Posts Tagged ‘Pantera



29
abr
13

Show do Down em SP confirmou Phil Anselmo em forma e entrosamento invejável da banda

Se há um show que você, fã de rock pesado, deveria ter visto em abril de 2013, esse show foi o do Down no Carioca Club em São Paulo. Daquelas apresentações para entrar na lista das mais memoráveis, a performance da grande banda norte-americana de Phil Anselmo mostrou que o ex-vocalista do Pantera continua em forma e entre os maiores frontmen de sua geração.

Mais do que isso, o show do dia 10 de abril confirmou o que todos já haviam visto no SWU de 2011: que o grupo mantém um entrosamento invejável entre músicos de ponta que, definitivamente, levaram o Down para uma condição de banda capaz de peitar as maiores do heavy metal no cenário atual. E isso está longe de ser um exagero.

Não por acaso, o Carioca Club estava lotado na hora do início do show. Mesmo a horrorosa Pista Vip que inventaram para a apresentação estava cheia. Na Pista Comum e no Camarote também havia uma verdadeira multidão, em plena quarta-feira.

Se no SWU de 2011 quem conseguiu ir teve o privilégio de ver a banda executando o álbum “NOLA” na íntegra, na apresentação do Carioca Club, o Down aproveitou sua primeira passagem na capital paulista para mesclar um pouco o repertório. Importante lembrar que o show também promovia o lançamento do “Down IV Part 1 – The Purple EP”, mais recente trabalho da banda que foi lançado em setembro de 2012.

Logo de cara, o grupo trouxe “Lysergic Funeral Procession”, do álbum “Down II: A Bustle in Your Hedgerow” e já mostrou que a apresentação ia ser quente. Acompanhando Phil Anselmo, uma formação do mais alto calibre do heavy metal: Pepper Keenan (guitarra), Jimmy Bower (bateria), Kirk Windstein (guitarra) e Pat Bruders (baixo).

“NOLA” é o melhor disco da banda e, claro, teria o maior número de músicas tocadas da noite. “Pillars of Eternity” foi a primeira delas e levou a plateia ao delírio. Da Pista Vip aos Camarotes, passando pela Pista Comum, o cenário era um mar de pessoas batendo cabeça e agitando, como se fosse impossível resistir ao som poderoso do grupo e à ótima intepretação de Anselmo.

Há quase um consenso entre os fãs de metal que o Carioca Club não é das casas mais indicadas para os tantos shows do estilo que vêm sendo realizados ali nos últimos anos. Mas também vale destacar que as apresentações nesta casa proporcionam a experiência rara de ver as bandas muito de perto.

Para muitos ali, ficar próximo de Phil Anselmo, um ícone do metal dos anos 90, era um momento histórico. Para quem viu o Pantera se apresentar no saudoso Olympia em 1993 e 1995, o momento também era de nostalgia daqueles bons tempos, quando foi possível ver aquele grupo no auge da carreira nas turnês de seus melhores álbuns.

E foi para o mais saudoso integrante do Pantera que Anselmo e a banda dedicaram a música seguinte. Também do “NOLA”, “Lifer” lembrou Dimebag Darrell, assassinado a tiros em pleno palco em 2004, em Columbus, Ohio, nos Estados Unidos. Depois da plateia gritar a plenos pulmões o nome do eterno guitarrista, foi a vez do Carioca Club inteiro cantar e rodas de mosh se abrirem automaticamente na Pista Comum.

Anselmo agradeceu bastante a energia do público, que começou a gritar o nome dele. Em seguida, pegou um gorro preto dado por um fã, colocou na cabeça e anunciou “Witchtripper”, primeiro single do novo EP e que fez sucesso com um videoclipe. Talvez por este detalhe, os fãs já estavam bem acostumados com a música e a cantaram do início ao fim.

Empolgado com a receptividade, o vocalista do Down emendou mais uma do novo EP, “Misfortune Teller”, que ficou bem interessante ao vivo, mostrando a banda entrosada. Destaque para as guitarras de Pepper Keenan e Kirk Windstein. Este último, empunhando uma guitarra branca com design idêntico à famosa ESP de James Hetfield, do Metallica, tem, por sinal, um jeito diferente de segurar o instrumento, mas que nada compromete sua eficiência.

De volta às músicas do “NOLA”, foi a vez de o Down executar a ótima “Temptation’s Wings”. Antes, porém, o público começou a jogar presentes para a banda ao palco: desenhos pintados, bandeiras e até um sutiã, que acabou sendo vestido pelo sempre bem-humorado baterista Jimmy Bower.

Chamou a atenção a presença de um fã que tinha uma tatuagem com a palavra “Pantera” no peito e que já havia feito sucesso no SWU. Portando uma bandeira do Brasil com a palavra “Down” escrita, ele foi saudado por Anselmo e pelos demais componentes da banda, que mostraram a bandeira para todo o Carioca Club admirar.

Depois de “Temptation’s Wings”, foi a vez de “Ghosts Along the Mississippi”, também do “Down II: A Bustle in Your Hedgerow”. Na sequência, “Losing All”, do “NOLA”, que também levantou o público.

No final da música, Phil Anselmo anunciou a presença de convidados mais do que ilustres no camarote do Carioca Club: Andreas Kisser, Paulo Júnior e Eloy Casagrande. Foi então que o público soltou o tradicional grito de “SE-PUL-TU-RA!”, que foi acompanhado por Anselmo e pelos bumbos de Jimmy Bower, abrindo caminho para a execução da lenta e pesada “New Orleans is a Dying Whore”, do segundo álbum.

O set list ainda contaria com a nova “Open Coffins”, do EP, dedicada a mais uma figura ilustre presente: o cineasta Zé do Caixão, que foi saudado também pelo Carioca Club inteiro com muito respeito. Para fechar a primeira parte do show, o grupo trouxe a ótima “Eyes of the South”, que elevou novamente a temperatura ambiente.

Após mais este petardo, Anselmo deu a senha para o bis: “Se vocês querem ouvir mais Down, já sabem o que fazer.” Foi então que o público passou a gritar o nome da banda até que ela voltasse para o palco.

No retorno, ele perguntou para a plateia o que ela gostaria de ouvir e os gritos de “Pantera” dominaram o Carioca Club. Tal qual a apresentação no SWU, a banda iniciou os acordes de “Walk” e o conhecido refrão foi cantado por todos da casa de shows, com uma verdadeira catarse coletiva no local.

Na sequência do bis, três do “NOLA”: “Hail the Leaf”, “Stone the Crow” e “Bury me in Smoke”. Se, na primeira, o peso tomou conta dos riffs da banda, “Stone the Crow” fez com que um enorme coro fosse formado, com o público cantando a plenos pulmões até os acordes do maior hit do grupo.

Em “Bury me in Smoke”, o final apoteótico que contou com convidados mais do que especiais no palco. Tradicionalmente, nos acordes finais da música, é a vez dos roadies assumirem os instrumentos, enquanto a banda se despede e cumprimenta o público. No Carioca Club, nada menos que os três integrantes do Sepultura, mais o filho de Andreas, Yohan Kisser, na outra guitarra, tomaram conta do palco, levando a plateia pela última vez ao delírio.

O saldo final da apresentação do Down foi de mais um grande momento na história dos shows internacionais na capital paulista. Depois de ver a banda num grande festival em 2011, foi a vez de avaliar como ela se portaria num lugar pequeno. Se, no SWU, o grupo realizou o show mais pesado daquela edição, no Carioca Club, sem sombra de dúvida, já entrou na lista das melhores apresentações de 2013, deixando a missão de superá-los para outros nomes grandes que ainda passarão por São Paulo neste ano, como o Anthrax, o Testament, o Slayer e o Megadeth.

Para relembrar grandes momentos do show do Down, o Roque Reverso descolou cinco vídeos no YouTube. Fique com “Pillars of Eternity”, “Temptation’s Wings”, “Eyes of the South”, “Stone the Crow” e “Bury me in Smoke”. \m/

Set List

Lysergic Funeral Procession
Pillars of Eternity
Lifer
Witchtripper
Misfortune Teller
Temptation’s Wings
Ghosts Along the Mississippi
Losing All
New Orleans is a Dying Whore
Open Coffins
Eyes of the South

Hail the Leaf
Stone the Crow
Bury me in Smoke

20
ago
12

Valentão tenta agredir João Gordo e toma surra no palco em show do Ratos de Porão

O tempo passa e sempre tem gente que adora arranjar confusão gratuita no meio de uma maioria de pessoas interessadas em curtir um bom show de rock pesado. Só que, nem sempre, o “estraga-prazer” se dá bem totalmente… Durante a apresentação do Ratos de Porão no sábado, dia 18, em um festival de Uberlândia (MG), um “fã” da tradicional banda brasileira de hardcore xingou o vocalista João Gordo, que chamou o indivíduo para o palco para “resolver o problema”. Não satisfeito em ficar atrapalhando o show, o valentão subiu, mas levou a pior, já que a banda toda foi para cima dele para dar uma surra, com ajuda até de alguns fãs que também subiram ao palco na sequência.

Com cerca de 40 minutos de duração, a apresentação na casa Gran Hall foi encerrada, já que o instrumento do baixista Juninho Sangiorgio, um Rickenbacker, foi quebrado durante a briga. Segundo informações da imprensa local, o Ratos de Porão não prestou queixa contra o sujeito, que foi retirado do local. Ainda no palco, o guitarrista Jão disse: “Isso é imoral. Violência gratuita gera violência gratuita.”

É claro que o Roque Reverso não está aqui para fazer apologia da violência. Mas sempre existe um “mala de plantão”, em shows de diversos estilos musicais, que se acha no direito de insultar que está no palco, num ambiente que originalmente é criado para justamente o contrário: exaltar o artista.

João Gordo é, há tempos, vítima de ataques em shows. Alguns indivíduos do movimento punk e mais ainda alguns que se acham os “true punks” não engolem certas atitudes do vocalista da banda. Acusam João de ser “traidor do movimento”, seja por causa de mudanças no som do Ratos ou por causa do sucesso do vocalista como apresentador de programas de TV em emissoras “comerciais”.

O fato é que, independente do que João Gordo faz ou não deveria ter feito, isso não dá o direito de alguém do público subir ao palco para tentar agredi-lo. Não precisamos ir muito longe no tempo para lembrar da tragédia que resultou na morte do inesquecível Dimebag Darrell, ex-guitarrista do Pantera.

Em 2004, Dimebag foi baleado durante um show de seu então novo grupo, o Damageplan, em Columbus, Ohio, nos Estados Unidos. A apresentação acontecia normalmente, quando um homem se aproximou do palco e atirou no guitarrista. Um tiroteio com seguranças se iniciou, deixando outros quatro mortos (incluindo o atirador) e muitos feridos.

Note que, no show do Ratos de Porão, a falha dos seguranças foi gritante. E se o valentão tivesse armado? Teríamos uma nova tragédia na música?

13
jul
12

Dia do Mundial Rock + Sexta-feira 13

O Dia Mundial do Rock caiu em 2012 em plena Sexta-feira 13!! Há quem diga que esta simples combinação pode ser transformada em rock pesado e dos bons, já que o heavy metal e suas vertentes estão aí para comprovar. Se um dia comum do rock já é uma data diferente, imagine se vier apimentado com esta data marcante do calendário dos superticiosos.  

Para quem não sabe, apesar de ter sido criado nos anos 50, o rock ganhou pra valer uma data de comemoração apenas em 1985, ano do primeiro Live Aid, concerto beneficente em prol das vítimas da fome na Etiópia realizado exatamente no dia 13 de julho daquele ano em Londres e na Filadélfia. O evento foi organizado pelo músico Bob Geldof  (cantor da banda irlandesa Boomtown Rats) e teve a participação de vários astros de rock.

Quanto à Sexta-feira 13, no cristianismo, ela é relatada com um evento de má sorte em 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França. Os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.

Como o assunto aqui é rock e há este fator adicional para apimentar, o Roque Reverso descolou alguns sons que poderiam traduzir esta data. Fique com “Hells Bells”, do AC/DC; “Cemetery Gates”, do Pantera; “Go To Hell”, do Megadeth; e “Pet Sematary”, dos Ramones.

12
abr
12

Divulgado clipe de faixa inédita da fase de ouro do Pantera

Se pudéssemos trazer de volta algumas bandas que não existem mais no cenário do heavy metal, o Pantera, com certeza, estaria na lista da maioria dos fãs que algum dia já gostaram do rock pesado tocado em grande estilo, técnica e intensidade. Eis que 20 anos após o lançamento do disco “Vulgar Display of Power”, foi resgatada uma faixa que não havia sido aproveitada no álbum, que é considerado por muitos fãs como o melhor do grupo e que consolidou uma fase áurea da banda.

“Piss” é o nome da música, que teve o videoclipe divulgado no dia 11 de abril, durante o Revolver Golden Gods Awards, em Los Angeles (EUA). A direção do clipe foi realizada por Zach Merck e a produção é de Christian Heuer.

O vídeo traz diversos fãs agitando ao som do poderoso som da banda, simulando, inclusive a cena que gerou a foto clássica da capa de “Vulgar Display of Power”. Para quem foi a um show do Pantera, vai lembrar da introdução, já que o grupo chegava a tocá-la entre algumas faixas em determinadas apresentações ao vivo.

Para comemorar os 20 anos do álbum, será lançada em maio uma versão deluxe do trabalho, que tende a contar com a faixa inédita. Esta mesma versão de colecionador deve contar com um DVD de bônus com os vídeos oficiais e um show filmada na Itália em 1992.

“Piss”, por enquanto apenas em formato digital, também já está sendo vendida como single no iTunes. Veja abaixo o clipe da faixa resgatada do Pantera:

08
dez
11

À queima roupa

Rock’n’roll e situações extremas caminham de mãos dadas, mas poucos dias são tão marcantes para o mundo do rock quanto o 8 de dezembro. Foi nessa data, em 1980, que o eterno John Lennon foi assassinado em Nova York. Também nessa data, mas em 2004, Diamond “Dimebag” Darrell acabou também assassinado em Ohio.

Lennon dispensa apresentações para o público em geral. Darrell, ex-Pantera, foi, sem sombra de dúvida, um dos guitarristas mais completos e versáteis da história do heavy metal, identificável sempre a partir dos primeiros acordes, façanha de que só os grandes músicos são capazes.

Como nem tudo na vida é morte (só o final, ou seria o princípio?), também num 8 de dezembro, mas em 1943, nascia Jim Morrison. Para os mais ecléticos, também é aniversário da irlandesa Sinead O’Connor, ainda viva ao que me consta.

Para marcar a data, vídeos descolados no YouTube pelo Roque Reverso. Começamos com “Instant Karma”, de John Lennon. Depois, fiquem com “Cowboys From Hell”, do Pantera, ao vivo no Monsters of Rock de 1991, em Moscou. Na sequência, descolamos um vídeo com a música “The End”, do Doors, com direito a cenas do filme “Apocalypse Now”, de Francis Ford Coppola. Para fechar,  Sinead O’Connor em “Mandinka”.

19
nov
11

Down finalmente estreou no Brasil, tocou álbum “NOLA” e fez o show mais pesado do SWU

A banda norte-americana Down fez um grande show no SWU Music & Arts 2011 no dia 14 de novembro. Depois de 20 anos de espera, o grupo liderado por Phil Anselmo (ex-vocalista do Pantera)  finalmente estreou no Brasil.

Com o repertório todo formado pelo primeiro disco da carreira, “NOLA”, a banda fez, sem a menor sombra de dúvida, o  show mais pesado do festival realizado em Paulínia, no interior paulista.

Havia grande expectativa para a apresentação do Down. Além da estreia no País, Phil Anselmo voltaria para cá depois de muito tempo ausente para cantar, já que havia sido em 1995 sua última passagem pelos palcos daqui, ainda com o Pantera, na turnê do álbum “Far Beyond Driven”.

A própria formação do Down já era um convite ao público. Além de Anselmo, o grupo é composto por nada menos que Pepper Keenan (guitarrista e vocalista do Corrosion of Conformity), Kirk Windstein (guitarrista e vocalista de Crowbar), Pat Bruders (baixista de Crowbar), e Jimmy Bower (baterista de Crowbar). Ou seja, só tinha gente do mais alto calibre para executar a junção de peso e técnica desejada pelos fãs do rock pesado.

Logo no começo do show, Phil Anselmo, que estava com uma bandeira do Brasil pendurada na cintura, alegrou a galera, avisando que o dia era especial e que o álbum “NOLA” seria tocado na íntegra. Na verdade, pelo tempo curto oferecido à banda (de cerca de 1 hora), o Down deixou três músicas do disco de fora da apresentação: “Rehab”, “Pray for the Locust” e “Swan Song”. O próprio tempo pequeno fez a banda executar um set menor do que o repertório original divulgado à organização.

“Temptations Wings” foi a primeira música do show e já mostrou que os caras estavam no pique de fazer algo marcante. Anselmo continua sendo um espetacular frontman e tem o poder de agitar o público como poucos. A dupla Pepper Keenan e Kirk Windstein traz um peso imenso às guitarras, sem deixar a técnica de lado. Para completar Bruders e Bower fazem uma grande cozinha, com destaque para o baterista, que se entrega totalmente ao instrumento.

Na sequência, Anselmo dedicou a música “Lifer” ao saudoso guitarrista do Pantera, Dimebag Darell, assassinado em pleno palco em 2004, quando se apresentava com sua banda Damageplan, no Estado de Ohio, nos Estados Unidos. O público vibrou e o Down trouxe mais uma porrada sonora. Foi nesta música, por sinal, que o vocalista cortou a testa, depois de seguidas batidas feitas com o microfone.

A plateia estava ganha e, depois de ouvir o nome do Down gritado após o final da ótima “Pillars of Eternity”, Phil Anselmo tirou a bandeira brasileira da cintura e colocou a mesma no peito, mostrando imensa simpatia. Logo em seguida, depois de ouvir seu próprio nome gritado, também se ajoelhou, fazendo uma reverência ao público, que foi, claro, ao delírio. “São Paulo, São Paulo”, gritou o vocalista, para depois interromper a galera inflamada, dizendo que o grupo tinha um curto tempo para se apresentar e que o negócio ali era “tocar música”.

A simpatia continuava e o vocalista do Down decidiu homenagear os amigos do Sepultura. Ele dedicou a música “Hail The Leaf” à banda brasileira e citou os nomes do baixista Paulo Jr. e do guitarrista Andreas Kisser.

Na sequência, mais três petardos: “Underneath Everything”, “Losing All” e “Eyes Of The South” – todas com a banda dando uma aula do mais puro metal pesado!

“Stone The Crow”, o maior sucesso do grupo viria logo a seguir. No refrão da música, Anselmo deixou a galera cantar várias vezes, num grande momento do show.

Outro momento legal veio após o final da música. O vocalista disse que eles só tinham tempo para mais uma música. O público, por sua vez, já pedia uma música do Pantera e as câmeras do SWU focalizaram um fã que havia tatuado um imenso logo da banda no peito! Anselmo quase não acreditou no que viu e fez nova reverência, desta vez ao eterno fã.

O Down então iniciou os acordes de “Walk”, do Pantera, com Anselmo cantando o refrão da música. Uma inacreditável roda se abriu no meio da pista e a galera foi ao delírio de novo. Mas ficou só o gostinho de “quero mais”, pois o grupo só tocou um trecho rápido da música…

A última canção da noite foi “Bury Me In Smoke”. Este momento do show contou com uma participação inusitada dos membros da banda de Duff McKagan (ex-Guns N’ Roses), que havia se apresentado horas antes no mesmo SWU. Inicialmente, o público pensou que os roadies do Down estavam nos instrumentos, mas, quando McKagan apareceu no palco, ficou claro que era uma participação especial.

Desta maneira, terminou o show do Down. Após a apresentação, em algumas entrevistas, os músicos deixaram claro que  adoraram vir ao Brasil e que desejam voltar para cá. Fica a dica para os produtores, já que a banda tem plenas condições de encher um Via Funchal, por exemplo, só com o carisma de Phil Anselmo. Poderíamos ter um show de duas horas de duração e com músicas de outros álbuns sendo tocadas.

Para relembrar o show do Down, o Roque Reverso descolou alguns vídeos do YouTube. Fique com “Lifer”, “Stone The Crow” e “Bury Me In Smoke”, com o trecho de “Walk” no começo . Se quiser ver a apresentação na íntegra, vá para o último vídeo. Altamente recomendável!

Set list anunciado

Temptations Wings
Lifer
Pillars of Eternity
Rehab
Hail The Leaf
Underneath Everything
Losing All
Swan Song
Eyes Of The South
Stone The Crow
Bury Me In Smoke

Set list executado

Temptations Wings
Lifer
Pillars of Eternity
Hail The Leaf
Underneath Everything
Losing All
Eyes Of The South
Stone The Crow
Walk (trecho)
Bury Me In Smoke

23
out
11

Apocalyptica confirma show para SP em janeiro de 2012

O Apocalyptica voltará ao Brasil em 2012. De acordo com o site oficial da banda finlandesa, há um show agendado para o dia 12 de janeiro, em São Paulo, no Via Funchal. 

Além da capital paulista, a América do Sul ainda será contemplada com mais duas apresentações: no dia 13 de janeiro, em Buenos Aires, na Argentina; e no dia seguinte, em Santiago, no Chile.

Para quem ainda não conhece o grupo, o Apocalyptica toca heavy metal com instrumentos de música clássica, mais precisamente o violoncelo. Todos os formadores da banda frequentaram a Academia Sibelius, localizada em Helsinque, única universidade de música na Finlândia e considerado um dos maiores conservatórios europeus.

Formada em 1993, a banda se reuniu para fazer inicialmente covers do Metallica com violoncelos. Em 1996, lançaram o seu primeiro álbum, o ótimo “Plays Metallica by Four Cellos”, onde é possível encontrar apenas músicas muito bem tocadas da banda norte-americana de thrash metal.

Com o passar do tempo, abriram o leque de covers e gravaram músicas de outras bandas, como o Sepultura, o Faith No More e o Pantera. Como conhecimento musical nunca faltou aos integrantes, as composições próprias foram surgindo e o Apocalyptica lançou vários discos com material inédito. Hoje, são 7 álbuns gravados, sendo que o disco “7th Symphony”, lançado em agosto de 2010, é o mais recente. 

A banda finlandesa é formada atualmente por três violoncelistas (Eicca Toppinen, Paavo Lötjönen e Perttu Kivilaakso) e, desde 2005, por um baterista: Mikko Sirén.

Foi justamente em 2005 que o Apocalyptica veio pela primeira vez ao Brasil. Em São Paulo, o grupo abriu o show do Megadeth no Credicard Hall e deixou o público impressionado com tamanha qualidade musical. Justamente por isso, não é exagero dizer que o show de janeiro é imperdivel para quem gosta de boa música.

Por enquanto, não há informações sobre os preços dos ingressos. Enquanto isso, fique com um vídeo descolado no YouTube que mostra toda a qualidade do Apocalyptica tocando “Nothing Else Matters”, do grande Metallica.

27
jul
11

SWU anuncia Primus, 311 e Down, que confirma shows também em Porto Alegre e Curitiba

Em matéria de line-up, o SWU Festival está deixando a concorrência comendo poeira, pelo menos no que diz respeito ao dia 14 de novembro, a última data do festival, que acontecerá neste ano na cidade paulista de Paulínia. Se as confirmações do Faith No More, do Megadeth e do Sonic Youth para o mesmo dia já haviam deixado a galera do rock empolgada, a organização do festival ampliou este sentimento após anunciar as vindas do Primus, banda marcada pela técnica sensacional do baixista Les Claypool, e do Down, grupo do ótimo ex-vocalista do Pantera Phil Anselmo e do guitarrista do Corrosion of Conformity Peeper Keenan!!! Ainda no dia 14, a banda 311 e o cantor japonês Miyavi, também foram anunciados como parte das atrações do palco principal.

Olhando esta escalação deste dia 14 de novembro, só há uma dica: corra e reserve seu ingresso! De longe, é o melhor line-up de 2011 num único dia entre os festivais que acontecerão no Brasil…

Além destas confirmações, o SWU anunciou a vinda de Michael Franti & Spearhead para o dia 12 de novembro, primeiro dia do festival, que contará ainda com o The Black Eyed Peas, Snoop Dogg e Damian Marley.  Para o palco principal no dia 13, foi divulgado, por enquanto, somente o nome do cantor Peter Gabriel.

As vendas dos ingressos para o SWU Festival começaram no dia 11 de julho e o período de preços promocionais vai até o dia 29 de agosto. O preço promocional do ingresso de pista é R$ 210 (R$ 105 meia entrada) e o preço promocional do passaporte para a pista é de R$ 535,50 (R$ 267,75 meia entrada). Neste último, o valor é a somatória dos preços de três dias, com 15% de desconto. A venda de ingressos para Camping e Pacote Vip será realizada a partir de agosto, em data a ser posteriormente divulgada.

As vendas estão sendo feitas pelo Call Center (4003-1212), que funciona de segunda a sábado, das 9 horas às 22 horas, e nos domingos e feriados das 11 horas às 22 horas. Os ingressos podem ser adquiridos ainda na internet e em 67 pontos de venda espalhados por todo o Brasil (veja relação completa de endereços e horários de atendimento clicando aqui), onde não haverá cobrança da taxa de conveniência.

No site do Down, a banda confirmou, além do show no SWU, apresentações em Porto Alegre e em Curitiba. Na capital gaúcha, o grupo de Phil Anselmo tocará no Opinião, no dia 16 de novembro. Na capital paranaense, vai se apresentar no Master Hall, no dia 17.

Para comemorar as vindas do Primus e o Down, o Roque Reverso descolou no YouTube alguns vídeos. Primeiro, fique com dois da banda de Les Claypool: “Tommy, The Cat” e “John, The Fisherman”. Depois fique com dois do Down: “Pillars of Eternity” e “Stone The Crow”.




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