Posts Tagged ‘Lemmy Kilmister

24
jan
18

Saxon libera faixa ‘They Played Rock And Roll’, que faz homenagem ao Motörhead

Saxon - Foto: DivulgaçãoO Saxon liberou no dia 22 de janeiro mais uma faixa do novo álbum que a banda lançará no dia 2 de fevereiro. “They Played Rock And Roll” é o nome da música, que é uma homenagem do grupo ao lendário Motörhead.

Em formato de lyric video, a faixa traz no título uma referência à frase clássica que o saudoso vocalista e baixista Lemmy Kilmister usava quando apresentava o Motörhead para o público nos shows: “We Are Motörhead And We Play Rock & Roll.”

A divulgação de “They Played Rock And Roll” vem pouco tempo depois da morte de “Fast” Eddie Clarke, guitarrista da formação clássica do Motörhead.

CONTINUE LENDO AQUI!!!

13
ago
17

Veja o clipe do Motörhead para a música ‘Heroes’, que estará em disco de covers previsto para setembro

Motörhead - Foto: DivulgaçãoO clipe do Motörhead para a música “Heroes”, de David Bowie, foi liberado nas redes sociais da banda no início de agosto, mais precisamente no dia 7 no YouTube.

O vídeo combina imagens de shows, bastidores e, sobretudo, aproveita para fazer uma homenagem ao saudoso Lemmy Kilmister, que deixou o rock n’ roll órfão em dezembro de 2015.

A música “Heroes” é mais uma amostra do álbum de covers do Motörhead que será lançado em setembro.

“Under Cöver” trará covers executados pela banda britânica ao longo do tempo de grupos do agrado de Lemmy & Cia.

CONTINUE LENDO AQUI!!!

27
jul
17

Disco do Motörhead com covers sairá em setembro e terá faixas de Bowie, Stones, Metallica, Ramones e outros

Motörhead - Reprodução da capa de "Under Cöver"Lemmy Kilmister deixou seus órfãos do heavy metal em 2015, mas o falecimento de um dos maiores nomes do rock n’ roll não impedirá que mais uma obra do Motörhead seja lançada. Está previsto para setembro o lançamento do disco “Under Cöver”, que trará covers executados pela banda britânica ao longo do tempo de grupos do agrado de Lemmy & Cia.

Entre as bandas e nomes do rock escolhidos estão nada menos que os Rolling Stones, com duas faixas (“Jumpin’ Jack Flash” e “Sympathy for the Devil”); David Bowie, com “Heroes”; Metallica, com “Whiplash”; Ramones, com “Rockaway Beach”; Judas Priest, com “Breaking the Law”; e Sex Pistols, com “God Save the Queen”.

De 2015, a inédita “Heroes”, por sinal, é considerada uma das últimas faixas gravadas pelo trio
do Motörhead formado por Lemmy, Phil Campbell  e Mikkey Dee.

CONTINUE LENDO AQUI!!!

16
fev
16

4 prêmios Grammy para o Alabama Shakes fazem bem para boa música

Alabama ShakesQuando o disco “Sound & Color” foi lançado em 2015, a impressão imediata na primeira audição foi a de que o álbum tinha qualidade e dificilmente seria superado no ano. Quando a música “Don’t Wanna Fight” foi ouvida pela primeira vez, não havia dúvida de que ela era fácil candidata a hit do ano. Na 58ª edição do Grammy, que aconteceu na segunda-feira, 15 de fevereiro, em Los Angeles, os quatro prêmios dados à excelente banda norte-americana foram não apenas um justo reconhecimento a um grande trabalho, mas algo que faz bem para a música em geral.

Nós do Roque Reverso sempre tivemos um pé atrás com o Grammy desde que o Jethro Tull ganhou o prêmio de melhor artista de hard rock/metal do Metallica em 1989. E sempre lembramos isso. Gafes históricas à parte, reconhecer algo de qualidade é o mínimo que a premiação norte-americana pode fazer e, quando faz algo correto, também merece elogios.

O Alabama Shakes venceu o Grammy nas categorias de Melhor Álbum Alternativo, Melhor Música de Rock e Melhor Performance de Rock, além de conquistar um prêmio técnico como a melhor engenharia de som de disco não-clássico. Concorreu também ao prêmio de Melhor Álbum do Ano, mas, apesar de merecer, perdeu para a cantora pop Taylor Swift.

De quebra, a banda fez uma perfeita apresentação ao vivo que só ratificou a percepção de que está num momento extremamente positivo da carreira. Ao receber um dos prêmios, a guitarrista e vocalista ultra talentosa Brittany Howard não escondeu a grande emoção.

Ainda no mundo do rock, o Grammy escolheu o disco do Muse, “Drones”, como o Melhor Álbum de Rock. Na categoria Melhor Performance de Metal, o grande vencedor foi o grupo mascarado Ghost, pela música “Cirice”, do disco “Meliora”.

Entre os shows da noite, além da ótima apresentação do Alabama Shakes, houve uma série de homenagens a nomes de astros da música que morreram recentemente. David Bowie, Lemmy Kilmister, B.B. King e Glenn Frey, do Eagles, foram os merecedores das homenagens.

No caso de David Bowie, a cantora Lady Gaga fez uma excelente apresentação, lembrando vários sucessos do camaleão do rock. No caso de Lemmy, o grupo Hollywood Vampires teve uma performance digna, apesar do jeito meio bagunçado na apresentação do clássico “Ace of Spades”.

28
dez
15

Lemmy morreu – e infelizmente é verdade

lemmyPor muitos considerado um ser imortal, Lemmy Kilmister se foi. E desta vez, infelizmente, é verdade – motivo pelo qual o Roque Reverso vem com este breve e fúnebre boletim de fim de ano.

O frontman do Motörhead faleceu nesta segunda-feira, 28 de dezembro, apenas quatro dias depois de completar 70 anos, segundo publicação do jornalista norte-americano Eddie Trunk no microblog Twitter.

Pouco depois do anúncio de Eddie Trunk, o Motörhead confirmou a morte de Lemmy por meio de seu perfil oficial no Facebook. Segundo a nota, o vocalista e baixista da banda ficou sabendo apenas no sábado, dia 26 de dezembro, que lutava contra um câncer muito agressivo. Recentemente, o noticiário sobre a banda já indicava que Lemmy estava com problemas graves de saúde.

Conterrâneo do guitarrista Slash, o inglês Lemmy atendia por Ian Fraiser Kilmister antes de tornar-se uma lenda do roquenrow.

CONTINUE LENDO AQUI!!!

13
out
15

Divulgado o trailer do filme ‘Gutterdämmerung’, que terá Lemmy, Araya, Iggy Pop e Slash no elenco

Gutterdämmerung - Reprodução de Cartaz de DivulgaçãoJá pode ser visto no YouTube o trailer do filme “Gutterdämmerung”, previsto para ser lançado no início de 2016. Autoproclamada como “O Filme Mudo mais Barulhento da Terra”, a película conta com uma verdadeira constelação de grandes nomes do rock no elenco.

Estão lá Lemmy Kilmister, Tom Araya, Iggy Pop, Slash, Josh Homme, Nina Hagen, Henry Rollins, Mark Lanegan e Grace Jones, entre outras estrelas da música.

O filme é baseado nos clássicos do cinema mudo dos Anos 20. O conceito e direção da película é do artista visual belga Björn Tagemose.

Henry Rollins também ajudou a escrever o roteiro, que traz uma história na qual existe uma “guitarra do mal” que é capaz de concentrar todos os pecados da humanidade.

Com todo este poder, a trama traz uma corrida pela recuperação do instrumento musical.

A ideia dos produtores é que as exibições do filme sejam acompanhadas por um show de determinada banda de rock e de um narrador da história.

Quem gosta de música clássica e pensou que o nome “Gutterdämmerung” era familiar vai se lembrar de “Götterdämmerung”,  ópera do lendário compositor alemão Richard Wagner que ficou conhecida em português como “O Crepúsculo dos Deuses” e que é a quarta parte das quatro que compõem a tetralogia “Der Ring des Nibelungen” (“O Anel do Nibelungo”).

Veja abaixo o trailer bacana do filme “Gutterdämmerung”:

27
abr
15

Monsters teve cancelamento do Motörhead, festa de Ozzy, Judas Priest matador e KISS apoteótico

Montagem MonstersA edição de 2015 do Monsters of Rock chegou ao fim no domingo, dia 26 de abril, e deve ter deixado a maioria dos fãs que estiveram na Arena Anhembi satisfeitos, a despeito de contratempos relacionados à organização, segurança e detalhes que sempre podem ser ajustados nos próximos eventos. Entre os momentos que serão lembrados no futuro, destaque para o cancelamento surpreendente do Motörhead, a festa do rock pesado promovida por Ozzy Osbourne, dois shows matadores em dois dias consecutivos do Judas Priest e a apresentação apoteótica do KISS.

Além destes eventos proporcionados pelos maiores medalhões do festival, outros bons shows chamaram a atenção do público, como os do Accept, do Unisonic, do Primal Fear, sem contar outros momentos marcantes gerados pelo Manowar e até pelo Steel Panther, cuja apresentação foi marcada pelo topless de algumas fãs.

De longe, o maior ponto negativo do festival foi a ausência de transmissão pela TV ou pela internet. Como já dissemos anteriormente aqui neste Roque Reverso, quem perdeu com esta mancada foram o rock e aquele fã que não conseguiu estar em São Paulo para prestigiar o grande festival. Nas redes sociais, a reclamação sobre este problema foi uma das que mais apareceu, ainda mais com os preços salgados que sobraram para quem não conseguiu comprar os primeiros lotes de ingressos.

Em relação à organização, as reclamações maiores se concentraram principalmente no primeiro dia de festival. Com uma única entrada para o público, filas enormes se formaram em volta do Anhembi. Houve casos de pessoas que demoraram duas horas esperando para entrar e que perderam os shows que desejavam assistir. No segundo dia, este problema não ficou escancarado e, perto do horário das apresentações mais importantes, à noite, foi possível chegar com certa rapidez no local.

Furtos também foram observados na Arena Anhembi, especialmente de celulares. Outro ponto que mereceu reclamação foi o preço de alimentação e bebida. Cerveja a R$ 10,00, a latinha, é um desrespeito.

De volta à parte que interessa, os headliners fizeram bons shows. A despeito da idade que bate à porta de Ozzy e do KISS, ambas as atrações acabaram justificando a condição de nomes principais do evento. O eterno vocalista do Black Sabbath mantém um carisma que continua arrastando uma legião de fãs para os shows. Enquanto isso, o KISS sabe como poucos transformar os shows em experiências sensacionais que permanecerão para sempre nas mentes dos participantes.

Outra escolha bem sacada foi colocar o Judas Priest para tocar nos dois dias. A banda de Rob Halford & Cia repetiu a tradição de grandes shows no Brasil e, musicalmente, foi a melhor do festival. Falando em música, o som do Monsters também merece elogios, pois estava nítido e num volume ideal em vários dos pontos da lotada pista.

A decepção do Monsters entre as bandas foi o cancelamento do Motörhead. Com o líder Lemmy Kilmister apresentando um sério distúrbio gástrico, seguido de uma forte desidratação, a alternativa foi a desistência da banda. Os demais integrantes do grupo chegaram a fazer um show improvisado com membros do Sepultura, mas a insatisfação e tristeza foi geral no Anhembi. O pior de tudo é que, com a saúde cada vez mais fraca de Lemmy, nada indica que o Motörhead retornará ao Brasil no curto prazo.

O fã do Judas Priest que foi no sábado acabou ganhando, com o problema de Lemmy, um repertório mais extenso. Assim foi possível ver a banda de Rob Halford num show maior do que os que geralmente são observados em festivais.

O evento de 2015 não superou as edições históricas que foram realizadas na década de 90 no Estádio do Pacaembu, tampouco o festival de 1998 na pista de atletismo do Ibirapuera. Em relação ao Monsters de 2013, contudo, o de 2015 parece ter ficado mais encorpado, com os dois dias bem distribuídos e com uma quantidade de público que, sem a menor dúvida superou a capacidade oficial do Anhembi, de cerca de 35 mil pessoas

Nos próximos dias, o Roque Reverso trará resenhas de alguns dos shows do Monsters of Rock. Além dos textos, serão descolados vídeos legais no YouTube e fotos oficiais. Fiquem ligados!

Como aperitivo dos shows do Monsters, o Roque Reverso trouxe alguns vídeos do YouTube. Fique inicialmente com Ozzy e banda executando “War Pigs”, do Black Sabbath. Depois, veja o Judas Priest tocando “Electric Eyes”. Veja ainda o KISS com “Rock and Roll All Nite” e o Accept com “Balls To The Wall”.

31
mar
14

Motörhead divulga lyric video da música ‘Crying Shame’

MotörheadO Motörhead divulgou no dia 29 de março o lyric video da música “Crying Shame”. A canção faz parte do mais recente álbum do grupo, “Aftershock”, lançado em outubro do ano passado.

A liberação do lyric video foi feita num período marcado por alguns cancelamentos de shows que a banda faria em alguns festivais do Hemisfério Norte. Desde o ano passado, isso vem acontecendo em virtude dos problemas de saúde com o vocalista e líder do grupo, Lemmy Kilmister.

Gravado no Maple Sound Studios, em Santa Ana, na Califórnia, “Aftershock” tem 13 faixas. É o 21º disco de inéditas do grupo britânico de heavy metal.

A produção do álbum ficou Cameron Webb. que já havia cuidado do álbum anterior, “The Wörld Is Yours”, lançado em 2010.

Veja abaixo o lyric video da música  “Crying Shame”.

24
set
13

‘Velhinhos’ fazem os melhores shows do Rock in Rio e reforçam tese de falta de renovação do estilo


Os representantes mais “velhinhos” do rock nadaram de braçada, colocaram a molecada no bolso e fizeram os melhores shows do Rock in Rio 2013. Pergunte para a maioria das pessoas que assistiram aos shows do festival e boa parte das respostas girará em torno de três nomes: Bruce Springsteen, Iron Maiden e Metallica. Mais do que constatar o óbvio, o fato de as melhores performances do evento que aconteceu na capital fluminense terem componentes com idade acima de 50 anos, chegando em alguns casos a superar a casa dos 60 anos, apenas reforça a tese de que está faltando uma renovação mais expressiva no rock n’ roll.

O leitor até poderá dizer que o empresário Roberto Medina preferiu trazer nomes consagrados para não arriscar e garantir o jogo ganho, mas é importante recordar que essa tem sido a estratégia dos produtores na maioria dos festivais que estão acontecendo no Brasil. No Lollapalooza 2013, o Pearl Jam, com Eddie Vedder e seus 48 anos de idade, foi o nome mais badalado. Só encontrou no Queens of The Stone Age, de Josh Homme, que tem 40 anos, um rival de show com qualidade parecida.

Ainda em 2013, o Monsters of Rock terá como um dos headliners o Aerosmith, que conta com Steven Tyler e seus 65 anos de idade, sem sinais cansaço. Mesmo o outro headliner, o Slipknot, que traz um dos shows mais intensos da atualidade, conta com o vocalista Corey Taylor prestes a completar, em dezembro, 40 anos de idade.

Fora do rock mais pesado, o grupo britânico Blur, que é a atração principal do Planeta Terra Festival 2013, tem o vocalista Damon Albarn já com 45 anos. Fora dos festivais, é importante lembrar que a atração mais esperada do ano no Brasil é a vinda do Black Sabbath, que tem Ozzy Osbourne com 64 anos e o guitarrista Tony Iommi com 65 anos e se recuperando de um câncer.

O leitor do Roque Reverso pode até lembrar que o Muse fez uma excelente apresentação no Rock in Rio e poderia representar algum alivio em relação à tese de falta de renovação do rock, mas o grupo, que já tem quase 20 anos, não conseguiu bater as performances de Springsteen, Iron Maiden e Metallica.

Springsteen, com seus 63 anos, não só fez um dos melhores shows do festival (para alguns, o melhor disparado), como colocou sua apresentação entre as mais espetaculares da história de todas as edições do Rock in Rio. O Iron Maiden, que tem Bruce Dickinson com 55 anos pulando loucamente e cantando demais no palco e que conta com o baterista Nicko McBrain com 61 anos, mostrou o motivo de ser a maior banda de heavy metal da história e que tem muito ainda a ensinar. O Metallica, que tem James Hetfield com 50 anos, mostrou com rapidez e energia impressionante porque é a maior banda pesada da atualidade.

Se compararmos com edições anteriores do próprio Rock in Rio, lembraremos que a primeira edição, a de 1985, teve inúmeros destaques, entre eles o próprio Iron Maiden, em seu maior momento, com Dickinson com 27 anos. A edição de 1991 teve o Guns N’ Roses estourando, com Axl Rose tendo, na época, 29 anos.

A falta de um grande nome jovem no rock n’ roll atual e a persistência dos mais velhos no topo trazem algum receio de que o gênero perca cada vez mais espaço para os já dominantes rap, pop e r&b. É claro que, enquanto existir um adolescente com vontade de mudar o mundo e a rebeldia explodindo, sempre haverá a esperança do surgimento de algo bombástico, mas o que será do rock quando um Lemmy Kilmister morrer? Quem assumirá o posto de um Angus Young? A ver…

***A montagem acima foi feita pelo talentoso designer Marcos Tavares Costa, o MTC***
11
out
11

Motörhead fez show básico e honrou tradição no Rock in Rio

O Motörhead foi uma das grandes atrações da Noite do Metal do Rock in Rio e honrou a tradição do festival. A banda liderada pelo lendário Lemmy Kilmister ajudou a fazer com que o dia 25 de setembro se consolidasse como o mais interessante da versão de 2011 do Rock in Rio, bastante criticado pelo grande número de atrações sem nenhuma ligação com o verdadeiro rock and roll.

Inicialmente, os rockeiros mais velhos e tradicionais criticaram o fato de o Motörhead tocar antes do Slipknot, dada a importância e os anos de estrada do grupo de Lemmy em relação à banda de mascarados.

No final da noite, no entanto, depois apresentação insana do Slipknot, ficou a sensação de que a organização do festival agiu certo na escalação dos últimos 4 nomes do line-up do Palco Mundo, que contava também com o Coheed and Cambria e com o Metallica.

Figura já carimbada no território nacional, o Motörhead não trouxe grande surpresa à apresentação no Rock in Rio. Com um set list com vários de seus clássicos, fez um show em linha com o apresentado em São Paulo, no Via Funchal, em abril, quando promoveu o álbum “The World is Yours”, lançado recentemente no Brasil. O set list do festival foi, no entanto, um pouco mais curto que o da apresentação na capital paulista.

A abertura do show ficou com a ultraclássica “Iron Fist”. “Nós somos o Motörhead e tocamos rock n’ roll”, disse Lemmy, antes dos primeiros acordes. Simples assim e sem frescura!

Direto ao ponto, com as porradas na bateria de Mikkey Dee, com a guitarra rápida de Phil Campbell e com o baixo turbinado de seu eterno líder, o grupo desfilou uma série de boas músicas em pouco mais de uma hora de apresentação. Marca deste Rock in Rio, o som que chegava ao público da pista era simplesmente sensacional e era impossível manter a cabeça parada neste autêntico show de heavy metal com um dos seus principais expoentes.

Após tocar “Stay Clean”, do álbum “Overkill”, o Motörhead trouxe “Get Back in Line”, uma das poucas músicas da noite do álbum mais recente “The World is Yours”. Depois isso, com exceção de “I Know How to Die”, foi só coisa antiga e da boa: “Metropolis”, “Over the Top”, “One Night Stand”, “Chase is Better Than the Catch” e “In the Name of  Tragedy”.

Esta última, do álbum “Inferno”, de 2004, contou com show particular de Mikkey Dee. Enquanto Lemmy e Campbell saíram para uma rápida descansada, o músico fez um solo de 4 minutos, reforçando cada vez mais que é um dos maiores bateristas do metal.

Na volta de Lemmy e Campbell, o grupo deu sequência a “In the Name of  Tragedy”. Interessante que Campbell voltou para o palco com a camisa do Atlético Mineiro, clube brasileiro que conta com uma imensa torcida e que tem uma organizada específica famosa por ser formada pela galera que curte um som mais pesado: a Galo Metal. Muito legal!

Na sequência, Lemmy disse que a próxima música era uma homenagem ao público presente: “Going to Brazil”, que foi muito bem recebida pela galera. Depois, tocou “Killed by Death”.

A parte final do show foi reservada para dois dos maiores clássicos do Motörhead. Primeiro, foi a vez do maior deles, “Ace of Spades”, que mostrou a banda afiadíssima e deixou todos da plateia vidrados com a performance destruidora do trio. Muitas rodinhas de mosh se abriram no meio do público e elas aumentariam na música seguinte, que encerraria a  apresentação.

Inicialmente, Lemmy apresentou a banda. Depois, Campbell apresentou Lemmy e chamou o guitarrista Andreas Kisser, do Sepultura, ao palco, num momento mais do especial para o brasileiro, que já tinha tocado com o Anthrax este ano, substituindo Scott Ian numa parte da turnê da banda norte-americana.

“Somos o Motörhead e tocamos rock n’ roll”, disse novamente Lemmy, para, logo em seguida, Mikkey Dee, começar as primeiras batidas de “Overkill”. O público curtiu demais este momento, com novas rodas de mosh se formando em vários locais da Cidade do Rock, dando uma pinta no que se transformaria aquele lugar nos shows seguintes, do Slipknot e do Metallica.

O resumo que se pode fazer é que o Motörhead fez um show dentro do esperado. Rock pesado e sem frescuras. Lemmy está claramente com uma voz mais cansada, mas não podemos esquecer que ele já está com 65 anos e, mesmo assim, continua mandando muito bem. Phil Campbell fez sua costumeira boa apresentação e Mikkey Dee foi o grande destaque da banda no show, já que parece estar sempre ligado nos 220 volts, com uma energia impressionante transportada para sua bateria.

Para relembrar o bom show do Motörhead no Rock in Rio, o Roque Reverso descolou alguns vídeos no YouTube. Para começar, um com uma trinca: “Iron Fist”, “Stay Clean” e “Get Back in Line”. Depois, vejam os vídeos das megaclássicas “Ace of Spades” e “Overkill”.

Set List

Iron Fist
Stay Clean
Get Back in Line
Metropolis
Over the Top
One Night Stand
I Know How to Die
Chase is Better Than the Catch
In the Name of  Tragedy
Going to Brazil
Killed by Death
Ace of Spades
Overkill

30
set
11

Metallica fez show empolgante, trouxe set list impecável e escreveu de vez seu nome na história do Rock in Rio

Atração mais esperada do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2011, o Metallica correspondeu às expectativas e conseguiu realizar no domingo, dia 25 de setembro, um show extremamente empolgante na capital fluminense, onde não tocava desde 1999. A banda norte-americana de thrash metal trouxe um set list impecável recheado de clássicos para mais de 100 mil pessoas, mostrou energia digna dos velhos tempos e escreveu definitivamente seu nome com letras gigantes na história do festival.

Sem a menor sombra de dúvida, foi um dos maiores shows já vistos em solo brasileiro, ao lado de outras apresentações espetaculares observadas em edições anteriores do próprio Rock in Rio, como as do AC/DC, do Iron Maiden e do Queen, todas no longínquo ano de 1985.

O Roque Reverso presenciou mais uma vez ao vivo a apresentação do Metallica, que há anos sonhava em participar de uma edição do Rock in Rio em seu lugar original. Desde os primeiros acordes, a emoção dos músicos da banda era evidente e eles pareciam querer dizer: “Este festival de 2011 é nosso e ninguém vai nos superar.”

Numa noite que teve o grande Motörhead como uma das bandas de abertura no Palco Principal, a ameaça maior ao império do Metallica veio da sensacional e brutal apresentação feita pelo Slipknot, que conseguiu hipnotizar a plateia como poucos grupos haviam conseguido no Brasil em festivais. Após o show do grupo mascarado, pipocaram perguntas na plateia que colocavam em dúvida o poder do Metallica para fazer uma apresentação ainda mais marcante.
O primeiro sinal já veio durante os testes de intrumentos, quando, na primeira pancada da bateria, o público tomou um grande susto com a altura daquilo, que mais parecia uma explosão de uma pequena bomba.

Resenha RIRTestes encerrados, as luzes se apagaram e começou a tradicional introdução de “The Ecstasy of Gold”, de Ennio Moricone, acompanhada de imagens no telão do filme “Três Homens em Conflito”, de Sérgio Leone.

Foi quando as primeiras batidas de “Creeping Death” enlouqueceram o público que começou a cantar já na introdução da ótima música do álbum “Ride the Lightning”.

Se o som do Rock in Rio já surpreendia pela qualidade, atingiu níveis impressionantes a partir daquele momento, num volume bem maior do que o observado nos shows anteriores. Para deixar tudo ainda melhor, James Hetfield (vocal e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo) vieram ao palco com a faca nos dentes, para mostrar que quem mandava no pedaço era o Metallica. O público, por sua vez, fazia o seu papel e cantava a plenos pulmões, dando também um espetáculo à parte.

Sem deixar a plateia respirar, Trujillo tirou de seu baixo os primeiros acordes distorcidos de “For Whom The Bell Tolls”, do mesmo álbum clássico da banda. Figura que trouxe um espírito de renovação ao grupo, o baixista mostrou que continua estraçalhando em seu instrumento, enquanto James, Lars e Kirk davam continuidade ao ótimo show, que teria na sequência a música “Fuel”, do álbum “Reload”, acompanhada de labaredas imensas que esquentaram toda a região próxima ao palco.

James Hetfield parecia uma criança e não fazia questão alguma de esconder o sentimento de satisfação por estar diante de 100 mil pessoas no maior festival do planeta. Ao término de “Fuel”, ele aproveitou para iniciar sua primeira conversa mais longa com o público presente. “Vocês estão se sentindo bem?”, perguntou, enquanto trocava sua lendária guitarra branca por uma preta. “Eu estou me sentindo melhor”, disse, para, na sequência, o grupo iniciar a música  “Ride the Lightning”, que fez todos delirarem.

A próxima música foi a eternamente bela “Fade to Black”, que representou o quarto sucesso do dia do mesmo álbum “Ride the Lightning”, para alegria de todos os fãs mais antigos. Foi no final desta canção que James cometeu um erro incrivelmente pouco comum, já que esqueceu de ativar a distorção para a guitarra, deixando o instrumento momentâneamente com um som sem impacto.

Aquele não seria o único erro do vocalista e guitarrista durante o show e isso surpreendeu muita gente, pois James Hetfield, considerado um dos maiores ícones da história do metal, sempre teve desempenho impecável nas apresentações. Ele tomou um susto e retomou rapidamente com as condições normais de peso para, depois, tirar humildemente sarro de si próprio, provando que até os perfeccionistas,como ele, também cometem suas gafes.

Na sequência, James disse impressionado que o público estava cantando as músicas num volume muito alto, mas que, para ele, tudo estava ok, já que quanto mais alto, melhor. Acrescentou que aquela era a melhor noite do festival por causa das boas bandas presentes e que se sentia honrado em tocar com elas, especialmente com o padrinho do heavy metal Lemmy, do Motörhead. Nem é preciso dizer que o público veio abaixo com tamanha simpatia e humildade do líder do Metallica, nada menos que o headliner da noite.

A passagem do Metallica pelo Rio ainda fazia parte da turnê de divulgação do álbum “Death Magnetic”. E, para este detalhe importante não ficar de fora, o grupo trouxe uma dobradinha com duas boas músicas do disco: “Cyanide”, que contou com ótima participação do público, e “All Nightmare Long”, a mais pesada do disco, que não deixou a energia do show cair e abriu caminho para um grande hit do grupo: “Sad But True”, do clássico “Black Album”, que foi cantada do início ao fim pela plateia.

Voltando um pouco no tempo, o Metallica trouxe ao show duas músicas do excelente álbum “Master of Puppets”. A primeira foi a sempre emocionante “Welcome Home (Sanitarium)”, que, como poucas, consegue intercalar perfeitamente o peso e a característica melodiosa do grupo. A segunda foi um dos grandes momentos da apresentação, nada menos que a instrumental “Orion”, tão pouco tocada em shows durante toda a carreira da banda.

Hipnotizado, o público viu James apresentar a banda, Lars Ulrich iniciar a música e Robert Trujillo dar uma aula em seu baixo, lembrando os acordes históricos construídos pelo falecido e saudoso baixista Cliff Burton, que jamais saiu da mente dos fãs mais antigos do Metallica e que é um dos responsáveis por toda a técnica marcante que o grupo consolidou em 30 anos de carreira. Quem estava na Cidade do Rock, com certeza, jamais esquecerá aquele momento, um verdadeiro sonho realizado por este que vos escreve.

Após James Hetfield dedicar a música a Cliff Burton e receber a aprovação imediata da plateia, o Metallica saiu brevemente do palco, que ficou completamente na escuridão. Foi quando o barulho de helicópteros e bombas começou a dominar o local, acompanhado por explosões e fogos. Era a megaclássica “One”, executada com maestria pelo grupo, que emendou logo em seguida outra que não pode ficar de fora do set list: “Master of Puppets”, música que trouxe a banda afiadíssima, especialmente na dobradinha de guitarras de James e Kirk.

A sequência do show ainda abriria espaço para mais uma música do ótimo álbum “…And Justice for All”. James trocou sua guitarra e trouxe novamente a clássica de cor branca para tocar nada menos que a sensacional “Blackened”, que contou com mais uma aula de thrash metal da banda e labaredas enormes que fizeram aumentar a temperatura de toda a área próxima ao palco.

Com o jogo mais do que ganho, o Metallica trouxe em seguida dois de seus maiores hits, ambos do “Black Album”. O primeiro, depois de uma introdução solo de Kirk Hammett, foi “Nothing Else Matters”. Foi a música mais leve de todo o show, mas fez 1oo mil headbangers cantarem uma balada numa única voz.

Depois, foi a vez de “Enter Sandman”, que manteve a tradição recente de ser a música cantada com mais empolgação pela plateia nos shows do Metallica. Você pode até questionar se ela foi o ponto de partida para a banda tomar um rumo mais comercial, mas jamais poderá questionar a qualidade do riff marcante criado por Kirk Hammett.

A banda encerrou o show, foi aplaudida por todos e deixou o palco. É claro que todos sabíamos que faltava mais coisa para tocar. O público, por sua vez, só gritava sem parar as três simples palavras: “Seek and Destroy, Seek an Destroy, Seek and Destroy.”

Mas era o momento do show reservado para covers. O sonho de grande parte dos presentes era ver o Metallica tocando uma música do Motörhead, na companhia de Lemmy. Este sonho não se concretizou, mas a banda presenteou os fãs com simplesmente “Am I Evil?”, do Diamond Head, que também não era tocada no Brasil há muito tempo, desde a primeira passagem do grupo por aqui, em 1989!

Não bastasse o grande presente com a grande música, o Metallica tirou do baú outro megaclássico que surpreendeu muitos fãs: “Whiplash”, do primeiro álbum “Kill ‘ Em All”, que não era tocada no Brasil desde que a banda veio a São Paulo em 1993, pela turnê do “Black Album”.

Terminada a paulada sonora, James brincou com a plateia, fazendo um gesto de que era hora de dormir e ir embora. Para aumentar ainda mais a ansiedade, ele fingiu que daria a guitarra ao rodie e deixaria o palco, mas seguiu os apelos da galera e anunciou “Seek & Destroy”. Foi quando grandes bolas de plástico pretas foram jogadas para o público e o Metallica executou seu clássico eterno com perfeição, com direito a todas as luzes da Cidade do Rock acesas, a pedido de James.

Hotel Urbano

Com esta música chegava ao fim mais uma grande apresentação do Metallica no Brasil. A banda ainda demorou um bom tempo para deixar o palco, já que fez questão de agradecer o carinho do público brasileiro e ainda distribuiu palhetas e baquetas para quem estava mais próximo, na fila do gargarejo. De presente, a banda ganhou de um grupo de fãs uma enorme bandeira branca que tinha um desenho em homenagem a Cliff Burton, cuja data de morte faz 25 anos em 2011.

Foi, sem a menor dúvida, o melhor show do Rock in Rio e, ao lado das demais apresentações da Noite do Metal, conseguiu honrar o nome do festival, tão criticado pelo número reduzido de atrações ligadas ao rock. Tecnicamente, a apresentação ainda ficou ligeiramente atrás da realizada em São Paulo, no ano passado, no dia 30 de janeiro. Mas, quando o assunto é set list, vibração e espetáculo, o show na capital fluminense não ficou devendo nada e, para muitos, foi o melhor do Metallica em solo brasileiro em toda a história.

Com o passar dos dias, as imagens daquela noite ainda não saíram totalmente da mente deste que vos escreve. Não há como cravar com certeza absoluta que esta foi a melhor performance do Metallica por aqui, mas, sem a menor dúvida, é possível dizer que a apresentação no Rock in Rio jamais será esquecida por quem esteve lá ou por quem assistiu ao show pela TV. Definitivamente, o grupo de thrash metal de James, Lars, Kirk e Rob escreveu seu nome na história do festival e se juntou a outros grandes nomes que passaram por ali.

Para reviver o grande show do Metallica no Rock in Rio, o Roque Reverso descolou uma série de vídeos no YouTube. Abaixo, você pode ver a abertura, com “The Ecstasy of Gold” e “Creeping Death” e outros vídeos, como os de “For Whom the Bell Tolls” e “Ride the Lightning”, além de um vídeo que traz o momento mágico com “Orion”. Também temos o bis do show, cortado pela Rede Globo: um vídeo com “Am I Evil?” e “Whiplash” e outro com o final apoteótico de “Seek & Destroy”. Se você deseja ver as mais de duas horas de show na íntegra, há no mesmo YouTube esta opção neste link ou no último vídeo deste post. Simplesmente inesquecível! Mega Fucking Great!

Set list

Creeping Death
For Whom the Bell Tolls
Fuel
Ride the Lightning
Fade to Black
Cyanide
All Nightmare Long
Sad But True
Welcome Home (Sanitarium)
Orion
One
Master of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman

Am I Evil?
Whiplash
Seek & Destroy

24
abr
11

Set list do show do Motörhead no Via Funchal no dia 16 de abril

O Motörhead passou por São Paulo no dia 16 de abril para mais um show. Desta vez, a banda se apresentou no Via Funchal, promovendo o novo álbum “The World is Yours”, que foi lançado recentemente no Brasil. Para variar, a banda de Lemmy Kilmister não deixou pedra sobre pedra, com mais uma apresentação elogiada pela maioria do público presente.

O Roque Reverso não esteve presente ao show, já que estava na Virada Cultural acompanhando os shows de rock daquela noite e iria, no dia seguinte, assistir à esperada volta do D.R.I. a São Paulo, no Carioca Club. Além disso, este blogueiro já tem reservado o ingresso para a apresentação que o Motörhead fará ao lado do Metallica no Rock in Rio em setembro.

Não por isso, deixaremos de resgatar aos fãs da banda de Lemmy pelo menos o set list do show do Via Funchal e alguns vídeos. Não ficaram de fora os clássicos “Iron Fist”, “Ace of Spades” e “Overkill”, para delírio do público que lotou a casa de shows paulistana. Fique abaixo com a lista de música dos shows e com os vídeos descolados no YouTube das duas últimas músicas citadas.

Set List

Iron Fist 
Stay Clean
Get Back In Line
Metropolis
Over the Top
One Night Stand
Rock Out
Guitar Solo  (Phil Campbell)
The Thousand Names of God
I Got Mine
I Know How to Die
The Chase Is Better Than the Catch
In the Name of Tragedy 
Just ‘Cos You Got the Power
Going to Brazil
Killed by Death
Ace of Spades 

Overkill




Se você tem interesse na divulgação da sua empresa, seu trabalho ou banda, o Roque Reverso é um veículo que possui um respeitável número de leitores. Entre em contato conosco para conhecer nossos diversos planos:  roquereverso@hotmail.com

Siga o Roque Reverso no Instagram!!!

Preencha abaixo para receber atualizações do nosso site em primeira mão e gratuitamente pelo seu e-mail! Não se esqueça de confirmar o recebimento do e-mail depois.

Junte-se aos outros seguidores de 104

julho 2020
D S T Q Q S S
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

Arquivos

Roque Reverso no Twitter

Bandas, estilos, festivais, etc

O Roque Reverso está no ar!!!

Seja bem-vindo ao blog do rock and roll! Clique para acessar o post de abertura do blog!

Post inicial

SOBRE VÍDEOS COMPARTILHADOS DO YOUTUBE

SOBRE OS VÍDEOS COMPARTILHADOS DO YOUTUBE

Categorias

Follow Roque Reverso << on WordPress.com