Arquivo para maio \30\-02:00 2012

30
maio
12

Veja vídeo de música que estará no novo disco de Neil Young

Quem acompanha o Roque Reverso já está sabendo que o novo disco do grande Neil Young vai ser lançado oficialmente no dia 5 de junho. Conforme adiantamos no dia 20 de março, o nome do álbum é “Americana” e terá o clássico grupo Crazy Horse novamente completo ao lado do músico, coisa que não acontecia desde o disco “Broken Arrow”, de 1996. Enquanto “Americana” não sai, já está disponível no YouTube e nas emissoras de TV que cobrem música o vídeo da canção “Oh Susannah”, a primeira do novo trabalho.

Se você que ainda não ouviu clicar no vídeo abaixo, corre o risco de ficar com o backing vocal de “Oh Susannah” por alguns dias na cabeça. Sim, a música é aquela tradicional que já conhecemos e aprendemos na infância, mas numa roupagem diferente e bem legal.

Vale lembrar que o novo trabalho de Neil Young traz versões para clássicos do cancioneiro folk norte-americano. Além de “Oh Susannah” , há, por exemplo, “This Land Is Your Land”, “Gallows Pole”, “Tom Dooley” e “Clementine”.

O disco foi gravado no estúdio Audio Casa Blanca e produzido por Neil Young, John Hanlon e Mark Humphreys. O Crazy Horse vem com Billy Talbot (baixo e vocais), Ralph Molina (bateria e vocais) e Frank “Poncho” Sampedro (guitarra e vocais).

Veja o clipe de “Oh Susannah”:  

28
maio
12

Suicidal Tendencies mostrou que continua em forma em show selvagem no Clash Club

O mês de maio se aproxima do fim e, quando o assunto é show vibrante, a passagem do Suicidal Tendencies por São Paulo pode ser o grande exemplo do período. Depois de ter a oportunidade de ver gratuitamente, no dia 6, a apresentação da banda na Virada Cultural, o público paulistano teve outra chance no dia 9, no pequeno Clash Club, localizado na Barra Funda. Com a casa totalmente lotada, o grupo norte-americano fez um ótimo show, que despertou o lado mais salvagem da plateia, formada por admiradores do hardcore e do thrash metal, skatistas e figuras diversas da noite da capital paulista.

A apresentação da Virada Cultural já havia sido bastante comentada pela galera fã do rock pesado. Mesmo com ela acontecendo às 9h30 (um horário pouco comum para um show do gênero e pouco apropriado para uma banda do quilate do Suicidal), conseguiu atrair um público estimado de 70 mil pessoas. A consequência foi a lotação natural do Clash Club, mesmo com o evento sendo realizado em plena quarta-feira à noite.

O grupo norte-americano, na verdade, era a atração principal da Suicidal Tendencies Party Night. Além dos norte-americanos, o evento reuniu alguns DJs, que esquentaram a galera até com Slayer. Para abrir, o grupo brasileiro Anjo dos Becos trouxe um som diferente daquele admirado pelos fãs do Suicidal, mas que não chegou a ser criticado pelo público.

Aqueles que chegaram ao Clash Club foram surpreendidos com o horário da apresentação do Suicidal. Apesar do flyer de divulgação trazer o início da festa às 22 horas, a informação passada nas bilheterias era de que os norte-americanos só subiriam ao palco no horário da 1 da manhã da quinta-feira. O jeito foi fazer o aquecimento com algumas cervejas e esperar.

Depois das atrações iniciais, o Suicidal subiu ao palco antes da 1 da manhã, por volta da meia-noite e meia. O que se viu na sequência foi um verdadeiro turbilhão humano com um set list caprichado e preparado especialmente para a execução de mosh e stage diving.

Logo de cara, os norte-americanos trouxeram a estrondosa “You Can’t Bring Me Down”, do álbum “Lights…Camera…Revolution!” (1990), e a loucura se instalou no Clash Club. Mosh no meio da pista apertada, seguranças tendo trabalho para controlar os que queriam subir no palco e aquela velha e boa energia, que só os grupos como o Suicidal conseguem proporcionar, foram vistos imediatamente.

Na sequência, o grupo emendou “Ain’t Gonna Take It”, do disco “Freedumb”, de 1999, e nada menos que a ultraclássica “Institutionalized”, do álbum de estreia “Suicidal Tendencies”, de 1983. Esta, por sinal, fez o público urrar e deixar o ambiente ainda mais conturbado. Era difícil permanecer em pé, já que o empurra-empurra acontecia em quase todo a pista. Mas quem reclamava? 🙂

Se os seguranças conseguiam impedir as tentativas de subida ao palco, alguns mais audaciosos decidiram dar stage diving de uma lateral da pista onde havia uma aglomeração de pessoas. Em mais de uma vez, alguns saltos mortais foram vistos, tamanha a insanidade gerada pela grande apresentação do Suicidal.

Depois de tocarem a música “Freedumb”, do álbum homônimo, os músicos trouxeram aquela que sempre é cantada por todos e que faz a banda ganhar de goleada qualquer jogo: nada menos que “War Inside My Head”, do obrigatório álbum “Join the Army”, de 1987. O incrível poder desta faixa levou o Clash Club a um dos momentos de maior vibração da noite.

A banda dava sequência com petardos atrás de petardos, enquanto a galera respondia com os gritos de “ST!”, fazendo com que o show valesse cada centavo, mesmo com alguns momentos de qualidade discutível do som da casa. “Subliminal”, “Possessed to Skate”, “I Want More” e “Come Alive” foram tocadas na sequência, fazendo um revival de boa parte da carreira do grupo.

Da formação original, apenas o incansável vocalista Mike Muir estava ali. Da formação clássica, ainda havia a presença de Mike Clark numa das guitarras. Na outra guitarra, há tempos a banda não tem o incrível Rock George, mas conta com o competente Dean Pleasants, que, ao lado de Eric Moore (bateria) e Steve Brunner (baixo) são os componentes do projeto paralelo Infectious Grooves que deram nova vida ao Suicidal.

Steve Brunner, por sinal, pode ser considerado o grande nome da noite. Com um domínio incrível do baixo, ele mostrou em diversos momentos a sua técnica ao público, honrando um posto que já foi do sensacional Robert Trujillo, atualmente no Metallica.

“Cyco Vision”, “I Saw Your Mommy” e “I Shot the Devil” ainda conseguiram manter o público animado. Tudo isso, apesar de a plateia, já de madrugada, dar sinais de cansaço.

Aqueles que foram ao Clash Club ainda foram presenteados perto do final do show com uma música que não havia sido tocada na Virada Cultural. A ótima “How Will I Laugh Tomorrow”, do álbum “How Will I Laugh Tomorrow When I Can’t Even Smile Today” deixou muita gente emocionada pela oportunidade de ver ao vivo uma das melhores canções do Suicidal.

O grupo fechou a apresentação com “Pledge Your Allegiance”, do mesmo álbum. Aos gritos de “ST!”, o público aguardava um bis, com algum outro clássico, como “Waking the Dead”. Mas a banda, infelizmente, não voltou ao palco.

Ao final do show, o sentimento era de que o Suicidal Tendencies, apesar de menos badalado que em outros tempos, continua em forma e vibrante. Resta agora a torcida para que a banda volte logo ao Brasil. Para produtores dos diversos festivais de rock que acontecem no País, como o SWU e o Rock in Rio, o grupo seria, sem a menor dúvida, um ótimo nome.

Para relembrar o grande show do Suicidal, o Roque Reverso descolou vídeos do YouTube de quem conseguiu se manter em pé para filmar. Fique, para começar, com a abertura e “You Can’t Bring Me Down”. Depois, veja “War Inside My Head”. Para fechar, fique com “How Will I Laugh Tomorrow”.

Set list

You Can’t Bring Me Down
Ain’t Gonna Take It
Institutionalized
Freedumb
War Inside My Head
Subliminal
Possessed to Skate
I Want More
Come Alive
Cyco Vision
I Saw Your Mommy
I Shot the Devil
How Will I Laugh Tomorrow
Pledge Your Allegiance

26
maio
12

50 anos de Rolling Stones

Que amante do bom e velho rock n’ roll pode questionar a importância dos Rolling Stones para a existência deste gênero musical? A semana que se encerra marca o aniversário de 50 anos do grupo inglês, que colecionou uma verdadeira legião de fãs em todo o mundo neste meio século de existência. Reza a lenda que, no dia 25 de maio de 1962, a banda fez seu primeiro ensaio em Londres.

Na ocasião, o grupo ainda escolhia um nome. Era formado por Mick Jagger, Keith Richards e Brian Jones, além de um pianista, Ian Stewart, que tocou com os Stones por anos, mas nunca foi um membro oficial.

O primeiro show da banda só iria ser realizado em 12 de julho de 1962, já com o nome que todos conhecemos. De lá para cá, uma história rica de grandes sucessos, grandes acontecimentos, grandes polêmicas e momentos que quase se confundem com o próprio rock n´roll. Tal qual o estilo musical, o grupo se mantém e surpreende pela logevidade.

Apesar de completarem os 50 anos em 2012, o Stones só farão uma turnê comemorativa em 2013. Enquanto a aguardada tour não começa, as festas devem ficar concentradas no lançamento de um documentário e de uma biografia oficial.

O documentário deve ser lançado em setembro deste ano. É dirigido por por Brett Morgen, produzido por Victoria Pearman e co-produzido por Morgan Neville. A promessa é de horas de material inédito sobre a banda, retirado direto dos acervos pessoais dos músicos, que também trazem depoimentos ao filme.

Antes do documentário, o livro com a biografia oficial deve ser publicado em julho. Editado pela Thames & Hudson, terá fotos e também depoimentos de Mick Jagger, Keith Richards & Cia.

Para comemorar os 50 anos dos Stones, o Roque Reverso descolou três vídeos de três grandes hits do grupo. Fique com “It’s Only Rock’n Roll (But I Like It)”, “Gimme Shelter” e, claro, “(I Can’t Get No) Satisfaction”. 

24
maio
12

Aerosmith toca ao vivo música de novo disco na final do American Idol

O Aerosmith mostrou ao público, ao vivo, a música “Legendary Child”, que é o primeiro single do seu novo álbum, “Music From Another Dimension”, previsto para ser lançado oficialmente no dia 28 de agosto. A exibição da canção foi feita na noite do dia 23 de maio, durante o final de temporada do American Idol, programa norte-americano que traz uma competição de calouros e que teve o vocalista do grupo, Steven Tyler como um dos jurados. 

“Music From Another Dimension”, cuja capa você pode ver ao lado, é o primeiro disco do Aerosmith desde “Honkin’ on Bobo”, de 2004. Também é o décimo quinto álbum da banda e o primeiro só com músicas inéditas desde “Just Push Play”, de 2001. 

O novo trabalho tem 14 faixas. Foi produzido por Jack Douglas, que já trabalhou com o grupo de hard rock em alguns álbuns, como  “Toys In The Attic, de 1975, e “Rocks, de 1976. 

Após a apresentação da banda no American Idol, o single foi disponibilizado para venda no iTunes. No mesmo local, a banda já iniciou a pré-venda do disco novo.

Veja abaixo o vídeo com a apresentação do Aerosmith no American Idol e a lista de faixas de “Music From Another Dimension”.

1. What Could Have Been Love
2. Beautiful
3. Street Jesus
4. Legendary Child
5. Oh Yeah
6. We All Fall Down
7. Another Last Goodbye
8. Out Go the Lights
9. Love Three Times a Day (Hello Goodbye)
10. Closer
11. Shakey Ground
12. Lover a Lot
13. Freedom Fighter
14. Up on the Mountain

23
maio
12

Metallica toca ‘Black Album’ na íntegra para comemorar 20 anos do disco

O Metallica realmente não para. Depois de ficar no foco das atenções da mídia roqueira durante os anos de 2010 e 2011, com a turnê de divulgação do álbum “Death Magnetic”, encontro do Big Four, Rock in Rio, disco com Lou Reed e comemoração dos 30 anos, o grupo norte-americano de thrash metal mantém em 2012 sua extensa série de projetos audaciosos.

Não bastasse a lista de tarefas, como a ideia de realizar um filme 3D, previsto para 2013; a organização de um festival de música próprio; e o início da seleção de riffs e ideias novas para o próximo álbum; a banda vem dando sequência a uma série de shows na Europa para homenagear os 20 anos do “Black Album”, comemorados no ano passado.

Desde o dia 7 de maio, o Velho Continente está sendo palco de 16 apresentações do grupo. Até o dia 9 de junho, estes shows, terão o “Black Album” tocado na íntegra, não necessariamente com as músicas na ordem exata do disco lançado em 1991.

O Metallica já passou pela República Checa, Sérvia, Polônia, França e Itália. Nesta turnê europeia, também há apresentações na Noruega, Portugal (Rock in Rio Lisboa), Espanha, Bélgica, Suíça, Alemanha, Finlândia, Dinamarca, Inglaterra e Áustria, onde termina a longa jornada. No Rock in Rio Lisboa, por sinal, deve haver transmissão gratuita ao vivo do show, no dia 25 de maio, pelo YouTube, de maneira idêntica à verificada no Rock in Rio de 2011.

As apresentações vêm relembrando os tempos em que a banda rompeu de vez a fronteira do heavy metal com o mainstream. Até o famoso “Snake Pit”, buraco no meio do palco onde fãs privilegiados podiam assistir aos shows ao lado do grupo, foi ressuscitado.

Além de toda a produção para lembrar de maneira digna o “Black Album”, algumas músicas do disco que pouco foram tocadas naquela extensa turnê da década de 90 estão sendo vistas ao vivo pela primeira vez por muitos dos fãs. Bons exemplos são “My Friend of Misery” e “The Struggle Within”, que fechavam o álbum.

Quem foi, por exemplo, aos shows do Metallica em 1993 no Estádio do Palmeiras, em São Paulo, lembra que o então baixista Jason Newsted apenas usou a introdução de “My Friend of Misery” para iniciar seu solo. “The Struggle Within”, por sinal, nem deu as caras, assim como “Holier Than Thou”, “Don’t Tread On Me” e “The God That Failed”. Agora, em 2012, nos shows comemorativos, todas estão sendo tocadas.

Depois da Europa, o Metallica deve passar pela América do Norte. Há várias apresentações agendadas para os Estados Unidos, México e Canadá…Na América do Sul, por enquanto, não há nada previsto e as chances, infelizmente, são reduzidas.

Para que os fãs pudessem ter uma ideia do que está acontecendo no Velho Continente, o Metallica vem mantendo a tradição de postar vídeos de algumas músicas ao vivo de determinados shows em sua página específica de turnê. O mais recente trouxe exatamente “The Struggle Within”, em Praga, com direito a trechos de passagens de som e do meet & greet tradicional antes das apresentações, com os fãs vibrando com aquele momento único.

Fique abaixo com este vídeo oficial e com um outro feito, no estilo multicam, feito por fãs, também em Praga, de “My Friend of Misery”, uma das melhores músicas do “Black Album”, com direito ao duelo de guitarras de James Hetfield e Kirk Hammett.

20
maio
12

Divulgados os preços dos ingressos para os shows do G3 no Rio e em SP

A produtora Time For Fun já divulgou os preços dos ingressos para os shows que o G3 fará no Brasil em outubro. O trio de guitarristas, formado por nada menos que Joe Satriani, John Petrucci e Steve Morse fará apresentações no dia 11 de outubro, no Citibank Hall (Rio de Janeiro), e no dia seguinte, no Credicard Hall, em São Paulo.

Na capital fluminense, o valor das entradas vai de R$ 80,00 (meia, para cadeira lateral) a R$ 420,00 (inteira para camarote e cadeira vip).

Na capital paulista, os preços vão de R$ 40,00 (meia para plateia superior com visão parcial) a R$ 350,00 (inteira para o camarote I).

Depois da pré-venda exclusiva que aconteceu entre os dias 7 e 13 de maio para clientes Credicard, Citibank e Diners, o público em geral já pode adquirir os ingressos desde o dia 14 de maio.

Originalmente organizado pelo excelente guitarrista Joe Satriani, o G3 já contou com a participação de Steve Vai, Eric Johnson, Kenny Wayne Shepherd, Robert Fripp e Yngwie Malmstein, entre muitos outros mestres do instrumento.

Satriani é considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos e teve nada menos que Kirk Hammett, do Metallica, como um de seus alunos mais famosos. Em 2009, juntou-se a Sammy Hagar e Michael Anthony, ambos ex-integrantes do Van Halen, além de Chad Smith do Red Hot Chili Peppers, para formar o grupo Chickenfoot, que fez trabalhos recentes muito elogiados por crítica e público.

John Petrucci, é simplesmente um dos fundadores da banda de metal progressivo Dream Theather, que dispensa apresentações. Steve Morse é conhecido por seu trabalho impecável no Dixie Dregs e mais recentemente no lendário Deep Purple.

Segundo a Time For Fun, os respectivos locais dos shows têm as bilheterias oficiais que não cobram taxa de conveniência e de entrega dos ingressos. Nos demais locais de venda deste link, há a cobrança. As entradas podem ser adquiridas também pelo telefone 4003-5588 (válido para todo o país) ou no site da Tickets For Fun: www.ticketsforfun.com.br.

Veja abaixo os valores dos ingressos detalhados por setor:

Citibank Hall – Rio de Janeiro – 11 de outubro

Cadeira Vip: R$420,00 (NORMAL) – R$210,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Palco: R$350,00 (NORMAL) – R$175,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Especial: R$300,00 (NORMAL) – R$150,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Central: R$250,00 (NORMAL) – R$125,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Lateral: R$160,00 (NORMAL) – R$80,00 (½ ENTRADA)
Camarote: R$420,00 (NORMAL) – R$210,00 (½ ENTRADA)
Poltrona: R$280,00 (NORMAL) – R$140,00 (½ ENTRADA)

Credicard Hall – São Paulo – 12 de outubro

Camarote I: R$350,00 (NORMAL) – R$175,00 (½ ENTRADA)
Camarote II: R$260,00 (NORMAL) – R$130,00 (½ ENTRADA)
Pista Premium: R$300,00 (NORMAL) – R$150,00 (½ ENTRADA)
Pista Comum: R$170,00 (NORMAL) –  R$85,00 (½ ENTRADA)
Plateia Superior I: R$140,00 (NORMAL) – R$70,00 (½ ENTRADA)
Plateia Superior II: R$120,00 (NORMAL) – R$60,00 (½ ENTRADA)
Plateia Superior III: R$100,00 (NORMAL) – R$50,00 (½ ENTRADA)
Plateia Superior (Visão Parcial): R$80,00 (NORMAL) – R$40,00 (½ ENTRADA)

17
maio
12

Álbum póstumo de Joey Ramone já está disponível para audição gratuita

O aguardado segundo disco solo do saudoso Joey Ramone já está disponível para audição gratuita na internet. “…Ya Know?”, que tem o dia 22 de maio como data oficial de lançamento, pode ser ouvido porque a revista Rolling Stone disponibilizou um arquivo em streaming com todas as 15 faixas deste segundo álbum póstumo do eterno vocalista dos Ramones.

O trabalho traz faixas inéditas que Joey estava trabalhando antes de falecer em 15 de abril de 2001, vítima de um linfoma, aos 49 anos.

As músicas “Merry Christmas (I Don’t Want To Fight Tonight)” e “Life’s A Gas” são regravações dos Ramones. Em abril, a faixa “Rock ‘N’ Roll Is The Answer”, já havia sido liberada para público e chegou a agradar bastante.

Mickey Leigh, irmão do vocalista, é a figura mais importante neste grande resgate das faixas e um dos responsáveis pela produção do CD. Ao lado dele está Ed Stasium, que já trabalhou em álbuns dos Ramones, como “Rocket to Russia” e “Road to Ruin”.

Participam do álbum algumas figuras da música, como Joan Jett, Richie Ramone (ex-baterista da banda), Lenny Kaye (do Patti Smith Group), a artista punk Holly Beth Vincent e a banda The Dictators, entre outros.

Antes de “…Ya Know?”, o primeiro trabalho solo de Joey havia sido “Don’t Worry About Me”, lançado em 2002, também depois da morte do vocalista. Naquele álbum, a faixa “What a Wonderful World”, que ficou marcada inicialmente na voz de Louis Armstrong, ganhou uma cara rock n’ roll e fez muito sucesso.

Quando se ouve o novo álbum do grande vocalista, é impossível não ter saudades dele e dos Ramones. “…Ya Know?” já é forte candidato a grande álbum do ano. Daqueles discos para você deixar rolando direto. Você pode escutá-lo neste link aqui.

A lista de faixas é a seguinte:

1- Rock ‘N’ Roll Is The Answer
2- Going Nowhere Fast
3 -New York City
4 -Waiting For That Railroad
5- I Couldn’t Sleep
6- What Did I Do To Deserve You?
7- Seven Days Of Gloom
8 – Eyes Of Green
9 – Party Line
10 – Merry Christmas (I Don’t Want To Fight Tonight)
11 – 21st Century Girl
12 – There’s Got To Be More To Life
13 – Make Me Tremble
14 – Cabin Fever
15 – Life’s A Gas




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