Posts Tagged ‘MTV

22
maio
20

Em clipe de novo EP ao vivo, Soulfly traz a energia do filho de Max Cavalera na bateria

O Soulfly lançou oficialmente seu EP digital “Live Ritual NYC MMXIX” e presenteou os fãs nesta sexta-feira, 22 de maio, com o clipe da música “The Summoning”.

No vídeo, além da já tradicional vibrante apresentação da banda liderada pelo brasileiro Max Cavalera, chama a atenção a performance cheia de energia de Zyon Cavalera, filho do fundador, ex-vocalista e guitarrista do Sepultura.

Análises técnicas à parte, é nítida esta vibração de Zyon, aliada a uma rapidez que empolga qualquer fã de carteirinha de thrash metal, death metal ou crossover thrash.

O novo EP digital do Soulfly foi gravado no Gramercy, em Nova York, em fevereiro de 2019, durante a turnê do álbum “Ritual”, lançado em 2018.

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05
mar
15

Jornalista do Roque Reverso lança biografia autorizada de Kid Vinil

"Kid Vinil – Um herói do Brasil (Biografia Autorizada)" - Reprodução da CapaMúsico, jornalista, radialista, executivo de gravadora, apresentador de TV e, acima de tudo, um amante do rock n’ roll, Kid Vinil virou o personagem central de uma biografia autorizada. Já em período de pré-venda e previsto para chegar às lojas entre o fim de março e o começo de abril, o livro “Kid Vinil – Um herói do Brasil” foi escrito pelo coeditor do Roque Reverso, o jornalista Ricardo Gozzi, em parceria com o músico Duca Belintani.

O livro tem 160 páginas e será lançado pela Edições Ideal. A biografia retrata a vida de Kid Vinil e explica o motivo de tanto respeito adquirido entre fãs, parceiros da música e boa parte da mídia especializada.

Para quem não sabe, Kid Vinil, cujo nome verdadeiro é Antonio Carlos Senefonte, começou a vida profissional na gravadora Continental e deu início à vida punk com a banda Verminose.

Tempos depois, passou para a gravadora Warner e estourou na cena musical com o grupo Magazine, dos hits históricos “Sou Boy” e “Tic-tic nervoso”.

Na TV, Kid teve passagens marcantes pela TV Cultura, onde apresentou os programas “Boca Livre” e “Som Pop”, este último uma verdadeira aula semanal de música nos Anos 80, com clipes e histórias de bandas nacionais e internacionais que ainda não tinham a MTV na época para a aparecer. Na sequência, na MTV, ele passou pelo grande programa “Lado B”, que trazia a cena alternativa do rock.

No rádio, Kid Vinil passou pelas emissoras Excelsior, Antena 1, 89FM, 97FM e Brasil 2000. Em todas elas, trouxe programas inovadores.

Nas diversas gravadoras que trabalhou, lançou no Brasil os catálogos de vários artistas, como Frank Zappa, Belle & Sebastian, Guided by Voices, Meat Puppets, Yo La Tengo e Cat Power, entre outros. Bandas nacionais, como o Ira! e o Ultraje a Rigor também foram reveladas nos programas apresentados pelo cara.

Ao Roque Reverso, Ricardo Gozzi disse que a ideia do livro foi de Duca Belintani. “Ele foi guitarrista do Kid durante um tempo e há alguns anos vinha tentando me convencer de que a história valia um livro”, disse o jornalista. “Falei pra ele marcar uma conversa com o Kid um dia.  O papo fluiu e a gente decidiu fazer”, acrescentou.

Perto de outras biografias, o processo de criação do livro foi até rápido. De acordo com Gozzi, foram dois meses de entrevistas e apuração e mais dois meses para escrever.

Para quem não sabe, não é a primeira vez que o editor do Roque Reverso elabora uma biografia sobre um representante do rock n’ roll. Em 2005, ele escreveu o livro “Velhas Virgens: 18 anos de Bar em Bar”.

A despeito de ter experiência em biografias, Gozzi disse que obstáculos não faltaram para a execução do livro. “A maior dificuldade foi justamente verificar as informações e versões das histórias, uma vez que sempre há divergências nos relatos de diferentes pessoas e na maior parte dos casos, ausência de registros sobre os fatos”, afirmou.

Com o livro pronto e prestes a chegar às lojas, Gozzi destacou que pretende fazer algo que tende a agradar os leitores deste veículo informativo aqui. “Meu próximo projeto é dedicar mais tempo ao Roque Reverso“, prometeu.

27
ago
14

20 anos do primeiro festival Monsters of Rock no Brasil

Monsters of Rock 1994 - Cartaz de DivulgaçãoO dia 27 de agosto de 2014 marca os 20 anos do primeiro festival Monsters of Rock no Brasil. Realizado em São Paulo, no Estádio do Pacaembu, nesta mesma data em 1994, o evento foi o primeiro de grande porte somente com bandas de rock pesado a ser realizado na cidade onde heavy metal mais concentra fãs no País.

Na respeitável escalação das bandas, quatro eram internacionais e outras quatro eram nacionais.

Entre os grupos gringos, a lista trazia o Suicidal Tendencies com sua formação clássica; o Black Sabbath sem Ozzy Osbourne ou Ronnie James Dio nos vocais, mas com o terrível Tony Martin; o aguardadíssimo Slayer pela primeira vez no Brasil, mas sem Dave Lombardo na bateria; e o não menos esperado KISS, sem máscara, fechando o festival.

Do lado nacional, estavam o então novo Angra, com Andre Matos nos vocais, o Dr. Sin arrebentando, o Viper fazendo sucesso até no Japão e os Raimundos, com o primeiro disco bombando.

As bandas nacionais abriram o Monsters. O primeiro show, do Angra, estava agendado para as 14 horas, mas, já às 11 horas, as filas para entrar no Pacaembu chegavam ao topo do vale que cerca a Praça Charles Muller. Várias pessoas chegaram a dormir na porta do estádio, tamanha a ansiedade para ver aquele evento.

Para os  jovens de hoje que não puderam presenciar aquele festival, o Brasil engatinhava pela primeira vez com uma onda convincente de atrações estrangeiras do heavy metal. Pouco antes do Monsters, em 1993, o Metallica tinha vindo pela segunda vez ao País durante a turnê do estrondoso “Black Album” e o Anthrax havia feito a estreia em palcos brasileiros, assim como o Pantera no auge! No início de 1994, o Hollywood Rock trouxe o Aerosmith e o Sepultura bombando demais com o álbum “Chaos AD”. Na mesma época, o Helmet fez um excelente show no Olympia e o público queria sempre mais!

A despeito de o Rock in Rio, em 1985, ser o pioneiro a trazer bandas esperadíssimas do estilo, repetir a dose em 1991 e a capital paulista ter tido experiências legais com as edições do Hollywood Rock, o Monsters of Rock consolidou um sonho dos amantes do rock pesado na cidade que tinha uma legião de fãs e era berço da Galeria do Rock, da Woodstock, do bar Black Jack e de outros tantos locais que reuniam o público de uma época na qual as “redes sociais” não eram virtuais.

O Plano Real também era novo e parecia, depois de inúmeros planos que deram errado, que iria dar certo, como, de fato, aconteceu logo depois. A consolidação do plano econômico foi fundamental na sequência para que esta onda de atrações gringas se consolidasse anos depois.

O Angra abril o festival e foi seguido pelo Dr. Sin, Viper e Raimundos. Todos os shows das bandas nacionais foram bons e não comprometeram. O destaque foi a apresentação do Dr. Sin, que chegou a levantar o estádio inteiro com sua versão de “Have You Ever Seen the Rain?”, do Creedence Clearwater Revival.

Quanto aos shows internacionais, o Suicidal Tendencies fez uma apresentação impecável e muito animada. “War Inside My Head” foi um dos grandes momentos, com os fãs cantando o famoso refrão do começo ao fim. Vale lembrar que Robert Trujillo, atualmente baixista do Metallica, fazia parte da formação do ST e, para variar, deu um show à parte.

O grupo também contava com os bons guitarristas Mike Clark e Rocky George, além do baterista Jimmy DeGrasso e o elétrico vocalista Mike Muir, único membro atual que permanece no Suicidal.

Na sequência, o Black Sabbath veio com três de seus quatro integrantes clássicos: Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). Na falta de Ozzy e Dio, quem assumiu os vocais foi o questionável Tony Martin.

É claro que foi bem interessante ver o Sabbath ali de perto, mas a performance de Martin deixou muito a desejar. Quem se lembra dele cantando “Sabbath Bloody Sabbath”, sabe que ele lembrou muito mais Louis Armstrong cantando do que qualquer vocalista que tenha passado pelo grande grupo de heavy metal.

Após o Sabbath, finalmente o Slayer se apresentava num palco brasileiro. Um dos maiores ícones do thrash metal, a banda norte-americana tinha o baterista Paul Bostaph no lugar do mago Dave Lombardo, mas fez um excelente show, com todos os grandes clássicos do grupo.

Este jornalista lembra de ter visto muito marmanjão da velha guarda do heavy metal chorando na fila do gargarejo porque estava vendo o Slayer pela primeira vez. Entre os destaques da apresentação do grupo, “Mandatory Suicide”, “Hell Awaits”, “Postmorten”, “Angel of Death”, “Raining Blood” são só alguns exemplos de faixas que não deixaram a galera recuperar o fôlego.

Depois de assistir a todos os shows nas primeiras fileiras até a apresentação do Slayer (que era a mais esperada por muitos), este jornalista preferiu acompanhar o KISS mais próximo da torre central. Foi uma forma de descansar e, ao mesmo tempo apreciar os efeitos especiais que o grupo norte-americano trouxe para o Pacaembu.

Sem as máscaras tradicionais e com os ótimos Eric Singer (bateria) e Bruce Kulick (guitarra), o que se viu no show do KISS foi uma grande performance, capitaneada por Gene Simmons (baixo e vocal) e Paul Stanley (vocal e guitarra). ““I Love It Loud”,“Deuce”, “Detroit Rock City”, “Lick it Up” e “Creatures of the Night” foram são alguns dos hits históricos tocados. Mas um momento inesquecível foi quando foi tocada “Heaven’s On Fire”, com grande utilização de fogos e efeitos especiais que encantaram o público.

O Monsters of Rock de 1994 terminou por volta das 2 horas da manhã do dia 28 e totalizou cerca de 12 horas de evento. Foi tanto um sucesso que foram realizadas edições em 1995, 1996 e 1998. O bom resultado daquele festival fez com que organizadores acreditassem mais no potencial do público de heavy metal. Não por acaso, até hoje é este o gênero que está entre os que mais contam com atrações internacionais no Brasil.

Para relembrar o Monsters of Rock de 1994, descolamos, é claro, vídeos no YouTube. Para detonar tudo, fique com as apresentações do Suicidal Tendencies, do Black Sabbath, do Slayer e do KISS filmadas pela finada MTV Brasil.

01
out
13

O fim da MTV na TV aberta

mtv11Muito já foi dito sobre o encerramento das atividades da MTV Brasil. Depois de 23 anos de existência, o canal fez sua última transmissão no dia 30 de setembro de 2013, tendo como o clipe da música “Maracatu Atômico”, de Chico Science & Nação Zumbi, como o último de sua história. O sentimento predominante é, no mínimo, de tristeza, passando também pela indignação e pelo inconformismo, já que há a perda de um canal com foco na juventude e que ainda tinha a música, em TV aberta, como seu principal objetivo.

A detentora da marca MTV, a norte-americana Viacom, recuperou os direitos que estavam em posse do grupo Abril, que não tem o vigor financeiro de outros tempos e não vinha encontrando uma saída para ter lucros com um canal aberto com videoclipes musicais. Com isso, a MTV passou, desde o dia 1º de outubro a ser vista no Brasil apenas na TV paga.

A desculpa usada para justificar a situação financeira ruim da MTV Brasil e a dificuldade de ser ganhar dinheiro com clipes musicais na TV foi a de que a internet e o YouTube facilitavam a vida de uma geração mais jovem que, atualmente, encontra tudo o que deseja com simples procuras no próprio celular ou iPhone. O cenário, portanto, é bem diferente daquele do começo dos anos 90, na era pré-internet, na qual era simplesmente a realização de um sonho contar com um canal só de música e clipes.

O certo é que, se essa desculpa do YouTube e da internet fosse aceitável, canais como o Multishow e o Bis, também estariam mal das pernas. O que vimos, no entanto, é a audiência deles cada vez mais aumentando, especialmente com a transmissão de festivais ao vivo e a veiculação de bons documentários musicais.

Voltando um pouco atrás, é fácil identificar quando a MTV Brasil começou a entrar num caminho ruim. Foi exatamente nos anos 2000, quando ela começou a tentar captar um público dos outros canais com clipes mais populares, além de diminuir o conteúdo musical, apostando em programas de comportamento, em linha com o que era observado na própria MTV norte-americana.

Depois dessa decisão, muitos fãs de carteirinha que acompanhavam o canal brasileiro desde 1990 passaram a deixar de ver a emissora, frustrados com a nova programação, que passou a contar até com clipes de pagode, além de reality shows  toscos feitos pela MTV dos EUA.

Confirmado o tiro no pé, a MTV Brasil chegou a tentar, pouco depois, a diminuir a quantidade de reality shows e até encontrou no humor uma saída interessante para atrair o público mais jovem. Mas aquele fã de antigamente, de carteirinha dos anos 90, nunca mais se dedicou como antes.

O fato é que era perfeitamente possível que a emissora vivesse com a música, mesmo em tempos atuais de YouTube. Sabendo criar uma programação atraente, com documentários sobre bandas e estilos, fatalmente o canal poderia captar telespectadores ávidos por informação e conhecimento musical, como é feito cada vez mais, por exemplo, com o Bis. Qual o jovem que não gostaria de saber detalhes da história de um Rolling Stones ou do movimento punk?

A MTV Brasil sempre foi marcada pela inovação. Grande espaço para a criatividade, atraiu ideias novas que eram vistas em suas vinhetas ousadas e obrigou até o mercado publicitário a se adaptar melhor ao mundo jovem. Foi pioneira em vários casos, como, por exemplo, quando passou a contar com uma programação de 24 horas na TV aberta, sem interrupção, fato comum hoje, mas inimaginável antes.

A emissora também revelou uma série de talentos que acabaram saindo para outros canais. Zeca Camargo, Cazé, Marina Person, Gastão Moreira, Marcelo Adnet, Dani Calabresa, Tata Werneck e Astrid Fontenelle são só alguns exemplos que marcaram a MTV e depois continuaram a brilhar em outras emissoras.

“Lado B”, “Fúria Metal”, “Rockstória”, “Disk MTV”, “Comédia MTV” e “Rock Gol” são alguns dos programas que marcaram época e que vão deixar saudade, assim como os “Acústicos”, que tanto sucesso fizeram e que serviram para reerguer várias bandas nacionais.

O próprio rock, que é tema principal deste Roque Reverso, sempre teve espaço que nunca conseguiu alcançar em outras emissoras de TV aberta. Em qual canal, por exemplo, teríamos um programa, como o Disk MTV, no qual os clipes líderes de audiência chegaram a ser os do Guns N’ Roses, do Faith No More e até do Sepultura?

A MTV não morreu no Brasil, já que a Viacom agora levou o canal para a TV paga. Mas o fato de não termos mais facilmente a possibilidade de assistir música de boa qualidade quando quisermos na TV aberta é algo para se lamentar para sempre. Na própria nova MTV, as primeiras horas de programação já mostraram que a levada será bem mais comercial e pop, com figuras como Anitta, mais presentes do que no finado canal.

No local onde era a MTV Brasil, o grupo Abril passou a veicular uma programação voltada para o mercado de carreiras profissionais, um verdadeiro porre para quem viu aquele lugar como um sinônimo de inovação e modernidade.

Para relembrar grandes momentos da MTV Brasil, o Roque Reverso descolou vídeos no Youtube. Fique, por exemplo, com um “Fúria Metal Especial” que levou Gastão Moreira aos Estados Unidos para visitar os integrantes do Sepultura com a formação clássica. Depois, assista na íntegra o show do U2, em 1998, em São Paulo, que a emissora transmitiu ao vivo para todo o País. Para fechar, o Acústico Legião Urbana, também na íntegra.

08
out
12

Green Day lança clipe de ‘Troublemaker’, mais uma música do novo álbum

A campanha de forte divulgação do Green Day sobre seu ambicioso projeto de três discos em menos de quatro meses segue a todo vapor. No dia 6 de outubro, a banda norte-americana de pop punk divulgou no YouTube o vídeo oficial da música “Troublemaker”, que faz parte do álbum “¡Uno!”, lançado no final de setembro.

A estratégia do grupo é tão intensa que os fãs são bombardeados constantemente com algum tipo de notícia relacionada aos discos. Num dia, é possível escutar no site da banda uma música de determinado álbum novo e, no outro, algum videoclipe é disponibilizado.

Em agosto, por exemplo, como já havia mostrado o Roque Reverso, o Green Day chegou a lançar o clipe de  “Oh Love”, também do primeiro disco. Em julho, também já havia trazido um vídeo gravado ao vivo da música “Let Yourself Go”, que integra “¡Uno!”. No YouTube, ainda é possível assistir ao vídeo de “Stay The Night”, do mesmo álbum.

Até mesmo um problema recente do vocalista Billie Joe Armstrong acabou servindo para manter a banda em evidência. Também em setembro, ele foi internado em virtude de abuso de substâncias não reveladas, poucos dias depois de ter se alterado durante um show no iHeart Radio Music Festival, em Las Vegas. Na ocasião, Amrstrong falou muitos palavrões, ofendeu Justin Bieber e quebrou sua guitarra.

Além do disco “¡Uno!”, a trilogia é formada pelo álbum “¡Dos!”, que deverá ser lançado em 13 de novembro, e pelo álbum “¡Tré!”. Este último tem o dia 15 de janeiro de 2013 como data prevista para chegar às lojas.

Veja abaixo o vídeo de “Troublemaker”:

18
ago
12

Green Day lança clipe de ‘Oh Love’, primeiro single do novo álbum

O Green Day continua com a campanha de grande divulgação de seu ambicioso projeto de três discos em menos de quatro meses. No último dia 15 de agosto, a banda norte-americana de pop punk lançou na MTV o vídeo oficial da música “Oh Love”, que é o primeiro single do álbum “¡Uno!”, previsto para sai no dia 25 de setembro. No dia 16, o clipe já estava disponível no YouTube para os fãs.

Em julho, como já havia mostrado o Roque Reverso, o grupo chegou a liberar um vídeo gravado ao vivo da música “Let Yourself Go”, que integrará também este primeiro disco.

Um segundo single também foi disponibilizado recentemente pela banda. O nome dá música é “Kill the DJ” e você pode escutá-la aqui.

Além de “¡Uno!”, a trilogia é formada pelo álbum “¡Dos!”, que deverá ser lançado em 13 de novembro, e pelo álbum “¡Tré!”, que tem o dia 15 de janeiro de 2013 como data prevista para chegar às lojas.

O vídeo de “Oh Love” teve a direção de Sam Bayer. Conta com lindas mulheres e imagens ligeiramente picantes. Veja abaixo:

14
ago
11

20 anos do ‘Black Album’ do Metallica

Na sexta-feira, dia 12, foram completados 20 anos do álbum “Metallica”. Conhecido no mundo todo como “Black Album”, por conta da capa preta que traz apenas o logo do Metallica e a cobra que faz referência à  bandeira de Gadsden, o disco levou a banda norte-americana de thrash metal e o próprio heavy metal para um patamar até então nunca visto na música pop, com mais de 15 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos e mais de 22 milhões em todo o planeta.

Para os fãs mais radicais do Metallica, a velha banda de thrash oitentista acabou neste álbum. Para os menos radicais e amantes da boa música e do bom rock and roll, não há dúvida que o “Black Album” está entre os maiores álbuns da história, independentemente de ser ou não um disco mais comercial.

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31
jul
11

Helmet fez show de peso para sortudos em pequena casa da região da Augusta em SP

Se voltássemos no tempo, mais ou menos para a década de 90, quando era apontado como o futuro do rock pesado e bombava na MTV, seria inimaginável ver uma banda como o Helmet tocando numa casa pequena de shows da Rua Augusta em São Paulo. Em 2011, isso foi possível no dia 28 de julho, quando a banda dos EUA comandada pelo vocalista e guitarrista Page Hamilton, fez uma ótima apresentação para uma casa lotada de fãs das antigas, muitos deles com mais de 30 anos de idade.

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06
ago
10

Para marcar os 10.000…

Não faz nem nove meses que o Roque Reverso está no ar e, quando fomos ver, o blog já havia ultrapassado a marca de 10.000 leituras. Para algo que começou sem muita pretensão é um marco e tanto. Gostaríamos de agradecer aos leitores e, para celebrar, oferecer quatro vídeos direto do YouTube que marcaram a vida desses blogueiros.

É óbvio que a escolha é difícil, já que admiramos uma série de bandas. Conseguimos, entretanto, escolher quatro clipes que agradam a ambos.

Para começar, Ricardo Gozzi escolheu “Jailbreak”, do AC/DC, que mostra a banda ainda bem novinha e o incrível Bon Scott destruindo nos vocais ainda na década de 70. Na sequência, Flavio Leonel selecionou nada menos que “One”, do Metallica, mostrando a banda em seu primeiro vídeo comercial, mas que marcou para os headbangers no final dos anos 80.

Outro clipe escolhido por Ricardo foi “Paradise City”, do Guns N`Roses, que capta a banda de Slash e Axl Rose em um dos seus principais momentos e o delírio do público. Para fechar, Flavio decidiu relembrar “Epic”, do Faith no More, que marcou também o início da MTV no Brasil nos anos 90, tempo em que a emissora era basicamente um canal de TV que passava música, bem de acordo com seu nome.

Obrigado a todos!




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