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11
nov
18

No Solid Rock em SP, Alice in Chains aposta nos clássicos e Judas Priest na maestria de Rob Halford

Solid Rock - Judas Priest e Alice in Chains - Foto: Montagem com fotos do InstagramAlice in Chains e Judas Priest passaram mais uma vez por São Paulo, desta vez como bandas principais da segunda edição do festival Solid Rock, no dia 10 de novembro. Com a união de tribos diferentes do rock em torno do som pesado, as duas bandas entregaram shows que satisfizeram seus fãs no Allianz Parque, a Arena do Palmeiras.

De um lado, o Alice in Chains trouxe um repertório recheado de clássicos e fez um show quase perfeito.

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01
maio
15

Matador, Judas Priest fez os shows com maior qualidade musical do Monsters of Rock

Judas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Monsters of Rock/Ale FrataO Judas Priest voltou a São Paulo e, mais uma vez, deu uma aula de heavy metal aos fãs que estiveram na Arena Anhembi nos dias 25 e 26 de abril para acompanhar o Monsters of Rock 2015. Se o KISS trouxe o maior espetáculo do festival e Ozzy Osbourne promoveu uma verdadeira festa com sua apresentação, a banda britânica captaneada pelo lendário vocalista Rob Halford ficou com a marca de ter trazido os shows com a maior qualidade musical do evento na capital paulista.

O grupo não foi o headliner, como KISS e Ozzy, mas foi a única atração a tocar nos dois dias do evento, como uma espécie de convidado especial do festival. Os repertórios do sábado e do domingo foram quase idênticos, mas quem foi no primeiro dia ganhou cerca de 20 minutos a mais de show porque foi uma forma de os organizadores tentarem compensar o cancelamento da apresentação que o Motörhead faria.

Outra constatação de quem foi aos dois shows é de que, no primeiro dia, o Judas Priest estava melhor postado e um pouco mais animado no palco. Não é que o segundo dia tenha sido ruim, mas houve mais vibração da banda no primeiro. A qualidade sonora de ambos os dias, porém, esteve intacta e mereceu elogios.

Falando nisso, é difícil apontar algum show que o Judas Priest tenha feito em São Paulo e que tenha desagradado. Até mesmo quando o grupo veio sem Rob Halford em 2001, mas contou com o excelente vocalista Tim “Ripper” Owens, o grupo deixou a plateia satisfeita. Em 2011, por exemplo, a banda fez um ótimo show na Arena Anhembi, na primeira vinda do guitarrista Richie Faulkner, substituindo o lendário K.K. Downing, que deixou o grupo.

No Monsters de 2015, Faulkner, ao lado de Halford, foi o grande destaque dos shows do Judas. O jovem músico provou mais uma vez que tem competência para dar conta dos clássicos de uma banda tão importante do heavy metal e ganhou respeito do público.

A passagem do Judas pelo Brasil coincide com a turnê de divulgação do disco “Redeemer of Souls”, lançado em 2014. Foi com uma das músicas do álbum, “Dragonaut”, que as apresentações no Monsters começaram.

Como festival tem que ter clássicos e hits, o Judas Priest não perdeu tempo e mandou “Metal Gods”, do disco “British Steel” (1980) logo como a segunda música dos shows. Importante destacar já nessa canção a condição de voz de Halford.

De maneira diferente de muitos de seus colegas de metal que já passaram dos 60 anos e vem apresentando nítida perda de potência de voz, Halford, com 63, impressionou o público presente com agudos de dar inveja. É certo que, em várias oportunidades, ele usou efeitos sonoros que, muitas vezes, ampliavam o alcance da voz, mas ficou claro que ele continua com uma qualidade incrível nas músicas mais difíceis.

Judas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Joshua BryanJudas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Joshua BryanJudas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsJudas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsJudas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsJudas Priest no Monsters of Rock - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda/Agnews

Depois de “Devil”s Child”, do disco “Screaming for Vengeance”, de 1982, foi a vez de o Judas Priest trazer nada menos que a música “Victim Of Changes”. Tal qual em outras passagens da banda pelo Brasil, a longa canção do ótimo álbum “Sad Wings of Destiny”, de 1976, fez o público ficar hipnotizado não somente com os agudos do vocalista, mas também com os solos marcantes de Glenn Tipton e Richie Faulkner.

Se é possível uma crítica negativa aos shows do Judas, teria sido ainda melhor do que foi, se o grupo tivesse usado o imenso telão central para mostrar a apresentação, como fez integralmente Ozzy Osbourne e parcialmente o KISS. Em vez disso, Halford & Cia preferiram usar o telão para a reprodução de vários efeitos visuais, até interessantes, assim como mostrar as várias capas de álbuns da carreira da banda.

“Halls of Valhalla”, também do disco novo, agradou bastante e findou a sequência das cinco primeiras músicas idênticas usadas nas duas apresentações do Monsters. Depois disso, o dia 25 contou com a quadra formada por “Love Bites”, a contagiante “Turbo Lover”, a nova “Redeemer of Souls” e “Jawbreaker”, do “Defenders of the Faith”, de 1984. O dia 26, por sua vez, contou com “March of the Damned”, também do novo disco, “Turbo Lover”, “Redeemer of Souls” e  “Jawbreaker”.

As duas últimas da primeira parte de ambos os dias foram simplesmente “Breaking the Law” e “Hell Bent for Leather”, dois grandes hits que valem o ingresso de qualquer show do Judas Priest. Na primeira, o público cantou junto do começo ao fim um dos maiores clássicos da história não só do heavy metal, mas também de todo o rock. Na segunda, foi a vez de Halford manter a tradição de ingressar no palco com sua belíssima moto, para delírio dos fãs presentes.

No bis do primeiro dia, mais clássicos poderosos, inicialmente com a dobradinha “The Hellion/Electric Eye”, além de “You”ve Got Another Thing Comin”” e a poderosíssima “Painkiller”. No bis do segundo dia, “You”ve Got Another Thing Comin””, que teve 10 minutos de duração no primeiro dia e contou com solo extenso de Faulkner, não foi tocada, sobrando apenas as outras duas.

“Painkiller” foi melhor executada no primeiro dia. No segundo, a banda esteve bem, mas Halford pareceu sofrer para cantá-la, a ponto de participar da parte final da música quase deitado no palco, tentando alcançar as notas mais exigentes.

A dobradinha “The Hellion/Electric Eye” forma um hino obrigatório em qualquer show da banda. Vale lembrar as sempre importantes participações do baixista fundador Ian Hill e do excelente baterista Scott Travis, cujas batidas marcadas dos bumbos geravam um impacto marcante por toda a Arena Anhembi.

Para fechar ambas as apresentações, o Judas Priest trouxe a tradicional “Living After Midnight”, que deu o tom de fim de festa dos shows. Mais uma vez, o público cantou junto e o sentimento final foi de ter presenciado um grande concerto de rock de uma grande lenda do heavy metal.

Ao longo das décadas, o estilo sempre foi motivo de preconceito, piadas e ridicularização por parte de gente de nariz empinado da música ou fora dela que sempre enxergou, de uma maneira errada e hipócrita, o metal como um gênero de adolescentes ou de jovens rebeldes radicais e retardados. Grande expoente do heavy metal, o Judas Priest é uma das maiores provas de que o estilo é capaz de trazer bandas extremamente profissionais, com grande qualidade técnica musical e com conteúdo para apresentar. Vida longa a Rob Halford & Cia e ao bom e velho metal!

Para relembrar os ótimos shows do Judas Priest no Monsters of Rock 2015, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Victim of Changes”. Depois, veja “Breaking the Law”, “Hell Bent for Leather” e a dobradinha “The Hellion/Electric Eye”. Para fechar, fique com “You”ve Got Another Thing Comin””.

Set list do dia 25                                                                                               

Dragonaut
Metal Gods
Devil”s Child
Victim of Changes
Halls of Valhalla
Love Bites
Turbo Lover
Redeemer of Souls
Jawbreaker
Breaking the Law
Hell Bent for Leather

The Hellion/Electric Eye
You”ve Got Another Thing Comin”
Painkiller

Living After Midnight

Set list do dia 26

Dragonaut
Metal Gods
Devil”s Child
Victim of Changes
Halls of Valhalla
March of the Damned
Turbo Lover
Redeemer of Souls
Jawbreaker
Breaking the Law
Hell Bent for Leather

The Hellion/Electric Eye
Painkiller
Living After Midnight

14
jun
14

Judas Priest divulga a faixa ‘Dragonaut’, presente em álbum previsto para julho

O Judas Priest liberou mais uma faixa de seu novo álbum. “Dragonaut” é o nome da música disponibilizada via YouTube para audição.

É a segunda divulgada pela banda britânica. Antes dela, a faixa-título do disco, “Redeemer of Souls”, já havia sido liberada e conferida aqui pelos leitores do Roque Reverso.

O álbum novo “Redeemer of Souls” é o primeiro desde “Nostradamus”, de 2008, e o décimo sétimo da carreira do grupo.

Chegará aos fãs em julho. Nos Estados Unidos, a previsão de lançamento é para o dia 8, pela gravadora Epic. No Reino Unido, sairá no dia 14 do mesmo mês, pela Columbia Records.

A capa do álbum, que anteriormente havia sido divulgada de uma maneira, foi atualizada e ficou bem mais interessante, como você pode observar acima.

O disco é o primeiro sem o guitarrista fundador K.K. Downing, que deixou o grupo em 2011 e foi substituído pelo jovem Richie Faulkner, que faz um breve comentário antes da faixa rolar no YouTube.

O público brasileiro teve a oportunidade de conhecer Faulkner no ótimo show que o Judas Priest realizou no mesmo ano em São Paulo.

Escute abaixo a faixa-título do novo disco do Judas Priest:

 

22
set
11

Judas Priest deu aula de heavy metal em show de clássicos em SP

Uma aula de heavy metal. Esta é a classificação que pode ser dada ao show que o Judas Priest fez na Arena Anhembi no último dia 10 na capital paulista. Com um público aproximado de 25 mil pessoas, o lendário grupo britânico, criado ainda no final da década de 60, mostrou que ainda está longe de uma eventual aposentadoria e que continua reunindo condições para empolgar os amantes do rock pesado de várias gerações.

O show fez parte da pequena turnê pelo País que a banda realizou ao lado do Whitesnake. Enquanto a banda de hard rock dava sequência à tour internacional relacionada ao seu mais recente álbum “Forevermore”, o Judas incluiu o Brasil na sua última turnê mundial, a Epitaph World Tour”.

Importante dizer que última turnê mundial não significa o fim do grupo. Vale lembrar que o vocalista Rob Halford anunciou recentemente que a banda prepara um disco novo para ser lançado em 2012. O que poderá ser visto é o grupo reduzindo o número de shows pelo planeta, mas ainda na ativa e com a possibilidade de apresentações ao vivo, para a alegria dos fãs.

Após o bom show de abertura do Whitesnake, não havia dúvida que o Judas Priest iria vir com algo devidamente pesado para mostrar a diferença entre hard rock e heavy metal. Sobravam, no entanto, perguntas entre os fãs sobre a ausência de K.K. Downing, guitarrista fundador que deixou o grupo neste ano. A pressão estaria portanto sobre o jovem Richie Faulkner, que, no decorrer do show provou que tem condições de pertencer à banda e não fazer feio.

Depois dos ajustes necessários para o começo da apresentação do Judas Priest, foi estendida na frente do palco uma enorme bandeira avermelhada com a palavra “Epitaph” escrita. As pancadas iniciais da bateria e os primeiros acordes foram ouvidos e, depois de a bandeira cair para o chão, a banda apareceu para o público mandando logo de cara a música “Rapid Fire”, do megaclássico álbum “British Steel”, de 1980. 

O som estava extremamente alto, mais do que o normal verificado em shows em espaços abertos, fazendo com que, pelo menos o público presente na Pista Vip, onde estava também a imprensa, tivesse a impressão de que estava numa casa fechada de shows, tamanho o impacto sonoro. O que mais surpreendia era o som que vinha dos bumbos, com o baterista Scott  Travis fazendo uma apresentação elogiável e ensurdecedora.

Ao fim da música, as primeiras labaredas foram vistas nas laterais do palco, o pano de fundo foi trocado para um com a capa de “British Steel” e o Judas iniciou mais um clássico: “Metal Gods”, que foi recebido com entusiasmo pela plateia. Rob Halford dava um show à parte nos vocais, enquanto o guitarrista Glenn Tipton e o baixista Ian Hill completavam apresentação com o talento de sempre. 

“The Priest is back”, disse Halford, para iniciar na sequência a música “Heading Out To The Highway”, do disco “Point of Entry”, de 1981. Com uma tradicional levada heavy metal, a música mostrou a banda bem entrosada e mereceu destaque a dobradinha de guitarras entre  Glenn Tipton e Richie Faulkner.

Na sequência, espaço para músicas de tempos diferentes: “Judas Rising”, do álbum Angel of Retribution, de 2005,  e “Starbreaker”, do disco “Sin After Sin”, de 1977, tudo sempre com as capas originais aparecendo no telão de fundo.

Um grande momento da apresentação viria a seguir, com os acordes iniciais de “Victim Of Changes”. A longa canção do ótimo álbum “Sad Wings of Destiny”, de 1976, hipnotizou e empolgou o público, com direito a solos marcantes de Tipton e Richie Faulkner, interpretação impecável de Halford, show de luzes e fumaça no final.

O Judas Priest revisitava toda a carreira e voltou para o início dela com a música “Never Satisfied”, do álbum de estreia “Rocka Rolla”, de 1974. Depois, emocionou os fãs com a canção “Diamonds and Rust”, composta pela lendária cantora folk Joan Baez e regravada pela banda em 1977 no álbum “Sin After Sin”.

Em seguida, Halford voltou ao palco com uma capa prateada e um tridente; o telão de fundo trouxe uma referência ao álbum “Nostradamus”, de 2008; a introdução “Dawn Of Creation” foi executada; e a boa música “Prophecy” foi tocada, com direito a faíscas saindo do tridente carregado pelo vocalista no final.

Ninguém podia reclamar do set list, já que era clássico atrás de clássico. E o show continuou com “Night Crawler”, do disco “Painkiller”, de 1990. No cenário, destaque para dois enormes tridentes que apareceram ao lado da bateria de Scott Travis.

Nem mesmo a fase mais pop do Judas passou despercebida, pois o grupo emendou na sequência a música “Turbo Lover”, do disco de mesmo nome lançado em 1985. Depois, foi a vez da ótima “Beyond The Realms Of Death”, do álbum “Stained Class”, de 1978, em mais um show de interpretação de Halford e mais uma aula musical dos demais integrantes. Simplesmente perfeito!

Também foram tocadas “The Sentinel”, do disco “Defenders of the Faith”,de 1984, e “Blood Red Skies”, do disco “Ram It Down”, de 1988. Ambas as músicas não empolgaram tanto como as demais, mas o Judas não deixou a peteca cair e emendou “The Green Manalishi”, cover do Fleetwood Mac, gravado pela banda de metal em 1978 no álbum “Killing Machine”.

Novamente com o público ganho, o golpe definitivo de Halford & Cia. viria na sequência, com o megaclássico “Breaking the Law”. O vocalista simplemente virou o pedestal do microfone para o público e a música foi cantada exclusivamente pelos fãs! Depois, foi a vez de um solo de bateria de Scott Travis anteceder a espetacular “Painkiller”, esta sim com Halford voltando aos vocais e contagiando a plateia.

A banda agradeceu e saiu do palco para o merecido descanso. Mas não demorou muito para voltar para o primeiro bis, puxado pela dobradinha ultraclássica “The Helion/Eletric Eyes”, do álbum Screaming for Vengeance”, que levou os fãs à loucura.

Na sequência, foi a vez de “Hell Bent For Leather” e “You’ve Got Another Thing Comin’”. Óbvio que, na primeira música, do álbum “Killing Machine”, Halford entrou no palco em cima da tradicional moto Harley-Davidson, para delírio de todos, que ainda viram vários efeitos especiais com fumaça, em mais um show de produção.

“You’ve Got Another Thing Comin’”, por sinal, não estava no set list divulgado à imprensa e contou com vários momentos interessantes. Halford comandou o público no refrão e ficou enrolado numa bandeira brasileira. O novo guitarrista Richie Faulkner, por sua vez, também não fez pouco e presenteou os fãs com um solo de guitarra que contou até com um trecho do Hino Nacional do Brasil. 

Já no segundo bis, a banda trouxe outra que não estava no set list inicial: “Living After Midnight”, do “British Steel”. Halford, em mais um gesto de simpatia, estendeu a bandeira brasileira sobre a Harley-Davidson que ainda estava ainda no palco.

Com mais esse clássico do rock, o Judas Priest encerrou mais uma aula de heavy metal em solo tupiniquim. Quem acompanhou as vindas da banda por aqui sabe que os shows dificilmente são feitos sem energia e categoria. Desta vez, para muitos, os britânicos surpreenderam com uma apresentação ainda melhor, que ficará guardada por um bom tempo na mente dos fãs.

Para celebrar o grande show, o Roque Reverso descolou no YouTube alguns vídeos filmados pelo público no Anhembi. Para começar, fique com um vídeo que traz “Rapid Fire” e “Metal Gods”. Depois, veja outros com as músicas “Victim of Changes”, “Beyond The Realms of Death”, “The Green Manalishi”, “Painkiller”, “The Hellion/Electric Eye” e “Hell Bent For Leather”. As fotos oficiais da Time For Fun são dos profissionais MRossi e Rafael Koch Rossi.

Set list

Rapid Fire
Metal Gods
Heading Out To The Highway
Judas Rising
Starbreaker
Victim Of Changes
Never Satisfied
Diamonds and Rust
Dawn Of Creation/Prophecy
Night Crawler
Turbo Lover
Beyond the Realms of Death
The Sentinel
Blood Red Skies
The Green Manalishi
Breaking the Law
Painkiller

The Hellion/Electric Eye
Hell Bent For Leather
You’ve Got Another Thing Comin’

Living After Midnight

07
maio
11

Veja a foto do novo Judas Priest sem K.K. Downing; banda vem ao Brasil com Whitesnake

Para quem ainda não estava sabendo, o lendário guitarrista K.K. Downing deixou o Judas Priest  no final de abril, com a confirmação oficial da notícia sendo feita no último dia 20. Para o lugar do músico que foi um dos criadores do grupo britânico, o Judas recrutou Richie Faulkner, de 31 anos, que você pode ver ao lado (o primeiro à esquerda)  na mais recente foto com a nova formação da banda.

O Judas está prestes a iniciar sua última turnê mundial. A “Epitaph World Tour” foi anunciada em dezembro de 2010 e tem início agendado para junho, no continente europeu, no dia 13, na Holanda. No anúncio oficial da saída de K.K. Downing, a informação foi de que ele simplesmente se aposentou.

A banda deve passar por vários países da Europa entre junho e agosto. Em setembro, os britânicos passarão por aqui no Brasil. Eles já confirmaram quatro shows: dia 10 em São Paulo (Estádio do Canindé); dia 11 no Rio de Janeiro (Citibank Hall); dia 13 em Belo Horizonte (Crevrolet Hall); e dia 15 em Brasília (Nilson Nelson).

Por enquanto, não há informações oficiais sobre o início das vendas dos ingressos, mas o que se sabe é que, nos mesmos dias do Judas, nada menos que o Whitesnake, de David Coverdale, vai se apresentar junto aqui no Brasil, como pode ser visto neste link do site oficial do grupo de hard rock.

Em breve, traremos mais informações sobre os esses imperdíveis shows. Enquanto isso, curta dois vídeos selecionados pelo Roque Reverso no YouTube. Do Judas, ainda com K.K. Downing, o megaclássico “Painkiller”. Do Whitesnake, a grande música “Still of the Night”.




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