Archive for the 'Mark Osegueda' Category

09
ago
13

Death Angel divulga nome e capa de novo álbum previsto para outubro

Após terminar o processo de mixagem de seu novo álbum em julho, o Death Angel finalmente divulgou no início de agosto o nome e a capa do disco, que será lançado no dia 11 de outubro na Europa e no dia 15 do mesmo mês nos Estados Unidos. “The Dream Calls for Blood” será o sétimo trabalho de estúdio do grupo norte-americano de thrash metal representante da Bay Area e sucederá “Relentless Retribution”, de 2010.

Em extensa entrevista divulgada no site oficial da banda, o guitarrista Rob Cavestany, que produziu o álbum em conjunto com Jason Suecof, salientou que “The Dream Calls for Blood” não será apenas um disco sucessor do anterior, mas que haverá uma ligação com “Relentless Retribution”.

“É a primeira vez que conectamos dois discos”, disse o músico, lembrando que o novo trabalho conseguiu reunir a mesma equipe e foi gravado no mesmo estúdio do antecessor.

Para Cavestany uma possível diferença em relação a “Relentless Retribution” é que o álbum seguinte está mais “furioso”. “Provavelmente porque muito do que foi escrito foi feito na estrada”, afirmou, referindo-se à extensa turnê de divulgação do disco anterior, que, por sinal, trouxe o grupo pela primeira vez ao Brasil em 2010.

O guitarrista também destacou que Brent Elliot White, que foi o responsável pela capa de “Relentless Retribution”, repetiu a dose em “The Dream Calls for Blood”. “Brent fez um trabalho incrível com a arte da capa, mais uma vez capturando a brutalidade natural da caça se tornando o caçador”, comentou Cavestany.

Outra figura marcante do Death Angel, o vocalista Mark Osegueda, também mostrou grande empolgação com o novo disco, também citando a questão da continuidade da equipe como algo relevante. “Nós temos o mesmo produtor, o mesmo engenheiro, mesmo estúdio, mesma formação, estamos usando o mesmo artista para a arte da capa”, enfatizou. “Eu me sinto muito confiante com isso”, acrescentou.

Segundo Osegueda, o álbum do Death Angel está muito mais coeso neste momento da carreira do grupo, com os músicos sabendo agora como “jogar o jogo” e bastante estimulados. “Nós estamos com mais fome do que nunca”, disse.

A banda comemorará o lançamento de “The Dream Calls for Blood” com um show especial de apresentação do novo álbum em São Francisco, no dia 18 de outubro. Na sequência, o Death Angel seguirá com apresentações agendadas em outros locais dos Estados Unidos e também tocará na Europa.

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08
nov
10

Death Angel mantém peso e amplia set list em show extra realizado em SP

O Death Angel já havia feito um show brutal no dia 23 de outubro em São Paulo, fato que ficou marcado nas mentes dos poucos privilegiados que assistiram à apresentação no Clash Club, na Barra Funda. Não bastasse aquele momento histórico, a banda de thrash metal da Bay Area de São Francisco decidiu dar um novo presente aos fãs paulistanos, encerrando sua primeira passagem pelo Brasil com um show extra realizado no dia 1º de novembro, véspera de feriado, no Blackmore, pequeno bar da região de Moema e famoso por receber bandas covers das diversas vertentes do rock and roll pesado.

Com set list e duração de show maiores, o público de São Paulo que conseguiu ir ao evento saiu do bar sabendo que poucas vezes vai ter novamente a oportunidade de ver uma grande banda do estilo de forma tão próxima. Os anúncios diziam que o show estava marcad0 para as 22 horas, mas as apresentações só foram rolar depois da meia-noite. Enquanto a casa enchia aos poucos, o público assistia a alguns shows e clips nos pequenos aparelhos de TVs do Blackmore.

A abertura do show do Death Angel ficou por conta dos meninos do Red Front, que ganharam a galera com o som bastante pesado e com uma boa dose de bom humor. Com uma pegada thrash e um vocal no estilo Pantera, a jovem banda brasileira conseguiu dar uma bela aquecida no público. Destaque maior para o momento de gozação com a banda colorida Restart, já que o Red Front trouxe um boneco com o rosto do vocalista emo feliz para ser malhado pela ensandecida galera da pista do Blackmore. Dá para imaginar o que aconteceu com o boneco, não é mesmo?

Depois do aquecimento, a galera ficou na espera pelo Death Angel, que subiu ao palco pouco antes da 1 hora da matina. Tal qual o show realizado no Clash Club, o evento do Blackmore teve como um dos motivos a divulgação do mais recente álbum da banda: “Relentless Retribution”.  Após a leve e melódica introdução, o grupo iniciou a apresentação com a música “Where They Lay”, que fecha o novo disco e que não havia sido tocada no show anterior, que foi aberto com “I Chose The Sky”.

Mais uma vez, os admiradores do bom e velho thrash metal da Bay Area foram presenteados com uma energia imensa da banda no palco. A diferença em relação ao show do Clash Club é que, em virtude do palco ser ainda menor que o da casa da Barra Funda, estava proibido o stage diving, que, se realizado, poderia danificar os equipamentos.

De fato, este jornalista teve o privilégio de assistir ao show no Blackmore colado ao palco e tudo era realmente muito apertado, com as pedaleiras colocadas entre as caixas de retorno. Não faltaram as tentativas para a invasão do palco, mas a maioria delas foi evitada, com exceção de um momento do show em que um fã pediu para subir e abraçar o vocalista Mark Osegueda.

A primeira música foi a única diferente da primeira parte do show, em relação à apresentação do Clash Club. Da segunda faixa, a clássica “Evil Priest” do primeiro álbum “The Ultra-Violence”, até a décima, “Thrown To The Wolves”, do quarto álbum “The Art of Dying”, o Death Angel foi fiel ao roteiro, com a mesma energia, mesmo com alguns probleminhas de som que foram observados em “Stop”, música do “Act III”, que foi tocada logo após o maior hit do grupo: “Seemingly Endless Time”.

Outra diferença em relação ao show do Clash Club foi a possibilidade de a banda sair do palco para dar um descansada rápida. Na Barra Funda, como haveria um outro evento após a apresentação do Death Angel, o grupo fez o show numa tacada só. Após o breve descanso, os músicos voltaram para aquilo que pode ser chamado de “longo bis”. E bota longo nisso, já que, a partir daquele momento, o público foi presenteado com algumas novidades em relação ao show anterior.

A primeira música da segunda parte do show foi a ótima “Lord Of Hate”, do álbum “Killing Season”. Depois dela, a banda trouxe nada menos que “Mistress of Pain”, do “The Ultra-Violence”, que deixou os fãs das antigas ainda mais empolgados. Após a execução da boa “Truce”, do novo álbum, o Death Angel tocou o hino do estilo “Thrashers”, que já havia levado o público do Clash Club ao delírio no show anterior e que provocou a mesma reação dos fãs no Blackmore.

Importante dizer o quanto a banda parece ter gostado desta primeira turnê pelo Brasil e especialmente de São Paulo. Quem vai aos shows de rock há algum tempo, sabe ver quando os grupos estão fazendo uma média com o público e quando há demonstrações de empolgação verdadeira. E foi isso que vimos nos dois shows na capital paulista: os músicos se sentindo em casa, como se tocassem no Brasil há anos.

Não por acaso, o incrivelmente simpático Mark Osegueda fez um breve discurso, dizendo como gostaram do Brasil e que São Paulo era o “lar” do Death Angel na América do Sul!!! O público veio abaixo com a declaração e, depois da música “I Chose The Sky”, do álbum novo, foi quase ao limite da adrenalina quando a banda tocou a introdução de “The Ultra-Violence” e a sensacional “Kill As One”.

Na sequência, o guitarrista Rob Cavestany também mostrou que estava bastante feliz por ter vindo ao Brasil. Lembrou que havia comemorado seu aniversário por aqui dias antes e ainda celebrou a vitória do San Francisco Giants na final do campeonato norte-americano de beisebol.

Outra novidade da noite foi o Death Angel tocar uma música de outra banda, no caso “She”, do Kiss, que foi a penúltima da noite. Para fechar a apresentação, a banda executou mais uma do novo álbum, “River Of Rapture”, e deixou mais uma vez os fãs com vontade de escutar ao vivo a música “Bored”.

Apesar deste detalhe, o sentimento no Blackmore era de ter visto, mais uma vez, um grande show de thrash metal com uma das bandas que foram fundamentais para moldar o estilo. Tudo isso sem pista vip, com um público pequeno e de uma maneira bem comum nos bares de São Francisco e Nova York, mas que é rara nas cidades da América do Sul.

Após o final do show, mais uma cena pouco comum por aqui: os músicos desceram para a pista e ficaram tirando fotos, dando autógrafos e conversando com os fãs. Mais tarde, na parte de cima do Blackmore, ainda atenderam várias pessoas, enquanto bebiam e conversavam.

Para este jornalista, a noite foi mais uma vez inesquecível. Além de comemorar o aniversário durante o show (quer maneira melhor?), conheceu novos amigos, reencontrou gente das antigas e ainda levou de brinde 2 palhetas, uma de Rob Cavestany, e outra do guitarrista Ted Aguilar, dadas em mãos (e não jogadas) no final da apresentação, já que eles lembraram deste humilde fã de thrash metal do show anterior no Clash Club.

Se fosse fazer um balanço dos dois shows em São Paulo, gostei mais do primeiro, já que foi a primeira vez da banda por aqui, o local era um pouco menos apertado que o Blackmore, o som estava um pouco melhor e o stage diving estava liberado, fazendo com que o público se transformasse em parte fundamental para a adrenalina da apresentação atingir níveis incríveis. O segundo show ganhou, entretanto, na duração e no set list maiores, além de marcar o encerramento da passagem do Death Angel, banda seminal do thrash metal, pelo Brasil. Resta torcer para o grupo não demorar para voltar para o País, já que, mesmo com o público pequeno dos shows, reforçou o fanatismo dos fãs e ganhou amigos. Tudo por conta da imensa simplicidade e humildade de Mark Osegueda & Cia. Estes elementos são cada vez mais raros hoje em dia, quando muitas bandas que nem conquistaram seu espaço na história, acreditam que representam o “supra-sumo” do rock and roll.

Para quem não foi ao Blackmore ou para quem fez parte daquela noite memorável, o Roque Reverso descolou alguns vídeos do show no YouTube. A iluminação do local não ajudou muito e a qualidade das filmagens não está lá essas coisas. Começamos com “Voracious Souls”. Depois, para fechar, a introdução de “The Ultra-Violence” e a execução de “Kill As One”, além de “She”, do Kiss.

Set list:

Intro/Where They Lay
Evil Priest
Buried Alive
Voracious Souls
Relentless Revolution
Claws In So Deep
Seemingly Endless Time
Stop
3rd Floor
This Hate
Thrown To The Wolves

Lord Of Hate
Mistress Of Pain
Truce
Thrashers
I Chose The Sky
The Ultra-Violence / Kill As One
She
River Of Rapture

31
out
10

Death Angel faz show brutal em SP para poucos privilegiados no Clash Club

Brutal, visceral, pesado e vibrante! Todas essas palavras poderiam ser usadas para resumir o que foi o show realizado pelo Death Angel no sábado, dia 23, em São Paulo, no Clash Club. A banda norte-americana da Bay Área de São Francisco, que é considerada uma das maiores da história do thrash metal, demorou mais de 25 anos para vir ao Brasil pela primeira vez. Foi recebida por um público muito aquém da sua importância, cerca de 500 pessoas. Mas estes poucos privilegiados acabaram sendo presenteados com uma apresentação que fez lembrar os bons tempos do thrash metal oitentista .

A abertura ficou por conta de duas bandas brazucas formadas por uma molecada da pesada que dá a todos alguma esperança de ver no País uma cena diferente da que estamos acostumados a ver neste final de década com as aberrações Cine e Restart. A primeira foi o Sakramento e a segunda foi o Fúria V8. Ambas também bebem na fonte do thrash metal da Bay Área e, se bem produzidas, podem fazer bonito no cenário underground internacional.

Terminados os shows de abertura, o Death Angel subiu ao palco para realizar o sonho de muitos fãs dos anos 80 que estavam ali. Interessante ver também que havia muito adolescente com camisas de bandas de thrash metal da época, como Nuclear Assault e Destruction, o que mostra que o estilo ainda sobrevive, apesar da cena de hoje ser bem diferente daquele período no qual as pessoas lotavam, aos sábados, a porta da Woodstock de Walcir Chalas para acompanhar o nascimento do estilo.

Depois de uma introdução bem calminha, a banda norte-americana iniciou o show com a música “I Chose The Sky”, que faz parte do álbum “Relentless Retribution”, o sexto de estúdio da banda e que foi lançado em setembro deste ano. Apesar de algumas críticas que o trabalho recebeu da imprensa especializada, a música e as demais do novo álbum parecem ter ficado melhores na versão ao vivo, empolgando o público.

Tanto os integrantes da formação original, Mark Osegueda (vocal) e Rob Cavestany (guitarra), como o baixista Ted Aguilar, que se juntou à banda no retorno do grupo às atividades, em 2001, e os integrantes mais recentes – o baixista Damien Sisson e o baterista Will Carroll –, mostraram um entrosamento perfeito durante todo o show.  Mais do que isso, pareciam realmente muito empolgados por estarem pela primeira vez diante do público paulistano, famoso mundialmente pela vibração nos shows de rock.

Não demorou muito para as primeiras rodas de mosh aparecerem. E, logo na segunda música, “Evil Priest”, do primeiro e elogiadíssimo álbum “The Ultra-Violence”, o primeiro stage diving da noite foi dado e seria seguido por vários outros até o final do show. Com o público pequeno, a ausência da famigerada pista vip e sem a existência de seguranças animais, o número de mergulhos do palco para a pista foi absurdamente incrível, fazendo com que, neste quesito, o show do Death Angel lembrasse muito a apresentação realizada pelo Biohazard em São Paulo em julho.

A grande diferença, além do som, é que, no show do Biohazard, as mulheres praticamente não deram stage diving. No show do Death Angel elas praticamente dominaram o palco e foram as que deram os pulos mais radicais!!! Mais para o final do show, uma das meninas chegou a pular das caixas de som que estavam na lateral do palco, num dos saltos mais radicais em shows paulistanos dos últimos tempos, como se, em vez do público, existisse realmente uma piscina para ela mergulhar. Simplesmente sensacional!

A banda trouxe músicas de todos os CDs de estúdio. A terceira da noite foi “Buried Alive”, do quinto álbum “Killing Season”. Na sequência, tivemos “”Voracious Souls”, do ‘The Ultra-Violence”, e “Claws in so Deep”, do novo álbum.

O público se dividia nos que pulavam do palco, nos que formavam as rodas e nos que batiam as cabeças a mil por hora. A banda viu que aquela galera realmente era diferente e, em retribuição, esbanjou energia. Em alguns momentos, os membros do Death Angel se olhavam meio que admirados, depois da sequência de saltos dados pela galera. Também cumprimentavam as pessoas da “fila do gargarejo” e jogavam palhetas para o público.

Um dos grandes momentos da apresentação foi quando o grupo trouxe seu maior sucesso: nada menos que “Seemingly Endless Time”, do sensacional álbum “Act III”, preferido deste jornalista. A galera foi à loucura e multiplicou a energia presente no Clash Club. Aproveitando, o caos instalado, a banda emendou logo de cara a segunda música do mesmo “Act III”: “Stop”, que tem um dos riffs com mais cara de thrash metal da história do estilo!!!

Sem deixar a adrenalina cair, o Death Angel mandou “3rd Floor”, do segundo álbum, “Frolic through the Park”. Depois, trouxe a ótima “”Thrown to the Wolves”, do não menos ótimo quarto álbum do grupo “The Art of Dying”. Na sequência, tocou “Lord of Hate”, do “Killing Season”, “Falling Asleep”, também do “Act III”, e “Truce”, do novo álbum.

Mark Osegueda, com sua velhíssima camisa do Metallica, mostrou que continua em forma e cantando muito bem. Rob Cavestany ainda é o melhor da banda e ainda é um dos maiores guitarristas do gênero. Ted Aguilar faz uma ótima base para o companheiro; e os membros novos completam bem a banda, com destaque para o baixista, que agita bastante e interage demais com o público.

Como o Clash Club ainda teria outro evento depois do show do Death Angel, a banda não teve um tempo maior para expandir a apresentação. O vocalista Mark Osegueda elogiou o público presente, disse que há tempos não via algo tão intenso e que aquela havia sido a melhor noite que eles haviam passado no palco em muitos anos.

Para fechar o show, o grupo trouxe mais megaclássicos: nada menos que “Thrashers”, a introdução de “The Ultra-Violence” e “Kill As One”. Quem queria thrash metal de verdade foi atendido com verdadeiros exemplos do gênero e, sem dúvida alguma, saiu do Clash Club realizado. Confirmando a empolgação da banda com o público, Osegueda ainda fechou a apresentação dando, para variar, um stage diving.

Terminado o show, a banda ainda demonstrou imensa simpatia com quem ficou na porta, do lado de fora do Clash Club, esperando os músicos saírem. Deram autógrafos, tiraram fotos e conversaram com os fãs. Ted Aguilar pegou sua filmadora e captou boa parte destes momentos, que devem ser colocados em breve no site da banda ou no My Space.

Uma presença ilustre entre os que assistiram ao show foi a do baixista Paulo Júnior, do Sepultura. Na saída do Clash Club, ele também trocou ideia com a galera, sobre música e futebol, já que seu Atlético Mineiro jogaria no dia seguinte o clássico contra o Cruzeiro.

Foi quando o pessoal da produção da banda deu a deixa que os caras do Death Angel estenderiam a noite no bar Blackmore. Este jornalista passou em casa para pegar a máquina fotográfica e calçar o estômago, já que se interessou pela ideia de tomar várias brejas com os caras durante a madrugada.

Chegando no Blackmore, viu os caras na parte superior do bar e subiu para tirar fotos e tomar algumas cervejas. Todos foram muito simpáticos, especialmente Mark Osegueda, que parece estar de bem com a vida sempre. Mesmo com o inglês deste repórter estando em fase bastante ruim, foi possível uma comunicação com os integrantes, que só não estavam curtindo ver o grupo cover do Manowar que se apresentava no local.

Depois do final do show da banda cover, os membros do Death Angel seguiram para o hotel. Algumas fãs que estavam junto parecem ter acompanhado a banda, mas o restante da história este jornalista não sabe contar, já que ainda ficou no Blackmore vendo os outros shows que aconteceram no local. No final das contas, foi uma noite memorável, daquelas para contar para os filhos e netos.

O Death Angel ainda iria tocar em Brasília, Recife e Catanduva e acabou cancelando os shows do Rio de Janeiro, por venda fraca de ingressos, e de São Luís, por problemas de conexão do avião. Para surpresa de muitos, a banda anunciou para segunda-feira, primeiro dia de novembro, uma nova apresentação em São Paulo, desta vez justamente no Blackmore.

Para quem foi ao show do Clash Club é mais uma oportunidade para ver uma das maiores bandas do thrash metal. Para quem não conseguiu ver o primeiro show e gosta do grupo, não pense em deixar de ir ao Blackmore, já que o ingresso está mais barato, a partir de R$ 50.

O Roque Reverso descolou o set list do show no Clash Club e alguns vídeos do YouTube. Para começar, um vídeo com as três primeiras músicas do set. Depois, “3rd Floor” e “Thrown to the Wolves”; “Seemingly Endless Time” e “Stop”; Thrashers; e a introdução de “The Ultra-Violence” juntamente com “Kill As One”.

Set list: 

Intro / I Chose The Sky
Evil Priest
Buried Alive
Voracious Souls
Relentless Revolution
Claws In So Deep
Seemingly Endless Time
Stop
3rd Floor
Thrown To The Wolves
Lord Of Hate
Falling Asleep
Truce
Thrashers
The Ultra-Violence / Kill As One



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