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25
jan
15

Mesmo sem superar Rock in Rio e Lolla, Foo Fighters fez apresentação de gala em SP para 55 mil

Foo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiO Foo Fighters inaugurou a temporada de shows internacionais que passarão por São Paulo em 2015 com uma apresentação de gala e digna dos grandes nomes do rock n’ roll. Com um show de quase três horas de duração, a banda norte-americana liderada pelo incansável vocalista e guitarrista, Dave Grohl, não superou as históricas apresentações feitas no Rock in Rio de 2001 e no Lollapalooza de 2012, mas fez a festa das 55 mil pessoas presentes no Estádio do Morumbi na sexta-feira, dia 23 de janeiro.

Antes que arremessem pedras ao Roque Reverso, a constatação de que o evento no Morumbi não superou o Rock in Rio e o Lollapalooza tem a ver muito mais com o fato daquelas terem sido apresentações históricas e difíceis de serem batidas do que por alguma análise de que a apresentação na capital paulista tenha sido fraca ou ruim.

O show do Morumbi, que fez parte da primeira turnê própria da banda pelo Brasil, reuniu tudo aquilo que um bom espetáculo de rock precisa: um grupo com vontade de tocar, um público louco para cantar todas as músicas, momentos de catarse coletiva que jamais serão esquecidos por quem esteve lá e até fatos inusitados e marcantes, como o pedido de casamento de um fã feito a sua futura esposa em pleno palco.

Muitos vão dizer que o simples fato de o Foo Fighters ter um show só seu e tocar por quase 3 horas já seria um motivo para superar as apresentações citadas. Mas quem esteve no Rock in Rio com mais de 170 mil pessoas, quando a banda começava a despontar, e viu o grupo surpreender numa noite que tinha o R.E.M. como atração principal, com certeza discordará. O mesmo é válido para quem esteve no Lolla e viu a banda fazer um dos shows com mais energia dos palcos brasileiros.

O fato incontestável é que o Foo Fighters está entre os grupos mais importantes da atualidade. Não somente Dave Grohl é apontado como “o cara legal” do rock e faz tudo para manter o estilo vivo, como a banda já conta com características de grupos consagrados e tende a cada vez mais conquistar seu merecido espaço, num momento no qual o rock precisa de mais expoentes.

O show

Depois das aberturas realizadas pelo Raimundos e pela banda Kaiser Chiefs com chuva, São Pedro fez o que tem feito com o Cantareira e poupou o Foo Fighters da água. Às 21h20, com apenas 5 minutos de atraso em relação ao horário agendado, Dave Grohl & Cia subiram ao palco e iniciaram a catarse coletiva que se estenderia até a madrugada do dia seguinte.

Diferente das outras vezes, o grupo não chegou com tudo. Apareceu no palco discretamente e iniciou a apresentação com a música “Something from Nothing”, do novo e badalado disco “Sonic Highways”, de 2014. Como se a faixa já fosse um hit consagrado, o público cantou a música do início ao fim e nem se importou com um pequeno tombo que Grohl tomou durante a execução da música.

Na sequência, os hits antigos “The Pretender” e “Learn to Fly” foram tocados de uma vez só e mantiveram o público atento e participativo, com direito a uma chuva de papel picado vermelho que foi lançada logo na parte final de “The Pretender”.

Vale destacar que o som da banda estava mais baixo que o desejável para quem estava, por exemplo, na divisa da Pista Vip com a Comum. Aos poucos, com a sequência da apresentação, ele foi melhorando, em sintonia com a própria performance do grupo, que foi crescendo a cada música.

A ótima e já clássica “Breakout” fez pela primeira vez Dave Grohl cruzar a passarela que dividia a Pista Vip e que seguia até metade da Pista Comum. Empolgado, o público tentou se aproximar ao máximo do ídolo, enquanto a execução da música ficou aquém de outras apresentações pelo Brasil, como a histórica do Rock in Rio.

Em “Alandria”, o líder do Foo Fighters chegou a dizer para o público poupar as vozes porque muitas músicas seriam tocadas naquela noite. Entre os hits “My Hero” e “Walk”, que levantam até defunto, a banda trouxe “Congregation”, também do novo disco.

Grohl, por sinal, prometeu canções dos 8 álbuns e cumpriu a meta ao longo do show, cantando até mesmo o primeiro hit “I’ll Stick Around”, que passava na MTV quando a banda ainda era uma promessa depois que o Nirvana acabou e que Dave trocou a bateria pelo posto principal no Foo Fighters.

Antes de “I’ll Stick Around”, a banda veio com “Cold Day in the Sun”, com o ótimo baterista Taylor Hawkins tocando o instrumento e cantando. Houve tempo até para a banda brincar com trechos de clássicos do rock, como “War Pigs”, do Black Sabbath, e “Tom Sawyer”, do Rush, tudo durante o momento que Dave Grohl apresentou os demais integrantes ao público.

Foo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo Rossi

Diversão

Importante destacar que a banda se divertiu muito durante o show, ora com a extensão e inclusão de acordes diferentes em algumas faixas, ora com as conversas animadas de Grohl com a plateia, ora com essa inclusão de coisas além do Foo Fighters. Houve fã que chegou a reclamar que queria mais música e menos conversa, mas não se pode agradar a todos.

Em “Monkey Wrench”, por exemplo, a duração da música foi estendida e o palco chegou a ficar menos iluminado, enquanto a banda tocava. Foi a deixa para o público proporcionar um lindo show de luzes por meio dos celulares por todos os cantos do Morumbi.

O Roque Reverso até testemunhou um “guerreiro” tentando acender um isolado isqueiro, numa pura demonstração de resistência no estilo “old school” dos shows de rock, mas não há dúvidas que o estádio inteiro iluminado ficou na mente dos que estiveram por ali. O próprio Dave Grohl chegou a ficar meio que “paralisado” e reconheceu que aquilo era “lindo pra caralho”.

Na sequência, o vocalista se dirigiu a um dos pontos da passarela mais próximos à Pista Comum para tocar “Skin and Bones”, com a presença do tecladista Rami Jaffee, no acordeão. Depois, da música, Grohl recebeu uma bandeira do Brasil de um fã e a enrolou no pescoço, elogiando o símbolo nacional, o futebol e as mulheres do País.

Foi quando viu um cartaz na plateia com um pedido inusitado e atendeu um fã maluco que queria pedir a futura esposa em casamento. O fã, de nome Vinícius, ajoelhado, pediu a mão de Mônica em pleno palco e levou o público ao loucura com tal feito, sendo atendido pela moça, para alegria geral.

“Então, lembre-se: se você quiser pedir sua namorada em casamento, venha a um show do Foo Fighters”, brincou nada menos que o astro principal da noite, Dave Grohl, em mais uma das suas intervenções.

O vocalista continuou na ponta da passarela para a execução solitária da balada “Wheels”, enquanto o restante da banda dava uma descansada e a plateia acompanhava com palmas.

O auge do show estaria por vir e foi em “Times Like These” que a noite no Morumbi atingiu seu momento mais interessante musicalmente, levando o público ao delírio.

Grohl continuou na ponta do palco nos primeiros acordes, cantando sozinho a faixa de uma maneira mais lenta, mas, de repente, o restante da banda apareceu no palco secundário, quase que surpreendendo a todos, bem no momento em que a música ganhou em velocidade e peso. Foi daqueles momentos em que há uma interação sensacional entre artista e plateia e que marcam grandes shows de rock. Destaque ainda para a performance de Taylor Hawkins, simplesmente detonando sua bateria com técnica invejável.

As surpresas não pararam por aí, pois a banda continuou no palco improvisado, que também era giratório, bem no centro da passarela. Foi aí que emendaram uma série de covers, como “Detroit Rock City”, do KISS, “Stay With Me”, do Faces, e duas do Queen:”Tie Your Mother Down”, que contou com Grohl na bateria e Taylor Hawkins como vocalista, e “Under Pressure”, que contou com os dois dividindo os vocais.

Após o show diferente no palco improvisado, o Foo Fighters inteiro voltou para o palco principal e emendou o petardo “All My Life”, que foi seguido por “These Days” e “Outside”, esta também do disco novo.

A penúltima da noite rivalizou com “Times Like These” entre os grandes momentos musicais do show. “Best of You” deixou a plateia hipnotizada e cantando o trecho tradicional  “ôôô” até depois da canção terminar, surpreendendo Dave Grohl, que chegou a falar brincando para o público que a música já tinha acabado.

Para fechar a grande apresentação de quase 3 horas, o sucesso “Everlong” foi tocado já com os primeiros pingos de chuva, que, depois do encerramento, viria forte, como se quisesse lavar a alma da extasiada plateia. O líder do Foo Fighters prometeu retornar ao Brasil e recebeu palmas.

Fim de show, público satisfeito e a constatação de que o Foo Fighters está entre as principais bandas do planeta, queiram ou não os chatos de plantão. O rock n’ roll agradece e precisa de grupos assim e de caras que levantem a bandeira como Dave Grohl.

Para relembrar o grande show do Foo Fighters no Estádio do Morumbi, o Roque Reverso descolou vídeos amadores de qualidade descolados no YouTube. Fique inicialmente com um que traz o início do show e as três primeiras músicas. Depois, veja “Walk” e um vídeo que traz “Times Like These” com “Detroit Rock City”. Para fechar, fique com “Best of You”.

Set list

Something from Nothing
The Pretender
Learn to Fly
Breakout
Arlandria
My Hero
Congregation
Walk
Cold Day in the Sun (com trechos de War Pigs e Tom Sawyer)
I’ll Stick Around
Monkey Wrench
PALCO ADICIONAL
Skin and Bones
Wheels
Times Like These
Detroit Rock City (KISS)
Stay With Me (Faces)
Tie Your Mother Down (Queen)
Under Pressure (Queen)
VOLTA AO PALCO PRINCIPAL
All My Life
These Days
Outside
Best of You
Everlong

19
dez
14

Monsters of Rock: confirmação do Coal Chamber e esclarecimento sobre problemas com ingressos

Monsters of Rock - Cartaz Atualizado de DivulgaçãoDois fatos novos relacionados ao Monsters of Rock de 2015: o primeiro é a confirmação de mais uma atração internacional, da banda norte-americana Coal Chamber; o segundo é o esclarecimento dos organizadores do festival sobre problemas que os fãs tiveram para comprar ingressos logo no primeiro dia de vendas das entradas.

Depois do bombástico anúncio do line-up no dia 17 de dezembro, a produção acrescentou o Coal Chamber. O grupo tocará na Arena Anhembi no sábado, dia 25 de abril, mesmo dia que terá Ozzy Osbourne como headliner.

No domingo, dia 26, nada mudou, com o KISS fechando a data.

Quanto ao esclarecimento sobre os problemas com os ingressos, após o grande número de reclamações dos fãs nas redes sociais, a produção do festival explicou em nota que, devido ao “sucesso absoluto e à forte demanda”, a partir do período da manhã, o site da Ingresso Rápido apresentou “momentos de instabilidade” já solucionados.

Com a inclusão do Coal Chamber, a divisão por dia do Monsters of Rock de 2015 ficou da seguinte forma: no dia 25, a escalação trará Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear e Coal Chamber; no dia 26, o line-up terá KISS, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen e Steel Panther.

Os ingressos do primeiro lote e o passaporte válido para os dois dias do festival (Monsters Pass) são limitados e estão disponíveis desde o dia 19 de dezembro de 2014, à zero hora, pelo site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

A entrada inteira para cada dia do festival custa R$ 350,00 no primeiro lote. O valor inteiro para o Monsters Pass é de R$ 620,00 nessa primeira leva. Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip!

Compras até o dia 10 de janeiro podem ser feitas em 4 vezes sem juros. A partir do dia 11 de janeiro, poderão ser feitas em 3 vezes sem juros, em todas as formas de compra de ingressos.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série tiveram mais dinossauros do que revelações. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

17
dez
14

Monsters of Rock de 2015 terá Ozzy, KISS, Judas Priest, Motörhead, Accept, Malmsteen, Manowar e mais

Monsters of Rock - Cartaz de DivulgaçãoApós confirmar no dia 10 de dezembro a edição do Monsters of Rock de 2015, a produtora Mercury Concerts divulgou nesta quarta-feira, dia 17, o line-up do festival que acontecerá nos dias 25 e 26 de abril na Arena Anhembi. Ratificando vários dos rumores que já circulavam pela internet, foram anunciados os nomes de Ozzy Osbourne e do KISS como headliners do evento, com eterno vocalista do Black Sabbath fechando o primeiro dia e o grupo norte-americano encerrando o segundo dia.

Espécie de convidado especial do Monsters, o Judas Priest tocará nos dois dias do festival e se apresentará pouco antes de Ozzy e KISS.

As atrações não param por aí. Além dos três dinossauros do rock, o Monsters contará com outros veteranos, como o Motörhead, o Manowar, o Accept e o guitarrista Yngwie Malmsteen.

Também estão escalados o Black Veil Brides, o Rival Sons, o Primal Fear, o Unisonic e o Steel Panther.

A divisão por dia ficará da seguinte forma: no dia 25, a escalação trará Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear; no dia 26, o line-up terá KISS, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen e Steel Panther (veja atualização aqui).

Os ingressos do primeiro lote e o passaporte válido para os dois dias do festival (Monsters Pass) são limitados e estarão disponíveis a partir de 19 de dezembro de 2014, à zero hora, pelo site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

A entrada inteira para cada dia do festival custará R$ 350,00 no primeiro lote. O valor inteiro para o Monsters Pass é de R$ 620,00 nessa primeira leva. Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip!

Compras até o dia 10 de janeiro podem ser feitas em 4 vezes sem juros. A partir do dia 11 de janeiro, poderão ser feitas em 3 vezes sem juros, em todas as formas de compra de ingressos.

Entre os fãs do heavy metal, houve quem reclamasse do festival ter escolhido muito medalhão. Mas a proposta do Monsters sempre foi essa, pelo menos em território nacional.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série tiveram mais dinossauros do que revelações. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

Falem o que quiser, mas o Monsters of Rock de 2015, por enquanto, é o melhor festival do ano que vem. Enquanto o Lollapalooza divulgou atrações menos bombásticas e o Rock in Rio vem anunciando nomes a conta-gotas, o evento com DNA mais rock do País já tem uma escalação de peso e respeitável para quem gosta do estilo mais pesado.

Para comemorar o line-up do Monsters, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube das vindas anteriores de alguns grupos que virão na edição de 2015. Para começar, fique com Ozzy Osbourne, em 1995, cantando “Bark at the Moon”. Depois, veja o KISS com “Deuce”, em 1994; e o Motörhead, com “The Chase Is Better Than The Catch”, em 1996; .

10
dez
14

Festival Monsters of Rock volta em 2015 e será realizado em SP nos dias 25 e 26 de abril

Monsters of Rock - Reprodução do Banner de Divulgação2015 promete ser um ano repleto de shows e com vários festivais de rock. Como se já não bastassem os já confirmados Rock in Rio e Lollapalooza, agora é a vez do anúncio ratificado da volta do Monsters of Rock para o ano que vem.

De acordo com a organizadora Mercury Concerts, a edição de 2015 será realizada no mesmo local de 2013, a Arena Anhembi. Serão duas datas para o festival, os dias 25 e 26 de abril.

Por enquanto, só há a informação de que 14 bandas participarão do evento.

Os produtores prometem que o line-up completo da sexta edição do Monsters of Rock será anunciado em breve. Também informaram que os ingressos para os dois dias de apresentações estarão disponíveis para o grande público ainda este ano.

A despeito de nenhum nome confirmado, há rumores e informações de gente importante da imprensa musical levantando a possibilidade, por exemplo, de o KISS ser a banda principal do festival. Já circulam nas redes sociais outros nomes, como o Judas Priest e o Motörhead, mas, por enquanto, nada foi confirmado pela Mercury Concerts.

Se vale alimentar esperanças, o som que embala o vídeo do anúncio da volta do festival é simplesmente da música “Black Magic”, do Slayer. A conferir…

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série Monsters of Rock sempre foram predominantemente de heavy metal. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

27
ago
14

20 anos do primeiro festival Monsters of Rock no Brasil

Monsters of Rock 1994 - Cartaz de DivulgaçãoO dia 27 de agosto de 2014 marca os 20 anos do primeiro festival Monsters of Rock no Brasil. Realizado em São Paulo, no Estádio do Pacaembu, nesta mesma data em 1994, o evento foi o primeiro de grande porte somente com bandas de rock pesado a ser realizado na cidade onde heavy metal mais concentra fãs no País.

Na respeitável escalação das bandas, quatro eram internacionais e outras quatro eram nacionais.

Entre os grupos gringos, a lista trazia o Suicidal Tendencies com sua formação clássica; o Black Sabbath sem Ozzy Osbourne ou Ronnie James Dio nos vocais, mas com o terrível Tony Martin; o aguardadíssimo Slayer pela primeira vez no Brasil, mas sem Dave Lombardo na bateria; e o não menos esperado KISS, sem máscara, fechando o festival.

Do lado nacional, estavam o então novo Angra, com Andre Matos nos vocais, o Dr. Sin arrebentando, o Viper fazendo sucesso até no Japão e os Raimundos, com o primeiro disco bombando.

As bandas nacionais abriram o Monsters. O primeiro show, do Angra, estava agendado para as 14 horas, mas, já às 11 horas, as filas para entrar no Pacaembu chegavam ao topo do vale que cerca a Praça Charles Muller. Várias pessoas chegaram a dormir na porta do estádio, tamanha a ansiedade para ver aquele evento.

Para os  jovens de hoje que não puderam presenciar aquele festival, o Brasil engatinhava pela primeira vez com uma onda convincente de atrações estrangeiras do heavy metal. Pouco antes do Monsters, em 1993, o Metallica tinha vindo pela segunda vez ao País durante a turnê do estrondoso “Black Album” e o Anthrax havia feito a estreia em palcos brasileiros, assim como o Pantera no auge! No início de 1994, o Hollywood Rock trouxe o Aerosmith e o Sepultura bombando demais com o álbum “Chaos AD”. Na mesma época, o Helmet fez um excelente show no Olympia e o público queria sempre mais!

A despeito de o Rock in Rio, em 1985, ser o pioneiro a trazer bandas esperadíssimas do estilo, repetir a dose em 1991 e a capital paulista ter tido experiências legais com as edições do Hollywood Rock, o Monsters of Rock consolidou um sonho dos amantes do rock pesado na cidade que tinha uma legião de fãs e era berço da Galeria do Rock, da Woodstock, do bar Black Jack e de outros tantos locais que reuniam o público de uma época na qual as “redes sociais” não eram virtuais.

O Plano Real também era novo e parecia, depois de inúmeros planos que deram errado, que iria dar certo, como, de fato, aconteceu logo depois. A consolidação do plano econômico foi fundamental na sequência para que esta onda de atrações gringas se consolidasse anos depois.

O Angra abril o festival e foi seguido pelo Dr. Sin, Viper e Raimundos. Todos os shows das bandas nacionais foram bons e não comprometeram. O destaque foi a apresentação do Dr. Sin, que chegou a levantar o estádio inteiro com sua versão de “Have You Ever Seen the Rain?”, do Creedence Clearwater Revival.

Quanto aos shows internacionais, o Suicidal Tendencies fez uma apresentação impecável e muito animada. “War Inside My Head” foi um dos grandes momentos, com os fãs cantando o famoso refrão do começo ao fim. Vale lembrar que Robert Trujillo, atualmente baixista do Metallica, fazia parte da formação do ST e, para variar, deu um show à parte.

O grupo também contava com os bons guitarristas Mike Clark e Rocky George, além do baterista Jimmy DeGrasso e o elétrico vocalista Mike Muir, único membro atual que permanece no Suicidal.

Na sequência, o Black Sabbath veio com três de seus quatro integrantes clássicos: Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). Na falta de Ozzy e Dio, quem assumiu os vocais foi o questionável Tony Martin.

É claro que foi bem interessante ver o Sabbath ali de perto, mas a performance de Martin deixou muito a desejar. Quem se lembra dele cantando “Sabbath Bloody Sabbath”, sabe que ele lembrou muito mais Louis Armstrong cantando do que qualquer vocalista que tenha passado pelo grande grupo de heavy metal.

Após o Sabbath, finalmente o Slayer se apresentava num palco brasileiro. Um dos maiores ícones do thrash metal, a banda norte-americana tinha o baterista Paul Bostaph no lugar do mago Dave Lombardo, mas fez um excelente show, com todos os grandes clássicos do grupo.

Este jornalista lembra de ter visto muito marmanjão da velha guarda do heavy metal chorando na fila do gargarejo porque estava vendo o Slayer pela primeira vez. Entre os destaques da apresentação do grupo, “Mandatory Suicide”, “Hell Awaits”, “Postmorten”, “Angel of Death”, “Raining Blood” são só alguns exemplos de faixas que não deixaram a galera recuperar o fôlego.

Depois de assistir a todos os shows nas primeiras fileiras até a apresentação do Slayer (que era a mais esperada por muitos), este jornalista preferiu acompanhar o KISS mais próximo da torre central. Foi uma forma de descansar e, ao mesmo tempo apreciar os efeitos especiais que o grupo norte-americano trouxe para o Pacaembu.

Sem as máscaras tradicionais e com os ótimos Eric Singer (bateria) e Bruce Kulick (guitarra), o que se viu no show do KISS foi uma grande performance, capitaneada por Gene Simmons (baixo e vocal) e Paul Stanley (vocal e guitarra). ““I Love It Loud”,“Deuce”, “Detroit Rock City”, “Lick it Up” e “Creatures of the Night” foram são alguns dos hits históricos tocados. Mas um momento inesquecível foi quando foi tocada “Heaven’s On Fire”, com grande utilização de fogos e efeitos especiais que encantaram o público.

O Monsters of Rock de 1994 terminou por volta das 2 horas da manhã do dia 28 e totalizou cerca de 12 horas de evento. Foi tanto um sucesso que foram realizadas edições em 1995, 1996 e 1998. O bom resultado daquele festival fez com que organizadores acreditassem mais no potencial do público de heavy metal. Não por acaso, até hoje é este o gênero que está entre os que mais contam com atrações internacionais no Brasil.

Para relembrar o Monsters of Rock de 1994, descolamos, é claro, vídeos no YouTube. Para detonar tudo, fique com as apresentações do Suicidal Tendencies, do Black Sabbath, do Slayer e do KISS filmadas pela finada MTV Brasil.

02
ago
14

Canisso fala sobre disco recente dos Raimundos, produção independente e cena atual do rock nacional

Por Circe Bonatelli

Os Raimundos lançaram neste ano o álbum “Cantigas de Rodas”, primeiro com músicas inéditas produzido pelo grupo brasileiro desde o “Kavookavala”, de 2002. O novo trabalho mostra que a banda manteve sua capacidade criativa mesmo após tantos anos.

O grande destaque é o Digão se firmando definitivamente nos vocais, o que afasta a lembrança recorrente de Rodolfo nessa posição. As músicas sob a voz de Digão no “Kavookavala”, primeiro álbum de inéditas após a saída de Rodolfo, ainda causavam uma estranheza pela mudança recente nos vocais. Além disso, o disco de 2002 não teve a mesma qualidade dos anteriores.

A consequência disso é que os shows liderados por Digão nos anos seguintes muitas vezes pareciam um cover dos Raimundos das antigas – aliás, uma injustiça com os membros originais que continuavam dando o sangue ali. Mas agora é a hora de enterrar de vez essa sensação.

O álbum “Cantigas de Rodas” traz 12 faixas muito boas, com a nova cara da banda. De uma lado, elas retomam características tradicionais, como o hardcore e o punk (“Cachorrinha”, “Rafael”, “Nó Suíno”), as letras maliciosas (“Gordelícia”) e o tempero forrozeiro (“Gato da Rosinha”, música do sanfoneiro Zenilton).

Dentre as novidades estão algumas baladinhas (“Cera Quente”, “Baculejo”), um reggae com participação do rapper Sen Dog (Dubmundos) e um rock pauleira com referências às manifestações de junho do ano passado (“Politics”) e participação do rapper Cypriano. A produção, feita nos Estados Unidos, ficou por conta de Billy Graziadei, vocalista e guitarrista do Biohazard.

Tudo isso mostra que os Raimundos ainda são uma grande banda, além de muito querida pelos seus fãs, que tiveram participação decisiva no lançamento do novo trabalho.

O “Cantigas de Rodas” foi financiado por meio de uma campanha na internet (chamada crowdfunding) que pretendia arrecadar R$ 55 mil para bancar os custos da produção e divulgação do álbum. Mas a adesão foi tão grande que as doações chegaram a R$ 120 mil.

Em meio à turnê para divulgação do “Cantigas de Rodas”, o baixista Canisso concedeu uma entrevista exclusiva ao Roque Reverso, falando sobre as novidades do álbum, as vantagens e os perrengues da produção independente, além de suas opiniões sobre o cenário atual do rock brasileiro. “Pro rock voltar a tocar na rádio, ele precisa ter a dose certa de pauleira com uma boa mixagem, sem soar esporrento”, receitou.

Confira abaixo a entrevista na íntegra e escute as faixas “Nó Suíno” e “Bop”:

RЯ – O que motivou a banda a voltar para o estúdio, num álbum com inéditas após tantos anos?

Canisso – Sentimos que nossa estratégia de recolocar a banda na cena já estava praticamente concluída, com presença assegurada nos melhores festivais e com uma tour consolidada, faltava uma “foto” atual da banda. Com certeza um álbum de inéditas iria ter muito mais espaço pra ser divulgado nessa boa fase.

RЯ – O que mudou na banda desde o último álbum de estúdio, o “Kavookavala”, em 2002?

Canisso – Mudou muito, até o processo de composição, mas basicamente a principal mudança foi a grande contribuição de todos em todo o processo, não houve pressa, ao contrário, trouxemos o entrosamento criado por esses anos na estrada pra dentro do estúdio. Talvez seja o disco mais “trampado”que já fizemos…

RЯ – O que o “Cantiga de Rodas” traz de novo para os fãs?

Canisso – De novo, contamos com a produção Master do Billy Graziadei,vocal e guitar do Biohazard, participações épicas do Sen Dogg do Cypress Hills,do Frango do Galinha Preta, do rapper Cipriano…É um disco típico do Raimundos, tem punk rock, power ballads, reaggae-dub, pauleiras, forrozeiras…músicas que trazem lembranças boas e abrem novos horizontes pro nosso som, tentamos ao máximo justificar a confiança depositada em nós pelos apoiadores do crowdfunding. Esse é o resultado do nosso esforço, espero que gostem…

RЯ – Qual o ponto forte do álbum?

Canisso – Talvez a grande evolução de Digão como vocalista e a boa variedade nos sons. É um disco que não cansa, dá pra deixar tocando e você nem percebe o tempo passar… Espero que todo mundo perceba a grande evolução no som dos Raimundos. A ideia era passar uma parte da energia presente em nosso show pra todas as músicas, como eu já disse, é um retrato atual da banda.

RЯ – O álbum foi concebido por meio de financiamento coletivo e vocês conseguiram levantar R$ 120 mil, o dobro do previsto inicialmente. Como foi isso? E qual será o presente para os fãs?

Canisso – Todas as cópias físicas serão exclusivas dos apoiadores,mas quem quiser adquirir o CD via download pode acessar serviçoes como o iTunes ou o Dezzer. Para lançarmos esse CD, precisávamos fazê-lo da melhor forma que pudéssemos, pra fazer jus à qualidade sempre presente em todos os posteriores. Já havíamos tido uma boa experiência com crowdfundings em alguns shows. Ao nos depararmos com a chance de gravar fora com o Billy, nossos custos subiram muito.
O Marquim (guitarrista)  já vinha pesquisando à respeito de crowdfundings e, logo na primeira conversa com o Billy, ele mesmo veio com a mesma ideia. Ficamos até surpresos com a sintonia… Primeiro, estabelecemos uma meta bastante modesta, espartana até, visando bancar apenas a logística e o budget do Billy, estudamos qual a plataforma de arrecadação se adequava melhor às nossas necessidades, prazo, porcentagem, confiabilidade, etc. Depois definimos as contrapartidas proporcionais às contribuições. Já no primeiro dia já batemos o recorde de contribuições do site, o http://www.Catarse.me/raimundos, mostrando que nossa decisão foi mais que acertada, recomendo… Quem tiver curiosidade pode dar uma clicada ae…

RЯ – Em quem vocês se inspiraram para buscar o crowdfunding?

Canisso – Em ninguém em especial, olhamos bastante principalmente os arrecadadores que tiveram maior sucesso, pra tentar aprender algo…

RЯ – Em que situações fez falta não ter do lado de vocês uma gravadora com nome forte no mercado?

Canisso – Com certeza na escalação de atrações de festivais e na mídia paga, mas como nosso show tem mostrado que agrada a galera, viemos reconquistando nosso espaço. Hoje temos nossa própria divulgação, além da melhor de todas elas, que é o boca a boca entre os novos e antigos fãs, renovando e aumentando nosso público…Uma coisa é certa: quem vem aos nossos shows SEMPRE volta, e traz mais alguém, que mostra pra mais alguém…Tem muita banda com gravadora e empresário gastando o dobro sem chegar no mesmo resultado…

RЯ – A presença na rádio está de acordo com o esperado?

Canisso – Muito acima do esperado, principalmente pela grande procura ESPONTÂNEA de várias rádios, que tomaram pra si a “missão” de continuar tocando rock nacional e têm sido nossas parceiras nessa empreitada… Não temos budget pra pagar jabá, então se está tocando é porque o povo está pedindo, nossos humildes agradecimentos aos radialistas que tocam…

RЯ – Você acha que o rock nacional anda meio enfraquecido, com muitas bandas pasteurizadas? Quais bandas nacionais são bons exemplos?

Canisso – Não gosto de comentar sobre outras bandas, cada um sabe aonde quer chegar com seu som, quem se estabeleceu tem meu respeito, viver de rock nesse país é um grande desafio. Das duas uma: ou você toma um Johnny Walker com Activia e toca seu som pra agradar somente seu umbigo, ou você aceita o desafio de equilibrar a dose certa de pauleira sem soar “pasteurizado” nem suavizar muito a proposta…
Pro rock voltar a tocar na rádio ele precisa ter a dose certa de pauleira com uma boa mixagem, sem soar “esporrento”, afinal disputamos a preferência dos ouvintes, fazemos música pros shows, mas precisamos pensar nas rádios também… Quanto ao cenário discordo de você, conheço cenas fervilhantes de novidades, como Goiânia, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Cuiabá, Porto Alegre, Floripa.
Caramba, o que mais tem é banda legal, falta espaço, falta o que a MTV representou pra nossa geração nos anos 90,um program livre, de tarde,com banda tocando, sei lá… O momento pede, quem tiver a sacada e lançar um programa do gênero com certeza vai bombar.

05
abr
14

Lollapalooza vem aí e tem atrações para todos os gostos; veja horários e detalhes do festival

Vai começar o Lollapalooza 2014! A edição deste ano, que traz como grande novidade a mudança de local para o distante Autódromo de Interlagos, na cidade de São Paulo, será realizada neste sábado, dia 5 de abril, e no domingo, dia 6. Com uma expectativa de um público de 80 mil pessoas por dia, o festival terá atrações para todos os gostos e tende a se confirmar como o grande evento musical da capital paulista deste ano.

Conforme a produtora Time For Fun, o dia 5 de abril, que já tem ingressos esgotados, contará com o Nine Inch Nails fechando a programação do Palco Onix, às 19h55, e o Muse encerrando no Palco Skol, às 21h30. No dia 6 de abril, o Soundgarden será a última atração do Palco Onix, às 18h55, enquanto o Arcade Fire fechará os shows no Palco Skol, às 20h30, logo depois de o Pixies se apresentar ás 17h35.

Como já destacou o Roque Reverso, quem optar pelo Arcade Fire perderá o show do New Order. Tudo porque o lendário grupo britânico de Manchester se apresentará também às 20h30 do dia 6 de abril, só que no Palco Interlagos.

O line-up completo do Lollapalooza 2014 conta com uma série de atrações.

Além dos nome já citados, participarão da edição de 2014 os seguintes convidados: Johnny Marr (ex-The Smiths), Julian Casablancas (do Strokes), Imagine Dragons, Vampire Weekend, Ellie Goulding, Jake Bugg, Kid Cudi, Lorde, Nação Zumbi, The Bloody Beetroots, Capital Cities, Raimundos, Cage The Elephant, AFI, Savages, Cone Crew Diretoria, Flux Pavilion, Baauer, Krewella, Café Tacvba, Lucas Santtana, Flume, Illya Kuryaki & The Valderramas, Silva, Vespas Mandarinas, Elekfantz, Francisca Valenzuela, Selvagens à Procura de Lei, Gabe, Apanhador Só, Digitaria, Brothers of Brazil, Ftampa, Barbatuques, Coisinha e Red Oblivion, entre outros.

Se as edições de 2012 e 2013, quando o evento aconteceu no Jockey Club, tiveram boa organização e não trouxeram maiores dores de cabeça ao público, o local escolhido para 2014 ainda é uma incógnita, já que o Autódromo de Interlagos é muito mais distante e não traz boas recordações para quem já viu shows por lá. Foi bastante criticado, por exemplo, por quem lá assistiu às apresentações do KISS, em 1999, e do Iron Maiden, em 2009.

Conforme os produtores, o Lollapalooza 2014 será cinco vezes maior do que a edição de 2013, já que o local passará dos 120 mil metros quadrados, no Jockey, para 600 mil metros quadrados em Interlagos. Segundo a Clima Tempo, a expectativa é que não chova nos dois dias, o que já tranquiliza quem viu, em 1999, o lamaçal que se transformou a pista durante o show do Iron Maiden.

A temperatura média esperada para os dois dias é de 27 graus Celsius, mas quem conhece a região do autódromo sabe que costuma esfriar à noite. Portanto, um agasalho sempre é uma boa dica, além de roupas leves e tênis para aguentar e curtir a maior parte do festival de longa duração.

Quanto às opções para chegar a Interlagos, o transporte público é o mais recomendado, apesar de haver estacionamento no local. Para quem vai de ônibus, haverá um ponto de embarque, no Portão 8, para uma linha especial com destino ao Terminal Santo Amaro. Para quem vai de trem, a Linha 9 – Esmeralda é uma boa opção e a dica é desembarcar na Estação Autódromo, que fica a 800 metros do Portão 9.

Para a Alimentação, além daquilo que já é tradicional no festival, haverá a novidade do Chef’s Stage, espaço que contará com um cardápio de alta qualidade elaborado por 16 chefs renomados. A cerveja do festival, que antes era a Heineken, agora será a Skol.

Há também as recomendações do que pode ou não ser levado ao Lollapalooza. Clique na figura acima e depois amplie para ver a lista elaborada pela produção do festival e também outras dicas de sobrevivência.

Os ingressos para um único dia de festival custam R$ 290,00 (inteira) e R$ 145,00 (meia-entrada). O estacionamento sai por R$ 50,00.

Para os organizadores, o grande benefício para quem vai viver a experiência no ano que vem será a distância apropriada entre os 5 palcos, o que tende a garantir maior qualidade de som. O festival contará com mais áreas de descanso e mais opções de alimentação em 2014, além do Kidzapalooza, espaço dedicado às crianças com line-up exclusivo e atrações especiais.

A sustentabilidade, que é um dos principais conceitos do Lollapalooza nesses em 22 anos de história desde sua criação nos Estados Unidos, continuará presente. De acordo com os organizadores, o festival será planejado de forma a causar o menor impacto ao meio ambiente, desde as ativações até os materiais utilizados.

Para quem não puder ir ao festival, haverá a opção da TV e da transmissão pela internet, ambas pelo canal fechado Multishow, que ainda terá o reforço do canal Bis para shows que acontecem simultaneamente. Na TV aberta, a Globo promete passar os melhores momentos durante a madrugada.

O leitor do Roque Reverso poderá acompanhar detalhes do festival também no nosso Twitter e no nosso canal do Facebook. Set list, atrasos e novidades importantes poderão ser vistas com maior rapidez nesses locais. Nos dias seguintes, traremos também as tradicionais resenhas dos principais shows de rock.

Veja abaixo os horários definidos para o Lollapalooza 2014:

Dia 5 de abril – Sábado

Palco Skol
Vespas Mandarinas (12h20 – 13h05)
Capital Cities (14h – 15h)
Julian Casablancas (16h10 – 17h10)
Phoenix (18h35 – 19h50)
Muse (21h30 – 23h)
Palco Onix
Silva (13h10 – 13h55)
Cage The Elephant (15h05 – 16h05)
Imagine Dragons (17h15 – 18h30)
NIN (19h55 – 21h25)
Palco Interlagos
Red Oblivion [Berklee] (12h45 – 13h30)
Lucas Santana (14h – 15h)
Café Tacvba (15h30 – 16h30)
PTM (17h – 18h)
Lorde (18h30 – 19h30)
Nação Zumbi (20h – 21h)
Disclosure (21h30 – 23h)
Palco Perry
Elekfantz (12h45-13h45)
Digitaria (14h15 – 15h15)
Perry/Etty Vs Joachim Garraud (15h30 – 16h30)
Flume (16h45 – 17h45)
Flux Pavilion (18h – 19h15)
Wolfgang Gartner (19h45 – 21h)
Kid Cudi (21h30 – 22h30)
KIDZAPALOOZA
Souza Lima (13h30 – 14h30)
School of Rock (15h – 16h30)
Coisinha (17h – 18h)
Dia 6 de abril – Domingo
Palco Skol
Francisca Valenzuela (11h50 – 12h35)
Raimundos (13h30 – 14h15)
Ellie Goulding (15h25 – 16h25)
Pixies (17h35 – 18h50)
Arcade Fire (20h30 – 22h)
Palco Onix
Illya Kuryaki & Valderramas (12h40 – 13h25)
Johnny Marr (14h20 – 15h20)
Vampire Weekend (16h30 – 17h30)
Soundgarden (18h55 – 20h25)
Palco Interlagos
Apanhador Só (12h15 – 13h)
Brothers of Brazil (13h30 – 14h15)
Selvagens à Procura de Lei (14h45 – 15h30)
Savages (16h – 17h)
AFI (17h30 – 18h30)
Jake Bugg (19h – 20h)
New Order (20h30 – 22h)
Palco Perry
Ftampa (12h30 – 13h15)
GABE (13h30 – 14h30)
Cone Crew (15h – 16h)
Baauer (16h15 – 17h15)
Krewella (17h30 – 18h30)
The Bloody Beetroots (19h – 20h15)
Axwell (20h45 – 22h)
KIDZAPALOOZA
Barbatuques – Workshop (14h – 15h)
Barbatuques – Show (16h – 17h)
11
mar
14

Lollapalooza divulga horários das atrações; público precisará escolher entre Arcade Fire e New Order no dia 6

Os organizadores do Lollapalooza divulgaram neste dia 11 de março os horários e a distribuição das atrações por palco do festival que acontecerá em 2014 na cidade de São Paulo. Segundo a produtora Time For Fun, o dia 5 de abril, um sábado, terá o Nine Inch Nails fechando a programação do Palco Onix, às 19h55, e Muse encerrando no Palco Skol, às 21h30. No dia 6 de abril, um domingo, o Soundgarden será a última atração do Palco Onix, às 18h55, enquanto o Arcade Fire fechará os shows no Palco Skol, às 20h30, logo depois de o Pixies se apresentar ás 17h35.

Quem optar pelo Arcade Fire perderá o show do New Order. Tudo porque o lendário grupo britânico de Manchester se apresentará também às 20h30 do dia 6 de abril, só que no Palco Interlagos.

O line-up completo do Lollapalooza 2014 conta com um total de 40 atrações. Além dos nome já citados, participarão da edição de 2014 os seguintes convidados: Johnny Marr (ex-The Smiths), Imagine Dragons, Vampire Weekend, Axwell (Swedish House Mafia), Ellie Goulding, Jake Bugg, Kid Cudi, Lorde, Nação Zumbi, The Bloody Beetroots, Capital Cities, Raimundos, Cage The Elephant, AFI, Savages, Cone Crew Diretoria, Wolfgang Gartner, Flux Pavilion, Portugal. The Man, Baauer, Krewella, Café Tacvba, Lucas Santtana, Flume, Illya Kuryaki & The Valderramas, Silva, Vespas Mandarinas, Elekfantz, Francisca Valenzuela, Selvagens à Procura de Lei, Gabe, Apanhador Só, Digitaria, Brothers of Brazil, Ftampa, Barbatuques, Coisinha e Red Oblivion, entre outros.

De maneira diferente da observada em 2012 e 2013, quando o evento aconteceu no Jockey Club, o local escolhido para o próximo ano é o Autódromo de Interlagos, bastante criticado por quem lá assistiu aos shows do KISS, em 1999, e do Iron Maiden, em 2009.

Conforme os produtores, o Lollapalooza 2014 será cinco vezes maior do que a edição de 2013, já que o local passará dos 120 mil metros quadrados, no Jockey, para 600 mil metros quadrados em Interlagos. A expectativa é de um público de até 160 mil pessoas.

O Lolla Pass começou ser vendido no dia 19 de novembro. Este tipo especial de ingresso dá acesso aos dois dias de festival e será vendido, em lote limitado, por R$ 540,00 (inteira) e R$ 270,00 (meia-entrada).

Os ingressos para um único dia de festival ainda estão no primeiro lote e custam R$ 290,00 (inteira) e R$ 145,00 (meia-entrada). O segundo lote sairá por R$ 350,00 (inteira) e R$ 175,00 (meia-entrada).

Os canais de venda são a internet (www.ticketsforfun.com.br); o telefone 4003-5588; pontos de venda da Time For Fun em todo o País. A bilheteria do Credicard Hall é o único local que não conta com taxa de conveniência.

Para os organizadores, o grande benefício para quem vai viver a experiência no ano que vem será a distância apropriada entre os 5 palcos, o que tende a garantir maior qualidade de som. O festival contará com mais áreas de descanso e mais opções de alimentação em 2014, além do Kidzapalooza, espaço dedicado às crianças com line-up exclusivo e atrações especiais.

A sustentabilidade, que é um dos principais conceitos do Lollapalooza nesses em 22 anos de história desde sua criação nos Estados Unidos, continuará presente. De acordo com os organizadores, o festival será planejado de forma a causar o menor impacto ao meio ambiente, desde as ativações até os materiais utilizados.

Veja abaixo os horários definidos para o Lollapalooza 2014:

Dia 5 de abril – Sábado

Palco Skol
Vespas Mandarinas (12h20 – 13h05)
Capital Cities (14h – 15h)
Julian Casablancas (16h10 – 17h10)
Phoenix (18h35 – 19h50)
Muse (21h30 – 23h)
Palco Onix
Silva (12h10 – 13h55)
Cage The Elephant (15h05 – 16h05)
Imagine Dragons (17h15 – 18h30)
NIN (19h55 – 21h25)
Palco Interlagos
Red Oblivion [Berklee] (12h45 – 13h30)
Lucas Santana (14h – 15h)
Café Tacvba (15h30 – 16h30)
PTM (17h – 18h)
Lorde (18h30 – 19h30)
Nação Zumbi (20h – 21h)
Disclosure (21h30 – 23h)
Palco Perry
Elekfantz (12h45-13h45)
Digitaria (14h15 – 15h15)
Perry/Etty Vs Joachim Garraud (15h30 – 16h30)
Flume (16h45 – 17h45)
Flux Pavilion (18h – 19h15)
Wolfgang Gartner (19h45 – 21h)
Kid Cudi (21h30 – 22h30)
KIDZAPALOOZA
Souza Lima (13h30 – 14h30)
School of Rock (15h – 16h30)
Coisinha (17h – 18h)
Dia 6 de abril – Domingo
Palco Skol
Francisca Valenzuela (11h50 – 12h35)
Raimundos (13h30 – 14h15)
Ellie Goulding (15h25 – 16h25)
Pixies (17h35 – 18h50)
Arcade Fire (20h30 – 22h)
Palco Onix
Illya Kuryaki & Valderramas (12h40 – 13h25)
Johnny Marr (14h20 – 15h20)
Vampire Weekend (16h30 – 17h30)
Soundgarden (18h55 – 20h25)
Palco Interlagos
Apanhador Só (12h15 – 13h)
Brothers of Brazil (13h30 – 14h15)
Selvagens à Procura de Lei (14h45 – 15h30)
Savages (16h – 17h)
AFI (17h30 – 18h30)
Jake Bugg (19h – 20h)
New Order (20h30 – 22h)
Palco Perry
Ftampa (12h30 – 13h15)
GABE (13h30 – 14h30)
Cone Crew (15h – 16h)
Baauer (16h15 – 17h15)
Krewella (17h30 – 18h30)
The Bloody Beetroots (19h – 20h15)
Axwell (20h45 – 22h)
KIDZAPALOOZA
Barbatuques – Workshop (14h – 15h)
Barbatuques – Show (16h – 17h)
18
fev
14

Muse também participará do Lolla Parties no dia 3 de abril em SP

Não bastasse ser o headliner do primeiro dia do Lollapalooza 2014 em São Paulo, o grupo Muse também participará de uma das Lolla Parties, eventos menores que contam com performances mais intimistas das atrações para os fãs. A banda fará única apresentação para 2.500 fãs no Grand Metrópole, localizado na região central da capital paulista, no dia 3 de abril.

Além do Muse, mais duas atrações roqueiras do Lollapalloza estarão em Lolla Parties: o grupo Cage The Elephant tocará no Cine Joia no dia 4 de abril. E o jovem músico inglês Jake Bugg apresentará seu folk rock para o público no Cine Joia, dia 5 de abril. Ambos para 1.500 espectadores.

Ingressos para os shows do Cage the Elephant e Jake Bugg serão vendidos a partir de 19 de fevereiro. Já as entradas para o Muse poderão ser adquiridas a partir de 21 de fevereiro.

Para as três apresentações, as vendas serão realizadas na bilheteria oficial no Citibank Hall São Paulo (Av. das Nações Unidas, 17.955), pelo site www.ticketsforfun.com.br, telefone 4003-5588 ou pelos pontos de vendas espalhados pelo País.

Se você acreditava que esse show especial do Muse teria valores inalcançáveis, nada muito além do que vem sendo cobrado em São Paulo ultimamente. Com configuração de Pista, as entradas saem por R$ 250,00. Para as outras duas bandas, os ingressos custam R$ 180,00

A edição de 2014 do Lollapalooza será realizada nos dias 5 e 6 de abril. De maneira diferente da observada em 2012 e 2013, quando o evento aconteceu no Jockey Club, o local escolhido agora é o Autódromo de Interlagos, bastante criticado por quem lá assistiu aos shows do KISS, em 1999, e do Iron Maiden, em 2009.

De acordo com a produtora Time For Fun, o dia 5 de abril, um sábado, terá como atrações principais o Muse e o Nine Inch Nails, além de nomes como o Phoenix e Julian Casablancas. No dia 6 de abril, um domingo, é a vez do Soundgarden e do Arcade Fire serem os headliners, além de nomes nada desprezíveis, como o Pixies, o New Order e Johnny Marr (ex-The Smiths).

O line-up completo do Lollapalooza 2014 conta com um total de 40 atrações. Veja a divisão completa aqui.

Além dos nome já citados, participarão da edição do ano que vem os seguintes convidados: Imagine Dragons, Vampire Weekend, Axwell (Swedish House Mafia), Ellie Goulding, Jake Bugg, Kid Cudi, Lorde, Nação Zumbi, The Bloody Beetroots, Capital Cities, Raimundos, Cage The Elephant, AFI, Savages, Cone Crew Diretoria, Wolfgang Gartner, Flux Pavilion, Portugal. The Man, Baauer, Krewella, Café Tacvba, Lucas Santtana, Flume, Illya Kuryaki & The Valderramas, Silva, Vespas Mandarinas, Elekfantz, Francisca Valenzuela, Selvagens à Procura de Lei, Gabe, Apanhador Só, Digitaria, Brothers of Brazil, Ftampa, Barbatuques, Coisinha e Red Oblivion.

O line-up completo conta com um total de 40 atrações. Além das já citadas, participarão do Lollapalooza 2014 os seguintes convidados: Imagine Dragons, Phoenix, Vampire Weekend, Axwell (Swedish House Mafia), Ellie Goulding, Jake Bugg, Kid Cudi, Lorde, Nação Zumbi, The Bloody Beetroots, Capital Cities, Raimundos, Cage The Elephant, AFI, Savages, Cone Crew Diretoria, Wolfgang Gartner, Flux Pavilion, Portugal. The Man, Baauer, Krewella, Café Tacvba, Lucas Santtana, Flume, Illya Kuryaki & The Valderramas, Silva, Vespas Mandarinas, Elekfantz, Francisca Valenzuela, Selvagens à Procura de Lei, Gabe, Apanhador Só, Digitaria, Brothers of Brazil, Ftampa, Barbatuques, Coisinha e Red Oblivion.

Conforme os produtores, o Lollapalooza 2014 será cinco vezes maior do que a edição de 2013, já que o local passará dos 120 mil metros quadrados, no Jockey, para 600 mil metros quadrados em Interlagos. A expectativa é de um público de até 160 mil pessoas, conforme a última atualização.

O Lolla Pass começou ser vendido no dia 19 de novembro. Este tipo especial de ingresso dá acesso aos dois dias de festival e será vendido, em lote limitado, por R$ 540,00 (inteira) e R$ 270,00 (meia-entrada).

Os ingressos para um único dia de festival estão sendo vendidos desde 21 de novembro. O primeiro lote, ainda disponível, custa R$ 290,00 (inteira) e R$ 145,00 (meia-entrada). O segundo lote sairá por R$ 350,00 (inteira) e R$ 175,00 (meia-entrada).

Os canais de venda são a internet (www.ticketsforfun.com.br); o telefone 4003-5588; pontos de venda da Time For Fun em todo o País. A bilheteria do Credicard Hall é o único local que não conta com taxa de conveniência.

Para os organizadores, o grande benefício para quem vai viver a experiência no ano que vem será a distância apropriada entre os palcos, o que tende a garantir maior qualidade de som. O festival contará com mais áreas de descanso e mais opções de alimentação em 2014, além do Kidzapalooza, espaço dedicado às crianças com line-up exclusivo e atrações especiais.

A sustentabilidade, que é um dos principais conceitos do Lollapalooza nesses em 22 anos de história desde sua criação nos Estados Unidos, continuará presente. De acordo com os organizadores, o festival será planejado de forma a causar o menor impacto ao meio ambiente, desde as ativações até os materiais utilizados.

O público será incentivado a ir até o Autódromo de Interlagos utilizando o transporte público, como trem e ônibus ou ainda de bicicleta, pois haverá um bicicletário no local. Além disso, os motoristas que estacionarem no Autódromo de Interlagos com pelo menos quatro passageiros receberão um voucher para trocar por alimentos e bebidas. Trata-se de uma maneira de incentivar a carona solidária.

O Lollapalooza teve duas edições com sucesso de público em 2012 e 2013 no Brasil. Se, no primeiro ano, a grande atração foi o ótimo show do Foo Fighters, em 2013, o festival contou com apresentações memoráveis do Queens of The Stone Age e do Pearl Jam.

20
nov
13

Lollapalooza divulga distribuição das atrações por dia do festival de 2014

A organização do Lollapalooza divulgou neste dia 20 de novembro a distribuição das atrações por dia do festival que acontecerá em 2014 na cidade de São Paulo. De acordo com a produtora Time For Fun, o dia 5 de abril, um sábado, terá como atrações principais o Muse e o Nine Inch Nails, além de nomes como o Phoenix e Julian Casablancas. No dia 6 de abril, um domingo, é a vez do Soundgarden e do Arcade Fire serem os headliners, além de nomes nada desprezíveis, como o Pixies, o New Order e Johnny Marr (ex-The Smiths).

O line-up completo do Lollapalooza 2014 conta com um total de 40 atrações. Veja a divisão completa aqui.

Além dos nome já citados, participarão da edição do ano que vem os seguintes convidados: Imagine Dragons, Vampire Weekend, Axwell (Swedish House Mafia), Ellie Goulding, Jake Bugg, Kid Cudi, Lorde, Nação Zumbi, The Bloody Beetroots, Capital Cities, Raimundos, Cage The Elephant, AFI, Savages, Cone Crew Diretoria, Wolfgang Gartner, Flux Pavilion, Portugal. The Man, Baauer, Krewella, Café Tacvba, Lucas Santtana, Flume, Illya Kuryaki & The Valderramas, Silva, Vespas Mandarinas, Elekfantz, Francisca Valenzuela, Selvagens à Procura de Lei, Gabe, Apanhador Só, Digitaria, Brothers of Brazil, Ftampa, Barbatuques, Coisinha e Red Oblivion.

De maneira diferente da observada em 2012 e 2013, quando o evento aconteceu no Jockey Club, o local escolhido para o próximo ano é o Autódromo de Interlagos, bastante criticado por quem lá assistiu aos shows do KISS, em 1999, e do Iron Maiden, em 2009.

Conforme os produtores, o Lollapalooza 2014 será cinco vezes maior do que a edição de 2013, já que o local passará dos 120 mil metros quadrados, no Jockey, para 600 mil metros quadrados em Interlagos. A expectativa é de um público de até 160 mil pessoas, conforme a última atualização.

O Lolla Pass começou ser vendido no dia 19 de novembro. Este tipo especial de ingresso dá acesso aos dois dias de festival e será vendido, em lote limitado, por R$ 540,00 (inteira) e R$ 270,00 (meia-entrada).

Os ingressos para um único dia de festival serão vendidos a partir de 21 de novembro. O primeiro lote custará R$ 290,00 (inteira) e R$ 145,00 (meia-entrada). O segundo lote sairá por R$ 350,00 (inteira) e R$ 175,00 (meia-entrada).

Os canais de venda são a internet (www.ticketsforfun.com.br); o telefone 4003-5588; pontos de venda da Time For Fun em todo o País. A bilheteria do Credicard Hall é o único local que não conta com taxa de conveniência.

Para os organizadores, o grande benefício para quem vai viver a experiência no ano que vem será a distância apropriada entre os palcos, o que tende a garantir maior qualidade de som. O festival contará com mais áreas de descanso e mais opções de alimentação em 2014, além do Kidzapalooza, espaço dedicado às crianças com line-up exclusivo e atrações especiais.

A sustentabilidade, que é um dos principais conceitos do Lollapalooza nesses em 22 anos de história desde sua criação nos Estados Unidos, continuará presente. De acordo com os organizadores, o festival será planejado de forma a causar o menor impacto ao meio ambiente, desde as ativações até os materiais utilizados.

O público será incentivado a ir até o Autódromo de Interlagos utilizando o transporte público, como trem e ônibus ou ainda de bicicleta, pois haverá um bicicletário no local. Além disso, os motoristas que estacionarem no Autódromo de Interlagos com pelo menos quatro passageiros receberão um voucher para trocar por alimentos e bebidas. Trata-se de uma maneira de incentivar a carona solidária.

O Lollapalooza teve duas edições com sucesso de público em 2012 e 2013 no Brasil. Se, no primeiro ano, a grande atração foi o ótimo show do Foo Fighters, em 2013, o festival contou com apresentações memoráveis do Queens of The Stone Age e do Pearl Jam.

10
nov
13

Muse, Arcade Fire, Soundgarden e Nine Inch Nails serão headliners do Lollapalooza 2014, que terá também Pixies e New Order

O Lollapalooza 2014 terá atrações de peso e deverá virar o centro das atenções do meio musical no Brasil no primeiro semestre do ano que vem. Tudo porque a organização do festival confirmou quase no fim da noite deste domingo, dia 10 de novembro, que os grupos Muse, Arcade Fire, Soundgarden e Nine Inch Nails serão os headliners do evento que será realizado nos dias 5 e 6 de abril na cidade de São Paulo.

Não bastasse esse conjunto de nomes de peso, o festival, que será organizado pela Time For Fun, ainda terá como bandas participantes nada menos que o Pixies e o New Order, além de shows com Julian Casablancas (Strokes) e com Johnny Marr (ex-The Smiths).

O line-up completo conta com um total de 40 atrações. Além das já citadas, participarão do Lollapalooza 2014 os seguintes convidados: Imagine Dragons, Phoenix, Vampire Weekend, Axwell (Swedish House Mafia), Ellie Goulding, Jake Bugg, Kid Cudi, Lorde, Nação Zumbi, The Bloody Beetroots, Capital Cities, Raimundos, Cage The Elephant, AFI, Savages, Cone Crew Diretoria, Wolfgang Gartner, Flux Pavilion, Portugal. The Man, Baauer, Krewella, Café Tacvba, Lucas Santtana, Flume, Illya Kuryaki & The Valderramas, Silva, Vespas Mandarinas, Elekfantz, Francisca Valenzuela, Selvagens à Procura de Lei, Gabe, Apanhador Só, Digitaria, Brothers of Brazil, Ftampa, Barbatuques, Coisinha e Red Oblivion.

De maneira diferente da observada em 2012 e 2013, quando o evento aconteceu no Jockey Club, o local escolhido para o próximo ano é o Autódromo de Interlagos, bastante criticado por quem lá assistiu aos shows do KISS, em 1999, e do Iron Maiden, em 2009.

Segundo os produtores, Lollapalooza 2014 será cinco vezes maior do que a edição de 2013, já que o local passará dos 120 mil metros quadrados, no Jockey, para 600 mil metros quadrados em Interlagos. A expectativa é de um público de até 160 mil pessoas, conforme a última atualização.

O Lolla Pass começará a ser vendido no dia 19 de novembro, a partir da 0h01 pela internet (www.ticketsforfun.com.br); das 9 horas pelo telefone 4003-5588; das 10 horas nos pontos de venda em todo o País e na bilheteria do Credicard Hall. Este tipo especial de ingresso dá acesso aos dois dias de festival e será vendido, em lote limitado, por R$ 540,00 (inteira) e R$ 270,00 (meia-entrada).

Ingressos para um dia de festival serão vendidos a partir de 21 de novembro nos mesmos canais de venda da Tickets For Fun. O primeiro lote custará R$ 290,00 (inteira) e R$ 145,00 (meia-entrada). O segundo lote sairá por R$ 350,00 (inteira) e R$ 175,00 (meia-entrada).

Para os organizadores, o grande benefício para quem vai viver a experiência no ano que vem será a distância apropriada entre os palcos, o que tende a garantir maior qualidade de som. O festival contará com mais áreas de descanso e mais opções de alimentação em 2014, além do Kidzapalooza, espaço dedicado às crianças com line-up exclusivo e atrações especiais.

A sustentabilidade, que é um dos principais conceitos do Lollapalooza nesses em 22 anos de história desde sua criação nos Estados Unidos, continuará presente. De acordo com os organizadores, o festival será planejado de forma a causar o menor impacto ao meio ambiente, desde as ativações até os materiais utilizados.

O público será incentivado a ir até o Autódromo de Interlagos utilizando o transporte público, como trem e ônibus ou ainda de bicicleta, pois haverá um bicicletário no local. Além disso, os motoristas que estacionarem no Autódromo de Interlagos com pelo menos quatro passageiros receberão um voucher para trocar por alimentos e bebidas. Trata-se de uma maneira de incentivar a carona solidária.

O Lollapalooza teve duas edições com sucesso de público em 2012 e 2013 no Brasil. Se, no primeiro ano, a grande atração foi o ótimo show do Foo Fighters, em 2013, o festival contou com apresentações memoráveis do Queens of The Stone Age e do Pearl Jam.

19
out
13

Monsters of Rock vem aí e o heavy metal vai te pegar! veja os horários e os detalhes do festival

Vai começar o Monsters of Rock 2013! O retorno do festival após 15 anos da última edição no Brasil é bastante aguardado pelo público que gosta do heavy metal e todas as suas vertentes. A edição deste ano começa neste sábado, dia 19 de outubro e termina amanhã, dia 20, na cidade de São Paulo. Na questionada Arena Anhembi, o primeiro dia será mais voltado para bandas com maior ligação com o chamado nü metal e o segundo trará grupos mais ligados ao hard rock e ao heavy metal.

No primeiro dia, vão se apresentar Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed e Gojira; no segundo, é a vez do Aerosmith, Whitesnake, Ratt, Buckcherry, Queensrÿche (com Geoff Tate), Dokken, Dr. Sin e Doctor Pheabes.

Com a abertura dos portões no dia 19 prevista para as 10 horas e, no dia seguinte, para as 11 horas da manhã, a expectativa é de cerca de 40 mil pessoas para cada data do evento.

Uma baixa recente do festival é a desistência da banda Hellyeah, que se apresentaria no dia 19. De acordo com a produção do festival, os músicos alegaram problemas pessoais para o cancelamento em cima da hora do evento. No Aerosmith, o baixista Tom Hamilton, com problemas de saúde também não deve participar do Monsters of Rock. No lugar dele, David Hull acompanhará a banda no Brasil.

O norte-americano Eddie Trunk, apresentador do elogiado programa “That Metal Show”, do canal VH1, será o mestre de cerimônia do festival de 2013. A vinda desta verdadeira enciclopédia do heavy metal para um evento musical organizado em território nacional tende a gerar uma maior visibilidade internacional para o evento, já que Trunk é respeitadíssimo entre os headbangers de todo o planeta e voltará para os EUA com toda uma análise sobre o que acontecerá na cidade de São Paulo em outubro.

Também por este detalhe, é esperado que a organizadora XYZ Live forneça um evento de qualidade para o público paulistano. No mais recente show de rock realizado na Arena Anhembi, os fãs do Iron Maiden e do Slayer ficaram revoltados com a péssima qualidade do som nas duas apresentações. Não trazer algo digno, por exemplo, no show do Slipknot pode ser até uma ameaça à segurança do evento, pois há uma grande ansiedade em relação ao retorno deste cultuado grupo à capital paulista e até promessas de quebra-quebra já foram vistas em redes sociais, caso a vergonha do que foi visto com o Iron Maiden se repita.

Os ingressos para o Monsters of Rock já estão no segundo lote. Custam agora R$ 330,00 para um único dia do festival. A organização também disponibilizou um passaporte com o preço de R$ 590,00 que é válido para os dois dias do evento. A classificação etária é de 16 anos. Pessoas abaixo desse idade, somente acompanhada dos pais e responsáveis.

As vendas não-físicas estão sendo feitas por meio do site http://bit.ly/AppLivePass e pelo telefone 4003-1527. O único local grande que não cobrava taxa de conveniência eram as bilheterias do Estádio do Morumbi, das 10 horas às 18 horas, sem funcionamento nos dias de jogos de futebol. Durante os dias do festival, as bilheterias do Anhembi também estarão disponíveis para a compra e a troca dos ingressos. Outros pontos de venda sujeitos à taxa de conveniência podem ser consultados aqui neste link.

Nos dias dos shows no Anhembi, será montada a Avenida do Rock, com bares, restaurantes e lojas temáticas. Neste link, o leitor do Roque Reverso pode obter informações de como chegar a Arena Anhembi nas diversas opções de transportes disponíveis. Neste outro link, há informações mais completas e atualizadas sobre o festival e sua organização.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série Monsters of Rock sempre foram predominantemente de heavy metal. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

A edição de 2013 deve ser transmitida pelo canal fechado de TV Multishow. O único show grande que não deve ser transmitido é exatamente o do Aerosmith, já que não houve um acerto entre o grupo e a emissora, conforme as informações de bastidores.

Da mesma maneira vista durante o Rock in Rio 2013, o leitor do Roque Reverso poderá acompanhar detalhes do Monsters of Rock também no nosso Twitter e no nosso canal do Facebook. Set list, atrasos e novidades importantes poderão ser vistas com maior rapidez nesses locais.

Veja abaixo os horários de cada show do festival:

Dia 19 de outubro – Sábado

13:25 – Project 46
14:25 – Gojira
15:40 – Hatebreed
16:55 – Killwitch Engage
18:25 – Limp Bizkit
19:55 – Korn
21:40 – Slipknot

Dia 20 de outubro – Domingo

12:00 – Electric Age
12:50 – Doctor Pheabes
13:40 – Dr. Sin
14:50 – Dokken
16:05 – Queensrÿche
17:35 – Buckcherry
19:05 – Ratt
20:35 – Whitesnake
22:35 – Aerosmith




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