Arquivo para outubro \31\UTC 2013

31
out
13

Slipknot trouxe show viciante e de impacto ao Monsters of Rock e prometeu voltar a SP

Quem já conseguiu ver algum show do Slipknot na vida, provavelmente, concordará que passou por uma situação intrigante: ficou viciado na apresentação do grupo. Foi por causa deste detalhe que o Roque Reverso, depois de ter assistido à performance brutal dos famosos mascarados no Rock in Rio de 2011, acompanhou a banda no Monsters of Rock de 2013. Headliner do dia 19 de outubro do festival paulistano, o grupo despertou grande interesse e levou uma legião de fãs à Arena Anhembi. O saldo final foi mais um show de impacto e a promessa de uma volta à capital paulista, segundo as palavras do ótimo vocalista Corey Taylor.

Após as boas apresentações do Limp Bizkit e do Korn, a preparação do palco do Slipknot deixou o público ainda mais ansioso. Para a curiosidade aumentar, um enorme pano foi colocado para esconder os detalhes. E este pano caindo ao chão marcou o início de mais uma avassaladora performance dos mascarados no Brasil.

Um fator interessante para quem já tinha visto o grupo no Rock in Rio é que a apresentação no Monsters não era uma mera cópia da verificada na capital fluminense em 2011. A começar pelas roupas dos integrantes: brancas, em vez do uniforme vermelho. Outro detalhe foi a própria música que abriu o show: “Disasterpiace”, do álbum “Iowa”, de 2001, em vez de “(sic)”, do álbum “Slipknot”, de 1999. Para completar, uma quantidade bem maior de músicas em São Paulo, já que a banda era a atração principal do dia.

Se, no Rock in Rio, a impressão das 100 mil pessoas presentes foi a de que o mundo acabaria naquele momento, no Monsters, a sensação foi a de que o Slipknot estava guiando uma locomotiva sem freio sobre os 30 mil da Arena Anhembi. Outra comparação interessante é que, enquanto no Rio, as pessoas se comportavam como se aquele show fosse o último de suas vidas e geravam ondas de empurra-empurra que exigiam cuidado redobrado para evitar uma queda, em São Paulo, esse cenário até existia, mas era possível descolar locais onde a plateia parecia estar hipnotizada e um pouco menos agitada, acompanhando todos os detalhes da apresentação.

Depois de executar, a música “Liberate”, do primeiro álbum “Slipknot”, o grupo emendou uma série de pancadas sonoras que levou o público ao delírio, com a abertura de várias rodas de mosh espalhadas pelo Anhembi. “Wait and Bleed”, “Get This”, “Before I Forget”, “Eyeless” e “The Blister Exists” trouxeram tudo aquilo que faz o show do Slipknot ser considerado um dos maiores da atualidade.

Enquanto os guitarristas Mick Thomson e James Root usam o instrumento como se fosse uma serra elétrica sonora intermitente, o excelente baterista Joey Jordison traz batidas demolidoras, sem perder a técnica impressionante que possui no domínios dos bumbos. Para completar, o vocalista Corey Taylor tem o domínio completo da plateia, enquanto os demais membros, como o percussionista Shawn Crahan, com sua tradicional máscara de palhaço, dá o tom dos backing vocals e ainda faz malabarismos com seus tambores voadores e giratórios.

Taylor, por sinal, estava menos falante que no show do Rock in Rio, mas deixou bem clara a sua satisfação de estar no Monsters of Rock e de volta a São Paulo. Disse que era uma “honra e uma privilégio” tocar no evento e, claro, foi bastante aplaudido pelo público.

O show continuou com duas do álbum “All Hope is Gone”, de 2008: “Dead Memories” e “Sulfur”. Depois, o Slipknot trouxe mais quatro do disco “Iowa” (“Left Behind”, “Gently”, “Everything Ends” e “The Heretic Anthem”), que tiveram entre elas a música “Pulse of the Maggots”, do “Vol. 3: (The Subliminal Verses)”, de 2004. Tudo num massacre sonoro com entrosamento impecável.

As canções eram executadas numa tacada só e a apresentação esquentava a cada novo petardo. Após o grupo tocar a ótima “Psychosocial”, trouxe ao público o seu maior hit: nada menos que “Duality”, que, para variar, fez a Arena Anhembi inteira cantar a plenos pulmões.

Vale destacar que, a partir de “Duality”, o pano de fundo do palco ficou com um enorme número “2” estampado. Uma homenagem ao eterno baixista da banda, Paul Gray, morto em 2010. Depois de a plateia gritar o nome de Gray, o vocalista Corey Taylor prometeu que o Slipknot voltaria a São Paulo, levando todos os presentes ao delírio.

O jogo já estava ganho há muito tempo, mas os mascarados norte-americanos tinham ainda várias cartas na manga para seduzir o público na Arena Anhembi. E foi com a sempre envolvente “Spit It Out”, que o Slipknot provou mais uma vez que consegue fazer o que quiser com seus fãs.

Na metade da música, Corey Taylor deu inicio ao tradicional momento em que faz com que todos os presentes se agachem, para depois pularem juntos quando é dito a palavra “jumpdafuckup”. Após o sinal de Taylor, o mar de pessoas criou uma verdadeira onda na pista, infelizmente não retratada com perfeição pelas câmeras de TV.

Após um breve descanso, a banda voltou ao palco para iniciar o bis com a música que havia começado a apresentação do Rock in Rio: “(sic)”, que manteve o plateia alucinada e preparada para a execução da não menos ótima “People = Shit”.

Para fechar o show com chave de ouro, o Slipknot trouxe a apoteótica “Surfacing”. Mantendo a tradição, a bateria de Joey Jordison começou a subir e girar, deixando, mais um a vez, quem estava no festival paulistano de boca aberta e olho arregalado, em mais um momento daqueles que não saem da cabeça tão cedo dos fãs.

Fim da apresentação e a constatação de que ver um show do Slipknot é perigoso não por causa do volume alto ou da agitação da pista, mas porque a adrenalina gerada e a performance inquietante do grupo é viciante. Com isso, o resultado são os momentos irem e voltarem à mente das pessoas presentes durante semanas e os reflexos seguintes são o desejo de ver novos shows deste grande grupo.

Para lembrar mais uma grande apresentação do Slipknot no Brasil, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a abertura e a locomotiva “Disasterpiece”. Depois, veja as execuções de “Duality”, de “Spit It Out” e de “Surfacing”. Se preferir, vá até o último vídeo, que tem o show na íntegra e com as músicas separadas por minuto!

Set list

Disasterpiece
Liberate
Wait and Bleed
Get This
Before I Forget
Eyeless
The Blister Exists
Dead Memories
Sulfur
Left Behind
Gently
Pulse of the Maggots
Everything Ends
The Heretic Anthem
Psychosocial
Duality
Spit It Out

(sic)
People = Shit
Surfacing

28
out
13

Set list, fotos e vídeos do show do Queensrÿche no Monsters of Rock

O Queensrÿche passou por São Paulo no dia 20 de outubro para se apresentar na edição de 2013 do Monsters of Rock. A banda de Geoff Tate tocou no segundo dia do festival realizado na Arena Anhembi sob um forte sol e precisou driblar o imenso calor que atingiu o local. Para muitos que viram performances anteriores do grupo, o show deixou a desejar e foi um pouco decepcionante, apesar do claro esforço dos músicos para dar ao público algo digno.

Após a histórica briga que desmembrou o Queensrÿche em duas bandas com o mesmo nome e deixou Geoff Tate de um lado e o restante dos músicos do outro, havia muita curiosidade dos brasileiros de como poderia soar o lado capitaneado pelo eterno vocalista. O repertório escolhido foi amparado em vários clássicos do grupo e, justamente por isso, ficou escancarada a dificuldade dos novos membros em reproduzir os sucessos da maneira que o público ficou acostumado a ouvir.

Para quem havia visto o Queensrÿche em 2012 no ótimo show realizado no HSBC, em São Paulo, a diferença foi brutal, já que, naquela ocasião, com o guitarrista Michael Wilton e os antigos componentes, a impressão era a de uma audição de CD.

Não que os novos componentes fossem pessoas inexperientes. Muito pelo contrário, já que o baterista atual, Simon Wright, tem passagens pelo AC/DC e Dio e os irmãos Rudy (baixo) e Robert Sarzo (guitarra) tocaram com outros vários grandes nomes do rock. O que ficou claro foi uma certa falta de familiaridade com os sucessos do Queensrÿche, fato que pode, com o tempo, ser melhorado com as turnês que devem ser realizadas pelo grupo de Geoff Tate.

Este, por sinal, continua soberano nos vocais. Mas, infelizmente, com o calor da tarde do domingo na Arena Anhembi, também ficou claro que Tate, que não é mais um menino, estava quase derretendo ao vivo.

A despeito de todos esses fatores importantes citados, foi muito clara a tentativa de todos os integrantes do Queensrÿche trazerem uma boa apresentação para o público paulistano. Justamente por isso, a plateia presente apoiou bastante a banda e compreendeu o novo momento vivido por Geoff Tate.

Para relembrar o show do Queensrÿche no Monsters of Rock, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Best I Can”. Depois veja os vídeos de “Silent Lucidity” e de “Jet City Woman”.

Set list

Best I Can
Breaking The Silence
Cold
Another Rainy Night (Without You)
Big Noize
The Mission
I Don’t Believe In Love
Silent Lucidity
Jet City Woman
Empire
Eyes Of A Stranger

27
out
13

Lou Reed morre aos 71 anos

Lou Reed morreu neste domingo, dia 27 de outubro, aos 71 anos, de causa ainda oficialmente desconhecida. Figura fundamental para a história do rock, o ex-vocalista da lendária banda The Velvet Underground havia passado por um transplante de fígado em maio.

Conforme o jornal inglês The Guardian, a morte foi confirmada pelo agente do cantor na Grã Bretanha. “Sinto dizer que é verdade”, disse Andy Woolliscroft ao jornal. “Estou muito triste”, lamentou.

À agência de notícias Associated Press, o agente literário do músico afirmou que a morte de Lou Reed aconteceu em decorrência de problemas no fígado.

Cantor, guitarrista, compositor, escritor e até fotógrafo, Lou Reed, inicialmente com o Velvet Underground, influenciou uma série de músicos e bandas, como Iggy Pop, New York Dolls e David Bowie.

Lançado em 1967 com capa de Andy Warhol, o disco de estreia do grupo “The Velvet Underground & Nico” é considerado um dos álbuns mais importantes da história da música.

Após deixar a banda, Lou Reed também lançou discos cultuados na carreira solo, como “Transformer”, de 1972, produzido por David Bowie, e “Berlim”, de 1973.

O álbum mais recente do cantor foi um projeto inusitado que trouxe uma parceria com o Metallica. Lançado em 2011, o disco “Lulu” foi inspirado pelas peças “Espírito da Terra” e “Caixa de Pandora”, do escritor expressionista alemão Frank Wedekind, o mesmo criador de “O Despertar da Primavera”.

Para homenagear a grande carreira de Lou Reed, o Roque Reverso descolou videoclipes no YouTube. Fique inicialmente com os clássicos “Sweet Jane” e “Venus in Furs”, do Velvet Underground. Depois, para fechar, fique com um grande hit da carreira solo do músico: “Walk on the Wild Side”. RIP, Lou Reed!

26
out
13

Set list e vídeos do show do Korn no Monsters of Rock

O Korn foi uma das atrações principais do Monsters of Rock 2013. A banda norte-americana de nü metal foi a penúltima a se apresentar no dia 19 de outubro, a primeira data do festival que foi realizado também no dia 20 na Arena Anhembi, em São Paulo.

Com um show mais curto que o esperado, o grupo trouxe vários sucessos da carreira e também aproveitou para tocar algumas músicas do disco novo, “The Paradigm Shift”, lançado há pouquíssimo tempo, neste mês de outubro.

A tarefa do Korn não era das mais fáceis, já que a banda tocou logo depois de o Limp Bizkit levantar o público e pouco antes de o Slipknot fazer o melhor show da noite.

Talvez, por este detalhe, a recepção da plateia não tenha sido tão vibrante, apesar das tentativas do grupo e da ótima qualidade do som que foi observada na Arena Anhembi.

No bis, destaque para a execução da música “Roots Bloody Roots”, com a presença dos integrantes do Sepultura. Ironicamente para o Korn, esse foi o momento de maior explosão do público durante o show.

O Roque Reverso descolou vídeos do show no Youtube. Fique inicialmente com o de “Prey for Me”  e com o de “Freak on a Leash”. Se quiser ver a apresentação na íntegra, vá até o último vídeo.

Set list

Blind
Twist
Falling Away from Me
Love & Meth
Narcissistic Cannibal
Coming Undone
Prey For Me
Shoots and Ladders/Somebody Someone
Never Never
Here to Stay
Y’All Want a Single

Roots Bloody Roots
Got the Life
Freak on a Leash

25
out
13

Yngwie Malmsteen volta ao Brasil em novembro; ingressos para show do dia 8 em SP estão no 2º lote

MalmsteenO virtuoso guitarrista Yngwie Malmsteen voltará ao Brasil em novembro para apresentações em três capitais:  em Curitiba, no Teatro Positivo, no dia 7; em São Paulo, no Carioca  Club, no dia 8; e, em Porto Alegre, no Bar Opinião, no dia 9.

De acordo com a produtora Alive Concerts, o primeiro lote de ingressos para o show da capital paulista já está esgotado e o segundo lote já está disponível para os fãs.

Malmsteen está promovendo seu mais recente álbum, “Spellbound”, de 2012.

O guitarrista sueco terá na banda de apoio a companhia de Ralph Ciavolino (baixo), Mark Ellis (bateria) e Nick Marinovich (teclados).

Quem já viu uma apresentação de Malmsteen sabe que o sueco tem um dom impressionante e um domínio raro da guitarra. A despeito de ser uma figura polêmica e nem sempre simpática, o músico é garantia de um show com qualidade.

Em São Paulo, as entradas para a Pista custam R$ 180,00 e, para o Camarote, R$ 280,00. Estão à venda nos sites www.ingressorapido.com.br e www.clubedoingresso.com.br

Em Porto Alegre, os ingressos para Pista custam R$ 140,00. Estão à venda no site www.minhaentrada.com.br/evento/yngwie-malmsteen-668

Em Curitiba, as entradas para a Plateia Inferior custam R$ 256,00 e para a Plateia Superior custam R$ 186,00. Estão sendo vendidas no site www.diskingressos.com.br

Para celebrar a volta de Malmsteen ao Brasil, o Roque Reverso descolou no YouTube um videoclipe de um dos maiores sucessos do músico. Fique abaixo com “Black Star”.

23
out
13

Eficiente, Megadeth fez abertura de luxo para o Black Sabbath em SP

O Megadeth voltou a São Paulo no dia 11 de outubro, quando realizou uma abertura de luxo para o aguardadíssimo e histórico show do Black Sabbath no Campo de Marte. Eficiente e com um set list direto ao ponto, a banda liderada pelo vocalista e guitarrista Dave Mustaine fez uma apresentação bastante curta, mas satisfatória, tanto para quem esperava ansiosamente pelo grupo de Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler como para os próprios fãs.

Para quem gosta da banda de thrash metal norte-americana, shows do Megadeth vêm virando uma rotina no Brasil. Tudo porque foi a décima segunda vez do grupo no País. Desde que tocou no Rock in Rio de 1991, o conjunto voltou ao solo nacional em 1994, quando fez turnê própria; em 1995, quando tocou no segundo Monsters of Rock; em 1997, quando se apresentou no Estádio do Palmeiras, no Aniversário da 89FM; em 1998, quando tocou no quarto e último Monsters of Rock; e, em 2005 e 2008, quando voltou novamente em turnê própria.

Mais recentemente, o Megadeth passou pelo País em 2010, para o  show de comemoração de 20 anos  álbum “Rust in Peace”. Também retornou em 2011, quando se apresentou no SWU Festival Music & Artsem abril de 2012, quando esteve no lamentável Metal Open Air e fez um show curto por causa da série de problemas do festival no Maranhão; e, em setembro do mesmo ano, quando trouxe a São Paulo o show de comemoração de 20 anos do álbum “Countdown To Extinction”. Os fãs da banda, portanto, não tem o que reclamar.

De maneira diferente das mais recentes apresentações que realizou em solo nacional, o Megadeth deixou de utilizar na abertura a música “Trust”, do álbum “Cryptic Writings”, de 1997. Repetindo o script da atual turnê latino-americana, o grupo executou o clássico “Hangar 18”, do disco “Rust in Peace”, de 1990.

Como o show era curto, a banda desfilou uma penca de músicas importantes da carreira. A dobradinha “Wake Up Dead”, do disco “Peace Sells… but Who’s Buying?” (1986), e “In My Darkest Hour”, do álbum “So Far, So Good … So What!”, de 1988, fez a alegria dos fãs mais antigos, que vibraram muito neste momento da apresentação.

Num salto para os Anos 90, o Megadeth trouxe a ótima “She-Wolf”, do  “Cryptic Writings”, e a sempre empolgante “Sweating Bullets” do “Countdown To Extinction”, de 1992.

Vale destacar que o grupo vem, nas mais recentes turnês, incrementando as performances com um belo fundo de palco formado pelo telão central, que reproduzia imagens ligadas às músicas e até trechos de videoclipes históricos da banda. Em dado momento, o fã mais atento percebeu que até cenas do clipe da música “Go To Hell”, do excelente EP “Hidden Treasures”, de 1995, foram aproveitadas.

Após executar a nova música “Kingmaker”, do recém-lançado disco “Super Collider”, a banda norte-americana trouxe a maravilhosa “Tornado of Souls”, do “Rust in Peace”, que deveria ser obrigatória em todos os set lists. Com respeito, o público admirava a boa apresentação do Megadeth, tendo um comportamento bem mais digno do que se viu quando o Slayer abriu o show do Iron Maiden e recebeu algumas incompreensíveis vaias.

Na sequência, “Symphony of Destruction”, do “Countdown To Extinction”, manteve a tradição de fazer a plateia pular e cantar até o riff tradicional.

Com o pouco tempo disponível para se apresentar, o grupo pouco interagiu com o público, com raras falas de Mustaine durante o show. Pouco antes de iniciar os acordes de seu poderoso baixo, o ótimo David Ellefson chegou a cumprimentar os presentes com o tradicional “e aí, São Paulo!”. Em seguida, ele trouxe o começo de “Peace Sells”, que levantou mais uma vez boa parte do Campo de Marte.

Após uma breve pausa, o pequeno bis ficou com a execução de “Holy Wars… The Punishment Due”, que chegou a gerar pequenas rodas de mosh em alguns pontos da pista. Em uma das suas raras intervenções nessa apresentação, Mustaine chegou a dizer que São Paulo tinha a plateia que cantava mais alto na turnê.

Fim do rápido show e a avaliação geral foi a de que o Megadeth fez uma apresentação digna. Sabendo que sua condição dessa vez era de coadjuvante, o grupo deu o que o público queria na medida certa, sem qualquer tentativa de ficar em maior evidência do que a atração principal da noite: o Black Sabbath.

Para relembrar o show do Megadeth no Campo de Marte, o Roque Reverso descolou três vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Tornado of Souls”. Depois veja os vídeos de “Peace  Sells” e de “Holy Wars… The Punishment Due”.

Set list

Hangar 18
Wake Up Dead
In My Darkest Hour
She-Wolf
Sweating  Bullets
Kingmaker
Tornado of Souls
Symphony of Destruction
Peace  Sells
Holy Wars… The Punishment Due

22
out
13

Set list, fotos e vídeos do show do Limp Bizkit no Monsters of Rock

O Limp Bizkit voltou a São Paulo no dia 19 de outubro como uma das principais atrações do primeiro dia do Monsters of Rock 2013. Aproveitando a data reservada para o nü metal no festival, o grupo norte-americano conquistou a plateia com a execução de hits próprios e um grande números de covers.

Quem acompanha o Roque Reverso, sabe bem que o estilo e a banda não estão entre os preferidos dos editores deste veículo, mas a performance do grupo não poderia ser ignorada no evento deste porte.

De um lado, o polêmico vocalista Fred Durst, com uma camisa que trazia a imagem do falecido rapper brasileiro Sabotage, conseguia agitar o público. Do outro, o talentoso guitarrista Wes Borland, conhecido pelo seu tradicional visual propositalmente bizarro, optou por uma vestimenta cheia de luzes futuristas e foi muito bem com os riffs.

Entre as músicas de outras bandas, o grupo iniciou o show de cara com um cover, sem a parte vocal, do grande Ministry (“Thieves”). Ainda executou petardos do Nirvana (“Smells Like Teen Spirit”) e do Rage Against The Machine (“Killing in the Name”), além de trazer a versão pesada para a música “Faith”, de George Michael. Entre os hits, não ficaram de fora coisas como “Take a Look Around”.

Para relembrar a apresentação do Limp Bizkit no Monsters of Rock 2013, o Roque Reverso descolou dois vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a empolgante abertura realizada com “Thieves”, do Ministry. Na sequência, veja o vídeo de “Take a Look Around”.

Set list

Thieves
Rollin’
Hot Dog
My Generation
Livin’ It Up
My Way
Smells Like Teen Spirit
Killing in the Name
Eat You Alive
Faith
Take a Look Around
Break Stuff




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