Posts Tagged ‘David Coverdale

22
abr
20

Whitesnake libera a música ‘Always the Same’, única inédita de álbum previsto para junho

O Whitesnake liberou para os fãs ouvirem nesta quarta-feira, 22 de abril, a música “Always the Same”. A faixa, lançada via lyric video, é a única inédita de um álbum com sucessos do grupo britânico em versões revisitadas, remixadas e remasterizadas que chegará ao público ainda no primeiro semestre de 2020.

A música vem das gravações do mais recente disco de inéditas da banda, “Flesh & Blood”, que chegou aos fãs em 2019.

“Always the Same” não foi aproveitada para o álbum e, agora, vem com um presente extra na coletânea.

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30
set
19

Apoteótico, Foo Fighters fecha primeira noite roqueira do Rock In Rio com chave de ouro

O Foo Fighters fechou com chave de ouro a primeira noite de rock do Rock In Rio de 2019, que contou com pedido de casamento no palco e um line-up animado cujo único ponto fora da curva foi o show do Weezer.

Os paulistanos do Ego Kill Talent abriram o dia com um show corajoso, animando o público mesmo com a maioria dos presentes parecendo não conhecer as músicas da banda. O público foi ao delírio quando Bob Burnquist, lenda do skate mundial, prestigiou a banda de cima do palco.

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22
set
19

No Rockfest, Scorpions reina, Whitesnake esbanja carisma, Helloween traz peso e Europe surpreende

O primeiro Rockfest fez jus ao nome e trouxe uma verdadeira festa do rock n’ roll para a capital paulista. Realizado no Allianz Parque no sábado, 21 de setembro, o festival apostou em bandas internacionais veteranas e com público para encher as áreas disponíveis da Arena do Palmeiras.

Num sábado com temperatura amena e tempo parcialmente nublado em relação aos últimos dias abafados e secos em São Paulo, as bandas Scorpions, Whitesnake, Helloween e Europe trouxeram praticamente tudo que os fãs esperavam.

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18
fev
19

Whitesnake divulga clipe da música ‘Shut Up & Kiss Me’, que estará em novo álbum previsto para maio

Whitesnake - Reprodução da capa do álbum "Flesh & Blood"O Whitesnake divulgou no dia 14 de fevereiro o clipe da música “Shut Up & Kiss Me”. A canção é o primeiro single de mais um álbum, que a lendária banda de hard rock lançará ainda no primeiro semestre de 2019.

O disco “Flesh & Blood” chegará aos fãs do Whitesnake no dia 10 de maio.

Será o primeiro álbum de de inéditas da banda desde “Forevermore”, de 2011.

Neste intervalo, o Whitesnake chegou a lançar, em 2015, o disco “The Purple Album”, que trouxe releituras feitas pela banda de canções do também lendário Deep Purple.

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27
dez
17

Whitesnake libera clipe de ‘Burn’, que estará presente em álbum ao vivo previsto para janeiro

Whitesnake - Reprodução da capa do disco "The Purple Tour"O Whitesnake liberou um clipe para a clássica música “Burn”. O vídeo traz a faixa ao vivo e mescla cenas com efeitos visuais interessantes.

É uma amostra do disco ao vivo que o grupo lançará no dia 19 de janeiro.

Denominado “The Purple Tour”, o álbum, cuja capa pode ser vista ao lado, traz o Whitesnake na turnê de divulgação do disco “The Purple Album”, que trouxe reeleituras feitas pelo Whitesnake de canções do lendário Deep Purple.

Lançado em 2015, o “The Purple Album” trouxe versões para músicas da fase na qual o vocalista do Whitesnake, David Coverdale, esteve no Deep Purple, entre 1973 e 1976.

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23
set
16

David Coverdale comemora 65 anos em show do Whitesnake em SP marcado pela qualidade de som ruim

Whitesnake em SP - David Coverdale - Foto: Divulgação Whitesnake/TiffanyO Whitesnake voltou a São Paulo para tocar na quinta-feira, 22 de setembro, no Citibank Hall. O show da banda britânica, com duração de aproximadamente 1h30, foi marcado pela comemoração dos 65 anos do aniversário do vocalista David Coverdale, pelo repertório repleto de hits e pela qualidade ruim do som em parte considerável da apresentação.

Para um Citibank Hall lotado e animado, o grupo trouxe o set list da “The Greatest Hits Tour”, que tem como destaque a apresentação dos maiores sucessos e canções dos álbuns “Slide it in” (1984), “Whitesnake” (1987) e “Slip of the Tongue” (1989).

A turnê do Whitesnake pelo Brasil já havia passado no dia no dia 20 em Porto Alegre no Pepsi on Stage. Tem agendada mais um show para São Paulo no dia 23 de setembro no mesmo Citibank Hall, além de apresentações no dia 25, em Belo Horizonte, no BH Hall; no dia 28, em Brasília, no Net Live; no dia 30, em Curitiba, no Live Curitiba; e, já em outubro, no dia 2, no Rio, no Metropolitan.

A noite de quinta-feira tinha todas aquelas características bacanas de shows de rock. Nos arredores do Citibank, as ruas estavam cheias, com os fãs bebendo, comendo e conversando, na expectativa de mais um show da banda britânica de extensa e elogiada carreira.

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23
jun
16

Whitesnake volta ao Brasil em setembro para shows em 6 capitais

Whitesnake - Cartaz da Turnê Brasileira de 2016 - Divulgação: Time For FunSe o amante do rock n’ roll já estava economizando para os diversos shows que serão realizados no segundo semestre no País, é bom se preparar para mais alguns. Desta vez, o mais novo nome confirmado para voltar ao Brasil é o do Whitesnake, que voltará ao território nacional em setembro para shows em 6 capitais.

A banda britânica de hard rock liderada por David Coverdale tocará no dia 20 de setembro em Porto Alegre no Pepsi on Stage; nos dias 22 e 23, em São Paulo, no Citibank Hall; no dia 25, em Belo Horizonte, no BH Hall; no dia 28, em Brasília, no Net Live; no dia 30, em Curitiba, no Live Curitiba; e, já em outubro, no dia 2, no Rio, no Metropolitan.

A turnê que será trazida ao Brasil será a “The Greatest Hits Tour”, que irá apresentar os maiores sucessos e canções dos álbuns “Slide it in” (1984), “Whitesnake” (1987) e “Slip of the Tongue” (1989).

De acordo com a produtora Time For Fun, haverá pré-venda exclusiva para clientes dos cartões Citi e Diners Club entre 28 de junho e 4 de julho, e venda para público em geral a partir de 5 de julho, nos shows de São Paulo.

Clientes em geral podem adquirir ingressos a partir de 29 de junho para todos os outros shows no Brasil. Os ingressos estarão disponíveis pela internet (www.ticketsforfun.com.br), nos pontos de venda espalhados pelo País e nas bilheterias oficiais das casas

A exceção fica por conta dos shows de Brasília e Curitiba, que não têm realização da Time For Fun. Em breve, o Roque Reverso descolará as informações detalhadas sobre estas apresentações, mas, para adquirir ingressos para esses dois shows, acesse: www.eventim.com.br (Brasília) e www.diskingressos.com.br (Curitiba).

Quanto ao show de Porto Alegre, a capacidade definida para Pepsi On Stage é de 5.500 pessoas. O valor do ingresso inteiro para a Pista é de R$ 280,00 (primeiro lote) e de R$ 320,00 (segundo lote). Para a Pista Premium, os preços são de R$ 390,00 (primeiro lote) e R$ 450,00 (segundo). Para o Mezanino, o valor sai por R$ 380,00. A bilheteria oficial onde pode ser comprada a entrada sem taxa de conveniência fica na Multisom (Rua dos Andradas, 1001 – Centro).

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06
maio
15

Whitesnake lança clipe de nova versão da clássica ‘Soldier Of Fortune’, presente no álbum que fará tributo ao Deep Purple

Whitesnake - Foto: DivulgaçãoO Whitesnake lançou no dia 5 de maio mais um clipe de uma música que estará presente no novo disco da banda britânica. O vídeo da vez é da clássica canção “Soldier Of Fortune”, originalmente gravada pelo Deep Purple nos Anos 70.

O nome do álbum novo é “The Purple Album”. Está previsto para ser lançado no dia 15 de maio na Europa e no dia 19 do mesmo mês nos Estados Unidos.

Tal qual a música “Stormbringer”, cujo clipe foi veiculado no fim de fevereiro pelo grupo no YouTube, e a canção “Burn”, que também foi vista aqui no Roque Reverso,  “Soldier Of Fortune” traz o Whitesnake dando uma repaginada em mais uma música das mais badaladas do Deep Purple.

Por este detalhe, não será todo fã que aprovará a nova versão. De maneira idêntica às outras músicas já conhecidas, um fator que chama muito a atenção é a voz diferente de David Coverdale. Para muitos, mostra claramente que a idade já está fazendo diferença na performance daquele que já foi considerado uma das maiores vozes do rock.

“The Purple Album” será o décimo segundo disco de estúdio do Whitesnake. Como o próprio título indica, é um trabalho que pretende trazer reeleituras feitas pelo Whitesnake de canções do lendário Deep Purple.

As releituras são para músicas da fase que Coverdale, esteve no Deep Purple, entre 1973 e 1976. No grupo, ele cantou nos discos “Burn” (1974), “Stormbringer” (1974) e “Come Taste the Band” (1975).

No disco novo que faz o tributo ao Purple, o Whitesnake traz clássicos como a própria “Stormbringer”, “Burn”, “Soldier of Fortune”, “Might Just Take Your Life” e “Mistreated”, entre outras.

A versão em CD simples traz 13 músicas, mas uma edição de luxo que traz duas faixas bônus: “Lady Luck” e “Comin’ Home”. Os fãs ainda terão junto com o álbum um DVD com vídeos com os clipes de “Lady Double Dealer”, “Sail Away”, “Stormbringer” e “Soldier Of Fortune”, além de cenas por trás das gravações.

25
mar
15

Whitesnake libera faixa ‘Burn’, presente no álbum novo que fará tributo ao Deep Purple

Whitesnake - Foto: DivulgaçãoO Whitesnake liberou no YouTube a faixa “Burn”, que estará presente no novo disco da banda “The Purple Album”, previsto para ser lançado no dia 15 de maio na Europa e no dia 19 do mesmo mês nos Estados Unidos.

Tal qual a música “Stormbringer”, cujo clipe foi veiculado no fim de fevereiro pelo grupo no YouTube, “Burn” traz o Whitesnake dando uma repaginada no clássico do Deep Purple e tende a fazer muita gente torcer o nariz, justamente porque mexe com algumas daquelas gravações sagradas do rock.

De imediato, dá para notar um tom mais grave das guitarras do que na tradicional faixa do Purple.

Outro detalhe é que o vocal de Coverdale, tal qual já foi observado em “Stormbringer” está diferente e, para muitos, mostra claramente que a idade já está fazendo diferença na performance daquele que já foi considerado uma das maiores vozes do rock.

“The Purple Album” será o décimo segundo disco de estúdio do Whitesnake. Como o próprio título indica, é um trabalho que pretende trazer reeleituras feitas pelo Whitesnake de canções do lendário Deep Purple.

As releituras são para músicas da fase que Coverdale, esteve no Deep Purple, entre 1973 e 1976. No grupo, ele cantou nos discos “Burn” (1974), “Stormbringer” (1974) e “Come Taste the Band” (1975).

No disco novo que faz o tributo ao Purple, o Whitesnake traz clássicos como a própria “Stormbringer”, “Burn”, “Soldier of Fortune”, “Might Just Take Your Life” e “Mistreated”, entre outras.

A versão em CD simples traz 13 músicas, mas uma edição de luxo que traz duas faixas bônus: “Lady Luck” e “Comin’ Home”. Os fãs ainda terão junto com o álbum um DVD com vídeos com os clipes de “Lady Double Dealer”, “Sail Away”, “Stormbringer” e “Soldier Of Fortune”, além de cenas por trás das gravações.

Escute abaixo o Whistesnake tocando “Burn”:

21
mar
15

Clipe de ‘Stormbringer’ é o primeiro ligado a novo álbum do Whitesnake que faz tributo ao Deep Purple

"The Purple Album" - Reprodução da CapaO Whitesnake lançou recentemente o clipe da música “Stormbringer”. É o primeiro ligado ao novo disco “The Purple Album”, previsto para ser lançado no dia 15 de maio na Europa e no dia 19 do mesmo mês nos Estados Unidos.

No vídeo, postado no YouTube no fim de fevereiro, os fãs do Whitesnake já podem ver a participação do novo guitarrista Joel Hoekstra, anunciado em agosto de 2014 como substituto de Doug Aldrich, que deixou o grupo em maio.

“The Purple Album”, cuja capa pode ser vista ao lado, será o décimo segundo disco de estúdio do Whitesnake. Como o próprio título indica, é um trabalho que pretende trazer reeleituras feitas pelo Whitesnake de canções do lendário Deep Purple.

O detalhe é que as releituras são para músicas da fase que o vocalista do Whitesnake, David Coverdale, esteve no Deep Purple. Isso chegou a gerar críticas dos mais exigentes, que gostariam de algo diferente do óbvio e que chegaram a classificar a atitude de Coverdale & Cia como “caça-níquel”.

O vocalista esteve no Deep Purple entre 1973 e 1976. No grupo, ele cantou nos discos “Burn” (1974), “Stormbringer” (1974) e “Come Taste the Band” (1975).

“É um tributo. Uma homenagem”, disse Coverdale. “É um grande muito obrigado meu para o Deep Purple pela oportunidade que ganhei 40 nos atrás”, destacou.

No disco novo que faz o tributo ao Purple, o Whitesnake traz clássicos como a própria “Stormbringer”, “Burn”, “Soldier of Fortune”, “Might Just Take Your Life” e “Mistreated”, entre outras.

A versão em CD simples traz 13 músicas, mas uma edição de luxo que traz duas faixas bônus: “Lady Luck” e “Comin’ Home”. Os fãs ainda terão junto com o álbum um DVD com vídeos com os clipes de “Lady Double Dealer”, “Sail Away”, “Stormbringer” e “Soldier Of Fortune”, além de cenas por trás das gravações.

Veja abaixo o clipe do Whistesnake e a lista de faixas do disco novo:

Tracklist

1. Burn
2. You Fool No One
3. Love Child
4. Sail Away
5. The Gypsy
6. Lady Double Dealer
7. Mistreated
8. Holy Man
9. Might Just Take Your Life
10. You Keep On Moving
11. Soldier Of Fortune
12. Lay Down Stay Down
13. Stormbringer
14. Lady Luck (Bônus)
15. Comin Home (Bônus)

15
fev
14

40 anos do clássico álbum ‘Burn’, do Deep Purple

O Deep Purple estava, 40 anos atrás, naquele que poderia ser considerado seu auge. Vinha de três álbuns antológicos lançados num intervalo inferior a um ano, entre março de 1972 e janeiro de 1973: “Machine Head”, “Made In Japan” e “Who Do We Think We Are”.

Em junho de 1973, no entanto, Ian Gillan anunciou inesperadamente sua saída do Deep Purple. Roger Glover também sairia a seguir.

De um dia para o outro, em um de seus melhores momentos criativos, a banca britânica, precursora do heavy metal moderno ao lado de Black Sabbath e Led Zeppelin, estava sem vocalista e sem baixista.

Não sabiam eles, porém, que estavam ironicamente abrindo caminho para o melhor álbum de estúdio gravado pelo Deep Purple em quase meio século de estrada, “Burn”, que neste 15 de fevereiro completa 40 anos de seu lançamento.

Achar o substituto de Glover foi relativamente fácil. Ritchie Blackmore e Jon Lord encantaram-se com Glenn Hughes, então baixista do Trapeze. Além de mandar bem nas quatro cordas, Hughes cantava muito – como quem ainda não o conhecia viria a descobrir alguns meses depois.

Chegou-se a ventilar a possibilidade de Hughes cuidar sozinho dos vocais, mas a ideia de ter um frontman foi mais sedutora. Poderia ter sido Paul Rodgers, então vocalista do Free e que mais recentemente assumiu só os microfones do Queen. Mas ele rejeitou o convite.

Em meio a fitas e mais fitas recebidas pela banda, um tal David Coverdale, então um cabeludo de 21 anos de idade, chamou a atenção. Convidado a fazer um teste, passou. Semanas depois a nova formação do Purple foi anunciada.

A seguir, Blackmore, Lord, Coverdale, Hughes e o baterista Ian Paice trancafiaram-se para ensaiar e compor por duas semanas.

Com o material pronto, dirigiram-se a Montreux em novembro daquele ano para gravar “Burn”. Usaram a lendária unidade móvel de gravação dos Rolling Stones, a mesma com a qual haviam gravado “Machine Head”.

Voltaram para a Inglaterra com uma obra-prima na bagagem.

Muitos fãs de Gillan – e o próprio Gillan – torcem o nariz quando alguém cita “Burn” como o melhor álbum gravado pelo Deep Purple, mas o que Hughes e Coverdale fizeram nos vocais somado à forma técnica e à fase criativa de Blackmore e Lord (já reparou que ninguém nunca dá um crédito decente ao baterista?) proporcionou um disco genial do primeiro ao último acorde.

E na sequência ainda viria “Stormbringer”.

Descontado o fato de Coverdale já ter mostrado na magnífica “Mistreated” a vocação para músicas de dor-de-cotovelo que marcaria sua carreira, não é à toa que, passadas quatro longas décadas, Gillan ainda hoje recusa-se a cantar ao vivo as músicas com Coverdale e Hughes nos vocais.

Para comemorar os 40 anos do álbum “Burn”, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a já clássica performance ao vivo da banda para a música “Burn” no California Jam, de 1974. Depois, do mesmo evento, fique com “Might Just Take Your Life” e “Mistreated”.

05
nov
13

Whitesnake fez o show mais vibrante e de melhor qualidade musical do Monsters

O Whitesnake voltou a São Paulo em 2013 para ser a penúltima atração do dia 20 de outubro, o segundo e último do Monsters of Rock. Para uma Arena Anhembi com cerca de 30 mil pessoas, a banda liderada por David Coverdale fez, sem sombra de dúvida, uma de suas melhores atuações em solo paulistano e, para o Roque Reverso, levou o caneco de apresentação mais vibrante e empolgante do festival.

Amparado por uma qualidade de som excelente e também apoiado por uma quantidade surpreendente de fãs, numa noite que tinha o Aerosmith como atração principal, o Whitesnake fez a alegria do público com um set list repleto de clássicos e que ainda contou com várias músicas do Deep Purple como bônus, lembrando a fase na qual Coverdale passou pela lendária banda britânica.

Vale recordar que o Whitesnake havia passado pelo mesmo Anhembi em 2011 quando tocou antes do Judas Priest. O grupo de hard rock também havia empolgado o público naquela ocasião, mas, no Monsters, não só houve mais vibração da platéia, que cantava quase todas as músicas, como a banda tocou com um tesão ainda maior.

A impressão era de que o Whitesnake tinha a noção exata que a apresentação do Monsters era algo de maior exposição e importância. Não por acaso, o show foi transmitido pelo canal de TV Multishow, bastante criticado por não ter conseguido captar o mesmo som que o público do Anhembi tinha à disposição.

O grupo já subiu ao palco no estilo arrasa-quarteirão. Começou com o hit “Give Me All Your Love” e já ganhou o público logo de cara. Era possível ver gerações distintas cantando junto com a banda, do neto ao avô, numa prova de que não existe idade para começar ou para parar de curtir o bom e velho rock n’ roll.

Sempre simpático e sabedor de sua condição de lenda do rock, David Coverdale estava trajando uma camisa branca com desenhos que lembravam a bandeira do Brasil. Para alguns, pode até parecer piegas a atitude do vocalista, mas, para a imensa maioria presente ao show, foi uma atitude extremamente louvável, se comparado a outras estrelas que sequer conversam com o público.

Após executar a música “Ready an’ Willing”, do disco de mesmo nome, de 1980, o grupo trouxe o seu maior sucesso, a canção “Love Ain’t No Stranger”, que fez todo o Anhembi vibrar e pular.

Interessante observar a diferença de público das duas noites do Monsters. Enquanto, no primeiro dia, havia mais adolescentes e aquela sensação de “perigo” de quem encara o evento como uma batalha, especialmente no viciante show do Slipknot; no segundo dia, havia um enorme público feminino e um clima de curtição espalhado pela Arena.

O Whitesnake não estava para brincadeira. E trazia seu vasto repertório de hits para a plateia degustar. “Is This Love” foi a canção seguinte, que fez muitas meninas chorarem e se descabelarem por Coverdale e seus asseclas.

Das mais antigas, “Slide It In” com trecho de “Slow an’ Easy”, às mais novas, como a boa “Love Will Set You Free”, que faz parte do disco mais recente da banda (“Forevermore”, de 2011), a energia do Whitesnake fazia esquecer que ele estava sendo comandado por um senhor de 62 anos nos vocais. Vez ou outra, a voz de Coverdale até dava umas pequenas rateadas, mas, com anos de estrada nas costas, o veterano contornava o problema e nadava de braçada com o público na mão.

Talvez, se não houvesse tantos solos seguidos, primeiro com os guitarristas Doug Aldrich e Reb Beach e, depois com o excelente baterista Tommy Aldridge, o show continuasse na temperatura máxima. Não que tenha ficado sem vibração da plateia nos solos, mas é natural que o público, neste momento da apresentação, passe mais a contemplar do que a agitar.

Depois do descanso que Coverdale teve durante os solos, a banda voltou a pleno vapor com “Fool For Your Loving”, em mais uma demonstração de entrosamento cada vez mais claro entre os músicos da formação atual.

Após a execução de “Bad Boys”, foi a vez de “Here I Go Again”, que trouxe alguns momentos surpreendentes de Mr. Coverdale. Na clássica “Still of the Night” (a preferida deste jornalista que vos escreve), a constatação de que o Whitesnake, para o bem do rock, ainda precisa continuar por muito tempo na estrada para satisfazer os fãs da boa música.

Não bastasse toda a eficiência com suas próprias músicas, ficou para o final da apresentação um bônus com canções do Deep Purple, todas da época em que o vocalista passou pela lendária banda.

Inicialmente, à capela, Coverdale deu mais de um de seus shows particulares cantando lindamente a maravilhosa “Soldier Of Fortune”. Na sequência, o Whitesnake trouxe sua versão para a megaclássica “Burn”, com direito a um trecho generoso de “Stormbringer”.

Essas três últimas músicas não foram uma surpresa para a plateia, já que no próprio show de 2011, no mesmo Anhembi, elas haviam sido tocadas. Ficou clara, no entanto, a percepção de que houve uma imensa evolução em relação à apresentação de dois anos antes, com um entrosamento bem interessante entre os músicos.

Com o final do show, a banda inteira agradeceu ao público e foi solenemente aplaudida. Para quem esperava apenas um show protocolar do Whitesnake, o grupo surpreendeu na pegada e na vibração, detalhes que são meio caminho andado para a satisfação dos fãs.

Para relembrar os bons momentos do show do Whitesnake no Monsters of Rock, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Para começar, fique com a abertura da apresentação e com a música “Give Me All Your Love”. Depois, assista aos vídeos de “Love Ain’t No Stranger” e “Still of the Night”. Para terminar, fique com as homenagens ao Deep Purple: “Soldier Of Fortune” e “Burn” com “Stormbringer”.

Set list

Give Me All Your Love
Ready an’ Willing
Love Ain’t No Stranger
Is This Love
Slide It In / Slow an’ Easy
Love Will Set You Free
Pistols at Dawn
Steal Your Heart Away
Fool For Your Loving
Bad Boys
Here I Go Again
Still of the Night
Soldier Of Fortune
Burn/Stormbringer




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