Archive for the 'Pós-punk' Category



07
abr
16

Divulgados os preços dos ingressos para o show do Sisters of Mercy em SP e a data para Curitiba

Sisters of Mercy em Curitiba - Reprodução do Cartaz de Divulgação do showDuas informações importantes para os fãs do Sisters of Mercy. A produtora Top Link divulgou os preços dos ingressos para o show que a banda britânica fará em São Paulo no dia 16 de setembro e também foi confirmada uma data para o grupo tocar em Curitiba.

A apresentação na capital paulista, como o Roque Reverso já havia informado, será realizada no Tom Brasil (antigo HSBC). O show na capital paranaense será feito no dia 17 de setembro no Sociedade Abranches.

A entrada inteira para Pista em SP no Tom Brasil sai por R$ 160,00, no primeiro lote. O ingresso para a Pista Vip custa R$ 300,00.

Há ainda ingressos para o Camarote (R$ 350,00), Frisas (R$ 300,00) e Cadeira Alta Visão Parcial (R$ 250,00).

Pela internet, o fã que quiser ver o show em São Paulo poderá comprar as entradas pelo site Ingresso Rápido. Sem taxa de conveniência, o único local para a compra é a bilheteria do Tom Brasil.

Quanto ao show de Curitiba, os valores inteiros dos ingressos são os seguintes: Pista (R$ 200,00), Pista Premium (R$ 340,00) e Camarote (R$ 300,00). O ponto de venda pela internet é a Ticket Brasil.

Nesta nova turnê mundial, o The Sisters of Mercy tem apresentado clássicos de todos os álbuns e algumas faixas menos badaladas. O repertório costuma ter mais de 20 músicas.

No set list, clássicos como “More”, “Lucretia My Reflection”, “Vision Thing”, “Temple of Love” e “This Corrosion” estão presentes.

Atualmente, a banda é formada por Adrew Eldritch (vocal), Doktor Avalanche (bateria e baixo), Chris Catalyst (guitarra) e Ben Christo (guitarra).

Desde o seu primeiro álbum, “First And Last And Always”, de 1985, o Sisters of Mercy tornou-se um dos grandes nomes do rock alternativo britânico graças a uma sonoridade soturna e original. Os CDs posteriores, “Floodland” (1987) e “Vision Thing” (1990), ajudaram a firmar o nome do grupo em todo o mundo, incluindo o Brasil, onde tocaram pela primeira vez em 1990.

Exatamente desde 1990, o grupo não lança discos novos. Permanece, entretanto, a banda permaneceu se apresentando ao vivo em festivais e shows próprios. Em mais de 30 anos de carreira, o grupo teve diversas formações, sempre mantendo seu líder, o cantor e compositor Andrew Eldritch.

Em 2012, a banda passou pelo Brasil. Tocou em São Paulo no saudoso Via Funchal, onde atraiu um bom público para o show.

25
mar
16

Banda The Sisters of Mercy voltará ao Brasil para show em SP em setembro

The Sisters of Mercy em SP - Reprodução do cartaz do showO grupo The Sisters of Mercy voltará ao Brasil em setembro para se apresentar em São Paulo. A banda britânica tocará no Tom Brasil (antigo HSBC) no dia 16 daquele mês.

De acordo com a produtora Top Link, ainda não há informações sobre preços dos ingressos, mas elas serão divulgadas em breve ao público.

Até o momento, o que se sabe é que a loja Consulado do Rock, na Galeria do Rock, venderá as entradas, assim como o site Ingresso Rápido.

Nesta nova turnê mundial, o The Sisters of Mercy tem apresentado clássicos de todos os álbuns e algumas faixas menos badaladas. O repertório costuma ter mais de 20 músicas.

No set list, clássicos como “More”, “Lucretia My Reflection”, “Vision Thing”, “Temple of Love” e “This Corrosion” estão presentes.

Atualmente, a banda é formada por Adrew Eldritch (vocal), Doktor Avalanche (bateria e baixo), Chris Catalyst (guitarra) e Ben Christo (guitarra).

Desde o seu primeiro álbum, “First And Last And Always”, de 1985, o Sisters of Mercy tornou-se um dos grandes nomes do rock alternativo britânico graças a uma sonoridade soturna e original. Os CDs posteriores, “Floodland” (1987) e “Vision Thing” (1990), ajudaram a firmar o nome do grupo em todo o mundo, incluindo o Brasil, onde tocaram pela primeira vez em 1990.

Exatamente desde 1990, o grupo não lança discos novos. Permanece, entretanto, a banda permaneceu se apresentando ao vivo em festivais e shows próprios. Em mais de 30 anos de carreira, o grupo teve diversas formações, sempre mantendo seu líder, o cantor e compositor Andrew Eldritch.

Em 2012, a banda passou pelo Brasil. Tocou em São Paulo no saudoso Via Funchal, onde atraiu um bom público para o show.

24
nov
14

5 anos de Roque Reverso!!!

Sim, queridos leitores!!! O Roque Reverso faz aniversário neste dia 24 de novembro de 2014. Desta vez, chegamos a 5 anos de existência, apesar de toda essa coisa parecer que começou ontem. Inicialmente criado apenas como uma curtição por dois jornalistas fãs de rock n’ roll, este veículo continua conquistando cada vez mais espaço entre os fãs do estilo musical e nosso desejo é de que ele permaneça rompendo fronteiras e trazendo ainda mais gente para acompanhar nosso trabalho.

Mesmo mais velhos, tudo aqui continua como sempre ou segue melhorando! Você pode acompanhar os mais recentes lançamentos de diversas vertentes do rock; ver algumas curiosidades de alguns dos astros do estilo musical; além de ter acesso à cobertura dos grandes shows que passam pelo País ou daquelas apresentações que os veículos mais badalados pouco prestigiam, especialmente as do rock mais pesado.

Além da página tradicional na internet, o Roque Reverso também está no Facebook e no Twitter,  locais onde, muitas vezes, a comunicação é feita de uma maneira mais rápida, por meio do espaço Curtas do Roque Reverso.

No Facebook, temos uma galeria de fotos de shows que acompanhamos. A maioria dessas fotos são fornecidas pelas organizadoras das apresentações e mostra excelentes trabalhos de grandes profissionais. Há um álbum específico para cada show e as atualizações sempre estão acontecendo!

Como sempre fazemos, gostaríamos de agradecer a você, leitor, por escolher o Roque Reverso como uma fonte de informação. Também não podemos deixar de lembrar da força que os parceiros de longa data, o renomado site Whiplash! e o prestigiado Combate Rock, costumam dar, quando aproveitam nosso material!!

Voltamos a agradecer também aos amigos que sempre nos incentivaram; aos outros novos amigos que sempre conhecemos em shows de rock e arriscaram entrar aqui para conhecer nossos textos; e ao grupo de amigos online que nunca vimos pessoalmente, mas que participa das nossas discussões deste espaço ativamente, seja na página da internet, no Facebook ou no Twitter.

Para comemorar os 5 anos do Roque Reverso, decidimos dar 4 presentes descolados no YouTube com shows legais e longos de bandas realizados em 2014.

Fique inicialmente com a apresentação que o Queens of The Stone Age realizou no festival alemão Rock Am Ring. Depois, veja o show surpresa que o Foo Fighters realizou em Chicago. Na sequência, assista a uma apresentação do Arctic Monkeys no Lollapalooza de Chicago. Para fechar, veja um show do Black Sabbath no Hyde Park, em Londres.

08
nov
14

Hits e nostalgia dominam show do Echo & The Bunnymen em SP que promoveu novo disco

Echo & The Bunnymen em SP - Foto: Divulgação/Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsO Echo & The Bunnymen voltou ao Brasil e passou por São Paulo para se apresentar no dia 2 de novembro, um domingo, no HSBC Brasil. Apesar show marcar a divulgação do novíssimo álbum “Meteorites”, a banda britânica despejou hits e espalhou nostalgia pela casa paulistana, contentando a maioria do público presente.

O HSBC não estava lotado, mas contou com um bom público, o suficiente para transformar o local em vários momentos num ambiente agradável.

Por mais que boa parte dos fãs presentes fossem da faixa etária acima dos 40 anos e não tivessem o mesmo pique da juventude, não faltou empolgação.

Sim, o Echo também não é há tempos aquela banda que arrastou uma legião de fãs nos Anos 80. O grupo, porém, continua tocando muito bem ao vivo e garantindo a diversão de quem se sujeita a acompanhá-lo.

A apresentação começou com a faixa-título do novo álbum. A canção serviu para preparar o público para os hits seguintes. Logo na sequência, o clássico “Rescue”, do álbum de estreia “Crocodiles”, de 1980, já animou os saudosistas, mas viria muito mais na viagem no tempo que o grupo ofereceu.

“Do It Clean”, também do primeiro trabalho, e “Never Stop” mantiveram a nostalgia no ar. Na cover do The Doors, “People Are Strange”, o Echo mostrou porque fez uma das melhores versões para a pérola de Jim Morrison.

A voz de Ian McCulloch obviamente também não é nem sombra do que se via nos tempos áureos do Echo, mas ele conseguiu driblar os efeitos da idade, do cigarro e do álcool sem maiores problemas. O vocalista não teve o menor constrangimento em usar o público no refrão de várias músicas e isso não incomodou nem um pouco, já que era parte da diversão.

“Seven Seas”, do grande álbum “Ocean Rain”, de 1984, e “Bedbugs and Ballyhoo”, do disco “Echo & The Bunnymen”, de 1987, continuaram matando as saudades dos fans. Vale destacar que o outro membro da formação original, o guitarrista Will Sergeant, continua afiado e mostrou em vários momentos que a idade até pode chegar, mas o domínio do instrumento dificilmente se perde.

Echo & The Bunnymen em SP - Foto: Divulgação/Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsEcho & The Bunnymen em SP - Foto: Divulgação/Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsEcho & The Bunnymen em SP - Foto: Divulgação/Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsEcho & The Bunnymen em SP - Foto: Divulgação/Midiorama/Francisco Cepeda/Agnews

Depois desta grande sequência de canções antigas, o grupo tocou mais uma do álbum novo. “Holy Moses” não comprometeu, mas acabou servindo para aquele momento de breve preparação para a outra leva de hits que seria apresentada. Após “Rust”, “All My Colours” e “Over the Wall”, ainda foi tocada “Constantinople”, também do disco recente.

Na sequência, o Echo trouxe só coisas das antigas e o HSBC vibrou ainda mais. Depois de “All That Jazz”, a banda emendou o megahit “Bring On the Dancing Horses”, que talvez tenha sido a música melhor executada da noite.

Não bastasse a euforia do público com a música, a banda emendou a grande balada “The Killing Moon”, que fez o HSBC inteiro cantar junto. Para fechar a primeira parte do show, nada menos que a ótima “The Cutter”, que mostrou a banda bastante entrosada.

Depois da pequena pausa para o descanso, o bis reservaria mais momentos de emoção na casa de shows paulistana. Apesar dos apelos de uma parte do público, “The Game” não foi executada, mas apenas teve um trecho cantado à capela por  Ian McCulloch, enquanto o restante do grupo ajeitava os instrumentos para a sequência do show.

A bela “Nothing Lasts Forever”, do álbum “Evergreen”, de 1997, foi a escolhida para a retomada da apresentação. Durante a música, o público ainda foi presenteado com um trecho de “Walk on the Wild Side”, do falecido Lou Reed, para alegria da plateia.

Depois do presente, o megahit “Lips Like Sugar” levou o nível de empolgação dos fãs ao nível máximo. Décadas passam e essa música continua com o poder de levantar o mais frio dos fãs.

Detalhe que, no dia anterior, durante apresentação no Rio de Janeiro, ela não foi tocada porque o grupo saiu do palco sem cumprir o set list inteiro, já que, segundo relatos, estava insatisfeito com a qualidade do som. Em São Paulo, não apenas a música foi tocada na íntegra como Ian McCulloch começou a jogar toalhas brancas para o público.

Na sequência, mais uma breve pausa para o Echo se dirigir aos camarins. Na volta, o segundo bis contou com linda “Ocean Rain”, que foi tocada com maestria pelos músicos.

Chegava ali o fim de mais uma apresentação do Echo & The Bunnymen na capital paulista. Certamente, muitos que já tinham visto outros shows sabem que aquele não foi o melhor da banda por aqui, mas engana-se quem achar que não houve satisfação por parte do público presente.

O saldo do show foi positivo e a impressão é de que, enquanto Ian McCulloch & Cia. estiverem a fim de música, o Echo voltará outras vezes para o Brasil para alegrar seus eternos fãs. O rock n’ roll simplesmente agradece!

Para relembrar o show do Echo & The Bunnymen em São Paulo, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Rescue”. Depois, veja “People Are Strange”, “Bring On the Dancing Horses” e “The Killing Moon”. Para fechar, fique com “Lips Like Sugar”.

Set list

Meteorites
Rescue
Do It Clean
Never Stop
People Are Strange
Seven Seas
Bedbugs and Ballyhoo
Holy Moses
Rust
All My Colours
Over the Wall
Constantinople
All That Jazz
Bring On the Dancing Horses
The Killing Moon
The Cutter

The Game
Nothing Lasts Forever/Walk on the Wild Side/Don’t Let Me Down/In the Midnight Hour/Coney Island Baby
Lips Like Sugar

Ocean Rain

03
out
14

Ingressos de primeiro lote de Pista para Echo & The Bunnymen saem por R$ 160 no Rio e em SP

Echo & The Bunnymen - Reprodução de Cartaz dos Shows no Brasil em 2014Os ingressos para os shows que o Echo & The Bunnymen realizará no Brasil em novembro já estão à venda desde o fim de setembro, poucos dias depois de o Roque Reverso noticiar o retorno do grupo britânico ao País.

Para a apresentação na Fundição Progresso (Rio de Janeiro), no dia 1º de novembro, as entradas começaram a ser negociadas desde o dia 26 de setembro. Para o show no HSBC Brasil, em São Paulo, no dia 2 de novembro, os ingressos começaram a ser vendidos para o público em geral no dia 29 de setembro.

Na capital fluminense, há apenas a opção de Pista na Fundição Progresso. O primeiro lote está saindo pelo valor de R$ 160,00 (inteira).

Na capital paulista, há várias opções. Entradas inteiras para Pista também custam R$ 160,00.

Há também no HSBC Brasil a famigerada Pista Vip com o preço de R$ 280,00, o mesmo que está sendo cobrado para o Camarote. Para as Frisas, o ingresso sai por R$ 240,00. Para a Cadeira Alta, com visão parcial, custa R$ 200,00.

Além de poder ser adquirido nas próprias casas de show sem a taxa de conveniência, os bilhetes podem ser comprado pela internet, com as taxas. Para o show do Rio, o site é o www.livepass.com.br. Para a apresentação de São Paulo, o site é o www.ingressorapido.com.br.

O Echo trará sua mais recente turnê mundial que promove o lançamento do álbum “Meteorites”, de maio deste ano. Os shows são uma realização da Move Concerts.

O disco é o primeiro da banda desde “The Fountain”, de 2009, e o décimo segundo de toda a carreira. Da formação original da banda, continuam firmes o ótimo guitarrista Will Sergeant e o grande vocalista Ian McCulloch, que já declarou seu amor pelo Brasil diversas vezes.

Formada em Liverpool em 1978, a banda é considerada uma das melhores do pós-punk, já que lançou álbuns clássicos do rock que influenciaram muita gente na década de 80. “Crocodiles”, de 1980, “Porcopine”, de 1983, e “Ocean Rain”, de 1984, são discos indispensáveis para os amantes da boa música.

23
set
14

Echo & The Bunnymen volta ao Brasil em novembro para shows no Rio e em SP

Echo & The Bunnymen - Foto: DivulgaçãoO Echo & The Bunnymen voltará ao Brasil em novembro. A banda britânica fará shows no Rio de Janeiro e em São Paulo. Na capital fluminense, o grupo se apresentará na Fundição Progresso no dia 1º de novembro. Na capital paulista, o HSBC Brasil será palco dos ingleses no dia 2.

O Echo trará sua mais recente turnê mundial que promove o lançamento do álbum “Meteorites”, de maio deste ano.

O disco é o primeiro da banda desde “The Fountain”, de 2009, e o décimo segundo de toda a carreira.

Da formação original da banda, continuam firmes o ótimo guitarrista Will Sergeant e o grande vocalista Ian McCulloch, que já declarou seu amor pelo Brasil diversas vezes.

Nos shows da turnê, que já passou por boa parte da Europa, além de músicas de “Meteorites”, o grupo também desfilará seus inúmeros hits, como “The Killing Moon”, “Bring on the Daning Horses” e “Lips like Sugar”, entre muitos outros.

A venda de ingressos começam na sexta-feira dia 26 de setembro, a partir das 10 horas, no link http://www.livepass.com.br para o show do Rio de Janeiro e na segunda-feira, dia 29 de setembro, a partir das 10 horas, no link http://www.ingressorapido.com.br , para o show de São Paulo.

Informações de preços de ingressos serão divulgadas em breve. As apresentações brasileiras são uma realização da Move Concerts.

Formada em Liverpool em 1978, a banda é considerada uma das melhores do pós-punk, já que lançou álbuns clássicos do rock que influenciaram muita gente na década de 80. “Crocodiles”, de 1980, “Porcopine”, de 1983, e “Ocean Rain”, de 1984, são discos indispensáveis para os amantes da boa música.

Para comemorar a vinda do Echo & The Bunnymen, o Roque Reverso selecionou no YouTube os vídeos de três grandes hits da banda. Fique inicialmente com “Lips Like Sugar”. Depois, veja “The Game”, com cenas do grupo no Brasil nos Anos 80. Para fechar, assista ao clipe de “The Cutter”.

26
ago
14

4 últimos álbuns do grupo Siouxsie & The Banshees serão relançados em versão remasterizada

Siouxsie & The Banshees - Reprodução da capa dos 4 álbunsNovidades para os fãs do Siouxsie & The Banshees. Os quatro últimos discos da extinta banda britânica de pós-punk serão relançados no dia 13 de outubro.

De acordo com informação veiculada na página do grupo no Facebook, os quatro álbuns virão em versão remasterizada a partir das fitas master originais. Além disso, incluirão faixas bônus raras e inéditas.

Os discos são “Through The Looking Glass”, de 1987,  “Peepshow”, de 1988, “Superstition”, de 1991, e “The Rapture”, de 1995.

“Through The Looking Glass” traz, entre outras músicas, “The Passenger”, clássico de Iggy Pop que ganhou uma roupagem de sucesso com o grupo.

“Peepshow” traz o hit “Peek-a-Boo”. “Superstition” traz a boa “Kiss Them for Me”.  “The Rapture” não chegou a trazer um grande sucesso comercial, mas está longe de ser um disco ruim.

Para relembrar o grande grupo Siouxsie & The Banshees, o Roque Reverso descolou no YouTube os videoclipes de “The Passenger”, “Peek-a-Boo” e “Kiss Them for Me”.

20
ago
14

Shows do New Model Army são adiados para novembro e mudam de Santo André para SP

New Model Army - Foto: DivulgaçãoMás notícias para os fãs do New Model Army que já haviam comprado ingressos para os shows que a banda britânica faria em Santo André nos dias 3 e 4 de setembro. De acordo com os organizadores do evento, as apresentações foram adiadas e reagendadas para novembro. Outro detalhe importante é que os shows serão transferidos para a cidade de São Paulo.

Em comunicado oficial, o Projeto Let’s Move Retrô Party informou que o novo local e as datas exatas terão divulgação feita em breve.

“Os motivos do adiamento e transferência são questões burocráticas que fogem ao nosso controle e ao controle da banda, e também a logística tanto para publico quanto para a banda”, escreveram os organizadores. “As novas datas serão em uma sexta-feira e um sábado, para que todos possam curtir o show com tranquilidade”, acrescentaram.

No perfil oficial do New Model Army no Facebook, o grupo também lamentou o ocorrido e se desculpou pelos inconvenientes gerados aos fãs. Não cravou, no entanto, os shows para novembro e também disse que novas informações seriam divulgadas em breve.

As apresentações do New Model Army, que é mais voltado ao pós-punk, mas que tem um grande número de seguidores do rock pesado em todas as suas vertentes, fazem parte da turnê que vem na sequência do lançamento do álbum “Between Dog and Wolf”, de 2013.

No site http://www.rockinchair.com.br, que cuidou das vendas dos ingressos na internet, é possível notar que alguns lotes promocionais até já haviam se esgotado.

De acordo com o Projeto Let’s Move Retrô Party, as entradas adquiridas para as apresentações de Santo André valerão para as novas datas.

Para os fãs que não puderem ir aos shows de São Paulo em novembro, haverá a possibilidade de solicitação de reembolso nos pontos de venda a partir do dia 20 de setembro e até o dia 20 de outubro. Os pontos de venda físicos podem ser vistos aqui.

Os organizadores também destacaram que, para quaisquer informações e também para esclarecer duvidas sobre a programação do reembolso, estarão à disposição no telefone (11) 94731-0272, das 9 horas às 13 horas.

06
jul
14

New Model Army volta ao Brasil para 2 shows em Santo André

New Model Army no ABC - Cartaz de DivulgaçãoQuem voltará ao Brasil neste segundo semestre é o New Model Army. A banda britânica confirmou em seu site oficial dois shows para São Paulo em setembro, mas, na verdade, segundo confirmação dos produtores, eles tocarão em Santo André, grande cidade do ABC onde sempre existiu  uma das maiores concentrações de fãs de heavy metal, punk, hardcore e rock pesado do País.

As apresentações do New Model Army, que é mais voltado ao pós-punk, mas que tem um grande número de seguidores do rock pesado em todas as suas vertentes, serão realizadas nos dias 3 e 4 de setembro no Tênis Clube Santo André. A organização é do Projeto Let’s Move Retrô Party.

A passagem mais recente da banda pelo Brasil foi em 2010, quando os ingleses fizeram dois shows no antigo Citibank Hall, onde era o saudoso Palace. Na ocasião, o grupo comemorava os 30 anos de carreira.

Agora, a nova turnê vem na sequência do lançamento do álbum “Between Dog and Wolf”, de 2013.

Os ingressos para o show do New Model Army já estão à venda. Pela internet, podem ser comprados no site http://www.rockinchair.com.br. É possível adquirir entrada avulsa para cada show e ingresso duplo válido para as duas apresentações. Pontos de venda físicos podem ser vistos aqui.

O primeiro lote de ingressos, que estará à venda até o dia 31 de julho, tem os preços promocionais de R$ 120,00 para a Pista e de R$ 140,00 para o Camarote. Se o fã quiser comprar entradas para os dois dias de show, os valores promocionais são de R$ 160,00 para a Pista e de R$ 180,00 para o Camarote.

O segundo lote de ingressos, que estará à venda do fim de julho até o dia 31 de agosto, tem os preços promocionais de R$ 150,00 para a Pista e de R$ 170,00 para o Camarote. Se o fã quiser comprar entradas para os dois dias de show, os valores promocionais são de R$ 200,00 para a Pista e de R$ 230,00 para o Camarote.

O terceiro lote de ingressos, que estará à venda do fim de agosto até os dias das apresentações, tem os preços promocionais de R$ 180,00 para a Pista e de R$ 200,00 para o Camarote. Se o fã quiser comprar entradas para os dois dias de show, os valores promocionais são de R$ 230,00 para a Pista e de R$ 260,00 para o Camarote.

Liderado por Justin Sullivan (Vocal, Guitarra e Gaita), o New Model Army ficou famoso mundialmente com o “hino” “51st State”. Criaram também grandes sucessos, como “The Hunt” (regravada pelo Sepultura), “Purity” e “Here Comes The War”.

Para celebrar a volta do New Model Army ao Brasil, o Roque Reverso descolou dois vídeos no YouTube. Fique com os clipes de “Purity” e da música “Seven Times”, que está presente no mais recente disco do grupo.

17
maio
14

30 anos do álbum ‘Ocean Rain’, do Echo & The Bunnymen

Se 2014 é um ano repleto de aniversários de 30 anos de vários álbuns importantes do rock n’ roll, o mês de maio deste ano reserva mais de uma data com esta comemoração. Além do disco “Stay Hungry”, do Twisted Sister, outro trabalho que completou três décadas foi “Ocean Rain”, do respeitadíssimo Echo & The Bunnymen.

O álbum foi lançado oficialmente no dia 4 de maio de 1984, mas dois singles do disco já haviam sido comercializados antes: “The Killing Moon”, que saiu em janeiro, e “Silver”, que foi lançado em abril do mesmo ano.

“Ocean Rain” é o quarto álbum da banda e é considerado pela crítica e pelos fãs como o melhor da carreira do Echo & The Bunnymen.

O próprio vocalista do grupo, Ian McCulloch, chegou a declarar que o disco era a “mais definitiva declaração” do grupo britânico.

De fato, qualquer ser pensante que conheça o mínimo possível de rock n’ roll tem a obrigação de conhecer, por exemplo, “The Killing Moon”. A música não somente é o maior sucesso do Echo como se transformou num dos maiores clássicos da história do rock.

“Quando eu canto “The Killing Moon”, eu sei que não há banda no mundo que tenha conseguido fazer qualquer música que tenha chegado perto dela”, disse o “modesto” McCulloch.

Além desta canção e de “Silver”, há outras músicas de grande qualidade no álbum. “Seven Seas”, que também saiu em single, e a música-título também trazem o Echo com grande qualidade.

O disco, que contou com a produção da banda, de Gil Norton e de Henri Lonstan, traz o Echo & The Bunnymen ainda mais maduro do que em seus três primeiros álbuns, além de faixas orquestradas que enriqueceram o trabalho.

Para os leitores mais jovens que não conhecem a banda, ela hoje pode não ter o status histórico de um U2, de um The Cure ou de um The Smiths, mas, na década de 80, era tão respeitada como estes três grupos.

Em 1987, o Echo esteve no Brasil e conseguiu fazer shows disputadíssimos no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo, e no Canecão, no Rio de Janeiro. Na época, as apresentações foram consideradas as melhores entre as internacionais naquele ano, conforme a crítica especializada do País.

“Ocean Rain” faz parte da seleta lista do livro “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”, de Robert Dimery.

Para homenagear os 30 anos do álbum, o Roque Reverso descolou três clipes do disco no YouTube. Fique para começar com o megaclássico “The Killing Moon”. Depois, veja “Seven Seas” e “Silver”, esta última em versão ao vivo.

02
maio
14

Echo & The Bunnymen lança clipe de música de novo disco previsto para maio

O Echo & The Bunnymen também está de volta com grandes novidades. A grande britânica, que ficou entre as maiores dos Anos 80, lançou o clipe da música “Lovers On the Run”, dirigido por Roger Sargent.

A canção está presente no novo álbum “Meteorites”, previsto para ser lançado no dia 26 de maio no Reino Unido e no dia 3 de junho nos Estados Unidos.

O disco é o primeiro do Echo desde “The Fountain”, de 2009, e o décimo segundo de toda a carreira.

Já desperta a curiosidade dos fãs, pois o eterno vocalista Ian McCulloch disse que o novo trabalho é o melhor da banda em muito tempo.

Pelo clipe de “Lovers On the Run” e pela capa de “Meteorites”, que você pode ver ao lado, dá para notar que as características que marcaram a banda durante o seu auge permanecem intactas.

Da formação original, além de McCulloch, o Echo continua com o grande guitarrista Will Sergeant.

Veja abaixo o novo clipe do Echo & The Bunnymen:

 

25
abr
14

New Order trouxe os Anos 80 ao Lollapalooza com bom show que também relembrou o Joy Division

Para os mais modernos, o Arcade Fire era a escolha para o encerramento do Lollapalooza 2014, mas para aqueles que desejavam uma dose de nostalgia dos Anos 80, o New Order era a meta para que o festival que aconteceu no Autódromo de Interlagos ficasse gravado na mente. E foi justamente um show com vários momentos gratificantes que o clássico grupo britânico de Manchester trouxe ao público que prestigiou sua apresentação. Hits próprios e belas homenagens ao Joy Divison deram o tom do show que aconteceu na zona sul da capital paulista.

A decisão da organização do Lollapalooza, de deixar Arcade Fire e New Order no mesmo horário do domingo fez com que o público tivesse que fazer a escolha de deixar um dos shows de lado.

No Palco Skol, os canadenses levaram um grande número de fãs, mas, no Palco Interlagos, os ingleses não ficaram desemparados e conseguiram atrair também uma multidão nenhum pouco desprezível para vê-los.

Havia uma certa desconfiança por parte de alguns que foram ao show do New Order. Tudo porque a crítica cansou de lembrar que as apresentações da banda ao vivo há tempos não trazem a emoção dos Anos 80. Para os mais exigentes, o grupo nunca chegou a empolgar em shows e ainda, para completar, a ausência do histórico baixista Peter Hook, que brigou com os membros há alguns anos, deixava uma lacuna que não poderia ser preenchida.

Descontado o fato que os membros do New Order já são cinquentões e que isso faz diferença na maioria das bandas, o show no Lollapalooza não deixou a desejar. Com uma qualidade sonora impecável e com efeitos de luz bastante interessantes, o grupo trouxe aquilo que o público queria acima de tudo: diversão com boa música.

Logo na abertura, entre o tema de introdução e a música “Elegia”, o que se viu foi o público aos gritos de “New Order” e o vocalista Bernard Summer respondendo com uma saudação ao mesmo tempo simpática e provocativa para os amantes do futebol: “We are New Order. We are in São Paulo. We are in Brazil. Manchester United!”

Sem querer querendo, ele já provocou a resposta de alguns torcedores, com gritos de “Corinthians”, “Palmeiras” e outras referências a clubes brasileiros. “Ok, Brasil”, respondeu, para o restabelecimento da harmonia.

Como o assunto em questão era show musical, a banda colocou seu repertório à disposição do público. A primeira metade da apresentação foi sem dúvida menos empolgante do que a segunda, mas houve momentos interessantes, como “Crystal”, a cover “Transmission”, do lendário Joy Division, a nova “Singularity”, e “Ceremony”, single de estreia do New Order que tem a letra do vocalista morto do Joy Division Ian Curtis.

Para os mais novos que frequentam o Roque Reverso, Curtis é figura histórica do rock, tanto pelo talento vocal e na criação de letras como pela seu suicídio por enforcamento, em 18 de maio de 1980, quando o promissor grupo pós-punk Joy Division chegou ao fim. O New Order foi a sequência do Joy Division, com os três membros remanescentes Bernard Summer (vocal e guitarra), Peter Hook (baixo) e Stephen Morris (bateria e sintetizadores), com a inclusão da tecladista Gillian Gilbert.

Ela, que é esposa de Stephen Morris, por sinal retornou à banda em 2011, depois de um longo período cuidando de sua vida pessoal. Com um visual bem de tiazinha para os padrões do rock, Gillian manteve sua eterna postura blasé, quase imóvel em frente ao teclado.

Depois de trazer ainda na primeira metade do show as músicas “Age of Consent”, “Your Silent Face” e “World”, o New Order começou a desfilar a série de hits incontestáveis na segunda parte da apresentação. Logo de cara, levou o público ao delírio imediato ao tocar “Bizarre Love Triangle”, que transformou o local numa imensa pista de festa, com pessoas de várias idades e até crianças curtindo muito aquele momento.

Na sequência, “True Faith” e “586” mantiveram o público aquecido para o que viria depois: a trinca formada por “The Perfect Kiss”, “Blue Monday” e “Temptation”. Os mais atentos notaram durante o show que o som não somente era de alta qualidade como também batia direto no peito das pessoas que estavam na pista.

As batidas de “Blue Monday” e todos os arranjos que transformaram a música em verdadeira febre nos Anos 80 estavam lá, encantando o público. Em “The Perfect Kiss”, o baixo de Peter Hook foi substituído por um competente Tom Chapman, que não chegou a decepcionar em momento algum.

Passado o desfile de pérolas, o New Order saiu momentaneamente do palco para um brevíssimo respiro. Para o bis, o grupo trouxe dois ultraclássicos do Joy Division que emocionaram de vez os fãs, especialmente os mais antigos: “Atmosphere” e “Love Will Tear Us Apart”.

Na primeira, imagens do clipe original e de Ian Curtis se revezavam no telão central e faziam o público mais uma vez voltar no tempo para os Anos 80. Na segunda, letras garrafais com o nome de uma das músicas mais importantes da música pop do século passado também eram vistas no mesmo telão, além da frase “Forever Joy Division”. Um momento mágico para quem viveu uma época que deixou saudades quando o assunto é rock.

Sim, o New Order pode não ser mais o mesmo grupo que colocou a música de cabeça para baixo durante o auge da banda, mas conseguiu oferecer aos fãs uma noite que dificilmente será esquecida por quem esteve no Autódromo de Interlagos. Quem viu a apresentação pela TV teve só uma pequena amostra do que foi o show, especialmente na questão do som, que estava muito melhor pessoalmente. Quem foi ao Lollapalooza teve a certeza que o dinheiro gasto e a distância percorrida para chegar ao festival valeram a pena.

Para relembrar o show do New Order no festival, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Para começar, fique com “Bizarre Love Triangle”. Depois veja “Blue Monday” e, na sequência, “Atmosphere”, num vídeo filmado pelo próprio blog e que tem um bom número de visualizações. Para fechar, fique com o grande momento de  “Love Will Tear Us Apart”. Se o YouTube não tirar do ar, há uma opção aqui de ver o show na íntegra.

Set list

Elegia
Crystal
Transmission
Singularity
Ceremony
Age of Consent
Your Silent Face
World
Bizarre Love Triangle
True Faith
5 8 6
The Perfect Kiss
Blue Monday
Temptation

Atmosphere
Love Will Tear Us Apart

 

 




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