Archive for the 'Kirk Hammett' Category



29
set
13

Metallica manteve o domínio de 2011 e fez um dos melhores shows do Rock in Rio 2013

Redação RЯ 

Dizer que o Metallica é quase imbatível no palco é praticamente “chover no molhado” e, no Rock in Rio 2013, a banda norte-americana de thrash metal voltou a mostrar o motivo pelo qual é considerada a maior do heavy metal na atualidade e uma das mais badaladas de todo o rock. Mantendo a receita de 2011, quando fez um show histórico e inesquecível para 100 mil felizardos, o grupo fez uma grande apresentação para os 85 mil fãs presentes na capital fluminense em plena quinta-feira, dia 19 de setembro.

Comparações entre os shows de 2013 e 2011 são perfeitamente naturais e é óbvio que elas serão feitas pelo Roque Reverso. A começar pelo set list deste ano, um pouco menos clássico do que o do outro ano, mas tão surpreendente como. O leitor deve concordar que a simples escolha da instrumental e maravilhosa “Orion” em 2011, já deixa qualquer repertório sem ela em desvantagem e, se juntarmos à ela a execução de “Am I Evil”, considerada a música cover mais importante do Metallica, a diferença pesa a favor da primeira vez da banda no festival, que ainda contou com “Ride the Lightning”, “Fade to Black”, “Whiplash” para deixar tudo muito mais oitentista.

Em 2013, este papel de resgatar a fase mais antiga do Metallica foi de “Battery”, de “Hit the Lights” e da surpreendente “…And Justice For All”, executada na íntegra em solo brasileiro apenas em 1989, quando a banda veio pela primeira vez ao Brasil e promovia exatamente o álbum de mesmo nome. Esse, por sinal, foi um ponto a favor de 2013, já que o grupo tocou nada menos que quatro sucessos deste elogiado disco.

Entre as músicas “mais fracas”, que poderiam ser trocadas por clássicos, 2011 teve “Fuel” e “Cyanide”. Já 2013 contou com “Holier Than Thou” e até “The Memory Remains”, que está longe de ser uma música ruim, mas fica atrás de inúmeros outros clássicos apropriados para um show de gala do Metallica.

Discussões de set list à parte, um show da banda é sempre algo marcante e é impossível que passe despercebido. Para quem estava na Cidade do Rock ou vendo pela TV, a impressão é a de que o Metallica tende a seguir com o seu reinado no heavy metal por um bom tempo.

Destaque técnico ainda para dois detalhes que, para alguns, fez 2013 superar 2011: o telão ainda maior na edição mais recente, assim como a qualidade do som, que, se em 2011, já era ótima, melhorou ainda mais no festival seguinte.

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O show

Uma vantagem de 2013 em relação a 2011 é que o grupo entrou menos pressionado. Se, no primeiro ano, o Metallica tocava pela primeira vez no Rock in Rio original e ainda entrava logo após o insano show do Slipknot, este ano a banda entrou sabendo como funcionava a coisa e depois de uma apresentação bem mais calma e menos impactante: a do ótimo Alice in Chains.

A música escolhida para iniciar o show foi “Hit the Lights”, o primeiro sucesso da carreira do Metallica. A despeito de a introdução não ter sido tão impactante como em 2011 com “Creeping Death”, o público foi igualmente ao delírio. Num detalhe que pareceu perceptível apenas para quem acompanhava pela TV, James Hetfield estava meio rouco. Ainda assim, seguiu em frente com toda a sua vibração característica.

Na sequência, a sempre matadora “Master of Puppets”, além de “Holier Than Thou” e “Harvester of Sorrow”. Um fato interessante do show de 2013 é que ele começou menos agitado que o de 2011, tanto pela banda como pelo público, mas foi crescendo com o decorrer da apresentação.

Hetfield, que chegou a cometer erros raros em 2011, estava melhor na guitarra e contou com o parceiro Kirk Hammett bem mais inspirado, com direito até a um breve solo que lembrou temas do filme “Guerra nas Estrelas”. Lars Ulrich, que nunca mais foi o mesmo na bateria após o Black Album, mandou bem em vários momentos do show. Robert Trujillo, por sua vez, é aquele músico regular de sempre, que arrasou tanto num ano como no outro no baixo.

“The Day that Never Comes”, “The Memory Remains” e “Wherever I May Roam” garantiram um momento menos agitado do show, mas de grande participação do público em cada refrão. “Welcome Home (Sanitarium)” e “Sad But True” fizeram o público delirar a cada acorde e prepararam o terreno para a surpreendente “…And Justice for All”.

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Heffield estava um pouco menos falante que em 2011, mas sua voz foi melhorando no decorrer do show, assim como a participação do público seguia crescendo a cada música executada. Numa das intervenções do vocalista, foi engraçado ver ele perguntar se todos haviam gostado do show que o grupo Ghost havia realizado pouco antes do Metallica e a plateia responder de maneira negativa.

A parte final do set list foi arrasadora, com “One” e toda a tradicional pirotecnia, além das sensacionais “For Whom the Bell Tolls” e “Blackened” e as populares “Nothing Else Matters” e “Enter Sandman”. No bis, a certeza de que “Creeping Death” funciona melhor no começo do show e que “Battery” deveria ser tocada em todas as apresentações.

Para fechar mais uma grande performance no Rock in Rio, veio “Seek & Destroy” e todo o momento apoteótico que cerca esta música avassaladora do Metallica. Tal qual em 2011, gigantes bolas pretas de plástico foram jogadas ao público, que saudou a banda com enorme empolgação.

Mais uma vez, a banda precursora do thrash metal mostrou quem manda no estilo e escreveu mais um capitulo na história do maior festival brasileiro. É difícil imaginar uma terceira participação consecutiva do Metallica, agora na edição de 2015 do Rock in Rio, mas, para quem é fã do grupo, ele poderia vir a todos os festivais.

Para lembrar do grande show do Metallica no Rock in Rio 2013, o Roque Reverso, é claro, descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com um de abertura, contendo a introdução tradicional de “The Ecstasy of Gold”, seguida de “Hit the Lights”. Na sequência, veja a banda tocando “Wherever I May Roam”, “Sad But True” e um vídeo com a dobradinha “Battery” e “Seek & Destroy”. Se quiser ter o show completo, entre neste link, enquanto não retiram do YouTube.

Set list

Hit the Lights
Master of Puppets
Holier Than Thou
Harvester of Sorrow
The Day that Never Comes
The Memory Remains
Wherever I May Roam
Welcome Home (Sanitarium)
Sad but True
…And Justice for All
One
For Whom the Bell Tolls
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman

Creeping Death
Battery
Seek & Destroy

30
set
11

Metallica fez show empolgante, trouxe set list impecável e escreveu de vez seu nome na história do Rock in Rio

Atração mais esperada do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2011, o Metallica correspondeu às expectativas e conseguiu realizar no domingo, dia 25 de setembro, um show extremamente empolgante na capital fluminense, onde não tocava desde 1999. A banda norte-americana de thrash metal trouxe um set list impecável recheado de clássicos para mais de 100 mil pessoas, mostrou energia digna dos velhos tempos e escreveu definitivamente seu nome com letras gigantes na história do festival.

Sem a menor sombra de dúvida, foi um dos maiores shows já vistos em solo brasileiro, ao lado de outras apresentações espetaculares observadas em edições anteriores do próprio Rock in Rio, como as do AC/DC, do Iron Maiden e do Queen, todas no longínquo ano de 1985.

O Roque Reverso presenciou mais uma vez ao vivo a apresentação do Metallica, que há anos sonhava em participar de uma edição do Rock in Rio em seu lugar original. Desde os primeiros acordes, a emoção dos músicos da banda era evidente e eles pareciam querer dizer: “Este festival de 2011 é nosso e ninguém vai nos superar.”

Numa noite que teve o grande Motörhead como uma das bandas de abertura no Palco Principal, a ameaça maior ao império do Metallica veio da sensacional e brutal apresentação feita pelo Slipknot, que conseguiu hipnotizar a plateia como poucos grupos haviam conseguido no Brasil em festivais. Após o show do grupo mascarado, pipocaram perguntas na plateia que colocavam em dúvida o poder do Metallica para fazer uma apresentação ainda mais marcante.
O primeiro sinal já veio durante os testes de intrumentos, quando, na primeira pancada da bateria, o público tomou um grande susto com a altura daquilo, que mais parecia uma explosão de uma pequena bomba.

Resenha RIRTestes encerrados, as luzes se apagaram e começou a tradicional introdução de “The Ecstasy of Gold”, de Ennio Moricone, acompanhada de imagens no telão do filme “Três Homens em Conflito”, de Sérgio Leone.

Foi quando as primeiras batidas de “Creeping Death” enlouqueceram o público que começou a cantar já na introdução da ótima música do álbum “Ride the Lightning”.

Se o som do Rock in Rio já surpreendia pela qualidade, atingiu níveis impressionantes a partir daquele momento, num volume bem maior do que o observado nos shows anteriores. Para deixar tudo ainda melhor, James Hetfield (vocal e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo) vieram ao palco com a faca nos dentes, para mostrar que quem mandava no pedaço era o Metallica. O público, por sua vez, fazia o seu papel e cantava a plenos pulmões, dando também um espetáculo à parte.

Sem deixar a plateia respirar, Trujillo tirou de seu baixo os primeiros acordes distorcidos de “For Whom The Bell Tolls”, do mesmo álbum clássico da banda. Figura que trouxe um espírito de renovação ao grupo, o baixista mostrou que continua estraçalhando em seu instrumento, enquanto James, Lars e Kirk davam continuidade ao ótimo show, que teria na sequência a música “Fuel”, do álbum “Reload”, acompanhada de labaredas imensas que esquentaram toda a região próxima ao palco.

James Hetfield parecia uma criança e não fazia questão alguma de esconder o sentimento de satisfação por estar diante de 100 mil pessoas no maior festival do planeta. Ao término de “Fuel”, ele aproveitou para iniciar sua primeira conversa mais longa com o público presente. “Vocês estão se sentindo bem?”, perguntou, enquanto trocava sua lendária guitarra branca por uma preta. “Eu estou me sentindo melhor”, disse, para, na sequência, o grupo iniciar a música  “Ride the Lightning”, que fez todos delirarem.

A próxima música foi a eternamente bela “Fade to Black”, que representou o quarto sucesso do dia do mesmo álbum “Ride the Lightning”, para alegria de todos os fãs mais antigos. Foi no final desta canção que James cometeu um erro incrivelmente pouco comum, já que esqueceu de ativar a distorção para a guitarra, deixando o instrumento momentâneamente com um som sem impacto.

Aquele não seria o único erro do vocalista e guitarrista durante o show e isso surpreendeu muita gente, pois James Hetfield, considerado um dos maiores ícones da história do metal, sempre teve desempenho impecável nas apresentações. Ele tomou um susto e retomou rapidamente com as condições normais de peso para, depois, tirar humildemente sarro de si próprio, provando que até os perfeccionistas,como ele, também cometem suas gafes.

Na sequência, James disse impressionado que o público estava cantando as músicas num volume muito alto, mas que, para ele, tudo estava ok, já que quanto mais alto, melhor. Acrescentou que aquela era a melhor noite do festival por causa das boas bandas presentes e que se sentia honrado em tocar com elas, especialmente com o padrinho do heavy metal Lemmy, do Motörhead. Nem é preciso dizer que o público veio abaixo com tamanha simpatia e humildade do líder do Metallica, nada menos que o headliner da noite.

A passagem do Metallica pelo Rio ainda fazia parte da turnê de divulgação do álbum “Death Magnetic”. E, para este detalhe importante não ficar de fora, o grupo trouxe uma dobradinha com duas boas músicas do disco: “Cyanide”, que contou com ótima participação do público, e “All Nightmare Long”, a mais pesada do disco, que não deixou a energia do show cair e abriu caminho para um grande hit do grupo: “Sad But True”, do clássico “Black Album”, que foi cantada do início ao fim pela plateia.

Voltando um pouco no tempo, o Metallica trouxe ao show duas músicas do excelente álbum “Master of Puppets”. A primeira foi a sempre emocionante “Welcome Home (Sanitarium)”, que, como poucas, consegue intercalar perfeitamente o peso e a característica melodiosa do grupo. A segunda foi um dos grandes momentos da apresentação, nada menos que a instrumental “Orion”, tão pouco tocada em shows durante toda a carreira da banda.

Hipnotizado, o público viu James apresentar a banda, Lars Ulrich iniciar a música e Robert Trujillo dar uma aula em seu baixo, lembrando os acordes históricos construídos pelo falecido e saudoso baixista Cliff Burton, que jamais saiu da mente dos fãs mais antigos do Metallica e que é um dos responsáveis por toda a técnica marcante que o grupo consolidou em 30 anos de carreira. Quem estava na Cidade do Rock, com certeza, jamais esquecerá aquele momento, um verdadeiro sonho realizado por este que vos escreve.

Após James Hetfield dedicar a música a Cliff Burton e receber a aprovação imediata da plateia, o Metallica saiu brevemente do palco, que ficou completamente na escuridão. Foi quando o barulho de helicópteros e bombas começou a dominar o local, acompanhado por explosões e fogos. Era a megaclássica “One”, executada com maestria pelo grupo, que emendou logo em seguida outra que não pode ficar de fora do set list: “Master of Puppets”, música que trouxe a banda afiadíssima, especialmente na dobradinha de guitarras de James e Kirk.

A sequência do show ainda abriria espaço para mais uma música do ótimo álbum “…And Justice for All”. James trocou sua guitarra e trouxe novamente a clássica de cor branca para tocar nada menos que a sensacional “Blackened”, que contou com mais uma aula de thrash metal da banda e labaredas enormes que fizeram aumentar a temperatura de toda a área próxima ao palco.

Com o jogo mais do que ganho, o Metallica trouxe em seguida dois de seus maiores hits, ambos do “Black Album”. O primeiro, depois de uma introdução solo de Kirk Hammett, foi “Nothing Else Matters”. Foi a música mais leve de todo o show, mas fez 1oo mil headbangers cantarem uma balada numa única voz.

Depois, foi a vez de “Enter Sandman”, que manteve a tradição recente de ser a música cantada com mais empolgação pela plateia nos shows do Metallica. Você pode até questionar se ela foi o ponto de partida para a banda tomar um rumo mais comercial, mas jamais poderá questionar a qualidade do riff marcante criado por Kirk Hammett.

A banda encerrou o show, foi aplaudida por todos e deixou o palco. É claro que todos sabíamos que faltava mais coisa para tocar. O público, por sua vez, só gritava sem parar as três simples palavras: “Seek and Destroy, Seek an Destroy, Seek and Destroy.”

Mas era o momento do show reservado para covers. O sonho de grande parte dos presentes era ver o Metallica tocando uma música do Motörhead, na companhia de Lemmy. Este sonho não se concretizou, mas a banda presenteou os fãs com simplesmente “Am I Evil?”, do Diamond Head, que também não era tocada no Brasil há muito tempo, desde a primeira passagem do grupo por aqui, em 1989!

Não bastasse o grande presente com a grande música, o Metallica tirou do baú outro megaclássico que surpreendeu muitos fãs: “Whiplash”, do primeiro álbum “Kill ‘ Em All”, que não era tocada no Brasil desde que a banda veio a São Paulo em 1993, pela turnê do “Black Album”.

Terminada a paulada sonora, James brincou com a plateia, fazendo um gesto de que era hora de dormir e ir embora. Para aumentar ainda mais a ansiedade, ele fingiu que daria a guitarra ao rodie e deixaria o palco, mas seguiu os apelos da galera e anunciou “Seek & Destroy”. Foi quando grandes bolas de plástico pretas foram jogadas para o público e o Metallica executou seu clássico eterno com perfeição, com direito a todas as luzes da Cidade do Rock acesas, a pedido de James.

Hotel Urbano

Com esta música chegava ao fim mais uma grande apresentação do Metallica no Brasil. A banda ainda demorou um bom tempo para deixar o palco, já que fez questão de agradecer o carinho do público brasileiro e ainda distribuiu palhetas e baquetas para quem estava mais próximo, na fila do gargarejo. De presente, a banda ganhou de um grupo de fãs uma enorme bandeira branca que tinha um desenho em homenagem a Cliff Burton, cuja data de morte faz 25 anos em 2011.

Foi, sem a menor dúvida, o melhor show do Rock in Rio e, ao lado das demais apresentações da Noite do Metal, conseguiu honrar o nome do festival, tão criticado pelo número reduzido de atrações ligadas ao rock. Tecnicamente, a apresentação ainda ficou ligeiramente atrás da realizada em São Paulo, no ano passado, no dia 30 de janeiro. Mas, quando o assunto é set list, vibração e espetáculo, o show na capital fluminense não ficou devendo nada e, para muitos, foi o melhor do Metallica em solo brasileiro em toda a história.

Com o passar dos dias, as imagens daquela noite ainda não saíram totalmente da mente deste que vos escreve. Não há como cravar com certeza absoluta que esta foi a melhor performance do Metallica por aqui, mas, sem a menor dúvida, é possível dizer que a apresentação no Rock in Rio jamais será esquecida por quem esteve lá ou por quem assistiu ao show pela TV. Definitivamente, o grupo de thrash metal de James, Lars, Kirk e Rob escreveu seu nome na história do festival e se juntou a outros grandes nomes que passaram por ali.

Para reviver o grande show do Metallica no Rock in Rio, o Roque Reverso descolou uma série de vídeos no YouTube. Abaixo, você pode ver a abertura, com “The Ecstasy of Gold” e “Creeping Death” e outros vídeos, como os de “For Whom the Bell Tolls” e “Ride the Lightning”, além de um vídeo que traz o momento mágico com “Orion”. Também temos o bis do show, cortado pela Rede Globo: um vídeo com “Am I Evil?” e “Whiplash” e outro com o final apoteótico de “Seek & Destroy”. Se você deseja ver as mais de duas horas de show na íntegra, há no mesmo YouTube esta opção neste link ou no último vídeo deste post. Simplesmente inesquecível! Mega Fucking Great!

Set list

Creeping Death
For Whom the Bell Tolls
Fuel
Ride the Lightning
Fade to Black
Cyanide
All Nightmare Long
Sad But True
Welcome Home (Sanitarium)
Orion
One
Master of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman

Am I Evil?
Whiplash
Seek & Destroy

15
jun
11

Metallica anuncia álbum gravado com Lou Reed

O Metallica anunciou nesta quarta-feira que completou a gravação de um álbum inteiro com a colaboração de Lou Reed, ex-vocalista do lendário grupo The Velvet Underground. A notícia foi divulgada no site oficial da banda norte-americana de thrash metal e confirma a informação adiantada há alguns meses pelo guitarrista Kirk Hammett, de que o grupo estava cuidando de uma espécie de “projeto paralelo” ou, como ele mesmo disse, de algo que “não era realmente 100% um disco do Metallica”.

De acordo com a banda de Lars Ulrich e James Hetfield, a ideia do projeto surgiu quando o Metallica fez com Reed uma apresentação em conjunto na comemoração dos 25 anos do Rock and Roll Hall of Fame no Madison Square Garden, em outubro de 2009. Segundo o grupo, as gravações foram feitas em São Francisco ao longo dos últimos meses.

Ao todo, são 10 músicas gravadas. A banda concluiu o processo na semana passada, mas ainda não definiu uma data exata sobre a divulgação de faixas ou do álbum como todo. “Nós mal podemos esperar para que vocês ouçam o disco finalizado, assim como gostaremos de  saber seus comentários”, escreveu o grupo no site oficial, acrescentando que, em breve, novos detalhes sobre o projeto serão anunciados.

Para você, leitor, ter uma ideia do que pode ser o som resultante da mistura entre Metallica e Lou Reed, o Roque Reverso foi atrás do vídeo da apresentação que o grupo e o cantor fizeram da música “Sweet Jane”, do The Velvet Underground, na comemoração dos 25 anos do Rock and Roll Hall of Fame em 2009.

 

20
nov
10

Vídeo de guitarrista do Metallica chutando bola e criança é hit da semana no YouTube

O Metallica está desde o dia 10 de novembro em turnê pela Austrália e, para variar, arrastando multidões aos shows. No dia 11, a banda se apresentou em Sydney e, no encerramento do show, houve um pequeno incidente que envolveu o guitarrista Kirk Hammett e uma garotinha. Acidentalmente, ele chutou uma bola de plástico na menina, que caiu de costas na beira do palco. Foi um dos grandes hits da semana no YouTube e até gerou polêmica.

Quem vem acompanhando a turnê de divulgação do álbum “Death Magnetic” sabe que, quando toca em estádios cobertos ou em grandes ginásios, a banda fica bem no centro, no estilo arena, com o público ao redor. No final de cada apresentação, quando toca o clássico “Seek & Destroy”, enormes bolas pretas são jogadas ao palco e os membros da banda costumam chutá-las para o público.

No caso de Sydney, tudo acontecia normalmente, até Kirk chutar a bola, sem ver que atrás do objeto estava a garotinha. O tombo dela preocupou, mas tudo não passou de um susto.

Sabendo da repercussão, o Metallica soltou uma nota para esclarecer os fatos, já que sempre tem gente para achar que as coisas foram propositais, que o guitarrista chutou a bola com gosto na menina e aquele blábláblá de sempre…

“Essa meninina é filha da gerente de palco e coordenadora de figurino, que tem a sorte de viajar como uma família nesta turnê. Ela estava se divertindo vendo a queda das bolas. Kirk estava se divertindo chutando as bolas para fora do palco e de volta para a multidão, como tem feito todas as noites na turnê. A pobre criança passou no lugar errado na hora errada. Ela não se feriu, não ‘voou alguns metros para o público’, e Kirk e ela permanecerão bons amigos”, disse a banda em nota.

O fato é que o vídeo fez sucesso no YouTube e foi bastante comentado durante a semana. Veja abaixo:




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