Posts Tagged ‘Raul Seixas

17
maio
19

Ira!, Sepultura, Pitty, Nação Zumbi, Plebe Rude e Garotos Podres são destaques do rock da Virada Cultural de 2019

A Virada Cultural de 2019 acontece no sábado, 18 de maio, e no domingo, 19, na capital paulista. Promovida pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, a Virada Cultural chega a sua 15ª edição com os maiores números de atrações e pontos da história do evento.

Entre as atrações representantes do bom e velho rock, destaque para as apresentações de Ira!, Sepultura, Pitty, Nação Zumbi, Plebe Rude e Garotos Podres.

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21
ago
14

25 anos sem Raul Seixas

Raul Seixas - Foto: DivulgaçãoHá exatos 25 anos o rock brasileiro perdia um dos seus representantes mais importantes, para muitos, o maior deles. Na manhã do dia 21 de agosto de 1989, Raul Seixas foi encontrado morto sobre a cama, em seu apartamento em São Paulo, vítima de uma parada cardíaca.

A morte de Raul aconteceu próxima à data de divulgação de seu último disco, denominado “A Panela do Diabo”. O cantor e compositor se foi justamente quando uma parceira com Marcelo Nova, ex-vocalista do grupo Camisa de Vênus, começava a resgatá-lo do fracasso comercial do álbum “A Pedra de Gênesis”, de 1987.

Raul Seixas, infelizmente, como outros tantos artistas e personalidades importantes no Brasil, precisou morrer para ter seu valor reconhecido por uma camada maior da população.

Com a exceção de seus eternos fãs, sempre presentes nas boas e nas horas ruins, este grande representante do rock nacional chegou até a ser ridicularizado e esquecido por determinados setores da mídia, como algumas rádios que ignoravam o músico.

O disco “A Panela do Diabo” vendeu 150.000 cópias, rendendo a Raul Seixas um disco de ouro póstumo, entregue à sua família e também a Marcelo Nova.

Em toda a carreira, Raul Seixas gravou grandes discos e músicas que ficaram para sempre entre os grandes destaques do rock e da música brasileira como um todo.

“Maluco Beleza”, “Metamorfose Ambulante”, “Gita”, “O Trem das Sete”, “Ouro de Tolo”, “Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás”, “Sociedade Alternativa”,  “Como Vovó já Dizia” , “O Dia em que a Terra Parou”, “Tente Outra Vez”  e “Aluga-se” são só alguns sucessos históricos que entraram para sempre na cultura popular brasileira.

25 Anos depois de sua morte, Raul Seixas parece ser mais respeitado hoje pelo grande público do que na época de sua morte. Isso talvez recompense um pouco da injustiça com este grande brasileiro.

Para relembrar essa grande figura, o Roque Reverso descolou três clipes clássicos no YouTube. Fique inicialmente com “Gita” e “Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás”. Depois, fique com “O Trem das Sete” e “Sociedade Alternativa”. Toca Raul!!!

23
set
13

Set list, fotos e vídeos do show histórico de Bruce Springsteen no Rock in Rio

Bruce Springsteen mostrou no Rock in Rio para alguns desavisados o motivo pelo qual é conhecido mundialmente pelo apelido de “The Boss”. Com uma apresentação apoteótica realizada no sábado, dia 21 de setembro, o cantor norte-americano encantou a multidão presente. Em show com duração de 2h40, ele executou o disco “Born in the USA” na íntegra e entrou de vez na lista de momentos mais marcantes de toda a história do festival.

Os fãs de São Paulo já haviam ficado boquiabertos com a excelente apresentação que Springsteen havia feito no Espaço das Américas no dia 18. Com todos os elogios recentes de crítica e público, um show espetacular para o Rock in Rio era o caminho natural…

Mas como ninguém é apelidado de “The Boss” por acaso, o que se viu na Cidade do Rock foi algo que sempre será lembrado a cada edição nova do festival. Tal qual um Neil Young no Rock in Rio de 2001, o rock foi o grande homenageado da noite e isso diz muito hoje em dia, quando nem mesmo nos Estados Unidos o estilo tem a atenção que merece da grande mídia, se comparado com o rap e o rhythm and blues.

Se nem mesmo nos EUA, tem uma atenção adequada, imagine no Brasil, onde a principal emissora do país tem os direitos de transmissão do Rock in Rio e prefere passar os programas “Zorra Total” e “Altas Horas” em vez de privilegiar o grande evento em plena noite quente de sábado.

Nada contra o segundo programa, que é um dos poucos de qualidade da emissora, mas por que perder a abertura de um espetáculo como o de Springsteen? Por que não ousar e dar um choque de alto nível na programação recheada de breganejo e outros estilos fraquíssimos que vem destruindo a música nacional?

O fato é que, quem não possui TV a cabo ou não acompanhou pela internet, perdeu a abertura do show com nada menos que “Sociedade Alternativa”, de Raul Seixas, que já havia surpreendido meio mundo na apresentação de Springsteen em São Paulo. Com uma performance elogiável, o cantor norte-americano conquistou logo de cara o público brasileiro.

Na sequência, o Rock in Rio viu um desfile de clássicos do rock e grandes momentos. “Hungry Heart”, “Born in the U.S.A.”, “Glory Days” e “Dancing in the Dark” foram só alguns deles, com direito a gente da plateia sendo convidada a subir para o palco e com Bruce Springsteen fazendo o caminho contrário, cantando no meio do público em várias oportunidades.

Para relembrar o histórico show de Bruce Springsteen, o Roque Reverso descolou alguns vídeos no YouTube. Fique inicialmente com um oficial do festival que traz a abertura com “Sociedade Alternativa”, além de “Death to My Hometown” e “Spirit in the Night”. Depois, assista aos clipes amadores, mas de boa qualidade de “Born in the U.S.A.” e “Working on the Highway”. Se não tirarem do YouTube, você pode assistir aqui o show completo.

Set list

Sociedade Alternativa
Badlands
Death to My Hometown
Spirit in the Night
Hungry Heart
Born in the U.S.A.
Cover Me
Darlington County
Working on the Highway
Downbound Train
I’m On Fire
No Surrender
Bobby Jean
I’m Goin’ Down
Glory Days
Dancing in the Dark
My Hometown
Shackled and Drawn
Waitin’ on a Sunny Day
The Rising
Land of Hope and Dreams
Thunder Road
Born to Run
Tenth Avenue Freeze-Out
Twist And Shout

This Hard Land

16
jun
10

Meus heróis morriam de overdose

O rock brasuca consolidava-se no cenário musical quando entrei na adolescência. Cazuza, já doente, num surto de lucidez em território de loucos, pedia aos berros uma ideologia alternativa à bipolaridade dos tempos de Guerra Fria: “Meus heróis morreram de overdose/Meus inimigos estão no poder”.

Não demoraria muito para Cazuza tornar-se, em julho de 1990, um dos últimos heróis vitimados por alguma espécie de overdose. Menos de um ano antes havia sido a vez de Raul Seixas.

Nas duas décadas que antecederam a partida destes dois ícones do rock brasuca, overdoses das mais variadas levaram da face da Terra, para tertúlias extradimensionais, heróis de outras nacionalidades, mas todos enrolados na mesma bandeira: a do rock’n’roll.

Jim Morrison, Jimi Hendrix, John Bonham, Keith Moon, Sid Vicious e tantos outros foram levados por excessos que em pouco tempo passariam a ser aproveitados pelos setores mais conservadores para demonizar a expressão de cultura popular que revolucionou o mundo na segunda metade do século passado.

“Cambará macho não morre na cama”, diria um certo Capitão Rodrigo, imortalizado na saga “O Tempo e o Vento”, de Erico Veríssimo. Adaptada à fração de realidade convertida em rótulo seria possível dizer que, naqueles tempos, “roqueiro de verdade só morria de overdose”.

No entanto, muitos heróis da nação roqueira conseguiriam enganar a morte (mesmo que temporariamente), contrariar o bom senso e as probabilidades e viver o suficiente para brindar novas gerações com sua genialidade.

Keith Richards, Ozzy Osbourne, Eric Clapton e Steven Tyler são apenas alguns exemplos de sobreviventes de viagens pra lá de sombrias pelo mundo das drogas, mas conseguiram o bilhete de volta, sabe-se lá como.

Com o passar dos anos, porém, os heróis da minha geração pararam de morrer de overdose e passaram a morrer, como diria minha avó, de “morte morrida”. Alguns por mera sorte, outros porque começaram a adotar estilos de vida menos agitados.

Outros, ainda, morreriam por causa de doenças crônicas. Foi o caso de Ronnie James Dio, cuja morte, causada por um câncer no estômago, completa hoje (16 de junho) um mês.

Dono de uma voz poderosa e de uma imponente presença de palco, apesar da baixa estatura, Dio não enganou a morte nem pecou pelo exagero. Morreu na cama. Mas nem por isso deixou de imortalizar seu nome no panteão dos deuses do Heavy Metal.

09
dez
09

It’s Raining Again

Costumo dizer que quem é vivo sempre desaparece. Mas volta. E a chuva me trouxe de volta à tona. Isso pode levar a piadas sacanas. Mas quem se importa?

Aproveitando a bola levantada pelo Flavio, resolvi criar uma lista de boas músicas sobre o tema, mas um tantinho mais polêmica, uma vez que a dele me parece cheia de unanimidades.

Botar Beatles e Led Zeppelin na mesma sequência é covardia. Parece o garoto que vai à festinha de aniversário e some com a bandeja de brigadeiros.

Como senti falta de uma chuvinha nacional, minha lista abre com um vídeo forjado por algum internauta de Medo da Chuva, de Raulzito, o rei do rock nacional, que nos deixou há 20 anos.

Na sequência, It’s Raining Again (Supertramp), November Rain (Guns N’Roses), Purple Rain (Prince) e I’m Only Happy When It Rains (Garbage).

Divirtam-se! E desçam a lenha. (Se conseguirem ver os vídeos, pois esta é minha primeira vez com essas tecnologias…)

Ricardo Gozzi




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