Archive for the 'Bruce Springsteen' Category

12
set
20

Bruce Springsteen traz aos fãs clipe de faixa-título de álbum novo previsto para outubro

Bruce Springsteen trouxe presente aos fãs na quinta-feira, 10 de setembro. O cantor norte-americano liberou o clipe da música “Letter To You”, que é nada menos que a faixa-título do álbum que ele lançará no último trimestre de 2020.

O disco, cuja capa acompanha este texto, chegará oficialmente aos fãs no dia 23 de outubro.

Será simplesmente o 20º álbum de estúdio de Bruce Springsteen e sucederá o disco “Western Stars”, de 2019.

“Letter To You” também traz como grande novidade o fato de ser o primeiro álbum de Springsteen gravando novamente com a veterana E Street Band desde o disco “High Hopes”, de 2014.

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06
jul
20

Morre Ennio Morricone, lenda do cinema e compositor com imensa relação com o rock

O compositor e maestro italiano Ennio Morrricone faleceu nesta segunda-feira, 6 de julho, em Roma. Ele tinha 91 anos e não resistiu a complicações provocadas após uma queda que gerou uma fratura no fêmur.

Lenda do cinema, Morricone foi um dos maiores compositores de trilha sonora da sétima arte. Durante seus longos 66 anos de carreira, produziu mais de 500 músicas para filmes e séries, principalmente em longas do chamado “spaghetti western”, como os clássicos “Três Homens em Conflito”, “Por um Punhado de Dólares” e “Por Uns Dólares a Mais”, de Sérgio Leone, e em outros filmes importantes, como “Cinema Paradiso”, Os Intocáveis” e “A Missão”.

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31
maio
19

Bruce Springsteen lança clipe de faixa de novo disco previsto para junho

Bruce Springsteen está prestes a lançar um novo álbum e soltou uma amostra via clipe na quinta-feira, 30 de maio. O vídeo da música “Tucson Train” chegou ao YouTube para saciar a vontade dos fãs do lendário cantor norte-americano.

Com direção de Thom Zimny e produção e Thom Zimny e Paul McGuire, o clipe vem em preto e branco e com uma atmosfera agradável para os amantes da boa música.

“Tucson Train” é uma das 13 faixas do álbum “Western Stars”, cuja capa pode ser conferida ao lado.

O disco é o 19º da carreira de Bruce Springsteen e chega aos fãs no dia 14 de junho via Columbia Records.

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25
ago
15

Quarentão, álbum ‘Born to Run’ deu início ao estrelato de Bruce Springsteen

"Born to run" - Reprodução da CapaPor Rafael Franco*

O álbum “Born To Run” completa 40 anos de seu lançamento neste dia 25 de agosto de 2015. Com a faixa-título que foi um dos primeiros grandes sucessos de Bruce Springsteen, o disco começou a pavimentar de forma concreta a consagrada carreira de um dos mais influentes músicos da cultura norte-americana, que conquistou legiões de fãs em todo mundo e se tornou uma referência com seu estilo de cantar, com sua voz quase rouca e levada inconfundíveis para descrever as longas letras de suas músicas, que fugiam do uso do habitual refrão.

Caracterizado por fortes introduções instrumentais no piano, além do sax de Clarence Clemons como marcas registradas de uma então emergente banda que depois se consagraria como a respeitada E Street Band, o “Born to Run” foi considerado por alguns críticos como o principal álbum da discografia de Bruce Springsteen. Em 2003, a revista Rolling Stone chegou a colocá-lo na 18ª colocação em uma lista de 500 melhores discos de todos os tempos eleitos pela prestigiosa publicação.

Terceiro disco de estúdio da carreira de Bruce, o “Born to Run” significou um salto na carreira também pelo fato de ter sido o seu primeiro gravado em um estúdio grande, o Record Plant, em Nova York, onde foi produzido entre 1974 e 1975.

Para completar, trouxe como novidades duas trocas em sua banda de apoio. O tecladista David Sancious e o baterista Vini Lopez, virtuosos nos instrumentos, foram substituídos por Roy Bittan e Max Weinberg, menos chamativos, mas não menos competentes. Eles se juntaram a Clemons, Garry Tallent (baixo) e Danny Federici (órgão).

Como resultado destas trocas e do bom trabalhado realizado pelos produtores Mike Appel e Jon Landau, também cantor, além do próprio Springsteen, que participou diretamente da produção do disco, o que se viu foi um som grande em instrumentalidade, com camadas de guitarra, de eco nos vocais, além de teclados e bateria marcantes, entre outras qualidades, como a gaita tocada por Springsteen.

Para se ter uma ideia da importância que este disco tem para a carreira de Bruce, em 14 de novembro de 2005 começou a ser vendida uma edição especial de aniversário de 30 anos do álbum, que ganhou uma versão remasterizada, além de dois DVDs, sendo um deles contendo um filme que conta como foi a produção do “Born to Run” e o outro trazendo um show.

O quarentão álbum de 1975 é aberto com um dos principais clássicos da carreira de Bruce: “Thunder Road”. Com arranjo primoroso, a música ajudou a alavancar o que viria a se tornar, disparado, o primeiro grande sucesso comercial da carreira do cantor de New Jersey, que então ainda não havia conseguido emplacar com os seus dois primeiros álbuns.

A canção atingiu a terceira posição da Billboard e chegou a ser eleita a 21ª melhor música de todos os tempos pela Rolling Stone.

Com “Thunder Road” e “Born to Run” como carros-chefes, o disco também é fechado em grande estilo com a longa Jungleland, de mais de oito minutos de duração, que contém um lindo solo de sax de Clemons, além do característico piano e guitarra marcantes. “Tenth Avenue Freeze-out”, “Night”, “Backstreets”, “She’s the One” e “Meeting Across The River” são as outras cinco faixas do álbum de apenas oito músicas, todas honestas e bem arranjadas, refletindo o fato de que Bruce conseguiu produzir ali o seu primeiro sólido disco.

Com letras expansivas, que falam muitas vezes em deixar para trás os fracassos do passado e olhar para frente, o disco permitiu também que, pela primeira vez, Springsteen pudesse fazer turnê fora dos Estados Unidos, chegando à Europa, continente no qual conseguiu começar a expandir seus horizontes de forma essencial para o sucesso global de sua carreira.

Carreira que, depois, se consolidaria e atingiria o auge com o consagrado “Born in the USA”, que vendeu mais de 15 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos e cujas 12 faixas ele, por muitas vezes, toca em um único show, como aconteceu em sua aparição no Rock in Rio de 2013. Na capital carioca, ele tocou as 12 na mesma ordem do disco.

Para comemorar os 40 anos do clássico, veja vídeos descolados no YouTube das músicas “Born to Run”, “Thunder Road” e “Jungleland”.

*Rafael Franco é jornalista da Agência Estado e amante do bom e velho rock n’ roll
13
jul
15

Rock and roll can never die! Feliz Dia Mundial do Rock!!!

Led Zeppelin em apresentação nos Anos 70 - Foto: DivulgaçãoChega até ser piegas o oportunismo de alguns veículos que nunca dão a importância merecida ao estilo musical no Dia Mundial do Rock. Quando menos se espera, é possível ver emissoras de TV ou sites com a “maior atitude”, contrastando com o que é visto no restante do ano, quando o gênero perde espaço para os funks, pagodes e axés da vida. Para nós do Roque Reverso, o rock n’ roll, é a razão de existir e, por isso, a lembrança da data é simplesmente uma obrigação.

Como sempre lembramos, respiramos o rock nos 365 dias de cada ano e sempre lutamos para que ele tenha seu merecido espaço respeitado via notícias de última hora, curiosidades, resenhas de shows e visibilidade para novas bandas brasileiras que procuram um lugar ao sol.

Em todo dia 13 de julho, também gostamos de fazer um balanço do estilo, que há alguns anos vem passando por crises criativas internacionalmente e, principalmente, no Brasil, onde os grandes nomes continuam sendo os mesmos de 30 anos atrás.

Por meio da nossa seção Drops Rock Brazuca, continuamos dando espaço a novas bandas ou a grupos que não costumam ter muita visibilidade nos grandes veículos. E é por lá que notamos que ainda há esperança do surgimento de um grande nome para dar visibilidade ao rock.

Quanto ao balanço do rock ao vivo em 2015, já tivemos importantes shows pelo Brasil e festivais que já deixaram saudades. Entre os shows, o que dizer, por exemplo, da histórica apresentação do Ministry em São Paulo, assim como a passagem do Foo Fighters pelo Brasil e, mais recentemente, o grande show que o Sepultura fez na capital paulista para comemorar os 30 anos de carreira.

Entre os festivais, o Lollapalooza 2015 ficou menos rock e mais dance, mas ainda foi possível achar coisas boas do estilo que adoramos, como as apresentações de Robert Plant e do Smashing Pumpkins.

No Monsters of Rock de 2015, o público do heavy metal mostrou, pela enésima vez, que é o mais fiel quando presenciou dinossauros da vertente mais pesada do rock, como Ozzy Osbourne, KISS, Judas Priest e Accept, só para citar os que mais chamaram atenção no festival que aconteceu em São Paulo.

Agora para o segundo semestre, o Rock in Rio deve escrever mais uma vez um capítulo na história de 30 anos de sucesso que se completam em 2015. É tão certo como é tão tradicional que não haverá somente rock no evento da capital fluminense, mas também é bem totalmente possível (e esperado) que alguns dos grandes nomes presentes no festival, como o Metallica, o Faith No More, o Slipknot, Rod Stewart, o Queens of The Stone Age e o System of a Down, venham com apresentações que serão lembradas daqui a vários anos.

Mesmo com seu atual estado de pouco prestígio no mainstream, o rock n’ roll ainda tem garantida a manutenção de um espaço justamente pela resistência de fãs que continuam consumindo música, via internet, volta do vinil ou pelo comparecimento aos caros shows que acontecem no País. E, nós, do Roque Reverso, sempre estaremos contando esta história para nossos queridos leitores.

Se alguém ainda não sabe, apesar de ter sido criado nos anos 50, o rock ganhou pra valer uma data de comemoração apenas em 1985, ano do primeiro Live Aid, concerto beneficente em prol das vítimas da fome na Etiópia realizado exatamente no dia 13 de julho daquele ano em Londres e na Filadélfia. O evento foi organizado pelo músico Bob Geldof (cantor da banda irlandesa Boomtown Rats) e teve a participação de vários astros de rock.

Para celebrar mais um Dia Mundial do Rock, o Roque Reverso descolou alguns shows que marcaram o Rock in Rio em 30 anos de história. Para começar, fique com o show do Whitesnake na primeira edição, de 1985. Depois, veja o do Faith No More, na segunda, de 1991. Na sequência, assista ao grande show de Neil Young com o Crazy Horses, de 2001; o show do Metallica em 2011 e a apresentação de Bruce Springsteen em 2013.

Rock and roll can never die! Feliz Dia Mundial do Rock!!

03
dez
14

Bruce Springsteen e Chris Martin substituem o lesionado Bono em show surpresa do U2 em Nova York

Bruce Springsteen e Chris Martin com o U2 em evento surpresa em Nova York - Foto: Divulgação Bruce SpringsteenBruce Springsteen e o vocalista do Coldplay, Chris Martin, substituíram Bono Vox em show surpresa que o U2 realizou na Times Square, em Nova York, na noite de segunda-feira, dia 1º de dezembro, quando astros se reuniram em celebração ao Dia Mundial da Luta Contra a Aids.

Depois de um discurso do ex-presidente do Estados Unidos Bill Clinton, Martin subiu ao palco e iniciou o show com a banda irlandesa. Ele cantou a música “Beautiful Day” e, na sequência, “With or Without You”.

Depois de outras personalidades da música, como o rapper Kanye West, Bruce Springsteen cantou com o U2 os clássicos “Where the Streets Have no Name” e “I Still Haven’t Found What I’m Looking For”.

Bono não conseguiu tocar com o U2 porque se recupera de um acidente sério. Ele se machucou recentemente ao cair de bicicleta no Central Park, em Nova York. Teve lesões no rosto, no ombro e no braço, e passou por várias horas de cirurgia.

No vídeo abaixo, você pode ver todo o evento surpresa que celebrou o Dia Mundial da Luta Contra a Aids. Se quiser apenas assistir às apresentações de Chris Martin e Bruce Springsteen, vá, respectivamente, aos trechos dos minutos 5 e 37.

04
jun
14

Álbum ‘Born in the U.S.A.”, de Bruce Springsteen, completa 30 anos

"Born in the USA" - Reprodução da capaO dia 4 de junho de 2014 marca os 30 anos do disco “Born in the U.S.A.”, do norte-americano Bruce Springsteen. Há exatamente três décadas, o cantor lançava um dos álbuns mais vendidos da história da música pop e que é lembrado até os dias de hoje.

“Born in the U.S.A” sucedeu o disco “Nebraska”, de 1982. É o sétimo trabalho de estúdio de Springsteen e contou com a produção de Jon Landau, Chuck Plotkin, Steven Van Zandt e o próprio cantor.

De maneira diferente de “Nebraska”, que vinha com uma toada mais acústica e era introspectivo, “Born in the U.S.A.” era repleto de hits prontos para estourar nas rádios.

Além da faixa-título, que chegou a despertar interesse de partidos políticos para resgatar o “espírito norte-americano”, canções como “Glory Days”, “Dancing in the Dark” e “Working in the Highway” e “My Hometown” grudavam na mente do público.

Esse conjunto de hits levou Springsteen ao nível de popularidade de outros astros da música pop dos Anos 80, como Prince, Tina Turner e Michael Jackson.

Não por acaso, “Born in the U.S.A.” foi o disco mais vendido nos Estados Unidos na época. Foram comercializadas 15 milhões de cópias só em território norte-americano. É até hoje o maior sucesso do cantor.

Além das músicas, a própria capa, que traz o traseiro de Springsteen vestindo um jeans surrado, e não o seu rosto, com a bandeira dos Estados Unidos ao fundo, deu o que falar. Por meio da foto de Annie Leibovitz, a capa se transformou numa das mais famosas do rock e da música como um todo.

O álbum faz parte da seleta lista do livro “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”, de Robert Dimery.

Para celebrar os 30 anos de “Born in the U.S.A.”, o Roque Reverso descolou três clipes clássicos do disco. Fique com “Dancing in the Dark”, “Glory Days” e, claro, a faixa-título do disco.

24
jan
14

Bruce Springsteen lança clipe com participação de Tom Morello, do Rage Against the Machine

Bruce Springsteen lançou clipe novo no dia 22 de janeiro. A música escolhida foi “Just Like Fire Would”, da banda punk Saints.

A faixa faz parte do mais novo disco do músico, “High Hopes”, que foi lançado em janeiro e combinou sobras de estúdios, covers e regravações de faixas antigas.

O clipe de “Just Like Fire Would” traz imagens do guitarrista Tom Morello, do Rage Against the Machine. Ele participou de uma parte da turnê recente de Springsteen e colaborou em outras várias faixas do disco.

Do total de 12 músicas que integram o novo trabalho, Morello está presente simplesmente em 8 delas.

Springsteen brilhou no Rock in Rio de 2013. A apresentação foi considerada uma das melhores do festival brasileiro.

Veja abaixo o vídeo da canção “Just Like Fire Would”:

26
nov
13

Bruce Springsteen divulga faixa-título de novo álbum que será lançado em janeiro

High Hopes - Bruce SpringsteenApós brilhar no Rock in Rio de 2013, Bruce Springsteen tem tudo para continuar atraindo atenção do meio musical no ano que vem. O cantor norte-americano lançará disco novo no dia 14 de janeiro que combina sobras de estúdios, covers e regravações de faixas antigas.

“High Hopes” é o nome do novo álbum, o 18º de estúdio da carreira do músico. A faixa-título também foi liberada em forma de lyric vídeo na internet e traz o guitarrista Tom Morello, do Rage Against the Machine, como convidado.

Morello, que participou de uma parte da turnê recente de Springsteen, colabora em outras várias faixas do disco. Do total de 12 músicas que integram o novo trabalho, ele está presente simplesmente em 8 delas.

A faixa “High Hopes”,  é uma música de Tim Scott McConnell que Springsteen havia gravado originalmente com a E Street Band em 1995.

Veja abaixo o lyric vídeo da canção “High Hopes” e a lista de faixas do novo álbum:

1 – High Hopes
2 – Harry’s Place
3 – American Skin (41 Shots)
4 – Just Like Fire Would
5 – Down in the Hole
6 – Heaven’s Wall
7 – Frankie Fell in Love
8 – This Is Your Sword
9 – Hunter of Invisible Game
10 – The Ghost of Tom Joad
11 – The Wall
12 – Dream Baby Dream

24
set
13

‘Velhinhos’ fazem os melhores shows do Rock in Rio e reforçam tese de falta de renovação do estilo


Os representantes mais “velhinhos” do rock nadaram de braçada, colocaram a molecada no bolso e fizeram os melhores shows do Rock in Rio 2013. Pergunte para a maioria das pessoas que assistiram aos shows do festival e boa parte das respostas girará em torno de três nomes: Bruce Springsteen, Iron Maiden e Metallica. Mais do que constatar o óbvio, o fato de as melhores performances do evento que aconteceu na capital fluminense terem componentes com idade acima de 50 anos, chegando em alguns casos a superar a casa dos 60 anos, apenas reforça a tese de que está faltando uma renovação mais expressiva no rock n’ roll.

O leitor até poderá dizer que o empresário Roberto Medina preferiu trazer nomes consagrados para não arriscar e garantir o jogo ganho, mas é importante recordar que essa tem sido a estratégia dos produtores na maioria dos festivais que estão acontecendo no Brasil. No Lollapalooza 2013, o Pearl Jam, com Eddie Vedder e seus 48 anos de idade, foi o nome mais badalado. Só encontrou no Queens of The Stone Age, de Josh Homme, que tem 40 anos, um rival de show com qualidade parecida.

Ainda em 2013, o Monsters of Rock terá como um dos headliners o Aerosmith, que conta com Steven Tyler e seus 65 anos de idade, sem sinais cansaço. Mesmo o outro headliner, o Slipknot, que traz um dos shows mais intensos da atualidade, conta com o vocalista Corey Taylor prestes a completar, em dezembro, 40 anos de idade.

Fora do rock mais pesado, o grupo britânico Blur, que é a atração principal do Planeta Terra Festival 2013, tem o vocalista Damon Albarn já com 45 anos. Fora dos festivais, é importante lembrar que a atração mais esperada do ano no Brasil é a vinda do Black Sabbath, que tem Ozzy Osbourne com 64 anos e o guitarrista Tony Iommi com 65 anos e se recuperando de um câncer.

O leitor do Roque Reverso pode até lembrar que o Muse fez uma excelente apresentação no Rock in Rio e poderia representar algum alivio em relação à tese de falta de renovação do rock, mas o grupo, que já tem quase 20 anos, não conseguiu bater as performances de Springsteen, Iron Maiden e Metallica.

Springsteen, com seus 63 anos, não só fez um dos melhores shows do festival (para alguns, o melhor disparado), como colocou sua apresentação entre as mais espetaculares da história de todas as edições do Rock in Rio. O Iron Maiden, que tem Bruce Dickinson com 55 anos pulando loucamente e cantando demais no palco e que conta com o baterista Nicko McBrain com 61 anos, mostrou o motivo de ser a maior banda de heavy metal da história e que tem muito ainda a ensinar. O Metallica, que tem James Hetfield com 50 anos, mostrou com rapidez e energia impressionante porque é a maior banda pesada da atualidade.

Se compararmos com edições anteriores do próprio Rock in Rio, lembraremos que a primeira edição, a de 1985, teve inúmeros destaques, entre eles o próprio Iron Maiden, em seu maior momento, com Dickinson com 27 anos. A edição de 1991 teve o Guns N’ Roses estourando, com Axl Rose tendo, na época, 29 anos.

A falta de um grande nome jovem no rock n’ roll atual e a persistência dos mais velhos no topo trazem algum receio de que o gênero perca cada vez mais espaço para os já dominantes rap, pop e r&b. É claro que, enquanto existir um adolescente com vontade de mudar o mundo e a rebeldia explodindo, sempre haverá a esperança do surgimento de algo bombástico, mas o que será do rock quando um Lemmy Kilmister morrer? Quem assumirá o posto de um Angus Young? A ver…

***A montagem acima foi feita pelo talentoso designer Marcos Tavares Costa, o MTC***
23
set
13

Set list, fotos e vídeos do show histórico de Bruce Springsteen no Rock in Rio

Bruce Springsteen mostrou no Rock in Rio para alguns desavisados o motivo pelo qual é conhecido mundialmente pelo apelido de “The Boss”. Com uma apresentação apoteótica realizada no sábado, dia 21 de setembro, o cantor norte-americano encantou a multidão presente. Em show com duração de 2h40, ele executou o disco “Born in the USA” na íntegra e entrou de vez na lista de momentos mais marcantes de toda a história do festival.

Os fãs de São Paulo já haviam ficado boquiabertos com a excelente apresentação que Springsteen havia feito no Espaço das Américas no dia 18. Com todos os elogios recentes de crítica e público, um show espetacular para o Rock in Rio era o caminho natural…

Mas como ninguém é apelidado de “The Boss” por acaso, o que se viu na Cidade do Rock foi algo que sempre será lembrado a cada edição nova do festival. Tal qual um Neil Young no Rock in Rio de 2001, o rock foi o grande homenageado da noite e isso diz muito hoje em dia, quando nem mesmo nos Estados Unidos o estilo tem a atenção que merece da grande mídia, se comparado com o rap e o rhythm and blues.

Se nem mesmo nos EUA, tem uma atenção adequada, imagine no Brasil, onde a principal emissora do país tem os direitos de transmissão do Rock in Rio e prefere passar os programas “Zorra Total” e “Altas Horas” em vez de privilegiar o grande evento em plena noite quente de sábado.

Nada contra o segundo programa, que é um dos poucos de qualidade da emissora, mas por que perder a abertura de um espetáculo como o de Springsteen? Por que não ousar e dar um choque de alto nível na programação recheada de breganejo e outros estilos fraquíssimos que vem destruindo a música nacional?

O fato é que, quem não possui TV a cabo ou não acompanhou pela internet, perdeu a abertura do show com nada menos que “Sociedade Alternativa”, de Raul Seixas, que já havia surpreendido meio mundo na apresentação de Springsteen em São Paulo. Com uma performance elogiável, o cantor norte-americano conquistou logo de cara o público brasileiro.

Na sequência, o Rock in Rio viu um desfile de clássicos do rock e grandes momentos. “Hungry Heart”, “Born in the U.S.A.”, “Glory Days” e “Dancing in the Dark” foram só alguns deles, com direito a gente da plateia sendo convidada a subir para o palco e com Bruce Springsteen fazendo o caminho contrário, cantando no meio do público em várias oportunidades.

Para relembrar o histórico show de Bruce Springsteen, o Roque Reverso descolou alguns vídeos no YouTube. Fique inicialmente com um oficial do festival que traz a abertura com “Sociedade Alternativa”, além de “Death to My Hometown” e “Spirit in the Night”. Depois, assista aos clipes amadores, mas de boa qualidade de “Born in the U.S.A.” e “Working on the Highway”. Se não tirarem do YouTube, você pode assistir aqui o show completo.

Set list

Sociedade Alternativa
Badlands
Death to My Hometown
Spirit in the Night
Hungry Heart
Born in the U.S.A.
Cover Me
Darlington County
Working on the Highway
Downbound Train
I’m On Fire
No Surrender
Bobby Jean
I’m Goin’ Down
Glory Days
Dancing in the Dark
My Hometown
Shackled and Drawn
Waitin’ on a Sunny Day
The Rising
Land of Hope and Dreams
Thunder Road
Born to Run
Tenth Avenue Freeze-Out
Twist And Shout

This Hard Land

13
set
13

Rock in Rio 2013 vem aí e o bicho vai pegar! veja os horários e os detalhes do festival

Vai começar o Rock in Rio 2013! A esperada edição do festival tem início nesta sexta-feira 13 e deve, mais uma vez, entrar para a história. Com uma programação do Palco Mundo (o principal) mais voltada ao rock do que na edição de 2011, além de boas sacadas no Palco Sunset (o secundário) que devem gerar grande repercussão, o evento deste ano promete muito, com destaque para as duas noites dedicadas ao heavy metal, o estilo que sempre teve mais a ver com festivais.

O Rock in Rio 2013 acontecerá na capital fluminense nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro. Os ranzinzas de plantão podem criticar o evento a cada edição, mas é inegável que o festival tem uma magia particular que sempre produz algum momento inesquecível para quem esteve no local ou viu pela TV.

Se, em 2011, os pontos altos do festival foram as apresentações do Metallica, do Slipknot, do System of a Down e do Coldplay, a edição de 2013 tende a ter momentos  de destaque com Bruce Springsteen, novamente com o Metallica, com o Iron Maiden, com o Slayer, Muse, Alice in Chains e Bon Jovi no Palco Mundo.

É claro que atrações que nada têm a ver com o rock, como Justin Timberlake, Beyonce e Ivete Sangalo, também devem reforçar as reclamações dos mais exigentes, mas isso é algo que aconteceu em todas as edições do festival, até mesmo na mais lendária deles, em 1985.

O Palco Sunset, que fez grande sucesso em 2011, volta com tudo e também promete coisas boas. Conhecido por promover encontros inusitados e especiais, não deve decepcionar em 2013. Entre as atrações do rock, muitas boas surpresas que devem garantir uma boa diversão para quem deseja ir além do Palco Mundo. Destaque para o retorno ao País de atrações internacionais de peso e qualidade, como os grupos norte-americanos Living Colour e The Offspring, além de Sebastian Bach e Robie Zombie, que tinha vindo para o Brasil ainda na época que tocava com o saudoso grupo White Zombie, em 1996.

Além deles, outros nomes de destaque em várias das vertentes do rock, como uma histórica reunião da banda alemã de heavy metal Helloween com seu fundador Kai Hansen, atualmente vocalista do não menos famoso Gamma Ray; do show dos brasileiros do Krisiun com os alemães do Destruction; do Viper com seu vocalista original André Matos; além do Sepultura, que vai tocar no dia 19 no Palco Mundo com o Tambours Du Bronx, mas que volta para o Sunset, no dia 22, para se apresentar com o cantor Zé Ramalho.

Fora do rock mais pesado, também haverá presenças ilustres e esperadas. Uma delas é a apresentação em conjunto de George Benson e Ivan Lins, além do show do respeitado Ben Harper.

Uma novidade interessante de 2013 é o horário da última apresentação do Palco Sunset, prevista para as 19h30. Ela vai acontecer no intervalo do primeiro show do Palco Mundo — que vai parar uma hora para que o headliner do Sunset tenha ainda mais destaque. A ideia dos produtores é que o público aproveite todas as atrações do Rock in Rio — desde o Sunset até a Rock Street e os brinquedos.

Vale lembrar que todos os ingressos disponíveis para a venda se esgotaram rapidamente. Os produtores estabeleceram um limite de 85 mil pessoas por noite, diferente da edição de 2011, quando havia um total de 100 mil pessoas por data.

Fato interessante desta edição é o grande número de pessoas anunciando em redes sociais a desistência e, consequentemente, a tentativa de venda dos ingressos. Se tiver sorte, o fã que andava triste e sem a possibilidade de ir, poderá garantir a entrada em cima da hora e, se bobear, por preços ainda menores.

Quem não conseguir esta última chance, terá a TV e a internet para acompanhar o festival. A Rede Globo deve transmitir ao vivo a apresentação da atração principal de cada dia e passar reprises dos outros shows durante a madrugada.

O canal pago Multishow, por sua vez, vai realizar uma cobertura mais completa. Começará as transmissões do Rock in Rio logo no começo da tarde (por volta das 14h30) e só para de madrugada (às 2 horas da manhã), cobrindo todos os principais shows do festival. Pela internet, há sempre a possibilidade de acompanhar os shows no site da emissora.

Aqui no Roque Reverso, o Rock in Rio não passará batido. Do mesmo jeito que em 2011, tentaremos captar o melhor do festival. Ainda tentamos estar presentes pelo menos no dia 19, quando o Metallica será o headliner, mas a “brilhante ideia” dos organizadores de jogar o primeiro dia do metal para uma quinta-feira pode gerar problemas para quem precisa trabalhar neste dia. Mas tentaremos até o fim.

O leitor do Roque Reverso poderá acompanhar detalhes do festival também no nosso Twitter e no nosso canal do Facebook. Set list, atrasos e novidades importantes poderão ser vistas com maior rapidez nesses locais.

Aqui neste link em vermelho, você pode ver todos os nomes que estarão em todos os palcos do festival. Especificamente para o Palco Mundo, a organização de datas e horários definida é a seguinte:

Dia 13
17 horas: Orquestra Sinfônica Brasileira
18h30: Show Cazuza – O Poeta Está Vivo
20h30: Ivete Sangalo
22h10: David Guetta
00h05: Beyoncé

Dia 14
18h30: Capital Inicial
20h30: Thirty Seconds To Mars
22h10: Florence and The Machine
00h05: Muse

Dia 15
18h30: Jota Quest
20h30: Jessie J
22h10: Alicia Keys
00h05: Justin Timberlake

Dia 19
18h30: Sepultura e Tambours Du Bronx
20h30: Ghost
22h10: Alice in Chains
00h05: Metallica

Dia 20
18h30: Frejat
20h30: Matchbox Twenty
22h10: Nickelback
00h05: Bon Jovi

Dia 21
18h30: Skank
20h30: Phillip Phillips
22h10: John Mayer
00h05: Bruce Springsteen

Dia 22
18h30: Kiara Rocks
20h30: Slayer
22h10: Avenged Sevenfold
00h05: Iron Maiden




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