Archive for the 'Nü Metal' Category



12
dez
13

Slipknot anuncia saída do baterista Joey Jordison

Bomba no heavy metal! O excelente baterista Joey Jordison não faz mais parte do Slipknot. A informação foi divulgada no site oficial do grupo norte-americano na noite de quinta-feira, dia 12 de novembro.

De acordo com a banda, a saída de Jordison aconteceu por razões pessoais. Por enquanto, não foi anunciado substituto para a vaga do baterista.

“Todos nós desejamos a Joey o melhor em tudo que o futuro lhe reserva”, escreveram os membros do Slipknot no texto divulgado. “Nós entendemos que muitos de vocês vão querer saber como e por que isto aconteceu, e nós faremos o nosso melhor para responder a essas perguntas em um futuro próximo”, acrescentaram.

Segundo informações do respeitado site norte-americano Blabbermouth, Joey Jordison estava, além do Slipknot, com um novo projeto, a banda Scar the Martyr. Em recente entrevista à imprensa australiana, ele disse que tinha muito material musical criado e que gostava de ficar o tempo todo ocupado.

O Slipknot, que tocou em 2013 em São Paulo no Monsters of Rock como headliner do primeiro dia, não grava um álbum novo desde 2008. O Scar the Martyr, por sua vez, lançou seu primeiro disco em outubro deste ano com o nome de “Scar the Martyr”.

24
nov
13

Roque Reverso completa 4 anos de existência e traz novidades aos leitores

Roque Reverso está completando 4 anos de existência neste domingo, dia 24 de novembro de 2013!!! Inicialmente criado apenas como uma curtição para dois jornalistas fãs de rock n’ roll, este veículo vem crescendo assustadoramente dia após dia e a responsabilidade para trazer um conteúdo de qualidade só aumenta. Pensando nisso, estamos trazendo novidades com o intuito de deixar tudo ainda mais interessante para todos os leitores.

A primeira delas é mudança no endereço da página do Roque Reverso. Agora, ficou mais fácil, pois basta digitar: http://www. roquereverso.com ou simplesmente http://roquereverso.com.

Além da mudança do endereço, o Roque Reverso deu uma melhorada nas páginas especiais antigas, como a de Resenhas de Shows, e reorganizou a distribuição das demais, como a de Álbuns Clássicos e a de Charges & Humor.

As novidades não param por aí, já que novas páginas especiais foram criadas, como a do Monsters of Rock, que traz o histórico do cultuado festival de rock pesado que voltou a acontecer em São Paulo depois de um longo período. Esta página faz companhia agora às já tradicionais do Rock in Rio, do SWU e do Lollapalooza.

Três novas páginas interessantes também foram criadas para armazenar assuntos específicos que costumam ter grande audiência aqui no Roque Reverso: a de Opinião, com as observações e críticas dos editores sobre temas diversos sobre rock que estão bombando; a de Rock & Política, que traz textos refletindo a conexão do gênero e das bandas com assuntos da política e demais áreas ligadas; e a de Curiosidades & Sacadas, com textos bem legais sobre novidades inusitadas ou temas curiosos do rock.

Uma outra página que pretende trazer o leitor ainda mais perto do Roque Reverso é a do Fórum. Ali, será possível, sempre de uma maneira equilibrada, a discussão generalizada de assuntos ligados ao estilo, como a sugestão de matérias, trocas de ingressos e reclamações sobre a organização de shows.

Quanto à filosofia do Roque Reverso, tudo continua como sempre! Aqui você pode acompanhar os mais recentes lançamentos de diversas vertentes do rock; ver algumas curiosidades de alguns dos astros do estilo musical; além de ter acesso à cobertura dos grandes shows que passam pelo País ou daquelas apresentações que os veículos mais badalados pouco prestigiam, especialmente as do rock mais pesado.

Para quem ainda não sabe, o Roque Reverso também está no Facebook e no Twitter,  locais onde, muitas vezes, a comunicação é feita de uma maneira mais rápida. No Facebook, temos uma galeria de fotos de shows que acompanhamos. A maioria das fotos são fornecidas pelas organizadoras das apresentações e mostra excelentes trabalhos de grandes profissionais. Há um álbum específico para cada show e as atualizações sempre estão acontecendo!

Mais uma vez, agradecemos a você, leitor, por escolher o Roque Reverso com um companheiro de leituras! Também não podemos deixar de lembrar da força que os parceiros de longa data, o renomado site Whiplash! e o prestigiado Combate Rock, costumam dar, quando aproveitam nosso material!!

Agradecemos novamente também aos amigos que sempre nos incentivaram; aos outros novos amigos que conhecemos em shows de rock e arriscaram entrar aqui para conhecer nossos textos; e ao grupo de amigos online que nunca vimos pessoalmente, mas que participa das nossas discussões deste espaço ativamente.

Agora, rumo ao quinto ano de existência, a missão do Roque Reverso é melhorar ainda mais e continuar trazendo cada vez mais novidades.

Para comemorar os 4 anos do Roque Reverso, 4 vídeos descolados no YouTube que retratam um pouco do que é o bom e velho rock n’ roll ao vivo.

Fique inicialmente com o Led Zeppelin tocando “Rock And Roll” no lendário show do Madison Square Garden de 1973. Na sequência, veja o AC/DC com “Let There Be Rock” no histórico show realizado em Buenos Aires em 2009. Depois, veja os Rolling Stones com “It’s Only Rock ‘n’ Roll”, executada na Praia de Copacabana em 2006. Para fechar, fique com o Queen, no Rock in Rio de 1985, tocando “We Will Rock You”.

31
out
13

Slipknot trouxe show viciante e de impacto ao Monsters of Rock e prometeu voltar a SP

Quem já conseguiu ver algum show do Slipknot na vida, provavelmente, concordará que passou por uma situação intrigante: ficou viciado na apresentação do grupo. Foi por causa deste detalhe que o Roque Reverso, depois de ter assistido à performance brutal dos famosos mascarados no Rock in Rio de 2011, acompanhou a banda no Monsters of Rock de 2013. Headliner do dia 19 de outubro do festival paulistano, o grupo despertou grande interesse e levou uma legião de fãs à Arena Anhembi. O saldo final foi mais um show de impacto e a promessa de uma volta à capital paulista, segundo as palavras do ótimo vocalista Corey Taylor.

Após as boas apresentações do Limp Bizkit e do Korn, a preparação do palco do Slipknot deixou o público ainda mais ansioso. Para a curiosidade aumentar, um enorme pano foi colocado para esconder os detalhes. E este pano caindo ao chão marcou o início de mais uma avassaladora performance dos mascarados no Brasil.

Um fator interessante para quem já tinha visto o grupo no Rock in Rio é que a apresentação no Monsters não era uma mera cópia da verificada na capital fluminense em 2011. A começar pelas roupas dos integrantes: brancas, em vez do uniforme vermelho. Outro detalhe foi a própria música que abriu o show: “Disasterpiace”, do álbum “Iowa”, de 2001, em vez de “(sic)”, do álbum “Slipknot”, de 1999. Para completar, uma quantidade bem maior de músicas em São Paulo, já que a banda era a atração principal do dia.

Se, no Rock in Rio, a impressão das 100 mil pessoas presentes foi a de que o mundo acabaria naquele momento, no Monsters, a sensação foi a de que o Slipknot estava guiando uma locomotiva sem freio sobre os 30 mil da Arena Anhembi. Outra comparação interessante é que, enquanto no Rio, as pessoas se comportavam como se aquele show fosse o último de suas vidas e geravam ondas de empurra-empurra que exigiam cuidado redobrado para evitar uma queda, em São Paulo, esse cenário até existia, mas era possível descolar locais onde a plateia parecia estar hipnotizada e um pouco menos agitada, acompanhando todos os detalhes da apresentação.

Depois de executar, a música “Liberate”, do primeiro álbum “Slipknot”, o grupo emendou uma série de pancadas sonoras que levou o público ao delírio, com a abertura de várias rodas de mosh espalhadas pelo Anhembi. “Wait and Bleed”, “Get This”, “Before I Forget”, “Eyeless” e “The Blister Exists” trouxeram tudo aquilo que faz o show do Slipknot ser considerado um dos maiores da atualidade.

Enquanto os guitarristas Mick Thomson e James Root usam o instrumento como se fosse uma serra elétrica sonora intermitente, o excelente baterista Joey Jordison traz batidas demolidoras, sem perder a técnica impressionante que possui no domínios dos bumbos. Para completar, o vocalista Corey Taylor tem o domínio completo da plateia, enquanto os demais membros, como o percussionista Shawn Crahan, com sua tradicional máscara de palhaço, dá o tom dos backing vocals e ainda faz malabarismos com seus tambores voadores e giratórios.

Taylor, por sinal, estava menos falante que no show do Rock in Rio, mas deixou bem clara a sua satisfação de estar no Monsters of Rock e de volta a São Paulo. Disse que era uma “honra e uma privilégio” tocar no evento e, claro, foi bastante aplaudido pelo público.

O show continuou com duas do álbum “All Hope is Gone”, de 2008: “Dead Memories” e “Sulfur”. Depois, o Slipknot trouxe mais quatro do disco “Iowa” (“Left Behind”, “Gently”, “Everything Ends” e “The Heretic Anthem”), que tiveram entre elas a música “Pulse of the Maggots”, do “Vol. 3: (The Subliminal Verses)”, de 2004. Tudo num massacre sonoro com entrosamento impecável.

As canções eram executadas numa tacada só e a apresentação esquentava a cada novo petardo. Após o grupo tocar a ótima “Psychosocial”, trouxe ao público o seu maior hit: nada menos que “Duality”, que, para variar, fez a Arena Anhembi inteira cantar a plenos pulmões.

Vale destacar que, a partir de “Duality”, o pano de fundo do palco ficou com um enorme número “2” estampado. Uma homenagem ao eterno baixista da banda, Paul Gray, morto em 2010. Depois de a plateia gritar o nome de Gray, o vocalista Corey Taylor prometeu que o Slipknot voltaria a São Paulo, levando todos os presentes ao delírio.

O jogo já estava ganho há muito tempo, mas os mascarados norte-americanos tinham ainda várias cartas na manga para seduzir o público na Arena Anhembi. E foi com a sempre envolvente “Spit It Out”, que o Slipknot provou mais uma vez que consegue fazer o que quiser com seus fãs.

Na metade da música, Corey Taylor deu inicio ao tradicional momento em que faz com que todos os presentes se agachem, para depois pularem juntos quando é dito a palavra “jumpdafuckup”. Após o sinal de Taylor, o mar de pessoas criou uma verdadeira onda na pista, infelizmente não retratada com perfeição pelas câmeras de TV.

Após um breve descanso, a banda voltou ao palco para iniciar o bis com a música que havia começado a apresentação do Rock in Rio: “(sic)”, que manteve o plateia alucinada e preparada para a execução da não menos ótima “People = Shit”.

Para fechar o show com chave de ouro, o Slipknot trouxe a apoteótica “Surfacing”. Mantendo a tradição, a bateria de Joey Jordison começou a subir e girar, deixando, mais um a vez, quem estava no festival paulistano de boca aberta e olho arregalado, em mais um momento daqueles que não saem da cabeça tão cedo dos fãs.

Fim da apresentação e a constatação de que ver um show do Slipknot é perigoso não por causa do volume alto ou da agitação da pista, mas porque a adrenalina gerada e a performance inquietante do grupo é viciante. Com isso, o resultado são os momentos irem e voltarem à mente das pessoas presentes durante semanas e os reflexos seguintes são o desejo de ver novos shows deste grande grupo.

Para lembrar mais uma grande apresentação do Slipknot no Brasil, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a abertura e a locomotiva “Disasterpiece”. Depois, veja as execuções de “Duality”, de “Spit It Out” e de “Surfacing”. Se preferir, vá até o último vídeo, que tem o show na íntegra e com as músicas separadas por minuto!

Set list

Disasterpiece
Liberate
Wait and Bleed
Get This
Before I Forget
Eyeless
The Blister Exists
Dead Memories
Sulfur
Left Behind
Gently
Pulse of the Maggots
Everything Ends
The Heretic Anthem
Psychosocial
Duality
Spit It Out

(sic)
People = Shit
Surfacing

26
out
13

Set list e vídeos do show do Korn no Monsters of Rock

O Korn foi uma das atrações principais do Monsters of Rock 2013. A banda norte-americana de nü metal foi a penúltima a se apresentar no dia 19 de outubro, a primeira data do festival que foi realizado também no dia 20 na Arena Anhembi, em São Paulo.

Com um show mais curto que o esperado, o grupo trouxe vários sucessos da carreira e também aproveitou para tocar algumas músicas do disco novo, “The Paradigm Shift”, lançado há pouquíssimo tempo, neste mês de outubro.

A tarefa do Korn não era das mais fáceis, já que a banda tocou logo depois de o Limp Bizkit levantar o público e pouco antes de o Slipknot fazer o melhor show da noite.

Talvez, por este detalhe, a recepção da plateia não tenha sido tão vibrante, apesar das tentativas do grupo e da ótima qualidade do som que foi observada na Arena Anhembi.

No bis, destaque para a execução da música “Roots Bloody Roots”, com a presença dos integrantes do Sepultura. Ironicamente para o Korn, esse foi o momento de maior explosão do público durante o show.

O Roque Reverso descolou vídeos do show no Youtube. Fique inicialmente com o de “Prey for Me”  e com o de “Freak on a Leash”. Se quiser ver a apresentação na íntegra, vá até o último vídeo.

Set list

Blind
Twist
Falling Away from Me
Love & Meth
Narcissistic Cannibal
Coming Undone
Prey For Me
Shoots and Ladders/Somebody Someone
Never Never
Here to Stay
Y’All Want a Single

Roots Bloody Roots
Got the Life
Freak on a Leash

22
out
13

Set list, fotos e vídeos do show do Limp Bizkit no Monsters of Rock

O Limp Bizkit voltou a São Paulo no dia 19 de outubro como uma das principais atrações do primeiro dia do Monsters of Rock 2013. Aproveitando a data reservada para o nü metal no festival, o grupo norte-americano conquistou a plateia com a execução de hits próprios e um grande números de covers.

Quem acompanha o Roque Reverso, sabe bem que o estilo e a banda não estão entre os preferidos dos editores deste veículo, mas a performance do grupo não poderia ser ignorada no evento deste porte.

De um lado, o polêmico vocalista Fred Durst, com uma camisa que trazia a imagem do falecido rapper brasileiro Sabotage, conseguia agitar o público. Do outro, o talentoso guitarrista Wes Borland, conhecido pelo seu tradicional visual propositalmente bizarro, optou por uma vestimenta cheia de luzes futuristas e foi muito bem com os riffs.

Entre as músicas de outras bandas, o grupo iniciou o show de cara com um cover, sem a parte vocal, do grande Ministry (“Thieves”). Ainda executou petardos do Nirvana (“Smells Like Teen Spirit”) e do Rage Against The Machine (“Killing in the Name”), além de trazer a versão pesada para a música “Faith”, de George Michael. Entre os hits, não ficaram de fora coisas como “Take a Look Around”.

Para relembrar a apresentação do Limp Bizkit no Monsters of Rock 2013, o Roque Reverso descolou dois vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a empolgante abertura realizada com “Thieves”, do Ministry. Na sequência, veja o vídeo de “Take a Look Around”.

Set list

Thieves
Rollin’
Hot Dog
My Generation
Livin’ It Up
My Way
Smells Like Teen Spirit
Killing in the Name
Eat You Alive
Faith
Take a Look Around
Break Stuff

21
out
13

Com som surpreendente e bons shows, Monsters of Rock tem saldo positivo

A edição de 2013 do Monsters of Rock gerou uma surpresa positiva para o público presente na Arena Anhembi. Depois de uma ausência de 15 anos, o festival realizado nos dias 19 e 20 de outubro na capital paulista teve um saldo favorável, com mais acertos do que erros dos organizadores.

Os destaques positivos ficaram por conta da apresentação satisfatória da maior parte das bandas escolhidas e da qualidade completamente inesperada do som na maioria dos shows.

Entre os pontos negativos, talvez o horário do término do segundo dia do festival.

De maneira diferente da verificada no Rock in Rio, que contou com críticas em relação à escalação de atrações que nada tinham a ver com o estilo, o Monsters of Rock honrou sua tradição de trazer apenas nomes ligados ao rock pesado. A edição de 2013 inovou ao dividir o line-up em dois dias e ao armazenar as bandas de acordo com uma vertente: grupos ligados ao nü metal no dia 19 e representantes do hard rock e heavy metal no dia 20.

Outro ponto a favor do evento paulistano foi optar pelo básico, realizando o festival num fim de semana. Com isso, o público não precisou fazer sacrifícios como no Rock in Rio, que, por exemplo, chegou a escalar um nome como o do Metallica para tocar em plena quinta-feira.

O cenário de céu azul e calor que foi visto nos dias 19 e 20 de setembro ajudou demais o Monsters.  Há praticamente um consenso de que a Arena Anhembi não tem condições de receber um festival de grandes proporções, mas o fato de não ter chovido evitou que maiores transtornos fossem proporcionados ao público. Reclamações com o calor escaldante no local cimentado, é claro, foram realizadas, mas o panorama seria muito pior, se as tradicionais pancadas de chuva da capital paulista acontecessem.

Especificamente em relação ao som, as enormes críticas realizadas à vergonha vista no show recente do Iron Maiden no mesmo Anhembi parecem ter sido ouvidas pela produtora XYZ Live. Se, na apresentação da banda britânica, a maioria do público ficou revoltada com o volume baixo, o que foi verificado no Monsters foi um dos sons mais altos dos últimos tempos, com exemplos até de exageros, com o volume estourando nas caixas de som em algumas apresentações.

Para alguns, o fato de o palco ter mudado de lado em relação ao show do Iron Maiden gerou uma acústica melhor. Para outros, o medo de um quebra-quebra, especialmente entre os inquietos fãs do Slipknot, fez os produtores tomarem um cuidado maior com o som; o que também não é mais do que a obrigação de quem organiza um festival.

No balanço geral, o som do segundo dia estava melhor do que o verificado no primeiro, quando algumas críticas foram vistas exatamente durante a apresentação do Slipknot, que contou com algumas caixas falhando em alguns momentos no lado esquerdo do palco. No domingo, no show do Ratt, por exemplo, o som chegou a níveis saborosamente ensurdecedores, com fãs escutado o show com nitidez já nas catracas da Arena Anhembi.

A ideia de trazer o renomado apresentador Eddie Trunk, do elogiado programa “That Metal Show”, do canal VH1, foi muito interessante, mas ele poderia ter sido um pouco mais explorado. Foi extremamente interessante ver nos telões as bandas sendo entrevistadas pouco antes dos shows, mas tudo poderia ter sido bem mais amplo, aproveitando o tempo que havia entre as apresentações.

Quanto a atrasos entre os shows, nada que revoltasse o público. Talvez a programação de um horário mais cedo para o fim do segundo dia poderia ter ajudado a plateia com o transporte público, já que foi possível ver várias pessoas deixando o Anhembi no meio da apresentação do Aerosmith.

Em relação aos melhores shows do festival, a disputa ficou entre os headliners Slipknot e Aerosmith, além do empolgante Whitesnake. Como forças que mereceram elogios, destaque maior também para as apresentações de qualidade do Ratt e do Korn.

Especificamente em relação à estrutura, a disposição dos bares e lanchonetes foi satisfatória, a despeito dos valores abusivos praticados: uma cerveja ao preço de R$ 8,00 jamais será algo normal. Sobre os banheiros, não foram vistas críticas sobre fatos absurdos como em outros festivais.

Elogiável também foi a ideia da criação da “avenida temática” do Monsters of Rock, com várias opções interessantes para os fãs, como a exposição de fotos do excelente fotógrafo M. Rossi. O espaço era bastante interessante para quem quisesse se distrair nos intervalos dos shows.

Com o saldo mais positivo do que negativo da edição de 2013, resta a esperança de uma evolução para uma provável edição futura. Apesar de a Arena Anhembi ter dado conta do público diário de 30 mil pessoas, a expectativa é de uma escolha melhor para o próximo Monsters of Rock.

O Roque Reverso esteve presente nos dois dias do festival de 2013 e trará para os leitores vários detalhes dos shows no decorrer da semana. Fiquem ligados!

19
out
13

Monsters of Rock vem aí e o heavy metal vai te pegar! veja os horários e os detalhes do festival

Vai começar o Monsters of Rock 2013! O retorno do festival após 15 anos da última edição no Brasil é bastante aguardado pelo público que gosta do heavy metal e todas as suas vertentes. A edição deste ano começa neste sábado, dia 19 de outubro e termina amanhã, dia 20, na cidade de São Paulo. Na questionada Arena Anhembi, o primeiro dia será mais voltado para bandas com maior ligação com o chamado nü metal e o segundo trará grupos mais ligados ao hard rock e ao heavy metal.

No primeiro dia, vão se apresentar Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed e Gojira; no segundo, é a vez do Aerosmith, Whitesnake, Ratt, Buckcherry, Queensrÿche (com Geoff Tate), Dokken, Dr. Sin e Doctor Pheabes.

Com a abertura dos portões no dia 19 prevista para as 10 horas e, no dia seguinte, para as 11 horas da manhã, a expectativa é de cerca de 40 mil pessoas para cada data do evento.

Uma baixa recente do festival é a desistência da banda Hellyeah, que se apresentaria no dia 19. De acordo com a produção do festival, os músicos alegaram problemas pessoais para o cancelamento em cima da hora do evento. No Aerosmith, o baixista Tom Hamilton, com problemas de saúde também não deve participar do Monsters of Rock. No lugar dele, David Hull acompanhará a banda no Brasil.

O norte-americano Eddie Trunk, apresentador do elogiado programa “That Metal Show”, do canal VH1, será o mestre de cerimônia do festival de 2013. A vinda desta verdadeira enciclopédia do heavy metal para um evento musical organizado em território nacional tende a gerar uma maior visibilidade internacional para o evento, já que Trunk é respeitadíssimo entre os headbangers de todo o planeta e voltará para os EUA com toda uma análise sobre o que acontecerá na cidade de São Paulo em outubro.

Também por este detalhe, é esperado que a organizadora XYZ Live forneça um evento de qualidade para o público paulistano. No mais recente show de rock realizado na Arena Anhembi, os fãs do Iron Maiden e do Slayer ficaram revoltados com a péssima qualidade do som nas duas apresentações. Não trazer algo digno, por exemplo, no show do Slipknot pode ser até uma ameaça à segurança do evento, pois há uma grande ansiedade em relação ao retorno deste cultuado grupo à capital paulista e até promessas de quebra-quebra já foram vistas em redes sociais, caso a vergonha do que foi visto com o Iron Maiden se repita.

Os ingressos para o Monsters of Rock já estão no segundo lote. Custam agora R$ 330,00 para um único dia do festival. A organização também disponibilizou um passaporte com o preço de R$ 590,00 que é válido para os dois dias do evento. A classificação etária é de 16 anos. Pessoas abaixo desse idade, somente acompanhada dos pais e responsáveis.

As vendas não-físicas estão sendo feitas por meio do site http://bit.ly/AppLivePass e pelo telefone 4003-1527. O único local grande que não cobrava taxa de conveniência eram as bilheterias do Estádio do Morumbi, das 10 horas às 18 horas, sem funcionamento nos dias de jogos de futebol. Durante os dias do festival, as bilheterias do Anhembi também estarão disponíveis para a compra e a troca dos ingressos. Outros pontos de venda sujeitos à taxa de conveniência podem ser consultados aqui neste link.

Nos dias dos shows no Anhembi, será montada a Avenida do Rock, com bares, restaurantes e lojas temáticas. Neste link, o leitor do Roque Reverso pode obter informações de como chegar a Arena Anhembi nas diversas opções de transportes disponíveis. Neste outro link, há informações mais completas e atualizadas sobre o festival e sua organização.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série Monsters of Rock sempre foram predominantemente de heavy metal. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

A edição de 2013 deve ser transmitida pelo canal fechado de TV Multishow. O único show grande que não deve ser transmitido é exatamente o do Aerosmith, já que não houve um acerto entre o grupo e a emissora, conforme as informações de bastidores.

Da mesma maneira vista durante o Rock in Rio 2013, o leitor do Roque Reverso poderá acompanhar detalhes do Monsters of Rock também no nosso Twitter e no nosso canal do Facebook. Set list, atrasos e novidades importantes poderão ser vistas com maior rapidez nesses locais.

Veja abaixo os horários de cada show do festival:

Dia 19 de outubro – Sábado

13:25 – Project 46
14:25 – Gojira
15:40 – Hatebreed
16:55 – Killwitch Engage
18:25 – Limp Bizkit
19:55 – Korn
21:40 – Slipknot

Dia 20 de outubro – Domingo

12:00 – Electric Age
12:50 – Doctor Pheabes
13:40 – Dr. Sin
14:50 – Dokken
16:05 – Queensrÿche
17:35 – Buckcherry
19:05 – Ratt
20:35 – Whitesnake
22:35 – Aerosmith




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