Arquivo para junho \30\UTC 2012

30
jun
12

Testament lançará novo disco no final de julho

O Testament lançará disco novo no final de julho. “Dark Roots Of Earth” tem o dia 27 como data de chegada para a Europa e o dia 31 como data de lançamento nos Estados Unidos, via Nuclear Blast Records.

Será o décimo trabalho de estúdio do grupo norte-americano de thrash metal da “Bay Area” de São Francisco. O disco anterior foi “The Formation Of Damnation”, de 2008.

A produção do álbum é de Andy Sneap, que já trabalhou com outros grupos de peso do thrash metal, como o Megadeth, Kreator e o Exodus. A capa foi criada pelo artista Eliran Kantor.

Além da versão normal com nove faixas gravadas, “Dark Roots Of Earth” terá uma outra especial com um DVD e algumas músicas covers de bônus.

No DVD, será possível ver também o making of do álbum. Entre as músicas de bônus, “Dragon Attack”, do Queen; “Animal Magnetism”, do Scorpions; e “Powerslave”, do Iron Maiden. 

O fã do Testament também terá a possibilidade de ter “Dark Roots Of Earth” em vinil. Será um LP duplo, com as nove faixas e as 3 covers.

Enquanto o álbum não sai oficialmente, o grupo liberou a faixa “True American Hate”. Escute abaixo a música e veja o nome das demais que farão parte do novo disco do Testament.

Lista de Faixas

01. Rise Up
02. Native Blood
03. Dark Roots Of Earth
04. True American Hate
05. A Day In The Death
06. Cold Embrace
07. Man Kills Mankind
08. Throne Of Thorns
09. Last Stand For Independence

Bonus

10. Dragon Attack (Queen cover)
11. Animal Magnetism (Scorpions cover)
12. Powerslave (Iron Maiden cover)
13. Throne Of Thornes (extended version)
+ Bonus DVD

28
jun
12

Rolling Stones divulgam clássico logo com versão comemorativa de 50 anos do grupo

Ainda no clima da comemoração de seus 50 anos de existência, os Rolling Stones divulgaram uma nova versão de seu clássico e inconfundível logo. Para homenagear o grande aniversário, o grupo britânico solicitou ao artista Shepard Fairey que desse uma repaginada na imagem que atravessou gerações dos amantes do bom e velho rock n’ roll. A nova versão do logo traz leves modificações e uma referência aos 50 anos.

A imagem foi usada pela primeira vez em 1971, no álbum “Sticky Fingers”. Foi criada por John Pasche, um estudante de artes de Londres, porque o vocalista da banda, Mick Jagger, não estava contente com as versões feitas por sua gravadora.

Em entrevista à revista Rolling Stone, Pasche disse que o conceito de design da língua do logo era “representar a atitude antiautoritarismo da banda, a boca de Mick e as óbvias conotações sexuais”.

Apesar de completarem os 50 anos em 2012, o Stones só farão uma turnê comemorativa em 2013. No segundo semestre de 2012, um documentário sobre o grupo deve ser lançado. 

Dirigido por por Brett Morgen, produzido por Victoria Pearman e co-produzido por Morgan Neville, o trabalho deve trazer horas de material inédito sobre a banda, retirado direto dos acervos pessoais dos músicos, que também trazem depoimentos ao filme.

27
jun
12

Kings of Leon e Gossip estão entre os primeiros nomes anunciados do Planeta Terra Festival de 2012

Depois de confirmar o Jockey Club de São Paulo como novo local e o dia 20 de outubro como a data do evento, a organização do Planeta Terra Festival anunciou as primeiras atrações da edição de 2012. Os quatro primeiros nomes são os dos grupos norte-americanos Kings of Leon e Gossip, a cantora Azealia Banks e o quinteto londrino Maccabees.

Das quatro atrações confirmadas, o Kings of Leon e o Gossip são os mais badalados. O primeiro grupo, por sinal, esteve no SWU Festival de 2010 e fez um show bastante elogiado pelo público.

O Gossip finalmente vem ao Brasil, depois de alguns shows cancelados. É liderado pela gordinha polêmica e ótima cantora Beth Ditto e tem um bom número de fãs. A banda, apesar de ser classificada como indie rock, tem uma levada mais dançante.

Os ingressos para o festival começam a ser vendidos no dia 3 de julho pela Livepass, em pré-venda exclusiva para clientes que possuem o cartão Ourocard do Banco do Brasil.

A venda especial ocorre até as 23h59 do dia 4 de julho, com quantidade de entradas limitadas a 2,2 mil, ao preço especial de primeiro lote de R$ 240,00 (R$ 120,00 meia-entrada).

No dia 5 de julho, a venda será aberta ao público geral, para todas as formas de pagamento. Os ingressos do segundo lote serão comercializados a R$ 290,00 (R$ 145,00 a meia-entrada) cada. Os do terceiro lote serão vendidos a R$ 330,00 (R$ 165,00 meia-entrada).

A organização do festival prevê público de 30 mil pessoas no Jockey. São 10 mil a mais do que o público das três últimas edições, que aconteceram no Playcenter. O local vai fechar as portas em 2012 para dar lugar a um parque de diversão com outro conceito.

Criado em 2007, o Planeta Terra Festival já trouxe ao Brasil nomes como Iggy Pop, Pavement, Phoenix, Smashing Pumpkins, Sonic Youth e The Offspring. As edições do Festival de 2007 e 2008 aconteceram na Vila dos Galpões e as edições 2009, 2010 e 2011 no Playcenter, em São Paulo.

No ano passado, o maior nome do festival foi o grupo The Strokes. Na ocasião, todos os lotes de ingressos se esgotaram em menos de 14 horas.

A organização do Planeta Terra informou que, nas próximas semanas, serão divulgadas as demais 11 bandas/artistas que irão completar o line-up do evento. Além do Kings of Leon, já confirmado, vários nomes de outros grupos vêm circulando pelas redes sociais.  Kasabian, Garbage e The Hives são alguns deles.

O Roque Reverso descolou vídeos do Kings of Leon e do Gossip no YouTube. Do primeiro grupo, fique com “Sex on Fire”, do álbum “Only by the Night”, de 2008. Do segundo, fique com “Heavy Cross”, do disco “Music for Men”, de 2009.

25
jun
12

Thurston Moore apresenta nova banda com música inspirada em Burroughs

O guitarrista e vocalista Thurston Moore, do Sonic Youth, não perdeu muito tempo para montar uma nova banda pouco depois de  seu divórcio com Kim Gordon, baixista e vocalista do histórico conjunto de rock alternativo. Ele lançou um outro projeto, o Chelsea Light Moving, e liberou, no dia 22 de junho, a música de estreia no blog do novo grupo.

A faixa “Burroughs” tem, é claro, inspiração em William S. Burroughs, norte-americano considerado um dos maiores escritores da chamada “Geração Beat”. Foi gravada e mixada em maio por Justin Pizzoferrato.

No Chelsea Light Moving, Moore tem ao seu lado o guitarrista Keith Wood, a baixista Samara Lubelski e o baterista John Moloney.

Apesar do rompimento da união conjugal com Kim Gordon, o ex-casal tem gravado material novo com nada menos que Yoko Ono, viúva de John Lennon. Quanto ao Sonic Youth, que passou pelo Brasil no SWU de 2011, nenhuma novidade, por enquanto: tudo parado e sem perspectivas de um retorno.

Escute abaixo a faixa “Burroughs”, do Chelsea Light Moving:

23
jun
12

Veja os preços para o show que o Megadeth fará em SP em setembro

O Roque Reverso já havia noticiado a volta do Megadeth a São Paulo para tocar, na íntegra, o álbum “Countdown to Extinction” no Via Funchal em 5 de setembro. Havia prometido também que, assim que os preços dos ingressos fossem divulgados, os leitores seriam informados. De maneira diferente do que se imaginava, os valores estão mais baixos do que os de outros shows grandes anunciados recentemente na capital paulista; mas ainda doem no bolso.

De acordo com o Via Funchal, a entrada para a Pista Comum custa R$ 180,00. Infelizmente, a famigerada Pista Premium estará presente, com o preço do ingresso custando R$ 340,00. Para o Camarote e o Mezanino, os valores são de R$ 300,00 e R$ 240,00, respectivamente.

Nem é preciso dizer que, se o fã demorar muito para decidir comprar, vai ficar facilmente sem ingresso, mesmo com a data sendo somente em 5 de setembro. O show faz parte da comemoração dos 20 anos de aniversário de um disco, que simplesmente está na lista dos melhores gravados pelo grupo. Em Santiago, no Chile, por exemplo, uma das apresentações que a banda fará, em 7 de setembro,  já teve todas as entradas vendidas.

Esta será a décima primeira passagem do grupo norte-americano pelo Brasil. Desde que tocou no Rock in Rio de 1991, a banda liderada por Dave Mustaine voltou ao País em 1994, quando fez turnê própria; em 1995, quando tocou no segundo Monsters of Rock; em 1997, quando se apresentou no Estádio do Palmeiras, no Aniversário da 89FM; em 1998, quando tocou no quarto e último Monsters of Rock; e, em 2005 e 2008, quando voltou novamente em turnê própria.

Mais recentemente, o Megadeth passou pelo País em 2010, para o  show de comemoração de 20 anos  álbum “Rust in Peace”. Também retornou em 2011, quando se apresentou no SWU Festival Music & Arts; e, em abril de 2012, quando esteve no lamentável Metal Open Air e fez um show curto por causa da série de problemas do festival no Maranhão.

As bilheterias do Via Funchal funcionam diariamente das 12 horas às 22 horas. Outra opção de compra é o próprio site da casa, mas há taxa de conveniência. Para mais informações, o telefone do local é o (11) 3846-2300 e a página especial do show é esta aqui.

22
jun
12

Planeta Terra Festival será realizado em 20 de outubro no Jockey Club de SP

A organização do Planeta Terra Festival confirmou nesta sexta-feira (22) o evento para o dia 20 de outubro no Jockey Club de São Paulo. As bandas deste ano ainda não foram anunciadas, mas os nomes deverão ser conhecidos nos próximos dias, conforme prometeu a produção do festival.

Os ingressos começarão a ser vendidos no dia 3 de julho, a partir da meia-noite, pela Livepass. A organização do festival prevê público de 30 mil pessoas no Jockey.

São 10 mil a mais do que o público das três últimas edições que aconteceram no Playcenter. O local vai fechar as portas em 2012 para dar lugar a um parque de diversão com outro conceito.

Criado em 2007, o Planeta Terra Festival já trouxe ao Brasil nomes como Iggy Pop, Pavement, Phoenix, Smashing Pumpkins, Sonic Youth e The Offspring. As edições do Festival de 2007 e 2008 aconteceram na Vila dos Galpões e as edições 2009, 2010 e 2011 no Playcenter, em São Paulo.

No ano passado, o maior nome do festival foi o grupo The Strokes. Na ocasião, todos os lotes de ingressos se esgotaram em menos de 14 horas.

Apesar de as bandas ainda não terem sido anunciadas, vários nomes vêm circulando pelas redes sociais.  Kings Of Leon, Kasabian, Garbage e The Hives são os mais fortes nas conversas de bastidores da imprensa musical. A ver…

20
jun
12

Apocalyptica encanta fãs em SP com violoncelos metallicos

O público paulistano teve o prazer de assistir novamente a um show do Apocalyptica no dia 3 de junho, um domingo, no Espaço Santa Clara. Com a apresentação, a banda finlandesa que toca heavy metal com violoncelos fechou sua rápida passagem pela cidade de São Paulo, depois de tocar no Carioca Club, na véspera, com ingressos esgotados. 

Surpresa para quem pensou que o show extra na casa do bairro de Perdizes não teria novamente um bom público. O local ficou também praticamente lotado e bastante abafado, justamente por causa da grande quantidade de pessoas num espaço pequeno.

A volta do Apocalyptica ao País foi um pagamento de uma dívida do grupo com os fãs brasileiros, já que, em janeiro, os músicos cancelaram uma apresentação que fariam por aqui. Na ocasião, alegaram que problemas com o produtor responsável pelos shows no Brasil e no Chile foram os motivos do cancelamento. Aquela apresentação estava prevista inicialmente para acontecer no Via Funchal, em São Paulo, mas, de uma hora para outra, mudou para o Guarujá (???), com entrada gratuita (???), algo que jamais se concretizou.

Quando as luzes se apagaram, uma gritaria amplamente feminina se instalou no Espaço Santa Clara, o que deixava bem claro que o público daquele show era um pouco diferente do que estamos acostumados a ver em apresentações de heavy metal. Se, na maioria dos shows, a divisão costuma ser de 80% a 90% de homens contra algo que vai de 10% a 20% de mulheres, o cenário da apresentação do Apocalyptica era, pelo menos, 60% feminino. Nada ruim para quem pertence à minoria masculina que habita este planeta atualmente!

O Apocalyptica subiu ao palco e iniciou o show com a música “On the Rooftop With Quasimodo”, do seu mais recente álbum, “7th Symphony”, de 2010. A apresentação, por sinal, começou bastante tranquila para os padrões do rock pesado, mas foi ganhando em intensidade com o decorrer do tempo.

Logo em “2010”, também do mesmo disco, o show esquentou no palco, com a transformação do som viajante para algo frenético e pesado. Nos violoncelos, Eicca Toppinen, Paavo Lötjönen e Perttu Kivilaakso impunham uma velocidade impressionante, sem perder a técnica. Na bateria, Mikko Sirén fazia muito bem sua parte, com grande empolgação. 

A terceira da noite foi “Grace”, do álbum “Worlds Collide”, de 2007. Acompanhada por palmas da plateia, ela conseguiu manter a vibração no Espaço Santa Clara.

Se você conhece o Apocalyptica, sabe muito bem que o grupo poderia nem existir, se o Metallica não tivesse encantado os músicos da banda.  Também sabe muito bem que o primeiro disco, “Plays Metallica by Four Cellos” foi o primeiro e o de maior sucesso dos finlandeses. Por isso, músicas do grupo norte-americano de thrash metal eram muitíssimo aguardadas por quem estava no show.

E foi com nada menos que “Master of Puppets” que o Apocalyptica deu sequência à apresentação. Além da grande técnica da banda para executar a música, chamou a atenção a participação do público, que cantava enquanto os violoncelos metallicos davam o tom. Mais lindo ainda foi ver a parte em que tradicionalmente James Hetfield e Kirk Hammett fazem a dobradinha de guitarras ser substituída pelos instrumentos de música erudita.

Houve uma grande diferença entre o show de 2005, quando o Apocalyptica abriu para o Megadeth e deixou todos de boca aberta, e a apresentação de 2012. Enquanto há 7 anos, o som executado foi todo instrumental, o deste ano contou com um vocalista, Tipe Johnson, que participou de algumas músicas.

Em “Not Strong Enough” e “I’m Not Jesus”, respectivamente dos discos “Worlds Collide” e  “7th Symphony”, ele cantou e fez a apresentação ficar um pouco mais intimista. Para alguns, no entanto, a intervenção quebrou um pouco a intensidade do show.

Ela voltaria não muito depois com “Refuse/Resist”, do Sepultura, numa  homenagem legal feita à grande banda brasileira, que já tinha sido lembrada com a mesma música em abril no excelente show que o Anthrax fez no HSBC. Interessante notar que, enquanto as músicas próprias do Apocalyptica faziam a porção feminina ir ao delírio, as canções covers faziam o público masculino se manifestar mais claramente e com maior intensidade.

Os finlandeses faziam uma grande exibição. Ainda tocariam “Quutamo”, do disco “Apocalyptica”, de 2005, e  “Sacra”, do álbum mais recente…Mas a maior expectativa da noite estava relacionada à execução de “Nothing Else Matters”, do Metallica.

Talvez a mais famosa até por quem não conhece detalhadamente a carreira do Apocalyptica, a música caiu como uma luva no violoncelo. E foi sensacional presenciar novamente aquele momento.

Para qualquer fã do Metallica, como este jornalista que vos escreve, é sempre emocionante ver uma banda da Finlândia, tocar lindamente este grande sucesso dos norte-americanos e ainda ser acompanhada pelas vozes dos brasileiros. É em momentos como estes que a grandeza e a importância de James & Cia pode ser medida.

Depois de executar a pesadíssima “Last Hope”, do “Worlds Collide”, o Apocalyptica chegou ao momento que, para muitos foi o ápice da noite. Com entrosamento e peso invejáveis, o grupo trouxe nada menos que “From Whom The Bell Tolls” do Metallica. Em vários momentos desta música, foi possível ver roqueiros de boca literalmente aberta por causa daquela grande exibição.

Antes de terminar a primeira parte do show com “Inquisition Symphony”, do Sepultura, o grupo finlandês tocaria ainda “Seek & Destroy”, também do Metallica, para grande alegria do público presente.

Depois da breve pausa para um descanso, foi a vez de a banda trazer “One”, para novo delírio da plateia. Metade da canção foi executada somente com os violoncelos e a parte pesada teve a volta de Mikko Sirén alucinado na bateria.

Em “I Don’t Care”, do “Worlds Collide”, o vocalista Tipe Johnson também retornou ao palco. Esta, por sinal, foi a melhor música cantada da noite, fazendo com que toda a plateia participasse com um belo coro. Johnson, muito simpático, agradeceu, em português, a hospitalidade brasileira.

Na sequência, Mikko Sirén mandou uma introdução de bateria que mais parecia “Trust”, do Megadeth, mas era simplesmente “Enter Sandman”, do Metallica, que só foi reconhecida claramente quando os violoncelos começaram. Para variar, a música incendiou o Espaço Santa Clara. A última da noite foi “Hall of the Mountain King”, de Edvard Grieg, gravada no álbum “Cult”, de 2000.

Ao final do show, a avaliação da plateia foi bastante positiva. Para um domingo à noite, nada melhor do que uma apresentação diferente para o tradicional e, na maioria das vezes, radical público do heavy metal. Os músicos agradeceram e deixaram claro que estavam muito contentes por terem vindo a São Paulo. Fica a torcida para que não demorem para voltar novamente para o Brasil com seus violoncelos metallicos.

Para relembrar bons momentos do show do Apocalyptica no Espaço Santa Clara, o Roque Reverso descolou alguns vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a abertura da apresentação, com  “On the Rooftop With Quasimodo” e “2010”. Na sequência, veja dois outros pontos altos do show, como “Nothing Else Matters” e “From Whom The Bell Tolls”.

Set list

On the Rooftop With Quasimodo
2010
Grace
Master of Puppets
Not Strong Enough
I’m Not Jesus
Refuse/Resist 
Quutamo 
Psalm 1 – Perttu Solo
Sacra
Nothing Else Matters
Last Hope
From Whom The Bell Tolls
Life Burns!
Seek & Destroy
Inquisition Symphony

One
I Don’t Care
Enter Sandman
Hall of the Mountain King




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