Archive for the 'Death Angel' Category



17
maio
15

Death Angel lançará DVD com documentário em julho, além de álbum ao vivo

Death AngelO Death Angel definiu o dia 24 de julho como data de lançamento do DVD “A Thrashumentary”, que trará a história da banda norte-americana da Bay Area de São Francisco.

O documentário chegará aos fãs via Nuclear Blast Records e reunirá material de arquivo e filmagens recentes do grupo.

Junto com o DVD, o Death Angel aproveitará para lançar o álbum ao vivo “The Bay Calls for Blood”, que traz um registro da banda tocando na cidade natal.

O disco ao vivo terá, além da versão em CD, uma edição limitada em vinil.

O DVD “A Thrashumentary” terá a direção de Tommy Jones, da Videohammer Studios.

Além de cenas da banda tocando e nos bastidores, há no documentário entrevistas com integrantes e outras pessoas ligadas ao grupo.

Se há uma banda que tem história para contar, esta é o Death Angel.  Para quem não conhece, é um dos mais respeitados grupos do thrash metal. Foi formado em 1981 na famosa Bay Area de São Francisco, local de onde saíram outros nomes famosos do gênero, como o Exodus, o Testament e nada menos que o Metallica.

Umas das curiosidades do Death Angel está ligada aos integrantes, já que, quando formaram a banda, Mark Osegueda (Voz), Rob Cavestany (Guitarra), Gus Pepa (Guitarra), Dennis Pepa (Baixo) e Andy Galeon (Bateria) eram muito novos, sendo que o mais velho tinha 15 anos. Outro detalhe é que todos eles têm origem filipina e são primos de primeiro grau, exceto o vocalista Mark que é de segundo grau.

Após lançar três álbuns de grande sucesso no auge do thrash metal (“The Ultra-Violence”, “Frolic Through the Park” e “Act III”), a banda passou por um momento complicado, depois de um acidente de ônibus, em 1990, que deixou o baterista Galeon seriamente ferido, precisando de mais de um ano pra se recuperar. Neste período, o grupo chegou a encerrar as atividades e até mudar de nome por problemas com a gravadora, reaparecendo em 2001.

Alguns dos membros originais, como Gus Pepa, Dennis Pepa e Andy Galeon, deixaram a banda, mas o núcleo principal do grupo, formado pelo vocalista Mark Osegueda e o talentoso guitarrista Rob Cavestany, continua forte.

O Death Angel veio pela primeira e única vez para o Brasil em 2010. O Roque Reverso fez a cobertura dos dois shows brutais que a banda fez na cidade de São Paulo. O primeiro deles foi realizado no Clash Club e o segundo aconteceu o Blackmore Rock Bar.

03
maio
14

Death Angel lança clipe de faixa-título de álbum mais recente

O Death Angel liberou no dia 30 de abril o clipe da música “The Dream Calls For Blood”, faixa-título do mais recente álbum da banda norte-americana de thrash metal que foi lançado em outubro do ano passado.

O clipe traz o grupo em cenas de palco, além de elementos de animação gráfica. É diferente do vídeo anterior, da música “Left For Dead”, também do mesmo disco, mas que mostrava os músicos no estúdio.

“The Dream Calls for Blood” é o sétimo álbum do Death Angel e sucedeu o bom “Relentless Retribution”, de 2010.

A produção do disco ficou sob o comando do excelente guitarrista Rob Cavestany, ao lado de Jason Suecof, que já havia trabalhado no “Relentless Retribution”.

Em 2010, quando o Death Angel veio pela primeira vez para o Brasil, o Roque Reverso fez a cobertura dos dois shows brutais que a banda realizou na cidade de São Paulo. O primeiro deles foi realizado no Clash Club e o segundo aconteceu o Blackmore Rock Bar.

Veja abaixo o novo clipe do Death Angel:

 

06
fev
14

Death Angel lança clipe da música ‘Left For Dead’

O Death Angel lançou no dia 5 de fevereiro o clipe da música “Left For Dead”. O petardo faz parte do disco “The Dream Calls for Blood”, que chegou ao público em outubro do ano passado.

A produção do vídeo é de Tommy Jones da Video Hammer Studios. No clipe, bastante simples, a banda norte-americana de thrash metal aparece no lugar que frequentou bastante no ano passado: o estúdio.

“The Dream Calls for Blood” é o sétimo álbum do Death Angel e sucedeu o bom “Relentless Retribution”, de 2010.

A produção do disco ficou sob o comando do excelente guitarrista Rob Cavestany, ao lado de Jason Suecof, que já havia trabalhado no “Relentless Retribution”.

Quem acompanha o Roque Reverso, sabe que este veículo sempre deu uma atenção que outros nunca deram para esta grande banda batalhadora da Bay Area de São Francisco.

Em 2010, quando o Death Angel veio pela primeira vez para o Brasil, o Roque Reverso fez a cobertura dos dois shows brutais que a banda realizou na cidade de São Paulo. O primeiro deles foi realizado no Clash Club e o segundo aconteceu o Blackmore Rock Bar.

Veja abaixo o novo clipe do Death Angel:

09
ago
13

Death Angel divulga nome e capa de novo álbum previsto para outubro

Após terminar o processo de mixagem de seu novo álbum em julho, o Death Angel finalmente divulgou no início de agosto o nome e a capa do disco, que será lançado no dia 11 de outubro na Europa e no dia 15 do mesmo mês nos Estados Unidos. “The Dream Calls for Blood” será o sétimo trabalho de estúdio do grupo norte-americano de thrash metal representante da Bay Area e sucederá “Relentless Retribution”, de 2010.

Em extensa entrevista divulgada no site oficial da banda, o guitarrista Rob Cavestany, que produziu o álbum em conjunto com Jason Suecof, salientou que “The Dream Calls for Blood” não será apenas um disco sucessor do anterior, mas que haverá uma ligação com “Relentless Retribution”.

“É a primeira vez que conectamos dois discos”, disse o músico, lembrando que o novo trabalho conseguiu reunir a mesma equipe e foi gravado no mesmo estúdio do antecessor.

Para Cavestany uma possível diferença em relação a “Relentless Retribution” é que o álbum seguinte está mais “furioso”. “Provavelmente porque muito do que foi escrito foi feito na estrada”, afirmou, referindo-se à extensa turnê de divulgação do disco anterior, que, por sinal, trouxe o grupo pela primeira vez ao Brasil em 2010.

O guitarrista também destacou que Brent Elliot White, que foi o responsável pela capa de “Relentless Retribution”, repetiu a dose em “The Dream Calls for Blood”. “Brent fez um trabalho incrível com a arte da capa, mais uma vez capturando a brutalidade natural da caça se tornando o caçador”, comentou Cavestany.

Outra figura marcante do Death Angel, o vocalista Mark Osegueda, também mostrou grande empolgação com o novo disco, também citando a questão da continuidade da equipe como algo relevante. “Nós temos o mesmo produtor, o mesmo engenheiro, mesmo estúdio, mesma formação, estamos usando o mesmo artista para a arte da capa”, enfatizou. “Eu me sinto muito confiante com isso”, acrescentou.

Segundo Osegueda, o álbum do Death Angel está muito mais coeso neste momento da carreira do grupo, com os músicos sabendo agora como “jogar o jogo” e bastante estimulados. “Nós estamos com mais fome do que nunca”, disse.

A banda comemorará o lançamento de “The Dream Calls for Blood” com um show especial de apresentação do novo álbum em São Francisco, no dia 18 de outubro. Na sequência, o Death Angel seguirá com apresentações agendadas em outros locais dos Estados Unidos e também tocará na Europa.

05
jul
13

Death Angel termina mixagem de novo álbum previsto para outubro

O Death Angel já está na fase final de gravação do seu novo álbum, previsto para ser lançado em outubro. Pelas redes sociais, o grupo norte-americano de thrash metal anunciou nesta sexta-feira, dia 5 de julho, que terminou a mixagem do disco que vai suceder o bom “Relentless Retribution”, de 2010.

A produção do sétimo álbum da banda ficou sob o comando do excelente guitarrista Rob Cavestany, ao lado de Jason Suecof, que já havia trabalhado no “Relentless Retribution”.

De acordo com o grupo da Bay Area de São Francisco, em breve, serão anunciados os nomes do disco novo e das faixas que farão parte do trabalho.

Quem acompanha o Roque Reverso, sabe que este veículo sempre deu uma atenção que outros nunca deram para esta grande banda batalhadora.

Em 2010, quando o Death Angel veio pela primeira vez para o Brasil, o Roque Reverso fez a cobertura dos dois shows brutais que a banda realizou na cidade de São Paulo. O primeiro deles foi realizado no Clash Club e o segundo aconteceu o Blackmore Rock Bar.

24
jan
11

Death Angel lança vídeo da música “River of Rapture”

O Death Angel lançou nesta segunda-feira seu mais novo vídeo. Trata-se do clipe da música “River of Rapture”, a quinta faixa do álbum “Relentless Retribution”, mais recente trabalho da banda norte-americana de thrash metal da Bay Area de São Francisco.

O vídeo foi filmado e editado pelo diretor Tommy Jones durante a turnê que a banda realizou no verão passado no Hemisfério Norte. “Relentless Retribution” é o sexto álbum de estúdio do grupo.

Lançado em setembro de 2010, o disco teve cerca de 2.700 cópias vendidas nos Estados Unidos logo na primeira semana de divulgação. Provocou reações diversas entre os fãs, mas, no geral, foi considerado um bom trabalho por crítica e público.

Além do vídeo de “River of Rapture”, o Death Angel já havia lançado o clipe de “Truce”, a primeira faixa do álbum. Pela simplicidade e simpatia que mostrou quando passou pelo Brasil no ano passado, especialmente nos shows de São Paulo, a banda merece toda a sorte do mundo e muito sucesso.

Veja abaixo o novo vídeo do grande Death Angel:

08
nov
10

Death Angel mantém peso e amplia set list em show extra realizado em SP

O Death Angel já havia feito um show brutal no dia 23 de outubro em São Paulo, fato que ficou marcado nas mentes dos poucos privilegiados que assistiram à apresentação no Clash Club, na Barra Funda. Não bastasse aquele momento histórico, a banda de thrash metal da Bay Area de São Francisco decidiu dar um novo presente aos fãs paulistanos, encerrando sua primeira passagem pelo Brasil com um show extra realizado no dia 1º de novembro, véspera de feriado, no Blackmore, pequeno bar da região de Moema e famoso por receber bandas covers das diversas vertentes do rock and roll pesado.

Com set list e duração de show maiores, o público de São Paulo que conseguiu ir ao evento saiu do bar sabendo que poucas vezes vai ter novamente a oportunidade de ver uma grande banda do estilo de forma tão próxima. Os anúncios diziam que o show estava marcad0 para as 22 horas, mas as apresentações só foram rolar depois da meia-noite. Enquanto a casa enchia aos poucos, o público assistia a alguns shows e clips nos pequenos aparelhos de TVs do Blackmore.

A abertura do show do Death Angel ficou por conta dos meninos do Red Front, que ganharam a galera com o som bastante pesado e com uma boa dose de bom humor. Com uma pegada thrash e um vocal no estilo Pantera, a jovem banda brasileira conseguiu dar uma bela aquecida no público. Destaque maior para o momento de gozação com a banda colorida Restart, já que o Red Front trouxe um boneco com o rosto do vocalista emo feliz para ser malhado pela ensandecida galera da pista do Blackmore. Dá para imaginar o que aconteceu com o boneco, não é mesmo?

Depois do aquecimento, a galera ficou na espera pelo Death Angel, que subiu ao palco pouco antes da 1 hora da matina. Tal qual o show realizado no Clash Club, o evento do Blackmore teve como um dos motivos a divulgação do mais recente álbum da banda: “Relentless Retribution”.  Após a leve e melódica introdução, o grupo iniciou a apresentação com a música “Where They Lay”, que fecha o novo disco e que não havia sido tocada no show anterior, que foi aberto com “I Chose The Sky”.

Mais uma vez, os admiradores do bom e velho thrash metal da Bay Area foram presenteados com uma energia imensa da banda no palco. A diferença em relação ao show do Clash Club é que, em virtude do palco ser ainda menor que o da casa da Barra Funda, estava proibido o stage diving, que, se realizado, poderia danificar os equipamentos.

De fato, este jornalista teve o privilégio de assistir ao show no Blackmore colado ao palco e tudo era realmente muito apertado, com as pedaleiras colocadas entre as caixas de retorno. Não faltaram as tentativas para a invasão do palco, mas a maioria delas foi evitada, com exceção de um momento do show em que um fã pediu para subir e abraçar o vocalista Mark Osegueda.

A primeira música foi a única diferente da primeira parte do show, em relação à apresentação do Clash Club. Da segunda faixa, a clássica “Evil Priest” do primeiro álbum “The Ultra-Violence”, até a décima, “Thrown To The Wolves”, do quarto álbum “The Art of Dying”, o Death Angel foi fiel ao roteiro, com a mesma energia, mesmo com alguns probleminhas de som que foram observados em “Stop”, música do “Act III”, que foi tocada logo após o maior hit do grupo: “Seemingly Endless Time”.

Outra diferença em relação ao show do Clash Club foi a possibilidade de a banda sair do palco para dar um descansada rápida. Na Barra Funda, como haveria um outro evento após a apresentação do Death Angel, o grupo fez o show numa tacada só. Após o breve descanso, os músicos voltaram para aquilo que pode ser chamado de “longo bis”. E bota longo nisso, já que, a partir daquele momento, o público foi presenteado com algumas novidades em relação ao show anterior.

A primeira música da segunda parte do show foi a ótima “Lord Of Hate”, do álbum “Killing Season”. Depois dela, a banda trouxe nada menos que “Mistress of Pain”, do “The Ultra-Violence”, que deixou os fãs das antigas ainda mais empolgados. Após a execução da boa “Truce”, do novo álbum, o Death Angel tocou o hino do estilo “Thrashers”, que já havia levado o público do Clash Club ao delírio no show anterior e que provocou a mesma reação dos fãs no Blackmore.

Importante dizer o quanto a banda parece ter gostado desta primeira turnê pelo Brasil e especialmente de São Paulo. Quem vai aos shows de rock há algum tempo, sabe ver quando os grupos estão fazendo uma média com o público e quando há demonstrações de empolgação verdadeira. E foi isso que vimos nos dois shows na capital paulista: os músicos se sentindo em casa, como se tocassem no Brasil há anos.

Não por acaso, o incrivelmente simpático Mark Osegueda fez um breve discurso, dizendo como gostaram do Brasil e que São Paulo era o “lar” do Death Angel na América do Sul!!! O público veio abaixo com a declaração e, depois da música “I Chose The Sky”, do álbum novo, foi quase ao limite da adrenalina quando a banda tocou a introdução de “The Ultra-Violence” e a sensacional “Kill As One”.

Na sequência, o guitarrista Rob Cavestany também mostrou que estava bastante feliz por ter vindo ao Brasil. Lembrou que havia comemorado seu aniversário por aqui dias antes e ainda celebrou a vitória do San Francisco Giants na final do campeonato norte-americano de beisebol.

Outra novidade da noite foi o Death Angel tocar uma música de outra banda, no caso “She”, do Kiss, que foi a penúltima da noite. Para fechar a apresentação, a banda executou mais uma do novo álbum, “River Of Rapture”, e deixou mais uma vez os fãs com vontade de escutar ao vivo a música “Bored”.

Apesar deste detalhe, o sentimento no Blackmore era de ter visto, mais uma vez, um grande show de thrash metal com uma das bandas que foram fundamentais para moldar o estilo. Tudo isso sem pista vip, com um público pequeno e de uma maneira bem comum nos bares de São Francisco e Nova York, mas que é rara nas cidades da América do Sul.

Após o final do show, mais uma cena pouco comum por aqui: os músicos desceram para a pista e ficaram tirando fotos, dando autógrafos e conversando com os fãs. Mais tarde, na parte de cima do Blackmore, ainda atenderam várias pessoas, enquanto bebiam e conversavam.

Para este jornalista, a noite foi mais uma vez inesquecível. Além de comemorar o aniversário durante o show (quer maneira melhor?), conheceu novos amigos, reencontrou gente das antigas e ainda levou de brinde 2 palhetas, uma de Rob Cavestany, e outra do guitarrista Ted Aguilar, dadas em mãos (e não jogadas) no final da apresentação, já que eles lembraram deste humilde fã de thrash metal do show anterior no Clash Club.

Se fosse fazer um balanço dos dois shows em São Paulo, gostei mais do primeiro, já que foi a primeira vez da banda por aqui, o local era um pouco menos apertado que o Blackmore, o som estava um pouco melhor e o stage diving estava liberado, fazendo com que o público se transformasse em parte fundamental para a adrenalina da apresentação atingir níveis incríveis. O segundo show ganhou, entretanto, na duração e no set list maiores, além de marcar o encerramento da passagem do Death Angel, banda seminal do thrash metal, pelo Brasil. Resta torcer para o grupo não demorar para voltar para o País, já que, mesmo com o público pequeno dos shows, reforçou o fanatismo dos fãs e ganhou amigos. Tudo por conta da imensa simplicidade e humildade de Mark Osegueda & Cia. Estes elementos são cada vez mais raros hoje em dia, quando muitas bandas que nem conquistaram seu espaço na história, acreditam que representam o “supra-sumo” do rock and roll.

Para quem não foi ao Blackmore ou para quem fez parte daquela noite memorável, o Roque Reverso descolou alguns vídeos do show no YouTube. A iluminação do local não ajudou muito e a qualidade das filmagens não está lá essas coisas. Começamos com “Voracious Souls”. Depois, para fechar, a introdução de “The Ultra-Violence” e a execução de “Kill As One”, além de “She”, do Kiss.

Set list:

Intro/Where They Lay
Evil Priest
Buried Alive
Voracious Souls
Relentless Revolution
Claws In So Deep
Seemingly Endless Time
Stop
3rd Floor
This Hate
Thrown To The Wolves

Lord Of Hate
Mistress Of Pain
Truce
Thrashers
I Chose The Sky
The Ultra-Violence / Kill As One
She
River Of Rapture




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