Arquivo para março \31\UTC 2016

31
mar
16

Death Angel libera primeira faixa de novo álbum previsto para maio

“The Evil Divide” - Reprodução da capaO Death Angel liberou para os fãs no YouTube o áudio da primeira faixa de seu novo álbum, previsto para o mês de maio. “The Moth” é o nome da música, que traz a banda norte-americana de thrash metal bastante rápida e pesada, numa amostra de que vem coisa boa por aí.

O nome do disco novo é “The Evil Divide”. A capa, que pode ser vista ao lado, foi elaborada por Bob Tyrrell.

Serão 10 faixas no novo trabalho, cuja data exata de lançamento é o dia 27 de maio, via gravadora Nuclear Blast.

O período de pré-venda já está rolando nas lojas online, como a Amazon e o iTunes, além da própria loja online do Death Angel.

“The Evil Divide” é o oitavo álbum de estúdio do grupo norte-americano da Bay Area de São Francisco. O novo trabalho substitui o disco “The Dream Calls for Blood”, lançado em 2013.

Em 2015, o Death Angel chegou a lançar um álbum ao vivo. “The Bay Calls for Blood” trouxe um registro da banda tocando na cidade natal  e veio na esteira do lançamento do DVD “A Thrashumentary”, que traz um documentário sobre a história do grupo.

Considerado um dos grandes talentos do thrash metal e, ao mesmo tempo, uma banda injustiçada na questão do reconhecimento mundial, o Death Angel veio pela primeira e única vez ao Brasil em 2010. O Roque Reverso fez a cobertura dos dois shows brutais que a banda fez na cidade de São Paulo. O primeiro deles foi realizado no Clash Club e o segundo aconteceu o Blackmore Rock Bar.

Ouça abaixo a faixa “The Moth” e confira também a lista de músicas do novo disco de estúdio da banda.

Lista de Músicas

1. The Moth
2. Cause for Alarm
3. Lost
4. Father of Lies
5. Hell to Pay
6. It Can’t Be This
7. Hatred United, United in Hate
8. Breakaway
9. The Electric Cell
10. Let the Pieces Fall

30
mar
16

Ex-Hüsker Dü e Sugar, Bob Mould lança álbum ‘Patch the Sky’

"Patch the Sky" - Reprodução da capaQuem está com disco novo na praça é ninguém menos que Bob Mould, cultuado nome do rock alternativo. O músico norte-americano lançou no dia 25 de março o álbum “Patch the Sky”, que é seu 12º trabalho solo.

Para quem não se lembra logo de cara da importância de Bob Mould, ele foi líder do grupo Hüsker Dü, que despontou no fim dos Anos 70 e fez sucesso nos Anos 80, e da banda Sugar, que foi responsável por alguns hits alternativos nos Anos 90.

“Patch the Sky” sucedeu o disco “Beauty & Ruin”, de 2014. O álbum novo tem 12 músicas e vem sendo bem elogiado pela imprensa especializada e músicos.

Já está disponível para audição, por exemplo, no Spotify e conta, além da versão tradicional do CD, com versões em vinil e em formato digital.

Até o momento, “Patch the Sky” teve apenas uma música contemplada com um clipe. O nome dela é “Voices in My Head”.

A direção e a edição do clipe, lançado em janeiro, é de Alicia J. Rose. A produção é de Lara Cuddy.

Confira abaixo o vídeo de “Voices in My Head” e a lista de faixas do novo disco de Bob Mould.

Lista de Faixas

1. Voices in My Head
2. The End of Things
3. Hold On
4. You Say You
5. Losing Sleep
6. Pray for Rain
7. Lucifer and God
8. Daddy’s Favorite
9. Hands Are Tied
10. Black Confetti
11. Losing Time
12. Monument

29
mar
16

Deftones divulga a faixa ‘Doomed User’, também presente no novo disco previsto para abril

Deftones - Foto: DivulgaçãoO Deftones divulgou recentemente aos fãs via YouTube a faixa “Doomed User”. É mais uma música que estará presente no novo disco da banda norte-americana que será lançado no mês de abril.

“Gore” é o nome do álbum, cuja data exata para chegar aos fãs é o dia 8 de abril. Substituirá o disco “Koi No Yokan”, de 2012.

Antes da faixa “Doomed User”, o público já havia conhecido a música “Prayers/Triangles”, quando foram divulgados os detalhes do disco novo.

“Gore” está em período de pré-venda em sites específicos, como os da Amazon e o iTunes. Além da versão simples em CD, o disco também está sendo disponibilizado, por exemplo, numa versão limitada de vinil duplo.

Ouça abaixo a faixa “Doomed User”:

28
mar
16

Anthrax traz ‘aperitivo de luxo’ em ótimo show de abertura para o Iron Maiden na Arena do Palmeiras

Anthrax na Arena do Palmeiras - Foto: Divulgação MidioramaNão é toda hora que o fã de heavy metal pode ver numa mesma noite a apresentação de duas grandes bandas do quilate do Iron Maiden e do Anthrax. No sábado, dia 26 de março, no Allianz Parque, os sortudos que estavam presentes tiveram a oportunidade de ver o Iron como a atração principal da noite, mas tiveram uma espécie de “aperitivo de luxo” com um curto, mas ótimo show de abertura dos norte-americanos do Anthrax.

A apresentação do veterano grupo de thrash metal trouxe detalhes até então diferentes para quem já havia visto os músicos dos EUA em São Paulo. Na nova Arena do Palmeiras, o Anthrax fez seu show com maior público desde que tocou pela primeira vez na capital paulista em 1993 no saudoso Olympia.

Em contrapartida, trouxe para as 42 mil pessoas o menor repertório de todas 5 vezes que esteve em território paulistano.

Foram apenas 8 músicas, num cenário bem diferente, por exemplo, das apresentações recentes observadas no HSBC Brasil em 2012 e 2013, quando a banda trouxe shows excelentes e memoráveis, com 17 e 14 canções executadas, respectivamente.

Na verdade, o Anthrax é “macaco velho” de shows e foi muito esperto em adotar uma postura que, mais do que tudo, levava em conta não irritar o sempre exigente e fanático público do Iron Maiden. Quem viu o Slayer ser xingado por alguns em 2013 na abertura que fez para a “Donzela de Ferro” na Arena Anhembi, sabe muito bem que a paciência do público não é das maiores quando se espera um dos maiores grupos de heavy metal da história.

Não por acaso, o vocalista Joey Belladonna “massageou o ego” da galera em várias passagens da apresentação do Anthrax. Agradeceu diversas vezes o Iron Maiden pela oportunidade de fazer o show de abertura e foi prontamente ovacionado.

A curta apresentação do Anthrax começou com o megaclássico “Caught in a Mosh”, do disco “Among the Living”, de 1987. Compacta e tradicionalmente mais contemplativa do que o público do thrash metal, a plateia dominante do Iron Maiden não gerou as imensas rodas de mosh que costumam ser vistas nos shows do grupo norte-americano.

Para os fãs do Anthrax que não se arriscaram a criar uma roda de um homem só, a opção foi iniciar diversos bate-cabeças que podiam ser vistos em vários pontos da Pista e da Pista Vip.

Anthrax na Arena do Palmeiras - Foto: Divulgação AnthraxIron Maiden e Anthrax na Arena do Palmeiras - Foto: Divulgação Move ConcertsIron Maiden e Anthrax na Arena do Palmeiras em SP - Foto: Divulgação Iron MaidenIron Maiden e Anthrax na Arena do Palmeiras em SP - Foto: Divulgação Iron Maiden

O set list era enxuto, mas era um clássico atrás do outro. Isso foi visto na dobradinha “Got the Time” e “Antisocial”, que foi extremamente importante para deixar o público ligado.

O som do show do Anthrax, por sinal, estava com uma qualidade, se bobear, até melhor do que o da apresentação do Iron, já que, na performance dos britânicos, algumas estouradas de som puderam ser verificadas em uma ou outra música.

O peso e o volume alto surpreendia e cativava muitos do público que ainda não haviam visto o Anthrax ao vivo. “Fight ‘Em ‘Til You Can’t”, do bom disco “Worship Music”, de 2011, manteve a energia e a qualidade.

Scott Ian continua sendo um dos maiores guitarristas base da história do heavy metal e produzia riffs das mais diversas intensidades, deixando o público hipnotizado. Era difícil não movimentar a cabeça na sintonia dos acordes do brilhante músico.

A passagem do Anthrax pelo Brasil trazia como ingrediente importante o lançamento recente do disco “For All Kings” em fevereiro deste ano. Com a faixa “Evil Twin”, o público pode ter contato com uma amostra ao vivo do novo álbum. Depois do antiga “Medusa”, outra nova, “Breathing Lightning”, também foi executada.

Vale destacar que, por conta de problemas de saúde ligado à cirurgia que fez em 2015 nas mãos, o baterista original Charlie Benante não veio ao Brasil. No seu lugar veio o sempre disponível Jon Dette. que já tocou com Testament e Slayer.

A última do Anthrax na noite do Allianz Parque foi nada menos que “Indians”. Foi nesta música que a ausência de uma grande roda de mosh foi sentida, mas os norte-americanos revelariam uma ótima surpresa aos fãs brasileiros: a participação especial do guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser.

Kisser, que tocaria horas mais tarde com o Sepultura no Sesc Pompeia, a poucos metros da Arena do Palmeiras, mandou super bem e ainda deu uma palhinha com o Anthrax na execução de um trecho de “Refuse-Resist”, que levou a plateia à loucura.

No fim, mais um grande show do Anthrax no Brasil, com a garantia de que o público do Iron Maiden aprovou esta ilustre abertura. O guitarrista Scott Ian agradeceu bastante e prometeu que, no ano que vem, o grupo de thrash metal voltará ao Brasil.

Para relembrar a apresentação do Anthrax no Allianz Parque, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique com inicialmente com o de “Caught in a Mosh”. Depois, veja os de “Got the Time”, “Antisocial” e “Indians”.

Set list

Caught in a Mosh
Got the Time
Antisocial
Fight ‘Em ‘Til You Can’t
Evil Twin
Medusa
Breathing Lightning
Indians

27
mar
16

Em grande show na Arena do Palmeiras, Iron Maiden define SP como o ‘coração do metal’ no Brasil

Iron Maiden na Arena do Palmeiras em SP - Foto: Reprodução YouTubeO Iron Maiden fechou com chave de ouro sua turnê brasileira para a divulgação do disco “The Book of Souls”. Em São Paulo, para um público de 42 mil pessoas no Allianz Parque, a lendária banda britânica de heavy metal mesclou no sábado, dia 26 de março, músicas do seu mais novo álbum com clássicos indispensáveis de uma carreira.

Na apresentação, o vocalista Bruce Dickinson não escondeu sua satisfação em tocar na capital paulista.

Acabou definindo a cidade como o “coração do metal” no País, levando o público ao êxtase.

Ao lado de outra banda clássica, o Anthrax, que foi uma espécie de “aperitivo de luxo” na abertura da agradável noite paulistana, o Iron Maiden proporcionou à nova Arena do Palmeiras o primeiro evento ligado ao heavy metal dentro do espaço inaugurado em 2014. O local já havia sido palco de outros grandes shows, como os de Paul McCartney e David Gilmour, mas jamais havia passado por uma experiência com a música pesada.

Considerada por grande parte dos fãs de heavy metal como a banda ícone do estilo, o Iron Maiden não decepcionou, mostrando que continua com gás e possibilidade de seguir em frente, mesmo com membros na casa dos 60 anos de idade e com os problemas recentes de Dickinson, que se recuperou em 2015 de um tumor cancerígeno na parte de trás da língua.

A apresentação do Iron Maiden começou na Arena do Palmeiras com cerca de 20 minutos de atraso. Após a já tradicional música “Doctor Doctor”, do UFO, o fiel público da “Donzela de Ferro” já sabia que o show estava para ser iniciado. Luzes apagadas e os telões são acesos com a cena do avião da banda preso numa selva. Ele é salvo pelo mascote Eddie, que arremessa a aeronave para o alto.

As luzes se acendem no palco, onde, no topo, num púlpito, Bruce Dickinson aparece com um capuz preto numa espécie de ritual, cercado por um cenário todo místico e relacionado à cultura maia, com fumaça, pirâmide e tochas acesas. Logo em seguida, o restante do grupo vem com tudo ao palco, levando o Allianz Parque inteiro ao delírio na execução da música “If Eternity Should Fail”.

Com exceção da antiga “Children of the Damned”, do clássico álbum “The Number of the Beast”, de 1982, as cinco primeiras canções foram do disco novo. Destas “Speed of Light”, que ficou famosa por causa do clipe moderno e cheio de feitos que homenagearam os videogames, foi a que mais empolgou o público, já que tem todas as características de um hit.

Na maior parte deste primeiro trecho do show, o público do Iron Maiden manteve a atitude de contemplação, mais quieto do que nas execuções dos clássicos, como se estivesse avaliando a banda tocando as canções novas. Este comportamento mudou automaticamente quando o primeiro sucesso incontestável do grupo foi iniciado.

Em “The Trooper”, do ótimo disco “Piece of Mind”, de 1983, a Arena inteira do Palmeiras começou a cantar e a pular sem parar. Música obrigatória em todos os repertórios de shows do Maiden, ela foi tocada com maestria pelo grupo, enquanto Dickinson, na tradicional roupa de soldado da Primeira Guerra Mundial, empunhava a bandeira do Reino Unido.

Para o fã acostumado com os show do Iron Maiden, “The Trooper” é um dos muito momentos manjados das apresentações do grupo. Nem por isso deixa de ser interessante e vibrante, dada a capacidade de levantar e empolgar  a plateia. Para os fãs que vivem a primeira experiência da “Donzela de Ferro”, a momento dificilmente sai de maneira rápida da mente.

Iron Maiden na Arena do Palmeiras em SP - Foto: Reprodução YouTubeIron Maiden na Arena do Palmeiras em SP - Foto: Reprodução YouTubeIron Maiden e Anthrax na Arena do Palmeiras em SP - Foto: Divulgação Move ConcertsIron Maiden na Arena do Palmeiras em SP - Foto: Divulgação MidioramaIron Maiden e Anthrax na Arena do Palmeiras em SP - Foto: Divulgação Iron MaidenMaiden2Iron Maiden na Arena do Palmeiras em SP - Foto: Reprodução YouTubeIron Maiden na Arena do Palmeiras em SP - Foto: Divulgação Midiorama

O show segue com outro clássico, “Powerslave”, faixa-título daquele que é considerado por muitos o melhor álbum do Iron Maiden. Poderosa em com um dos mais atraentes riffs da história do grupo, a canção foi capaz de provocar as mais diversas reações entre os fãs: desde o tradicional bate-cabeça, a rodas (que já haviam sido vistas em “The Trooper”) e gente pulando freneticamente.

Mais duas do novo disco foram tocadas na sequência: “Death or Glory” e “The Book of Souls”, que trouxe o mascote de 3 metros Eddie na sua tradicional caminhada sobre o palco para completo delírio da multidão fanática. O boneco, que, no Brasil, já apareceu com camisa de futebol, cheio de faixas de múmia, com roupagem futurística de Blade Runner e até de pirata, desta vez, veio com o mesmo tema maia da capa do álbum recente.

Além da costumeira brincadeira que costuma fazer com o agitado guitarrista Janick Gers, Eddie acabou tendo seu coração arrancado por Bruce Dickinson, em mais uma das sacadas teatrais que só o Iron Maiden tem a manha de fazer no rock n’ roll.

Após a performance teatral, o Iron Maiden trouxe de uma vez só três ultraclássicos de sua carreira: “Hallowed Be Thy Name”, “Fear of the Dark” e “Iron Maiden”.

A primeira é uma das músicas mais completas do grupo. A letra interessante, que narra os momentos que antecedem a forca de um condenado, ganha a companhia de uma melodia poderosíssima, com direito à exibição magistral das guitarras de Dave Murray e Adrian Smith, na companhia do baixo matador do incansável líder Steve Harris e das batidas certeiras do batera Nicko McBrain. Dickinson, vestido exatamente de condenado e com um pedaço da corda da forca em mãos, deu o tradicional show de interpretação e ainda chegou a bater a corda nos pratos da bateria de McBrain.

Buscapé

“Fear of the Dark” é o momento de êxtase pleno do público. Pode ser tão manjada quanto “The Trooper”, mas inegavelmente é a música que levanta até os mortos da tumba. Com o Allianz Parque totalmente iluminado pelos celulares da plateia, o coro que se ouviu na introdução foi capaz de arrepiar o mais frio dos humanos. Com a acústica ótima da nova arena palmeirense, a sensação ficou ainda mais marcante, como se o caldeirão tradicional dos jogos de futebol da equipe alviverde tivesse sido transportado para o show de uma das maiores bandas da história de todo o rock.

“Iron Maiden”, outro clássico sempre presente, trouxe novos efeitos pirotécnicos e a costumeira aparição de Eddie, no formato ainda maior, no fundo do palco. Desta vez, a banda optou por um boneco inflável imenso com a temática da capa do novo álbum. Mesmo mais simples que em shows anteriores, o mascote enorme empolgou os já emocionados fãs do grupo.

Após a pausa para o bis, foi a vez da marcante “The Number of the Beast”. Desde a tradicional fala da introdução até o fim da música, os fãs cantaram letra por letra desta canção histórica. Era véspera de Páscoa, sábado de Aleluia. E o ambiente do Allianz Parque era de pura devoção aos embaixadores do heavy metal.

Na sequência, “Blood Brothers”, do disco “Brave New World”, de 2000, não é exatamente um clássico do Iron Maiden, mas, desde que foi apresentada no Brasil pela primeira vez no Rock in Rio de 2001, sempre teve o poder de fazer o público cantar junto.

Bruce Dickinson lembrou que a banda já é uma assídua visitante do País desde o primeiro Rock in Rio na década de 80. Exaltou o Brasil e especialmente São Paulo, considerado por ele o “coração do metal” no País. Chegou a provocar os paulistas com a tradicional rivalidade com os cariocas, mas recordou que todos viviam em um mesmo País, num ótimo recado à turminha do ódio que vem aproveitando o momento político conturbado brasileiro para destilar todo o sentimento mais negativo que o ser humano é capaz.

A última da apresentação do Iron Maiden foi a sempre belíssima “Wasted Years”, que é um dos sucessos mais admirados da banda aqui no Brasil. Com uma das melodias mais marcantes da história do heavy metal, o clássico fechou com chave de ouro o grande show do grupo britânico.

Há quem tenha reclamado de um set list curto para a história do Iron Maiden e da ausência de outros sucessos. Pode ser até que o público ficou mal acostumado com as turnês de 2013 e de 2008. Este foi, no entanto, o repertório idêntico às demais apresentações da banda no Brasil na turnê que passou também pelo Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Fortaleza.

Em tempos nos quais grandes nomes do rock, como Lemmy Kilmister e David Bowie, estão morrendo, momentos com os shows do Iron Maiden precisam ser ainda mais valorizados, já que nunca se sabe se aquela vai ser a última apresentação do grupo no Brasil. O que tranquiliza é que os músicos mostraram que ainda têm gás e capacidade para trazer grandes shows ao seu público exigente e fiel. Dickinson prometeu voltar. Resta a todos a torcida para a banda cumprir a promessa.

Para relembrar o grande show do Iron Maiden no Allianz Parque, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique com a abertura por meio da música “If Eternity Should Fail”. Na sequência, fique com “Hallowed Be Thy Name”, “Fear of the Dark” e “Iron Maiden”. Depois, veja as performances do Iron em “The Number of the Beast” e “Wasted Years”.

Set list

If Eternity Should Fail
Speed of Light
Children of the Damned
Tears of a Clown
The Red and the Black
The Trooper
Powerslave
Death or Glory
The Book of Souls
Hallowed Be Thy Name
Fear of the Dark
Iron Maiden

The Number of the Beast
Blood Brothers
Wasted Years

25
mar
16

Banda The Sisters of Mercy voltará ao Brasil para show em SP em setembro

The Sisters of Mercy em SP - Reprodução do cartaz do showO grupo The Sisters of Mercy voltará ao Brasil em setembro para se apresentar em São Paulo. A banda britânica tocará no Tom Brasil (antigo HSBC) no dia 16 daquele mês.

De acordo com a produtora Top Link, ainda não há informações sobre preços dos ingressos, mas elas serão divulgadas em breve ao público.

Até o momento, o que se sabe é que a loja Consulado do Rock, na Galeria do Rock, venderá as entradas, assim como o site Ingresso Rápido.

Nesta nova turnê mundial, o The Sisters of Mercy tem apresentado clássicos de todos os álbuns e algumas faixas menos badaladas. O repertório costuma ter mais de 20 músicas.

No set list, clássicos como “More”, “Lucretia My Reflection”, “Vision Thing”, “Temple of Love” e “This Corrosion” estão presentes.

Atualmente, a banda é formada por Adrew Eldritch (vocal), Doktor Avalanche (bateria e baixo), Chris Catalyst (guitarra) e Ben Christo (guitarra).

Desde o seu primeiro álbum, “First And Last And Always”, de 1985, o Sisters of Mercy tornou-se um dos grandes nomes do rock alternativo britânico graças a uma sonoridade soturna e original. Os CDs posteriores, “Floodland” (1987) e “Vision Thing” (1990), ajudaram a firmar o nome do grupo em todo o mundo, incluindo o Brasil, onde tocaram pela primeira vez em 1990.

Exatamente desde 1990, o grupo não lança discos novos. Permanece, entretanto, a banda permaneceu se apresentando ao vivo em festivais e shows próprios. Em mais de 30 anos de carreira, o grupo teve diversas formações, sempre mantendo seu líder, o cantor e compositor Andrew Eldritch.

Em 2012, a banda passou pelo Brasil. Tocou em São Paulo no saudoso Via Funchal, onde atraiu um bom público para o show.

24
mar
16

Disco que marcou início de 2ª era de sucesso para o Van Halen, ‘5150’ faz 30 anos e continua vigoroso

"5150" - Reprodução da capa do discoPor Rafael Franco*

Lançando pela gravadora Warner Bros. Records em 1986, o disco “5150”, do Van Halen, completa 30 anos de seu lançamento nesta quinta-feira, dia 24 de março de 2016. Sétimo álbum de estúdio do grupo, ele marcou o início de uma segunda era gloriosa e de muito sucesso para a banda, considerada uma das melhores do cenário do rock em todos os tempos.

Foi o primeiro disco lançado pelo grupo após a primeira saída de David Lee Roth, lendário vocalista que acabou deixando a banda por causa de atritos com Eddie Van Halen, guitarrista já consagrado, que, ao lado do irmão e baterista Alex, batizou com o seu sobrenome o quarteto que então também contava com Michael Anthony (baixista).

A saída de Lee Roth ocorreu depois da turnê de promoção do icônico disco “1984”, também um grande sucesso do Van Halen, cujo principal hit, “Jump”, foi o único single da banda a alcançar o topo das paradas da Billboard. Mas, apesar da saída do astro, o Van Halen voltou em grande forma em 1986 com a introdução de Sammy Hagar como vocalista.

Dono também de uma voz poderosa, embora sem a mesma técnica vocal de seu antecessor, Hagar já era um artista solo de sucesso depois de ter feito parte da banda Montrose. E ele acabou encaixando perfeitamente no grupo para um disco que se tornaria o primeiro do Van Halen a encabeçar o top 200 da Billboard.

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