Posts Tagged ‘Reggae

06
fev
17

Restauradas gravações de shows de Bob Marley realizados entre 1975 e 1978

Bob Marley - Foto: DivulgaçãoEngenheiros de som britânicos conseguiram restaurar fitas de apresentações ao vivo de Bob Marley deixadas havia aproximadamente 40 anos nos porões de um hotel de Londres e encontradas inesperadamente durante uma limpeza do local há cerca de um ano. A notícia foi divulgada pela rede pública britânica BBC nesta segunda-feira, 6 de fevereiro, dia no qual o lendário cantor, músico e compositor jamaicano completaria 72 anos se vivo estivesse.

Trata-se de um conjunto de 13 fitas analógicas contendo gravações de apresentações ao vivo de Bob Marley em Londres e Paris entre 1975 e 1978.

Quando as fitas foram encontradas, os engenheiros de som que trabalharam na recuperação não acreditavam ser possível restaurá-las, uma vez que o porão do hotel em questão era um local extremamente úmido e havia sinais claros de que a água havia afetado fisicamente o material.

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17
out
12

A influência de Bob Marley sobre John Lennon

Por Marcelo Galli*

Bob Marley influenciando John Lennon. Sim, o beatle também foi fisgado pela força irresistível do reggae do jamaicano. E está tudo registrado em sobras de estúdio da gravação do álbum “Double Fantasy”, de 1980, seu último disco antes de ser assassinado.

No áudio, Lennon comenta com os músicos da sua banda sobre a conversa “esperta” e complementar entre guitarra e baixo de “Get Up, Stand Up”, de Marley e Peter Tosh, do “Burning”, de 1973, que ele queria como exemplo para usar na gravação de “Cleanup Time” e “Borrowed Time”, esta última fazendo parte do primeiro disco póstumo do beatle, “Milk and Honey”, de 1984, mas gravada em 1980.

E não só musicalmente Lennon estava ligado naquele momento ao ritmo jamaicano e aquele disco do The Wailers. Na segunda música do “Burning”, em “Hallelujah Time”, do percusionista Bunny Wailer, há um trecho que diz “We gotta keep on living, living on borrowed time: Hallelujah time!”.

Provavelmente, de onde ele buscou inspiração para intitular a canção “Borrowed Time” e dar mote para o desenvolvimento da letra que diz no refrão, em um clima caribenho, “Living on borrowed time/Without a thought for tomorrow”.

Escute abaixo os dois sons. O primeiro tem Lennon e a conversa “esperta”. O segundo tem a versão alternativa da música “Borrowed Time”.

*Marcelo Galli é jornalista da Agência Estado e amante do bom e velho rock n’ roll

02
jun
12

Festival In-Edit Brasil 2012 traz a SP bons documentários sobre o rock

Para quem curte um bom som, a quarta edição do Festival Internacional do Documentário Musical, o In-Edit Brasil, é um prato cheio. O evento, que reúne 77 documentários sobre diversos estilos, começou no dia 1º de junho e vai até o dia 10 na cidade de São Paulo em seis locais diferentes. Aos amantes do bom e velho rock n´roll, a oferta também é generosa, com vários trabalhos interessantes.

O grande homenageado de 2012 é  nada menos que Don Letts, DJ e diretor de cinema inglês que deu início à sua carreira registrando os primeiros anos do punk em Londres.

Para se ter ideia da importância do sujeito, basta dizer que foi Letts que inspirou o The Clash e outros grupos punks a incorporar ritmos como o reggae e o ska nas músicas. Para muitos, se não fosse ele, o Clash não teria lançado o clássico álbum “London Calling”, de 1979.

Em 1978, bem no olho do furacão punk, ele filmou “The Punk Rock Movie”, um dos primeiros registros sobre a cena britânica da época. Depois disso, dirigiu mais de 20 filmes, além de contribuir em clipes e shows.

O In-Edit Brasil exibirá quatro filmes de Letts: “The Punk Rock Movie”; “The Clash – Westway to the World”, de 2003; “Punk: Attitude”, de 2005; e “Rock ‘n’ Roll Exposed – The Photography of Bob Gruen”, de 2012.

Além dos filmes do homenageado, há outros bons documentários internacionais de rock. Entre eles, destaque para “George Harrison: Living in The Material World”, de Martin Scorsese, de 2011; “God Bless Ozzy Osbourne”, de 2011; “The Sacred Triangle – Bowie, Iggy & Lou 1971-1973”, de 2010; e “Queen: Days of our Lives”, de 2011.

Quanto aos documentários nacionais, o primeiro dia contou com o inédito “Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista”, de 2012. Dirigido por Riba de Castro, explora o endereço na Rua Teodoro Sampaio onde começaram a se destacar figuras, como Itamar Assumpção, Premeditando o Breque, Titãs e outros nomes importantes da música brasileira. Quem não conseguiu assistir poderá ter uma nova oportunidade no dia 6 de junho no festival.

Além de trazer vários documentários legais, o In-Edit Brasil terá performances musicais e a presença de vários diretores apresentando seus trabalhos, como o homenageado Don Letts e Riba de Castro.

Não bastasse a qualidade do evento, os preços são baixíssimos e há várias sessões gratuitas. No Museo da Imagem e do Som (MIS) e na Matilha Cultural, tudo será de graça. No Cine Olido, a inteira custa R$ 1,00. No Cinesesc, o valor é de R$ 4,00; no Cine Livraria Cultura, R$ 10,00; e na Cinemateca Brasileira; R$ 8,00.

A programação completa pode ser conferida no site do festival.

11
maio
11

Vai-se o homem, fica a ideia – 30 anos sem Bob Marley

Um homem morre, mas suas idéias permanecem, sentencia um ditado que muito me agrada e não sei a quem creditar. Há exatos 30 anos, a humanidade perdia Robert Nesta Marley, mais conhecido como Bob Marley. Depois de quase quatro anos de luta contra um câncer de pele que se espalhou por seu organismo, o cantor, guitarrista e compositor jamaicano responsável pela disseminação e popularização do reggae pelo mundo sucumbiu à doença em 11 de maio de 1981.

Conheço muito roqueiro que torce o nariz para Bob Marley e para o reggae em geral. Eu mesmo, durante muito tempo, tinha minhas reservas quanto ao som, mas deixei a resistência de lado depois de começar a ouvir com mais atenção não só ao gênio musical de Marley, mas às mensagens, em suas letras, de tolerância e contestação explícita ao status quo vigente. Nada mais roquenrow que isso…

O Roque Reverso selecionou três músicas para celebrar Bob Marley, cuja morte precoce, aos 36 anos de idade, alçou-o de gênio musical a mito e ícone pop: “Redemption Song”, “Is This Love?” e “Buffalo Soldier”. De “Redemption Song há um chamado que deveria ser repetido mentalmente por cada ser humano na face do planeta em busca de emancipação: “Libertem-se da escravidão mental. Ninguém além de nós mesmos é capaz de libertar nossas mentes”.




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