Posts Tagged ‘Testament

03
abr
20

Testament lança vídeo da música ‘Children Of The Next Level’

O Testament lançou nesta sexta-feira, 3 de abril, o vídeo da música “Children Of The Next Level”. É mais uma canção do novo álbum que a banda norte-americana de thrash metal trouxe aos fãs exatamente nesta mesma data.

O vídeo animado é uma criação de Balázs Gróf.

“Titans of Creation” é o 13º disco do Testament.

O álbum sucedeu “Brotherhood of the Snake”, que foi lançado em 2016 e que havia vindo na sequência de “Roots of Earth”.

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29
mar
20

Compositor do clássico ‘I Love Rock ‘n’ Roll’, Alan Merrill morre aos 69 anos devido ao coronavírus

A pandemia que assola o planeta fez uma vítima importante do rock. Alan Merrill, um dos músicos norte-americanos que compôs a música “I Love Rock ‘n’ Roll”, morreu aos 69 em Nova York devido ao novo coronavírus. A informação foi confirmada neste domingo, 29, pela filha dele, Laura.

Ao lado do guitarrista Jake Hooker na banda Arrows, o vocalista e guitarrista Merrill escreveu e lançou em 1975 “I Love Rock ‘n’ Roll”.

Anos mais tarde, ela virou um hino do rock quando a versão de Joan Jett & the Blackhearts estourou mundialmente em 1982.

Alan Merrill estava internado no Hospital Mount Sinai, em Nova York.

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05
fev
20

Testament libera música ‘Night of the Witch’, de novo álbum previsto para abril

Testament - Reprodução da capa de "Titans of Creation"O Testament liberou para audição nas diversas plataformas online a música “Night of the Witch”. É uma amostra relacionada ao novo álbum que a banda norte-americana de thrash metal lançará ainda no primeiro semestre de 2020.

“Titans of Creation”, cuja belíssima capa acompanha este texto, será o 13º disco do Testament.

A data oficial de lançamento é o dia 3 de abril.

O álbum sucederá “Brotherhood of the Snake”, que foi lançado em 2016 e que havia vindo na sequência de “Roots of Earth”.

A produção de “Titans of Creation” é do vocalista Chuck Billy e do guitarrista Eric Peterson, na companhia de Juan Urteaga.

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05
out
19

Capitaneadas por Iron Maiden, Slayer e Scorpions, bandas do Dia do Metal reinam no Rock in Rio; Nervosa destrói

Redação RЯ 

“Noite do Metal” ou “Dia do Metal”? Tanto faz para quem esteve na Cidade do Rock ou simplesmente acompanhou pela TV o quinto dia do Rock in Rio 2019. O fato é que o dia 4 de outubro foi uma verdadeira celebração do bom e velho rock n’ roll num festival que leva o seu nome.

Iron Maiden, Slayer e Scorpions, todos veteranos, capitanearam o dia voltado ao rock pesado com shows inesquecíveis.

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14
jan
19

Rock in Rio confirma dia 11 de abril como data de venda geral de ingressos

Rock in Rio - LogoOs organizadores do Rock in Rio confirmaram nesta segunda-feira, 14 de janeiro, a data da venda oficial dos ingressos para o festival de 2019 na capital fluminense. Será no dia 11 de abril, a partir das 19 horas.

O festival acontecerá na Cidade do Rock nos dias 27, 28 e 29 de setembro e 3, 4, 5 e 6 de outubro. Será realizado pela segunda edição consecutiva no Parque Olímpico.

Na venda antecipada desta edição, que aconteceu em novembro do ano passado, 198 mil Rock in Rio Cards foram vendidos em menos de duas horas.

Para mais informações sobre o Rock in Rio e a compra de ingressos basta o fã acessar o site http://www.rockinrio.com.

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06
dez
18

Rock in Rio anuncia Anthrax, Slayer, Torture Squad, Claustrofobia, Chuck Billy e Nervosa para Palco Sunset

Palco Sunset - Rock in Rio - Cartaz de DivulgaçãoO Rock in Rio de 2019 terá uma verdadeira festa do heavy metal no dia 4 de outubro. Depois de completar em setembro de 2018 as atrações do Palco Mundo com a confirmação de quatro nomes de grande peso (Iron Maiden, Scorpions, Megadeth e Sepultura), os organizadores do festival anunciaram os nomes do Palco Sunset com atrações importantes do cenário internacional e nacional do thrash metal.

Conforme confirmação realizada nesta quinta-feira, 6, nada menos que os norte-americanos Slayer e Anthrax estarão no palco secundário do festival que será realizado na capital fluminense. Completam ainda o Palco Sunset duas das principais bandas da cena underground brasileira: Claustrofobia e Torture Squad, que recebem simplesmente o grande Chuck Billy, vocalista da banda norte-americana Testament.

A revelação nacional Nervosa, que vem sendo uma das bandas brasileiras mais elogiadas internacionalmente na atualidade, também estará no Sunset e fará a abertura do dia.

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03
maio
17

Testament volta ao Brasil em agosto para shows em SP e no Rio

Testament no Brasil - Cartaz de DivulgaçãoMais uma banda importante de thrash metal vem ao Brasil em 2017. Em agosto, é a vez do Testament retornar ao País para shows em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Na capital paulista, a banda norte-americana tocará no Carioca Club no dia 19 de agosto. Na capital fluminense, vai se apresentar no dia seguinte no Circo Voador.

Os shows fazem parte da turnê pela América Latina de divulgação do novo álbum “Brotherhood of the Snake”, lançado em outubro do ano passado.

Os ingressos para a exibição em São Paulo estão disponíveis na Galeria do Rock (Loja 255), no site do Clube do Ingresso (http://www.clubedoingresso.com) e pontos autorizados pela empresa na capital paulista, Osasco, São Caetano do Sul, Santo André, Curitiba e Rio de Janeiro.

As entradas para a apresentação no Rio de Janeiro estão disponíveis no próprio Circo Voador e no site da Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br).

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02
nov
16

Testament divulga o clipe da música ‘The Pale King’, de álbum recém-lançado

Testament - Foto: DivulgaçãoO Testament liberou no YouTube o clipe da música “The Pale King”. É o primeiro relacionado ao recém-lançado disco “Brotherhood of the Snake”.

A direção é de Tommy Jones num clipe que sabe mesclar bem as imagens do grupo norte-americano de thrash metal tocando, em meio a uma faixa bem pesada e interessante.

“Brotherhood of the Snake” foi lançado oficialmente no dia 28 de outubro.

É o 12º álbum de estúdio do Testament. Sucedeu o ótimo disco Dark “Roots of Earth”, de 2012, que teve turnê de divulgação passando pelo Brasil em 2013.

A produção do disco ficou por conta de Juan Urteaga, na companhia do guitarrista Eric Peterson e o do vocalista Chuck Billy.

A mixagem e masterização ficou por conta de Andy Sneap, que já trabalhou com o próprio Testament, além de outras bandas importantes, como o Megadeth, o Accept, o Kreator e o Machine Head.

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15
ago
16

Testament libera capa de novo disco previsto para outubro

"Brotherhood of the Snake" - Reprodução da capaO Testament divulgou na primeira quinzena deste mês de agosto de 2016 a capa do novo álbum que lançará no último trimestre do ano. “Brotherhood of the Snake” é o nome do disco, que chegará aos fãs no dia 28 de outubro.

A arte da impactante capa é de Eliran Kantor.

“Brotherhood of the Snake” será o 12º álbum de estúdio do Testament. Sucederá o disco Dark “Roots of Earth”, de 2012, que também contou com a capa elaborada por Kantor.

A produção do disco ficou por conta de Juan Urteaga, na companhia do guitarrista Eric Peterson e o do vocalista Chuck Billy.

A mixagem e masterização ficou por conta de Andy Sneap.

Ele já trabalhou com o próprio Testament, além de outras bandas importantes, como o Megadeth, o Accept, o Kreator e o Machine Head.

“Brotherhood of the Snake” virá pela gravadora Nuclear Blast.

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08
jun
15

Turnê do Testament com o Cannibal Corpse pela América do Sul passará pelo Brasil em novembro

Cartaz da Turnê pela América do Sul do Testament com o Cannibal Corpse - Foto: ReproduçãoO Testament e o Cannibal Corpse farão turnê pela América do Sul em novembro e ela passará pelo Brasil. De acordo com a produtora Liberation, as bandas norte-americanas tocarão em Porto Alegre no dia 17; em Curitiba no dia 18; no Rio de Janeiro no dia 20; e, em São Paulo no dia 21.

Na capital gaúcha, os shows serão realizados no Bar Opinião. Na capital paranaense, serão no Vanilla Music Hall. Na capital fluminense, as apresentações estão marcadas para o Circo Voador. Na capital paulista, as bandas tocarão no Carioca Club.

De acordo com a produtora, as vendas de ingressos para o show em Porto Alegre começam no dia 10 de junho. Os preços são de R$120,00 (estudante) e R$ 150,00 para não estudantes, ambos no esquema antecipado. No dia da apresentação, as entradas saem por R$ 140,00 para estudantes e R$ 175,00 para não estudantes. O site para compra é o Minha Entrada e mais detalhes podem ser conferidos aqui.

Para a apresentação em Curitiba, as vendas começam também no dia 10 de junho pela internet e no dia 17 nos pontos físicos.

O primeiro lote de ingressos de Pista sai por R$ 120,00, tanto no esquema para estudantes como no promocional, que acontece com a doação de 1 quilo de alimento. O segundo lote custa R$ 150,00 e o terceiro por R$ 180,00. O site para a compra é o Clube do Ingresso e mais detalhes podem ser conferidos aqui.

Em relação ao show do Rio de Janeiro, as vendas terão início também no dia 10 de junho, só que pelo site Ingresso.com. Os valores de Pista para primeiro lote saem por R$ 120,00 (tanto no esquema para estudantes como no promocional, que acontece com a doação de 1 quilo de alimento); para o segundo, por R$ 150,00; e, para o terceiro, por R$ 180,00. Mais detalhes podem ser observados aqui.

Quanto à apresentação de São Paulo, as vendas começam também no dia 10 de junho pela internet e no dia 17 nos pontos físicos. O primeiro lote de ingressos de Pista sai por R$ 120,00, tanto no esquema para estudantes como no promocional, que acontece com a doação de 1 quilo de alimento. O segundo lote custa R$ 150,00 e o terceiro por R$ 180,00. O site para a compra é o Clube do Ingresso e mais detalhes podem ser conferidos aqui.

25
jul
13

30 anos do álbum “Kill ‘Em All”, o primeiro do Metallica

Kill 'Em All25 de julho de 2013 marca uma data de grande importância para rock. Há 30 anos, o Metallica lançava o seu primeiro álbum, o ótimo  “Kill ‘Em All”, que mudou o heavy metal e trouxe para os fãs uma nova vertente mais agressiva e rápida do estilo: o thrash metal.

Numa época na qual o hard rock e o próprio heavy metal, especialmente nos Estados Unidos, estavam sendo dominados por bandas maquiadas demais e com cabelos mais espalhafatosos do que o normal, quatro caras que ainda tinham o rosto com as espinhas do final da adolescência deram uma verdadeira chacoalhada na cena oitentista.

Suas letras, de maneira diferente da que era vista no cenário do hard rock norte-americano, não focavam mulheres gostosas, carros e festas.

Traziam uma certa revolta adolescente que tinha como base sonora um heavy metal tocado na velocidade da luz, sem deixar uma certa técnica de lado.

Com o  “Kill ‘Em All”, o Metallica trazia para o público uma cena criativa que bombava na Bay Area de São Francisco com uma série de bandas que consolidariam, ao lado do grupo precursor, o thrash metal. Exodus, Testament, Forbidden, Vio-lence e Death Angel foram alguns dos nomes que se beneficiariam daquele disco e que também seriam reconhecidos pela imprensa especializada.

Para concretizar a gravação do disco, porém, nada foi tão fácil para a banda. Numa época na qual a internet não existia, tudo era menos prático do que os dias de hoje.

A própria criação do grupo foi inusitada para os padrões de hoje, já que, ainda em Los Angeles, em 1981, James Hetfield respondeu a um anúncio que o baterista dinamarquês Lars Ulrich havia colocado no jornal local. Lars queria formar uma banda, colocando em prática suas influências, entre elas o Deep Purple, o Iron Maiden e o Diamond Head. James, que, além do metal, também tinha influência musical vinda do punk, juntou-se então ao cara que seria seu companheiro de grupo até os dias de hoje.

Pouco mais tarde, outro anúncio de jornal recrutou outro guitarrista: nada menos que Dave Mustaine, que possuía um equipamento invejável para a época e tinha um conhecimento musical também nada desprezível. Para o baixo, Ron McGovney foi o escolhido, mas não ficaria muito tempo.

Tudo porque, após gravarem uma fita demo denominada “No Life ´Til Leather” e fazer certo sucesso na cena underground, Ulrich e Hetfield assistiram, em 1982, a um show da banda Trauma, que contava com um baixista que os impressionou absurdamente: simplesmente o grande Cliff Burton.

Engajados na aquisição de Burton, Hetfield, Lars e Mustaine descartam McGovney e seguiram as exigências do talentoso baixista, que fez todos se mudarem para São Francisco.

Com alguns shows e encrencas arranjadas por Mustaine, que bebia além do suportável, Lars e Hetfield tomaram a decisão de mandar embora aquele que pouco mais tarde fundaria nada menos que o Megadeth, outro gigante do thrash. Para o lugar do guitarrista, Kirk Hammett, do Exodus, foi recrutado e a formação definitiva para a gravação do álbum foi consolidada.

Ajudados pelo promotor Johnny “Z” Zazula, que viu talento no grupo e decidiu montar a própria gravadora, a Megaforce Records, os músicos finalmente lançaram o  “Kill ‘Em All”. A ideia de nome inicial era “Metal Up Your Ass”, mas houve um consenso de que tal título era “um pouco” ofensivo demais.

Para quem gosta de thrash metal, é impossível achar alguma música ruim no disco. “Hit the Lights”, The Four Horsemen, “Motorbreath” e “Jump in the Fire” são verdadeiros petardos sonoros que fazem tudo tremer. A pérola instrumental “(Anesthesia) Pulling Teeth” traz o baixo de Cliff Burton num dos maiores momentos do músico e é apenas um momento de menor intensidade até a chegada de “Whiplash”, que fechava o então Lado A com a agressividade de poucas canções.

O Lado B não deixa o peso e a velocidade caírem. “Phantom Lord” e “No Remorse” obrigam a cabeça a se movimentar intensamente. “Seek & Destroy” é um ultraclássico do thrash e a última, “Metal Militia”, era uma mensagem para os desavisados de que o Metallica estava chegando para ficar, e por um longo tempo, no cenário musical.

A banda sempre mudaria nos discos seguintes, com a introdução de partes mais melódicas e mais técnica, mas “Kill ‘Em All” foi o álbum que apresentou uma vertente nova do heavy metal para o mundo.

Para celebrar o grande disco, o Roque Reverso descolou clipes no YouTube. Fique com vídeos super amadores de shows da banda em 1983, tocando “No Remorse”, “Seek & Destroy” e “Hit the Lights”, estes dois últimos ainda com Dave Mustaine.

31
maio
13

Show do Anthrax em SP ao lado do Testament trouxe verdadeira celebração do thrash metal

Felizardo foi o sujeito que esteve presente na noite que reuniu no mesmo lugar o Anthrax e o Testament em São Paulo no dia 15 de maio. O HSBC Brasil pode não ter lotado completamente, mas recebeu um excelente público em plena quarta-feira, quando foi vista uma verdadeira celebração do thrash metal, num daqueles momentos que o fã do estilo simplesmente não pode perder.

Já criticamos na resenha do show do Testament o fato de os produtores colocarem dois grupos internacionais de tal calibre para tocar num dia de meio de semana. A despeito de a capital paulista pertencer ao seleto grupo de cidades do globo no qual a noite é movimentada e agitada de domingo a domingo, há momentos que o mais sensato é descolar uma data de fim de semana; um sábado seria perfeito.

Tal medida facilitaria a vida não somente do público, que não perderia as primeiras músicas do show do Testament, mas também das bandas, já que as apresentações de cada uma delas poderiam até ser mais longas e com mais músicas. Talvez justamente por causa do show mais curto de 2013, a performance do Anthrax pode, para alguns, não ter superado a de 2012 no mesmo HSBC.

Para outros fãs, porém, o set list de 2013 pode ter sido menor, mas teve maior qualidade. Um outro grupo pode dizer ainda que uma apresentação completou a outra, trazendo algumas músicas que haviam faltado no ano passado e até com covers incríveis de grandes bandas. O fato é que, mais uma vez, o Anthrax não decepcionou e cumpriu seu papel de grande expoente do thrash metal.

O show

Terminada a competente apresentação do Testament, a equipe de roadies fez um trabalho relativamente rápido e deixou o palco completamente pronto para o Anthrax iniciar sua festa. Já com o HSBC claramente mais cheio que no show anterior, o grupo iniciou sua celebração do thrash metal com três petardos sonoros históricos do gênero.

Retiradas do lendário álbum “Among de Living”, de 1987, a faixa-título, “Caught In A Mosh” e “Efilnikufesin (N.F.L.)” incendiaram o público. Se, na famigerada Pista Vip, quem estava presente tinha o privilégio de assistir ao grupo bem de perto, na Pista Comum é que o show era apreciado da maneira mais tradicional do thrash: rodas de mosh empolgadas.

Se as duas primeiras haviam sido executadas em 2012 no mesmo HSBC, “N.F.L.” tinha sido a grande ausência do ano passado. E, se você já entrou numa roda de mosh nesta música, sabe o quanto isso faz bem para a vida! Para os mais velhos, como este jornalista, que viveram o estilo nas décadas de 80 e 90, é como se fosse a entrada na fonte da juventude!

Num link entre passado e presente, o Anthrax trouxe uma música do mais recente álbum da banda, o ótimo “Worship Music”, lançado em 2011. “Fight ‘Em ‘Til You Can’t”, talvez uma das melhores do disco, manteve a vibração do show e confirmou a banda em boa fase.

Vale lembrar que uma diferença marcante entre a apresentação de 2012 e de 2013 foi a presença de Jon Donais em uma das guitarras, no lugar de Rob Caggiano, que deixou o grupo em janeiro. Caggiano é um bom músico, mas Donais mostrou ter mais presença de palco, agitando muito mais do que o antigo guitarrista, que era sujeito um pouco parado nos shows para os padrões do thrash.

Quanto ao restante dos músicos, os pertencentes à formação clássica do Anthrax estavam todos lá: Charlie Benante triturando a bateria, Frank Bello impondo sua energia incrível e tradicional no baixo, Joey Belladonna com seu vocal inconfundível e o mago da guitarra base Scott Ian, que continua dando verdadeiras aulas no instrumento.

Se o evento de 2012 trazia a turnê de divulgação do “Worship Music”, o de 2013 permitiu a troca de algumas músicas do novo álbum por faixas diferentes. E foi com um presente das antigas que o grupo trouxe nada menos que “March Of The S.O.D.” para surpresa de muitos no HSBC. A faixa instrumental do famoso projeto paralelo S.O.D., de Scott Ian e Charlie Benante, serviu para Belladonna dar uma descansada e se preparar para o restante da apresentação.

O vocalista, por sinal, estava bem mais agitado que em 2012. Corria pelo palco como um alucinado e chegou a pedir várias vezes para o público alguns “cigarrinhos”. Não teve retorno neste caso, mas provocou diversos risos da plateia, que viu Belladonna várias vezes empunhando uma câmera que transmitia a apresentação para os telões.

Depois de a banda tocar “March Of The S.O.D.”, foi a vez de duas lindas homenagens a duas grandes figuras do heavy metal já falecidas. Ao som da faixa “In The End”, também do “Worship Music”, o Anthrax lembrou o vocalista Ronnie James Dio e o guitarrista Dimebag Darrell (ex-Pantera) por meio de duas grandes bandeiras estendidas em cada lado do palco.

As homenagens não pararam ali e, logo na sequência, foi a vez de o Anthrax tocar “T.N.T.”, do AC/DC, que faz parte do bom EP de covers “Anthems” , que a banda de thrash metal lançou em 2013. Scott Ian anunciou a música como a “da melhor banda do mundo” e o público curtiu bastante aquele momento histórico em palcos brasileiros.

A apresentação empolgava bastante e atingiria o tradicional ápice na clássica “Indians”, também do “Among the Living”. Hora de entrar em mais rodas de mosh! E, desta vez, houve, na verdade, a junção de várias delas numa única, que se transformou em um negócio gigante que quase engoliu a Pista Comum do HSBC.

Depois de gastar todas as energias na “wardance” de “Indians”, o público teve a oportunidade de se recuperar em “Medusa”, do álbum “Spreading the Disease”, de 1985. Logo em seguida, emendou a clássica “Got The Time”, cover de Joe Jackson, que faz parte do disco “Persistence of Time”, de 1990.

Para fechar a empolgante primeira parte do show, o Anthrax trouxe a não menos clássica “I Am The Law”, também do “Among the Living”. O saldo até aquele momento era mais do que positivo, mas o público queria mais e seria presenteado com mais grandes momentos na sequência.

Após a pausa para o descanso, o bis trouxe Frank Bello e Scott Ian mandando ver nos vocais em “I’m The Man”. A eterna mistura inusitada entre rap e thrash foi complementada por mais uma grande homenagem da noite, desta vez ao falecido Jeff Hanneman, do Slayer. Com um trecho do petardo “Raining Blood”, o eterno guitarrista foi lembrado de maneira digna no HSBC pelos companheiros de Big Four.

O show se aproximava do fim, mas outros dois clássicos seriam reservados para o final. Já com Joey Belladonna de volta aos vocais, o grupo emendou “Madhouse”, do “Spreading the Disease”, e “Antisocial”, cover do Trust, presente no disco “State of Euphoria”, de 1988.

O público queria mais, mas a banda terminou a apresentação, deixando o gosto de “quero mais”. Em mais uma noite memorável em solo paulistano, o Anthrax honrou a história do thrash metal, justificando com sobras o motivo de o gênero ser tão querido pelo público brasileiro.

Para relembrar grandes momentos do show do Anthrax no HSBC, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com o começo arrasador de “Among the Living”. Depois, veja os vídeos de “N.F.L.”, “Indians” e “Antisocial”. Confira também o set list e as fotos, cedidas gentilmente pelo excelente fotógrafo profissional Renan Facciolo ao nosso veículo informativo.

Set list

Among The Living
Caught In A Mosh
Efilnikufesin (N.F.L.)
Fight ‘Em ‘Til You Can’t
March Of The S.O.D.
In The End
T.N.T.
Indians
Medusa
Got The Time
I Am The Law

I’m The Man/Raining Blood
Madhouse
Antisocial




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