Posts Tagged ‘Ringo Starr

11
jul
17

Ringo Starr lançará disco novo em setembro com participação de Paul McCartney

Ringo Starr - "Give More Love" - Reprodução da capaRingo Starr lançará disco novo em setembro e terá companhias ilustres. O eterno Beatle aproveitou o aniversário de 77 anos completados na sexta-feira, 7 de julho, para anunciar que o seu novo álbum “Give More Love” chegará aos fãs em setembro.

O novo trabalho vai chegar via formato digital e em CD no dia 15 de setembro. A versão em vinil está programada para o dia 22 de setembro.

“Give More Love” será o 19.º álbum de estúdio de Ringo. Foi gravado em Los Angeles e terá 10 músicas.

Entre as presenças ilustres, destaca-se a participação do também eterno Beatle Paul McCartney, que, no início de 2017 já havia gravado uma faixa com Ringo.

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30
maio
17

50 anos do disco ‘Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band’, um dos maiores da história e símbolo de uma geração

Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band - Reprodução da capaPor Roberto Carlos dos Santos* 

Alguns álbuns são tão icônicos que se tornam retratos do trabalho dos seus autores. Pode-se dizer que “Dark Side of the Moon” é a grande representação do Pink Floyd – ok, alguns dirão que é “The Wall”. “Thriller” marcou para sempre a obra de Michael Jackson. Poderíamos fazer aqui uma longa lista de discos absolutamente marcantes, históricos. Mas quantos discos, ou até mesmo algumas obras artísticas,  representam uma geração? Poucos. “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles, que está completando 50 anos, está nesta categoria.

A oitava obra do quarteto de Liverpool foi lançada no dia 26 de maio de 1967 na Inglaterra e no dia 2 de junho do mesmo ano nos Estados Unidos.

Inovador desde a concepção gráfica da sua capa até sua produção e composições, o disco ficou no topo das paradas inglesas por 27 semanas e ganhou 4 prêmios Grammy em 1968, incluindo o título de “Álbum do Ano”. Segundo alguns críticos, elevou a música pop ao nível de arte.

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21
fev
17

Habituado a grandes parcerias, Ringo Starr grava música com Paul McCartney

Ringo Starr e Paul McCartney - Foto: Divulgação

Por Roberto Carlos dos Santos*

Um encontro entre Paul McCartney e Ringo Starr ocorrido no domingo, dia 19 de fevereiro, movimentou o mundo da música. Os dois Beatles ainda vivos se reuniram no estúdio que o baterista mantém em sua casa para gravar uma nova canção juntos.

Outro músico convidado para a gravação do novo álbum de Ringo foi o ex-guitarrista de Eagles Joe Walsh, que ao lado de Don Felder produziu um dos mais cultuados duelos de guitarra da história do rock, na lendária “Hotel Califórnia”.

“Obrigado por ter vindo aqui e tocado um ótimo baixo. Eu te amo, cara, paz e amor”, escreveu Ringo no Twitter.

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05
ago
16

50 anos do inovador ‘Revolver’, clássico álbum dos Beatles

"Revolver" - Reprodução da capaPor Roberto Carlos dos Santos*

“Revolver”, uma das mais importantes obras dos Beatles, completa 50 anos em 2016. O sétimo álbum do grupo inglês foi lançado no dia 5 de agosto de 1966 no Reino Unido e três dias depois nos Estados Unidos.

Os Beatles já haviam demonstrado seu amadurecimento musical e a busca por novas sonoridades em “Rubber Soul”, lançado pouco tempo antes, no final de 1965. “Revolver” mostrou-se ainda mais inovador.

Entre as novidades estava a entrada definitiva dos Fab Four no mundo do psicodelismo e do LSD com “Tomorrow Never Knows”, de John Lennon, e a paixão escancarada de George Harrison pela música indiana em “Love You Too” – sentimento que o guitarrista manteve durante toda sua carreira.

Paul McCartney trouxe a vibrante “Got to Get Into My Life”, com seus metais e inspiração na soul music americana, e as baladas “Here There and Everywhere” e “For no One” – além da enigmática “Eleanor Rigby”.

Inicialmente, os quatro concordaram que o nome do novo álbum seria “Abracadabra”, mas foram avisados de que já existia outro disco com o mesmo título. As sugestões de batismo foram muitas: passaram pela pouca inspirada ideia de Paul – “Rock in Roll Hits of ’66” – até “Beatles on Safari”, proposta de John que também não arrancou suspiros de ninguém. Paul propôs “Magic Circle”, que John desvirtuou sugerindo “The Four Sides of The Circle”.

Após algum tempo de discussão, Paul sugeriu “Revolver”, prontamente aceito por todos. O nome não tem relação com a arma de fogo, mas sim com o movimento de rotação – de um disco, por exemplo – ou, segundo outra interpretação, a renovação de ideias.

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06
dez
15

50 anos do clássico álbum ‘Rubber Soul’, dos Beatles

Rubber Soul - Reprodução da capaPor Roberto Carlos dos Santos*

“Rubber Soul”, um dos álbuns mais criativos e emblemáticos dos Beatles, comemorou 50 anos de lançamento nos primeiros dias de dezembro de 2015. Dono da quinta posição na lista dos 500 maiores álbuns de todos os tempos da revista Rolling Stone, “Rubber Soul” marca uma mudança na trajetória dos Beatles, traduzida na sofisticação das letras e melodias das canções.

O sexto álbum do grupo britânico foi lançado no dia 3 de dezembro de 1965. Incorporava elementos de R&B, pop, soul music e música psicodélica e revelava os Fab Four em uma marcante evolução artística e emocional – e cada vez mais consolidados no controle de sua produção musical.

No outono de 1965, os Beatles gozaram seis semanas de férias coletivas, algo raro até então na trajetória do grupo. Com o álbum “Help” mantendo as musicas do conjunto nas rádios, John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr puderam fazer uma pausa no trabalho. Em 12 de outubro, porém, a EMI marcou o dia para o início da gravação de um novo LP. A data foi escolhida para que houvesse novos produtos dos Beatles nas festas de final de ano. As gravações se encerraram no dia 15 de novembro de 1965.

De acordo com o cronograma, Paul e John teriam que criar uma dúzia de novas canções em pouco mais de duas semanas, uma tarefa que parecia impossível até mesmo para eles. Apenas “Wait”, que não havia sido aproveitada em “Help”, estava pronta. Descansada e com a criatividade em alta, a dupla iniciou suas composições e as musicas foram brotando, inovadoras e revolucionárias.

Um exemplo é “Norwegian Wood”, na qual John – à época casado com Cynthia Lennon – relata um relacionamento adulto extraconjugal, onde a mulher parece estar no controle. Melancólica, a canção contou com a participação de Paul em algumas partes. George já estava na ocasião muito interessado em música indiana e fez o primeiro solo de cítara em um disco de rock. Repetiu o feito depois em outras musicas dos Beatles.

Outras canções do álbum também mostram o desenvolvimento de uma importante característica de John que marcou sua carreira: o uso de elementos confessionais para revelar seus sentimentos. Assim como “Norwegian Wood, “Nowhere Man” também desnuda suas emoções. Nesta música, provavelmente para se autopreservar, Lennon recorreu à narrativa em terceira pessoa, mas, tempos depois, assumiu que ele mesmo era o “o homem de lugar nenhum”.

Na biografia dos Beatles escrita por Bob Spitz, consta que John, depois de uma noitada em boates usando drogas, voltou para casa e passou cinco horas tentando compor uma canção que fosse “boa e profunda”. Sem sucesso e irritado, desistiu e foi tirar um cochilo. Em algum momento, acordou e criou o tema para a música. “Pensei em mim mesmo como o homem de lugar nenhum, sentado na terra de ninguém (‘nowhere man, sitting in his nowhere land’)”, disse. A partir daí, a música – que aponta para a baixa autoestima de John – se desenvolveu. Uma pista brilhante de que é ele mesmo a figura retratada na música está na frase “Isn’t he a bit like you and me?” (“Ele não é um pouquinho como você e eu?”).

Nenhuma alegoria, porém, foi usada em “In my life”. John abandonou a proteção do uso da terceira pessoa e passou para uma abordagem direta e autobiográfica – algo que ele havia mostrado em musicas como “Help” e que adquiriu um aspecto visceral na brilhante “Mother”, composta por ele no início dos anos 70, já na carreira solo.

Lennon contou, segundo a biografia de Spitz, que a letra começou com um grande poema em que ele refletia sobre seus lugares preferidos durante a infância em Liverpool – uma descrição que relatava um passeio de ônibus desde a rua em que morava até o centro da cidade. Ele, entretanto, disse ter ficado entediado com a narrativa, que, nas suas palavras, “parecia um diário de viagem”.

John descartou, então, os nomes dos lugares e, citando outras referências do passado, criou uma letra nostálgica, que remete ao luto, mas com grande sensibilidade romântica. Em sua biografia autorizada, escrita por Barry Miles, Paul afirma ter feito toda a melodia da música, inspirado em canções de Smokey Robinson & The Miracles. John dizia em entrevistas que a melodia era dele, com contribuições de Paul. “Acho muito gratificante que, de tudo que compusemos, só pareçamos discordar a respeito de duas canções” disse Paul em sua biografia, referindo-se também a “Eleanor Rigby”, na qual há também desacordo entre o papel de cada um na composição.

Outro destaque do álbum, “Michelle” surgiu da busca por novas musicalidades e da necessidade do grupo de produzir muita canções em pouco tempo. Ainda em Liverpool, nos tempos em que a dupla frequentava as festas boêmias de Austin Mitchell, um dos professores da Escola de Artes da cidade, Paul costumava fazer uma sequência instrumental com “um quê francês”, fazendo um dedilhado no violão. John sugeriu que seria uma boa ideia compor uma música com aquele estilo.

Paul já vinha brincando com uma letra construída em torno do nome Michelle e juntou as peças. A frase “I love you, I love you, I love you” foi contribuição de John, inspirada em “I put a spell on you”, interpretada por Nina Simone. A canção fez sucesso na Inglaterra em agosto de 1965, mas na versão da diva americana do jazz e R&B a ênfase da frase estava na palavra “you”, enquanto que na versão Lennon & McCartney a ênfase ficava em “love”.

“Drive my car” e “Girl” também se destacam entre as músicas do álbum. George emplacou duas composições no disco (“Think for yourself” e “If I need someone”). Ringo leva crédito na country “What goes on”, na qual faz o vocal solo. “Contribui com umas cinco palavras”, disse ao ser questionado sobre a sua participação na composição. Na verdade, era uma música de John nunca antes usada. Como era importante que o baterista cantasse pelo menos uma música em cada álbum, Lennon a tirou da gaveta e Paul e Ringo compuseram uma nova parte B.

Há várias versões para o nome do álbum. Na sua biografia, Paul diz que “Rubber Soul” era uma referência tanto a “rubber sole” (sola de borracha) quanto à soul music. Os Beatles aprovaram as capas e títulos dos álbuns e gostavam de usar jogos de palavras, como por exemplo, em “Revolver”, não a arma, mas o verbo em inglês revolve (girar, orbitar).

Na discografia dos Beatles, “Rubber Soul” está ao lado de outras obras primas, como “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, o próprio “Revolver” e “The White Álbum” (O Álbum Branco). Talvez, a melhor definição para o disco tenha sido dada pelo produtor musical George Martin, conhecido como “o quinto beatle”. De acordo com ele, foi “o primeiro álbum a apresentar ao mundo os novos Beatles, aqueles em idade de crescimento”.

Para relembrar o álbum “Rubber Soul”, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Note que, na época, videoclipes eram algo incomum. Justamente por isso, há muitas montagens dos fãs e vídeos não oficiais.

Fique inicialmente com “Drive My Car”. Depois, continue com “Norwegian Wood (This Bird Has Flown)”, “Nowhere Man” e “Michelle”. Para fechar, nada menos que “In My Life”.

*Roberto Carlos dos Santos é jornalista da Agência Estado e amante do bom e velho rock n’ roll
04
jan
15

Com 3 grandes festivais garantidos, 2015 deve superar 2014 em quantidade de shows de rock

Público no Rock in Rio 2011 - Foto: Divulgação Rock in Rio/Fernando Schlaepfer/Grudaemmim2014 ficou para trás e 2015 já é realidade. Para os amantes do bom e velho rock n’ roll, a agenda de shows internacionais no Brasil promete muito neste ano e tende a contemplar todos as vertentes do estilo musical. Com três grandes festivais já garantidos e com uma quantidade considerável de apresentações agendadas, é possível prever que 2015 deverá superar 2014 em quantidade de shows.

Não é segredo que as apresentações de artistas internacionais no ano passado foram bastante prejudicadas pela Copa do Mundo em território nacional.

Com as atenções voltadas para o evento esportivo na metade de 2014 e com certas exigências de exclusividades de locais reservados pela Fifa, muitos dos meses do ano que passou ficaram com um número bastante reduzido de shows.

Para 2015, mesmo com a ameaça que o dólar mais alto pode gerar para o ano, há sinais claros de que a invasão de artistas gringos que vinha crescendo assustadoramente até o fim de 2013 volte a tomar forma, para alegria dos fãs de rock.

Entre os festivais garantidos para 2015, o mais importante é o Rock in Rio, que acontecerá em setembro e comemorará os 30 anos da primeira edição do evento na capital fluminense. Entras poucas atrações confirmadas até o momento, os destaques do rock são o Queens of The Stone Age, o System of a Down e o A-ha.

Antes do Rock in Rio, porém, os outros dois grandes festivais confirmados de 2015 farão a festa do público paulistano. O primeiro deles é o Lollapalooza, agendado para março e novamente no Autódromo de Interlagos. Para muitos, a edição deste ano está um pouco mais fraca que as anteriores, mas há coisas para se comemorar, como as vindas de Jack White, Robert Plant, Smashing Pumpkins, Kasabian e Interpol, entre outros nomes gringos do rock.

Depois do Lollapalooza, será a vez da volta do festival mais pesado do rock no Brasil, o Monsters of Rock, que acontecerá em abril. De longe, até o momento, é o que tem a escalação mais forte de atrações. Só para lembrar, o evento terá nada menos que Ozzy Osbourne e KISS como headliners, além do Judas Priest como banda especialmente convidada que tocará nos dois dias do festival. Além deles, o Monsters contará com o Motörhead, o Manowar, Accept e Yngwie Malmsteen, entre outras atrações.

Vale lembrar que o KISS e outras bandas do Monsters também tendem a tocar em shows isolados em outras cidades do País. A confirmações estão sendo feitas aos poucos pelos produtores brasileiros.

Mas a agenda de shows não está ligada apenas aos festivais em 2015. Logo de cara, em janeiro, o Foo Fighters volta ao Brasil para concorridos shows em quatro capitais: Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Em fevereiro, é a vez de ninguém menos que Ringo Starr retornar ao País. O ex-Beatle tem shows agendados para São Paulo e Rio de Janeiro e estará acompanhado da sua All Starr Band.

Também em fevereiro, o grupo norte-americano de hard rock Mr. Big vem para tocar em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. O grupo virá acompanhado do Winger, que fará os shows de abertura nas três capitais. No mesmo mês, aproveitando as apresentações no Lollapalooza Chile e Argentina, a banda norte-americana NOFX vem para o País e tocará em Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo.

Em março, outro grande músico que volta ao Brasil é Slash. Em outubro de 2014, o Roque Reverso trouxe a informação de que o ex-guitarrista do Guns N’ Roses tocaria em seis capitais do País: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.

Também em março, um show histórico acontecerá em São Paulo. Tudo porque o Ministry virá pela primeira vez ao Brasil e finalmente saciará a vontade dos fãs. O evento da banda norte-americana de metal industrial é simplesmente um dos assuntos mais procurados no Roque Reverso.

Outro show que promete é o de 30 anos do Sepultura que acontecerá em São Paulo em junho. Conforme adiantou o Roque Reverso, a banda brasileira tocará em dois dias consecutivos na capital paulista e teve uma ideia bem legal de vincular os ingressos a camisetas comemorativas, além de baratear sensivelmente, para o nível de R$ 5,00, os ingressos para crianças abaixo dos 14 anos. Não bastasse a presença do Sepultura, o público brasileiro terá a oportunidade de ver o veterano grupo de thrash metal Sacred Reich como banda de abertura.

Entre outras bandas, há nomes menores do heavy metal que tocarão no Brasil no primeiro semestre. São os casos do Arch Enemy, do Philm e do Sonata Arctica, todos com shows agendados para o fim do primeiro trimestre no País. Há também, para fevereiro, as apresentações do Anathema e do The Sirens, que traz a ótima Anneke van Giersbergen.

Vale lembrar que o mês de maio costuma contar com a Virada Cultural em São Paulo. Organizado pela Prefeitura paulistana, o evento costuma trazer algumas surpresas interessantes do rock.

Há também informações cada vez mais quentes de que os Rolling Stones voltarão ao Brasil em 2015. Ainda há necessidade de uma confirmação oficial, mas os dados de bastidores dão conta que a lendária banda britânica virá ao País em novembro.

Importante destacar que a inauguração do Allianz Parque em São Paulo é um motivo a mais para shows na capital paulista. Com a empresa AEG responsável pelo agendamento de apresentações na nova arena do Palmeiras, não será surpresa se grandes nomes do rock aparecerem por lá em 2015.

Por enquanto, esse é o cenário inicial do ano. No decorrer de 2015, novos nomes certamente serão anunciados e o Roque Reverso estará aqui para informar seus leitores. O negócio é preparar o bolso e escolher a banda preferida. Um excelente 2015 a todos, com muito rock n’ roll!!!

post atualizado às 23h53 do dia 4/1/2015
13
nov
14

Ringo Starr volta ao Brasil em fevereiro de 2015 para shows em SP e no Rio

Ringo Starr - Foto: DivulgaçãoNão bastasse a presença de Paul McCartney no Brasil em 2014, o outro ex-Beatle vivo já agendou retorno ao País para o ano que vem.

Ringo Starr anunciou em seu site oficial duas apresentações em fevereiro, a primeira no dia 26, em São Paulo, e a segunda no dia 27, no Rio de Janeiro.

Ringo virá acompanhado da sua All Starr Band.

Na capital paulista, o show será realizado no HSBC Brasil. Na capital fluminense, o local escolhido é o Vivo Rio.

A data de início de vendas e os preços dos ingressos ainda não saíram. Em breve, esses dados serão divulgados e o leitor do Roque Reverso será informado.

Esta será a terceira passagem de Ringo pelo Brasil. O eterno baterista dos Beatles já esteve por aqui em 2011 e 2013.

Para comemorar o retorno do ex-Beatle, o Roque Reverso descolou no YouTube o vídeo que traz o histórico grupo cantando “Yellow Submarine”, com Ringo nos vocais.




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