Archive for the 'Skid Row' Category

28
jun
21

Morre Johnny Solinger, ex-vocalista do Skid Row

Morreu no sábado, 26 de junho, o vocalista Johnny Solinger. Ele foi integrante do Skid Row entre 1999 e 2015, período posterior à saída do ex-vocalista Sebastian Bach da banda de hard rock norte-americana.

A informação da morte foi divulgada pelo próprio Skid Row nas redes sociais no domingo, 27 de junho.

Não houve uma confirmação oficial sobre a razão da morte de Solinger, mas já era conhecido pelo público que o vocalista, de 55 anos de idade, lutava contra uma insuficiência hepática.

Nas páginas do Facebook de Solinger e da sua ex-esposa, a atriz Paula Marcenaro, há diversos relatos recentes da luta do músico pela sobrevivência.

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11
jun
21

‘Slave to the Grind’, melhor álbum do Skid Row, completa 30 anos

Por Ricardo Gozzi e Cristiane Vieira

O melhor álbum de uma das bandas mais injustiçadas do ressurgimento do rock entre o fim dos anos 1980 e início dos anos 1990 acaba de completar 30 anos. Estamos falando de “Slave to the Grind”, o segundo disco do Skid Row, lançado no dia 11 de junho de 1991.

O álbum colocou o Skid Row em evidência em uma época na qual só se falava em Guns N’ Roses, Aerosmith e qualquer coisa que viesse de Seattle.

Grande parte da responsabilidade pelas injustiças cometidas por público e crítica contra o Skid Row teve como base a estética proposta pela indústria fonográfica de tentar vender o quinteto de New Jersey como mais uma banda de hard rock farofa, hair metal, como preferem na gringa, ou poser, para os íntimos.

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13
dez
09

Skid Row incendeia o Manifesto

Um dia depois do badalado show do AC/DC em São Paulo, o Skid Row fez uma discreta (mas jamais despercebida) apresentação na capital paulista. Desinformado que sou, fiquei sabendo apenas no dia e nem tentei ir. As irmãs Cris e Marina, minhas amigas de longa data, iam ao show.  Sugeri então à Cris que escrevesse um relato para o blog e ela topou. O Skid Row é uma banda pela qual tenho interesse particular. Apesar de ter ficado famoso por suas baladas e pelos excessos do ex-vocalista Sebastian Barbie, as letras do grupo costumam ser engajadas, com denúncias contundentes do caos social e da miséria humana. Sem mais delongas, segue o relato da mais nova colaboradora do Roque Reverso. Ao fim do texto há um vídeo de uma das músicas do show de 28 de novembro no Manifesto. (Ricardo Gozzi)

Skid Row incendeia o Manifesto – e Sebastian Bach nem fez falta

Por Cristiane Vieira

C. C. Deville, do Poison,  dizia que o show mesmo só começa depois do show. Eu já acho que começa muito antes: o anúncio da data, a compra dos ingressos, a fila, a expectativa minutos antes de as luzes se apagarem. Durante o show em si, me sinto meio entorpecida, como se não estivesse ali. Ainda mais quando uma das minhas bandas favoritas, que eu assisti pela primeira e única vez no Hollywood Rock de 1992, estava prestes a se apresentar para cerca de 500 pessoas! Sim, o Skid Row desembarcou no Brasil em 28 de novembro para uma apresentação única no Manifesto Bar, a boa e velha balada rock n’ roll que a maioria dos paulistanos que curtem rock frequenta.

Da formação original, restou a alma da banda: Dave “Snake” Sabo e Scott Hill nas guitarras e Rachel Bolan no baixo. Para reforçar o time foram convocados Dave Gara, baterista de Atlanta (não consegui encontrar em lugar nenhum informações sobre o passado musical do elemento) e o vocalista texano Johnny Solinger, que mantém paralelamente uma banda de música country e acompanha a banda desde 2000.

E que time! O Skid Row de hoje funciona no palco muito melhor do que nos áureos anos 90!

Quem teve o privilégio de comprovar isso  teve a chance de conferir, além dos clássicos, como o super hit 18 and Life, Piece of Me, Monkey Business e I Remember You (única lenta do set, cantada inteirinha, sem embromation, pelo público), alguns lados B, como Big Gun, que abriu o show, Making a Mess e Sweet Little Sister (todas do primeiro álbum, Skid Row) e músicas da nova safra como New Generation e Thick is the Skin.

Youth Gone Wild encerrou a noite (somethings never change) para tristeza e alegria dos presentes. Tristeza pelo fim do maravilhoso show de rock n’ roll, atitude e peso da noite. Alegria porque, ao contrário do que muitos acreditavam, o Skid Row continua vivo. E Sebastian Bach nem fez falta.





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