Archive for the 'Noel Gallagher' Category

23
mar
16

Noel Gallagher mostrou no Lollapalooza que não precisa dos músicos do Oasis para brilhar

Noel Gallagher no Lollapalooza 2016 - Foto: Divulgação/I Hate FlashOs fãs brasileiros que choram até hoje o fim do Oasis tiveram uma certeza, no Lollapalooza 2016, sobre um eventual retorno do grupo: Noel Gallagher está contente e disposto com sua atual banda e, mais do que isso, não precisa dos músicos do Oasis para brilhar.

Escalado como atração importante no Palco Skol no domingo, dia 13 de março, o Noel Gallagher’s High Flying Birds não apenas fez um show digno como deu esperanças para quem procura algo interessante no momento atual de pouca inspiração do rock.

Mesclando músicas dos dois álbuns da curta carreira do Noel Gallagher’s High Flying Birds com alguns clássicos do Oasis, Gallagher satisfez o público presente.

O vocalista e guitarrista proporcionou momentos bacanas para a plateia, que já havia visto minutos antes, no Palco Onix, uma grande apresentação do grande Alabama Shakes.

A proximidade dos horários deste dois shows, por sinal, fez o público correr de um palco para o outro, já que havia o risco de perder o começo da apresentação de Noel & Cia. O verdadeiro “formigueiro humano” criado por aqueles que não queriam perder o show chegou a surpreender quem não estava acostumado com grandes festivais.

As primeiras músicas executadas pelo Noel Gallagher’s High Flying Birds foram dos dois discos do grupo: “Noel Gallagher’s High Flying Birds”, de 2011, e “Chasing Yesterday”, lançado em 2015.

Das canções tocadas, destaque para a ótima “In the Heat of the Moment”, que levantou o público.

Com uma banda bem afiada e sem firulas, Gallagher pareceu até menos mal-humorado que nos tempos do Oasis, quando vivia brigando com seu irmão Liam. Não que ele tenha conversado animadamente com a plateia ou que tenha sorrido alegremente, mas era bem visível que havia ali uma satisfação em tocar para um público enorme e ávido por música de qualidade.

Noel Gallagher no Lollapalooza 2016 - Foto: Divulgação/I Hate FlashNoel Gallagher no Lollapalooza 2016 - Foto: Divulgação/I Hate FlashNoel Gallagher no Lollapalooza 2016 - Foto: Divulgação/I Hate FlashNoel Gallagher no Lollapalooza 2016 - Foto: Divulgação/I Hate Flash

Quem vai a um show de rock sabe que o público já fica feliz com o básico: banda interessada, tocando com qualidade e sem frescuras. E foi isso que foi visto.

A primeira do Oasis na noite foi nada menos que “Champagne Supernova”, do disco “(What’s the Story) Morning Glory?”, de 1995. Depois disso, se havia alguém que tinha torcido o nariz para o grupo mais recente de Gallagher, tudo ficou de lado e a satisfação imperou de vez no Autódromo de Interlagos.

Entre as outras tantas músicas do Oasis que integraram o set list, houve destaque nas execuções de “Live Forever”, “Listen Up” e “Wonderwall”.

Mas nada pode ser comparado com o que foi visto no ultraclássico “Don’t Look Back in Anger”. A música que virou praticamente um hino do Oasis valeu por todo o show do Noel Gallagher’s High Flying Birds.

Fãs emocionados cantaram a canção do início ao fim e saíram satisfeitos com o após o fim do show. Noel Gallagher, por sua vez, do seu jeito, mostrou satisfação com a reação da plateia e proporcionou com seu grupo uma das melhores apresentações do Lollapalooza 2016.

Para relembrar a apresentação no festival, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Para começar, veja a banda tocando “In the Heat of the Moment”. Depois assista o grupo tocando “Champagne Supernova”, “Wonderwall” e “Don’t Look Back in Anger”, apesar da incrível e tradicional falta de capacidade do Multishow captar o som do público. Se quiser ver o show na íntegra, clique aqui.

Set list

Everybody’s on the Run
Lock All the Doors
In the Heat of the Moment
Riverman
The Death of You and Me
You Know We Can’t Go Back
Champagne Supernova
Dream On
Listen Up
The Mexican
Digsy’s Dinner
If I Had a Gun…
Wonderwall
AKA… What a Life!
Don’t Look Back in Anger

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13
mar
16

Rock recupera no Lollapalooza 2016 parte do espaço perdido na edição de 2015

Montagem com fotos do Lolla: Alabama Shakes e Noel Gallagher (Divulgação/I Hate Flash), Tame Impala (Divulgação/Time For Fun/MRossi) e Florence and The Machine (Divulgação/I Hate Flash)O rock n’ roll pode ainda estar longe do seu merecido espaço no Lollapalooza, mas, na edição de 2016, já conseguiu recuperar parte do espaço perdido no festival de 2015, quando atrações pop e eletrônicas deixaram o estilo musical para escanteio e com poucos representantes de peso ou destaque.

Em 2016, boas apresentações de grupos ou artistas do rock que estão em evidência no mundo inteiro ou as simples manifestações que são características do bom e velho  segmento musical ajudaram demais a não deixar o Autódromo de Interlagos virar uma rave gigantesca, como chegou a ser visto no ano anterior em vários momentos.

Do lado dos shows de destaque de gente grande e importante, os melhores e mais marcantes foram, não necessariamente nessa ordem, os do Tame Impala, do Bad Religion, Noel Gallagher’s High Flying Birds, Florence and The Machine e do Alabama Shakes.

O veterano Bad Religion foi o primeiro grande show de rock do festival, no sábado, dia 12 de março, com os músicos trazendo uma penca de hits do punk rock. Na sequência, o Tama Impala, com um show repleto de imagens e músicas psicodélicas, fez o público viajar e se apresentou para um contingente de pessoas bem maior do que aquele número tradicional vinculado à banda no cenário alternativo.

No dia seguinte, o domingo, 13 de março, mais rock que o anterior, três atrações de peso deram contentaram públicos diferentes, mas foram importantes para demarcar o território do estilo. Primeiro, o premiadíssimo Alabama Shakes voltou ao Lollapalooza como protagonista, diferente do papel de coadjuvante de 2013, quando foi considerada a grande revelação do evento.

Na sequência, Noel Gallagher fez uma apresentação interessante com sua banda e provou para alguns que não precisa do Oasis para mandar seu recado. Por fim, o badalado Florence and The Machine fechou com chave de ouro o festival, encantando o público com a doçura de sua bela e competente vocalista.

Os gringos Mumford and Sons, Of Monsters and Men e Eagles of Death Metal e os brasileiros Matanza e Planet Hemp também merecem elogios, mas não chegaram perto das apresentações das bandas maiores citadas. O Mumford and Sons carregou uma impressionante legião de fãs no sábado, mas, na opinião do Roque Reverso, fez um show que ficou um pouco cansativo, apesar da inquestionável qualidade dos músicos e da comovente devoção dos fãs.

O fato é que, comparando com 2015, o Lollapalooza de 2016 foi, de fato, mais generoso com o rock. No ano passado, de nomes grandes do rock, havia Robert Plant, Jack White e Smashing Pumpkins, com Kasabian, Foster The People e Interpol como coadjuvantes do estilo. Para complicar a situação, nomes pops, como o de Pharrell Williams, e um número relevante de atrações eletrônicas deixaram o rock de escanteio, assustando até quem estava acostumado com um festival que sempre foi pautado pelo estilo.

Em 2016, houve, é verdade, a participação do rapper Eminem, que, por sinal, arrastou o maior número de fãs no sábado, mas a quantidade de atrações do rock compensou e fama enorme do competente branquelo do rap.

No restante do festival, muito mais acertos do que erros. A organização funcionou sem maiores problemas, com destaque para a facilidade, via trem, para chegar ao festival.

Se fôssemos eleger um problema que precisa ser melhorado, o indicado seria o vazamento de som que chegava especialmente ao Palco Skol, já que ao lado dele, havia o Palco Trident at Perry’s, com a música eletrônica. Talvez, uma mudança de horários impediria que, no meio de alguns shows, como o de Noel Gallagher, fosse possível escutar aquela batidas características da música dançante.

Vale destacar a boa experiência da alimentação no Lolla. Os Food Trucks e o espaço reservado para chefs de cozinha bombaram e chegaram a ser bastante disputados em momentos críticos de fome dos fãs. Talvez, uma outra área grande alimentação ao lado do Palco Skol possibilitaria o fim de filas.

O Roque Reverso esteve nos dois dias do Lollapalooza 2016 e trará nos dias seguintes a este texto algumas resenhas de shows, além de set list, fotos e vídeos de algumas apresentações específicas. Fiquem ligados!




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