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25
abr
15

Sem TV, Monsters of Rock 2015 vem aí! Veja horários e detalhes do festival

Monsters of Rock de 2013 na Arena Anhembi - Foto: Divulgação/MRossiVai começar a edição de 2015 do Monsters of Rock! Com uma escalação que não deve nada a grandes festivais de heavy metal do planeta, o evento brasileiro tem início neste sábado, dia 25 de abril, e termina amanhã, dia 26, na cidade de São Paulo, na sempre questionada Arena Anhembi.

Diferente da edição de 2013, que contou com transmissão ao vivo por canais fechados de TV, o Monsters de 2015 não passará em nenhuma emissora. Pelo menos é esta a informação oficial dos produtores até o fechamento deste texto.

Canais que tradicionalmente mostram shows ao vivo, como o BIS e o Multishow, desta vez, vão ignorar um evento que terá como headliners simplesmente Ozzy Osbourne (25) e o KISS (26), sem contar atrações do calibre de um Judas Priest (que tocará nos dois dias!) e de um Motörhead, só para citar os mais badalados.

Quem perde é somente o rock e aquele fã que não poderá estar em São Paulo para prestigiar o grande festival. Num momento no qual o estilo sofre com o pequeno número de novidades interessantes e marcantes, esta ausência na TV só atrapalha ainda mais. Há promessas de fãs que tentarão fazer transmissão por celulares por redes sociais, mas nunca será a mesma coisa.

O Roque Reverso estará nos dois dias do festival e tentará trazer informações rápidas via Twitter ou pelo Facebook. Nos dias seguintes ao festival, o leitor deste veículo terá algumas resenhas dos shows e outros detalhes, como o set list das apresentações, além de fotos e vídeos.

Para quem ainda pretende ir ao Monsters of Rock 2015, ainda há ingressos, mas é bom preparar o bolso, pois as entradas restantes são daquelas de terceiro lote já bem salgadas. Os preços atuais da entrada inteira são de R$ 700,00 (Monsters Pass válido para 2 dias) e de R$ 400,00 (ingresso para único dia). A bilheteria oficial funciona nos dias 25 e 26 de abril, no Portão 21, das 9 horas às 21 horas.

Edições anteriores

As três primeiras edições do Monsters of Rock no Brasil aconteceram em 1994, 1995 e 1996 no Estádio do Pacaembu. Em 1998, o festival foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera. Em 2013, na Arena Anhembi.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

Detalhes de 2015

No Monsters de 2015, haverá Food Trucks, lanchonetes e bares dentro do local do show, onde serão vendidos sanduíches, pastéis, crepes, batatas e outros alimentos e bebidas como refrigerante, água e cerveja. Todos poderão ser comprados com cartões de débito e crédito.

Lojas com temas relacionados ao rock também marcarão presença no festival. Entre elas, estará a lendária Woodstock, além da Black Rock.

Em relação ao transporte público, a estação de Metrô mais próxima da Arena Anhembi é Portuguesa-Tietê, cerca de 1,5 Km do local. Para manter uma tradição “sensacional” do governo do Estado, não haverá esquema especial voltado ao festival.

Muito pelo contrário: para “ajudar”, no domingo, as estações Luz e República, da Linha 4-Amarela, permanecerão fechadas durante todo o dia para a execução de obras na estação Higienópolis-Mackenzie. A dica para quem estiver saindo da Arena Anhembi é correr assim que os últimos shows terminarem.

Quanto aos ônibus, há várias linhas no horário normal:

– 278A Ceasa/Penha – Funcionamento até à 01h00
– 106/10 Metrô Santana/Itaim Bibi – Funcionamento até à 01h00
– 107p/10 Mandaqui/Pinheiros – Funcionamento até à 01h00
– 1301/10 Terminal Casa Verde/Praça do Correio – Funcionamento até 01h00
– 9717/10 Jardim Almanara/Santana – Funcionamento até a 01h00
– 138Y Metrô Barra Funda /Casa Verde Alta – Funcionamento até à 01h00
– 148P Lapa/Jardim Per – Funcionamento até 00h15
– 1732 Metrô Santa Cecília/Vila Sabrina – Funcionamento até 00h20
– 175P Ana Rosa/Edu Chaves – Funcionamento até 00h50
– 177H Butantã USP/Metrô Santana – Funcionamento até 00h55
– 177Y Pinheiros/Casa Verde – Funcionamento até às 23h50
– 178L Hospital das Clínicas/Lauzane Paulista – Funcionamento até 00h55
– 967A Pinheiros/Imirim – Funcionamento até 00h20
– 8538 Praça do Correio/Freguesia do Ó – Funcionamento até 01h00
– 9166 Praça do Correio/Jardim Santa Cruz – Funcionamento até 00h55
– 9301 Paissandu/Terminal Casa Verde – Funcionamento até 00h40
– 9352 Terminal Correio/Pedra Branca – Funcionamento até 00h15
– 175T/10 Metrô Santana/Metrô Jabaquara – Funcionamento até à 01h00
– 178/10 Imirim/Lapa – Funcionamento até à 01h00
– 701U/10 Jaçanã/Butantã-USP – Funcionamento até à 01h00
– 9717/10 Jardim Almanara/Santana – Funcionamento até à 01h00
– 1177/10 Terminal A.E. Carvalho/Est. da Luz – Funcionamento. até à 01h00
– 138Y/10 Casa Verde/Metrô Barra Funda – Funcionamento até à 01h00
– 175p/10 Edu Chaves/Metrô Ana Rosa – Funcionamento até à 01h00
– 177H/10 Metrô Santana/Butantã – Funcionamento até à 01h00
– 177Y/10 Casa Verde/Pinheiros – Funcionamento até à 01h00
– 9166/10 Jardim Santa Cruz/Praça do Correio – Funcionamento até à 01h00
– 9354/10 Nsa. Sra. De Fátima/Term. Correio – Funcionamento até à 01h00

Após a 1 hora da manhã, há as seguintes linhas:

– 1721/51 – Vila Ede/Praça do Correio
– 1728/51 – Jardim Brasil/Praça do Correio
– 174/51 – Vila Dionísia/Terminal Amaral Gurgel
– 1767/51 – Edu Chaves/Praça do Correio
– 1778/51 – Jaçanã/Praça do Correio
– 1783/52 – Cachoeira/Praça do Correio
– 971X/51 – Terminal Cachoeirinha/Terminal Amaral Gurgel

Em relação aos táxis, estão credenciados mais de 2.000 veículos. Eles estarão estacionados no bolsão ao longo da Avenida Olavo Fontoura. Mas fique atento aos preços, pois tem sempre aquele cara que aproveita o caos para levar vantagem.

Horários dos shows

25/4/2015 – Sábado

12h00 – De La Tierra
13h05 – Primal Fear
14h20 – Coal Chamber
15h50 – Rival Sons
17h20 – Black Veil Brides
18h50 – Motörhead
20h40 – Judas Priest
22h30 – Ozzy Osbourne

26/0/2015 – Domingo

12h15 – Dr Phoebes
13h05 – Steel Panther
14h20 – Yngwie Malmsteen
15h50 – Unisonic
17h20 – Accept
18h50 – Manowar
20h40 – Judas Priest
22h30 – Kiss

12
abr
15

Veja os horários de cada atração do Monsters of Rock 2015

Monsters of Rock - Cartaz de DivulgaçãoA sexta edição do Monsters of Rock brasileiro será realizada nos dias 25 e 26 de abril na cidade de São Paulo e os horários de cada atração já são conhecidos. Segundo os organizadores do festival, o evento que será realizado na Arena Anhembi tem os shows dos headliners Ozzy Osbourne (25) e KISS (26) agendados para as 22h30.

O Judas Priest, que é a banda convidada especial para os dois dias de festival, tocará às 20h40. No dia 25, a antepenúltima atração, o Motörhead, começará o show às 18h50, mesmo horário do início da apresentação do Manowar no dia seguinte.

O horário das 17h20 está reservado no dia 25 para o Black Veil Brides e, no dia 26, para o Accept.

A partir das 15h50, tocam o Rival Sons no primeiro dia e Unisonic no domingo. O horário das 14h20 terá o Coal Chamber no sábado e Yngwie Malmsteen no dia seguinte.

Às 13h50, é a vez do Primal Fear no dia 25, que terá De La Tierra às 12 horas. O Steel Panther toca no dia 26 às 13h05. Antes, no mesmo dia, toca o Dr. Pheabes.

Os ingressos já estão no terceiro lote, tanto o Monsters Pass, que é válido para os dois dias do festival, como a entrada para um único dia. Podem ser comprados no site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

Os preços atuais da entrada inteira são de R$ 700,00 (Monsters Pass) e de R$ 400,00 (ingresso para único dia).

Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip! Desde o dia 11 de janeiro, as compras podem ser feitas em 3 vezes sem juros.

As três primeiras edições do Monsters of Rock no Brasil aconteceram em 1994, 1995 e 1996 no Estádio do Pacaembu. Em 1998, o festival foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera. Em 2013, na Arena Anhembi.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

28
fev
15

Monsters of Rock tem mais duas atrações confirmadas: De La Tierra e Dr. Pheabes

Dr. Pheabes e De La Tierra - Foto:DivulgaçãoO Monsters of Rock ganhou mais duas atrações confirmadas para a edição de 2015: os grupos De La Tierra e Dr. Pheabes. As bandas se juntam à constelação de rock pesado que passará pela cidade de São Paulo nos dias 25 e 26 de abril, na Arena Anhembi.

O De La Tierra é o outro grupo do guitarrista Andreas Kisser, do Sepultura, e já foi devidamente apresentado aqui no Roque Reverso. O Dr. Pheabes é uma banda brasileira que já participou da edição de 2013 do Monsters of Rock.

Segundo os organizadores do festival de 2015, o grupo de metal latino de Kisser tocará no dia 25 de abril. O Dr. Pheabes, por sua vez, vai se apresentar no dia seguinte.

Com a inclusão de ambos os conjuntos musicais, a divisão por dia do Monsters of Rock de 2015 ficou da seguinte forma: no dia 25, a escalação trará Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear, Coal Chamber e De La Tierra; no dia 26, o line-up terá KISS, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen, Steel Panther e Dr. Pheabes.

Os ingressos do primeiro lote e o passaporte válido para os dois dias do festival (Monsters Pass) estão disponíveis desde o dia 19 de dezembro de 2014, pelo site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

A entrada inteira para cada dia do festival, já no segundo lote, custa R$ 380,00. O valor inteiro para o Monsters Pass, já no terceiro lote, é de R$ 700,00. Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip! Desde o dia 11 de janeiro, as compras podem ser feitas em 3 vezes sem juros.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série tiveram mais dinossauros do que revelações. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

28
dez
14

No Matanza Fest em SP, Biohazard repetiu energia de sempre e conquistou fãs da banda anfitriã

Billy Graziadei durante show do Biohazard em SP - Foto: Reprodução YouTubeUm dos momentos marcantes do rock em dezembro foi a apresentação do Biohazard no Matanza Fest em São Paulo. O show que aconteceu no Audio Club no dia 14 de dezembro trouxe a banda norte-americana de Nova York mais uma vez com a tradicional capacidade de “incendiar” o público presente com seu eterno hardcore contagiante.

Diferente das duas apresentações recentes que fez na capital paulista, o Biohazard não era a atração principal da noite.

Tudo isso por um detalhe: o grupo brasileiro Matanza fecharia o festival que leva o seu nome com um show por sinal bem mais longo do que o da banda dos Estados Unidos.

Convidado de honra, o Biohazard se viu na situação de contar com um público claramente dividido, entre os fãs mais velhos da própria banda e um grupo numeroso de seguidores jovens do Matanza. Muitos ali nunca haviam visto os norte-americanos ao vivo e sequer conheciam as músicas que tanto fizeram sucesso no underground do metal e do hardcore a partir dos Anos 90.

Comandada pelo vocalista e guitarrista Billy Graziadei, a já veterana banda dos EUA acabou, para variar, contornando a situação facilmente e, mais do que isso, arrematou um novo punhado de fãs, que ficaram excitados com o energético show no Audio Club.

O leitor do Roque Reverso pode perguntar por que motivo a resenha do show demorou tanto para ser entregue, mas há coisas que já são tradicionais quando fazemos a cobertura das apresentações do Biohazard. Apesar deste veículo ter conseguido credenciamento de imprensa e ter acesso a setores mais tranquilos, como o camarote do Audio Club, preferiu ficar não somente na Pista, mas simplesmente na fila do gargarejo, onde o bicho pega.

Não há como cobrir certos shows sem estar na muvuca, sem vivenciar toda a emoção das coisas mais legais que o rock proporciona. Se ficássemos sentadinhos e confortáveis no camarote, talvez a resenha viesse bem mais artificial.

Como fomos para a zona mais agitada da Pista, é claro que acabamos perdendo algumas breves anotações sobre o set list. Elas foram retomadas apenas depois de uma salvadora e minuciosa procura nas redes sociais, já que era necessário pegar a ordem correta das músicas e isso nem sempre fica gravado de maneira exata na mente deste jornalista com mais de 40 anos de idade e quase 25 anos de shows de rock vistos ao vivo.

O show

O Biohazard subiu ao palco logo após a apresentação da veterana banda brasileira de thrash metal MX. Após um competente show do grupo nacional, como de praxe, os novaiorquinos mandaram seu recado de uma forma direta e sem frescuras.

A apresentação não superou o histórico show de 2010 no Carioca Club, quando o público teve o privilégio de ver a formação clássica do Biohazard ainda com Evan Seinfeld no baixo e nos vocais. A performance no Audio Club ficou mais em linha com a realizada em 2013, no Via Marques, quando os brasileiros tiveram a oportunidade de ver o baixista e vocalista Scott Roberts em ação e quando a banda também fez uma apresentação cheia de energia.

A primeira música da noite foi a já costumeira “Shades of Grey”, que sempre levanta até o mais frio dos fãs. Enquanto os fãs do Matanza tentavam entender e entrar no clima do show, o tradicional público do hardcore iniciou rodas de mosh e mantinha a energia de sempre.

Para quem estava colado ao palco, como este jornalista, foi possível notar um problema vivido por Billy Graziadei durante “Shades of Grey”. Com dificuldades para prender corretamente a alça da guitarra no instrumento, ele chegou a perder a concentração algumas vezes, já que o problema limitava sua mobilidade pelo palco.

O roadie da banda até tentou consertar a alça durante a música, mas ela não ficava presa na guitarra, que precisou ser trocada para não prejudicar a performance de Graziadei.

Depois do problema contornado e da execução de “What Makes Us Tick”, o Biohazard trouxe mais uma música do álbum “Urban Discipline”, de 1992, que é o de maior sucesso comercial da banda. Tal qual “Shades of Grey”, a faixa título incendiou o público, que foi a loucura quando Graziadei se atirou sobre a plateia que estava mais próxima do palco.

Ele voltaria para os braços do público em “Wrong Side of the Tracks”, também do álbum clássico, e faria o que já se tornou uma tradição nos shows do Biohazard: tirou acordes de sua guitarra enquanto era erguido pelos fãs, uma das imagens mais legais que pode ser vista no rock.

Com “Down for Life” e “Survival of the Fittest”, o público já estava ganho e já havia fã do Matanza que nunca tinha ouvido música do Biohazard pulando e agitando de maneira até surpreendente.

Em “Tales from the Hard Side”, os seguranças, pouco acostumados aos shows do Biohazard, tentaram evitar que alguns fãs subissem ao palco, mas Graziadei chegou junto e liberou o acesso. O que se viu foi mais de uma dezena de pessoas pulando e cantando com a banda no local mais nobre onde um admirador de rock pode estar.

Após o final da música, Graziadei ainda reforçou o recado para os seguranças liberarem os fãs. E gritou nos microfones que quem estava ali era a “sua família”, repetindo um gesto que já havia sido visto no Via Marques em 2013.

Depois de tocarem “Victory”, do segundo álbum, e fazer o público inteiro pular, foi a vez de o Biohazard trazer o hino “Black and White and Red All Over”, para este jornalista, a melhor música da banda.

Vale destacar as sempre ótimas performances do baterista Danny Schuler e do guitarrista Bobby Hambel. Formadores do grupo, eles continuam esbanjando qualidade.

Em “Howard Beach” e “Love Denied”, a banda continuou com a mesma pegada, enquanto o público se alternava na tentativa de se recuperar do agito e de permanecer pulando sem parar.

Quem já estava cansado e pregado ainda arranjaria forças para mais algumas faixas obrigatórias no set list dos shows do Biohazard. A primeira foi “We’re Only Gonna Die (From Our Own Arrogance)”, cover do Bad Religion que, inevitavelmente gerou rodas e mais rodas de mosh no Audio Club.

A segunda foi o ultraclássico “Punishment”, que também é capaz de levantar até o mais frio dos fãs. Cantada do começo ao fim pela maioria do público presente, foi mais uma da noite que valeu a presença.

Para fechar, o grupo trouxe “Hold My Own”, do primeiro disco, e encerrou a apresentação com chave de ouro. Novamente, erguido pela plateia, Graziadei fez a alegria do público.

No final, os músicos ainda desceram para a divisão do palco para a pista e cumprimentaram os fãs mais próximos, como se fossem amigos de velha data.

Apesar de curto, o show foi digno e mostrou que o Biohazard pode vir quantas vezes quiser ao Brasil. A banda já tem um público que sempre estará presente e, agora, depois do Matanza Fest, com certeza, ganhou novos seguidores e admiradores.

Para relembrar a apresentação do Biohazard no Matanza Fest, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com o de “Victory”. Depois, veja o de “Punishment”. Se quiser ver o show quase inteiro, vá para o último vídeo.

Set list

Shades of Grey
What Makes Us Tick
Urban Discipline
Wrong Side of the Tracks
Down for Life
Survival of the Fittest
Tales from the Hard Side
Victory
Black and White and Red All Over
Howard Beach
Love Denied
We’re Only Gonna Die (From Our Own Arrogance)
Punishment
Hold My Own

19
dez
14

Monsters of Rock: confirmação do Coal Chamber e esclarecimento sobre problemas com ingressos

Monsters of Rock - Cartaz Atualizado de DivulgaçãoDois fatos novos relacionados ao Monsters of Rock de 2015: o primeiro é a confirmação de mais uma atração internacional, da banda norte-americana Coal Chamber; o segundo é o esclarecimento dos organizadores do festival sobre problemas que os fãs tiveram para comprar ingressos logo no primeiro dia de vendas das entradas.

Depois do bombástico anúncio do line-up no dia 17 de dezembro, a produção acrescentou o Coal Chamber. O grupo tocará na Arena Anhembi no sábado, dia 25 de abril, mesmo dia que terá Ozzy Osbourne como headliner.

No domingo, dia 26, nada mudou, com o KISS fechando a data.

Quanto ao esclarecimento sobre os problemas com os ingressos, após o grande número de reclamações dos fãs nas redes sociais, a produção do festival explicou em nota que, devido ao “sucesso absoluto e à forte demanda”, a partir do período da manhã, o site da Ingresso Rápido apresentou “momentos de instabilidade” já solucionados.

Com a inclusão do Coal Chamber, a divisão por dia do Monsters of Rock de 2015 ficou da seguinte forma: no dia 25, a escalação trará Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear e Coal Chamber; no dia 26, o line-up terá KISS, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen e Steel Panther.

Os ingressos do primeiro lote e o passaporte válido para os dois dias do festival (Monsters Pass) são limitados e estão disponíveis desde o dia 19 de dezembro de 2014, à zero hora, pelo site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

A entrada inteira para cada dia do festival custa R$ 350,00 no primeiro lote. O valor inteiro para o Monsters Pass é de R$ 620,00 nessa primeira leva. Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip!

Compras até o dia 10 de janeiro podem ser feitas em 4 vezes sem juros. A partir do dia 11 de janeiro, poderão ser feitas em 3 vezes sem juros, em todas as formas de compra de ingressos.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série tiveram mais dinossauros do que revelações. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

17
dez
14

Monsters of Rock de 2015 terá Ozzy, KISS, Judas Priest, Motörhead, Accept, Malmsteen, Manowar e mais

Monsters of Rock - Cartaz de DivulgaçãoApós confirmar no dia 10 de dezembro a edição do Monsters of Rock de 2015, a produtora Mercury Concerts divulgou nesta quarta-feira, dia 17, o line-up do festival que acontecerá nos dias 25 e 26 de abril na Arena Anhembi. Ratificando vários dos rumores que já circulavam pela internet, foram anunciados os nomes de Ozzy Osbourne e do KISS como headliners do evento, com eterno vocalista do Black Sabbath fechando o primeiro dia e o grupo norte-americano encerrando o segundo dia.

Espécie de convidado especial do Monsters, o Judas Priest tocará nos dois dias do festival e se apresentará pouco antes de Ozzy e KISS.

As atrações não param por aí. Além dos três dinossauros do rock, o Monsters contará com outros veteranos, como o Motörhead, o Manowar, o Accept e o guitarrista Yngwie Malmsteen.

Também estão escalados o Black Veil Brides, o Rival Sons, o Primal Fear, o Unisonic e o Steel Panther.

A divisão por dia ficará da seguinte forma: no dia 25, a escalação trará Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear; no dia 26, o line-up terá KISS, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen e Steel Panther (veja atualização aqui).

Os ingressos do primeiro lote e o passaporte válido para os dois dias do festival (Monsters Pass) são limitados e estarão disponíveis a partir de 19 de dezembro de 2014, à zero hora, pelo site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

A entrada inteira para cada dia do festival custará R$ 350,00 no primeiro lote. O valor inteiro para o Monsters Pass é de R$ 620,00 nessa primeira leva. Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip!

Compras até o dia 10 de janeiro podem ser feitas em 4 vezes sem juros. A partir do dia 11 de janeiro, poderão ser feitas em 3 vezes sem juros, em todas as formas de compra de ingressos.

Entre os fãs do heavy metal, houve quem reclamasse do festival ter escolhido muito medalhão. Mas a proposta do Monsters sempre foi essa, pelo menos em território nacional.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série tiveram mais dinossauros do que revelações. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

Falem o que quiser, mas o Monsters of Rock de 2015, por enquanto, é o melhor festival do ano que vem. Enquanto o Lollapalooza divulgou atrações menos bombásticas e o Rock in Rio vem anunciando nomes a conta-gotas, o evento com DNA mais rock do País já tem uma escalação de peso e respeitável para quem gosta do estilo mais pesado.

Para comemorar o line-up do Monsters, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube das vindas anteriores de alguns grupos que virão na edição de 2015. Para começar, fique com Ozzy Osbourne, em 1995, cantando “Bark at the Moon”. Depois, veja o KISS com “Deuce”, em 1994; e o Motörhead, com “The Chase Is Better Than The Catch”, em 1996; .

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Festival Monsters of Rock volta em 2015 e será realizado em SP nos dias 25 e 26 de abril

Monsters of Rock - Reprodução do Banner de Divulgação2015 promete ser um ano repleto de shows e com vários festivais de rock. Como se já não bastassem os já confirmados Rock in Rio e Lollapalooza, agora é a vez do anúncio ratificado da volta do Monsters of Rock para o ano que vem.

De acordo com a organizadora Mercury Concerts, a edição de 2015 será realizada no mesmo local de 2013, a Arena Anhembi. Serão duas datas para o festival, os dias 25 e 26 de abril.

Por enquanto, só há a informação de que 14 bandas participarão do evento.

Os produtores prometem que o line-up completo da sexta edição do Monsters of Rock será anunciado em breve. Também informaram que os ingressos para os dois dias de apresentações estarão disponíveis para o grande público ainda este ano.

A despeito de nenhum nome confirmado, há rumores e informações de gente importante da imprensa musical levantando a possibilidade, por exemplo, de o KISS ser a banda principal do festival. Já circulam nas redes sociais outros nomes, como o Judas Priest e o Motörhead, mas, por enquanto, nada foi confirmado pela Mercury Concerts.

Se vale alimentar esperanças, o som que embala o vídeo do anúncio da volta do festival é simplesmente da música “Black Magic”, do Slayer. A conferir…

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série Monsters of Rock sempre foram predominantemente de heavy metal. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.




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