Posts Tagged ‘Fleetwood Mac

22
set
11

Judas Priest deu aula de heavy metal em show de clássicos em SP

Uma aula de heavy metal. Esta é a classificação que pode ser dada ao show que o Judas Priest fez na Arena Anhembi no último dia 10 na capital paulista. Com um público aproximado de 25 mil pessoas, o lendário grupo britânico, criado ainda no final da década de 60, mostrou que ainda está longe de uma eventual aposentadoria e que continua reunindo condições para empolgar os amantes do rock pesado de várias gerações.

O show fez parte da pequena turnê pelo País que a banda realizou ao lado do Whitesnake. Enquanto a banda de hard rock dava sequência à tour internacional relacionada ao seu mais recente álbum “Forevermore”, o Judas incluiu o Brasil na sua última turnê mundial, a Epitaph World Tour”.

Importante dizer que última turnê mundial não significa o fim do grupo. Vale lembrar que o vocalista Rob Halford anunciou recentemente que a banda prepara um disco novo para ser lançado em 2012. O que poderá ser visto é o grupo reduzindo o número de shows pelo planeta, mas ainda na ativa e com a possibilidade de apresentações ao vivo, para a alegria dos fãs.

Após o bom show de abertura do Whitesnake, não havia dúvida que o Judas Priest iria vir com algo devidamente pesado para mostrar a diferença entre hard rock e heavy metal. Sobravam, no entanto, perguntas entre os fãs sobre a ausência de K.K. Downing, guitarrista fundador que deixou o grupo neste ano. A pressão estaria portanto sobre o jovem Richie Faulkner, que, no decorrer do show provou que tem condições de pertencer à banda e não fazer feio.

Depois dos ajustes necessários para o começo da apresentação do Judas Priest, foi estendida na frente do palco uma enorme bandeira avermelhada com a palavra “Epitaph” escrita. As pancadas iniciais da bateria e os primeiros acordes foram ouvidos e, depois de a bandeira cair para o chão, a banda apareceu para o público mandando logo de cara a música “Rapid Fire”, do megaclássico álbum “British Steel”, de 1980. 

O som estava extremamente alto, mais do que o normal verificado em shows em espaços abertos, fazendo com que, pelo menos o público presente na Pista Vip, onde estava também a imprensa, tivesse a impressão de que estava numa casa fechada de shows, tamanho o impacto sonoro. O que mais surpreendia era o som que vinha dos bumbos, com o baterista Scott  Travis fazendo uma apresentação elogiável e ensurdecedora.

Ao fim da música, as primeiras labaredas foram vistas nas laterais do palco, o pano de fundo foi trocado para um com a capa de “British Steel” e o Judas iniciou mais um clássico: “Metal Gods”, que foi recebido com entusiasmo pela plateia. Rob Halford dava um show à parte nos vocais, enquanto o guitarrista Glenn Tipton e o baixista Ian Hill completavam apresentação com o talento de sempre. 

“The Priest is back”, disse Halford, para iniciar na sequência a música “Heading Out To The Highway”, do disco “Point of Entry”, de 1981. Com uma tradicional levada heavy metal, a música mostrou a banda bem entrosada e mereceu destaque a dobradinha de guitarras entre  Glenn Tipton e Richie Faulkner.

Na sequência, espaço para músicas de tempos diferentes: “Judas Rising”, do álbum Angel of Retribution, de 2005,  e “Starbreaker”, do disco “Sin After Sin”, de 1977, tudo sempre com as capas originais aparecendo no telão de fundo.

Um grande momento da apresentação viria a seguir, com os acordes iniciais de “Victim Of Changes”. A longa canção do ótimo álbum “Sad Wings of Destiny”, de 1976, hipnotizou e empolgou o público, com direito a solos marcantes de Tipton e Richie Faulkner, interpretação impecável de Halford, show de luzes e fumaça no final.

O Judas Priest revisitava toda a carreira e voltou para o início dela com a música “Never Satisfied”, do álbum de estreia “Rocka Rolla”, de 1974. Depois, emocionou os fãs com a canção “Diamonds and Rust”, composta pela lendária cantora folk Joan Baez e regravada pela banda em 1977 no álbum “Sin After Sin”.

Em seguida, Halford voltou ao palco com uma capa prateada e um tridente; o telão de fundo trouxe uma referência ao álbum “Nostradamus”, de 2008; a introdução “Dawn Of Creation” foi executada; e a boa música “Prophecy” foi tocada, com direito a faíscas saindo do tridente carregado pelo vocalista no final.

Ninguém podia reclamar do set list, já que era clássico atrás de clássico. E o show continuou com “Night Crawler”, do disco “Painkiller”, de 1990. No cenário, destaque para dois enormes tridentes que apareceram ao lado da bateria de Scott Travis.

Nem mesmo a fase mais pop do Judas passou despercebida, pois o grupo emendou na sequência a música “Turbo Lover”, do disco de mesmo nome lançado em 1985. Depois, foi a vez da ótima “Beyond The Realms Of Death”, do álbum “Stained Class”, de 1978, em mais um show de interpretação de Halford e mais uma aula musical dos demais integrantes. Simplesmente perfeito!

Também foram tocadas “The Sentinel”, do disco “Defenders of the Faith”,de 1984, e “Blood Red Skies”, do disco “Ram It Down”, de 1988. Ambas as músicas não empolgaram tanto como as demais, mas o Judas não deixou a peteca cair e emendou “The Green Manalishi”, cover do Fleetwood Mac, gravado pela banda de metal em 1978 no álbum “Killing Machine”.

Novamente com o público ganho, o golpe definitivo de Halford & Cia. viria na sequência, com o megaclássico “Breaking the Law”. O vocalista simplemente virou o pedestal do microfone para o público e a música foi cantada exclusivamente pelos fãs! Depois, foi a vez de um solo de bateria de Scott Travis anteceder a espetacular “Painkiller”, esta sim com Halford voltando aos vocais e contagiando a plateia.

A banda agradeceu e saiu do palco para o merecido descanso. Mas não demorou muito para voltar para o primeiro bis, puxado pela dobradinha ultraclássica “The Helion/Eletric Eyes”, do álbum Screaming for Vengeance”, que levou os fãs à loucura.

Na sequência, foi a vez de “Hell Bent For Leather” e “You’ve Got Another Thing Comin’”. Óbvio que, na primeira música, do álbum “Killing Machine”, Halford entrou no palco em cima da tradicional moto Harley-Davidson, para delírio de todos, que ainda viram vários efeitos especiais com fumaça, em mais um show de produção.

“You’ve Got Another Thing Comin’”, por sinal, não estava no set list divulgado à imprensa e contou com vários momentos interessantes. Halford comandou o público no refrão e ficou enrolado numa bandeira brasileira. O novo guitarrista Richie Faulkner, por sua vez, também não fez pouco e presenteou os fãs com um solo de guitarra que contou até com um trecho do Hino Nacional do Brasil. 

Já no segundo bis, a banda trouxe outra que não estava no set list inicial: “Living After Midnight”, do “British Steel”. Halford, em mais um gesto de simpatia, estendeu a bandeira brasileira sobre a Harley-Davidson que ainda estava ainda no palco.

Com mais esse clássico do rock, o Judas Priest encerrou mais uma aula de heavy metal em solo tupiniquim. Quem acompanhou as vindas da banda por aqui sabe que os shows dificilmente são feitos sem energia e categoria. Desta vez, para muitos, os britânicos surpreenderam com uma apresentação ainda melhor, que ficará guardada por um bom tempo na mente dos fãs.

Para celebrar o grande show, o Roque Reverso descolou no YouTube alguns vídeos filmados pelo público no Anhembi. Para começar, fique com um vídeo que traz “Rapid Fire” e “Metal Gods”. Depois, veja outros com as músicas “Victim of Changes”, “Beyond The Realms of Death”, “The Green Manalishi”, “Painkiller”, “The Hellion/Electric Eye” e “Hell Bent For Leather”. As fotos oficiais da Time For Fun são dos profissionais MRossi e Rafael Koch Rossi.

Set list

Rapid Fire
Metal Gods
Heading Out To The Highway
Judas Rising
Starbreaker
Victim Of Changes
Never Satisfied
Diamonds and Rust
Dawn Of Creation/Prophecy
Night Crawler
Turbo Lover
Beyond the Realms of Death
The Sentinel
Blood Red Skies
The Green Manalishi
Breaking the Law
Painkiller

The Hellion/Electric Eye
Hell Bent For Leather
You’ve Got Another Thing Comin’

Living After Midnight

06
nov
10

Set list do show do Rob Halford no Carioca Club em SP

Rob Halford, figura lendária do heavy metal, passou por São Paulo no final de outubro para divulgar seu mais recente álbum solo: “Halford IV: Made Of Metal”. O vocalista do Judas Priest se apresentou no Carioca Club no último dia 24. O Roque Reverso não esteve presente ao show de Halford, já que este blogueiro estava se recuperando da noite anterior, quando assistiu à apresentação matadora do Death Angel no Clash Club e tomou depois algumas cervejas com os caras no Blackmore Bar.

Ficamos sabendo, no entanto, que o vocalista do Judas se concentrou na execução das músicas de seu primeiro álbum solo, “Resurrection”, e no seu mais recente trabalho. Os fãs do Judas Priest e do Fight, outra banda que já contou com o brilho do vocalista, foram presenteados com alguns sucessos no show: “Jawbreaker” e “Heart of a Lion”, da primeira banda, e “Nailed To The Gun”, da segunda. Também rolaram outras duas músicas já gravadas pelo Judas: “Diamonds and Rust”, de Joan Baez, e “The Green Manalishi”, do Fleetwood Mac. 

Para um Carioca Club quase lotado de fãs, Halford foi acompanhado pela banda formada por Metal Mike Chasciak (guitarra), o sempre competente Roy Z. (guitarra), Mike Davis (baixo) e Bobby Jarzombek (bateria). Para não passar batido, o Roque Reverso descolou o set list do show. Também encontrou no YouTube o vídeo da música do Fight executada pelo vocalista do Judas Priest durante a apresentação.

Set list 

Resurrection
Made In Hell
Locked And Loaded
Drop Out
Made Of Metal
Undisputed
Nailed To The Gun
Golgotha
Fire And Ice
The Green Manalishi
Diamonds and Rust
Jawbreaker
Like There’s No Tomorrow
Thunder And Lighting
Cyberworld

Heart of a Lion
Saviour

31
maio
10

Aerosmith traz show de clássicos e faz a alegria do público no Estádio do Palmeiras

O Aerosmith fechou sua curta passagem pelo Brasil no sábado, em São Paulo, em mais uma apresentação que fez parte da turnê mundial “Cocked, Locked, Ready to Rock”. A banda norte-americana de hard rock, comandada pelo vocalista Steven Tyler e pelo guitarrista Joe Perry, fez um show repleto de clássicos e provocou a alegria do público presente no Estádio do Palmeiras, estimado em torno de 38 mil pessoas, em uma noite bastante agradável. 

Para quem esperava um comportamento um pouco mais frio entre os músicos da banda depois dos acontecimentos recentes, que quase tiraram Steven Tyler do grupo, foi uma ótima surpresa vê-los tocando com empolgação e simpatia, com direito a uma série de brincadeiras que o vocalista fez com os demais componentes. Se era pura encenação, como costuma acontecer bastante no meio musical, é uma outra história, que vamos observar daqui pra frente na sequência da turnê. 

A banda que abriu para o show do Aerosmith foi o Cachorro Grande, que é uma das poucas que se salvam atualmente no meio do rock brasileiro, atualmente dominado por bandinhas emo, que vêm transformando o estilo numa mistura de breganejo com pagode de corno, ao som de guitarras. No final da apresentação da banda gaúcha, os membros agradeceram a oportunidade de estar no mesmo palco de um dos maiores grupos da história do rock and roll, numa humildade comovente para quem já está no topo do cenário brasileiro.

O Aerosmith subiu ao palco por volta das 21h40. Antes de a banda iniciar o show, as luzes se apagaram e uma enorme bandeira (ou seria uma cortina?) com o logo do grupo ficou entre a boca do palco e o público, ao som de “Rainy Day Women #12 & 35”, de Bob Dylan. Nada por acaso, já que o refrão da música tinha tudo a ver com a carreira “chapada” do grupo de Tyler e Cia.

Terminada a música de Dylan, começaram os primeiros acordes de “Eat The Rich”, do álbum “Get a Grip”, de 1993. Em seguida, a tal cortina desabou sobre o chão e o publico foi a delírio ao ver Tyler com um casaco todo prateado que chamava bastante a atenção, bem ao estilo do vocalista.

Na seqüência, a banda trouxe um clássico das antigas, a ótima “Back In The Saddle”, do álbum “Rocks”, de 1976, que foi seguida por nada menos que “Love in An Elevator”, do disco “Pump”, de 1989, que levou definitivamente a galera ao delírio, apesar de o som do show estar bem mais baixo que os de outras apresentações que passaram recentemente pelos estádios paulistanos, como as do AC/DC, Metallica e Guns N’ Roses.

Com o público ganho, o Aerosmith mandou os hits “Falling in Love (Is Hard On the Knees)” e “Pink”, com direito a trechos de clipes no telão, antes da grande empolgação provocada pelo mais do que clássico “Dream On”, que contou com Steven Tyler em grande forma nas partes mais difíceis para cantar. Depois deste momento histórico para o Estádio do Palmeiras, a banda emendou “Livin’ on the Edge”, com direito a Joe Perry usando uma guitarra de dois braços; “Jaded”; e “Kings and Queens”, esta última mais antiga, do álbum “Draw the Line”, de 1977, que contou também com uma das muitas intervenções grandiosas que o guitarrista  realizou durante o show.

Ciente da sua importância para os casais, a banda tocou, de uma vez, duas de suas maiores baladas: “Crazy” e “Cryin'”. Elas levaram a mulherada ao completo delírio, a ponto de uma calcinha vermelha, no estilo fio dental, ser jogada ao palco, para risos de Tyler, que, fazendo uma travessura, a pendurou no pedestal do microfone de Perry quando o guitarrista estava distraído virado para a bateria.

Para um descanso da banda, o show ficou com o batera Joey Kramer. Ele optou por um solo sem afetação, mas teve seu momento no maior estilo John Bonham (claro, que guardadas as devidas proporções), já que tocou a bateria com as mãos e até com a cabeça. Vale destacar que, no meio do solo de Kramer, Tyler também deu uma “canja” com as baquetas e não fez feio.

O retorno dos músicos ao palco se deu com a música “Lord Of The Thighs”, do álbum “Get Your Wings”, de 1974. Na sequência, Joe Perry decidiu fazer um duelo com seu personagem no jogo Guitar Hero. Chamou uma tradutora para explicar o que aconteceria e, logo depois, tratou de detonar seu oponente virtual, num momento bastante criativo e pouco comum para shows de rock. O mesmo Perry continuou no centro das atenções quando assumiu os vocais da música “Stop Messin’ Around”, cover do Fleetwood Mac.

Depois da música cover, um dos grandes momentos do show: Steven Tyler puxou o coro à capela e o público foi atrás com “What It Takes”, também do álbum Pump. Após elogiar a participação da galera, ele deu um verdadeiro show à parte nos trechos mais complexos da bela música, que ainda contou com a imagem estampada de várias garotas da platéia no telão.

Em seguida, o Aerosmith tocou a preferida deste blogueiro. Com a introdução do baixo de Tom Hamilton, mandou ver em “Sweet Emotion” de maneira empolgante. E ainda teve Joe Perry abusando dos efeitos em um teremim. Depois, o grupo trouxe mais uma música cover: “Baby, Please Don’t Go”, de Big Joe Williams.

A banda fechou a apresentação com “Draw the Line”, do álbum de mesmo nome gravado em 1977. Para mim, esta foi a música melhor executada na noite, já que os músicos mostraram ótimo entrosamento e até o som melhorou um pouco. Pena que não a encontramos no Youtube para mostrar aqui.

No curto bis, o Aerosmith tocou seu hit histórico “”Walk This Way” e viu um Palestra Itália vibrante. Encerrou o show com uma boa surpresa, a música “Toys In The Attic”, do álbum de mesmo nome lançado em 1975.

Se não foi o show dos sonhos, a banda trouxe ao público paulistano aquilo que mais se quer num show de rock: boa música e diversão. Resta agora saber se realmente esta foi a última apresentação dos norte-americanos por aqui.

A certeza é que, além de uma possível despedida do Aerosmith, o Estádio do Palmeiras viu pela última vez um grande evento, já que passará por reformas profundas antes de virar uma arena multiuso que promete. Lá, passaram grandes nomes do rock e da música pop internacional e nacional, como Metallica, Iron Maiden (duas vezes), Megadeth, Whitesnake, David Bowie, Ozzy Osbourne, Bruce Springsteen, Rod Stewart, A-ha e Legião Urbana, entre outros. Para quem é palmeirense com muito orgulho, como este blogueiro, foi estranha a sensação de pisar naquele gramado histórico pela última vez na estrutura atual.

Paixões à parte, o Roque Reverso selecionou no Youtube quatro vídeos da apresentação do Aerosmith: a abertura e “Eat The Rich”; “Dream On”; “What It Takes” e “Sweet Emotion”. Também descolamos o tradicional set list e algumas fotos do ótimo fotógrafo Marcelo Rossi, cedidas pela organização do show.

Set list:

Eat The Rich
Back In The Saddle
Love In An Elevator
Falling in Love (Is Hard On the Knees)
Pink
Dream On
Livin’ on the Edge
Jaded
Kings and Queens
Crazy
Cryin’
(Solo de Bateria)
Lord Of The Thighs
(Duelo Perry X Guitar Hero)
Stop Messin’ Around”
What It Takes
Sweet Emotion
Baby, Please Don’t Go
Draw The Line

Walk This Way
Toys In The Attic




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