Posts Tagged ‘Golpe de Estado

22
out
18

Dr. Sin volta com novo guitarrista e lança o single ‘Lost in Space’

Dr. Sin - Foto: Divulgação/Eduardo FirmoO grupo brasileiro Dr. Sin está de volta. A banda brasileira retomou as atividades dois anos após um surpreendente encerramento.

O retorno do grupo traz como novidade a troca de guitarrista e o lançamento de uma nova música.

Para o lugar do ótimo Eduardo Ardanuy, a banda escolheu o guitarrista Thiago Melo.

Ele caminha agora caminha ao lado dos irmãos Ivan (bateria) e Andria Busic (baixo e vocal).

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01
maio
18

Golpe de Estado fará show de lançamento de CD de 30 anos no dia 11 de maio

Golpe de Estado - Reprodução do Cartaz do show de lançamentoO grupo Golpe de Estado tocará em São Paulo no dia 11 de maio no Teatro Eva Wilma. A veterana banda brasileira fará o show de lançamento do CD “30 Anos ao Vivo”.

O CD é fruto da gravação feita em 2017 no Clash Club, que anunciou recentemente o fechamento das portas, depois de muitos anos com várias apresentações interessantes dos mais diversos grupos de rock.

Tal qual a gravação do CD, o show de lançamento terá a participação mais do que especial do lendário vocalista Catalau, que não faz mais oficialmente parte da banda desde 1995.

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28
maio
17

Golpe de Estado gravará CD ao vivo de comemoração de 30 anos em junho com participação de Catalau

Golpe de Estado em SP - Cartaz de DivulgaçãoA veterana banda brasileira Golpe de Estado está em turnê comemorativa de 30 anos de carreira e, para comemorar este longo período de existência, vai gravar um CD ao vivo. Será no dia 10 de junho no Clash Club, localizado no bairro paulistano da Barra Funda.

O show terá, além da formação atual do Golpe, participação de gente que já passou pela banda, como o lendário vocalista Catalau e o comandante recente dos vocais Rogério Fernandes, que saiu há pouco tempo do grupo para se dedicar à sua banda Carro Bomba.

Será uma boa oportunidade também para o público conhecer o novo vocalista da banda, João Luiz, vindo do grupo Casa das Máquinas.

Os ingressos já estão à venda. O local oficial de compra pela internet é o site do Clube do Ingresso, onde também é possível localizar informações, por exemplo, de outros pontos físicos de venda.

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03
out
16

Em reencontro histórico, Catalau participará de show do Golpe de Estado da turnê de 30 anos

Golpe de Estado em SP - Cartaz de Divulgação do showO público paulistano tem mais um evento imperdível do rock marcado para outubro. No domingo, dia 23 de outubro, o Golpe de Estado dá sequência à sua turnê comemorativa de 30 anos no Clash Club, localizado no bairro da Barra Funda.

Não bastasse o simples fato de ter a chance de ver esta grande banda brasileira ao vivo novamente, o fã do bom e velho rock n’ roll terá a oportunidade de presenciar um reencontro histórico: a participação especial do antigo vocalista Catalau, algo impensável há alguns anos.

O vocalista deixou o Golpe de Estado em 1995 para se afastar da vida louca que tinha no rock e se dedicar à religião. Em 2016, conforme adiantaram os parceiros do Combate Rock, Catalau aceitou a participação especial.

Os ingressos estão à venda e, dado o tamanho pequeno do Clash Club, é bom se apressar, se quiser ver o reencontro histórico de Catalau com o Golpe.

O preço para a entrada inteira de Pista sai por R$ 80,00. Para o Camarote, o valor do ingresso inteiro é de R$ 120,00.

O local oficial de compra pela internet é o site do Clube do Ingresso, onde também é possível localizar informações, por exemplo, de outros pontos físicos de venda.

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12
jan
16

Golpe de Estado retorna com nova formação e anuncia turnê comemorativa de 30 anos

Golpe de Estado - Foto: Divulgação/Evandro CamelliniGrande notícia de última hora para o rock nacional. Menos de um ano depois do anunciado fim que deixou triste um grande número de fãs, o clássico grupo brasileiro Golpe de Estado está de volta, com uma nova formação e com a intenção de uma turnê comemorativa de 30 anos de carreira.

Da formação clássica, sobrou apenas o baixista Nelson Brito, justamente quem divulgou, no dia 11 de junho de 2015, uma carta anunciando o fim das atividades do Golpe.

Agora, além de Brito, o grupo contará com o baterista Roby Pontes, que fez parte da formação mais recente.

Também terá dois membros da banda Carro Bomba que já passaram pelo Golpe: o vocalista Rogério Fernandes e o guitarrista Marcello Schevano.

No site do Golpe de Estado, que aproveita uma estrutura do ótimo site do fã clube da banda, há um anúncio oficial (com a foto aproveitada acima) que conta com uma entrevista de Nelson Brito ao conceituado jornalista Antonio Carlos Monteiro, da Revista Roadie Crew. Na conversa com Monteiro, Brito chegou a dizer que o Golpe jamais acabou e que a carta distribuída aos fãs em 2015 informava que era aquela formação que estava chegando ao fim.

De fato, a carta informava exatamente que a formação, que contava com Nelson Brito, Roby Pontes, o vocalista Dino Linardi e o guitarrista Tadeu Dias, chegava ao fim, mas a mensagem que chegou a todos os fãs foi de um término definitivo do Golpe, com o próprio Nelson deixando claro que se arriscaria em novas empreitadas.

Agora, com a nova formação e o retorno, a previsão é de que a banda inicie a turnê comemorativa de 30 anos em fevereiro. De acordo com Nelson Brito, a reunião está aberta a convidados, “sejam ex-integrantes ou não”. “O Golpe não é uma casa de porta aberta, é uma casa sem portas. Quem quer, entra e sai a hora que bem entender”, destacou.

Em 2014, o grupo e o rock nacional tiveram um grande baque, já que perderam o talentoso guitarrista Hélcio Aguirra, que morreu aos 54 anos de idade. Ao lado de Aguirra, Nelson formou, com o vocalista Catalau e o baterista Paulo Zinner a formação clássica do Golpe que tanto satisfez os fãs de boa música nas décadas de 80 e 90.

Nelson Brito resistiu às inúmeras mudanças que aconteceram no Golpe de Estado durante os 30 anos de carreira. A primeira delas e uma das mais marcantes foi a saída de Catalau, que era um dos símbolos da banda. Depois disso, já em 2010, foi a vez do competente vocalista Kiko Muller e de Paulo Zinner deixarem o grupo. Por fim, a morte de Aguirra foi um duro golpe para Brito e não foi surpresa para muitos a carta com o anúncio do fim da banda em 2015.

O Golpe de Estado completou três décadas de carreira exatamente no ano passado e lançou oito discos. O mais recente foi “Direto do Fronte”, de 2012, que trouxe o Golpe de Estado numa nova formação, com o vocalista Dino Linardi e o baterista Roby Pontes, além de Nelson Brito e Hélcio Aguirra.

Agora, resta aos fãs e apreciadores do bom e velho rock n’ roll comemorarem o grande retorno do Golpe de Estado. Viva o rock!

08
ago
15

Dr. Sin anuncia turnê de despedida e deixa rock nacional ainda mais desfalcado

Dr. Sin - Foto: DivulgaçãoO grupo brasileiro Dr. Sin anunciou uma turnê de despedida que marcará o encerramento das atividades da banda no fim de 2015.

A notícia, que pegou vários fãs, músicos e jornalistas de surpresa, deixa o já tão maltratado rock nacional ainda mais desfalcado e deixa quem gosta de música de boa qualidade cada vez com menos opções, no mesmo ano no qual o Golpe de Estado também anunciou o término da carreira.

“Após vinte e três anos, sentimos anunciar que os próximos shows da banda Dr. Sin serão os últimos”, comunicaram, em nota oficial, os integrantes. “Dr. Sin sempre foi nossa paixão e a nossa luta. Nos dedicamos com afinco e esperamos que os frutos que deixamos sejam inúmeros”, acrescentaram.

A nota deixava clara a turnê de despedida, mas alimentava alguma pequena esperança de que o grupo continuaria, pelo menos, gravando trabalhos de estúdio. A confirmação definitiva do fim no encerramento de 2015 foi dada depois de uma nota do guitarrista Eduardo Ardanuy no Facebook, dizendo que tudo na vida tem “começo, meio e fim”.

Na triste constatação do excelente músico, a sensação é aquela de todos que acompanharam a carreira do Dr. Sin desde que o grupo surgiu nos anos 90: de que a banda fez de tudo para conquistar um lugar de maior prestígio além do nicho do rock n’ roll, mas que o problema é o espaço cada vez mais reduzido que os grandes setores da mídia dão ao gênero, enquanto outros estilos, mesmo com qualidade discutível, permanecem ganhando maior atenção.

“Depois de 23 anos de estrada, nós do Dr. Sin resolvemos encerrar as atividades, talvez pelo desgaste físico e emocional ao longo de todos esses anos num cenário nada favorável ao gênero musical que tanto amamos, o tal do ‘Rock’n’Roll’, que, depois de tantas mutações e subgêneros, transformou-se em algo que não saberia nem definir o nome! Mas com certeza não é o mesmo Rock’n’Roll que me inspirou a tocar guitarra e sonhar em ter uma banda de rock”, escreveu, ressaltando que o término da banda estaria sendo feito “sem mágoas ou rancores” e apenas com a “sensação de missão cumprida”.

Quem acompanha o rock nacional nas rádios, bares, pequenas casas de shows, publicações, sites e outros locais sabe que o estilo nunca morrerá, enquanto existir gente com espírito jovem e com a vontade de jogar nas guitarras, baixos e baterias da vida toda a energia que marca este tipo de música. Mas, sem a menor dúvida, é cada vez mais difícil um grupo de rock se manter no País, sem o apoio que outros gêneros têm e, infelizmente, com o baixo público que vários shows nacionais costumam ter, muitas vezes pela falta de paciência com o artista nacional e a obsessão clara por nomes estrangeiros.

Se o Dr. Sin fosse uma banda norte-americana ou britânica, certamente teria conquistado um lugar de mais destaque  ainda do que o que conquistou no Brasil. Qualidade é a marca da banda e isso não costuma passar sem o devido reconhecimento nas terras onde o rock se desenvolveu.

Além do virtuoso Ardanuy nas guitarras, os irmãos Ivan (bateria) e Andria (vocal e baixo) Busic sempre foram bastante respeitados desde a época da banda Taffo, do saudoso Wander Taffo, nos anos 80.

Este jornalista se lembra do show histórico que o Pantera fez em São Paulo, em dezembro de 1993, quando o Dr. Sin foi a banda de abertura na casa de shows Olympia. Com um som mais pesado e agressivo que o da banda brasileira, o norte-americano Pantera naturalmente tinha um público mais agitado e havia um certo temor que o Dr. Sin pudesse ser bastante maltratado pela plateia sedenta pela porrada sonora dos gringos.

O Dr. Sin tinha o clipe de “Emotional Catastrophe” estourando na MTV e divulgava o álbum de estreia “Dr. Sin”. A despeito de algumas expectativas de que somente esta música poderia levantar a plateia no show de abertura, a banda brasileira conseguiu manter o público ligado durante toda a apresentação e, sem a menor dúvida, ganhou a atenção e, sobretudo, o respeito dos exigentes fãs do Pantera.

No ano seguinte, no primeiro Monsters of Rock no Brasil, a banda tocou ao lado dos brasileiros Angra, Viper e Raimundos e dos gringos Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS. Quem estava no Estádio do Pacaembu, com certeza, lembrará de como o grupo empolgou no cover de “Have You Ever Seen The Rain”, do Creedence Clearwater Revival.

Depois do álbum de estreia, o Dr. Sin lançou outros grandes discos que fizeram o grupo ganhar espaço no rock nacional e participou de alguns outros festivais de respeito, como o Monsters of Rock de 2013 e o Rock in Rio do mesmo ano. Em 2015, a banda veio com o disco “Intactus”, nono da banda e que sucedeu “Animal”, de 2011.

Com o anúncio do fim da banda para o fechamento de 2015, resta ao público aproveitar os shows da turnê de despedida e conferir os últimos momentos do grupo brasileiro. Tudo isso sem deixar de torcer para uma retomada.

Para homenagear o bravo Dr. Sin, o Roque Reverso descolou três vídeo da banda no YouTube. Fique inicialmente com o clipe do clássico “Emotional Catastrophe”. Depois, veja o de “Scream & Shout”. Para fechar, o show completo que o grupo fez no Monsters of Rock de 1994. Valeu, Dr. Sin!

11
jun
15

Baixista Nelson Brito anuncia o fim da banda Golpe de Estado

Golpe de Estado na formação mais recente - Foto: DivulgaçãoO clássico grupo brasileiro Golpe de Estado chegou ao fim. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, dia 11 de junho, pelo baixista Nelson Brito, único membro remanescente da formação original da banda paulistana, que, há pouco mais de um ano, perdeu o talentoso guitarrista Hélcio Aguirra.

Por meio de sua conta no Facebook e de uma carta escrita à mão que foi escaneada para ser veiculada, Brito agradeceu aos fãs. “Hoje, com total convicção e tranquilidade, torno oficial e público: a atual formação do Golpe de Estado encerrou suas atividades na certeza de estar fazendo o melhor para todos; para o público e para o Golpe”, escreveu.

O respeitado grupo, que muitas vezes deixou de ser reconhecido da maneira mais correta pela grande mídia, tinha três décadas de carreira e lançou oito discos.

O mais recente foi “Direto do Fronte”, de 2012, que trouxe o Golpe de Estado numa nova formação, com o vocalista Dino Linardi e o baterista Roby Pontes, além de Nelson Brito e Hélcio Aguirra.

Em 2014, a morte inesperada de Aguirra, que sempre foi o principal compositor da banda, chocou o rock nacional. Ainda assim, Nelson seguiu com a banda, que passou a contar com Tadeu Dias (ex-Centurias e ex-Harpia) como substituto nas guitarras.

Agora, o baixista disse que, depois de passar vários meses pensando, decidiu “sair do conforto” e “correr um puta risco”. “Vou gravar um material que estou em dívida há alguns anos, fazer alguns shows (comemorativos) dos trinta anos – tudo nos moldes do tributo ao saudoso Helcio Aguirra”, informou.

Nelson Brito resistiu às várias mudanças que aconteceram no Golpe de Estado durante os 30 anos de carreira. A primeira delas e uma das mais marcantes foi a saída do inesquecível vocalista Catalau, que era um dos símbolos da banda nos Anos 80 e início dos Anos 90.

Na sequência, já em 2010, foi a vez do competente vocalista Kiko Muller e do respeitadíssimo baterista Paulo Zinner deixarem o grupo. Por fim, a morte de Aguirra foi um duro golpe para Nelson Brito e não foi surpresa para muitos o anúncio do fim da banda.

Em tempos nos quais o rock nacional vem ficando cada vez mais de escanteio nas atenções da mídia e num período em que os grupos veteranos, como os Titãs, o Paralamas do Sucesso e o Ira! permanecem como os mais populares, a perda do Golpe de Estado em nada ajuda o estilo.

Apesar desta lacuna que será deixada, o Golpe de Estado permanecerá vivo nos discos, gravações e vídeos espalhados pelas redes sociais. Para homenagear esta grande banda brasileira, o Roque Reverso descolou no YouTube uma apresentação que o grupo fez no programa “Bem Brasil”, da TV Cultura, em 1995, quando a formação clássica, com Catalau, Hélcio Aguirra, Paulo Zinner e Nelson Brito, ainda estava presente. Valeu, Golpe!




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