em 2004, Anselmo gritou “White Power!” e fez a famigerada saudação nazista com o braço esticado. O gesto e o grito foram gravados por fã, que postou a nojeira na internet. O estrago foi imenso.

Na segunda-feira, 1º de fevereiro, diante da repercussão negativa, e cinco dias depois do ocorrido, Anselmo usou as redes sociais para se desculpar e dizer que estava apenas brincando, já que estaria bêbado.

Não colou. O músico tem histórico de manifestar publicamente sua simpatia pela cultura white power, ou seja, de apoiar grupos que são assumidamente racistas e que veneram a ideologia nazista, pregando a supremacia branca nos Estados Unidos e no mundo.

Houve duas reações contundentes que destruíram Anselmo de forma inapelável. A primeira foi o editorial da revista inglesa Metal Hammer publicado no site da publicação.

“Por que a explosão de poder branco de Phil Anselmo não pode ser ignorada” é o título do texto que chuta muitas canelas e demole qualquer tentativa de justificativa de defesa do cantor e de quem pensa como ele. E vai além ao nocautear aqueles que pregam a indiferença – que usam de forma abjeta a frase “quem se importa?”

A segunda pancada surgiu por meio de um vídeo ainda mais contundente publicado na internet. Robb Flynn, vocalista do Machine Head e que também participou do Dimebash 2016, reduziu Phil Anselmo a nada sem precisar singar ou desqualificar. Deu uma aula de civilidade, de história e de cidadania em dez minutos de argumentos sólidos e precisos.

08
ago
15

Dr. Sin anuncia turnê de despedida e deixa rock nacional ainda mais desfalcado

Dr. Sin - Foto: DivulgaçãoO grupo brasileiro Dr. Sin anunciou uma turnê de despedida que marcará o encerramento das atividades da banda no fim de 2015.

A notícia, que pegou vários fãs, músicos e jornalistas de surpresa, deixa o já tão maltratado rock nacional ainda mais desfalcado e deixa quem gosta de música de boa qualidade cada vez com menos opções, no mesmo ano no qual o Golpe de Estado também anunciou o término da carreira.

“Após vinte e três anos, sentimos anunciar que os próximos shows da banda Dr. Sin serão os últimos”, comunicaram, em nota oficial, os integrantes. “Dr. Sin sempre foi nossa paixão e a nossa luta. Nos dedicamos com afinco e esperamos que os frutos que deixamos sejam inúmeros”, acrescentaram.

A nota deixava clara a turnê de despedida, mas alimentava alguma pequena esperança de que o grupo continuaria, pelo menos, gravando trabalhos de estúdio. A confirmação definitiva do fim no encerramento de 2015 foi dada depois de uma nota do guitarrista Eduardo Ardanuy no Facebook, dizendo que tudo na vida tem “começo, meio e fim”.

Na triste constatação do excelente músico, a sensação é aquela de todos que acompanharam a carreira do Dr. Sin desde que o grupo surgiu nos anos 90: de que a banda fez de tudo para conquistar um lugar de maior prestígio além do nicho do rock n’ roll, mas que o problema é o espaço cada vez mais reduzido que os grandes setores da mídia dão ao gênero, enquanto outros estilos, mesmo com qualidade discutível, permanecem ganhando maior atenção.

“Depois de 23 anos de estrada, nós do Dr. Sin resolvemos encerrar as atividades, talvez pelo desgaste físico e emocional ao longo de todos esses anos num cenário nada favorável ao gênero musical que tanto amamos, o tal do ‘Rock’n’Roll’, que, depois de tantas mutações e subgêneros, transformou-se em algo que não saberia nem definir o nome! Mas com certeza não é o mesmo Rock’n’Roll que me inspirou a tocar guitarra e sonhar em ter uma banda de rock”, escreveu, ressaltando que o término da banda estaria sendo feito “sem mágoas ou rancores” e apenas com a “sensação de missão cumprida”.

Quem acompanha o rock nacional nas rádios, bares, pequenas casas de shows, publicações, sites e outros locais sabe que o estilo nunca morrerá, enquanto existir gente com espírito jovem e com a vontade de jogar nas guitarras, baixos e baterias da vida toda a energia que marca este tipo de música. Mas, sem a menor dúvida, é cada vez mais difícil um grupo de rock se manter no País, sem o apoio que outros gêneros têm e, infelizmente, com o baixo público que vários shows nacionais costumam ter, muitas vezes pela falta de paciência com o artista nacional e a obsessão clara por nomes estrangeiros.

Se o Dr. Sin fosse uma banda norte-americana ou britânica, certamente teria conquistado um lugar de mais destaque  ainda do que o que conquistou no Brasil. Qualidade é a marca da banda e isso não costuma passar sem o devido reconhecimento nas terras onde o rock se desenvolveu.

Além do virtuoso Ardanuy nas guitarras, os irmãos Ivan (bateria) e Andria (vocal e baixo) Busic sempre foram bastante respeitados desde a época da banda Taffo, do saudoso Wander Taffo, nos anos 80.

Este jornalista se lembra do show histórico que o Pantera fez em São Paulo, em dezembro de 1993, quando o Dr. Sin foi a banda de abertura na casa de shows Olympia. Com um som mais pesado e agressivo que o da banda brasileira, o norte-americano Pantera naturalmente tinha um público mais agitado e havia um certo temor que o Dr. Sin pudesse ser bastante maltratado pela plateia sedenta pela porrada sonora dos gringos.

O Dr. Sin tinha o clipe de “Emotional Catastrophe” estourando na MTV e divulgava o álbum de estreia “Dr. Sin”. A despeito de algumas expectativas de que somente esta música poderia levantar a plateia no show de abertura, a banda brasileira conseguiu manter o público ligado durante toda a apresentação e, sem a menor dúvida, ganhou a atenção e, sobretudo, o respeito dos exigentes fãs do Pantera.

No ano seguinte, no primeiro Monsters of Rock no Brasil, a banda tocou ao lado dos brasileiros Angra, Viper e Raimundos e dos gringos Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS. Quem estava no Estádio do Pacaembu, com certeza, lembrará de como o grupo empolgou no cover de “Have You Ever Seen The Rain”, do Creedence Clearwater Revival.

Depois do álbum de estreia, o Dr. Sin lançou outros grandes discos que fizeram o grupo ganhar espaço no rock nacional e participou de alguns outros festivais de respeito, como o Monsters of Rock de 2013 e o Rock in Rio do mesmo ano. Em 2015, a banda veio com o disco “Intactus”, nono da banda e que sucedeu “Animal”, de 2011.

Com o anúncio do fim da banda para o fechamento de 2015, resta ao público aproveitar os shows da turnê de despedida e conferir os últimos momentos do grupo brasileiro. Tudo isso sem deixar de torcer para uma retomada.

Para homenagear o bravo Dr. Sin, o Roque Reverso descolou três vídeo da banda no YouTube. Fique inicialmente com o clipe do clássico “Emotional Catastrophe”. Depois, veja o de “Scream & Shout”. Para fechar, o show completo que o grupo fez no Monsters of Rock de 1994. Valeu, Dr. Sin!

08
dez
13

20 anos da estreia avassaladora do Pantera em palcos brasileiros

Dezembro de 2013 marca o aniversário de 20 anos da estreia avassaladora do Pantera nos palcos brasileiros. A banda fez dois shows no saudoso Olympia em São Paulo, nos dias 7 e 8 de dezembro de 1993. Foram duas apresentações que entraram para a história da cena paulistana do heavy metal.

A apresentação do dia 7 foi coberta pela imprensa, como pode ser visto neste arquivo do jornal Folha de S. Paulo. O show do dia 8 teve a presença deste jornalista que vos escreve, na época um jovem fã.

Vale lembrar que havia outra data (6 de dezembro) agendada para capital paulista, mas não foi realizada apresentação neste dia por questões de logística, já que o grupo estava passando ainda pela Argentina.

O Pantera trazia para a América do Sul a turnê do excelente, brutal e perturbador álbum “Vulgar Display of Power”, que havia sido lançado em 1992. O disco sucedia o não menos ótimo disco “Cowboys from Hell”, de 1990.

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29
abr
13

Show do Down em SP confirmou Phil Anselmo em forma e entrosamento invejável da banda

Se há um show que você, fã de rock pesado, deveria ter visto em abril de 2013, esse show foi o do Down no Carioca Club em São Paulo. Daquelas apresentações para entrar na lista das mais memoráveis, a performance da grande banda norte-americana de Phil Anselmo mostrou que o ex-vocalista do Pantera continua em forma e entre os maiores frontmen de sua geração.

Mais do que isso, o show do dia 10 de abril confirmou o que todos já haviam visto no SWU de 2011: que o grupo mantém um entrosamento invejável entre músicos de ponta que, definitivamente, levaram o Down para uma condição de banda capaz de peitar as maiores do heavy metal no cenário atual. E isso está longe de ser um exagero.

Não por acaso, o Carioca Club estava lotado na hora do início do show. Mesmo a horrorosa Pista Vip que inventaram para a apresentação estava cheia. Na Pista Comum e no Camarote também havia uma verdadeira multidão, em plena quarta-feira.

Se no SWU de 2011 quem conseguiu ir teve o privilégio de ver a banda executando o álbum “NOLA” na íntegra, na apresentação do Carioca Club, o Down aproveitou sua primeira passagem na capital paulista para mesclar um pouco o repertório. Importante lembrar que o show também promovia o lançamento do “Down IV Part 1 – The Purple EP”, mais recente trabalho da banda que foi lançado em setembro de 2012.

Logo de cara, o grupo trouxe “Lysergic Funeral Procession”, do álbum “Down II: A Bustle in Your Hedgerow” e já mostrou que a apresentação ia ser quente. Acompanhando Phil Anselmo, uma formação do mais alto calibre do heavy metal: Pepper Keenan (guitarra), Jimmy Bower (bateria), Kirk Windstein (guitarra) e Pat Bruders (baixo).

“NOLA” é o melhor disco da banda e, claro, teria o maior número de músicas tocadas da noite. “Pillars of Eternity” foi a primeira delas e levou a plateia ao delírio. Da Pista Vip aos Camarotes, passando pela Pista Comum, o cenário era um mar de pessoas batendo cabeça e agitando, como se fosse impossível resistir ao som poderoso do grupo e à ótima intepretação de Anselmo.

Há quase um consenso entre os fãs de metal que o Carioca Club não é das casas mais indicadas para os tantos shows do estilo que vêm sendo realizados ali nos últimos anos. Mas também vale destacar que as apresentações nesta casa proporcionam a experiência rara de ver as bandas muito de perto.

Para muitos ali, ficar próximo de Phil Anselmo, um ícone do metal dos anos 90, era um momento histórico. Para quem viu o Pantera se apresentar no saudoso Olympia em 1993 e 1995, o momento também era de nostalgia daqueles bons tempos, quando foi possível ver aquele grupo no auge da carreira nas turnês de seus melhores álbuns.

E foi para o mais saudoso integrante do Pantera que Anselmo e a banda dedicaram a música seguinte. Também do “NOLA”, “Lifer” lembrou Dimebag Darrell, assassinado a tiros em pleno palco em 2004, em Columbus, Ohio, nos Estados Unidos. Depois da plateia gritar a plenos pulmões o nome do eterno guitarrista, foi a vez do Carioca Club inteiro cantar e rodas de mosh se abrirem automaticamente na Pista Comum.

Anselmo agradeceu bastante a energia do público, que começou a gritar o nome dele. Em seguida, pegou um gorro preto dado por um fã, colocou na cabeça e anunciou “Witchtripper”, primeiro single do novo EP e que fez sucesso com um videoclipe. Talvez por este detalhe, os fãs já estavam bem acostumados com a música e a cantaram do início ao fim.

Empolgado com a receptividade, o vocalista do Down emendou mais uma do novo EP, “Misfortune Teller”, que ficou bem interessante ao vivo, mostrando a banda entrosada. Destaque para as guitarras de Pepper Keenan e Kirk Windstein. Este último, empunhando uma guitarra branca com design idêntico à famosa ESP de James Hetfield, do Metallica, tem, por sinal, um jeito diferente de segurar o instrumento, mas que nada compromete sua eficiência.

De volta às músicas do “NOLA”, foi a vez de o Down executar a ótima “Temptation’s Wings”. Antes, porém, o público começou a jogar presentes para a banda ao palco: desenhos pintados, bandeiras e até um sutiã, que acabou sendo vestido pelo sempre bem-humorado baterista Jimmy Bower.

Chamou a atenção a presença de um fã que tinha uma tatuagem com a palavra “Pantera” no peito e que já havia feito sucesso no SWU. Portando uma bandeira do Brasil com a palavra “Down” escrita, ele foi saudado por Anselmo e pelos demais componentes da banda, que mostraram a bandeira para todo o Carioca Club admirar.

Depois de “Temptation’s Wings”, foi a vez de “Ghosts Along the Mississippi”, também do “Down II: A Bustle in Your Hedgerow”. Na sequência, “Losing All”, do “NOLA”, que também levantou o público.

No final da música, Phil Anselmo anunciou a presença de convidados mais do que ilustres no camarote do Carioca Club: Andreas Kisser, Paulo Júnior e Eloy Casagrande. Foi então que o público soltou o tradicional grito de “SE-PUL-TU-RA!”, que foi acompanhado por Anselmo e pelos bumbos de Jimmy Bower, abrindo caminho para a execução da lenta e pesada “New Orleans is a Dying Whore”, do segundo álbum.

O set list ainda contaria com a nova “Open Coffins”, do EP, dedicada a mais uma figura ilustre presente: o cineasta Zé do Caixão, que foi saudado também pelo Carioca Club inteiro com muito respeito. Para fechar a primeira parte do show, o grupo trouxe a ótima “Eyes of the South”, que elevou novamente a temperatura ambiente.

Após mais este petardo, Anselmo deu a senha para o bis: “Se vocês querem ouvir mais Down, já sabem o que fazer.” Foi então que o público passou a gritar o nome da banda até que ela voltasse para o palco.

No retorno, ele perguntou para a plateia o que ela gostaria de ouvir e os gritos de “Pantera” dominaram o Carioca Club. Tal qual a apresentação no SWU, a banda iniciou os acordes de “Walk” e o conhecido refrão foi cantado por todos da casa de shows, com uma verdadeira catarse coletiva no local.

Na sequência do bis, três do “NOLA”: “Hail the Leaf”, “Stone the Crow” e “Bury me in Smoke”. Se, na primeira, o peso tomou conta dos riffs da banda, “Stone the Crow” fez com que um enorme coro fosse formado, com o público cantando a plenos pulmões até os acordes do maior hit do grupo.

Em “Bury me in Smoke”, o final apoteótico que contou com convidados mais do que especiais no palco. Tradicionalmente, nos acordes finais da música, é a vez dos roadies assumirem os instrumentos, enquanto a banda se despede e cumprimenta o público. No Carioca Club, nada menos que os três integrantes do Sepultura, mais o filho de Andreas, Yohan Kisser, na outra guitarra, tomaram conta do palco, levando a plateia pela última vez ao delírio.

O saldo final da apresentação do Down foi de mais um grande momento na história dos shows internacionais na capital paulista. Depois de ver a banda num grande festival em 2011, foi a vez de avaliar como ela se portaria num lugar pequeno. Se, no SWU, o grupo realizou o show mais pesado daquela edição, no Carioca Club, sem sombra de dúvida, já entrou na lista das melhores apresentações de 2013, deixando a missão de superá-los para outros nomes grandes que ainda passarão por São Paulo neste ano, como o Anthrax, o Testament, o Slayer e o Megadeth.

Para relembrar grandes momentos do show do Down, o Roque Reverso descolou cinco vídeos no YouTube. Fique com “Pillars of Eternity”, “Temptation’s Wings”, “Eyes of the South”, “Stone the Crow” e “Bury me in Smoke”. \m/

Set List

Lysergic Funeral Procession
Pillars of Eternity
Lifer
Witchtripper
Misfortune Teller
Temptation’s Wings
Ghosts Along the Mississippi
Losing All
New Orleans is a Dying Whore
Open Coffins
Eyes of the South

Hail the Leaf
Stone the Crow
Bury me in Smoke




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