Posts Tagged ‘Cliff Burton

25
ago
18

30 anos do ‘…And Justice For All’, o álbum mais complexo do Metallica e o primeiro sem Cliff Burton

...And Justice For All - Reprodução da capa2018 marca o aniversário de 30 anos do clássico álbum “…And Justice For All”, o quarto do Metallica. O disco foi lançado oficialmente no segundo semestre de 1988 e marcou o retorno da banda ao lançamento de um LP completo de estúdio após o sucesso estrondoso do álbum “Master of Puppets” e a traumática e trágica morte do grande baixista Cliff Burton, ambos ocorridos em 1986.

Musicalmente, “…And Justice For All” é o disco mais complexo e elaborado do Metallica. Com canções longas, variações de andamento, viradas repentinas e inesperadas de ritmo, riffs diversos e distintos dentro de uma mesma faixa e uma performance fenomenal dos músicos, o álbum é componente obrigatório para qualquer fã do Metallica, de thrash metal ou
que simplesmente admira a boa música.

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27
set
16

30 anos sem Cliff Burton, o eterno baixista do Metallica

Cliff Burton - Foto: Divulgação Metallica/ Ross Halfin PhotographyO dia 27 de setembro de 2016 marca os 30 anos da morte de Cliff Burton. Neste mesmo dia, no já longínquo ano de 1986, o então baixista do Metallica perdeu a vida num acidente de ônibus que levava a banda de thrash metal durante turnê pela Suécia do aclamado álbum “Master of Puppets”.

O grupo seguia para a cidade de Estocolmo durante a madrugada da fatídica data. Logo no início da manhã, perto do município sueco de Ljungby, o ônibus, de acordo com o motorista, derrapou no gelo acumulado na pista e capotou.

Com o movimento, Cliff Burton, que dormia num dos beliches do ônibus, foi arremessado pela janela. A tragédia foi completada com o ônibus virando em cima do corpo do baixista, evitando qualquer tipo de chance de sobrevivência.

O músico foi a única pessoa que morreu no acidente. Uma comovente história contada pelo guitarrista Kirk Hammett lembra que Cliff estava no melhor beliche do ônibus e que o baixista conquistou este lugar numa disputa de cartas na qual ele tirou um Ás de espadas.

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03
mar
16

30 anos do ‘Master of Puppets’, o álbum mais clássico do Metallica e o último com Cliff Burton

"Master of Puppets" - Reprodução da CapaO dia 3 de março de 2016 marca o aniversário de 30 anos do álbum “Master of Puppets”, o terceiro do Metallica. Considerado como uma das maiores referências de todo o heavy metal, o disco é o mais clássico da banda norte-americana de thrash metal e o último com a presença do grande baixista Cliff Burton, morto no mesmo ano, em 27 de setembro, na Suécia, após um trágico acidente sofrido pelo ônibus do grupo durante a turnê de divulgação do mesmo álbum.

“Master of Puppets” disputa com “Reign in Blood”, do Slayer, o posto de maior disco da história do thrash metal. Com sonoridades diferentes, mas com elementos clássicos da vertente rápida e agressiva do heavy metal, ambos os álbuns foram lançados em 1986 e influenciaram toda uma geração de músicos, fãs e críticos musicais.

No caso do álbum do Metallica, ele levou definitivamente a banda ao seleto grupo dos maiores conjuntos musicais do heavy metal, ao lado de nomes como o Iron Maiden, o Judas Priest e o Motörhead. Para alguns, superou parte destas bandas e passou a dividir o reinado de todo o metal com o Iron Maiden, o grupo mais emblemático de todo o estilo.

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27
jul
14

30 anos do álbum ‘Ride the Lightning’, o segundo do Metallica

Ride The Lightning - Reprodução da Capa27 de julho de 2014 marca os 30 anos do disco “Ride the Lightning”, o segundo do Metallica. O álbum, que sucedeu o petardo “Kill ‘Em All”, é considerado um dos melhores da banda de thrash metal norte-americana e é obra imprescindível para os amantes desta vertente do heavy metal.

Há três décadas, se alguém esperava que o Metallica poderia entrar para o hall dos grupos de um álbum só,  “Ride the Lightning” não apenas serviu para afastar esta possibilidade como também foi importante para mostrar que a banda tinha muito mais a oferecer do que tocar brilhantemente na velocidade da luz.

Sem abandonar o estilo agressivo e rápido do thrash metal, o álbum trouxe o quarteto formado por James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Cliff Burton incorporando técnicas musicais mais complexas e elaboradas, além de letras bem interessantes, que faziam críticas a determinadas ações da sociedade ou que abordavam temas como o desespero e a morte.

“Ride the Lightning” contou com a produção de Flemming Rasmussen, que trabalharia com a banda também nos discos “Master of Puppets” e “…And Justice For All”. É também o último álbum no qual Dave Mustaine, criador do Megadeth, aparece entre os créditos das canções depois de ser expulso do Metallica ainda antes do lançamento do “Kill ‘Em All”.

A capa do disco, em perfeita sintonia com o título, faz referência a uma gíria usada entre presidiários para designar os condenados à morte na cadeira elétrica, instrumento de execução de criminosos usado ainda hoje em alguns locais dos Estados Unidos, país que criou este tipo de polêmica pena.

O álbum já trouxe surpresas desde a primeira faixa. “Fight Fire With Fire” começa lenta e com belos acordes para depois desembocar no mais puro thrash metal e numa das músicas mais pesadas do Metallica. Com James Hetfield cantando muito, a faixa traz a vingança como tema e também traz menções à guerra nuclear que, na época de plena Guerra Fria, era um temor mundial.

A segunda faixa,  “Ride the Lightning”, traz, como já foi dito, o tema da execução por cadeira elétrica. Com um riff matador, é uma das músicas com participação criativa de Dave Mustaine.

Na sequência, a faixa “For Whom the Bell Tolls” é uma das mais emblemáticas da Era Cliff Burton. O lendário baixista, morto em 1986 em acidente com o ônibus da banda, inicia a música com seu instrumento mais parecendo uma guitarra do que um baixo. O título e a faixa fazem menção ao romance “Por Quem os Sinos Dobram”, uma das maiores obras do escritor norte-americano Ernest Hemingway.

A quarta música do disco, “Fade to Black” encerra o então Lado A com uma demonstração de técnica e melodia, sem fazer com que o Metallica perca o peso. Com belíssimos acordes na introdução e em sua primeira parte, a canção é uma das mais cultuadas pelos fãs do grupo.

A despeito da grande qualidade vista nesta faixa, ela não deixou de criar polêmicas. A primeira delas foi gerada por uma ala mais radical dos fãs do Metallica que avaliou a canção com uma balada e algo distante do thrash metal. A segunda está ligada a letra, que faz referência ao suicídio.

O então Lado B traz duas músicas que nunca tiveram o sucesso das demais do álbum. “Trapped Under Ice” e “Escape” são realmente inferiores aos clássicos do Lado A, mas estão bem longe de uma classificação negativa. Ambas as canções têm suas qualidades, mas a própria banda sempre deu pouca abertura para elas serem tocadas ao vivo em mais de 30 anos de carreira.

O oposto dessas duas faixas é justamente a seguinte: “Creeping Death”. Canção obrigatória nas apresentações do Metallica, ela raramente ficou de fora dos shows da banda.

“Creeping Death” é um dos maiores clássicos de todo o heavy metal. Com riffs matadores e um entrosamento incrível dos quatro músicos, ela traz referências bíblicas a algumas das “10 Pragas do Egito”, com destaque para a “Morte dos Primogênitos”,  e uma sequência de variações ao longo de mais de 6 minutos de duração. Tudo isso sem contar o refrão, que está entre os mais famosos do grupo.

“The Call of Ktulu” encerra o disco com uma verdadeira aula do Metallica. Única instrumental do álbum e também com contribuição de Dave Mustaine, ela tem mais de 8 minutos de duração.

A música é baseada no livro chamado “The Shadow Over Innsmouth”, do escritor norte-americano Howard Phillips Lovecraft. O nome da canção foi tirada de uma das maiores histórias de HP Lovecraft, o conto de terror “O Chamado de Cutulu”, escrito na década de 20 do século passado para a revista Weird Tales.

Ao ouvir o disco “Creeping Death”, o fã de heavy metal sabe que não tem apenas uma obra musical indispensável, mas também algo que, no mínimo, desperta interesse também na procura pelas obras mencionadas.

O disco está na lista dos “200 Álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame”. Vendeu mais de 5 milhões de cópias nos Estados Unidos e outras tantas em todo o mundo.

Para comemorar os 30 anos desta grande obra do Metallica, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube com clássicos do disco. Começamos com um histórico de 1985 com a banda executando “For Whom the Bell Tolls”, no evento Day on the Green, em Oakland.

Na sequência, outro vídeo ao vivo de 1985, com o grupo tocando “Fade to Black”. Depois, fique com “Ride The Lightning”, durante show realizado em Gotemburgo, na Suécia, em 2011. Para fechar, assista à banda tocando “Creeping Death” no Rock in Rio de 2011, com direito a introdução de “Ecstacy of Gold”.

03
ago
13

James Hetfield faz 50 anos e mantém seu reinado metallico

James Hetfield, vocalista e guitarrista do Metallica, completa 50 anos de idade neste dia 3 de agosto de 2013. Mesmo com esta idade teoricamente avançada para os padrões do thrash metal, o líder de uma das maiores bandas do rock atual segue firme e surpreendendo muita gente com uma energia de causar inveja a muito músico bem mais novo.

Para quem viu o Metallica sair do nicho exclusivo do heavy metal para se transformar numa das maiores bandas de rock da história, não atrelar grande parte do sucesso do grupo a este incansável sujeito é praticamente uma heresia.

É certo que o outro líder do Metallica, o baterista Lars Ulrich, tem praticamente parcela igual de responsabilidade na escalada da banda, mas há algo de diferente em Hetfield quando o lado musical é o assunto.

Enquanto Lars sempre foi o cara de grandes sacadas e de visão de negócios do grupo, Hetfield sempre foi o responsável pela criação da maior parte das melodias e riffs que marcaram a história do Metallica.

Se Kirk Hammett tem um talento indiscutível nos solos de guitarra, James Hetfield, sem sombra de dúvida, está entre os maiores guitarristas-base da história.

Só para citar grandes nomes de sua geração, talvez apenas Scott Ian, seja tão bom quanto o representante do Metallica. O detalhe é que o próprio líder do Anthrax já classificou Hetfield como “deus do metal”, coisa que pode parecer exagerada para alguns, mas compreensiva para quem viveu o estilo intensamente.

Para muitos garotos adolescentes das diversas gerações atingidas pelo Metallica desde 1981, James Hetfield é tudo aquilo que jovens com a inquietude própria da idade desejam ser: tem carisma, atitude, a mulherada curte e, sobretudo, toca numa das bandas mais fantásticas da história.

A imagem de Hetfield como “o cara” chegou a ser momentaneamente ofuscada durante as gravações do contestado álbum “St. Anger”, de 2013. Na ocasião, passando por problemas sérios com o alcoolismo que quase acabaram com o Metallica, o guitarrista mostrou um lado sincero de fraqueza que era inimaginável para os fãs do grupo.

No excelente documentário “Some Kind of Monster”, de 2004, é possível assistir a esse momento delicado da vida de Hetfield, mas também pode ser visto o momento da virada do Metallica, quando o baixista Robert Trujillo entrou na banda e foi fundamental para dar ânimo aos demais colegas para prosseguir e voltar novamente ao topo do heavy metal.

Para celebrar os 50 anos de Hetfield, o Roque Reverso descolou três vídeos de três fases distintas do Metallica. Fique inicialmente com um de “Seek & Destroy” gravado no Metal Hammer Festival da Alemanha, em 1985, quando Cliff Burton ainda estava vivo. Na sequência, assista à banda executando “…And Justice For All”, na turnê do álbum do mesmo nome, em 1989, captado no DVD “Live Shit: Binge & Purge”, com Jason Newsted. Para fechar, o vídeo de “The Four Horsemen”, do DVD “Quebec Magnetic”, de 2009, com a formação atual.

25
jul
13

30 anos do álbum “Kill ‘Em All”, o primeiro do Metallica

Kill 'Em All25 de julho de 2013 marca uma data de grande importância para rock. Há 30 anos, o Metallica lançava o seu primeiro álbum, o ótimo  “Kill ‘Em All”, que mudou o heavy metal e trouxe para os fãs uma nova vertente mais agressiva e rápida do estilo: o thrash metal.

Numa época na qual o hard rock e o próprio heavy metal, especialmente nos Estados Unidos, estavam sendo dominados por bandas maquiadas demais e com cabelos mais espalhafatosos do que o normal, quatro caras que ainda tinham o rosto com as espinhas do final da adolescência deram uma verdadeira chacoalhada na cena oitentista.

Suas letras, de maneira diferente da que era vista no cenário do hard rock norte-americano, não focavam mulheres gostosas, carros e festas.

Traziam uma certa revolta adolescente que tinha como base sonora um heavy metal tocado na velocidade da luz, sem deixar uma certa técnica de lado.

Com o  “Kill ‘Em All”, o Metallica trazia para o público uma cena criativa que bombava na Bay Area de São Francisco com uma série de bandas que consolidariam, ao lado do grupo precursor, o thrash metal. Exodus, Testament, Forbidden, Vio-lence e Death Angel foram alguns dos nomes que se beneficiariam daquele disco e que também seriam reconhecidos pela imprensa especializada.

Para concretizar a gravação do disco, porém, nada foi tão fácil para a banda. Numa época na qual a internet não existia, tudo era menos prático do que os dias de hoje.

A própria criação do grupo foi inusitada para os padrões de hoje, já que, ainda em Los Angeles, em 1981, James Hetfield respondeu a um anúncio que o baterista dinamarquês Lars Ulrich havia colocado no jornal local. Lars queria formar uma banda, colocando em prática suas influências, entre elas o Deep Purple, o Iron Maiden e o Diamond Head. James, que, além do metal, também tinha influência musical vinda do punk, juntou-se então ao cara que seria seu companheiro de grupo até os dias de hoje.

Pouco mais tarde, outro anúncio de jornal recrutou outro guitarrista: nada menos que Dave Mustaine, que possuía um equipamento invejável para a época e tinha um conhecimento musical também nada desprezível. Para o baixo, Ron McGovney foi o escolhido, mas não ficaria muito tempo.

Tudo porque, após gravarem uma fita demo denominada “No Life ´Til Leather” e fazer certo sucesso na cena underground, Ulrich e Hetfield assistiram, em 1982, a um show da banda Trauma, que contava com um baixista que os impressionou absurdamente: simplesmente o grande Cliff Burton.

Engajados na aquisição de Burton, Hetfield, Lars e Mustaine descartam McGovney e seguiram as exigências do talentoso baixista, que fez todos se mudarem para São Francisco.

Com alguns shows e encrencas arranjadas por Mustaine, que bebia além do suportável, Lars e Hetfield tomaram a decisão de mandar embora aquele que pouco mais tarde fundaria nada menos que o Megadeth, outro gigante do thrash. Para o lugar do guitarrista, Kirk Hammett, do Exodus, foi recrutado e a formação definitiva para a gravação do álbum foi consolidada.

Ajudados pelo promotor Johnny “Z” Zazula, que viu talento no grupo e decidiu montar a própria gravadora, a Megaforce Records, os músicos finalmente lançaram o  “Kill ‘Em All”. A ideia de nome inicial era “Metal Up Your Ass”, mas houve um consenso de que tal título era “um pouco” ofensivo demais.

Para quem gosta de thrash metal, é impossível achar alguma música ruim no disco. “Hit the Lights”, The Four Horsemen, “Motorbreath” e “Jump in the Fire” são verdadeiros petardos sonoros que fazem tudo tremer. A pérola instrumental “(Anesthesia) Pulling Teeth” traz o baixo de Cliff Burton num dos maiores momentos do músico e é apenas um momento de menor intensidade até a chegada de “Whiplash”, que fechava o então Lado A com a agressividade de poucas canções.

O Lado B não deixa o peso e a velocidade caírem. “Phantom Lord” e “No Remorse” obrigam a cabeça a se movimentar intensamente. “Seek & Destroy” é um ultraclássico do thrash e a última, “Metal Militia”, era uma mensagem para os desavisados de que o Metallica estava chegando para ficar, e por um longo tempo, no cenário musical.

A banda sempre mudaria nos discos seguintes, com a introdução de partes mais melódicas e mais técnica, mas “Kill ‘Em All” foi o álbum que apresentou uma vertente nova do heavy metal para o mundo.

Para celebrar o grande disco, o Roque Reverso descolou clipes no YouTube. Fique com vídeos super amadores de shows da banda em 1983, tocando “No Remorse”, “Seek & Destroy” e “Hit the Lights”, estes dois últimos ainda com Dave Mustaine.

09
jun
13

Metallica faz show surpresa nos EUA e toca álbum de estreia ‘Kill ‘Em All’ na íntegra

O Metallica surpreendeu os fãs no sábado, dia 8 de junho, em Detroit, nos Estados Unidos. A banda norte-americana de thrash metal tocou simplesmente seu álbum de estreia “Kill ‘Em All” na íntegra durante uma apresentação no palco secundário do Orion Music + More, festival que é organizado pelo próprio grupo, mas que não tinha show agendado com James Hetfield & Cia para a data citada.

A surpresa começou a se formar depois que foi espalhada a notícia de que um desconhecido grupo chamado Dehaan tocaria no horário das 16h30 no evento. No Instagram, o próprio James Hetfield já havia postado uma foto, dizendo que a tal banda era algo imperdível.

Para os mais antenados com as notícias da banda, Dehaan coincidentemente é o sobrenome do ator (Dane DeHaan) que fará um dos personagens mais importantes do filme em formato 3D que o Metallica lançará em setembro deste ano: o “Metallica  Through the Never”.

No filme, o ator faz o papel de um jovem membro da equipe de apoio da banda. Ele é enviado para uma missão urgente, enquanto o grupo está tocando um show ao vivo.

Para os felizardos que estavam presentes no festival no horário anunciado para o Dehaan, James Hetfield apareceu do nada no palco e iniciou o show, num ambiente muito mais modesto do que o normal para apresentações do Metallica, ao lado do restante da banda.

No dia seguinte, cumprindo dessa vez o cronograma oficial do Orion Music + More e sem surpresas, a maior banda do cenário do heavy metal do planeta subiu novamente ao palco e trouxe um set list em linha com o que vem sendo tocado nos seus shows mais recentes.

Roque Reverso descolou no YouTube este grande momento da execução do “Kill ‘Em All” na íntegra. Veja abaixo um vídeo que captou nada menos que as cinco primeiras músicas do disco tocadas ao vivo: “Hit the Lights”, “The Four Horsemen”, “Motorbreath”, “Jump in the Fire” e a instrumental”(Anesthesia) Pulling Teeth”, com o baixista Robert Trujillo, numa responsabilidade imensa de repetir o que o mito Cliff Burton fazia com maestria.




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