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07
nov
14

Matanza Fest terá o Biohazard com shows em dezembro no Rio, Volta Redonda, Porto Alegre e SP

Matanza Fest - Cartaz de DivulgaçãoO Matanza Fest, evento organizado pela própria banda brasileira Matanza, chegará à terceira edição em dezembro. O destaque de 2014 é a presença no festival da banda norte-americana de hardcore Biohazard, que vem visitando com certa frequência o Brasil e fazendo bons shows para seu público.

O evento deste ano contará com shows no Rio de Janeiro, no dia 6 de dezembro, no Circo Voador; em Volta Redonda, no dia 7, no Porão Hall; em Porto Alegre, no dia 13, no Pepsi On Stage; em São Paulo, no dia 14, no Audio Club; e, em Belo Horizonte, no dia 20, no Music Hall. Destes locais, somente a capital mineira não deve receber o Biohazard.

No Rio, a banda norte-americana tocará ao lado do próprio Matanza e dos grupos nacionais Uzomi e Rats. Os valores inteiros para os ingressos custam R$ 120,00, mas há a opção de meia-entrada e o Ingresso Solidário, que também custa a metade, desde que o fã leve 1 quilo de alimento no dia do evento. As vendas estão sendo feitas no próprio Circo Voador ou na internet, no site Ingresso.com.

Em Volta Redonda, Biohazard e Matanza terão a abertura do grupo nacional Confronto. Os ingressos inteiros de Pista saem por R$ 60,00 e estão sendo vendidos, entre outros locais, no site da Ticket Brasil.

Em Porto Alegre, além de Biohazard e Matanza, tocarão as bandas gaúchas Finally Doomsday e Comunidade Nin-Jitsu. O Primeiro Lote para a Pista sai por R$ 50,00; o Segundo Lote sai por R$ 60,00; e o Terceiro Lote custa R$ 70,00. Na internet, as vendas estão sendo feitas no site Minha Entrada.com.

Em São Paulo, Biohazard e Matanza terão a companhia de ninguém menos que a veterana banda brasileira MX. A entrada inteira para a Pista custa R$ 80,00. Para o Camarote, dependendo da localização, sai de R$ 100,00 a R$ 200,00. Além da bilheteria do Audio Club, os ingressos podem ser comprados no site Ticket 360.

Finalmente, em Belo Horizonte, o Matanza Fest terá a banda anfitriã e os grupos nacionais Pense HC, Diabo Verde e Confronto. O valor do Primeiro Lote para a Pista custa R$ 50,00. Para o Segundo Lote e o Terceiro, os preços saem por R$ 60,00 e R$ 70,00. Para o Camarote, a entrada promocional sai por R$ 80,00. As vendas também acontecem no site da Ticket Brasil.

O sujeito que conhece o Biohazard sabe que os shows deste grupo jamais são simples apresentações. Com um público que é fã de carteirinha do bom e velho hardcore, a vibração e a adrenalina estão garantidas. Em 2010 e 2013, o Roque Reverso cobriu os dois memoráveis shows que a banda realizou em São Paulo.

19
out
13

Monsters of Rock vem aí e o heavy metal vai te pegar! veja os horários e os detalhes do festival

Vai começar o Monsters of Rock 2013! O retorno do festival após 15 anos da última edição no Brasil é bastante aguardado pelo público que gosta do heavy metal e todas as suas vertentes. A edição deste ano começa neste sábado, dia 19 de outubro e termina amanhã, dia 20, na cidade de São Paulo. Na questionada Arena Anhembi, o primeiro dia será mais voltado para bandas com maior ligação com o chamado nü metal e o segundo trará grupos mais ligados ao hard rock e ao heavy metal.

No primeiro dia, vão se apresentar Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed e Gojira; no segundo, é a vez do Aerosmith, Whitesnake, Ratt, Buckcherry, Queensrÿche (com Geoff Tate), Dokken, Dr. Sin e Doctor Pheabes.

Com a abertura dos portões no dia 19 prevista para as 10 horas e, no dia seguinte, para as 11 horas da manhã, a expectativa é de cerca de 40 mil pessoas para cada data do evento.

Uma baixa recente do festival é a desistência da banda Hellyeah, que se apresentaria no dia 19. De acordo com a produção do festival, os músicos alegaram problemas pessoais para o cancelamento em cima da hora do evento. No Aerosmith, o baixista Tom Hamilton, com problemas de saúde também não deve participar do Monsters of Rock. No lugar dele, David Hull acompanhará a banda no Brasil.

O norte-americano Eddie Trunk, apresentador do elogiado programa “That Metal Show”, do canal VH1, será o mestre de cerimônia do festival de 2013. A vinda desta verdadeira enciclopédia do heavy metal para um evento musical organizado em território nacional tende a gerar uma maior visibilidade internacional para o evento, já que Trunk é respeitadíssimo entre os headbangers de todo o planeta e voltará para os EUA com toda uma análise sobre o que acontecerá na cidade de São Paulo em outubro.

Também por este detalhe, é esperado que a organizadora XYZ Live forneça um evento de qualidade para o público paulistano. No mais recente show de rock realizado na Arena Anhembi, os fãs do Iron Maiden e do Slayer ficaram revoltados com a péssima qualidade do som nas duas apresentações. Não trazer algo digno, por exemplo, no show do Slipknot pode ser até uma ameaça à segurança do evento, pois há uma grande ansiedade em relação ao retorno deste cultuado grupo à capital paulista e até promessas de quebra-quebra já foram vistas em redes sociais, caso a vergonha do que foi visto com o Iron Maiden se repita.

Os ingressos para o Monsters of Rock já estão no segundo lote. Custam agora R$ 330,00 para um único dia do festival. A organização também disponibilizou um passaporte com o preço de R$ 590,00 que é válido para os dois dias do evento. A classificação etária é de 16 anos. Pessoas abaixo desse idade, somente acompanhada dos pais e responsáveis.

As vendas não-físicas estão sendo feitas por meio do site http://bit.ly/AppLivePass e pelo telefone 4003-1527. O único local grande que não cobrava taxa de conveniência eram as bilheterias do Estádio do Morumbi, das 10 horas às 18 horas, sem funcionamento nos dias de jogos de futebol. Durante os dias do festival, as bilheterias do Anhembi também estarão disponíveis para a compra e a troca dos ingressos. Outros pontos de venda sujeitos à taxa de conveniência podem ser consultados aqui neste link.

Nos dias dos shows no Anhembi, será montada a Avenida do Rock, com bares, restaurantes e lojas temáticas. Neste link, o leitor do Roque Reverso pode obter informações de como chegar a Arena Anhembi nas diversas opções de transportes disponíveis. Neste outro link, há informações mais completas e atualizadas sobre o festival e sua organização.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série Monsters of Rock sempre foram predominantemente de heavy metal. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

A edição de 2013 deve ser transmitida pelo canal fechado de TV Multishow. O único show grande que não deve ser transmitido é exatamente o do Aerosmith, já que não houve um acerto entre o grupo e a emissora, conforme as informações de bastidores.

Da mesma maneira vista durante o Rock in Rio 2013, o leitor do Roque Reverso poderá acompanhar detalhes do Monsters of Rock também no nosso Twitter e no nosso canal do Facebook. Set list, atrasos e novidades importantes poderão ser vistas com maior rapidez nesses locais.

Veja abaixo os horários de cada show do festival:

Dia 19 de outubro – Sábado

13:25 – Project 46
14:25 – Gojira
15:40 – Hatebreed
16:55 – Killwitch Engage
18:25 – Limp Bizkit
19:55 – Korn
21:40 – Slipknot

Dia 20 de outubro – Domingo

12:00 – Electric Age
12:50 – Doctor Pheabes
13:40 – Dr. Sin
14:50 – Dokken
16:05 – Queensrÿche
17:35 – Buckcherry
19:05 – Ratt
20:35 – Whitesnake
22:35 – Aerosmith

20
ago
13

Com Eddie Trunk como mestre de cerimônia, Monsters of Rock tende a atrair maior atenção de fora do País

O esperado retorno do Monsters of Rock ao Brasil promete ser bastante interessante. A mais recente informação do festival que acontecerá na capital paulista é a confirmação do norte-americano Eddie Trunk, apresentador do elogiado programa “That Metal Show”, do canal VH1, como mestre de cerimônia do evento. A vinda desta verdadeira enciclopédia do heavy metal para um festival organizado em território nacional tende a gerar uma maior visibilidade internacional para o evento, já que Trunk é respeitadíssimo entre os headbangers de todo o planeta e voltará para os EUA com toda uma análise sobre o que acontecerá na cidade de São Paulo em outubro.

A marca do Rock in Rio é atualmente incomparável com outros festivais brasileiros, mas a presença do apresentador no Monsters tende elevar a importância do evento paulistano e até incentivar futuras edições.

O festival de 2013, por sinal, contou com uma atualização na grade de atrações, com a inclusão, por exemplo, do grupo Dr. Sin como grande representante do rock nacional.

O Monsters of Rock 2013 acontecerá nos dias 19 e 20 de outubro na capital paulista. A produtora XYZ Live confirmou a Arena Anhembi como o local dos shows.

No dia 19, o line-up traz o Slipknot como nome principal, além de Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed, Gojira e Hellyeah. No dia 20, o Aerosmith é o headliner e conta com a companhia de Whitesnake, Ratt, Buckcherry, Queensrÿche (com Geoff Tate nos vocais), Dokken, Dr. Sin e Doctor Pheabes.

Os ingressos para o Monsters of Rock custam R$ 300,00 para um único dia do festival. A organização também disponibilizou um passaporte com o preço de R$ 560,00 que é válido para os dois dias do evento. Os valores são para o primeiro lote e, portanto, com o término, podem ficar mais caros num lote seguinte.

Os organizadores esperam um público de 40 mil pessoas em cada dia de evento. A censura é de 16 anos.

As vendas não-físicas estão sendo feitas por meio do site http://bit.ly/AppLivePass e pelo telefone 4003-1527. O único local que não cobra taxa de conveniência são as bilheterias do Estádio do Morumbi, das 10 horas às 18 horas, sem funcionamento nos dias de jogos de futebol. Outros pontos de venda sujeitos à taxa de conveniência podem ser consultados aqui neste link.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série Monsters of Rock sempre foram predominantemente de heavy metal. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

23
jun
13

Ingressos para o Monsters of Rock custam R$ 300 e começam a ser vendidos no dia 25 de junho

Monsters of Rock-LogoOs ingressos para o Monsters of Rock custam R$ 300,00 para um único dia do festival. A organização também disponibilizou um passaporte com o preço de R$ 560,00 que é válido para os dois dias do evento. Os valores são para o primeiro lote e, portanto, com o término, podem ficar mais caros num lote seguinte.

Como já havia informado o Roque Reverso, as vendas começam no dia 25 de junho. O horário de início para a comercialização é o das 10 horas.

O Monsters of Rock 2013 acontecerá nos dias 19 e 20 de outubro na capital paulista. A produtora XYZ Live confirmou a Arena Anhembi como o local dos shows.

No dia 19 se apresentam Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed e Gojira. No dia 20 é a vez do Aerosmith, Whitesnake, Ratt, Buckcherry e Queensrÿche (com Geoff Tate nos vocais). O evento contará com dois palcos.

Os organizadores esperam um público de 40 mil pessoas em cada dia de evento. A censura é de 16 anos.

As vendas não-físicas serão feitas por meio do site http://bit.ly/AppLivePass e pelo telefone 4003-1527. O único local que não cobra taxa de conveniência são as bilheterias do Estádio do Morumbi, das 10 horas às 18 horas, sem funcionamento nos dias de jogos de futebol. Outros pontos de venda sujeitos à taxa de conveniência podem ser consultados aqui neste link.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série Monsters of Rock sempre foram predominantemente de heavy metal. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

No post de anúncio do line-up, o Roque Reverso descolou vídeos de algumas bandas, mas ficaram faltando os de alguns outros grupos de importância no rock. Agora, é a vez de você ver mais três vídeos.

Para começar, fique com o vídeo do Queensrÿche tocando “Eyes of Stranger” no HSBC em 2012. Depois, veja o Limp Bizkit com o clipe de “Golden Cobra”. Para fechar, veja o Ratt com o vídeo de “Round and Round”.

17
jun
13

Monsters of Rock anuncia atrações; Slipknot, Aerosmith, Whitesnake e Korn estão entre elas

O festival Monsters of Rock já tem as atrações da edição de 2013. A produtora XYZ Live anunciou nesta segunda-feira, dia 17 de junho, os nomes que estarão no evento programado para os dia 19 e 20 de outubro na capital paulista. De quebra, confirmou a Arena Anhembi como o local dos shows. Ratificando os rumores que circulavam pela internet, Slipknot, Aerosmith, Whitesnake e Korn são os principais grupos.

Além dessas bandas outras atrações são o Limp Bizkit, o Queensrÿche, o Ratt, o Hatebreed, o Killswitch Engage, o Gojira e o Buckcherry.

A venda de ingressos começa no dia 25 de junho, mas os valores ainda não foram divulgados oficialmente.

Os organizadores esperam um público de 40 mil pessoas em cada dia de evento. O evento contará com dois palcos.

O dia 19, um sábado, é destinado aos grupos um pouco mais novos. Lá, vão se apresentar o Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed e Gojira. No dia 20, é a vez das bandas um pouco mais clássicas: Aerosmith, Whitesnake, Ratt, Buckcherry e Queensrÿche (featuring Geoff Tate plus guests).

De acordo com os organizadores, o festival não se restringirá somente aos dois dias de show no Anhembi. A partir de agosto, será lançado o “Desafio de Bandas Monsters of Rock”, que selecionará nomes para se apresentarem no palco de novas bandas.

Na semana do evento, vários shows serão programados com as bandas selecionadas nos principais bares e casas de rock de São Paulo. Estão programadas ainda exibição de filmes de rock e a montagem de uma galeria com objetos de outras edições do festival. Nos dias dos shows no Anhembi, será montada ainda a Avenida do Rock, com bares, restaurantes e lojas temáticas.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série Monsters of Rock sempre foram predominantemente de heavy metal. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Para celebrar os nomes do Monsters of Rock de 2013, o Roque Reverso descolou vídeos dos medalhões do festival no YouTube. Para começar relembre o Slipknot no Rock in Rio 2011 com “Duality”. Depois, veja o Aerosmith arrebentando com “Dream On” na Arena Anhembi também em 2011.

Na sequência, veja um vídeo do Whitesnake tocando “Love Ain’t No Stranger” na mesma Arena Anhembi em 2011 e outro do Korn executando “Freak on a Leash” no Credicard Hall em 2010.

06
maio
13

Confirmada a volta do festival Monsters of Rock para o mês de outubro

Monsters of Rock - Foto: ReproduçãoAgora é oficial! O festival Monsters of Rock voltará a ser realizado no Brasil em 2013. Conforme curto comunicado da produtora XYZ Live distribuído nesta segunda-feira, dia 6 de maio, o evento acontecerá nos dias 19 e 20 de outubro.

Não foi divulgado, por enquanto, onde será o festival. Também não são conhecidos os preços dos ingressos e as atrações. A XYZ Live apenas destacou que estes detalhes serão anunciados em breve.

O slogan do evento é: “O Festival que é Puro Rock”.

Importante lembrar que, nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais eram predominantemente de heavy metal. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Para comemorar a volta do festival mais pesado da história no Brasil, o Roque Reverso descolou vídeos de cada headliner das edições anteriores. Fique no começo com o Kiss tocando “Heaven’s on Fire”. Depois, veja Ozzy em “No More Tears” e o Iron Maiden com “Hallowed Be Thy Name”. Para fechar, veja o Slayer, com uma dobradinha de “Mandatory Suicide” e “Angel of Death”.

24
mar
13

Biohazard mantém tradição, faz show de peso e elege público de SP como nova família no Via Marquês

Garantia de show com a adrenalina no nível máximo, o Biohazard, para variar, não decepcionou e presenteou os paulistanos com uma grande apresentação no mês de março, no dia 15, no Via Marquês. Aproveitando a turnê de divulgação de seu mais recente álbum, “Reborn in Defiance”, de 2012, mas sem desprezar os grandes hits que gerou para o rock pesado, o grupo de hardcore provou mais uma vez que não conquistou o respeito dos fãs à toa.

Empolgados com a recepção incrível em uma casa de shows com grande público numa agradável sexta-feira, os nova-iorquinos elegeram os fãs presentes como uma nova “família” e liberaram uma invasão de palco gigante no decorrer da apresentação, como poucas vezes se viu em espetáculos internacionais na capital paulista. Este detalhe, que foi elogiado por mostrar simpatia da banda e devoção dos fãs, chegou até a prejudicar a execução de algumas músicas, mas o saldo final foi mais um grande momento do rock em terras brasileiras e a garantia de retorno do grupo para cá.

Billy Graziadei, vocalista, guitarrista e líder da banda definitivamente tem uma admiração profunda, verdadeira e bastante clara pelo Brasil. Suas atitudes e declarações não deixam dúvidas de que o País e os fãs daqui são muito importantes para ele, que tem esposa brasileira e uma filha nascida em São Paulo.

A abertura do show do Biohazard foi feita pelas bandas nacionais Projet46 e Worst. As apresentações foram de alta qualidade, com destaque para a clara evolução positiva que o Worst vem mostrando a cada show, sem falar na tradicional espetacular exibição que seu baterista, Fernando Schaefer, ex-Korzus, proporciona para os amantes do rock pesado.

Apesar do show agendado para a noite do dia 15 de março, o atraso nas apresentações de abertura fez com que o Biohazard subisse ao palco somente nos primeiros minutos do dia 16, por volta do horário de meia noite e meia. A maior parte do público, entretanto, não mostrou descontentamento com o atraso, provavelmente pela boa sacada dos organizadores de colocar o show fora do mei0 da semana, de maneira diferente da realizada às vezes por alguns “gênios do entretenimento”.

Como manda a tradição, o Biohazard iniciou a apresentação com um grande hit capaz de contagiar o público logo de cara. Sem muito lenga-lenga, a banda norte-americana executou o clássico “Shades of Grey” e o que se viu no Via Marquês foi a abertura de uma imensa roda na pista lotada. No palco, os primeiros stage divings da noite surgiram, enquanto os músicos mostravam que estavam em forma e preparados para dar o que o público desejava.

A missão da banda não era das mais fáceis, pois faltava no palco a figura do baixista, vocalista e fundador Evan Seinfeld, que saiu do Biohazard em 2011 para ser substituído por Scott Roberts. O novo baixista, que passou pelo também grupo norte-americano Cro-Mags, mostrou bastante empenho, mas não conseguiu repetir o desempenho que Seinfeld cansou de mostrar por aqui. Com uma voz não tão potente como a de seu antecessor e com um microfone que também atrapalhava um pouco, Roberts nem sempre foi bem ouvido durante o show, especialmente pelo público que estava na outra ponta do palco.

O fato é que, com a saída de Seinfeld, para quem já havia visto outras apresentações do Biohazard, ficou muito claro que Billy Graziadei definitivamente virou a figura central da banda, mas sem qualquer tipo de postura antipática e, sim, com o procedimento necessário que todo líder de grupo precisa ter. Quanto aos outros membros fundadores e firmes na banda, Bobby Hambel continua com aquela pegada que só ele consegue dar à guitarra e Danny Schuler permanece como um dos maiores bateristas da música pesada internacional, dando também uma verdadeira aula a cada apresentação.

E foi com Schuler nos bumbos que o Biohazard iniciou o segundo petardo da noite. Acompanhado de gritos empolgados de Graziadei de “quebra tudo, São Paulo”, o grupo mandou ver nada menos que “Urban Discipline” e fez com que o palco fosse mais vezes invadido pelos fãs, mantendo a pista eufórica para a música seguinte: “Come Alive”, do mais recente álbum.

Com a “Wrong Side of the Tracks”, a terceira da noite do grande álbum “Urban Discipline”, o grupo continuou dando aquilo que a plateia queria, mas Graziadei chegou a parar a música duas vezes. Na primeira, achou que a galera não estava agitando como deveria e chamou a atenção de todos. Na segunda, foi a vez de dar uma pequena bronca em um dos seguranças que tentou impedir um stage diving de um fã. “Sai daqui. Família, família!”, disse o vocalista, apontando para a pista e levando o público à loucura.

Nem é preciso dizer que esta foi a senha para a liberação de uma invasão definitiva do palco. Depois daquilo, quem quisesse subir, não teria resistência alguma. Durante “Wrong Side of the Tracks”, Graziadei repetiu o que havia feito no memorável show de 2010 no Carioca Club e tocou sua guitarra erguido pelo público da pista que estava próximo ao palco, uma cena que sempre contagia quem aprecia grandes momentos do rock n’ roll!

Na música seguinte “Tales from the Hard Side”, já havia tanta gente no palco que era difícil visualizar a banda em alguns momentos! Os fãs tiravam fotos com o grupo, davam stage diving e até assumiam o microfone com Graziadei, numa espécie de “bagunça quase organizada”. Era tanta gente que o vocalista chegou a pedir mais cuidado na sequência, pois equipamentos já estavam sendo danificados com a euforia.

A calmaria no palco durou pouco, já que outro clássico do “Urban Discipline”, “Black and White and Red All Over”, foi executada e era impossível não vibrar. Graziadei, por sinal, fez questão de “homenagear” a mídia manipuladora e escolheu um nome bastante conhecido dos brasileiros para citar. “Fuck, Globo!”, foi o coro puxado pelo vocalista, que foi seguido pelo Via Marquês inteiro a plenos pulmões.

A banda deu sequência ao show com vários clássicos de outros discos, como “Five Blocks To The Subway” e “Down For Life”, ambas do álbum “State of the World Address”. Sem mostrar cansaço, o público curtia muito a apresentação e os stage divings já eram uma rotina.

Antes de iniciar “Vengeance is Mine”, do novo álbum, Graziadei proporcionou um momento histórico em shows de rock internacional em São Paulo. Se, em 2010, no Carioca Club, o vocalista recebeu uma camisa do Palmeiras de um dos fãs, mostrou para a platéia e ainda bateu o punho cerrado no peito, em 2013, ele quis saber quem torcia pelo Corinthians no meio do público no Via Marquês e quem torcia para o seu maior rival, o alviverde de Palestra Itália. Como houve uma divisão do público, ele pediu para que cada torcida na pista ficasse de um lado do palco. Chegaram a gritar o nome do São Paulo também e o vocalista pediu para que os torcedores da equipe ficassem no fundo da pista.

O que se viu na sequência foi uma divisão maior entre corintianos e palmeirenses, com uma pequena parcela de são-paulinos ao fundo. Foi então que, depois da divisão, Graziadei iniciou a música e foi feito o chamado “Wall of Death”, no qual cada lado corria em direção ao outro para o enfrentamento. Se estivéssemos com alguns elementos que envergonham e sujam a imagem das torcidas organizadas, talvez poderia ter saído morte neste evento, mas o que se viu no “Wall of Death” foi a formação de uma imensa roda de mosh, na paz, como deve ser.

Se você acha que a agitação do show terminou ali, está totalmente enganado. Tudo porque, na sequência, o vocalista do Biohazard conseguiu novamente mexer com o público com uma música cover do Bad Religion, “We’re Only Gonna Die (From Our Own Arrogance)”, que foi gravada no álbum “Urban Discipline”.

Com o desafio lançado de que estaria colhendo imagens para um DVD ao vivo, disse que gostaria de ver a maior roda possível no show, para mostrar que São Paulo poderia ser escolhida como local de gravação, em detrimento, por exemplo, do famoso público fã de música pesada da Argentina. O Biohazard começou a música, Graziadei parou e exigiu mais do público e o Via Marquês quase veio abaixo com tamanha vibração.

Depois de executarem “Victory”, do primeiro álbum “Biohazard”, o grupo trouxe a já tradicional dobradinha “Punishment” e “Hold My Own”, ambas novamente do prestigiado “Urban Discipline”. Nem é preciso dizer que “Punishment” foi a mais cantada pelo público. Maior sucesso da banda norte-americana, ela foi o ponto alto do show e, sozinha, já valia o ingresso.

Ao fim da apresentação, Graziadei e seus companheiros de banda agradeceram demais o público presente e fizeram diversos elogios à plateia paulistana (que cantou durante o show até “Parabéns a você” para a filha dele), prometendo uma volta em breve. Depois, ainda posaram humildemente para fotos com os diversos fãs, para alegria de todos.

Se comparado ao show do Carioca Club, em 2010, a apresentação do Via Marquês não foi capaz de superá-la, pois lá havia a formação clássica da banda, um público tão vibrante como o de 2013 e um pouco menos de confusão no palco. Ainda assim, o show do Via Marquês já é forte candidato a um dos melhores deste ano na lista do rock pesado.

Para relembrar os grandes momentos do Biohazard em São Paulo, descolamos vídeos no YouTube. Fique inicialmente com um que traz “Shades of Grey” e “Urban Discipline”. Depois veja a muvuca no palco em “Tales from the Hard Side”, a enorme roda de mosh em “We’re Only Gonna Die (From Our Own Arrogance)” e a banda tocando “Punishment”. \m/

Set List

Shades of Grey
Urban Discipline
Come Alive
Wrong Side of the Tracks
Tales from the Hard Side
Each Day
Black and White and Red All Over
Five Blocks To The Subway
Down For Life
Vengeance is Mine
We’re Only Gonna Die (From Our Own Arrogance)
Victory
Punishment
Hold My Own




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