Posts Tagged ‘Brad Wilk

16
maio
17

Com ‘Fora, Temer’ e show variado no Maximus Festival, Prophets of Rage mantém legado do Rage Against

Prophets of Rage em SP - Tom Morello - Foto: Divulgação Midiorama/Marta AyoraO Prophets of Rage se apresentou no sábado, 13 de maio, no Maximus Festival, em São Paulo, e aliviou para muitos a falta marcante que o icônico Rage Against The Machine faz ao rock n’ roll. Para um público ansioso para ouvir as canções politizadas e recheadas de atitude da sempre saudosa banda norte-americana da Califórnia, o supergrupo formado por membros do próprio RATM, do Public Enemy e do Cypress Hill mostrou que o legado de um dos conjuntos musicais mais conscientes da história está mantido, com direito até a uma manifestação do já tradicional “Fora, Temer” por parte do guitarrista Tom Morello.

Em tempos de uma onda conservadora preocupante que retorna ao mundo e que não deixa o Brasil passar ileso, a vinda do Prophets of Rage a um país comandado por uma classe política que promove diariamente alguns dos maiores retrocessos da história brasileira foi uma espécie de bálsamo momentâneo.

Durante pouco menos de 2 horas, os músicos trouxeram ao público presente no Autódromo de Interlagos uma seleção de músicas que fazem, sobretudo, pensar, algo raro para muitos setores da sociedade que parecem ser compostos por zumbis.

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22
jan
17

Após hiato de 12 anos, Audioslave se apresenta em show de protesto contra Trump nos EUA

Audioslave em Los Angeles - Foto: Reprodução do YouTubeO Audioslave voltou a tocar ao vivo depois de 12 anos. A apresentação foi realizada no sábado, dia 21 de janeiro, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

O grupo foi atração especial do Anti-Inaugural Ball, evento de protesto em relação à posse do republicano Donald Trump como presidente dos Estados Unidos que aconteceu no mesmo dia em Washington.

Foram tocadas três músicas: “Cochise”, “Like A Stone” e “Show Me How To Live”.

Na internet, houve quem reclamasse da performance do vocalista Chris Cornell em “Like A Stone”, mas também houve quem o perdoasse em função do estado alcoólico elevado.

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05
abr
15

Show do Smashing Pumpkins no Lollapalooza foi como uma ilha de rock em noite de pop e eletrônico

Smashing Pumpkins no Lollapalooza - Foto: Divulgação LollapaloozaO Smashing Pumpkins tocou no dia 29 de março no Lollapalooza 2015 e deixou uma boa impressão para os fãs novos e antigos que acompanharam a apresentação ao vivo ou pela TV. Num show relativamente curto, a banda norte-americana liderada pelo vocalista e guitarrista Billy Corgan reuniu, no Autódromo de Interlagos, na cidade de São Paulo, grandes hits que entraram para a história do rock e fizeram a cabeça dos fãs da boa música nos Anos 90.

A apresentação no Lollapalooza não chegou ao nível do grande show que a banda fez no auge da carreira no Hollywood Rock de 1996, mas superou a performance do grupo no Planeta Terra Festival de 2010.

Tal qual 2010, Billy Corgan é o único remanescente da formação original e clássica, que tocou demais naquele Hollywood Rock. A diferença, talvez, em relação ao Planeta Terra, é que os músicos que acompanharam o vocalista têm um pouco mais de bagagem.

Na bateria, por exemplo, Brad Wilk (Rage Against the Machine e Audioslave) deu um peso maior a algumas músicas. Mark Stoermer, do The Killers, ficou bem quieto no baixo, mas deu o suporte necessário à banda. Na outra guitarra, Jeff Schroeder também não fez feio e ajudou bastante Corgan.

A ótima “Cherub Rock”, do clássico “Siamese Dream”, de 1993, foi a primeira do show e trouxe a banda com uma energia até surpreendente. Outros hits, da fase áurea, como “Tonight, Tonight”, “1979” e “Disarm”, também encantaram a plateia fã do grupo, que representava quase uma ilha, num dia de festival marcado fortemente pelo pop e pela música eletrônica.

Também vale destacar as canções do bom novo álbum, “Monuments to an Elegy”, lançado no fim de 2014. “One and All”, que já havia sido elogiada aqui no Roque Reverso quando foi liberada no YouTube, foi o destaque, já que tem muito do que o Smashing Pumpkins trouxe de melhor ao rock.

Smashing Pumpkins no Lollapalooza - Foto: Divulgação LollapaloozaSmashing Pumpkins no Lollapalooza - Foto: Divulgação LollapaloozaSmashing Pumpkins no Lollapalooza - Foto: Divulgação LollapaloozaSmashing Pumpkins no Lollapalooza - Foto: Divulgação Lollapalooza

A última música da primeira parte do show foi nada menos que “Bullet With Butterfly Wings”, que tem a tradição de empolgar o mais frio dos fãs. No Lollapalooza não foi diferente e muita gente achou que esta foi a canção que mais animou a plateia.

Depois de uma breve pausa, o bis foi a volta solitária de Corgan com um violão e a execução acústica da bela “Today”, que ficou muito legal com a ajuda do público cantando. A música chegou a ser atrapalhada momentaneamente por uma queima de fogos de artifício claramente iniciada antes do combinado.

O fato inesperado deixou Corgan contrariado. Tanto que ele chegou a olhar feio, balançar a cabeça e a parar os acordes, para depois recomeçar. Por fim, um dos clássicos que estava no set list original divulgado pela banda, a música “Zero”, não foi executado, talvez porque o vocalista tenha pensado que a queima de fogos fosse um recado de que o festival estava acabando. “Heavy Metal Machine” também ficou só na promessa.

Com isso, ficou uma sensação de “quero mais” e até de frustração por parte do público que queria ouvir “Zero” e já tinha tido acesso ao set list. A análise do show foi positiva, mas a queima de fogos acabou atrapalhando.

Resta saber se Corgan, cada vez mais expondo seus sentimentos (chegou a lamentar a morte do gato durante o show) e claramente cansado do cenário atual do rock, continuará com o Smashing Pumpkins. Apesar de não ser a mesma coisa que no passado, o grupo parece ter ainda lenha para queimar em tempos de muitos questionamentos sobre o futuro do rock.

Para relembrar o show do Smashing Pumpkins no Lollapalloza, o Roque Reverso descolou vídeos da apresentação no YouTube. Fique inicialmente com “Cherub Rock”. Depois veja a banda tocando “Bullet With Butterfly Wings”. Para fechar, a execução acústica de “Today”.

Set list

Cherub Rock
Tonight, Tonight
Ava Adore
Being Beige
Drum + Fife
Stand Inside Your Love
1979
Pale Horse
Monuments
Drown
Disarm
One And All
United States
Bullet With Butterfly Wings

Today (acústico)

10
jun
13

Black Sabbath libera primeiro clipe de música do novo álbum

Black Sabbath - Foto: DivulgaçãoUm dia antes do lançamento oficial de seu aguardado novo álbum “13”, o Black Sabbath liberou  o clipe da música “God is Dead?”, que você já havia escutado aqui no Roque Reverso. Dirigido por Peter Joseph, o vídeo traz imagens novas e antigas do grupo britânico junto a um cenário de guerras e de degradação da sociedade.

Conforme já foi amplamente destacado pelo Roque Reverso, o novo disco do Sabbath terá três dos quatro membros originais presentes: Ozzy Osbourne, o guitarrista Tony Iommi e o baixista Geezer Butler.

O baterista Bill Ward ficou de fora, já que não conseguiu assinar um contrato satisfatório com os demais ex-companheiros. No seu lugar, como músico convidado, está nada menos que Brad Wilk, do Rage Against The Machine.

O álbum novo tem a produção Rick Rubin e é o primeiro com Ozzy, Iommi e Butler juntos em 35 anos.

A despeito de já ter sido liberado para audição na íntegra no iTunes, será lançado em diversos formatos físicos no dia 11 de junho. Além da versão em CD convencional, há, por exemplo, uma outra em soft pack, com um segundo disco de material bônus em áudio.

“13” também representa a superação de Tony Iommi, que foi diagnosticado com câncer no início de 2012.

A banda também é bastante aguardada aqui no Brasil em outubro. Tudo porque se apresentará em três capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, com a abertura do Megadeth.

Veja abaixo o clipe de “God is Dead?”:

18
abr
13

Black Sabbath lança primeira música de aguardado novo álbum previsto para junho

13 - Black-Sabbath - ReproduçãoO Black Sabbath lançou a primeira música de seu aguardado novo álbum “13”, previsto para chegar ao público no dia 11 de junho e cuja capa você pode ver ao lado. “God is Dead?” foi divulgada em rádios pelo mundo e rapidamente caiu nas redes sociais neste dia 18 de abril de 2013.

A canção é mais uma das seguidas novidades da lendária banda de heavy metal, que semanalmente vem aparecendo na mídia com diversas notícias. Recentemente, em uma disputadíssima audição para convidados, foram executadas oito faixas que farão parte do disco, além de divulgados seus respectivos títulos.

Conforme já destacado pelo Roque Reverso, o novo álbum terá três dos quatro membros originais presentes: Ozzy Osbourne, o guitarrista Tony Iommi e o baixista Geezer Butler. O baterista Bill Ward ficou de fora, já que não conseguiu assinar um contrato satisfatório com os demais ex-companheiros. No seu lugar, como músico convidado, está nada menos que Brad Wilk, do Rage Against The Machine.

O novo disco tem a produção do ótimo Rick Rubin e é o primeiro com Ozzy, Iommi e Butler juntos em 35 anos. Deve ser lançado em diversos formatos. Além da versão em CD convencional, há, por exemplo, uma outra em soft pack, com um segundo disco de material bônus em áudio.

“13” também representa a superação de Tony Iommi, que foi diagnosticado com câncer no início de 2012. Recentemente, em vídeo liberado pela banda, ele mostrava boa aparência e deu a entender que está conseguindo lutar bem contra esta doença maldita.

Aqui no Brasil, a expectativa em relação ao Black Sabbath reunido só aumenta, já que, além do novo disco, o País receberá três shows do grupo em outubro, em São Paulo, no Rio e em Porto Alegre, conforme anúncio da produtora Time For Fun.

As datas e locais ainda não foram confirmados, mas, na capital paulista especificamente, há rumores cada vez mais fortes de que a apresentação poderia ser no Campo de Marte, local raro para shows de rock na cidade, mas muito amplo.

Quanto à nova música do Black Sabbath, ela é lenta e traz aquele cenário de peso característico marcado pela poderosa guitarra de Iommi, Também chama a atenção o vocal extremamente limpo de Ozzy, lembrando muito seus mais recentes discos.

Ouça abaixo “God is Dead?”:

14
mar
13

Black Sabbath define dia 11 de junho como data de lançamento de aguardado álbum

O Black Sabbath definiu o dia 11 de junho como data de lançamento de seu aguardado novo álbum. “13” é o nome do disco, que, conforme já foi destacado pelo Roque Reverso terá três dos quatro membros originais presentes: Ozzy Osbourne, o guitarrista Tony Iommi e o baixista Geezer Butler.

O único que ficou de fora foi o baterista Bill Ward, que não conseguiu assinar um contrato satisfatório com os demais ex-companheiros. No seu lugar, como músico convidado, está nada menos que Brad Wilk, do Rage Against The Machine.

A confirmação da data veio acompanhada de um vídeo de bastidores da gravação do Sabbath no estúdio Shangri-La Studio, em Los Angeles, com o renomado produtor Rick Rubin.

No vídeo, há depoimentos dos músicos e de Rubin, além de momentos com a banda tocando. Diagnosticado com câncer no início de 2012, Tony Iommi mostra boa aparência e dá a entender que está conseguindo lutar bem contra esta doença maldita.

O novo disco do Black Sabbath, o primeiro com Ozzy, Iommi e Butler juntos em 35 anos, deve ser lançado em diversos formatos. Além da versão em CD convencional, há, por exemplo, uma outra em soft pack, com um segundo disco de material bônus em áudio.

Veja abaixo o vídeo liberado pelo Black Sabbath com os bastidores da gravação:

16
out
10

Rage Against the Machine no SWU: ‘Your anger is a gift’

Por Wladimir D’Andrade, com colaboração de Flavio Leonel

No final, havia carcaças de óculos, documentos espalhados pelo chão e uma pilha de tênis sendo amontoados num mesmo lugar para facilitar a procura de seus donos. Esse é um dos retratos da apresentação do Rage Against the Machine, no sábado, no SWU Music & Arts, em Itu, interior de São Paulo. Uma representação da catarse pela qual os fãs viveram durante cerca de 1h40, depois de uma espera de mais de 15 anos pela vinda do grupo californiano ao País.

O Rage fez um show poderoso, tenso e anárquico. Subiu no palco ao som de uma sirene, enquanto a estrela vermelha ascendia lentamente no telão. O grupo começou com “Testify”, emendou “Bombtrack” e dedicou “People of the Sun” ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) – O guitarrista Tom Morello até usou em algumas partes da apresentação um boné da entidade.

A banda passou por cima dos problemas de som, que por duas vezes foi interrompido ao público. A platéia, enfurecida com a ausência de som não pensou duas vezes para criar um dos gritos que marcaram o festival de maneira estrondosa naquela noite: “Ei, SWU, vai tomar no cu!”

Depois do show, os organizadores do festival disseram que o problema foi causado na mesa de som, que estaria sob responsabilidade do Rage Against the Machine. A questão é que, com os preços elevados dos ingressos, este tipo de problema quase amador relacionado ao som é inadmissível.

Empecilhos à parte, a banda continuou a apresentação. Hit após hit, a empolgação dos fãs era visível. Morello reproduziu fielmente os solos das músicas e tirava som de onde parecia impossível, pelo menos não fora de um estúdio.

Os sucessos, principalmente os do primeiro álbum – “Bombtrack”, “Bullet in the Head” e “Know Your Enemy”, entre outros -, levaram o público ao descontrole, como era esperado pelos que sempre sonharam em ver Zack de la Rocha (vocal), Morello, Tim Commerford (baixo) e Brad Wilk (bateria) a alguns metros de distância.

Não surpreendeu nem mesmo a tentativa de invasão do público à área premium. O politicamente engajado quarteto até mesmo deu pinta de que incentivava a prática. Morello já havia dado “a dica” no Twitter: “Alguns estão comprando entradas comuns para Chile/Brasil planejando invadir a área VIP quando o som começar. É apenas um pensamento que gostaria de mencionar.”

Esse foi o primeiro motivo para a banda interromper o show, já que muita gente estava no maior apuro, justamente na divisa da pista comum com a premium e as grades que separavam os dois locais chegaram a ser rompidas. Depois de um pedido sem sucesso dos organizadores para que o público desse passos para trás, Zack de la Rocha pegou o microfone e pediu apenas para que cada um curtisse o espetáculo com respeito ao próximo, para que ninguém saísse ferido. “Vamos cuidar uns dos outros”, disse.

Poucos precisaram ser atendidos no posto médico com ferimentos leves. Mas quem tentou assistir o RATM à frente da linha da mesa de som – localizada há alguns metros do palco – toma esses casos como “acidente de trabalho”. A essa distância do palco, ou as rodas de bate-cabeça chegavam até você ou você era levado até elas. Trate de sobreviver…

Eram fãs se trombando e empurrando uns aos outros, nos quais as feições afloravam sentimento de raiva. O cenário do show é boçal para alguns, mas para os que deixaram a fazenda Maeda vermelhos de cansaço foi uma oportunidade de extravasar – por incrível que pareça, respeitosamente – sentimentos destrutivos que fazem, queiram ou não, parte da vida de todos. Pergunta: não é melhor que isso venha à tona em um ambiente (minimamente) controlado?

O Rage conseguiu passar sua mensagem em meio às suas letras políticas, fez o público levantar os punhos para o alto à maneira do movimento Panteras Negras – partido revolucionário norte-americano dos anos 60 que lutava pelos direitos dos negros – e inclusive ficar admirado com o hino da Internacional Comunista na abertura do bis, quando os fãs usaram suas últimas forças para pular ao som de “Freedom” e o principal sucesso, “Killing in the Name”.

No final, restou ainda mais um recado do RATM: “Your anger is a gift” (Sua raiva é uma dádiva), afirmou Zack. Uma amostra do que esse sentimento é capaz. Não para os homens se destruírem uns aos outros, mas serve como alerta de que temos ao menos essa ferramenta para não aceitar certas situações – “Fuck you, I won’t do what you tell me” (Não farei o que você me diz, em tradução livre, sem o palavrão), canta o Rage Against the Machine para um público que não vai esquecer tão cedo a apresentação.

Para manter a tradição do blog, o Roque Reverso descolou o set list do show, algumas fotos oficiais e, claro, vídeos do YouTube. O leitor poderá ver grandes momentos, como a abertura e a música “Testify”. Na sequência espetacular, “Bombtrack”, “People Of The Sun”, “Know Your Enemy” e “Bulls On Parade”. Para fechar, o bis, com “Freedom” e uma pitada da Internacional Socialista, além da mais do que clássica “Killing in The Name”. Histórico!

Set list:

Testify
Bombtrack
People Of The Sun
Know Your Enemy
Bulls On Parade
Township Rebellion
Bullet In The Head
Guerrilla Radio
Calm Like A Bomb
Sleep Now In The Fire
Wake Up 

Freedom
Killing In The Name




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