Archive for the 'Nü Metal' Category

09
abr
17

Filho de 12 anos do baixista do Metallica substituirá membro do Korn em turnê sul-americana

Tye Trujillo - Foto: Chloe TrujilloO Korn divulgou comunicado aos fãs com a informação de que o baixista Reginald “Fieldy” Arvizu, por causa de “circunstâncias imprevistas”, não poderá acompanhar o grupo na turnê sul-americana que será realizada neste mês de abril. Para o lugar de “Fieldy”, a banda norte-americana anunciou ninguém menos que Tye Trujillo, garoto de 12 anos que é filho de Robert Trujillo, baixista do Metallica.

Para muitos, a notícia poderia ser recebida como uma brincadeira, mas, para quem já viu o menino tocar, é bom preparar o queixo para ele não cair rápido demais. Praticamente uma miniatura do pai, Tye Trujillo é daqueles meninos-prodígio que parecem ter todo um futuro muito claro de sucesso.

O garoto já toca numa banda de meninos, a The Helmets. Em vídeos facilmente encontrados no YouTube, dá para conferir que a molecada enche de esperança que gosta do bom e velho rock n’ roll, em um momento no qual o estilo vem passando por uma período crítico de renovação e com poucas bandas novas capazes de criar algo marcante.

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26
out
16

Com disco recém-lançado, Korn anuncia volta ao Brasil para shows em abril de 2017

Reprodução da capa do disco "The Serenity Of Suffering", do KornO Korn lançou recentemente novo álbum e, nesta quarta-feira, 26 de outubro, confirmou que voltará ao Brasil em abril de 2017. Segundo a produtora Mercury Concerts, a banda norte-americana tocará em três cidades do País: São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.

Na capital paulista, o grupo se apresentará no Espaço das Américas, no dia 19 de abril. Na capital paranaense, fará show no Live Curitiba, no dia 21 de abril. Na capital gaúcha, tocará no Pepsi on Stage, no dia 23 de abril.

A turnê faz parte da divulgação do álbum “The Serenity of Suffering”, cuja capa pode ser vista ao lado. É o décimo segundo álbum de estúdio do Korn.

O disco foi produzido por Nick Raskulinecz e lançado no dia 21 de outubro.

O trabalho conta com a participação especial de Corey Taylor (Slipknot) e marca o retorno do Korn à gravadora Roadrunner Records.

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05
abr
16

Limp Bizkit volta ao Brasil para show em SP no dia 26 de maio

Limp BizkitO Limp Bizkit voltará ao Brasil para show único em São Paulo. A banda norte-americana se apresentará no dia 26 de maio no Espaço das Américas.

O show na capital paulista faz parte de uma turnê que tem a intenção de contemplar os 20 anos de carreira do grupo, formado em 1994. Foi, portanto, projetado para atrair fãs de todas as fases da banda.

A apresentação promete atrair muitos fãs de São Paulo e de fora da cidade. Além de ser o único da turnê sul-americana a passar pelo Brasil, acontecerá no dia do feriado de Corpus Christi, ou seja, uma quinta-feira que é início de período de feriado prolongado.

No repertório, o grupo irá tocar vários hits conhecidos, como “My Way”, “Rollin”, “Nookie” e “Take a Look Around”.

Os ingressos para Pista Comum e Vip já estão no segundo lote. A entrada inteira para o primeiro local sai por R$ 220,00. Para a Pista Vip, custa R$ 400,00.

Há ainda a opção do Mezanino, ainda no primeiro lote, com o valor de R$ 400,00.

Na internet, os ingressos estão à venda no site da Ticket 360 e podem ser parcelados em 3 vezes sem juros. A bilheteria do Espaço das Américas é o local onde o fã pode comprar as entradas sem a taxa de conveniência.

A última apresentação da banda no Brasil foi Monsters of Rock, de 2013, também em São Paulo, na Arena Anhembi. Na ocasião, a banda fez um show que contagiou o público e também trouxe grandes hits.

01
out
15

Slipknot repete em SP script do Rock in Rio, rasga elogios ao público e faz Pista Vip se ajoelhar

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsDois dias depois de se apresentar e honrar o posto de headliner do Rock in Rio, o Slipknot tocou em São Paulo no domingo, 27 de setembro, na Arena Anhembi. Para um público que deu show de participação e ganhou elogios do vocalista Corey Taylor, o grupo norte-americano seguiu rigorosamente o script do festival realizado na capital fluminense e proporcionou, mais uma vez, uma apresentação intensa e vibrante, a ponto de conseguir a proeza de fazer a plateia que ocupava a eternamente criticada Pista Vip se ajoelhar durante a execução da música “Spit It Out”, no momento maior do show.

Os mascarados de Iowa não tocavam em São Paulo desde o Monsters of Rock de 2013, quando também foram atração principal numa das noites e fizeram uma ótima apresentação. Em 2015, havia atrativos adicionais ao show do Slipknot. Tudo porque a banda veio à capital paulista no ano seguinte ao lançamento recente do novo álbum da banda.

O disco “.5: The Gray Chapter” é o primeiro desde a morte do baixista Paul Gray e da saída do baterista Joey Jordison. Também é o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008.

A banda de abertura do show em São Paulo foi o Mastodon, que também havia tocado dias antes no Rock in Rio. O grupo não conseguiu, porém, tocar todo o repertório planejado, em virtude de um forte temporal que caiu sobre a região do Anhembi. Com a forte chuva, a apresentação da banda de abertura durou cerca de 30 minutos.

Após o temporal, para sorte dos fãs dos Slipknot, a chuva parou de repente e não caiu uma gota sequer durante toda a apresentação dos mascarados. Tal qual o cenário visto no Rock in Rio, o palco fazia referência ao novo álbum. O set list foi idêntico ao do festival carioca e a entrega dos integrantes foi a mesma de sempre: total.

A banda fez a preparação para a entrada ao som da música “XIX” e começou tocando com “Sarcastrophe”. As duas são do novo álbum e foram recebidas por muitos gritos e vibração da plateia.

Note que este jornalista mencionou a existência da Pista Vip no primeiro parágrafo do texto e destacou que até o povo de lá se rendeu às peripécias do Slipknot. Se, em qualquer show, este Roque Reverso costuma criticar a Pista Vip, imagine numa apresentação de um grupo que causa um imenso frenesi do público.

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move Concerts

No caso do Slipknot, é um verdadeiro pecado a existência da Pista Vip. O Roque Reverso acompanhou o show de lá de maneira tranquila e tem até elogios à estrutura da chamada “Bud Zone”, que contava com uma ampla oferta de lanchonetes e bom atendimento ao público. Mas Slipknot é sinônimo de agitação, roda de mosh, energia, apocalipse…

Com uma grade separando o público, as rodas próximas ao palco eram bem menos expressivas do que se viu em apresentações anteriores, como a do Rock in Rio de 2015 e a do Monsters de 2013. Comparar então com o antológico show dos mascarados no inesquecível Rock in Rio de 2011 é uma covardia.

Seguindo o script do show de dias antes na capital fluminense, o Slipknot trouxe ao público as músicas “The Heretic Anthem” e “Psychosocial”. Depois disso, mesclou canções do disco novo, com destaque novamente para a boa “The Devil in I”, com outros clássicos.

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move Concerts

Interessante notar que o vocalista Corey Taylor se surpreendeu com a reação positiva da plateia paulistana. Em dado momento do show, ele disse que o show do Anhembi (apesar de não contar nem com a metade dos 85 mil presentes do Rock in Rio 2015) tinha um público muito mais barulhento.

A declaração de Taylor levou os fãs à loucura e fez com que o público soltasse um “Chupa, Rock in Rio! Chupa, Rock in Rio”. Taylor disse que não fazia a “mínima ideia” do que aquilo significava, mas que concordava.

Com o público na mão, Corey e o Slipknot continuaram o desfile apocalíptico no Anhembi. Os hits “Before I Forget” e “Duality” foram, como sempre, momentos altíssimos do show e foram cantados do começo ao fim pela plateia emocionada.

Com a Pista Vip, a imensa roda que se costuma formar em “Duality” não se repetiu com a mesma magnitude nas proximidades do palco. Havia uma galera que até tentou algo mais expressivo, mas havia um povo que estava mais preocupado em curtir, pular e vibrar, sem um cenário de caos. Muitas meninas presentes também chamaram a atenção pela quantidade, o que também foi bastante bacana, pois show com muito marmanjo feio (pleonasmo) é um porre.

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“Spit It Out” foi sem dúvida o maior momento da apresentação no Anhembi. Como sempre faz na metade da música, Corey Taylor comandou o momento em que faz com que todo o público fique agachado (ou de joelhos, como já dissemos), para, depois, pular junto quando é dito a palavra “jumpdafuckup”.

Foi simplesmente impressionante novamente ver o poder que a banda possui quando todos os presentes ficaram agachados. Mesmo os fãs mais velhos, mais gordos ou mais tímidos entraram na brincadeira e, quando o sinal de “jumpdafuckup” foi dado, aí sim, praticamente o Anhembi inteiro pulou.

No bis, as mesmas faixas matadoras do Rock in Rio 2015. Primeiro, a aterrorizante introdução de “742617000027”. Na sequência, o Slipknot mandou ver com “(sic)”, “People = Shit” e “Surfacing”.

Do mesmo jeito que dissemos na resenha do show do Rock in Rio, chamou a atenção a performance do novo baterista Jay Weinberg. Não houve a bateria giratória dos tempos de Joey Jordison, mas ele mostrou a todos que tem competência para assumir o importante posto no Slipknot.

Durante o show, não bastasse Corey Taylor dizer que a apresentação de São Paulo tinha sido a mais barulhenta que a do festival carioca, o sujeito afirmou que o evento em terras paulistas estava no Top 3 do Slipknot na turnê. O público, claro, pirou.

O saldo final da apresentação foi extremamente positivo. Mais uma vez, o grupo provou que continua no momento entre os principais expoentes do heavy metal mundial e que tem ainda muito a proporcionar para os fãs.

Para relembrar o show do Slipknot na Arena Anhembi, o Roque Reverso descolou alguns vídeos amadores no YouTube. Fique inicialmente com “Duality”. Depois, veja um trecho de “Spit It Out” com a galera ficando agachada e entrando na brincadeira da banda. Na sequência, assista um vídeo com “(sic)”. Para fechar uma gravação especial feita pelo baterista do Worst, Fernando Schaefer, que traz nada menos que exclusivamente o baterista Jay Weinberg, detonando nas músicas “People=Shit” e “Surfacing” bem na hora do bis!

Set list

XIX/Sarcastrophe
The Heretic Anthem
Psychosocial
The Devil in I
AOV
Vermilion
Wait and Bleed
Killpop
Before I Forget
Sulfur
Duality
Disasterpiece
Spit It Out
Custer

742617000027/(sic)
People = Shit
Surfacing

26
set
15

Agora headliner, Slipknot fez o show mais intenso, vibrante e insano do Rock in Rio 2015

Slipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel Martini

Redação RЯ 

Depois de entrar para a história do Rock in Rio em 2011, quando fez um show antológico, o Slipknot voltou em 2015 merecidamente como headliner e honrou a condição de atração principal do dia 25 de setembro na capital fluminense. Com uma apresentação que também não será esquecida pelos fãs, o grupo norte-americano de Iowa fez o show mais intenso, vibrante e insano do evento.

Desde já, o Roque Reverso avisa que não há comparação com aquela noite de 2011.

Naquela apresentação, o público era maior (100 mil pessoas contra 85 mil de 2015), a banda voltava a um evento imenso um ano e meio depois da morte do baixista Paul Gray e contava com o baterista Joey Jordison, um dos melhores do heavy metal.

Além disso, todo o frenesi que tomou conta da Cidade do Rock superou os limites do mundo metálico e virou assunto no dia seguinte até entre os que não gostam de música pesada. Ajudou para a discussão o fato de a famigerada Rede Globo (que compra os direitos dos eventos e não dá a cobertura correta) transmitir o show na íntegra para todo o Brasil em TV aberta. Desta vez, passou a maioria do show em VT porque estava transmitindo final de novela e restou aos fãs o canal fechado Multishow ou a internet.

Em 2015, o grande atrativo adicional ao show do Slipknot no Rock in Rio foi o lançamento recente do novo álbum da banda. O disco “.5: The Gray Chapter”, de 2014, é o primeiro desde a morte de Paul Gray e da saída de Joey Jordison. Também é o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008.

O Roque Reverso, infelizmente, não esteve presente em carne e osso na Cidade do Rock (estará na Arena Anhembi em SP no dia 27 de setembro), mas acompanhou todos os detalhes do grande show dos mascarados pelos diversos meios possíveis.

Mudanças interessantes em relação a 2011 foram vistas: além das máscaras diferentes e dos novos membros (Alessandro Venturella no baixo e Jay Weinberg na bateria), o palco bem elaborado e com uma série de efeitos também chamou demais a atenção.

Slipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Fernando SchlaepfeSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel Martini

Depois de grande ansiedade da plateia, o Slipknot fez a preparação para a entrada ao som da música “XIX” e começou tocando com “Sarcastrophe”. Ambas são do novo álbum e, automaticamente, geraram na Pista do Rock in Rio aquele tradicional efeito de abertura de rodas e mais rodas de mosh.

Para manter o delírio do público, a banda trouxe as já clássicas “The Heretic Anthem” e “Psychosocial”. Daí em diante, mesclou faixas do novo álbum, como a boa “The Devil in I”, com outros sucessos mais conhecidos.

Em diversos momentos da apresentação, o ótimo vocalista Corey Taylor conversou com a plateia. Chamou o público de “família” e tratou todos com o devido respeito que um grande frontman deve fazer. Antes de cantar o hit “Before I Forget”, por exemplo, ele discursou sobre o preconceito idiota que a sociedade historicamente possui em relação ao heavy metal.

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Após “Sulfur”, Taylor pediu para o público cantar um “Parabéns a Você” para o percussionista (que usa a máscara de palhaço) Shawn Crahan, que fez aniversário recentemente. No clássico “Duality”, o Slipknot fez o estardalhaço de sempre e até soltou papel picado sobre o público, mas, diferente de 2011, quando deu nada menos que dois stage divings matadores, o DJ Sid Wilson ficou um pouco mais comportado.

Mantendo a tradição, o Slipknot tocou “Spit It Out”, e, na metade da música, Corey Taylor comandou o momento em que faz com que todo o público fique agachado, para, depois, pular junto quando é dito a palavra “jumpdafuckup”.

No Bis, três faixas matadoras. Depois da introdução de “742617000027”, a banda tocou “(sic)”. No fim, o público se esgoelou com “People = Shit” e “Surfacing”, que, diferente de 2011, não teve a bateria giratória.

Vale destacar que, a despeito de toda a qualidade e importância do ex-baterista Joey Jordison, o novo ocupante do posto, Jay Weinberg, foi um dos pontos altos do show. Impressionou pela pegada e não ficou devendo em nenhuma oportunidade durante a apresentação.

Para relembrar os grandes momentos do ótimo show do Slipknot no Rock in Rio, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Para começar, fique com “Psychosocial”. Depois, veja “Before I Forget”, “Duality” e “(sic)”. Se quiser ver o show na íntegra, há este link imperdível ou vá no último vídeo deste post!!!

Set list

XIX/Sarcastrophe
The Heretic Anthem
Psychosocial
The Devil in I
AOV
Vermilion
Wait and Bleed
Killpop
Before I Forget
Sulfur
Duality
Disasterpiece
Spit It Out
Custer

742617000027/(sic)
People = Shit
Surfacing

24
nov
14

5 anos de Roque Reverso!!!

Sim, queridos leitores!!! O Roque Reverso faz aniversário neste dia 24 de novembro de 2014. Desta vez, chegamos a 5 anos de existência, apesar de toda essa coisa parecer que começou ontem. Inicialmente criado apenas como uma curtição por dois jornalistas fãs de rock n’ roll, este veículo continua conquistando cada vez mais espaço entre os fãs do estilo musical e nosso desejo é de que ele permaneça rompendo fronteiras e trazendo ainda mais gente para acompanhar nosso trabalho.

Mesmo mais velhos, tudo aqui continua como sempre ou segue melhorando! Você pode acompanhar os mais recentes lançamentos de diversas vertentes do rock; ver algumas curiosidades de alguns dos astros do estilo musical; além de ter acesso à cobertura dos grandes shows que passam pelo País ou daquelas apresentações que os veículos mais badalados pouco prestigiam, especialmente as do rock mais pesado.

Além da página tradicional na internet, o Roque Reverso também está no Facebook e no Twitter,  locais onde, muitas vezes, a comunicação é feita de uma maneira mais rápida, por meio do espaço Curtas do Roque Reverso.

No Facebook, temos uma galeria de fotos de shows que acompanhamos. A maioria dessas fotos são fornecidas pelas organizadoras das apresentações e mostra excelentes trabalhos de grandes profissionais. Há um álbum específico para cada show e as atualizações sempre estão acontecendo!

Como sempre fazemos, gostaríamos de agradecer a você, leitor, por escolher o Roque Reverso como uma fonte de informação. Também não podemos deixar de lembrar da força que os parceiros de longa data, o renomado site Whiplash! e o prestigiado Combate Rock, costumam dar, quando aproveitam nosso material!!

Voltamos a agradecer também aos amigos que sempre nos incentivaram; aos outros novos amigos que sempre conhecemos em shows de rock e arriscaram entrar aqui para conhecer nossos textos; e ao grupo de amigos online que nunca vimos pessoalmente, mas que participa das nossas discussões deste espaço ativamente, seja na página da internet, no Facebook ou no Twitter.

Para comemorar os 5 anos do Roque Reverso, decidimos dar 4 presentes descolados no YouTube com shows legais e longos de bandas realizados em 2014.

Fique inicialmente com a apresentação que o Queens of The Stone Age realizou no festival alemão Rock Am Ring. Depois, veja o show surpresa que o Foo Fighters realizou em Chicago. Na sequência, assista a uma apresentação do Arctic Monkeys no Lollapalooza de Chicago. Para fechar, veja um show do Black Sabbath no Hyde Park, em Londres.

12
dez
13

Slipknot anuncia saída do baterista Joey Jordison

Bomba no heavy metal! O excelente baterista Joey Jordison não faz mais parte do Slipknot. A informação foi divulgada no site oficial do grupo norte-americano na noite de quinta-feira, dia 12 de novembro.

De acordo com a banda, a saída de Jordison aconteceu por razões pessoais. Por enquanto, não foi anunciado substituto para a vaga do baterista.

“Todos nós desejamos a Joey o melhor em tudo que o futuro lhe reserva”, escreveram os membros do Slipknot no texto divulgado. “Nós entendemos que muitos de vocês vão querer saber como e por que isto aconteceu, e nós faremos o nosso melhor para responder a essas perguntas em um futuro próximo”, acrescentaram.

Segundo informações do respeitado site norte-americano Blabbermouth, Joey Jordison estava, além do Slipknot, com um novo projeto, a banda Scar the Martyr. Em recente entrevista à imprensa australiana, ele disse que tinha muito material musical criado e que gostava de ficar o tempo todo ocupado.

O Slipknot, que tocou em 2013 em São Paulo no Monsters of Rock como headliner do primeiro dia, não grava um álbum novo desde 2008. O Scar the Martyr, por sua vez, lançou seu primeiro disco em outubro deste ano com o nome de “Scar the Martyr”.




Se você tem interesse na divulgação da sua empresa, seu trabalho ou banda, o Roque Reverso é um veículo que possui um respeitável número de leitores. Entre em contato conosco para conhecer nossos diversos planos:  roquereverso@hotmail.com

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