Posts Tagged ‘Joy Division

08
maio
18

Peter Hook voltará ao Brasil em outubro para show único em SP

Peter Hook - Foto: Divulgação FacebookEx-baixista do New Order e do Joy Division, Peter Hook voltará ao Brasil em outubro para show único em São Paulo. A apresentação será no dia 10 de outubro na Audio.

Desta vez, acompanhado da banda The Light, o músico destacará uma performance com os sucessos de dois álbuns do New Order, “Technique” (1989) e “Republic” (1993), além de um set list com clássicos do Joy Division.

O início das vendas dos ingressos se deu nesta terça-feira, 8 de maio, pelo site da Ticket 360. Nas bilheterias da Audio, o atendimento é de segunda-feira a sábado, das 13 horas às 20 horas.

Os valores da entrada inteira em primeiro lote é de R$ 140,00. Para o segundo lote, será de R$ 160,00.

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18
mar
17

Os 40 anos de ‘The Idiot’, o seminal álbum de estreia da carreira solo de Iggy Pop

Iggy Pop - 'The Idiot' - Reprodução da capa“The Idiot”, o seminal álbum de estreia da carreira solo de Iggy Pop, completa neste dia 18 de março de 2017 seu quadragésimo aniversário de lançamento. Se você viveu ou ouviu falar de música pop nos Anos 80, dificilmente ela teria acontecido da maneira como aconteceu sem este disco.

Produzido por David Bowie às vésperas do início de sua “Trilogia de Berlim”, “The Idiot” traça as linhas gerais que seriam exploradas nos anos seguintes por artistas e bandas que seguiram pelos trilhos do pós-punk, do gótico e até do rock industrial.

Iggy Pop tinha acabado de sair do Stooges e deixou-se conduzir por Bowie.

As guitarras pesadas foram substituídas por timbres até então pouco explorados por artistas de rock, resultando num álbum até introspectivo, mas com lampejos dançantes e recheado de experiências sonoras corajosas que apenas uma parceria entre Iggy Pop e David Bowie seria capaz de proporcionar naquele momento específico.

Gravado em estúdios na França e na Alemanha, “The Idiot” abre com maestria a série de referências literárias que Iggy Pop vincularia a sua música ao longo da carreira. O título refere-se a “O Idiota”, obra-prima do russo Fiódor Dostoiévski.

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25
ago
16

Peter Hook vem ao Brasil em dezembro para tocar coletâneas ‘Substance’ do New Order e do Joy Division

Peter Hook - Foto: DivulgaçãoEx-baixista do New Order e do Joy Division, o respeitado Peter Hook voltará ao Brasil em dezembro para três shows em capitais brasileiras: Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo.

Acompanhado da banda The Light, o músico britânico trará uma performance das coletâneas “Substance”, na íntegra e sequencialmente, do New Order e do Joy Divison.

No Rio de Janeiro, o show será realizado no dia 1º de dezembro no Teatro Rival. Em Porto Alegre, Hook e banda tocarão no dia 3 de dezembro no Opinião.

Em São Paulo, o show será no dia 6 de dezembro no Cine Joia.

“Substance” é o nome de duas coletâneas, uma do New Order e outra do Joy Division, duas das bandas mais importantes do rock entre o fim da década de 70 e o começo da década de 80.

A do Joy Division foi lançada em 1988, oito anos depois da morte do lendário vocalista Ian Curtis e que trazia alguns dos maiores clássicos do grupo, como “Transmission”, “Love Will Tear Us Apart” e “Atmosphere”.

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28
out
14

Peter Hook, ex-baixista do New Order e do Joy Division, fará show em SP no dia 31 de outubro

Peter Hook - Foto: DivulgaçãoEx-baixista do New Order e do Joy Division, o elogiado Peter Hook virá a São Paulo para uma apresentação única no Clash Club no dia 31 de outubro. O show faz parte do projeto de Hook de tocar na íntegra e na ordem, os álbuns que marcaram sua trajetória nas duas lendárias bandas.

Em 2011, o baixista apresentou um show sobre a curta, porém intensa, história do Joy Division. No ano passado, caiu na estrada novamente para tocar os álbuns “Movement” e “Power, Corruptions & Lies”, os dois primeiros do New Order.

Em 2014, ele dá sequência a essa cronologia musical com o show “Peter Hook & The Light performing New Order’s “Low-Life” and “Brotherhood”, que destaca o terceiro e quarto álbum do grupo.

Quem conhece um pouco de New Order, sabe que o álbum “Low-Life” tem nada menos que as faixas “The Perfect Kiss”, “Elegia” e “Sub-Culture”. “Brotherhood”, por sua vez, conta, por exemplo, com o hit “Bizarre Love Triangle”.

Peter Hook será acompanhado pela banda The Light, formada por seu filho Jack Bates (baixo), além de David Potts (guitarra), Andy Poole (teclado) e Paul “Leadfoot” Kehoe (bateria).

Os destaques do repertório são os mega-hits do New Order, além de clássicos do Joy Division, como ”Love Will Tear Us Apart” e “Atmosphere”.

Quem esteve no último dia do Lollapalooza de 2014 em São Paulo, viu um grande show do New Order no Autódromo de Interlagos. Agora, é uma boa oportunidade de ver a outra parte histórica da banda.

Os ingressos de Pista saem por R$ 120,00 (Primeiro Lote), R$ 140,00 (Segundo Lote) e R$ 160,00 (Terceiro Lote). Para o Camarote, as entradas saem por R$ 200,00.

Os locais de venda são a própria bilheteria do Clash Club (Rua Barra Funda, 969) e o Rock’n’Roll Burger (Rua Augusta, 538). Informações pode ser obtidas no telefone (11) 3661-1500. A venda online está sendo feita aqui.

Para comemorar a presença de Peter Hook no Brasil, o Roque Reverso descolou o clipe de “The Perfect Kiss”, do New Order, onde é possível ver toda a técnica do grande baixista.

25
abr
14

New Order trouxe os Anos 80 ao Lollapalooza com bom show que também relembrou o Joy Division

Para os mais modernos, o Arcade Fire era a escolha para o encerramento do Lollapalooza 2014, mas para aqueles que desejavam uma dose de nostalgia dos Anos 80, o New Order era a meta para que o festival que aconteceu no Autódromo de Interlagos ficasse gravado na mente. E foi justamente um show com vários momentos gratificantes que o clássico grupo britânico de Manchester trouxe ao público que prestigiou sua apresentação. Hits próprios e belas homenagens ao Joy Divison deram o tom do show que aconteceu na zona sul da capital paulista.

A decisão da organização do Lollapalooza, de deixar Arcade Fire e New Order no mesmo horário do domingo fez com que o público tivesse que fazer a escolha de deixar um dos shows de lado.

No Palco Skol, os canadenses levaram um grande número de fãs, mas, no Palco Interlagos, os ingleses não ficaram desemparados e conseguiram atrair também uma multidão nenhum pouco desprezível para vê-los.

Havia uma certa desconfiança por parte de alguns que foram ao show do New Order. Tudo porque a crítica cansou de lembrar que as apresentações da banda ao vivo há tempos não trazem a emoção dos Anos 80. Para os mais exigentes, o grupo nunca chegou a empolgar em shows e ainda, para completar, a ausência do histórico baixista Peter Hook, que brigou com os membros há alguns anos, deixava uma lacuna que não poderia ser preenchida.

Descontado o fato que os membros do New Order já são cinquentões e que isso faz diferença na maioria das bandas, o show no Lollapalooza não deixou a desejar. Com uma qualidade sonora impecável e com efeitos de luz bastante interessantes, o grupo trouxe aquilo que o público queria acima de tudo: diversão com boa música.

Logo na abertura, entre o tema de introdução e a música “Elegia”, o que se viu foi o público aos gritos de “New Order” e o vocalista Bernard Summer respondendo com uma saudação ao mesmo tempo simpática e provocativa para os amantes do futebol: “We are New Order. We are in São Paulo. We are in Brazil. Manchester United!”

Sem querer querendo, ele já provocou a resposta de alguns torcedores, com gritos de “Corinthians”, “Palmeiras” e outras referências a clubes brasileiros. “Ok, Brasil”, respondeu, para o restabelecimento da harmonia.

Como o assunto em questão era show musical, a banda colocou seu repertório à disposição do público. A primeira metade da apresentação foi sem dúvida menos empolgante do que a segunda, mas houve momentos interessantes, como “Crystal”, a cover “Transmission”, do lendário Joy Division, a nova “Singularity”, e “Ceremony”, single de estreia do New Order que tem a letra do vocalista morto do Joy Division Ian Curtis.

Para os mais novos que frequentam o Roque Reverso, Curtis é figura histórica do rock, tanto pelo talento vocal e na criação de letras como pela seu suicídio por enforcamento, em 18 de maio de 1980, quando o promissor grupo pós-punk Joy Division chegou ao fim. O New Order foi a sequência do Joy Division, com os três membros remanescentes Bernard Summer (vocal e guitarra), Peter Hook (baixo) e Stephen Morris (bateria e sintetizadores), com a inclusão da tecladista Gillian Gilbert.

Ela, que é esposa de Stephen Morris, por sinal retornou à banda em 2011, depois de um longo período cuidando de sua vida pessoal. Com um visual bem de tiazinha para os padrões do rock, Gillian manteve sua eterna postura blasé, quase imóvel em frente ao teclado.

Depois de trazer ainda na primeira metade do show as músicas “Age of Consent”, “Your Silent Face” e “World”, o New Order começou a desfilar a série de hits incontestáveis na segunda parte da apresentação. Logo de cara, levou o público ao delírio imediato ao tocar “Bizarre Love Triangle”, que transformou o local numa imensa pista de festa, com pessoas de várias idades e até crianças curtindo muito aquele momento.

Na sequência, “True Faith” e “586” mantiveram o público aquecido para o que viria depois: a trinca formada por “The Perfect Kiss”, “Blue Monday” e “Temptation”. Os mais atentos notaram durante o show que o som não somente era de alta qualidade como também batia direto no peito das pessoas que estavam na pista.

As batidas de “Blue Monday” e todos os arranjos que transformaram a música em verdadeira febre nos Anos 80 estavam lá, encantando o público. Em “The Perfect Kiss”, o baixo de Peter Hook foi substituído por um competente Tom Chapman, que não chegou a decepcionar em momento algum.

Passado o desfile de pérolas, o New Order saiu momentaneamente do palco para um brevíssimo respiro. Para o bis, o grupo trouxe dois ultraclássicos do Joy Division que emocionaram de vez os fãs, especialmente os mais antigos: “Atmosphere” e “Love Will Tear Us Apart”.

Na primeira, imagens do clipe original e de Ian Curtis se revezavam no telão central e faziam o público mais uma vez voltar no tempo para os Anos 80. Na segunda, letras garrafais com o nome de uma das músicas mais importantes da música pop do século passado também eram vistas no mesmo telão, além da frase “Forever Joy Division”. Um momento mágico para quem viveu uma época que deixou saudades quando o assunto é rock.

Sim, o New Order pode não ser mais o mesmo grupo que colocou a música de cabeça para baixo durante o auge da banda, mas conseguiu oferecer aos fãs uma noite que dificilmente será esquecida por quem esteve no Autódromo de Interlagos. Quem viu a apresentação pela TV teve só uma pequena amostra do que foi o show, especialmente na questão do som, que estava muito melhor pessoalmente. Quem foi ao Lollapalooza teve a certeza que o dinheiro gasto e a distância percorrida para chegar ao festival valeram a pena.

Para relembrar o show do New Order no festival, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Para começar, fique com “Bizarre Love Triangle”. Depois veja “Blue Monday” e, na sequência, “Atmosphere”, num vídeo filmado pelo próprio blog e que tem um bom número de visualizações. Para fechar, fique com o grande momento de  “Love Will Tear Us Apart”. Se o YouTube não tirar do ar, há uma opção aqui de ver o show na íntegra.

Set list

Elegia
Crystal
Transmission
Singularity
Ceremony
Age of Consent
Your Silent Face
World
Bizarre Love Triangle
True Faith
5 8 6
The Perfect Kiss
Blue Monday
Temptation

Atmosphere
Love Will Tear Us Apart

 

 

19
out
11

New Order volta ao Brasil em dezembro para show em SP, sem Peter Hook

O New Order volta ao Brasil no dia 3 de dezembro para participar da versão brasileira do UMF, o maior festival de dance music do mundo. O evento, que acontecerá no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, terá 22 atrações nacionais e internacionais do estilo e a banda britânica como o nome principal.

Será a terceira vez que o grupo vem ao País. A primeira foi em 1988, quando o grupo fez shows no Rio, em Porto Alegre e em São Paulo. A segunda foi em 2006, quando fez shows em Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Neste ano, o ex-baixista da banda Peter Hook, com sua banda The Light, fez apresentações no Rio e em São Paulo homenageando o Joy Division, grupo lendário do rock que deu origem ao New Order.

Para a apresentação no UMF, o enorme desfalque de Hook será compensado pela multiinstrumentista Gillian Gilbert, que era a tecladista da banda na fase clássica do New Order e que volta ao grupo após dez anos.

Você pode até torcer o nariz para o som mais dançante que o New Order trouxe ao mundo. Mas não pode negar que há qualidade nele. Diferente de muitas babas que seguiram os passos do grupo e transformaram a música num mar de sintetizadores artificiais, o New Order escreveu seu nome na história da música com guitarra, bateria e baixo tocados de verdade, claro, em conjunto com teclados e sintetizadores, unindo o rock a ritmos eletrônicos dançantes. 

A música abaixo, “Subculture”, que, infelizmente, não tem um vídeo oficial, é um bom exemplo da musicalidade do grupo, que ainda é tem entre seus componentes o vocalista Bernard Summer e o baterista Stephen Morris, ex-integrantes também do Joy Division. 

O primeiro lote de ingressos promocionais para o UMF Brasil já estão à venda no site LivePass. As entradas custam R$ 150, para mulheres, e R$ 180, para homens. Há opções de compra também, sem taxa de conveniência, nos postos de venda da empresa localizados no Shopping Villa Lobos, no Shopping Market Place, no Shopping Frei Caneca, na Show Tickets do Shopping Iguatemi, na Brascan Open Mall e no Teatro Gazeta, entre outros locais da capital paulista.

Para comemorar a volta do do New Order, fique com dois vídeos clássicos do grupo. Para começar, veja o vídeo de “Blue Monday”. Depois, fique com um clássico das baladas: “Bizarre Love Triangle”.

30
mar
10

Álbum traz registros inéditos de Renato Russo

Se estivesse vivo, Renato Russo, o grande líder da banda Legião Urbana e um dos maiores nomes do rock nacional, teria feito 50 anos, no sábado passado (27). Como parte da série de lançamentos em homenagem ao ídolo morto em 1996, chega às lojas nesta semana o álbum “Duetos” (EMI) que, entre registros já conhecidos e outros inéditos, traz Renato Russo em 15 encontros em que divide os vocais com artistas como Dorival Caymmi, Erasmo Carlos, Caetano Veloso, Marisa Monte e Cássia Eller.

No atual cenário fraquíssimo do rock nacional, a morte de Renato Russo é cada vez mais sentida. Já escutei muita gente classificando as letras dele como “letras para adolescentes”, mas, para quem realmente viveu esta fase da vida escutando o Legião no auge da carreira, este comentário é o que menos importa.

O cara bebia na fonte das coisas boas do rock. The Smiths e Joy Division são apenas alguns bons exemplos seguidos. E a banda tinha a companhia de outras boas aqui no Brasil, como o Ira!, o 365, Plebe Rude e Ultraje a Rigor, só para citar alguns dos grupos que tinham letras e melodias bem legais, com uma série de críticas à situação do País naquela década de 80.

Hoje, temos a companhia de Fresno, NX Zero e Banda Cine, só para citar as mais queridas da mídia, com músicas no maior estilo “breganejo” nas letras, mas com roupagem emocore.

Voltando ao álbum que faz homenagem a Renato Russo, o idealizador e produtor executivo do projeto é Marcelo Fróes. Há músicas aproveitadas de trabalhos de outros músicos que contaram com a participação especial de Renato, mas há também “duetos virtuais”, em que os convidados adicionaram voz posteriormente, a partir de gravações já existentes do ex-vocalista do Legião.

Um dos destaques é a participação de Caetano Veloso em “Change Partners”. Esta canção foi gravada por Tom Jobim e Frank Sinatra no álbum clássico lançado pelos dois em 1967.

O repertório de “Duetos” é o seguinte:

1 – “Like a lover”, com Fernanda Takai

2 – “Celeste”, com Marisa Monte

3 – “Vento no litoral”, com Cássia Eller

4 – “Mais uma vez”, com 14 Bis

5 – “A carta”, com Erasmo Carlos”

6 – “A cruz e a espada”, com Paulo Ricardo

7 – “Cathedral song/Catedral”, com Zélia Duncan

8 – “Change partners”, com Caetano Veloso

9 – “Strani amori”, com Laura Pausini

10 – “La solitudine”, com Leila Pinheiro

11 – “Come fa un’onda”, com Célia Porto

12 – “Só louco”, com Dorival Caymmi

13 – “Esquadros”, com Adriana Calcanhotto

14 – “Nada por mim”, com Herbert Vianna

15 – “Summertime”, com Cida Moreira

Em homenagem a Renato Russo, o Roque Reverso selecionou três vídeos que estão no Youtube de músicas do Legião que estão entre as preferidas deste blogueiro. Começamos com “Tempo Perdido”, depois seguimos com “Que País é Este” e terminamos com “Eu era um Lobisomem Juvenil”, esta uma montagem muito bem feita, com várias imagens da carreira da banda e do vocalista.




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